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O Estado de S. Paulo

A presidente da Petrobrás, Graça Foster, participou de audiência em sessão no Senado, nessa terça-feira, 15, para prestar esclarecimentos sobre denúncias contra a estatal e sobre a compra da refinaria de Pasadena, alvo de investigações de órgãos federais. Abaixo, os trechos mais relevantes do depoimento:

Preço
Graça Foster afirmou que a operação de compra da refinaria de Pasadena, no Texas (EUA), custou ao todo US$ 1,25 bilhão, depois da disputa judicial. Em outubro de 2008, destacou ela, a estatal assumiu a integralidade das operações e recorreu à Justiça contra a parceira belga Astra Oil. “Em 2012, fizemos uma negociação justa. Completa e definitiva para comprar a outra metade”, afirmou Graça. Segundo ela, a Astra Oil não comprou a refinaria por US$ 42,5 milhões, como a empresa belga anunciou, mas por pelo menos US$ 360 milhões.

Prejuízo
Graça afirmou que a compra da refinaria “não foi um bom negócio”. “De todas as leituras (do resumo executivo) e as vezes que vi o ex-presidente da Petrobrás (Sérgio Gabrielli), eu não o ouvi dizendo que foi um excelente negócio. O que ele disse é que na época foi considerado um bom negócio.” Segundo ela, hoje, se tivesse “todos esses dados sobre a mesa” (as cláusulas Put Option e Marlim), a atual diretoria não aprovaria a operação. Graça disse que a estatal reconheceu perdas com a refinaria da ordem de US$ 530 milhões.

Responsabilização
Graça disse que, em nenhum momento, foram citadas as cláusulas Put Option e Marlim no resumo executivo para justificar a operação de compra da refinaria. “Ele (o resumo) deve conter todas as informações necessárias e suficientes para a devida avaliação do que se deve fazer. E, além disso, é necessário apontar os pontos fortes e fracos da operação.” Numa referência indireta ao ex-diretor Nestor Cerveró, responsável pelo resumo, Graça afirmou que é obrigação de quem apresenta o projeto mostrar os pontos fracos e fortes do negócio.

Participação de Dilma
A presidente da Petrobrás eximiu de responsabilidade a presidente Dilma Rousseff pela aprovação da compra de metade da refinaria de Pasadena em 2006. Na época, Dilma era chefe da Casa Civil do governo Luiz Inácio Lula da Silva e comandava o Conselho de Administração da estatal e alegou recentemente que o resumo explicativo apresentado ao colegiado era “falho” e “incompleto”. “A aprovação da compra de Pasadena não foi mérito da presidente Dilma. Naquele momento, foi uma decisão acertada de todo o conselho”, disse Graça.

Comperj e Abreu e Lima
Graça admitiu que o projeto do Comperj tem “diversas deficiências”. Para ela, é “inevitável” haver sobrepreço em obras da estatal em função de erros em projetos elaborados pela companhia, referindo-se a pedido do TCU para que a Petrobrás retivesse R$ 76,5 milhões pagos por serviços de terraplanagem no Comperj. Sobre a refinaria de Abreu e Lima (PE), disse que não houve aporte de recursos da Venezuela no empreendimento. Segundo ela, tal refinaria não é mais uma empresa separada e foi incorporada ao sistema da Petrobrás.

Lava Jato e SBM
A presidente da Petrobrás admitiu que há um “grande constrangimento” da estatal por conta da prisão do ex-diretor Paulo Roberto Costa durante a operação Lava Jato, da Polícia Federal. Segundo ela, todos os contratos da diretoria internacional da Petrobrás sob a alçada de Costa estão sendo avaliados e monitorados. Graça também disse que a investigação interna sobre denúncias de suposto pagamento de propina da empresa holandesa SBM para funcionários da estatal não identificou nenhuma prática que causasse danos à companhia.

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Os nomes mais cotados para a vaga, reservada ao partido, são os do deputado José Guimarães (PT-CE) e o de Paulo Teixeira (PT-SP)

 

Erich Decat


Brasília – O líder do PT na Câmara, deputado Vicentinho (SP), afirmou na noite desta terça-feira, 15, que a bancada vai indicar até o próximo dia 29 de abril um nome para ocupar a vice-presidência da Casa, em substituição ao deputado André Vargas (PT-PR), que renunciou ao posto. “A nossa bancada já começou o diálogo a respeito de quem irá substituí-lo”, afirmou o líder, após reunião com a bancada petista da Câmara.

Segundo Vicentinho, no encontro não foi discutido um prazo para que Vargas renuncie ao mandato de parlamentar. “Não entramos na questão da renúncia porque é uma questão de foro íntimo. Ele recebeu vários conselhos sobre a importância de renunciar”, disse o líder. Entre os nomes mais cotados para a vice-presidência estão os do deputado José Guimarães (PT-CE) e o de Paulo Teixeira (PT-SP). A vaga é do PT.

Recuo. Na tarde desta terça, André Vargas adiou decisão sobre a renúncia ao mandato. Alegou que há um impasse sobre a interpretação jurídica a respeito dessa atitude. Vargas, entretanto, disse a pessoas próximas que deverá apresentar a carta de renúncia nesta quarta-feira, 16.

Segundo petistas ouvidos pelo Broadcast Político, deputados da bancada na Câmara e integrantes da cúpula do partido têm pressionado Vargas a deixar o cargo, após a revelação da proximidade dele com o doleiro Alberto Youssef, preso na operação Lava Jato da Polícia Federal.

Vargas recebeu o recado de que se permanecesse poderia ser condenado no Conselho de Ética do PT e até ser expulso do partido. Com a renúncia, ele espera que o processo interno seja extinto.

 

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A presidente Dilma Rousseff, pela primeira vez nessa segunda-feira, 14, manifestou-se sobre a compra da refinaria de Pasadena, nos EUA, pela Petrobrás. A petista defendeu a investigação, mas acusou a oposição de atuar contra os interesses nacionais. O senador Aécio Neves (PSDB-MG) e o ex-governador Eduardo Campos (PSB-PE), ambos pré-candidatos ao Planalto, rebateram as acusações:

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Daiene Cardoso e Erich Decat

 

Brasília – Durante evento de pré-lançamento da candidatura de Eduardo Campos à Presidência da República e de Marina Silva a vice, em Brasília, o presidente de honra do PSB, o escritor Ariano Suassuna, disse esperar que o Brasil dê a ele a alegria de tornar Campos presidente. “Sei que Marina vai ajudar muito”, comentou.

O escritor fez um apelo para que a militância ajude a mostrar “quem é Eduardo Campos”. “Ele sabe o que faz. Ele diz e ele cumpre. E é disso que a gente está precisando”, concluiu.

No evento, coube ao economista Eduardo Gianetti da Fonseca fazer duras críticas à polarização PT-PSDB no País. “O Brasil está cansado da polarização PT-PSDB. PT e PSDB já deram o que tinham de dar”, disse o economista, que formatou as propostas econômicas da campanha pelo PV de Marina em 2010.

“O governo Dilma frustrou as chances de avanços”, acusou o economista ao falar sobre os “paradoxos” do atual governo. Gianetti disse que o atual governo “arrebentou” as duas principais estatais do País (Petrobrás e Eletrobras) e que Dilma concluirá seu mandato com juros mais elevados do que quando recebeu o governo, em 2011. Gianetti comparou o atual crescimento econômico aos de Floriano Peixoto e Fernando Collor.

O ato “político-cultural” acontece neste momento com discursos de militantes do PSB e da Rede. A deputada Luiza Erundina (PSB-SP) disse que a sociedade manifesta sua insatisfação com a forma como os partidos vem procedendo na política. “Esperam de nós a construção de uma nova cultura política”, afirmou.

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Daiene Cardoso

Brasília – Começou nesta tarde o evento de lançamento da pré-candidatura à Presidência da República do ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos, e da ex-senadora Marina Silva. Lideranças do PSB e da Rede Sustentabilidade estão reunidos neste momento em um hotel de Brasília.

O pianista Arthur Moreira Lima faz uma apresentação para os militantes, que lotam um dos auditórios do Hotel Nacional à espera dos pré-candidatos. O evento deve durar três horas. Ao final, Campos e Marina participarão de um chat, onde responderão por uma hora e meia às perguntas do internautas.

Campos espera que a aliança lhe traga parte dos 19,6 milhões de votos que Marina teve na eleição de 2010, quando concorreu a presidente pelo PV. Até o momento, porém, não há sinal de transferência de votos – o candidato do PSB não subiu nas pesquisas desde que Marina lhe declarou apoio, em outubro de 2013, após fracassar na tentativa de criar um partido para voltar a concorrer à Presidência.

Segundo o Ibope, Eduardo Campos tinha 10% das intenções de votos em outubro e caiu para 7% em março deste ano. Ao avaliar as chances eleitorais da própria Marina, o instituto verificou um declínio ainda mais acentuado: 21% em outubro e 12% no mês passado.

Marina, porém, tem como trunfo o fato de se apresentar como proponente de uma “nova política”, alinhada às expectativas de renovação demonstradas pelas manifestações de rua do ano passado. Ela também é forte no eleitorado evangélico, parcela cada vez mais influente no panorama político.

Ao não conseguir as assinaturas necessárias para criar seu próprio partido, a Rede Sustentabilidade, Marina surpreendeu o mundo político ao se filiar ao PSB, em outubro do ano passado. Outros organizadores da Rede seguiram seus passos, mas nem por isso há alinhamento total entre o grupo e o PSB.

Apesar de não estar formalizada como partido, a Rede lançará candidatos abrigados em outras legendas e apoiará aliados em disputas estaduais. Levantamento feito pelo Estado mostra que, por enquanto, PSB e Rede só estão juntos em 13 unidades da Federação.

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(atualizado em 15.04)

Leonencio Nossa

IPOJUCA (PE) – A presidente Dilma Rousseff reeditou ontem a estratégia do PT nas eleições de 2006 e 2010 de atrelar o PSDB à intenção de privatizar e sucatear a Petrobrás. Em visita ao Porto de Suape, em Pernambuco, e vestindo o macacão laranja da estatal, ela defendeu o trabalho da Polícia Federal e da Controladoria-Geral da União de investigar suspeitas de corrupção e tráfico de influência na empresa, mas acusou a oposição de atuar contra os interesses nacionais.

Foi a primeira vez que Dilma se manifestou publicamente sobre a crise envolvendo a estatal após o Estado revelar, em 19 de março, que ela deu aval à compra de parte da polêmica refinaria de Pasadena, nos EUA, a partir de um resumo técnico, nas suas palavras, “falho” e “incompleto”. Desde então, a Polícia Federal levantou mais suspeitas sobre os negócios da Petrobrás ao expor as relações do ex-diretor da empresa Paulo Roberto Costa com o doleiro Alberto Youssef e partidos políticos.

Foto: Diego Nigro/JC Imagens

“Não deixarei de combater qualquer tipo de ação criminosa ou ilícita de qualquer espécie, seja ela feita por quem for, mas também não ouvirei calada a campanha dos que, por proveito político, ferem a imagem da empresa, que nosso povo construiu com tanto suor e lágrimas”, discursou ontem a pré-candidata à reeleição, ao lado da presidente da Petrobrás, Graça Foster.

À “galera”, como ela se referiu à plateia formada por militantes petistas e trabalhadores do estaleiro, Dilma disse que o governo Fernando Henrique Cardoso quis mudar o nome da Petrobrás para PetroBrax. “De forma sorrateira, começou todo um processo que fatalmente levaria (a Petrobrás) para as mãos privadas. De tão requintado esse processo, chegou-se até a propor a mudar o nome para PetroBrax, sonegando à Petrobrás a sigla que é a nossa identidade e a nossa nacionalidade, o ‘Bras’ de Brasil”, afirmou.

A ideia de transformar a Petrobrás em PetroBrax foi lançada no início da década de 2000, no governo FHC, sob justificativa de facilitar o processo de internacionalização da companhia.

Pontual. Em seu discurso, de 38 minutos, Dilma defendeu a versão de que a crise envolvendo a estatal é resultado de ações “individuais” e “pontuais”. A presidente se queixou de que a história da Petrobrás está cercada de “confusões” e “armadilhas”, citando desde as análises mais antigas, de que não havia petróleo no Brasil, até processo de tentativa de privatização da companhia.

Ela apresentou uma série de números para criticar o governo tucano. A presidente disse ainda que, atualmente, se esconde a informação de que em 2003, quando o governo do PT assumiu o Palácio do Planalto após a gestão FHC, a estatal valia menos no mercado do que vale hoje – os números usados pelos críticos do governo levam em conta a queda acentuada do valor de mercado da empresa, mas usando como referência o pico de valorização da Petrobrás de 2011.

“Manipulam dados, distorcem fatos e desconhecem deliberadamente a realidade do mercado mundial de petróleo para transformar eventuais problemas conjunturais em supostos fatos irreversíveis e definitivos”, disse a petista, numa referência à compra da refinaria de Pasadena e à conjuntura na qual foi fechado o negócio.

Dilma defendeu a presidente da Petrobrás e o presidente da subsidiária Transpetro, Sérgio Machado, que, conforme revelou ontem o Estado, foi citado quatro vezes na agenda do ex-diretor da Petrobrás Paulo Roberto Costa, preso na Operação Lava Jato da Polícia Federal.

“Como presidenta, mas sobretudo como brasileira, eu defenderei em qualquer circunstância e com todas as minhas forças a Petrobrás”, disse Dilma.
Oposição. Após o evento em Pernambuco, pré-candidatos da oposição ao Planalto voltaram a criticar a presidente e rebateram suas declarações.

O senador Aécio Neves, que disputará o Planalto pelo PSDB, disse em Salvador que é preciso tirar a estatal “das garras” do PT. “Diziam que a gente ia privatizar a Petrobrás, mas o que eu quero é reestatizar a Petrobrás. Quero tirá-la das garras de um partido que a ocupou para fazer negócios e entregá-la, novamente, aos interesses maiores da população brasileira”, disse, durante o lançamento da chapa de oposição ao governo petista de Jaques Wagner na Bahia.

Mais tarde, em evento no Rio, voltou ao assunto. “Está na hora de a presidente da República devolver limpo o macacão da Petrobrás”, afirmou Aécio.

Já o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos, pré-candidato do PSB ao Planalto, disse em Brasília, durante lançamento de sua chapa com Marina Silva, que não se pode permitir que ela vire um “caso de polícia”. Ele também atacou o valor de mercado da estatal: “Não vamos permitir que a Petrobrás se transforme em um caso de polícia, que a Eletrobrás seja desmontada enquanto sistema. Um País não pode ver a Petrobrás perder valor e achar que não houve nada de mais. Precisamos levar uma palavra de confiança na Petrobrás às universidades. Nós vamos fazer a diferença na Petrobrás”, disse Campos, referindo-se ao pico de valorização da estatal, em 2011, e ao valor aproximado atual da empresa. / COLABORARAM TIAGO DÉCIMO, JOÃO DOMINGOS, EDUARDO BRESCIANI E DÉBORA BERGAMASCO

 

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Mônica Ciarelli

Rio – A presidente da República, Dilma Rousseff, e a presidente da Petrobrás, Graça Foster, estão juntas em um evento público pela primeira vez desde o início da onda de denúncias envolvendo a estatal. As duas participam em Pernambuco da entrega do petroleiro Dragão do Mar, da Transpetro, subsidiária da Petrobras. Amanhã, Graça irá para Brasília depor na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado sobre os casos Pasadena e SBM.

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Mesmo com o feriado da Semana Santa, que começa na quinta-feira, 17,   a semana começa agitada para os pré-candidatos à Presidência. Nesta segunda-feira, Marina Silva lança sua candidatura à vice na chapa de Eduardo Campos às 14h no hotel nacional, em Brasília.

Foto: Dida Sampaio/Estadão

Mais tarde, os dois realizam um bate-papo virtual com os eleitores pelas redes sociais a partir das 17h30. Eles vão responder às perguntas encaminhadas via Twitter ou Facebook.

Foto: Roberto Stuckert Filho/Divulgação

Já a presidente Dilma Rousseff viaja por Pernambuco, onde participa da inauguração do navio petroleiro Dragão do Mar, às 10h30, em Ipojuca. Ela participa da viagem inaugural do navio, no complexo portuário de Suape, do estaleiro Atlantico Sul. Às 15h, em Serra Talhada, Dilma participa de inauguração da primeira etapa e ordem de serviço da segunda etapa da adutora Pajeú.

Foto: Marcio Fernandes/Estadão

O tucano Aécio Neves, por sua vez, ,vai à Bahia para anúncio da pré-candidatura de Paulo Souto (DEM), que faz oposição ao governo estadual de Jaques Wagner, do PT, às 10h. O PMDB, da base do governo Dilma Rousseff, contudo, apoiará Souto. À tarde, Aécio apresenta palestra prevista para às 17h na Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro, no Rio.

 

 

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Mariângela Gallucci

Brasília – A ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF), deverá decidir apenas depois da Páscoa os pedidos da oposição e da situação sobre a instalação da CPI da Petrobras. Em despachos assinados no final da tarde desta sexta-feira, 11, Rosa Weber deu um prazo de 48 horas para que, se quiser, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), preste as informações que considerar pertinentes.

Esse prazo deve começar a contar depois da intimação de Renan. Como não haverá expediente no STF a partir de quarta-feira, dificilmente Rosa Weber terá tempo para receber as informações do presidente do Senado e decidir os mandados de segurança da oposição e da situação antes da Páscoa. O tribunal voltará a funcionar normalmente na terça-feira, dia 22. Durante o feriado, os prazos processuais ficarão suspensos.

Na primeira ação, senadores de oposição, entre os quais o presidenciável Aécio Neves (PSDB-MG), pedem que seja concedida liminar para suspender a decisão de Renan a favor da criação de uma CPI ampla para investigar suspeitas de irregularidades na Petrobrás e também em outros contratos, como o do Metrô de São Paulo. Na outra ação, a senadora Ana Rita (PT-ES) pede que não seja instalada a CPI da Petrobrás.

 

 

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Tiago Décimo
Recebido como celebridade em Salvador (BA), onde participou da inauguração da 13ª Vara da Fazenda Pública, a primeira na Justiça comum da Bahia a funcionar com o Processo Judicial Eletrônico (PJE), o presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, disse que ainda é “cobrado pelas pessoas nas ruas” para ser candidato ainda este ano.

A cobrança descrita pelo ministro acontece mesmo estando Barbosa impossibilitado de concorrer a cargo eletivo este ano. O prazo final para magistrados se filiarem a partidos políticos encerrou no último dia 5, seis meses antes do dia das eleições.

“Não estava fascinado pela possibilidade de deixar o Supremo para ser candidato”, contou Barbosa. Apesar disso, ele não descartou a chance de uma futura candidatura.”Deus dirá”, disse.


Entre aplausos e pedidos de fotos, por parte dos servidores do Judiciário baiano, Barbosa mostrou, também, ter cansado de falar sobre o fim do julgamento do caso do mensalão – quando perguntado sobre o tema, limitou-se a pedir, ainda que educadamente, para “mudar a fita”.

Preferiu tecer elogios ao PJE – para ele, um instrumento para tirar a Justiça “da idade da pedra” – e a algumas iniciativas da nova administração do Tribunal de Justiça da Bahia, como a criação de uma Câmara Especial de Justiça no extremo oeste do Estado,sancionada na semana passada pelo governador Jaques Wagner (PT), que cria a segunda instância do Judiciário na região.

 

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