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Anne Warth, Agência Estado

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve visitar na tarde desta terça, 31, o Hospital São Luiz, na capital paulista, para conhecer o seu neto Pedro, que nasceu hoje, filho de Fábio Luís da Silva.

Lula está neste momento na comunidade de Paraisópolis, na zona sul, para a entrega de 240 apartamentos populares, como parte dos investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Depois de passar no hospital, ele deve participar ainda dos eventos de comemoração do centenário do Corinthians, no Parque São Jorge e no Vale do Anhangabaú, onde esta noite ocorrerá um show em homenagem ao time paulista do qual Lula é torcedor fanático.

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José Orenstein

A pouco mais de um mês das eleições, as campanhas entram na reta final desta corrida tentando emplacar um derradeiro sprint. Candidatos que aparecem atrás nas pesquisas de intenção de voto, correndo o risco de nem mesmo alcançar o segundo turno, usam uma mesma palavra: virada.

É o caso de duas figuras políticas opostas: José Serra e Aloizio Mercadante. O tucano tenta recuperar o terreno perdido para Dilma, que, até em São Paulo – a casa de Serra -, lidera nas pesquisas. O candidato do PSDB à Presidência já assumiu novo slogan, “É a hora da virada!”, e, além de estabelecer comunicação direta com eleitor via e-mail, teve vídeo lançado no YouTube em que conta com o apoio de Aécio Neves.

 

 

Da mesma forma, mas correndo noutra raia, Mercadante, candidato do PT ao governo de São Paulo, tenta reverter as previsões que apontam vitória de Alckmin no primeiro turno. E a estratégia petista mira as redes sociais. O candidato lançou desde domingo campanha no Twitter, incentivando militantes e seguidores a divulgarem a hashtag #ViradaPaulista. O termo ganhou popularidade na rede social nesta terça-feira e figurou entre os mais citados no Brasil durante o dia.

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Resta ver se os candidatos vão segurar o fôlego até o final, que ambos esperam não ser em 3 de outubro.

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Julia Duailibi

Na prestação de contas que a campanha do presidenciável José Serra (PSDB) entregará ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta quarta-feira, a receita será será vezes maior que os R$ 3,6 milhões da primeira prestação parcial.

O número exato enviado pela campanha à Justiça Eleitoral será de R$ 29,5 milhões (incluído o valor da arrecadação anterior). As despesas seguem o mesmo valor. No domingo, o Estado publicou entrevista com o presidente do comitê financeiro da campanha, José Gregori, na qual ele dizia que a receita deste mês teria crescido “cinco ou seis” vezes. A campanha de Serra prevê gastar R$ 180 milhões.

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Daiene Cardoso, Agência Estado

A candidata do PV à Presidência da República, Marina Silva, preferiu não comentar o fato do deputado Sarney Filho (PV-MA) não apoiar sua campanha no Maranhão, embora seja integrante histórico da cúpula do partido.

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Marina durante encontro com mulheres em SP. Foto: Ayrton Vignola/AE

Marina disse que sua candidatura não tem apoio de representantes “da velha política brasileira”, numa referência ao ex-presidente e atual senador José Sarney (PMDB-AP), mas que Zequinha não poderia ser julgado “pelo seu DNA”. “Você não pode julgar as pessoas pelo DNA até porque essa não é uma escolha que se faça. Imagina se eu fosse filha de um presidiário e você achasse que, em função disso, eu teria a mesma condição”, disse.

Marina lembrou que o deputado é um ambientalista respeitado e que foi um dos entusiastas de sua filiação ao PV e de sua candidatura à Presidência da República. “Não podemos ter uma visão preconceituosa que o fato de sermos filhos de alguém ou amigos de alguém, isso nos transforma na mesma pessoa”, disse. A candidata afirmou que sua campanha vem sendo conduzida “pela sociedade” e que ela desconhece a informação de que Zequinha não tem feito campanha pelo PV no Maranhão.

A candidata defendeu a criação de “uma política inovadora” e criticou os velhos paradigmas que dominam o sistema nacional. “Os aliados de 500 anos de política velha irão fazer o mesmo que já fizeram durante esses 16 anos em relação à velha política. Esses não estão comigo mesmo”, disse Marina, ao referir-se indiretamente a José Sarney e ao PSDB e PT que ocuparam a Presidência da República ao longo desse tempo.

Marina participou hoje de café da manhã na casa de Neca Setúbal, uma das organizadoras de sua campanha, que reuniu aproximadamente 50 mulheres, a maioria de educadoras.

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Luciana Nunes Leal

BRASIL1

PT tenta aumentar bancadas com ‘setembro vermelho’

A reta final da campanha petista será marcada por caminhadas como a que aconteceu domingo na praia de Copacabana, liderada pelo ex-prefeito Lindberg Farias, que concorre ao Senado. A ideia é disseminar a “onda vermelha” em favor de Dilma, mesmo sem a presença da ex-ministra, e dar mais visibilidade aos candidatos do partido. Apesar do interesse em divulgar a ampla aliança em torno de Dilma, o PT tem planos de reforçar ao máximo a bancada na Câmara e no Senado. Nesta segunda-feira, 30, os petistas fizeram caminhada semelhante na Baixada Fluminense, região por onde também passou o presidente Lula, só que em agenda oficial. Já os tucanos aguardam os efeitos do apelo divulgado pelo candidato a vice Índio da Costa. E se esforçam para desfazer a impressão de uma campanha sem rumo.

RIO

Baixo quorum nas inaugurações

O público esvaziado na favela Santa Marta, mesmo com a visita do presidente Lula, não foi um fato isolado. Já se repetiu em outros Estados. Com a proibição da presença de candidatos em inaugurações e para fugir de ações judiciais por uso da máquina pública, os partidos não se mobilizam para levar militantes em todas as atividades presidenciais, como faziam na pré-campanha. Concentram esforços em comícios e caminhadas. O quorum foi maior em Nova Iguaçu, mas nem assim inspirou Lula, que optou por discursos protocolares, apesar dos elogios ao ausente Sérgio Cabral (PMDB).

SÃO PAULO

Os amigos de FHC

Caso raro de tucano que levou o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso para a campanha na TV, o candidato ao Senado Aloysio Nunes tem em sua coleção depoimentos de Aécio Neves, de José Serra, de Geraldo Alckmin e do prefeito Gilberto Kassab, do DEM. No Rio, Marcelo Cerqueira, que disputa o Senado pelo PPS, exibe gravação ao lado de Fernando Henrique, de quem é amigo, desde o início do horário eleitoral. Na salada das alianças, Cerqueira se apresenta também como “0 senador do Serra, da Marina e do Gabeira”. O PPS fluminense está coligado com o PSDB, o DEM e o PV.

SÃO PAULO

Os amigos de FHC

Caso raro de tucano que levou o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso para a campanha na TV, o candidato ao Senado Aloysio Nunes tem em sua coleção depoimentos de Aécio Neves, de José Serra, de Geraldo Alckmin e do prefeito Gilberto Kassab, do DEM. No Rio, Marcelo Cerqueira, que disputa o Senado pelo PPS, exibe gravação ao lado de Fernando Henrique, de quem é amigo, desde o início do horário eleitoral. Na salada das alianças, Cerqueira se apresenta também como “0 senador do Serra, da Marina e do Gabeira”. O PPS fluminense está coligado com o PSDB, o DEM e o PV.

MATO GROSSO DO SUL

Entre o palácio e a candidatura

O currículo do governador André Puccinelli (PMDB), que tenta a reeleição, foi retirado do site oficial do governo, por decisão da Justiça Eleitoral. Para o TRE, “a publicação estava imbuída de caráter promocional.”

MODERADO
“Não quero que o Serra diga o que meu fígado gostaria de dizer do governo Lula. Tem que ter calma. Não adianta sair falando o que dá na veneta.”
ROBERTO FREIRE
PRESIDENTE DO PPS

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O candidato a governador Aloizio Mercadante (Coligação União para Mudar) perdeu novamente tempo de propaganda gratuita no rádio (80 segundos) e na televisão (26 segundos) por invadir o espaço reservado a candidatos a deputado. Segundo o juiz auxiliar da propaganda eleitoral des. Antônio Carlos Mathias Coltro, as mensagens veiculadas abordavam ações do executivo.

O juiz determinou que Mercadante perdesse os 26 segundos em inserções na TV por ter ocupado o tempo reservado aos candidatos a deputado estadual em duas propagandas referentes ao pedágio e à escola pública.

Mathias Coltro sentenciou também que fossem retirados os 40 segundos em cada um dos blocos de rádio, de manhã e à tarde, totalizando 80 segundos, por invasão do horário dos candidatos a deputado federal, em razão das veiculações que comparavam os governos Lula e PSDB.

O art. 53-A, § 2º, da Lei 9.504/97 veda “a utilização da propaganda de candidaturas proporcionais como propaganda de candidaturas majoritárias e vice-versa.”

Ambas as representações foram formuladas pela coligação Unidos por São Paulo (PMDB, PSC, PPS, DEM, PHS, PMN e PSDB). Cabe recurso ao TRE-SP.

A coligação União Para Mudar, de Mercadante, é formada pelo PRB, PDT, PT, PTN, PR, PSDC, PRTB, PRP, PC do B e PT do B.

Fonte: Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP)

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Daiene Cardoso

Sem avançar nas pesquisas de intenção de voto, a coordenação de campanha do PV à Presidência da República decidiu mudar a estratégia de comunicação para fazer com que Marina Silva chegue ao segundo turno. A aposta da coordenação é tirar o foco da apresentação de propostas para apontar as diferenças entre a candidata verde e seus adversários Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PV). “Não vamos mudar no sentido de fazer uma campanha agressiva, vamos realçar as diferenças”, contou o coordenador geral da campanha, João Paulo Capobianco.

Ele negou que os coordenadores de Marina tenham sido atingidos pelo clima de derrota e informou que só depois de 3 de outubro (1º turno das eleições) a executiva do PV se reunirá para definir o futuro do partido caso Dilma ganhe a disputa já no primeiro turno. “A eleição não está definida, a dinâmica eleitoral está ocorrendo e nós temos o melhor time”, disse.

A coordenação do PV admite que o cenário é muito favorável à candidata do PT, que os números e a influência do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no pleito estão “surpreendendo a todos” e que alguns colaboradores acreditam que a situação é irreversível, mesmo com um mês de campanha pela frente. “Vamos trabalhar dobrado porque existe uma janela de oportunidade. Nós estamos no jogo, indo para as semifinais e queremos estar na final”, disse o coordenador ao questionar a capacidade de sustentação da candidatura petista nos atuais índices de votação. “Não vamos fazer como o Dunga, voltar no segundo tempo com a mesma estratégia. Vamos disputar até o último segundo do segundo tempo”, completou.

Segundo Capobianco, embora Marina não tenha conseguido evoluir nas pesquisas, a candidata não perdeu eleitorado, como era previsto caso Dilma crescesse. Atualmente Marina varia entre 7% e 10% nas pesquisas de intenção de voto, de acordo com os principais institutos, o que é considerado pela coordenação como uma “adesão consistente” e, portanto, um resultado animador. “Quem tem que se preocupar é quem está perdendo voto”, avaliou.

A mudança na estratégia de comunicação já deve se refletir nas próximas propagandas de rádio e TV. Com pouco tempo nas mídias eletrônicas tradicionais (1 minuto e 23 segundos), a campanha conta com a capilaridade da candidata na internet (mídias sociais como Facebook, Orkut, e Twitter), entrevistas e debates. É consenso dentro da campanha que de Marina já se saiu bem ao “quebrar o plebiscito” entre Dilma e Serra e consolidar seu nome como terceira opção de voto, mas que há uma despolitização nesta eleição e um desequilíbrio estrutural das campanhas. “Concordamos que o País está num bom momento, mas é justamente no bom momento que a gente (eleitor) tem que ter mais responsabilidade”, ressaltou Capobianco ao defender a eleição de alguém que apresente um plano estratégico ao País.

A partir de agora, a ideia é mostrar, de uma forma clara e eficiente, que Marina valoriza a qualidade e seus adversários prezam pela quantidade, disse o coordenador. Capobianco descarta definir um “alvo preferencial” na nova estratégia, uma vez que pesquisas internas no PV indicam que Marina tem potenciais eleitores entre os dilmistas e serristas. “De forma alguma vamos jogar a toalha”, reforçou.

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Tatiana Favaro, de Varginha (MG)

O candidato do PSDB a presidência da República, José Serra, disse nesta segunda-feira, 30, em Varginha, no Sul de Minas Gerais, que é “importante que a economia brasileira continue bem”. O tucano afirmou que vai criar 20 milhões de empregos até 2020 e reconheceu que para isso as pessoas “precisam continuar consumindo”.

Serra chegou pro volta de 14 horas na cidade e seguiu do aeroporto em carreata até o centro, acompanhado pelo candidato ao Senado Aécio Neves e o candidato ao Governo de Minas, Antonio Anastasia.

o candidato a presidência não quis comentar o avanço da candidata Dilma Rousseff (PT) nas pesquisas de intenção de voto e disse que só falaria sobre “coisas que interessam as pessoas.”

Embora não tenha falado sobre Dilma, Serra afirmou ao povo mineiro no Calçadão da Wenceslau Bráz que está “numa batalha nacional dura e difícil.”

Aécio Neves afirmou que tem pedido a Serra sua presença frequente em Minas. Neves disse acreditar que a força das candidaturas regionais (a dele e de Anastasia) possam ajudar a alavancar a candidatura a presidência.

“Espero que esse avanço do governador Anastasia possa de alguma forma também ajudar o governador José Serra e (ele) possa ter um crescimento”, afirmou Neves. “Tenho pedido a ele (Serra) que venha sempre que possível a Minas. Pelo menos uma vez por semana, até o fim da eleição ou até mais, se for possível.”

O candidato ao Senado atribui a perda de espaço de Serra para Dilma à presença do presidente Lula ao lado da candidata durante a campanha. “O que nós estamos assistindo é que realmente com a presença do presidente Lula em nível nacional na candidatura majoritária federal influenciou muito e eu não vejo outro diagnóstico ou explicação plausível além da força de transferência de voto do presidente Lula”, afirmou Aécio Neves.

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Rodrigo Alvares

“Olha o passarinho! (Denise Rothemburg)

Numa campanha, quando tudo começa a dar certo, os candidatos sorriem como quem viu passarinho verde. No último sábado, a candidata do PT, Dilma Rousseff, estava assim. O ritual, muito parecido com o da Presidência da República, merece ser descrito em detalhes, coisa que os jornais não dão espaço nas reportagens em que prevalecem o declaratório. Por isso, peço licença a vocês para relatar como percebi a Dilma de hoje e aquela que dava coletivas no tempo da Casa Civil.

Ela chega ao comitê na casa da QL 24 num comboio de cinco carros pretos, todos modelo sedan, vidros escuros. Dois passam pelo imenso portão branco. Mal os fotógrafos se ajeitam em busca de um ângulo para clicar a candidata saindo do carro, a porta começa a se fechar. Os três carros que vinham atrás ficam do lado de fora. A assessora Helena Chagas, por exemplo, tem que descer do carro e andar rapidinho para ter tempo de passar espremida num pedacinho que ainda faltava para que o sistema eletrônico de fechamento se completasse.

Campanha de Serra batendo cabeça (PolíticaaÉtica)

Cúpula do PSDB quer que a campanha de Serra recupere “o eleitor classe média das grandes capitais” que migra sistematicamente seu voto para Dilma. Era um voto que poderia ir para Marina, mas como esta campanha patinou, embarcam cada vez mais na campanha bem feita pelo marketeiro da ex-ministra da Casa Civil que tem em Lula o cabo eleitoral dos sonhos de qualquer candidato.”

Novilíngua lulista (Augusto Nunes)

“Somos de uma geração que precisa correr atrás do tempo perdido para que as futuras gerações não precisem chamar de favela. Que tudo seja bairro, vamos cortar o nome favela”.

Lula, insinuando que o pequeno dicionário da novilíngua lulista já procura uma palavra para aposentar a velha “favela”.”

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Rodrigo Alvares

Em programa no horário eleitoral veiculado semana passada, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a candidata do PT à sua sucessão, Dilma Rousseff, pediram aos maranhenses que votem na atual governadora e postulante à reeleição, Roseana Sarney (PMDB) por ela ser uma “garantia de muito mais desenvolvimento” para o Brasil e o Estado.

roseana

Na sua participação no vídeo, Dilma falou sobre a eleição da peemedebista: “Precisamos que todos os Estados brasileiros cresçam e se fortaleçam cada vez mais, combinando crescimento econômico com desenvolvimento social. Por isso, peço, para governar o Maranhão, vote Roseana”. Lula disse que “Roseana e Dilma muito me ajudaram”. “Dilma no governo e Roseana como minha líder no congresso. Corajosa, lutadora, leal companheira, ela voltou com tudo e merece voltar. Peço ao povo do Maranhão, onde tenho a maior aprovação do Brasil, eleger Dilma presidente e Roseana governadora Essa é a garantia de muito mais desenvolvimento para o Brasil e o Maranhão”, afirmou o presidente.

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Na abertura do programa, a locutora afirma que o Maranhão “tem problemas como todo o Brasil, como até São Paulo tem. Falta de saneamento, pobreza. Mas São PAulo não é só pobreza, e o Maranhão também não. O vídeo prossegue dizendo que o Estado melhorou muito no último ano com Roseana e Lula e que “não é expondo a nossa pobreza no horário eleitoral que a gente contribui para o bem do Maranhão”.

O Estado foi praticamente governado nas últimas décadas pelo clã, aí incluída a própria Roseana, que comandou o Maranhão entre 1994 e 2002. Ao deixar o governo, ela elegeu seu sucessor, o então vice-governador José Reinaldo, hoje adversário ferrenho dos Sarney. A hegemonia só foi quebrada com Jackson Lago, que ficou de janeiro de 2007 a abril de 2009 no governo.

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