Por Ricardo Chapola
A pré-candidata do PV à Presidência, Marina Silva, se encontrou nesta segunda-feira, 31 de maio, com representantes das mídias sociais do País para conversar sobre a contribuição da internet na ampliação dos processos de transparência das ações de governo. Ela esteve acompanhada de Guilherme Leal, vice em sua chapa.
A pré-candidata disse que pretende inverter a ordem das doações de campanha. “Queremos inverter a ideia de poucos contribuindo com muito, para muitos contribuindo com pouco.” Ela também disse que a corrupção acontece por conta da impunidade. Dizendo ser recém-ingressa no mundo digital, ela falou que pretende ter contato interessante com o Twitter. “Mas não necessariamente espetaculoso”, afirmou. O apresentador do evento anuncia o seu fim.
20h31 - Leal: “Este instrumento que permite o diálogo é riquissímo, seja no processo na construção da percepção do eleitor, seja num governo baseado nesta filosofia”.
20h30 - “A intenção é transformar tudo isso em comunicação viva e real. A propaganda não se sustenta”, afirmou a pré-candidata.
20h29 - Marina cita Mercadante e o “irrevogável”
20h25 – Pergunta sobre como o carisma construído no universo digital seja fator de alavancamento do candidato e como isto pode permanecer, fazend0-se ferramenta de relações sociais e não de difusão de propaganda.
20h24 – O presidente da Natura e vice de Marina, reforça a declaração da ex-senadora e diz ser justamente um desafio a reforma tributária.
20h22 - “É um esforço que estamos tendo para uma eventual reforma tributária”, disse Marina. No entanto, a ex-ministra ressalta esta dificuldade.
20h18 - Blogueiro comenta sobre os impostos que atuam também na internet. Ele pergunta sobre como ela pretende agir sobre os impostos caso seja eleita
20h14 - Guilherme Leal: “Hoje o jovem aprende de uma maneira diversa da que aprendia no meu tempo.”
20h10 – Marina Silva: “Se a gente olhar para a Índia e Coreia estão onde estão, pois eles investiram em educação de direito, ou seja, aquela contida na Constituição.”
20h09 – Pergunta sobre propostas de governo para a educação em geral e quais serão os incentivos para o ensino à distância.
20h06 - Marina fala sobre manifestação cultural em resposta à pergunta sobre hip hop
20h03 – “Deveríamos resolver esse nosso hiato visando a educação”, disse Marina
20h01 - Guilherme Leal diz ser óbvio o fato de que a população tenha maior acesso, assim problemas citados por Marina seriam minimizados.
19h59 – “Uma das coisas que façam com que a corrupção aconteça é a impunidade.” Estas novas ferramentas contribuirão para diminui-la.
19h56 – Marina ressalva parte da pergunta de blogueiro e diz que não pode ser objetiva sobre aquilo, porque “este é um segmento ainda em construção.”
19h54 – Pergunta sobre a questão de acessibilidade da internet e como um possível governo lidaria com este problema.
19h51- Segundo a pré-candidata do PV à Presidência da República, há uma resignificação sim da antiga forma de direito autoral. A nova tende a ser mais ágil, devido ao compartilhamento do que é divulgado.
19h49 – Marina: “A internet faz alguma desconstrução de tudo, porque o acesso é direto.”
19h47 – Pré-candidata e Guilherme Leal são indagados sobre o direito intelectual
19h43 - “Estava tão cheia de pastas e penduricalhos, que dei o cheque ao rapaz. Ele escaneou e divulgou no jornal”, exemplifica a pré-candidata
19h41 - Marina cita exemplo de quando foi vereadora e foi abordada por um jornalista lhe perguntando qual era o ordenado de um vereador.
19h39 – Marina Silva afirma que transparência e verdade devem fazer parte da política.
19h38 - O presidente da Natura diz que transparência e verdade precisam ser ampliadas pela política, que deveria ser um grande instrumento para esta promoção.
19h37 – Leal: “Eu me dou bem com a verdade e com a transparência; não com política”.
19h36 – Marina e Guilherme Leal são inqueridos sobre verdade e transparência nos políticos.
19h34 – “Eu quero ter contato interessante, mas não necessariamente espetaculoso”, disse a pré-candidata sobre exposição no Twitter.
19h33 – Marina: “Eu sou uma recém-ingressa neste mundo digital”.
19h32 - Pergunta sobre como são administradas as ferramentas digitais que Marina usa na campanha.
19h30 - Marina reforça ideia de transparência na campanha, no âmbito das contribuições feitas pelos eleitores.
19h29 – “Queremos inverter a ideia de poucos contribuindo com muito, para muitos contribuindo com pouco.”, afirma Marina
19h28 – Marina é questionada sobre o financiamento de campanhas de candidatos, feito por grandes coorporações.
19h25 - “A intenção é oferecer maior transparência na campanha”, diz Marina
19h24 - Pergunta sobre se a campanha será mais aberta e se a acessibilidade de dados será maior com a utilização da internet.
19h23 – Guilherme Leal deseja que a internet continue a ser usada e que o dálogo oriundo deste meio seja de longo prazo.
19h21 – Leal toma a palavra e diz que a internet pode contribuir para a arrecadação para a campanha.
19h19 – “É uma nova forma de fazer política, não baseada nas antigas estruturas. Além disso, problemas serão supridos com esse tipo de campanha, inclusive de acesso”, responde Marina.
19h18 - Marina foi indagada sobre qual os planejamentos de candidata para a campanha via blog.
19h17 – O apresentador abre o microfone para perguntas.
19h16 – Marina: “Não devemos pensar num estado provedor, mas mobilizador. Por isto devemos pensar numa sociedade em rede”.
19h15 - “A realidade é poliglota e nós somos monoglotas. E vocês têm o compromisso com isso”, disse a pré-candidata.
19h14 - Marina Silva começa a discursar falando que dos bons mediadores.
19h10 - A palavra foi passada para Guilherme Leal. “Louvo esta iniciativa de promoção do encontro”
19h09 – Começou o encontro de Marina com blogueiros.
Participam da roda de conversa com a pré-candidata do PV:
Adriano de Freitas
Radar Urbano – http://www.radarurbano.com.br
Alexandre Abdo
Blog Alexandre Hannud Abdo – http://stoa.usp.br/abdo/weblog/
Alec Duarte
Blog Webmanário – http://webmanario.wordpress.com/
Alexandre Inagaki
Blog Pensar Enlouquece – http://www.interney.net/blogs/inagaki/
Ale Youssef
Blog Ale Youssef – http://ale.org.br/
Bel Colucci
Projeto Conexão Cultura - http://www.conexaocultura.org.br
Bia Granja
Site Pix Diversão Digital – http://www.twitter.com/biagranja
Bob Wollheim
Site Resultson – http://www.resultson.com.br/
Cris Dias
Cris Dias Weblog – http://www.crisdias.com/
Daniela Arrais
Blog Don´t Touch My Moleskine – http://donttouchmymoleskine.com/
Diego Franco
Universidade Metodista - http://www.globoamazonia.com/
Guilherme Felitti
Blog Chá Quente – http://www.chaquente.com/
Jonny Ken
Blog Infopod – http://www.infopod.com.br/
Julio Daio Borges
Site Digestivo Cultural – http://www.digestivocultural.com
Leandro Meirelles
Urbanistas / iG – http://luizalgarra.blog.br/
Marco Gomes
Blog Marco Gomes – http://marcogomes.com/blog/
Pedro Markun
Blog Confessioni – http://blog.markun.com.br/
Rodrigo Savazoni
Blog Rodrigo Savazoni – http://flimultimidia.com.br/rodrigo-savazoni/
Thiago Carrapatoso
Planeta Sustentável – http://planetasustentavel.abril.com.br/home/
Wagner Fontoura
Blog Boombust – http://www.boombust.com.br/
Tags: Marina Silva
O pré-candidato do PSDB à presidência da República, José Serra, discursou na tarde desta segunda-feira no 2º Exame Fórum, em São Paulo. Para o tucano, a “falta de infraestrutura inibe investimento privado”.
17h27 - Para que o governo possa realmente planejar precisa de capacidade. No meu governo, nunca tivemos loteamento de cargos. O Que acontece no governo federal é gravíssimo. No caso da Anvisa, tinha um candidato do PT que foi para lá e agora vai concorrer a deputado. Esse tipo de coisa “perverteu” as agências reguladoras, de acordo com Serra. “O crucial é emprego, e os empresários são cruciais nessa hora”, finalizou o tucano.
17h22 - “Houve uma abertura comercial na época do Collor estilo cavalaria antiga: rápida e desastrosa”.
17h18 -O tucano usa exemplos das estradas sob gestão do governo federal, falta de investimentos nos aeroportos e critica a incerteza do abastecimento de gás no Brasil.
17h15 - Serra: “Uma análise entre 134 países mostrou que o Brasil está em 128º em ruindade de portos. A falta de infra-estrutura inibe o investimento privado”.
17h12 - “Estabelecida a normalidade econômica, não faz sentido estimular as fusões entre empresas com dinheiro público”, diz Serra. “O investimento governamental é um dos mais baixos do mundo”
17h08 - “No caso do investimento privado no Brasil, existe um potencial muito alto. Se outras condições forem dadas, o investimento privado vai aumentar muito no País.”
17h03 - “O crescimento sustentada tem problemas sérios a curto e médio prazo, afirma o tucano. É indiscutível que há dois ou três países que têm uma boa perspectiva para empregos, a China e a Índia”. A carga tributária compromete os investimentos.” Serra: “Estamos na lanterninha dos países que investem em infra-estrutura”.
17h01 - Nós temos um desafio pela frente. O tema desse seminário é se o Brasil vai chegar – se é que vai chegar – a ser a quinta economia do mundo. Serra questiona os números e diz que o País está caindo para o nono lugar. “Isso é o óbvio ululante”, disse.
16h58 - “Foi uma batalha dura na Constituinte para que ela não impusesse amarras ao nosso desenvolvimento”
16h54 - “Decidi estudar Economia para entender melhor o Brasil”, diz Serra.
16h51 - José Serra acaba de chegar ao auditório. Ele recebeu muitos aplausos enquanto subia ao palco.
O repórter da editoria de Nacional do jornal “O Estado de S.Paulo”, Daniel Bramatti, comenta a geografia do voto no Brasil. Assista:
Tags: José Serra; Dilma Rousseff; pesquisa
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Por Denise Madueño e Carol Pires, de Brasília
Governo e oposição travam um duelo inusitado de obstruções no plenário da Câmara a quatro meses da eleição, quando a disputa entre os dois lados cresce a cada dia. O governo impede a votação de medidas provisórias e a oposição barra os outros projetos de interesse do governo, resultando em uma paralisia do plenário. Nesse cenário, duas medidas provisórias perderão a validade amanhã, porque não foram votadas a tempo.
Envolvidos em discussão sobre o acordo nuclear iraniano, os senadores terão de votar amanhã, último dia do prazo, a MP de reestruturação de carreira de servidores públicos, aprovada na semana passada na Câmara com um pacote de bondades incluído pelos deputados. O texto aprovado beneficia cerca de 25 carreiras de servidores e provocará um aumento nos gastos públicos de R$ 1,8 bilhão a mais do que o previsto originalmente pela medida provisória, de R$ 31,769 milhões.
Neste mesmo dia, haverá audiência pública com o ministro de Relações Exteriores, Celso Amorim, na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional, para discutir o acordo mediado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pelo primeiro-ministro da Turquia, Tayyip Erdogan, com o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, sobre o programa nuclear iraniano.
Em busca de uma decisão, o presidente Lula pesa os prós e contras antes de anunciar se irá vetar ou sancionar o reajuste de 7,7% para as aposentadorias acima de um salário mínimo, como foi aprovado pelos deputados. Cresce entre os interlocutores do presidente o movimento pela sanção do índice, mesmo com as ponderações dos ministros da Fazenda, Guido Mantega, e do Planejamento, Paulo Bernardo, pela a manutenção do equilíbrio das contas públicas com a defesa do veto. Lula tem ainda mais de 15 dias para tomar uma posição.
Desconfiança
Foi o próprio ministro Celso Amorim quem propôs a conversa com os senadores na tentativa de acalmar os parlamentares, principalmente os da oposição que, a exemplo do presidente da comissão, senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG), classificam a aproximação do Brasil com o Irã como preocupante. Na avaliação de Azeredo, o presidente Mahmoud Ahmadinejad não é confiável.
Pelo acordo entre Brasil, Turquia e Irã, o urânio iraniano levemente enriquecido deverá ser enviado ao território turco e, em troca, o país receberá o material nuclear enriquecido a 20%. A negociação, no entanto, não foi aceita pelos Estados Unidos, e o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) continua discutindo possíveis sanções ao Irã.
Ahmadinejad argumenta que o País precisa de urânio como combustível para um reator de pesquisas médicas na capital Teerã. Parte da comunidade internacional, no entanto, teme que, ao investir em enriquecimento de urânio, o Irã possa estar acumulando conhecimento para a construção de uma arma nuclear.
A obstrução do governo
Preocupado em aprovar os projetos do pré-sal no Senado, o governo está impedindo a votação, na Câmara, de medidas provisórias. Oito, das 9 MPs na pauta, estão trancando os trabalhos do plenário da Câmara e, assim que forem votadas, seguem para o Senado com prioridade de votação sobre os projetos do pré-sal, atrasando o calendário estabelecido pelo governo. O acordo entre os senadores é começar a votar os projetos na próxima semana.
A obstrução da oposição
Na guerra de obstrução, os oposicionistas DEM, PSDB e PPS barram a votação de projetos de interesse do governo, como a proposta de internet banda larga nas escolas, para pressionar pela volta da discussão do projeto que regulamenta os recursos para a área de Saúde. Esse pretexto procura encobrir o interesse real da oposição de desgastar o governo e envolver junto a candidata Dilma Rousseff (PT) na discussão.
Bondades em votação
O pacote de bondades para os servidores é a única medida provisória (MP 479) na pauta do Senado. A intenção do líder do governo, senador Romero Jucá (PMDB-RR), é votar a MP amanhã e enviá-la no mesmo dia para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancioná-la. Em ano eleitoral e com o ânimo em alta dos parlamentares em aprovar pacotes de bondades para atrair votos, o governo não deve enfrentar problemas, uma vez que a oposição também tem interesse em conceder reajustes aos servidores.
Uma das alterações aprovadas na Câmara transforma técnicos do seguro social em analistas tributários da Receita Federal do Brasil. Só essa mudança significa R$ 1,8 bilhão de gastos públicos.
No entanto, a MP 476 e a MP 478 perderão a validade amanhã sem terem sido votadas sequer na Câmara. A primeira concede, até dezembro de 2014, crédito presumido de IPI para empresas industriais que comprarem resíduos sólidos diretamente de cooperativas de catadores de produtos recicláveis, como forma de estimular a formalização dessas cooperativas. E a outra extingue a apólice de seguro habitacional do Sistema Financeiro da Habitação. Os contratos de financiamento passarão a contar com cobertura direta pelo Fundo de Compensações de Variações Salariais.
Votos nas urnas ou ajuste fiscal
Interlocutores políticos do presidente Lula torcem pela sanção do reajuste de 7,7% para as aposentadorias de olho no efeito popular que esse pagamento, retroativo a 1º de janeiro, teria sobre os 8,3 milhões de aposentados. Contra essa hipótese, pesa a eventual crítica de que Lula estaria rompendo a linha da responsabilidade fiscal, o que poderia respingar na candidata Dilma. A medida provisória enviada por Lula ao Congresso fixou em 6,14% o índice de correção dessa faixa de benefício. A diferença entre os dois índices representa R$ 1,5 bilhão de gastos a mais por ano, argumento usado pela equipe econômica na defesa do veto ao índice maior.
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Por Rodrigo Alvares
Pré-candidato ao governo de São Paulo pelo PT, Aloizio Mercadante afirmou na tarde desta segunda-feira que, apesar de o senador Eduardo Suplicy ter declarado a retirada de seu nome para concorrer como vice na chapa da oposição, “não está nada fechado” em relação a quem será escolhido pela coligação.
“O nosso acordo é de que o vice seria do PDT, então qualquer decisão sobre isso passa por eles”, disse Mercadante. “Temos bons nomes para amadurecer e todo o mês de junho para decidir. Continuamos dialogando com o Dr. Hélio – prefeito de Campinas – e com o Paulinho da Força”.
Sobre o nome indicado pelo PDT para a vice, Mercadante falou: “O Major Olímpio traz uma pauta de segurança pública interessante”. Também presente ao evento, o deputado Antonio Palocci (PT) foi evasivo ao responder se concorreria à reeleição na Câmara ou a primeiro suplente de Marta Suplicy: “Ainda não tem nenhuma definição”.
Ontem, Suplicy declarou que não será candidato a vice-governador na chapa de Mercadante ao governo. Ele até aceitou o convite de Mercadante, mas, pressionado pelos caciques dos mais de dez partidos da coligação decidiu permanecer no Senado até 2015. Me coloquei à disposição para ser o candidato a vice, mas a coligação indicou outro nome”, afirmou Suplicy, em entrevista ao Estado. “Eu achei importante o gesto do Suplicy, de parceria”, finalizou Mercadante.
Tags: Major Olímpio, Mercadante, PDT, PT, SP, Suplicy
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Por Rodrigo Alvares
A pré-candidata à presidência da República Dilma Rousseff (PT) participou nesta segunda-feira do 2º Exame Fórum, em São Paulo. Na pauta do debate, “A construção da 5ª maior economia do mundo”. Em discurso de cerca de meia hora para empresários, a petista afirmou que “o pré-sal é o nosso passaporte para o futuro”. O presidenciável tucano José Serra deve falar a partir das 16h40.
12h35 - Dilma: “Nós provamos que é possível encarar o déficit habitacional”.
12h33 - “Temos um grande problema que é o crack”, declara Dilma, que fala sobre as ações do gov erno federal para a Segurança Pública.
12h31 - “O sucesso da política de crescimento do presidente Lula é inequívoco, trouxe a mobilidade social. As pessoas sabem que a vida pode mudar e que a mudança de vida pode elevar padrão de consumo”.
12h27 - “É sabido que a partir de 2003, quando começa a política industrial do governo Lula, implantou a volta da indústria naval. O governo Lula deixa várias vantagens que devem ser ampliadas”, diz a pré-candidata. Dilma afirma que é preciso manter s garantias democráticas do Brasil em relação a outros países emergentes e recebe aplausos da plateia.
12h25 - “Temos outras vantagens com outros países em relação ao diferencial em energias não renováveis, como o pré-sal. O pré-sal é o nosso passaporte para o futuro”.
12h22 - Dilma: “Se o Brasil não tiver escolas de ensino profissional de ensino médio e superior não daremos salto na questão das nossas capacitações do mercado e do ensino para a formação de tecnólogos”.
12h18 - “Outro elemento fundamental é a educação de qualidade. Sem sombra de dúvida, não podemos falar de educação de qualidade sem colocar no centro a questão do professor. Sabemos que muitos professores no Brasil não têm formação superior. Muito da qualidade da educãção vem disso”, afirma a petista.
12h16 - Dilma: “Outra questão que temos de aprofundar é o crescimento sustentado do País. A partir de 2014, temos como ter um crescimento de 5,5%”. “Um grande desafio que temos é a ampliação de investimentos públicos e privados como o PAC”.
12h12 - “Hoje 70% da população é de classe AB e C. O ponto de vista da qualidade do desenvolvimento para isso precisa mantes um patamar mínimo de classe média no Brasil. Aí, talvez seja preciso mais de uma década.
12h06 - A pré-candidata petista acaba de começar seu discurso. “Estamos diante de um momento excepcional no Brasil. Temos um horizonte de oportunidades”, disse. “O Brasil tirou da miséria 24 milhões de brasileiros, mas tem outros que precisamos tirar desta situação”.
11h58 - Dilma Rousseff acaba de entrar na sala onde ocorre o debate.
Por Felipe Werneck, Jaqueline Farid e Wilson Tosta
Em momento de descontração logo após a foto oficial de chefes de Estado no 3.º Fórum Mundial da Aliança de Civilizações, no saguão do Museu de Arte Moderna (MAM) do Rio, o presidente Lula saiu abraçado ao boliviano Evo Morales e fez piada com o pré-candidato do PSDB à Presidência, José Serra, que, na quarta-feira, afirmara que o governo da Bolívia “é cúmplice” do tráfico de cocaína para o Brasil. “Vamos posar aqui; vamos fazer inveja no Serra”, disse Lula ao colega, rindo bastante, em frente aos fotógrafos. De mãos dadas como presidente do Brasil, Evo também riu, mas não comentou a declaração.
Pouco depois, a entrevista coletiva de Morales, que estava agendada para as 16 horas, foi cancelada. A jornalistas, o boliviano se recusou a responder a perguntas e deu um palpite sobre a Copa do Mundo: “O Brasil será campeão.” Antes, em discurso na reunião plenária de cúpula, no início da tarde, Morales foi muito aplaudido: “Precisamos salvar a humanidade e a natureza do capitalismo”, defendeu. Para ele, criou-se uma “anticivilização” em que tudo vira mercadoria. “Essa anticivilização está levando à destruição do planeta”, discursou.
O presidente boliviano comparou a colonização da América a um “genocídio” e afirmou que a riqueza de civilizações europeias foi construída à custa de “sangue e ouro do nosso continente”. “Uma civilização não se faz com guerras, balas e bases militares. Não haverá paz enquanto não tiver justiça social.”
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Tags: Evo Morales, Lula, Serra
Por Rodrigo Alvares
Segunda-feira (24/05)

Eleitorado ‘fiel’ a Lula supera o que declara intenção de voto em Dilma
Por Daniel Bramatti
A última pesquisa Datafolha, que mostrou um empate entre José Serra (PSDB) e Dilma Rousseff (PT), indica que a pré-candidata petista ainda tem potencial para crescer no contingente de eleitores disposto a seguir a indicação de voto dada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Dilma tem 37% das intenções de voto, menos do que os 44% de eleitores que dizem que votarão no candidato de Lula “com certeza”.
Radar Político: Suplência de Marta emperra negociação para definir Suplicy como vice de Mercadante
Por Rodrigo Alvares e Fabio Leite
Nem PDT, nem aliados. O motivo que emperra a confirmação do senador Eduardo Suplicy como vice de Aloizio Mercadante na chapa do PT ao governo paulista chama-se Marta Suplicy. Segundo petistas da coordenação da campanha de Mercadante, a ex-prefeita e pré-candidata da sigla ao Senado está reticente em deixar a vaga de 1º suplente para o PDT, que pleiteia o posto em troca da indicação do vice na coligação.
Terça-feira (25/05)

Serra ataca Dilma e eleva o tom das críticas ao governo Lula; leia a íntegra
Por Carol Pires e Rodrigo Alvares, do Estadão.com.br
Tom do discurso do pré-candidato do PSDB subiu um tom em relação à petista Dilma Rousseff. No debate passado, na Marcha dos Prefeitos, Serra havia elogiado aspectos do governo Lula. Neste, criticou os discursos truncados da ex-ministra.
João Bosco Rabello: Dilma sem Lula faz Serra subir o tom
O que mais chamou a atenção na sabatina dos presidenciáveis promovida ontem pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) foi a performance de José Serra. No primeiro ambiente em que dividiu as atenções com Dilma Rousseff, sem Lula a fazer sombra à candidata, o ex-governador partiu para o ataque. Produziu uma avant-première da campanha após a Copa do Mundo, pródigo em críticas ao governo e à exposição de sua antecessora na tribuna.
Direto do Estadão: os candidatos na sabatina da CNI
João Caminoto, editor do portal Economia & Negócios, comenta a participação de Dilma Rousseff e José Serra na sabatina da CNI.
Quarta-feira (26/05)

João Bosco Rabello: Espera por Aécio gera desgaste para campanha de José Serra
O prolongamento excessivo da novela do vice de José Serra começa a fazer mal à sua campanha. Estratégia ou indecisão mineira, o suspense em torno de Aécio Neves já passou do limite razoável e faz do ex-governador personagem concorrente na cena política. Se for estratégia, é hora de concluí-la. Se for conflito – o mais provável - também já produz um desgaste político ao PSDB.
No RJ, Serra diz que governo da Bolívia é cumplice de traficantes
Por Alfredo Junqueira, do Rio
O pré-candidato do PSDB à Presidência da República, José Serra, afirmou que o governo boliviano é cúmplice das quadrilhas de traficantes locais, que enviam, segundo ele, 90% da cocaína produzida no país para ser consumida no Brasil. De acordo com Serra, é impossível que as autoridades bolivianas não saibam do envio desta quantidade da droga para o Brasil.
“A cocaína vem de 80% a 90% da Bolívia, que é um governo amigo, não é? Como se fala muito”
- José Serra (PSDB)
Quinta-feira (27/05)

Aécio Neves rejeita pressão e nega que será vice de José Serra
Por Eduardo Kattah, de Belo Horizonte
“A minha decisão não pode ser tomada a partir de opiniões pessoais, até de boas intenções de alguns companheiros. Elas são legítimas, mas a minha decisão tem de ser tomada através de uma análise muito profunda que eu faço do cenário político. E estou absolutamente convencido de que a melhor forma de ajudar a dar a vitória ao governador Anastasia (…) e ao companheiro e amigo José Serra é estando em Minas Gerais como candidato ao Senado.”
Aécio foi descartado como vice de Serra há 6 meses, diz Guerra
Por Carol Pires, do Estadão.com.br
“Há seis meses o governador Aécio Neves disse a mim e ao senador Tasso Jereissati que não seria vice, e não gostaria de ser pressionado a sê-lo, mas que iria ajudar na campanha de José Serra.”
- Sérgio Guerra, presidente nacional do PSDB
TV Estadão: A repórter Julia Duailibi comenta o programa do DEM exibido no dia 27 de maio de 2010
Michel Temer fala sobre propostas do PMDB para eventual governo Dilma; ouça
Por Malu Delgado
“É uma candidatura do presidente e do vice-presidente. Portanto, vamos integrar todos um núcleo só de campanha”
- Michel Temer (PMDB)
Sexta-feira (28/05)

Barbosa liga Rodrigo Maia a esquema de Arruda
Por Rodrigo Rangel e Leandro Colon, de Brasília
O delator do “mensalão do DEM” do Distrito Federal, Durval Barbosa, afirmou ao Estado que o presidente nacional do partido, deputado Rodrigo Maia (RJ), era um dos beneficiários do esquema montado pelo governador cassado José Roberto Arruda.
“O acerto do Rodrigo era direto com o Arruda”, disse Barbosa. Autor dos vídeos que levaram à queda de Arruda, de quem foi secretário de Relações Institucionais, Barbosa afirmou que a participação do presidente nacional do DEM é uma das vertentes da nova fase das investigações, com as quais colabora por meio de um acordo de delação premiada firmado com o Ministério Público Federal.
Bolívia afirma que declarações de Serra são ‘irresponsáveis’ e ‘político-eleitorais’
Por Ariel Palacios, de Buenos Aires
“Irresponsáveis” e “político-eleitorais” foram as expressões utilizadas nesta sexta-feira, 28, pelo Ministério da Relações Exteriores da Bolívia para definir as declarações realizadas pelo pré-candidato do PSDB à Presidência, José Serra, que especulou nesta semana que o governo boliviano poderia ser eventual cúmplice do tráfico de cocaína da Bolívia para o Brasil.
Segundo a chancelaria boliviana, as declarações de Serra foram “desaprensivas” (palavra usada para ‘irresponsáveis’, ‘imorais’ ou ‘inescrupulosas’), pois “fariam alusão a nosso país em relação ao tráfico ilegal de drogas”.
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Tags: Brasília, Eleições, semana política
João Naves de Oliveira, de Campo Grande
Quase meia tonelada de cocaína pura, dividida em 499 pacotes de um quilo, foi apreendida hoje (28) em Três Lagoas, Mato Grosso do Sul, a 360 quilômetros de Campo Grande, região leste do Estado. Embora o delegado da Polícia Federal naquela cidade, Júnior Taglialenha, não confirme a procedência da droga, fontes da própria PF em Campo Grande e da Polícia Rodoviária Federal (PRF) afirmam que pelo menos 90% da cocaína apreendida no MS são produzidos ou provenientes da Bolívia.
A carga de entorpecente estava camuflada no caminhão guincho, modelo Ford Cargo, de São Paulo (SP), para onde seguiria, conforme afirmou o motorista Altevir Trindade, 62 anos, que está preso na PF de Três Lagoas. Ele explicou ter sido contratado apenas para conduzir o veículo, encontrado com a chave no contato, em um posto de combustível de Sonora, na divisa com o Mato Grosso. A mesma desculpa foi utilizada, na BR-262 em Miranda, Pantanal do MS, pelo motorista Olávio Pereira da Silva, 32 anos, quando foi preso no dia 8 deste mês, transportando 725 quilos de cocaína, desta vez confirmada pelo próprio traficante como de procedência boliviana.
Segundo os informantes, dificilmente apreensões do gênero, principalmente em grandes quantidades, saem do Paraguai ou outro país vizinho e passam pelo MS.
Tags: José Serra; Bolívia
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2011
2010
2009