12:18


15 de Abril de 2010

 

Patrocinado por




Abraço de urso

José Paulo Kupfer

Abraço de urso

Condenando o euro

Paul Krugman

Condenando o euro

Radar Imobiliário
Filtro
Tamanho de texto: A A A A

Radar Imobiliário

BUSCA NO BLOG >>

Férias é bom período para combater pragas no edifício

31 de janeiro de 2012 | 7h34

Claudio Marques

Seis meses depois da implantação de um condomínio no bairro da Consolação, o síndico do conjunto, Renato Tichauer, contratou uma empresa especializada no controle de pragas com a intenção de reduzir o número de ratos nas áreas comuns do residencial.  ”Havia uma infestação muito grande”, diz.  Ele atribui o problema à elevada quantidade de roedores nas galerias subterrâneas do centro de São Paulo.
Tichauer, que é vice-presidente da Associação dos Síndicos de Condomínios Comerciais e Residenciais do Estado de São Paulo (Assosíndicos), contratou os serviços por 12 meses a R$ 6 mil.  Iniciados em dezembro, os trabalhos incluem a colocação de iscas, além da monitoração das dependências de uma a duas vezes ao mês e da análise periódica da população de roedores.  ”O resultado tem sido muito bom.  Diminuiu muito o número de ratos. “
Mesmo em casos menos extremos do que esse, o cuidado com o controle de insetos e roedores não deve ser desprezado.  A desinsetização e a desratização em condomínios não são obrigatórias por lei municipal – diferentemente do que ocorre com outros serviços, como a limpeza de caixas d’água, por exemplo.
As administradoras, no entanto, recomendam a adoção das medidas ao menos duas vezes por ano – segundo empresas especializadas, seis meses é a validade da desinsetização.  Nesse sentido, o diretor de atendimento do grupo Itambé, Rene Vavassori, acredita que o início do ano seja um bom momento para a realização do serviço, porque os prédios estão mais vazios.  A Itambé recomenda também que o reforço do veneno seja feito no segundo semestre.
Antes da aplicação dos produtos, as empresas de controle de pragas realizam vistoria nos ambientes dos prédios para definir a estratégia de atuação.  ”A orientação dos clientes nessa visita é muito importante”, diz o gerente operacional da Júpiter Desentupidora, Anderson Gonsalves de Jesus.
A redução das pragas depende das condições dos arredores do condomínio.  ”Uma caixa de esgoto com furo e um terreno baldio são elementos facilitadores para roedores e baratas”, exemplifica.  O trabalho de contenção de animais indesejados deve vir associado, segundo ele, aos cuidados com as áreas vizinhas aos empreendimentos.
É também praxe, de acordo com a supervisora de suprimentos da administradora Hubert, Cristiane Bortotti, a colocação de informativos nos quadros de aviso dos condomínios com as datas de execução dos serviços e as restrições de circulação.
A maior parte dos produtos usados hoje é inodora e o impacto dos químicos é bastante limitado, segundo o gerente operacional da Júpiter: “Recomendamos que o morador fique fora do local de quatro a oito horas.  Mesmo um produto com cheiro forte não tem mais residual depois de oito horas”, diz.
A restrição à circulação de animais de estimação em áreas comuns também deve ser prolongada.  ”Pedimos que as pessoas não andem com os bichos por aproximadamente um dia.  E, se precisarem, que não circulem pelos cantos”, conta Jesus.
A higienização das áreas comuns dos conjuntos e o controle dos animais indesejados não necessitam de aprovação em assembleia condominial.  Eles fazem parte de procedimentos corriqueiros de manutenção, por isso ficam somente sob a responsabilidade dos síndicos.

Deixe um Comentário

O seu endereço de email não será publicado Campos obrigatórios são marcados *

*


Você pode usar estas tags e atributos de HTML: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>