Por Laís Cattassini
A Etiópia considera aprovar a pena de morte como punição para pessoas homossexuais. A homossexualidade é punida por lei em 76 países, sendo 38 deles no continente Africano. Assim como na Etiópia, Uganda também espera pela aprovação de uma lei estabelecendo a pena de morte para quem cometer “atos de sodomia”.
A ONU divulgou um vídeo chamando a atenção para a situação desses 76 países e lembrando que todos os países têm a obrigação de proteger indivíduos que se identificam como gays, lésbicas, bissexuais ou transexuais.
Assista:
TEL-AVIV – O primeiro-ministro israelense, Binyamin Netanyahu, publicou em sua página no Facebook um vídeo em que procura dar uma resposta à busca dos palestinos pelo reconhecimento na ONU, assunto que será votado nesta quinta-feira, 29, na Assembleia-Geral. Israel, bem como os Estados Unidos, se opõe ao pedido palestino.
“Israel está preparado para viver em paz com um Estado palestino, mas para a paz durar, a segurança de Israel deve ser assegurada”, afirma Netanyahu, no vídeo. Segundo o premiê, “os palestinos devem reconhecer o Estado judeu e devem estar preparados para acabar com o conflito com Israel de uma vez por todas”.
Ao se referir ao plano palestino, Netanyahu diz que “nenhum desses interesses vitais para a paz aparece na resolução que será apresentada diante da Assembleia-Geral hoje”. Em seguida, justifica: “É por isso que Israel não pode aceitar isso (o pedido)”. Israel tem defendido que a “única maneira de alcançar a paz é por meio de acordos que serão alcançados por meio de negociações, e não através de resoluções da ONU”, algo que o premiê também afirma no discurso.
Na opinião de Netanyahu, “esta resolução é tão unilateral, que em vez de avançar a paz, ela a empurra para trás”. Assista ao vídeo, em inglês (o texto continua logo abaixo):
No vídeo, gravado na manhã de hoje no Menachem Begin Heritage Center, em Jerusalém, Netanyahu aparece diante de fotos do então presidente egípcio Anwar Sadat, em 1979, que assinou com Menachem Begin, então premiê de Israel, o primeiro acordo de paz do Estado judaico com um país árabe, mediado pelos EUA de Jimmy Carter. Além do Egito, apenas a Jordânia tem acordo com Israel, firmado em 1994 entre o rei Hussein I e o premiê Yitzhak Rabin, com a mediação de Bill Clinton.
Durante o discurso do presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, na 67ª Assembleia-Geral da ONU, a sala não estava cheia. Mas isso não é exclusividade dessa edição do encontro. Em outras assembleias, foi possível ver pessoas se levantando e se retirando da sala enquanto Ahmadinejad discursava.
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NOVA YORK – Acompanhe pelo Radar Global, ao vivo, os destaques dos discursos dos líderes mundiais no terceiro dia da Assembleia-Geral das Nações Unidas (AGNU), em Nova York. Assista ao vídeo direto da ONU e leia abaixo os comentários da equipe do Estado.
De Nova York, o correspondente Gustavo Chacra envia informações. Se você acessou essa página diretamente pelo Radar Global, acompanhe os discursos com o vídeo fornecido pela ONU aqui.
18h04 – Continue acompanhando os discursos na 67ª Assembleia-Geral da ONU pelo vídeo. Amanhã voltaremos com os destaques.
18h01 – Presidente da Líbia encerra seu discurso
17h58 – “O sofrimento do povo sírio é inimaginável enquanto o regime derrama sangue para se legitimar. A Líbia pede que as Nações Unidas tomem uma atitude imediatamente para acabar com a violência”, diz Magariaf sobre o conflito na Síria
17h55 – Magariaf declara apioar as Nações Unidas em qualquer iniciativa contra a corrupção

17h48 – “Atualmente há liberdade de expressão, liberdade para a imprensa, liberdade para o povo, para o diálogo” na Líbia, diz Magariaf
17h45 – Magariaf critica o vídeo “Inocência dos Muçulmanos” e afirma ser favorável ao diálogo entre as diferentes religiões
17h42 – O presidente da Líbia afirma que seu governo vai procurar e levar os responsáveis pela morte de Stevens À justiça
17h41 – Magariaf cita o embaixador dos EUA para a Líbia Chris Stevens, morto após um ataque em Benghazi. “Esses terroristas não representam o Islã, não representam nosso país. Nosso futuro será construído por pessoas como Stevens e não como esses assassinos”, afirmou
17h39 – Para o atual presidente, por causa de regime de Kadafi, o preço da paz na Líbia dependeu do derramamento de sangue e de uma longa revolta. “Durante a nossa revolução por liberdade, a consciência do mundo estava com a gente”
17h37 – Magariaf chama o regime de Muamar Kadafi de “lunático”. “Ele matou milhares de pessoas, desrespeitou todos os direitos dos cidadãos”
17h36 – “Hoje estou aqui dizendo que meu país apoioa as Nações Unidas e suas decisões”, diz Magariaf lembrando que atualmente a Líbia tenta ser um país de paz e que respeita o direito das pessoas
17h33 – Mohamed Yousef El-Magariaf, presidente da Líbia, inicia seu discurso
17h11 – Nossa cobertura volta em instantes com o discurso do presidente da Líbia
17h07 – Federico Franco encerra seu discurso falando em guarani
17h03 – O crescimento das nações só será possível “priorizando as necessidades básicas de saúde, educação, reforma agrária e justiça social”, diz Franco
17h – O presidente do Paraguai lembrou que os Estados têm o dever de proteger as unidades diplomáticas ao redor do mundo

16h58 – “O Paraguai deseja aqui reforçar seu compromisso com a paz e a segurança”, diz Franco citando as missões no Haiti que tiveram aumento da participação do Paraguai
16h55 – Franco critica o direito de voto nas Nações Unidas
16h52 – “O Paraguai jamais aceitará intervenções de potências externas em seus assuntos internos”, afirmou Franco. “A paz se faz com o diálogo, ao qual estamos abertos”
16h50 – “O Paraguai se encontra em uma difícil situação internacional”, disse Franco se referindo ao Mercosul e a Unasul, que impuseram sanções ao seu país.
16h49 – Franco afirmou que, com o processo de impeachment de Lugo, “o Congresso do Paraguai buscava encerra uma crise política que se arrastava no país”
16h47 – “É inaceitável que tratados sejam quebrados com o nosso país por um processo baseado na nossa lei”, disse Franco se referindo ao impeachment de Fernando Lugo
16h44 – Mohamed Waheed encerra seu discurso. Quem fala agora é Federico Franco, presidente do Paraguai
16h32 – Waheed expressa solidariedade com o governo dos EUA e os familiares dos diplomatas mortos na Líbia
16h27 – Mohamed Waheed, presidente das Maldivias, inicia seu discurso
15h28 – Thabane afrma que as metas do milênio devem ser cumpridas pelas Nações Unidas
15h19 – Primeiro-ministro de Lesoto, Thomas Motsoahae Thabane, discursa e pede o fim do embargo a Cuba
15h13 – Antes de encerrar seu discurso, Netanyahu pede proteção para a humanidade e afirma: “vamos nos comprometer a defender esses preceitos, para defender nossa liberdade”
15h10 – Netanyahu estabelece (e desenha no diagrama, na linha do segundo estágio) a linha vermelha para lidar com o programa nuclear iraniano
15h09 – “Do segundo estágio, é uma questão de poucos meses, ou de algumas semanas, para que eles tenham a bomba”, diz Netanyahu. Segundo ele, as informações não são baseadas em inteligência, mas na AIEA.
15h08 – Netanyahu usa um diagrama para mostrar a ameaça de o Irã conseguir uma bomba nuclear:
15h05 – Netanyahu afirma que para se construir uma bomba atômica é preciso anos, mas que o Irã pode estar a meses de produzir um detonador da bomba. “Uma linha vermelha deve ser colocada em primeiro lugar sobre os esforços do Irã para enriquecer urânio”, diz Netanyahu, dizendo claramente que a diplomacia para interromper o programa nuclear falhou.
15h03 – Ao mencionar o ex-presidente americano Kennedy, Netanyahu diz que as “linhas vermelhas” impostas por ele na crise dos mísseis, há 50 anos, evitou uma guerra. Ele dá outros exemplos, de guerras evitadas ou não.
15h02 – “Linhas vermelhas evitam guerras, não levam a guerras”, afirma Netanyahu
15h – “Quando se trata da sobrevivência do meu país, não é só meu direito falar, mas meu dever”, diz Netanyahu sobre as posições com relação ao programa nuclear iraniano
14h58 – Chacra: Netanyahu acusa Irã de envolvimento na morte de milhares de sírios ao apoiar Assad. “Lembro que a oposição Síria também é anti-Israel”, escreve o jornalista
14h57 – “Imagine a agressão iraniana com armas nucleares”, diz o premiê de Israel. “Há alguns que acreditam que o Irã nuclear poderia ser parado como a ex-URSS, mas isso é arriscado”
14h56 – Ainda sobre o programa nuclear iraniano, Netanyahu afirma que ninguém mais se sentiria seguro no Oriente Médio caso o Irã possua armas nucleares
14h55 – Premiê menciona a crise na Síria e vincula os iranianos
14h54 – Netanyahu cita o problema para o mundo que será um Irã com armas nucleares. “Não podemos deixar isso acontecer”. “Olhem o que o regime iraniano já faz agora, sem armas nucleares”
14h53 – Várias cadeiras estão vazias durante o discurso de Netanyahu na Assembleia-Geral. Os palestinos acompanham com parte da delegação, contudo
14h52 – Premiê israelense fala em “forças medievais” de um islã radical e ressalta “tenho certeza de uma coisa: eles vão falhar. A luz vencerá as trevas”
14h50 – Netanyahu fala dos acordos de paz com o Egito e com a Jordânia, os únicos países árabes com os quais Israel tem acordos
Gustavo Chacra: Netanyahu celebra prêmios Nobel israelenses e a universidade Technion, o MIT de Israel. Brasil não tem Nobel
14h49 – “Temos que sentar juntos e chegar a uma conclusão juntos”, disse Netanyahu sobre a situação com a Palestina
14h48 – Como durante o discurso de Abbas, há pouco, os EUA também mantêm segundo escalão para acompanhar a fala Netanyahu na ONU. “Obama é impopular em Israel (e também entre os palestinos”, comenta, de Nova York, o correspondente do Estado em Nova York, Gustavo Chacra.
14h46 – Netanyahu cita que há uma grande guerra ocorrendo na região. “Em Israel, o passado e o futuro se encontram. Infelizmente, em alguns países, esse não é o caso”. É uma clara provocação ao Irã.
14h44 – Gustavo Chacra: Netanyahu afirma que Estado judeu (Israel) tem suas raízes em rei David, 3.000 anos atrás. “Nunca mais seremos tirados daqui”, diz Netanyahu
14h43 – Muito aplaudido, Netanyahu abre seu discurso em uma referência direta ao presidente iraniano, que disse, na segunda-feira, que os judeus não têm raízes no Oriente Médio. “O povo de Israel viveu na região por mais de 3 mil anos”, diz o premiê israelense
14h40 – Binyamin Netanyahu, primeiro-ministro de Israel, inicia seu discurso
14h31 - Janez Janša, primeiro-ministro da Eslovênia, inicia discurso.
14h28 - Mahmoud Abbas encerra discurso, com muitos aplausos.
14h27 - Abbas conclui seu discurso fazendo um apelo para que os países “evitem a ocorrência de uma nova ‘nakba’ (catástrofe) na Terra Santa e pedindo apoio para a criação de uma Palestina “livre e independente agora”.
14h25 - Abbas disse que pedirá reconhecimento da Palestina como Estado Não-Membro da ONU. Neste caso, não precisa de aprovação do Conselho de Segurança, apenas da Assembleia-Geral.
14h24 - “Nós não queremos deslegitimar nenhum Estado”, disse Abbas, referindo-se a Israel.
14h22 - Abbas diz que “intensas consultas com as várias organizações regionais e Estados” estão em andamento.
14h20 - Abbas (foto abaixo) menciona o pedido, apresentado no ano passado, de adesão da Palestina como integrante das Nações Unidas. Na ocasião, o pedido foi rejeitado.

14h18 - Chacra: Delegação americana no plenário que acompanha Abbas na ONU é de segundo escalação. Nem mesmo a embaixadora Susan Rice está presente.
14h15 - “A comunidade internacional, materializada nas Nações Unidas, é chamada agora, mais do que nunca, a cumprir suas responsabilidades”, declarou Abbas.
14h13 – Chacra: Abbas acusa Israel de ter um regime de apartheid contra os palestinos.
14h12 - Abbas frisa no fato de a Autoridade Palestina ser o único representante legítimo do povo palestino, repetindo três vezes a frase. É uma menção ao Hamas, que domina a Faixa de Gaza.
14h11 – “Nós não aceitaremos sermos divididos em dois povos”, disse Abbas.
14h09 - “O governo de Israel objetiva continuar a ocupação de Jerusalém Oriental, para anexar amplas áreas do resto do território palestino ocupado”.
14h08 – Chacra: O presidente palestino acusa na ONU o governo de Israel de rejeitar a solução de dois Estados.
14h07 - Segundo Abbas, houve nos últimos anos uma intensificação sistemática de medidas israelenses que descumpriram os acordos de Oslo.
14h06 - Chacra: Na avaliação de Abbas, o governo de Israel tem discurso extremista.
14h05 - Abbas acusa Israel de demolir casas de palestinos e de restringir o uso da água, menciona o correspondente do Estado em Nova York, Gustavo Chacra .
14h04 - Segundo Abbas, a política israelense com relação aos palestinos enfraquece a Autoridade Palestina.
14h03 - Abbas afirma na ONU que há 5 mil palestinos nas prisões israelenses.
14h02 - O presidente palestino menciona a Faixa de Gaza, dominada pelo grupo Hamas – opositor de Abbas. ”Nosso povo na Faixa de Gaza continua sofrendo os impactos da agressão cometida contra eles anos atrás”, em referência à guerra do final de 2008.
14h01 - Abbas concentra seu discurso na questão dos assentamentos judaicos em território palestino, um dos principais pontos no conflito.
14h00 - “Nós fazemos um apelo à comunidade internacional que obrigue o governo de Israel a respeitar as Convenções de Genebra, para acabar com o bloqueio a Gaza e investigar as condições de detenção dos prisioneiros palestinos”, disse Abbas.
13h59 - Abbas chama de “crimes de guerra” atitudes de soldados israelenses em assentamentos.
13h58 - Presidente da AP fala em “535 ataques” perpretados por colonos contra palestinos desde o começo do ano.
13h56 - Abbas chama política de colonização de Israel de “racista”.
13h55 - Presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, inicia discurso.
13h53 - José Carlos Almeida Fonseca encerra discurso.
13h52 – Presidente do Cabo Verde defende uma reforma no Conselho de Segurança na ONU, com um assento permanente para a África.
13h45 - O próximo líder a discursar será o presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas.
13h41 – Para José Carlos Almeida Fonseca, mesmo que estabilidade política e social seja um dos principais traços da sociedade, não é possível ignorar que o continente não tem cumprido essa característica.

13h32 - “A tolerância é possível e a permuta de valores é uma realidade, mesmo em situações adversas”, disse presidente de Cabo Verde.
13h27 - Houve uma pequena alteração na ordem dos chefes de Estado a se pronunciar na Assembleia-Geral da ONU. O presidente palestino, Mahmoud Abbas, que deveria falar agora, dá lugar ao presidente do Cabo Verde, José Carlos Almeida Fonseca.
13h24 - Primeira-ministra de Jamaica encerra discurso citando Bob Marley: “One love, one heart”.
13h20 – “Estamos muito preocupados com a violência na Síria”, disse primeira-ministra.
13h13 - Portia Simpson Miller fala sobre o Brasil, como exemplo de desenvolvimento.
13h09 - O próximo líder a discursar será o presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas.
13h07 - Portia Simpson Miller comenta a crise econômica global.
13h04 – Primeira-ministra da Jamaica, Portia Simpson Miller, inicia discurso.
13h03 - O príncipe de Brunei, Haji al-Muhtadee Billah, encerra discurso.
13h01 - “Esperamos que a estrutura das Nações Unidas possa ser gradualmente modificada”, disse o príncipe.
12h52 – O príncipe de Brunei, Haji al-Muhtadee Billah, inicia discurso.
12h49 - Ikililou Dhoinine encerra discurso.
12h41 – Para o presidente de Comores, a crise econômica mostra a necessidade de uma governança global responsável.
12h40 - O presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas e primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, falarão ainda hoje.
12h32 – Presidente de Comores, Ikililou Dhoinine, começa a falar.

12h25 – “A paz e a segurança internacionais dependem do respeito ao Direito Internacional”.
12h17 - Presidente de Guiné Equatorial fala de preocupações globais, como meio ambiente, terrorismo, fome e desigualdade social.
12h12 – Presidente Teodoro Obiang Nguema Mbasago, de Guiné Equatorial, começa a falar.
12h10 - Gjorge Ivanov encerra discurso.
12h04 - O presidente Teodoro Obiang Nguema Mbasago, de Guiné Equatorial, será o próximo a falar no terceiro dia da Assembleia-Geral.
12h02 - “O diálogo é insubstituível. Condenamos qualquer tipo de violência”, disse Gjorge Ivanov. “Violência não pode ser uma resposta à violência”.
11h56 - O presidente da Macedônia fala sobre a importância de diminuir a pobreza no mundo, para a construção da paz.

11h47 - Gjorge Ivanov, presidente da Macedônia, inicia discurso.
11h44 - Thein Sein encerra discurso.
11h42 – “Mianmar está entrando em uma nova era e irá participar mais ativamente dos debates das Nações Unidas”, declarou o presidente.
11h41 - Thein Sein diz que Mianmar procura tomar as decisões internas no país, respeitando as normas internacionais. “Mianmar deve ser visto de uma norma perspectiva”, disse.

11h40 - “O governo (de Mianmar) está fazendo reformas políticas, sociais e econômicas”, declarou o presidente.
11h38 - Oficiais norte-americanos estão tendo cuidado para garantir que a visita de Suu Kyi não ofusque a de Thein Sein, que tem crédito pelas mudanças recentes ocorridas no país.
11h37 - Thein Sein agradece à luta de Suu Kyi pela democracia.
11h36 - O ex-general, que na semana passada libertou dezenas de presos políticos, divide holofotes com a defensora dos direitos humanos Suu Kyi, que foi recebida com aplausos nos EUA na mesma semana da Assembleia-Geral e começou a lutar pela democracia no país há mais de duas décadas.
11h35 – “Mianmar está progredindo na democracia, mas essa não é uma tarefa fácil”, disse o presidente. “Eu me sinto orgulhoso de ser o presidente neste momento”.
11h34 - Presidente fala que Mianmar está sempre disposto a cooperar com a ONU.
11h33 - “É necessário que os membros das Nações Unidas transformem suas opiniões e votos em algo efetivo”, disse presidente de Mianmar.
11h32 - Thein Sein fala sobre a importância da manutenção da paz e segurança internacional.
11h30 - Thein Sein, presidente do Mianmar, inicia discurso.
11h29 - Rabindranauth Ramotar encerra discurso.
11h23 - O próximo discurso será do presidente de Mianmar, Thein Sein.
11h22 - “Direitos humanos são preservados mais facilmente em um ambiente de segurança internacional”, disse o presidente.
11h17 - Rabindranauth Ramotar (foto abaixo) fala sobre o compromisso firmado na Rio+20 para um desenvolvimento mundial mais sustentável.

11h12 - “Precisamos acreditar que os sistemas educacionais suportam o desenvolvimento dos países”, disse Rabindranauth Ramotar. Ele lembrou da importância da ONU de acompanhar a educação dos países.
11h10 - Presidente da Guiana comenta a crise econômica mundial.
11h07 – Rabindranauth Ramotar, presidente da Guiana, inicia discurso.
11h05 - Moncef Marzouki encerra discurso.
11h04 - Presidente da Tunísia fala sobre o respeito às diferenças religiosas e a diminuição da desigualdade social.
11h03 - Moncef Marzouki pediu uma “rápida intervenção internacional na Síria”, para salvar o povo da violência do regime.
11h02 - “Um tribunal constitucional internacional acabaria com regimes autoritários”, disse o presidente.
11h00 - Presidente sugere a criação de um tribunal constitucional internacional, semelhante ao TPI. Ele julgaria casos em que a constituição é utilizada para violar a democracia, assim como analisaria suspeitas de fraudes em eleições.
10h58 - Moncef Marzouki (foto abaixo) era dirigente do Congresso pela República (CPR, partido da esquerda nacionalista) e foi eleito com 153 votos a favor, 33 contra, 2 abstenções e 44 votos em branco por 202 dos 217 membros presentes da Assembleia, em dezembro do ano passado.

10h57 - ”A criação do Tribunal Penal Internacional (TPI) é o primeiro passo para a eliminação de ditadores no mundo”, disse Moncef Marzouki.
10h56 - A Tunísia se tornou o primeiro país árabe no qual os levantes populares forçaram a renúncia de um presidente e no qual foram realizadas com sucesso as primeiras eleições democráticas não-organizadas pelo Ministério do Interior.
10h55 - O presidente da Tunísia fala sobre a Síria, que também enfrenta dificuldades e para “alto preço” para conquistar a democracia.
10h54 - “Esse acesso à democracia veio com um preço muito alto”, disse o presidente da Tunísia, lembrando-se das pessoas que foram presas, torturadas e mortas na revolução.
10h53 - “Nós, na Tunísia, acreditamos que devemos trabalhar de acordo com as Nações Unidas”.
10h52 - Moncef Marzouki lembra da revolução que a Tunísia passou, lutando pela democracia.
10h51 - Moncef Marzouki, presidente da Tunísia, inicia discurso.
10h48 - O próximo discurso será de Moncef Marzouki, presidente da Tunísia. Ele se tornou no ano passado, eleito com o apoio de 153 parlamentares da Assembleia Nacional Constituinte, o primeiro líder do país após a queda de Zine el Abidine Ben Ali.
10h46 - Presidente da Mongólia fala sobre a importância da mulher na sociedade. Para ele, é preciso que haja mais mulheres na liderança no mundo. “Se tivermos mais mulheres no poder, acredito que teremos menos conflitos”.
10h42 - “A solução para o problema da ameaça nuclear é mais diplomacia, mais diálogo”, disse Tsakhia Eldegdorj.
10h40 - Tsakhia Eldegdorj comenta as prioridades internacionais da Mongólia e a preocupação com a preservação dos direitos humanos no país.
10h37 - Presidente da Mongólia, Tsakhia Eldegdorj, inicia discurso.
10h33 - Representante da Bósnia encerra discurso.
10h20 - Para Bakir Izetbegovic, a comunidade internacional tem de tomar alguma atitude em relação à Síria, para não se arrepender depois por não ter feito nada durante crise no país. “O Conselho de Segurança fracassou nisso”.
10h17 - Bakir Izetbegovic inicia discurso.
10h10 – Terceiro dia da Assembleia-Geral vai começar logo mais com discurso de Bakir Izetbegovic, representante da Bósnia.
Segundo dia:
* Leia aqui os destaques do 1º dia da AGNU, ontem
20h33 – retomamos a transmissão em alguns instantes
20h16 – Discursa agora o presidente de Latvia, Andris Berzins
20h14 – Martelly encerra seu discurso
20h08 - Para Martelly, a demoracia proporciona a igualdade o que pode ser uma forma de impedir conflitos internos, entre países e o terrorismo

20h02 – Michel Joseph Martelly, presidente do Haiti, inicia seu discurso
20h – Mugabe encerra seu discurso
19h58 – Mugabe afirma que a África precisa ser representada no Conselho de Segurança da ONU com pelo menos duas cadeiras

19h54 – Para Mugabe, é essencial que as Nações Unidas dividam as responsabilidades de proteger os direitos humanos
19h51 – Mugabe critica posições do Conselho de Segurança, ao não adotar conversas de paz mas posturas que aumentam a violência
19h35 – Robert Mugabe, presidente do Zimbabue, inicia seu discurso
19h33 – Tong encerra o discurso pedindo que as Nações Unidas pensem nas próximas gerações e tomem atitudes que resultem em Estados pacíficos
19h18 – Discursa agora o presidente do Kiribati, Anote Tong
19h14 – Banda encerra seu discurso
19h07 – Para Banda, o crescimento de um país implica em ter todas as crianças em escolas

18h59 – Joyce Hilda Mtila Banda, presidente do Malawi, inicia seu discurso
18h57 – Ilves encerra seu discurso
18h52 – Presidente do Iêmen pede mais apoio no combate à Al-Qaeda
18h43 – “Quando diplomatas são atacados, todos nos sentimos mais inseguros”, diz Ilves ao abrir seu discurso

18h41 – Toomas Hendrik Ilves, presidente da Estônia, inicia seu discurso
18h40 – Presidente de Moldova encerra seu discurso
18h33 – Timofti fala da importância do Conselho de Segurança da ONU
18h22 – Nicolae Timofti, presidente de Moldova, inicia seu discurso
18h10 – Andry Nirina Rajoelina, presidente de Madagascar, discursa:

17h50 – Otto Fernando Pérez Molina, presidente da Guatemala, inicia seu discurso
17h47 – Em um comunicado, o premiê israelense, Binyamin Netanyahu, se dirigindo ao público doméstico, disse que vai responder em seu discurso às ameaças feitas pelo presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad hoje. “Cidadãos de Israel, estou partindo hoje à noite para Nova York para representar (o país) nas Nações Unidas. No tema do Irã, estamos todos de acordo no objetivo de evitar que tenham armas nucleares. No dia em que rezamos para sermos inscritos no Livro da Vida, um palco foi dado a um regime ditatorial que se esforça, a cada nova oportunidade, para nos sentenciar à morte”, escreveu o premiê. Netanyahu fez referência ao Yom Kipur, celebrado pelos judeus ao redor do mundo nesta quarta-feira. Segundo ele, Ahmadinejad, que ele chamou de “tirano iraniano”, pregou o desaparecimento de Israel “diante de todo o mundo”. “Nos meus comentários na Assembleia-Geral eles (os países que decidiram ficar e ouvir Ahmadinejad) vão ouvir minha resposta”.
17h45 – Rei Mswati III encerra seu discurso
17h38 – “Desejamos que haja dois Estados, Palestina e Israel, convivendo em paz e harmonia”

17h37 – “A guerra na Síria já tirou a vida de muitos cidadãos e deve chegar a um fim. Defendemos o uso do diálogo e imploramos ao governo da Síria que sente e coverse para achar uma solução ao conflito” diz Mswaiti III
17h21 – Santos conclui seu discurso. O próximo a falar é o rei Mswati III, da Suazilândia.
17h20 – “Meu governo tomou a decisão de seguir, de forma prudente, séria, firme e sem repetir os erros do passado, com as conversações com a guerrilha, para conseguir um fim ao conflito armado”.
17h18 – Santos fala da iniciativa de negociações de paz com as Farc, ainda sem nomear a guerrilha.

17h17 - O presidente colombiano, sem fazer referência nominal às Farc, fala do conflito “de mais de meio século” pelo qual o país passa. “Hoje, a Colômbia sofre com o mais prolongado conflito armado na região”.
17h15- Santos faz menção ao “momento especial” pelo qual a Colômbia passa. “Em meio à turbulência internacional, conseguimos manter um crescimento saudável da economia, que criou mais de 2 milhões de empregos ao longo de dois anos e que mostra um importante progresso na redução da pobreza”.
17h11 – “Se há um país no nosso hemisfério que precisa de reconstrução e paz, de uma forma ampla, esse país é o Haiti”, diz o presidente colombiano. “Continuamos trabalhando pelo Haiti”.
17h08 – Santos pede apoio da comunidade internacional ao enviado da ONU à Síria, Lakhdar Brahimi. “Desejo a ele sucesso nessa difícil tarefa”, diz.
17h05 – O presidente colombiano menciona o conflito na Síria. ”Devo expressar a frustração com a inação da comunidade internacional para colocar um fim à tragédia que todos os dias tira a vida de mais e mais sírios”.
17h04 – Santos condena o ataque contra a sede da diplomacia americana em Benghazi, na Líbia.
17h01 – Santos, presidente da Colômbia, sobe à plenária e começa seu discurso.
16h58 – Gillard deixa a plenária. A sessão continuará com o discurso do presidente colombiano, Juan Manuel Santos.
16h56 – A líder australiana fala sobre a solução de dois Estados para israelenses e palestinos e elogia a atuação do presidente palestino, Mahmoud Abbas, e do premiê Salam Fayyad.

16h54 – A premiê australiana condena o programa nuclear iraniano. “Um Irã nuclear será uma ameaça regional e global”, diz.
16h52 – Gillard menciona o crescente número de refugiados no mundo. Ela diz que o mundo precisa fazer “tudo que puder” para reduzir o sofrimento do povo sírio. A premiê australiana também pede apoio para o enviado da ONU à Síria.
16h48 – A premiê australiana fala sobre Malária e prioridades como educação – e do envolvimento do país em questões relacionadas.
16h44 – A primeira-ministra da Austrália, Julia Gillard, faz sua fala diante da Assembleia-Geral da ONU.
16h41 – “Mais do que nunca o mundo precisa da força das Nações Undias”, diz Monti pouco antes de encerrar seu discurso.
16h30 – “O regime em Damasco continua cometendo violência indiscriminada contra a população”, diz Monti, afirmando que a Itália apoia novos representantes para o governo da Síria.

16h27 – “Extremismo e intolerância devem ser isolados a qualquer circunstância. Para nós promover e defender os direitos humanos é um pilar importante”, diz Monti sobre a divulgação do vídeo “Inocência dos Muçulmanos”.
16h22 – Mario Monti, primeiro-ministro da Itália, inicia seu discurso.
16h21 – Xeque Jaber al-Sabah encerra seu discurso.
16h07 – A constituição do Kuwait é um reflexo da evolução política do país, diz al-Sabah.

16h – Xeque Jaber al-Sabah, primeiro-ministro do Kuwait, inicia seu discurso.
15h58 – presidente do conselho europeu encerra seu discurso.
15h50 – “Mortes, como a de Chris Stevens, nunca podem ser justificadas” afirma Rompuy.

15h47 – Rompuy afirma que o processo de democratização que ocorreu em diversos países após a Primavera Árabe deve ser fortalecido a cada dia.
15h41 – Herman Van Rompuy, presidente do conselho europeu, inicia seu discurso.
15h40 – Yoshihiko Noda encerra seu discurso.
15h29 – Noda fala sobre a ameaça de programas nucleares. “Japão é o único país que viveu os horrores da bomba atômica”.

15h23 – “Os problemas que a próxima geração terá depende do que nossa geração fizer agora”, diz Noda.
15h16 – Yoshihiko Noda, primeiro-ministro do Japão, inicia seu discurso.
15h14 – David Cameron encerra seu discurso.
15h08 – Cameron fala do conflito sírio. Para ele, a transição política no país é a única forma de acabar com a violência. “Um futuro para a Síria é uma Síria sem Assad”.

15h03 – Cameron cita o assassinato do embaixador dos EUA na Líbia e afirma que seu trabalho deve ser continuado. “Vejam como a Líbia melhorou desde a queda de Kadafi. Eles tiveram uma eleição e formaram um Congresso. Precisamos continuar o trabalho de Chris Stevens”
14h58 – David Cameron, Primeiro-ministro da Grã-Bretanha, inicia seu discurso
14h57 – Calderón encerra seu discurso
14h18 - “México quer participar da revolução tecnológica”, disse presidente.

14h09 - O presidente do México fala sobre o combate à pobreza e geração de empregos.
14h08 - É o último ano que Felipe Calderón discursará na ONU.
14h06 - O presidente do México, Felipe Calderón, inicia discurso.
14h05 – O presidente do Egito encerra discurso.
14h00 - O presidente do Egito fala sobra a crise econômica no mundo.
13h57 - Chacra: Morsi ataca islamofóbicos e diz que não os tolerará.
13h56 - Morsi falou sobre a necessidade de respeito às diferentes religiões e culturas.
13h53 - Morsi pede uma real participação da África no cenário econômico internacional.
13h52 - Chacra: Morsi defende Oriente Médio sem armas de destruição de massa. Isso inclui arsenal atômico de Israel. Mas ele defende o uso de energia nuclear para fins pacíficos.
13h50 – Segundo Morsi, o Egito quer um Oriente Médio livre das ameaças de armas nucleares, mas disse que todo país tem o direito de usar os recursos nucleares para fins pacíficos.
13h48 - “Agora o povo conquistou a liberdade. Eles não vão desistir de seus direitos”, disse Morsi.
13h47 - Morsi disse que os Estados Unidos precisam mudar a abordagem deles no mundo árabe.
13h46 - “Nossos irmãos e irmãs no Sudão e Sudão do Sul precisam de apoio”, disse presidente do Egito.
13h45 - Chacra: Morsi diz claramente ser contra uma intervenção estrangeira na Síria. A posição é a mesma de Brasil e EUA, mas diferente de França e Catar.
13h44 - Morsi disse que o Egito irá trabalhar para que a nação árabe ocupe seu lugar certo no mundo.
13h43 - Sem mencionar nome do presidente sírio Bashar Assad, Morsi defendeu o “fim do regime que mata pessoas dia e noite”. Ele chamou a crise, em que mais de 25 mil pessoas morreram, segundo a ONU, de “a tragédia da nossa era”.
13h42 - Chacra: Morsi diz que apoiará a Palestina em todos os sentidos nas Nações Unidas. Ele ainda não falou a palavra Israel. O presidente egípcio pediu disse ser “uma vergonha” a comunidade internacional aceitar os assentamentos israelenses e a ocupação da Palestina. Ele pediu ações para acabar com a colonização e a “ocupação de Jerusalém”.
13h41 – “O regime sírio que mata o próprio povo deve chegar ao fim”, disse o presidente egípcio.
13h40 - Morsi fala sobre a chance que o povo sírio teve de escolher um regime que o representasse.
13h39 - ”O derramamento de sangue na amada Síria precisa ser interrompido”, afirma o presidente egípcio. ”Esta agora é a nossa prioridade”, afirma.
13h38 - Morsi faz um apelo para que os países apoiem a causa palestina “assim como apoiaram o despertar árabe”. O presidente egípcio foi eleito depois da renúncia de Hosni Mubarak, que governou o país durante 30 anos.
13h37 - Chacra: O presidente do Egito defende o estabelecimento de um Estado palestino com capital em Jerusalém, mas Israel considera a cidade indivisível. Morsi diz que as resoluções da ONU sobre a Palestina não são implementadas.
13h35 – Morsi disse que é vergonhoso que um mundo como o nosso aceite que parte da comunidade internacional não reconheça os direitos de um povo como o palestino.
13h34 – “O mundo deve reconhecer a causa palestina”, declarou Morsi.
13h33 - Chacra: Morsi frisa o fato de ser o primeiro líder democrático e civil da história recente do Egito.
13h32 – Morsi disse que a ONU deve mudar a sua abordagem com o mundo árabe.
13h31 - “A revolução egípcia é baseada na legitimidade que eu represento”, disse Morsi, falando em liberdade e direitos.
13h29 - Chacra: Morsi é o primeiro líder democraticamente eleito do maior país árabe do mundo, o Egito, a falar na ONU.
13h28 - O correspondente do Estado em Nova York, Gustavo Chacra, lembra que Morsi é o primeiro líder democraticamente eleito do maior país árabe do mundo, o Egito, a falar na ONU. ”Pode ser o mais importante discurso desta Assembleia-Geral”, comenta o jornalista.
13h26 - Ex-Membro da Irmandade Muçulmana, Morsi começa o seu discurso com tom religioso.
13h25 – O presidente do Egito, Mohamed Morsi, inicia discurso.
13h24 – Bronislaw Komorowski, presidente da Polônia, encerra discurso.
13h22 - Logo mais o presidente do Egito, Mohammed Morsi, falará à Assembleia-Geral da ONU. Será o primeiro discurso dele na AGNU. O antecessor, Hosni Mubarak, que renunciou após 30 anos no poder.
13h19 - Para Komorowski, a comunidade internacional tem responsabilidade de proteger população que tem seus direitos humanos violados, como na Síria.
13h15 - O próximo discurso será de Mohamed Morsi, presidente do Egito.
13h04 - Komorowski fala sobre o perigo da proliferação de armas nucleares com o programa nuclear iraniano.
13h03 - Bronislaw Komorowski, presidente da Polônia, inicia discurso.
13h00 - Mwai Kibaki, presidente do Quênia, encerra discurso.
12h54 - O próximo a falar será Bronislaw Komorowski, presidente da Polônia.
12h52 – Presidente do Quênia fala sobre a importância da União Africana.
12h46 - Mwai Kibaki disse que nova constituição do país, aprovada em 2010, é possibilidade de renovação.

12h43 - Logo mais, o presidente do Egito, Mohammed Morsi, falará à Assembleia-Geral da ONU. Será o primeiro discurso dele na AGNU. O antecessor, Hosni Mubarak, que renunciou após 30 anos no poder.
12h42 - Mwai Kibaki, presidente do Quênia, inicia discurso.
12h40 – Chacra: O decadente Ahmadinejad pendura as chuteiras na ONU.
12h38 - Ahmadinejad adota um discurso ultra marxista que lembra o chavismo. “Daria um líder de esquerda na América Latina nos anos 1970″, analisa o correspondente. Para ele, o discurso do presidente iraniano é “um discurso do regime, não dele mesmo, pelo visto”.
12h37 - Chacra: Ahmadinejad, assim como o Brasil, Alemanha, Japão e vários outros países, pede reforma da ONU.
12h35 – Presidente do Irã fala sobre a importância de atingir a paz mundial.
12h34 - Segundo Ahmadinejad, a ONU foi criada para defender os interesses globais, mas é manipulada por poucas nações.
12h33 – “As Nações Unidas pertencem a todos os países”, disse o presidente do Irã, pedindo reforma na ONU.
12h32 - A crise na Síria, que já matou mais de 25 mil pessoas segundo a ONU, ainda não foi mencionada por Ahmadinejad. O Irã é forte apoiador do regime de Bashar Assad. Hoje, um jornalista iraniano foi morto na Síria.
12h31 - “Eu não acredito que muçulmanos, cristão e judeus tenham problemas entre eles”.
12h30 - Por enquanto, Ahmadinejad não falou sobre o programa nuclear do país. Ao comentar a questão, Obama disse ontem, em discurso, que “os EUA pretendem resolver esse problema por meio da diplomacia”. “Acreditamos que ainda temos tempo e espaço para conseguir atingir esse objetivo. Mas nosso tempo não é ilimitado”, afirmou o presidente.
12h29 - Chacra: “Por enquanto, Ahmadinejad ficou no esperado e não deu nenhuma declaração bombástica. Discurso parece Occupy Wall Street”.
12h28 - O presidente do Irã ataca o sistema eleitoral americano, falando dos “milhões de dólares” gastos nas campanhas.
12h27 - “A atual ordem é discriminatória e baseada na injustiça”, disse presidente do Irã.
12h26 - Representantes esvaziam o plenário durante discurso de Ahmadinejad.

12h25 - Ahmadinejad chamou sionistas de não-civilizados, relata de Nova York o correspondente Gustavo Chacra.
12h24 - Chacra: Ahmadinejad demonstra preocupação com questões ambientais e culpa capitalistas por situação.
12h23 - Chacra: Ahmadinejad (foto abaixo) afirma que “sionistas querem atacar a grande nação do Irã”.
12h22 - A delegação dos EUA decidiu boicotar o discurso de Ahmadinejad. Em um comunicado, os americanos disseram que o presidente do Irã “aproveitou uma vez mais sua visita à ONU para proferir teorias paranoicas e insultos repugnantes contra Israel. É por isso que os Estados Unidos decidiram não assisitir” ao discurso.
12h21 – “Hoje todos estão descontentes com a atual ordem mundial”, disse o presidente.
12h20 - Ahmadinejad fala sobre questões ambientais.
12h19 - Chacra: Ahmadinejad afirma que “alguns poderosos” estão destruindo identidades culturais.
12h18 - “Pobreza está crescendo e a diferença entre ricos e pobres também”.
12h17 -Presidente do Irã critica o sistema econômico e diz que ele produz desigualdades sociais, que poderiam ser solucionadas com um sistema diferente. Fala sobre a situação econômica e a crise financeira mundial. Ele ataca o capitalismo.
12h16 - Ahmadinejad acusa a mídia de ser controlada por sionistas. “Começou a provocação”, comenta o correspondente do Estado em Nova York, Gustavo Chacra.
12h15 - Em seu discurso na Assembleia-Geral da ONU, em Nova York, o presidente dos EUA, Barack Obama, atacou duramente a intolerância e o extremismo, defendeu a Primavera Árabe e, mais uma vez, insistiu que não aceitará um Irã nuclear.
12h14 - Chacra: Ahmadinejad acusa potências ocidentais de terem apoiado Saddam Hussein na guerra do Iraque contra o Irã.
12h13 – Para Ahmadinejad, as forças militares não foram usadas para o propósito de cumprir agendas globais.
12h12 - O presidente iraniano chama o 11 de Setembro de “trágico incidente”.
12h10 - O presidente do Irã diz que quer construir uma sociedade com paz e igualdade, onde seja possível sonhar, sem que a dignidade das pessoas seja violada.
12h09 - “Hoje eu quero discutir algumas questões de diferentes perspectivas”.
12h08 - De Nova York, o correspondente Gustavo Chacra informa que representantes dos EUA e de outros países se retiraram antes mesmo do início do discurso de Ahmadinejad.
12h07 - Essa é a última vez que Ahmadinejad faz o discurso diante da Assembleia-Geral da ONU.
12h06 - Ahmadinejad agradece a oportunidade de estar na Assembleia-Geral e inicia discurso falando da possibilidade da comunidade internacional construir a paz.
12h05 - O presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, inicia o discurso mais esperado do dia.
12h04 - John Dramani Mahama encerra discurso.
12h03 – Segundo John Dramani Mahama, uma “nova África não vai mais tolerar preconceito e violência contra as mulheres”.
11h53 - O próximo a falar à Assembleia-Geral é o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad. O programa nuclear iraniano foi ameaçado ontem pelo presidente americano. O discurso de Ahmadinejad é o mais esperado do dia. Ele foi alertado pelo secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, contra a retórica inflamada que costuma levar a Nova York.
11h50 - John Dramani Mahama fala sobre casos de sucesso econômico e democrático em países da África.
11h46 - John Dramani Mahama, presidente de Gana, inicia sua fala.
11h44 - O presidente ucraniano diz que somente as Nações Unidas podem combater os problemas humanitários enfrentados pelo mundo atualmente e encerra o discurso.
11h38 - Viktor Yanukovych (foto) fala sobre segurança internacional e a importância de impedir a proliferação nuclear no mundo.

11h29 – O presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, falará logo mais. O Irã foi criticado ontem pelo presidente dos EUA, Barack Obama, em seu discurso. Assista na TV Estadão.
11h27 – O presidente ucraniano, Viktor Yanukovych, sobe à plenária e começa seu discurso.
11h22 – O monarca de Luxemburgo (na foto abaixo) encerra sua fala.

11h13 – O grão-duque Henri de Luxemburgo faz a sua fala, mencionando o conflito entre israelenses e palestinos.
11h04 – O presidente da Zâmbia encerra sua fala. Luxemburgo é o próximo país a ser representado na plenária da AGNU.
11h03 – De acordo com o correspondente do Estado em Nova York, Gustavo Chacra, o discurso da presidente Dilma Rousseff, na abertura da 67ª sessão da Assembleia-Geral da ONU, ontem, não foi citado na edição impressa de nenhum dos principais jornais americanos, como Wall Street Journal e New York Times. “Apenas o presidente francês recebeu menção, além de Obama”, escreveu no Twitter. Leia no blog do correspondente: Fora do Brasil, ninguém presta atenção no discurso de Dilma.
11h – O presidente da Zâmbia (na foto abaixo), como fizeram vários dos líderes que o antecederam, fala sobre a crise na Síria.

10h58 – Sata menciona o Brasil nos esforços para o desenvolvimento sustentável no mundo.
10h45 - Michael Chilufya Sata, presidente da Zâmbia, é o próximo a fazer o discurso na 67ª Assembleia-Geral da ONU.
10h44 - Ellen Johnson-Sirleaf (na foto abaixo) encerra sua fala.

10h37 – A presidente da Libéria condena a morte do embaixador americano na Líbia, no começo do mês.
10h25 – A próxima a falar é a presidente da Libéria, Ellen Johnson-Sirleaf, que está na plenária.
10h24 - O discurso do presidente iemenita (na foto abaixo) gira em torno da questão síria. Ele fez um apelo por apoio ao enviado da ONU e da Liga Árabe à Síria, Lakhdar Brahimi.

10h18 – Neste momento, o presidente do Iêmen, Abdrabuh Mansour Hadi Mansour, está na plenária, fazendo o primeiro discurso do dia. Ele fala sobre a crise na Síria.
http://webtv.un.org/live-now/watch/gener…
NOVA YORK – Acompanhe pelo Radar Global, ao vivo, os discursos dos líderes mundiais na Assembleia-Geral das Nações Unidas (AGNU), em Nova York. Assista ao vídeo direto da ONU e leia abaixo os comentários da equipe do Estado. De Nova York, o correspondente Gustavo Chacra e o enviado especial Leonêncio Nossa enviam informações. Se você acessou essa página diretamente pelo Radar Global, acompanhe os discursos com o vídeo fornecido pela ONU aqui.
19h01 – Zardaria comenta os protestos contra o filme “Inocência dos Muçulmanos”
18h53 – Asif Ali Zardari, presidente do Paquistão, inicia seu discurso
18h52 – Áder encerra seu discurso após enfatizar a importância de se preservar os meis naturais, que ainda são causas de doenças

18h42 – János Áder, presidente da Hungria, inicia seu discurso
18h41 – Líder do Catar defende intervenção árabe na Síria
18h40 – Rei Abdullah II encerra seu discurso com frase “devemos tomar as decisões necessárias”, sobre o conflito sírio
18h33 – “A violência precisa acabar e a transição presica acabar agora”, diz o rei da Jordânia sobre a situação na Síria

18h28 – Rei Abdullah II, rei da Jordânia, inicia seu discurso
18h26 – Ricardo Martinelli Berrocal encerra seu discurso
18h21 – Presidente do Panamá critica toda a forma de discriminação
18h05 – Berrocal afirma que a Palestina tem o direito de ser reconhecida como Estado

18h01 – Ricardo Martinelli Berrocal, presidente do Panamá, inicia seu discurso
18h – Jacob Zuma encerra seu discurso
17h52 – O presidente da África do Sul afirmou apoiar o fim do embargo a Cuba

17h46 – Zuma afirmou que a África precisa ser representada em pelo menos duas cadeiras dos membros permanentes do Conselho de Segurança e em cinco dos membros rotativos
17h42 – Sobre o Conselho de Segurança da ONU, Zuma fez uma crítica: desde que foi criado “não houve mudanças significativas”. Seungo o presidente da África do Sul, o conselho não toma decisões democráticas. “Queremos ver mais representantes da África no conselho”
17h40 – Zuma lembra dos princípios das Nações Unidas de fazer acordos para se chegar a paz
17h32 – Jacob Zuma, presidente da África do Sul, inicia seu discurso
17h31 – Presidente do Senegal encerra seu discurso
17h30 – Sall pede que as diferentes culturas e religiãos dialoguem, saibam “viver juntas”, sem recorrer à violência
17h21 – Sall afirmou que o Conselho de Segurança deve autorizar qualquer ação para combater os grupos terroristas que atuam na África

17h14 – Macky Sall, presidente do Senegal, inicia seu discurso
17h13 – Cristina Kirchner encerra seu discurso
17h12 – “Não é possível ter paz se todos os países não forem tratados igualmente” diz Cristina ao se referir a importância de Assembleia-Geral da ONU para que conflitos sejam encerrados
17h03 – Cristina pede a ajuda das Nações Unidas para que a Inglaterra “sente na mesa e negocie” com a Argentina a soberania das ilhas. “O problema não é mais bilateral entre a Inglaterra e nós, é um problema global, que envolve questões da colonização”
17h – A presidente da Argentina lembra que esteve perante a ONU há alguns meses apontando os argumentos de seu país sobre a soberania das ilhas Malvinas

16h53 – Cristina citou a crise econômica na Argentina em 2001 e afirma que, atualmente, os países em desenvolvimento é que estão ajudando a não piorar a crise econômica mundial
16h47 – A presidente da Argentina comparou a atual crise econômica com uma partida de futebol. “Isso não é um jogo de futebol, mas a mais séria crise econômica dos últimos anos e não seremos submetidos a qualquer tipo de pressão ou a receber um cartão vermelho”
16h40 – Kirchner lembrou os ataques à Embaixada dos EUA em Benghazi e afirmou ser preciso usar a política da diplomacia e não da violência para se resolver as diferenças. “Precisamos pensar em nossas políticas para o Oriente Médio”
16h35 – Cristina Kirchner, presidente da Argentina, inicia seu discurso
16h35 – Julian Assange falará à ONU sobre pedido de asilo
16h34 – Eveline encerra seu discurso
16h30 – Citando a situação na Síria, Eveline afirma que a situação humanitária é preocupante e que os direitos humanos não são respeitados. A presidente afirmou que seu país deseja que cortes internacionais julguem os responsáveis pela violência na Síria
16h24 – A presidente da Suíça diz que o país apoia uma reforma no Conselho de Segurança da ONU e condena os ataques a embaixadas e consulados dos EUA durante protestos contra um filme considerado ofensivo ao profeta Maomé

16h22 - Eveline afirma que a Suíça apoia as ações de pesquisa e desenvolvimento das Nações Unidas
16h17 – Eveline Widmer-Schlumpf, presidente da Suíça, inicia seu discurso
16h16 – Presidente de Ruanda encerra seu discurso
16h14 – Kagame diz que nos últimos anos seu país foi reconstruído com a ajuda de todos os cidadãos

16h07 – Paul Kagame, presidente de Ruanda, inicia seu discurso
16h03 – Pohamba encerra seu discurso
16h01 – O presidente da Namibia pediu o fim do embargo a Cuba
15h56 – Pohamba considerou a situação na Síria como uma “ameaça ao resto do mundo” e pede que as Nações Unidas tomem uma atitude para impedir a piora do conflito

15h51 – Hifikepunye Pohamba, presidenre da Namibia, inicia seu discurso
15h50 – Presidente de Honduras encerra seu discurso
15h43 – Sosa afirma que este ano houve uma redução de 8,5% na quantidade de homicídios no país
15h41 – Presidente de Honduras afirma que o país e a população “são vítimas do tráfico de drogas”
15h37 – Sosa cita os avanços de Honduras na garantia dos direitos indiviaduais

15h34 – Porfirio Lobo Sosa, presidente de Honduras, inicia seu disurso
15h33 – Obama propõe confrontar turbulência no Oriente Médio
15h32- “A segurança nuclear deve ser implementada para proteger as pessoas e outras nações” diz a presidente da Lituânia e, em seguida, encerra seu discurso
15h29 – Dalia afrima ser “inaceitável” o uso da energia com propósitos políticos

15h26 – Dalia Grybauskaitė, presidente da Lituânia, inicia seu discurso
15h25 – François Hollande encerra seu discurso
15h23 – Presidente francês cita a situação no Congo, onde pessoas sofrem com a violência, dizendo que é uma obrigação das Nações Unidas lidar com situações extremas de pobreza e violência
15h19 – Hollande afirma que as taxas arrecadas pelos Estados devem ser revertidas para resolver problemas de saúde e sociais

15h11 – Sobre o conflito sírio, que já dura 18 meses, Hollande lembrou o sofrimento da população. “Quantas outras mortes vamos esperar para agir?”. Segundo o presidente da França, Assad não tem futuro
15h08 – Hollande cita a questão da segurança internacinal em seu discurso. “O Conselho de Segurança deve refletir melhor a realidade do mundo atual”
15h04 – Presidente da França, François Hollande inicia seu discurso citando que todo cidadão tem direito a uma vida digna, sem violência
15h03 – Presidente Sánchez encerra seu discurso
14h53 – Sánchez ressalta a importância do investimento no desenvolvimento social dos países, para dar oportunidade aos jovens que hoje estão com menos de 25 anos e que representam 43% da população mundial

14h46 – O presidente da República Dominicana, Danilo Medina Sánchez, inicia seu discurso
14h21 – Ao começar seu discurso, Saakashvili menciona a Primavera Árabe e diz que 20 meses depois de um jovem se imolar na Tunísia, ainda há muita dúvida na região.
14h18 – O presidente da Indonésia encerra seu discurso. O próximo a falar é Mikheil Saakashvili, presidente da Geórgia. O discurso completo da presidente Dilma Rousseff está disponível no site da ONU.
14h13 – O presidente da Indonésia menciona o filme anti-Islã “A inocência dos muçulmanos”, que condena.
14h10 - Yudhoyono defende a reforma do Conselho de Segurança da ONU.
14h09 – O presidente da Indonésia fala de outros conflitos no mundo, como o israelo-palestino.
14h04 - Yudhoyono menciona a crise na Síria logo no início de seu discurso.
14h01 – Plevneliev encerra seu discurso representando a Bulgária e deixa a plenária da Assembleia-Geral da ONU. O próximo a falar é o presidente da Indonésia, Susilo Bambang Yudhoyono.
13h49 – “O regime em Damasco perdeu legitimidade”, afirma o presidente búlgaro.

13h48 - Plevneliev menciona o ataque terrorista contra israelenses em julho na Bulgária ao falar sobre terrorismo e condenar as violentas reações ao filme anti-Islã.
13h45 - Em discurso na ONU, mais cedo, Dilma Rousseff voltou a criticar as economias ricas por atacarem os problemas do crescimento apenas com políticas monetárias expansionistas, que afetam negativamente os emergentes. Assista na TV Estadão à análise econômica do colunista Jose Paulo Kupfer sobre o discurso.
13h42 – Representante do Catar encerra discurso. O próximo a falar é o presidente da Bulgária, Rosen Plevneliev.
13h41 – Hamad bin Khalifa Al-Thani falou da importância da próxima Conferência das Partes da ONU, que será realizada no Catar.

13h39 – “É preciso valorizar o diálogo”, disse o representante do Catar. “É necessário a aceitação do outro, respeitando suas opiniões e religião”.
13h38 – Hamad bin Khalifa Al-Thani disse que é a favor da liberdade de expressão, mas ao mesmo tempo acredita que a liberdade não pode ultrapassar limites para ferir as outras pessoas”.
13h36 – “A situação na Síria chegou a um limite inadmissível. Pessoas são mortas pelo governo, mas o Conselho de Segurança falhou. É preciso haver uma intervenção e fazer o que for necessário para acabar com a violência na Síria, garantindo uma transição segura de poder”, disse Hamad bin Khalifa Al-Thani.
13h32 - O representante do Catar lembrou dos conflitos que o Oriente Médio passa atualmente, com a Primavera Árabe.
13h29 – “Estamos passando por um período de dificuldades, mas também de esperança, quando a ordem mundial está mudando”, disse Hamad bin Khalifa Al-Thani.
13h27 – Hamad bin Khalifa Al-Thani inicia discurso em nome do Catar.
13h25 - Demetris Christofias finaliza discurso.
13h24 - “O prazo estabelecido para nosso desenvolvimento pela comunidade internacional, como fim da pobreza e fome, está chegando. Olhando para 2015, precisamos pensar em uma nova agenda, incluindo desenvolvimento social e econômico, sustentabilidade e paz para todos”.
13h18 - Demetris Christofias pede ajuda da comunidade internacional também para a solução de conflitos internos no Chipre.
13h13 – “A crise na síria continua e pode afetar a região, causando preocupações”, disse o presidente do Chipre (na foto abaixo).

13h11 – Presidente do Chipre, Demetris Christofias, inicia discurso.
13h08 - Sauli Niinisto encerra discurso, falando sobre a importância do Conselho de Segurança.

13h06 – Para Sauli Niinisto, o Conselho de Segurança não está sendo capaz de desempenhar o papel que deveria na crise síria.
13h03 - “Queremos introduzir uma resolução em proteção às missões diplomáticas”, disse Sauli Niinisto.
12h58 – “Queremos promover a paz mundial”, disse Sauli Niinisto. “Somos candidatos à vaga de membro não-permanente do Conselho de Segurança para 2013. Acreditamos que podemos contribuir com as Nações Unidas”.
12h56 – Sauli Niinisto fala sobre o desenvolvimento do mundo, como maior participação popular na política. “As Nações Unidas podem contribuir com isso, sendo um ator cada vez mais presente na comunidade internacional”.
12h55 – Sauli Niinisto, da Finlândia, inicia discurso.
12h53 – Boni Yayi encerrou o discurso agradecendo pela gentil atenção dos presentes, com uma mensagem otimista por um mundo melhor.
12h52 - “Acredito que um novo mundo seja possível, com governança global e reforma de sistemas econômicos”.
12h51 - Boni Yayi pede a solidariedade de países desenvolvidos para a solução dos problemas africanos.
12h49 – “Agora estamos batalhando pela paz”, declarou Boni Yayi.
12h47 – “Esperamos poder mobilizar mais mecanismos internacionais para promover o desenvolvimento de países africanos”, disse o presidente de Benim.
12h43 – O presidente Boni Yayi também pediu a reformulação do Conselho de Segurança da ONU, com um assento permanente para a África. “Essa seria uma oportunidade de estarmos mais envolvidos na vida das Nações Unidas”.
12h42 – “É hora de reformular o sistema econômico e democratizar as instituições internacionais econômicas”.
12h41 – “Peço ajuda da comunidade internacional na solução do conflito em Guiné-Bissau, antes que haja um desastre humanitário”, disse Boni Yayi.
12h40 – Em seu discurso, Boni Yayi enfatiza problemas da África, como a fome e violência, mas também fala da crise econômica que atinge o mundo.
12h35 - “Espero que este encontro ajude a África a encontrar soluções para seus conflitos”, diz o presidente de Benin, na foto abaixo.

12h34 – Para Boni Yayi, somente a governança global pode trazer sustentabilidade, desenvolvimento, segurança internacional e paz.
12h33 - Boni Yayi inicia discurso, agradecendo às Nações Unidas, em nome da África.
12h32 – O próximo a discursar será o presidente de Benim, Boni Yayi.
12h30 - Tomislav Nikolic agradece em nome do povo da Sérvia e encerra discurso.
12h27 – Para Tomislav Nikolic, apesar das tentativas de negociação, Sérvia não irá admitir a independência de Kosovo. “Isso não é negociável”.
12h25 - ”Sérvia está buscando soluções para seus próprios problemas, porque a Sérvia não pode seguir sem Kosovo e Kosovo não pode seguir sem a Sérvia”.
12h21 - “Agradeço o apoio dos países à integridade territorial da Sérvia”, disse Tomislav Nikolic, referindo-se à independência de Kosovo.
12h19 – Tomislav Nikolic lembra de Stevens, embaixador dos EUA na Líbia, morto nos protestos contra vídeo feito por norte-americano neste mês.
12h18 - “Ninguém pode sofrer violência por causa de sua religião”, disse Tomislav Nikolic.
12h17 - “Sérvia é um país de pessoas religiosas”, diz o presidente do país (na foto abaixo).

12h16 - Para Tomislav, todos os países do mundo se preocupam com atos de terrorismo que acontecem pelo mundo.
12h15 - “Investir em educação é a melhor forma de investir no futuro”, disse Tomislav Nikolic.
12h13 - “A ideia de um mundo melhor é a ideia do país que deixaremos para as próximas gerações”, disse sérvio sobre sustentabilidade e meio ambiente.
12h11 - Tomislav Nikolic disse que é preciso solidariedade com países em desenvolvimento, em assuntos como pobreza e fome.
12h05 – Sérvio Tomislav Nikolic inicia discurso
11h51 - Chacra: Obama encerra discurso mais uma vez falando de Stevens, embaixador dos EUA na Líbia morto nos protestos neste mês. Ele fala ainda dos líbios, “de quem Chris era amigo”, dizendo que eles mudaram as fotos no Facebook para a do diplomata, em sua homenagem.
11h50 – “Os EUA têm uma agenda para diminuir a dependência mundial em combustíveis”, diz o presidente Barack Obama.
11h48 – Obama continua em seu discurso. O próximo a falar é o sérvio Tomislav Nikolic. Acompanhe pelo Radar Global.
11h41 – “Queimar uma bandeira americana não educa uma criança”, diz o presidente Obama, sobre os protestos contra os EUA provocados por um filme anti-Islã.
11h38 – Chacra: Obama menciona o Brasil, a África do Sul, a Índia e a Coreia do Sul, dizendo que os países tiraram “milhões da miséria”.
11h37 – Chacra: ao falar de Israel e palestinos, Obama defende um “Estado judeu seguro e independente ao lado de um Estado palestino próspero”. A ONU disse nesta terça-feira que a ”porta para paz entre Israel e palestinos pode estar se fechando para sempre“.
11h36 - Chacra: Obama condena o vídeo anti-islã que serviu de estopim para protestos contra os EUA no mundo islâmico. Mas condena não apenas a islamofobia, mas também ataques a cristãos e anti-semitismo no mundo islâmico.
11h34 – “Entendemos que nem todos os países compreendem nosso conceito de liberdade de expressão”, diz Obama. Ele é novamente aplaudido. “Não há vídeo ou calúnia que justifiquem a morte de inocentes”, afirma.
11h33 – Obama condena o filme anti-Islã que provocou protestos no mundo muçulmano, mas afirma que os EUA não banem o vídeo por conta das leis do país, que permitem a liberdade de expressão. O presidente americano é aplaudido.
11h31 - Chacra: “Obama defende, mais uma vez, a queda do presidente sírio Bashar Assad. Mas ele não apoia a oposição, cada vez mais armada e radical”.
11h27 – “Os EUA querem resolver este problema por meio da diplomacia, e acreditamos que ainda há tempo. Mas esse tempo não é ilimitado”, diz Obama, segundo o correspondente Gustavo Chacra. Na foto abaixo, a primeira-dama Michelle Obama aplaude.
11h25 – Após falar longamente sobre o diplomata, Obama diz que os ataques não são apenas contra os EUA.
11h22 – O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, começa seu discurso. Ele menciona o embaixador americano na Líbia, Christopher Stevens, morto em Benghazi durante protesto no começo do mês.
11h21 – Obama é trazido pelo protocolo e anunciado pelo presidente da 67ª sessão da AGNU.
11h29 – Dilma encerra sua fala e é aplaudida. O próximo a falar é o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama.
11h17 – Chacra: Dilma elogia Cuba que “tem avançado na atualização de seu modelo econômico”.
11h16 – “Temos sido firmes, Mercosul e Unasul, para evitar retrocessos”, diz. Segundo ela, “integração e democracia” são “valores inseparáveis”.
11h15 – “Brasil continua empenhado em trabalhar com seus vizinhos por um ambiente de democracia, paz e justiça social”, diz a presidente.
11h13 – Dilma fala na Rio+20 e faz cobranças para que os países adotem compromissos acertados durante o evento.
11h12 – Leia no blog do correspondente Gustavo Chacra: “Fora do Brasil, ninguém presta atenção no discurso de Dilma”.
11h11 – “O Brasil sempre lutará para que prevaleçam as decisões demanadas da ONU”, diz Dilma. Ela condena intenções de intervenção externa na Síria.
11h08 – A presidente brasileira fala sobre o conflito entre israelenses e palestinos. O tema foi central na Assembleia-Geral do ano passado, na qual o presidente palestino tentou buscar apoio para adesão da Palestina à entidade.

11h06 – Dilma é aplaudida ao mencionar os “milhares de brasileiros de confissão islâmica” e ao condenar a islamofobia nas nações ocidentais.
11h05 – “O Brasil condena nos mais fortes termos a violência que continua a ceifar vidas nesse país”. diz a presidente Dilma. “Recai boa parte sobre o governo de Damasco a responsabilidade sobre a crise”.
11h04 – Gustavo Chacra: Dilma aborda Copa do Mundo e Olimpíada em seu discurso na ONU. A presidente mais uma vez defende a reforma do Conselho de Segurança da ONU.
11h03 – “Assim como em 2011, o Oriente Médio continua a ocupar um lugar central nas preocupações da comunidade internacional”, diz Dilma.
11h02 – “Aumentamos nossos investimentos em infraestrutura e educação”, diz Dilma, sobre o Brasil.
11h – Dilma faz um apelo para uma coordenação entre G20, FMI e Banco Mundial. “Meu país tem feito a sua parte”, diz a presidente brasileira. Na foto abaixo, Dilma após se reunir com o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon.

10h58 – “A política monetária não pode ser a única resposta para o crescente desemprego”. Dilma critica “políticas monetárias expansionistas”.
10h57 – “Constato a permanência de muitos dos problemas que nos afligiam já em setembro de 2011″, diz Dilma. Ela fala sobre a crise econômica mundial.
10h55 – A presidente Dilma Rousseff já está na plenária da Assembleia-Geral. “Mais uma vez, uma voz feminina inaugura o debate na Assembleia-Geral das Nações Unidas”.
10h51 – Em paralelo à Assembleia-Geral da ONU ocorrem reuniões sobre fome, desnutrição e insegurança no mundo.
10h44 – Jeremic faz um apelo para que as nações trabalhem unidas em direção a objetivos comuns, como uma paz duraroura. Há pouco, ele mencionou Oswaldo Aranha, chanceler brasileiro em 1947, quando a 1ª sessão da AGNU teve lugar.
10h34 – Ban encerra seu discurso e é aplaudido. Vuk Jeremic, presidente da 67ª sessão da Assembleia-Geral (AGNU), anuncia o início do Debate Geral da AGNU. A presidente Dilma Rousseff será a primeira a se pronunciar.
10h31 – Ban alterna sua fala entre o inglês e o francês.
10h26 – Ban Ki-moon menciona o conflito entre israelenses e palestinos. “A solução de dois Estados é a única viável”, afirma. “Ban afirma que os assentamentos israelenses no território palestino atrapalham a paz”, informa Chacra, de Nova York.

10h24 – “A situação na Sìria piora dia a dia”, diz Ban. “Essa é uma calamidade regional e uma ameaça séria e crescente à paz mundial”, afirma. “Precisamos parar com a violência”. O secretário-geral da ONU fez um apelo para que os países da região se envolvam na questão e ajudem o enviado à Síria, Lakhdar Brahimi.
10h20 – Ban fala sobre o Sudão e Sudão do Sul, cujos líderes se encontraram na segunda-feira na Etiópia para negociar a paz. O Sudão do Sul declarou independência no ano passado, tornando-se o mais novo integrante das Nações Unidas.
10h16 – Segundo o correspondente do Estado em Nova York, Gustavo Chacra, a presidente Dilma deve falar na mesma hora em que Romney discursará na Clinton Global Initiative. “Ninguém nos EUA deve prestar atenção na brasileira na ONU”, escreveu o jornalista. “Apenas os discursos de Obama, Mohammed Morsi (presidente do Egito), Mahmoud Ahmadinejad (do Irã) e Benjamin Netanyahu (premiê israelense) devem receber atenção global. Da Dilma, apenas no Brasil”. Acompanhe os comentários de Chacra pelo Twitter.

10h15 – “Precisamos mudar os rumos antes de descobrirmos que é tarde demais”, diz o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, sobre aquecimento global. Ele anuncia uma iniciativa que será lançada, sob o nome “Educação Primeiro”.
10h13 – Ban: “As pessoas querem progresso e soluções. Nossa obrigação é responder a essas demandas”. O secretário-geral da ONU menciona o mundo árabe e Mianmar em seu discurso.
10h11 – “Vejo governos desperdiçando investimentos em pessoas”, diz o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon. “É um tempo de transformações”, diz.
10h10 – Ban Ki-moon começa a falar. Ele aborda a questão do aquecimento global. O secretário-geral da ONU deverá passar a palavra em breve à presidente Dilma Rousseff, que representa o Brasil, tradicionalmente o primeiro país a falar.
10h08 – O presidente da 67ª sessão da Assembleia-Geral, Vuk Jeremic, pede silêncio no momento para o início dos trabalhos. Jeremic faz uma fala curta e apresenta o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon. Na foto abaixo, Jeremic e Ban.

10h06 – Há um pequeno atraso no início da sessão da Assembleia-Geral, que estava previsto para 10h (horário de Brasília).
9h59 – O tema da 67ª sessão da Assembleia-Geral da ONU, que começa hoje, é “Ajuste ou solução de controvérsias ou situações internacionais por meios pacíficos”. Depois da presidente Dilma, o democrata norte-americano Barack Obama deverá falar. Segundo o correspondente do Estado em Nova York, Gustavo Chacra, Obama deve usar a tribuna para obter ganho eleitoral – as eleições ocorrem no começo de novembro nos EUA.
9h56 – Dilma deve ainda fazer críticas econômicas e políticas aos países ricos em seu discurso na ONU, na segunda vez na história da entidade em que uma mulher abre a Assembleia-Geral (ela mesma abriu, no ano passado).
9h52 – O discurso de Dilma, que deve durar cerca de meia hora, segundo o enviado especial do Estado a Nova York, Leonêncio Nossa, começa dentro de poucos minutos. Segundo o porta-voz do Itamaraty, Tovar Nunes, os interlocutores do Brasil, em encontros às margens da Assembleia da ONU, têm revelado um “desejo” pela “voz de diálogo” que o Brasil pode trazer. A presidente deve fazer um “apelo à moderação” em sua fala.
9h49 – O correspondente do Estado em Nova York, Gustavo Chacra, publicou uma foto da sala de imprensa da ONU, momentos antes do início da fala da presidente Dilma Rousseff.
9h23 – Imagens da ONU mostram a chegada de chefes de Estado à plenária da Assembleia-Geral. A presidente Dilma Roussef vai abrir os trabalhos desta terça-feira, como é feito tradicionalmente desde 1947, quando o então chanceler Oswaldo Aranha inaugurou a sessão. Dilma, que no ano passado foi a primeira mulher a abrir a Assembleia-Geral, deve procurar fazer um apelo à “moderação” em seu discurso.
Texto atualizado às 9h26
NOVA YORK – Começa nesta terça-feira, 25, a 67ª edição da Assembleia-Geral da ONU, com discursos dos chefes de Estado dos 193 países integrantes das Nações Unidas. Tradicionalmente, o Brasil abre os trabalhos, como é feito desde 1947, quando o chanceler Oswaldo Aranha inaugurou a sessão. A presidente Dilma Rousseff, que no ano passado foi a primeira mulher a abrir a Assembleia-Geral, deve procurar fazer um apelo à “moderação” em seu discurso, agendado para 9h (no horário local, 10h em Brasília).
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Antes de Dilma, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, e o presidente da 67ª sessão da AGNU, Vuk Jeremic, falarão. Na sequência, o presidente dos EUA, país que sedia os debates, Barack Obama, fará seu discurso. O secretário de imprensa da Casa Branca, Jay Carney, disse na segunda-feira que Obama deverá abordar em sua fala a agitação ligada a um vídeo anti-islâmico que provocou uma onda de protestos no mundo muçulmano, e irá destacar seu comprometimento em impedir que o Irã adquira armas nucleares.
O presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, aliás, foi alertado pelo secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, contra a retórica inflamada que costuma levar a Nova York. “O secretário-geral chamou a atenção para as consequências potencialmente nocivas da retórica, da contrarretórica e das ameaças inflamatórias por parte de vários países no Oriente Médio”, disse a assessoria de Ban em nota após um encontro dele com o presidente do Irã, no domingo. Em edições anteriores, Ahmadinejad fez discursos polêmicos e agressivos na ONU, levando vários diplomatas ocidentais a deixarem o plenário em protesto.
Na sequência do presidente Obama, falarão líderes de outros países. O primeiro a falar será o sérvio Tomislav Nikolić, seguido por Boni Yayi (Benin), Sauli Niinisto (Finlândia), Demetris Christofias (Chipre), Hamad bin Khalifa Al-Thani (Catar), Rosen Plevneliev (Bulgária), Susilo Bambang Yudhoyono (Indonésia), Mikheil Saakashvili (Geórgia), Danilo Medina Sánchez (República Dominicana), François Hollande (França), Dalia Grybauskaitė (Lituânia), Porfirio Lobo Sosa (Honduras) e Hifikepunye Pohamba (Namíbia). Haverá um intervalo. O encontro continua ao longo da semana. Ao todo, mais de 120 presidentes, primeiros-ministros e monarcas reúnem-se durante a semana sob forte segurança na sede da ONU. O blog Radar Global faz cobertura ao vivo do evento, com comentários sobre os discursos e informações enviadas pelos jornalistas Gustavo Chacra, correspondente em Nova York, e Leonêncio Nossa, enviado especial à cidade.
Ban, no site da entidade, disse prever que a sessão ministerial será uma das mais movimentadas de todos os tempos. Entretanto, o ambiente do encontro deverá ser de frustração, causado por eventos como a guerra civil na Síria, o insucesso da proposta palestina e os protestos por conta do filme anti-Islã. No ano passado, a Primavera Árabe e a tentativa dos palestinos de conseguir adesão na ONU levaram esperança à Assembleia-Geral.
Com AP
Por Ana Carolina Marques, especial para o estadão.com.br
Os principais órgãos da ONU são a Assembleia Geral, reunião deliberativa da qual todos os membros participam; o Conselho de Segurança, restrito aos 5 países permanentes (EUA, Rússia, China, França e Reino Unido) e aos 10 rotativos, que forma resoluções de paz e segurança; o Secretariado, que fornece estudos necessários para a instituição e é atualmente liderado por Ban Ki-moon; o Conselho Econômico Social, que auxilia na cooperação econômica e social internacional; e o Tribunal ou Corte Internacional de Justiça, principal órgão judicial.
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Também existem os órgãos complementares, como a Organização Mundial de Saúde (WHO), a Agência Internacional de Energia Atômica (IAEA), a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e o Banco Mundial.
Outro órgão é o Conselho de Direitos Humanos (CHD), baseado em Genebra e cuja primeira reunião foi em 2006. Estabelecido pela Assembleia Geral, sua função é chamar a atenção e aconselhar sobre situações em que os direitos humanos são violados. O grupo de países que ocupa as 47 cadeiras do Conselho se renova a cada três anos, seguindo a proporção de 13 vagas para a Ásia, 13 para a África, 6 para a Europa Oriental, 8 para a América Latina e Caribe, e 7 para “Europa Ocidental e Outros”, que inclui a América do Norte, a Oceania e a Turquia. Atualmente, a alta-comissária para Direitos Humanos é a sul-africana Navi Pillay.
Enquanto outros órgãos das Nações Unidas, como o CDH, só podem fazer “recomendações” para os governos membros, o Conselho de Segurança tem o poder de investigar qualquer disputa que possa corromper a paz e segurança mundiais e tomar e decidir sobre decisões vinculativas que os governos-membros acordaram em realizar.
CIJ vs. TPI
Uma confusão que existe é entre a Corte ou Tribunal Internacional de Justiça (CIJ) e o Tribunal Penal Internacional (TPI), ambos situados em Haia, nos Países Baixos. O primeiro faz parte do sistema ONU e julga disputas entre Estados e interpretação de tratados de governos que reconhecem sua jurisdição. Já quem trata indivíduos é o TPI, corte permanente que julga pessoas acusadas de crimes do direito internacional, como os de guerra e de genocídio.
Criado em 2002, é baseado no Estatuto de Roma e possui 116 países signatários. É independente da ONU nas questões de pessoal e financiamento, mas algumas de suas reuniões, como a Assembleia dos Estados Partes do Estatuto de Roma, são realizadas na ONU. Existe um “acordo de relacionamento” entre as instituições, que explica, por exemplo, que o Estatuto de Roma reafirma os princípios da Carta das Nações Unidas e que eles devem cooperar de modo a facilitar suas responsabilidades, em consultas de interesses mútuos ou trocas de informações.
“No seio da ONU, não há cominação de sanção alguma para os países que descumprem decisões dos seus órgãos. Da mesma forma, a Corte Internacional de Justiça funciona segundo a fórmula de ‘jurisdição obrigatória de aceitação facultativa’”, afirma Fábio Comparato, professor emérito da Faculdade de Direito da USP. Ou seja, apenas os países que aceitam serem julgados pela Corte são submetidos a processo perante ela.
Comparato propõe que em todas as organizações internacionais, os países-membros que não cumprem decisões de seus órgãos deveriam ter suspenso seu direito de voto, até o regular cumprimento da decisão. Até o presente, o único tribunal internacional de direitos humanos cuja jurisdição é obrigatória para todos os Estados-membros é o Tribunal Europeu de Direitos Humanos, com sede em Estrasburgo.
Colaboraram Carolina Linhares, Mariana Payno Gomes e Gustavo Pessutti, especial para o estadão.com.br

A queda no valor do dólar, a desintegração dos sonhos europeus, a corrida armamentista na Ásia e a paralisia da ONU são indicadores de mudanças
Por Paul Kennedy*, do New York Times
Pela definição do dicionário, divisor de águas é uma linha imaginária que separa rios diferentes. A expressão também pode ser usada para descrever um fenômeno histórico e político. Um marco, um momento transcendental, o instante em que as atividades e circunstâncias humanas atravessam a linha divisória que separa diferentes eras.
Quando isso ocorre, poucas pessoas percebem que entraram em um novo tempo. A não ser, é claro, que o mundo esteja saindo de uma guerra catastrófica, como as napoleônicas ou a 2ª. Guerra.
Transformações históricas tão bruscas não são o objeto desse artigo. O que nos interessa é o lento acúmulo de forças modificadoras, na maior parte invisíveis, quase sempre imprevisíveis, que cedo ou tarde acabam transformando uma época em uma outra bem distinta.
Ninguém que viveu em 1480 conseguia reconhecer o mundo de 1530, 50 anos depois. Um mundo de Estados-nação, da ruptura da cristandade, da expansão europeia para a Ásia e para as Américas, a revolução de Gutenberg no campo das comunicações. Talvez tenha sido a linha divisória da história mais importante de todos os tempos, pelo menos no Ocidente.
Existem outros exemplos, obviamente. Quem viveu na Grã-Bretanha em 1750, antes do uso da máquina a vapor se tornar comum, teria ficado estupefato ao ver o seu uso 50 anos depois, com a disseminação da Revolução Industrial.
E o que ocorre hoje? Muitos jornalistas e especialistas em tecnologia falam entusiasmados da atual revolução das telecomunicações – celulares, iPads e outros aparelhos – e de suas consequências para os Estados e povos, para as autoridades tradicionais e para novos movimentos de libertação. Há provas evidentes, por exemplo, na primavera árabe, em todo o Oriente Médio e também no movimento Ocupe Wall Street.
Seria o caso de questionar se alguns dos profetas das altas tecnologias, que proclamam uma nova era na política internacional, algum dia se preocuparam em estudar as repercussões da imprensa de Gutenberg ou as conversas radiofônicas de Franklin Roosevelt, que eram ouvidas por milhões de americanos nos anos 30 e no início dos anos 40.
Cada período fica fascinado por suas próprias revoluções tecnológicas, de modo que vou me concentrar em algo bastante distinto: os indicadores que assinalam que estamos nos aproximando – ou talvez já tenhamos cruzado – algumas linhas divisórias históricas no difícil mundo da economia e da política.
O primeiro indicador é a corrosão constante do dólar americano, como divisa de reserva única ou dominante no mundo. Ficaram para trás os tempos em que 85% ou mais das reservas internacionais eram moeda americana. As estatísticas flutuam enormemente, mas hoje o porcentual atual se aproxima dos 60%.
Apesar dos problemas econômicos da Europa e também da China, já não é mais uma fantasia imaginar um mundo em que existam três grandes divisas de reserva: o dólar, o euro e o yuan, com algumas alternativas menores, como a libra esterlina, o franco suíço e o iene japonês.
A ideia de que as pessoas seguirão procurando “refúgio” no dólar não se sustenta, ao ver que os EUA estão cada vez mais endividados com seus credores estrangeiros. A questão é a seguinte: um mundo com diferentes divisas de reserva proporcionará uma maior ou menor estabilidade financeira?
União Europeia. A segunda transformação é a corrosão e a paralisia do projeto europeu, ou seja, do sonho de Jean Monnet e de Robert Schuman de que os heterogêneos Estados da Europa passariam por um sólido processo de integração comercial e fiscal, primeiro, e depois, por meio de uma série de compromissos sérios e irreversíveis, trabalhar para um continente politicamente unido.
As instituições encarregadas de tornar o sonho realidade – o Parlamento Europeu, a Comissão e o Tribunal de Justiça da Europa – já existem, mas a vontade política de conferir-lhes uma existência autêntica desapareceu, tristemente debilitada pelo simples fato de que políticas fiscais nacionais muito diferentes são incompatíveis com a moeda europeia comum.
Em poucas palavras, Alemanha e Grécia, com seus respectivos históricos orçamentários, não podem ingressar juntas em um eventual bloco dos Estados Unidos da Europa. Entretanto, ninguém parece ter uma resposta para essa dicotomia, salvo para encher as fendas com mais eurobonds e empréstimos do Fundo Monetário Internacional.
Ou seja, os europeus não têm tempo, energia nem recursos para se dedicarem a nada que não sejam seus próprios problemas. Isso significa que existem poucos observadores no continente que tenham estudado o que poderia ser considerada a terceira grande transformação dos dias de hoje: a enorme corrida armamentista que está se desenrolando na maior parte do Leste e do Sul da Ásia.
Avanço bélico. Enquanto os Exércitos europeus estão se tornando uma espécie de polícias locais, os governos asiáticos estão construindo verdadeiras armadas para navegar em águas profundas e investindo em novas bases militares, adquirindo aviões cada vez mais avançados e testando mísseis de alcance cada vez maior.
Os escassos debates que ocorrem tratam principalmente do aumento das forças militares da China, mas ignoram o fato de que o Japão, a Coreia do Sul, a Indonésia, a Índia e até mesmo a Austrália estão seguindo o exemplo chinês.
Se a desaceleração do crescimento econômico, os danos ao meio ambiente e o desgaste do tecido social na China impelem seus futuros dirigentes a fazer demonstrações de força no exterior – por enquanto, na verdade, seus líderes se mostram muito cautelosos -, seus vizinhos estão se preparando para responder com firmeza.
Alguém em Bruxelas sabe – ou se preocupa em saber – que os 500 anos de história que representam o mundo de 1500 estão prestes a se acabar? Nesse cenário, a Ásia se dispõe a dar um passo à frente, enquanto a Europa se torna um coro distante. Esse fenômeno não será considerado, para os historiadores futuros, outra linha divisória de imensa importância no contexto internacional?
Inatividade da ONU. A quarta mudança é, desgraçadamente, a lenta, firme e crescente decrepitude da ONU, particularmente de seu órgão mais importante, o Conselho de Segurança. A Carta da ONU foi redigida com extremo cuidado para ajudar os países a terem paz e prosperidade depois dos terríveis males da 2ª. Guerra.
A Carta da ONU, porém, era um risco calculado: ao reconhecer que as grandes potências de 1945 tinham direito a desempenhar um papel desproporcional (como o veto e a cadeira permanente no Conselho), os redatores, entretanto, confiavam que os cinco governos soubessem trabalhar juntos para tornar realidade os elevados ideais da instituição mundial. A Guerra Fria acabou com as esperanças e a queda da União Soviética as reviveu, mas agora estão voltando a desaparecer pelo cínico abuso do poder de veto.
Quando a China e a Rússia vetam qualquer medida para impedir que o repugnante regime sírio do presidente Bashar Assad continue matando seus próprios cidadãos e quando os EUA vetam qualquer resolução para deter o avanço de Israel em terras palestinas, a ONU perde sua razão de ser. E dá a impressão de que Moscou, Pequim e Washington acham isso certo.
Vimos a queda do valor do dólar, a desintegração dos sonhos europeus, a corrida armamentista na Ásia e a paralisia do Conselho de segurança da ONU cada vez que há uma ameaça de veto. Será que essas coisas não indicariam que estamos penetrando em território desconhecido, em um mundo agitado? Que, se comparada a ele, a visível alegria dos consumidores que saem de uma loja da Apple com um aparelho novo parece boba e sem importância?
É como se estivéssemos novamente em 1500, saindo da Idade Média para o mundo moderno, quando as multidões se maravilhavam diante de um arco novo, maior e mais poderoso. Não deveríamos levar o nosso mundo um pouco mais a sério?
*É PROFESSOR DE HISTÓRIA E DIRETOR DE ESTUDOS DE SEGURANÇA INTERNACIONAL NA UNIVERSIDADE YALE
Apesar da oposição dos EUA, de Israel e de outros 12 países, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) aprovou na segunda-feira, 31, em Paris o ingresso da Palestina como seu membro número 195 em uma vitória para o presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas. Foram 107 votos a favor, 14 contra e 52 abstenções.
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Avanço diplomático

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‘Importância e peso simbólico’
Assista abaixo ao discurso da diretora-geral da Unesco, Irina Bokova
Pontos-chave
O status dos palestinos nas Nações Unidas
Reconhecimento. Em setembro, o presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, pediu o reconhecimento do Estado palestino como membro pleno da ONU.
Votação no CS. O pedido de adesão toral será levado ao Conselho de Segurança, mas tem oposição do premiê israelense, Benjamin Netanyahu, e dos EUA.
Adesão parcial. Caso perca, a AP tem maioria na Assembleia-Geral para obter o status de Estado observador, que lhe possibilitaria participar de órgãos internacionais.
A Unesco no Pacífico
A ONU tem 193 membros. A Unesco, 194. A diferença é a ilhota de Niue, no Pacífico. Embora tenha governo próprio, pertence à Nova Zelândia. É membro da Unesco, mas não da ONU.
A posição do Brasil
Itamaraty felicita árabes. O Ministério das Relações Exteriores brasileiro divulgou ontem um comunicado em que cumprimenta a Palestina por sua admissão como membro pleno da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). Em seu discurso de posse, o ministro dos Esportes, Aldo Rebelo, lembrou que a Federação Internacional de Futebol (Fifa) reconhece o Estado palestino. “Enquanto as potências discutem se apoiam a Palestina como filiada, a Fifa a reconhece e a acolhe como membro. Até já disputou eliminatórias”, afirmou, lembrando ainda que a Fifa reúne 208 integrantes, mais do que os 193 da Assembleia-Geral da ONU.
Historicamente, o processo de adesão de um país à ONU é lento. O pedido feito pelas duas Coreias, em 1949, demorou 42 anos para ser aprovado. Outras solicitações, como a da Espanha e do Japão, nem sequer foram aceitas na primeira tentativa. Uma vez enviados os documentos ao Comitê de Adesões do Conselho de Segurança, os diplomatas podem usar várias ferramentas para atrasar uma votação definitiva, como fazer pedidos de informações adicionais, de esclarecimentos ou de consultas.
Em alguns casos, no entanto, os pedidos de admissão são definidos rapidamente. O Sudão do Sul, por exemplo, entrou com um pedido de adesão no dia 11 de julho. Dois dias depois, o Conselho de Segurança já havia aprovado a solicitação e, no terceiro dia, a Assembleia-Geral referendou a entrada do país na ONU.
Os palestinos sabem que não há consenso sobre seu pedido e já disseram que estão preparados para esperar.
PONTOS-CHAVE
As posições dos envolvidos no conflito
Fatah. Mahmoud Abbas, presidente da Autoridade Palestina, rejeita negociar enquanto Israel não contiver assentamentos. O Hamas, que domina Gaza, é contra declaração de Estado. Leia a íntegra do discurso de Abbas diante da Assembleia-Geral da ONU.
Israel. Benjamin Netanyahu, premiê de Israel, diz que só haverá Estado palestino após negociações e acordo de paz. Rejeita frear expansão de assentamentos. Leia a íntegra do discurso de Netanyahu diante da Assembleia-Geral da ONU.
EUA. Aliado histórico de Israel, Washingtou já declarou que vetará pedido palestino no Conselho de Segurança. Pressionam por retomada das negociações. Leia a íntegra do discurso do presidente Barack Obama diante da Assembleia-Geral da ONU.
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