Prédio do Banco Real da Paulista é vendido
- 5 de fevereiro de 2010
- 18h10
- Por Redação
Por Eduardo Reina
O prédio localizado no número 1.374 da Avenida Paulista, que vinha sendo utilizado como sede do Banco Real, foi vendido há pouco pelo Grupo Santander à Brazilian Capital, companhia de gestão de investimentos imobiliários. O imóvel foi negociado por R$ 270 milhões. Grande parte dos funcionários que trabalhava no prédio já foi transferida para a unidade do Santander na Avenida Juscelino Kubitschek. Os demais seguirão o mesmo caminho durante esse primeiro semestre, quando o novo proprietário assume em definitivo o controle do imóvel. O Santander deverá manter sua agência no andar térreo do edifício.
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Você já pegou um táxi amigão?
- 5 de fevereiro de 2010
- 11h46
- Por Redação
Em novembro do ano passado, a Prefeitura de São Paulo lançou o “Táxi Amigão”, que dá desconto de 30% na bandeirada nas viagens das 20h às 6h das sextas-feiras, sábados e vésperas de feriados.
O blog quer saber se você já usou o serviço e o que achou. Deixe seu comentário abaixo.
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São Paulo tem recorde de alagamentos
- 7 de janeiro de 2010
- 20h00
- Por Redação
Por Daniel Jelin, do Estadao.com.br

Os alagamentos em São Paulo cresceram 62% em 2009 e já superam os números de 2004 e 2005, anos anteriores à inauguração das obras de aprofundamento e alargamento da calha do Rio Tietê, conforme os registros do Centro de Gerenciamento de Emergências.
Clique aqui e confira a evolução dos alagamentos no gráfico
Segundo levantamento do Estadao.com.br, as ocorrências de alagamento na cidade caíram de 1256 em 2005 para 970 em 2006 (queda de 23%). Voltaram a cair em 2007, mantiveram-se na centena dos 800 em 2008 e agora saltaram para 1422. É o maior número de ocorrências no banco de dados da CGE, que cobre os últimos 7 anos.
Também cresceu o número de dias em que houve algum alagamento em alguma parte da cidade. Foram 77 dias em 2008 (média de 1 ocorrência a cada 4,6 dias) para 111 em 2009 (média de 1 alagamento a cada 3,3 dias). O resultado representa um crescimento de 44% e é mais um recorde da série.
Clique aqui e acompanhe o crescimento das ocorrências, em dias por ano
O ano de 2009 também bateu recordes em número de alagamentos para um mesmo dia. De 2004 a 2008, só por duas vezes os alagamentos haviam atingido a marca de 100, em 4/12/2006 (exatos 100) e em 25/5/2005 (101). Este ano foram 110 ocorrências em 8/9 e 124 no temporal de 8/12, o maior de toda a série.
O salto no número de alagamentos cobre quase todas as regiões, incluindo as que concentraram as ocorrências. Na área da subprefeitura da Sé, o número pulou de 108 para 210 ocorrências (alta de 94%). Em Pinheiros, foi de 74 para 208 (alta 181%). Na Lapa, de 122 para 164 (34%). No Butantã, de 100 para 141 (alta de 41%). Na Mooca, de 47 para 115 (145%). Em apenas 3 regiões houve queda no número de ocorrências: Freguesia do Ó, Jaçanã/Tremembé e Perus.

Clique aqui para ver os pontos de alagamentos por bairros e por zonas e aqui para acompanhar a evolução em cada região
AS CHUVAS
Choveu mais em 2009, o que certamente contribui para o aumento do número de alagamentos. Em particular, choveu muito em meses tradicionalmente mais secos. Só em setembro de 2009, foram 192 mm de precipitação acumulada, contra 73,9 mm da média histórica. Mas na conta anual, os transtornos causados pela chuva aumentaram muito mais. Em comparação com 2008, o aumento dos alagamentos em 2009 foi de 62%, e em mm de chuva, de apenas 21%. Em comparação com 2006, ano da inauguração das obras do Rio Tietê, o aumento dos alagamentos foi de 47%, e em mm de chuva, menos de 0,1%.
Clique aqui e acompanhe as médias de chuva por mês, ou clique aqui e confira uma comparação com a ocorrência de pontos de alagamentos
O QUE SE FAZ COM OS DADOS
O engenheiro Hassan Barakat, 47 anos, do Centro de Gerenciamento de Emergências, explica que o monitoramento dos pontos de algamento produz informações que são passadas às subprefeituras da cidade. De posse das informações, a primeira ação de combate é a limpeza de bueiro. Caso não resolva, é questão de verificar uma eventual obstrução nos ramais de escoamento, por excesso de lixo ou assoreamento. E há os casos mais complexos, que exigem obras de maior parte.

O REGISTRO DOS DADOS E ALGUMAS RESSALVAS
Barakat está no CGE há dez anos, desde a implantação do órgão, na gestão de Celso Pitta. Ele explica algumas das possíveis distorções na leitura dos dados. Em primeiro lugar, o registro é feito pelo pessoal de campo da CET. Daí que pontos de alagamento no centro expandido ou em vias de grande fluxo são, como o trânsito, mais bem monitoradas que ocorrências em locais afastados. Em segundo lugar, o registro é diário e conta apenas as novas ocorrências. Um alagamento pode se estender por mais de um dia – como o que atualmente afeta a região do Jardim Pantanal – mas terá apenas um registo, ligado ao dia em que começou. Finalmente, no que concerne a comparação entre regiões da cidade, há um considerável volume de ocorrências na base de dados sem a devida identificação da subprefeitura, particularmente em 2004, primeiro ano da série histórica.
Chuvas – e por extensão alagamentos – são fenômenos bastante complexos. São extremamente suscetíveis a pequenas variações. Daí a famosa alegoria da teoria do caos: o efeito borboleta, segundo o qual um simples bater de asa de um inseto pode provocar um temporal do outro lado do mundo. Daí porque muitos estudos do clima tomam séries históricas bastante longas – de 30 anos – para produzir médias e comparações. Daí também a resistência de Barakat a comparações do tipo 2009 versus 2008. “Por exemplo, tivemos esse ano em setembro a maior chuva para este mês na história”, diz. “É complicado”.
É complicado. Por outro lado, a tarefa de abrandar os transtornos causados pela chuva são bem mais simples, bem mais previsíveis. E este súbito aumento das ocorrências de alagamento mostra que, em 2009, a cidade teve ainda menos sucesso que o habitual. Evidencia o que o paulistano sabe bem: São Paulo vive à mercê das águas.
Na visão de Hassan, o aumento da quantidade de marronzinhos nas ruas de São Paulo, que em 2009 passaram de 1.500 para 2 mil, pode ter influenciado no crescimento dos registros de ponto de alagamentos.
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O turbulento 2009 do médico David Uip
- 28 de dezembro de 2009
- 11h11
- Por Redação

Por Edison Veiga
Entre os meses de maio e setembro, o médico infectologista paulistano David Uip, 57 anos, dormiu apenas 3 horas por noite. Profissional respeitado – foi ele quem tratou, entre outros pacientes ilustres, do governador Mario Covas (1930-2001) – e diretor do Instituto de Infectologia Emílio Ribas desde fevereiro, ele foi o cabeça da operação montada no Brasil para combater o vírus da nova gripe – conhecida como gripe suína – que acabou vitimando mais de 1,6 mil brasileiros, de acordo com o Ministério da Saúde. “Era obrigado e me manter atualizado o tempo todo e estudar ainda mais do que já costumo fazer”, afirma. “Além de atender a toda a mídia, não só brasileira. Cheguei a dar entrevistas a emissoras do Japão, da Coréia do Sul, da Inglaterra…”. No total, foram 15 horas de entrevistas, se forem levados em conta apenas os canais de televisão.
Entre outras alterações de sua rotina, a epidemia de gripe impossibilitou que ele fosse para Angola, como faz anualmente porque participa de uma equipe de médicos empenhados no combate à Aids no país africano. E no meio de tanto corre-corre, a família não se sentiu em segundo plano? “Não”, garante Uip, casado e pai de três filhos. “Eles são treinados a não me ver muito.”
> Confira outras histórias na retrospectiva de 2009 publicada ontem pelo Estado.
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De acordo com Prefeitura, menino morto não tinha leptospirose
- 23 de dezembro de 2009
- 21h34
- Por Redação
O menino Isac de Souza Lima, de 6 anos, morto no domingo com suspeita de leptospirose, não tinha a doença – segundo a Secretaria Municipal de Saúde. A Prefeitura pagou exame bacteriológico num laboratório particular para saber se a morte foi provocada pela bactéria presente na urina de rato. Isac morava na Vila Itaim, região do Jardim Pantanal, na zona leste da capital, que permaneceu alagada por 14 dias. Com a negativa do exame particular, a causa do falecimento continua sem esclarecimento. O laudo do Serviço de Verificação de Óbito deve estar pronto num prazo de 20 dias. Ainda segundo a secretaria, há outros dez casos suspeitos de leptospirose em moradores da região alagada. Os exames de sorologia dessas pessoas estão na fase de análise.
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Mais de 20 milhões
- 23 de dezembro de 2009
- 17h05
- Por Redação
Por Eduardo Reina
A Região Metropolitana de São paulo acaba de ultrapassar a barreira dos 20 milhões de habitantes, segundo a Empresa Paulista de Planejamento Metropolitano (Emplasa), ligada ao governo do Estado. Já somos 20.000.201.
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Tragédias de verão
- 23 de dezembro de 2009
- 14h07
- Por Redação

Por Eduardo Reina
Com a chegada do verão, alguns desastres naturais afetam cada vez mais os brasileiros. Entre 2003 e 2008, o País registrou 8.903 decretos de situação de emergência ou de estado de calamidade pública pela ocorrência de deslizamentos de terra, inundações, ciclones, etc.
Um recorte de dados de 2003 a 2007 mostra que mais de 10 milhões de brasileiros foram afetados por fenômenos da natureza. A quantidade de desabrigados e desalojados no período foi de 824.117 pessoas, principalmente no Nordeste (315.863), Sudeste (299.509) e Sul (109.729).
Num período de cinco anos – 2003 e 2007 – foram 1.865 desastres avaliados. O período de maior frequência foi de dezembro a março. A maior incidência foi em 2004, com 546 desastres. Os mortos registrados somam 284. Os dados são do Ministério da Saúde (na foto, a enchente que atingiu municípios catarinenses no ano passado).
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Perigo à flor da pele
- 22 de dezembro de 2009
- 12h02
- Por Redação
Por Eduardo Reina
Trabalhadores que fazem o serviço de drenagem no Jardim Pantanal, na zona leste da capital, não estão utilizando equipamentos de proteção. Na região, um menino já morreu de leptospirose e há outros 10 casos sob análise. Essa doença, que pode ser mortal, é transmitida através do contato com a água infectada com urina de rato.
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Muita areia para o seu riozinho
- 22 de dezembro de 2009
- 8h46
- Por Redação
Por Eduardo Reina
O engenheiro Julio Cerqueira César Neto, ex-presidente do Comitê da Bacia do Alto Tietê alerta que na cidade de São Paulo, entre a barragem da Penha, que fica na zona leste, e o Complexo do Cebolão, na zona oeste, o rio Tietê recebe anualmente aproximadamente 1,2 milhão de metros cúbicos de terra e sujeira. Esse assoreamento diminui a capacidade de vazão do corpo d’água. Já o trabalho de retirada dessa sujeira, que ficou interrompido de 2006 até outubro de 2008, retira três vezes menos todo ano: apenas 400 mil metros cúbicos por ano.
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20 milhões
- 21 de dezembro de 2009
- 11h09
- Por Redação
Por Eduardo Reina
A Região Metropolitana de São Paulo vai entrar 2010 com 20 milhões de habitantes. Hoje, segundo a Emplasa, os 39 municípios da Grande São Paulo somam 19.998.831 pessoas.
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