Cristina Padiglione
As principais redes de TV voltam seu foco para Brasília hoje, com promessa de interromper programação para breves flashes ou transmissão de boa parte da cerimônia de posse da presidente Dilma Rousseff. Globo, Record, SBT, Bandeirantes e Gazeta terão operação especialmente montada para a ocasião no Distrito Federal. A Cultura interrompe a programação com plantão nos estúdios de São Paulo sob o comando de Heródoto Barbeiro. Representada por Adriana Araújo e mais 15 repórteres em Brasília, a Record prevê transmissão contínua do Distrito Federal entre 13h30 e 18h30, no mínimo.
A Globo desembarca na capital federal em cena de impacto: William Bonner posa por lá com o avião que estampa a marca JN No Ar, que a partir de hoje ganha espaço permanente no Jornal Nacional. A edição do dia será ancorada pelo editor-chefe diretamente da cidade, não muito distante de onde Sandra Annenberg e Evaristo Costa, da Esplanada dos Ministérios, já terão apresentado o Jornal Hoje. Alexandre Garcia e Heraldo Pereira assumem a transmissão a seguir.
Um pool de imagens será fornecido a todas as emissoras, com os passos do trajeto de Dilma e cenas em ambientes internos, mas a Globo promete câmeras exclusivas espalhadas pelo circuito. Segundo a emissora, 200 profissionais estão escalados para o fato do dia, sem contar a cobertura da posse de governadores nos principais estados da federação, feito igualmente previsto para entrar em cena nos outros canais – na Globo, as cerimônias regionais ganham a tela a partir das 8h.
Carlos Monforte ancora o Jornal das Dez de Brasília pela GloboNews, que terá transmissão ao vivo da posse a partir das 13h30 – Record News e Band News prometem a mesma dedicação monotemática.
Carlos Nascimento também ancora o SBT Brasil de Brasília, em edição especial. Uma equipe de 60 pessoas do SBT estará a postos durante todo o dia para flashes ao vivo da cerimônia – é sabido que Silvio Santos não autoriza quebra da programação convencional por mais de 5 ou 10 minutos, mas o plantão estará disponível para entradas no ar a qualquer momento.
A RedeTV! escalou 30 profissionais em Brasília com o mesmo propósito e prevê breves interrupções na programação convencional, mais edição especial do RedeTV News. Na Gazeta, a ancoragem da cobertura caberá a Silvia Corrêa, com seis entradas ao vivo de 15 minutos cada, incluindo imagens das posses do governador Geraldo Alckmin e da presidente Dilma Rousseff.
A Band põe Ricardo Boechat em estúdio para comandar de São Paulo toda a cobertura, a cargo de Fábio Panunzio, em Brasília. A previsão da emissora é interromper a programação a partir das 17h com uma edição especial do Jornal da Band e, se possível, contar com convidados em torno daquela mesa ao modo Canal Livre, tão revisitada pelo telespectador durante as eleições. E, mesmo com a ressaca do réveillon, não faltarão políticos e analistas interessados em dar seu palpite diante das câmeras.
Nunca antes na história desse pais deram tanta cobertura para um simples transição de governo. Já está na hora do Brasil seguir o modelo inglês em que o primeiro ministro sai em silêncio e sem festa.
Estamos no país do carnaval .porquê ele não pode começar neste dia primeiro?Viva a Rainha Moma !
Nunca Antes na Historia deste Pais um Metalurgico Governou e obteve aprovacao de 96% dos brasileiros.
Nunca Antes na Historia deste pais uma Mulher assumiu o Poder Executivo e ja ha expectativa de 83% dos brasileiros de um Governo Otimo/Bom.
Nunca Antes na Historia deste Pais a Europa criou tanta expectativa quanto a quem Governa o nosso Pais.
Portanto motivos nao faltam para a cobertura do maior evento DEMOCRATICO do Planeta.
Valeu LULA … Parabens Dilma Vana Roussef !!!
Nunca antes nesse País um governante pegou a estrutura toda pronta e só a preencheu com os bloquinhos…Sem precisar fazer o trabalho pesado, sem precisar passar por períodos de baixa popularidade decorrentes das medidas drásticas.
Queria ver ele governar sendo precedido pela Era Collor…Depois de Itamar, Plano Real etc e tal, fica mais fácil, né?
Foi um bom governo? Foi, mas ele não teria capacidade de fazer toda a história que lhe ajudou desde o começo sozinho. Tivesse mantido o “Padrão PT” de antes de 2002, não teria nem ido para o segundo turno…
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