Carol Pires e Leonêncio Nossa
A presidente Dilma Rousseff chamou nesta segunda-feira, 3, o vice Michel Temer e os ministros da coordenação política para tentar abafar a crise envolvendo o PMDB e o PT por cargos no segundo escalão. Em duas horas e meia de conversa, no final da tarde, Dilma e sua equipe cobraram maior diálogo entre os partidos e priorizaram a questão econômica como principal tema de governo.

‘A relação com o PMDB está muito boa’, disse o ministro de Relações Institucionais, Luiz Sérgio. Foto: Ed Ferreira/AE
Foi marcada para o próximo dia 14 a primeira reunião ministerial do governo, que ocorrerá no Planalto para discutir a situação da economia brasileira e ameaça de aumento da inflação, além das negociações políticas. No encontro da coordenação, Dilma pediu ao ministro da Fazenda, Guido Mantega, que preparasse um levantamento sobre o quadro econômico. As informações vão balizar ações e encontros da presidente nos próximos dias. Mantega também foi orientado a apresentar uma exposição sobre a crise financeira internacional e seus reflexos no País para a primeira reunião do ministério.
Em entrevista na noite desta segunda-feira, o ministro de Relações Institucionais, Luiz Sérgio, um dos participantes da reunião de coordenação, tentou minimizar a crise envolvendo PT e PMDB pelos cargos de segundo escalão. “Com toda sinceridade, não estamos vendo o que alguns órgãos estão noticiando de crise”, disse. “A relação com o PMDB está muito boa”, completou. “O PMDB é parte importante desse projeto, que é o projeto que está colocando o Brasil em outro patamar.”
Ele evitou falar de possíveis medidas de cortes de gastos que estão sendo estudadas pelo governo. Econômico nas palavras, Luiz Sérgio disse que a primeira reunião ministerial, no dia 14, vai avaliar os reflexos da crise financeira no Brasil, normas, procedimentos e metas na área econômica.
Além de Luiz Sérgio, participaram da reunião de coordenação com a presidente Dilma, o vice-presidente, Michel Temer, o chefe de gabinete da presidência, Giles Azevedo, o ministro da Casa Civil, Antônio Palocci, o secretário-geral da Presidência, Gilberto Carvalho, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, do Planejamento, Miriam Belchior, e da Justiça, José Eduardo Cardozo.
[...] Dilma tenta abafar crise envolvendo o PMDB eo PT em 1ª reunião de … – Estadão [...]
Dilma depende do PMDB, e eles sabem que ela e fraca, vão montar em cima, mamar na teta do governo essa sempre foi a base pmdbista, quem ganha eles estão do lado, se perder os mama-dores muda de partido mais não abandonam o barco das tetas governamentais.
Quanto ao salário mínimo quero ver o que o PMDB vai fazer, 565,00 sera?
O PMDB é uma mala pesada que a Dilma vai ter que carregar. Sem o PMDB não ganharia as eleições e com PMDB vai ter muitos problemas. No governo Lula o Ministro das comunicações era o Hélio Costa do PMDB que perdeu a eleição de Governador em Minas e que deixou uma das piores heranças do governo Lula, um Correio que era a instituição mais confiável do Brasil totalmente esfacelado. Teve gente que postou cartas de campanha eleitoral em 23 de setembro e as cartas foram entregues depois das eleições que ocorreram em 3 de outubro. Maia de 10 dias em Caraguatatuba. Concedeu mais de 400 rádios Comunitárias no estado de Minas e banalizou o sistema de concessões. Um membro do PMDB que decretou a falência do Ministério das Comunicações e por isso o PMDB perdeu aquele Ministério para um membro do PT. Agora a briga do PMDB é no sentido de reconquistar o que perdeu por pura incompetência e falta de seriedade. A presidente está cobrando diálogo entre os seus coordenadores para resolver o impasse da exigência do PMDB de recuperar o Ministério das Comunicações. Melhor seria a Dilma socar a mesa e dar as ordens segundo o interesse nacional. Parece que essa será a sua primeira carteirada em cima do PMDB, e se ceder agora perderá a autoridade para sempre.
Carteirada em cima do PMDB?
É pegadinha, né?
O que acontece é que as têtas do governo estão sempre cheias e cada um que é convidado a mamar não quer deixar leite para os outros.É por estas e por outras razões, que acontece esta disputa desregrada, causada por estes ilustres PARASITAS BRASILEIROS.
Quem quer deixar? eu quero e mamar também so não tenho e oportunidade
responder este comentário denunciar abusoNão é de se admirar o surgimento de confrontos entre os dois partidos por ocupação de cargos no governo. É preciso entender, que sem essa aliança, Dilma jamais seria eleita. O próprio Lula, sem as diversas alifanças feitas, não teria chegado ao final de seu governo, que foi um governo marcado por ilegalidades de todos os tipos. Veja o que aconteceu com Collor; este não fez aliança com ninguém, o resultado foi usa casação. O Lula, também seria. Vejo que, a Dilma deve ter reconhecimento aos demais partidos que a ajudaram a ser eleita, já que o modelo foi criado pelo próprio PT quando Lula esteve no poder. Ainda, o PT não existe mais como existia no passado, devido a essa coligação de partidos e falcatruas patrocinadas pelos atuais petitsta. Vejam, nem bem o governo começou e o tal do Palocci já enterrou o caso da Helenice. Não dá para acreditar, mas esses caras são o que são.
Iso esta igual a um caminhaão cheio de gente na carroceria, sem espaço dentro.
Só depois de muitos e muitos quilometros rodados em estrada de chão, é que cada partido vai se acomodar, né PTPMDB.
Gemeos não identicos e siamesas.
Até
É isto ai gente!!!
Ajoelhou tem que rezar…….hahaha
Eu ainda acho que o problema do PT é essa aliança… os caras do PMDB só querem tirar proveito…isso descaracteriza o objetivo do governo Lula…
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