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Radar Global

Por Ana Carolina Marques, especial para o estadão.com.br

Os principais órgãos da ONU são a Assembleia Geral, reunião deliberativa da qual todos os membros participam; o Conselho de Segurança, restrito aos 5 países permanentes (EUA, Rússia, China, França e Reino Unido) e aos 10 rotativos, que forma resoluções de paz e segurança; o Secretariado, que fornece estudos necessários para a instituição e é atualmente liderado por Ban Ki-moon; o Conselho Econômico Social, que auxilia na cooperação econômica e social internacional; e o Tribunal ou Corte Internacional de Justiça, principal órgão judicial.

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COBERTURA ESPECIAL: Um ano de Primavera Árabe

Também existem os órgãos complementares, como a Organização Mundial de Saúde (WHO), a Agência Internacional de Energia Atômica (IAEA), a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e o Banco Mundial.

Outro órgão é o Conselho de Direitos Humanos (CHD), baseado em Genebra e cuja primeira reunião foi em 2006. Estabelecido pela Assembleia Geral, sua função é chamar a atenção e aconselhar sobre situações em que os direitos humanos são violados. O grupo de países que ocupa as 47 cadeiras do Conselho se renova a cada três anos, seguindo a proporção de 13 vagas para a Ásia, 13 para a África, 6 para a Europa Oriental, 8 para a América Latina e Caribe, e 7 para “Europa Ocidental e Outros”, que inclui a América do Norte, a Oceania e a Turquia. Atualmente, a alta-comissária para Direitos Humanos é a sul-africana Navi Pillay.

Enquanto outros órgãos das Nações Unidas, como o CDH, só podem fazer “recomendações” para os governos membros, o Conselho de Segurança tem o poder de investigar qualquer disputa que possa corromper a paz e segurança mundiais e tomar e decidir sobre decisões vinculativas que os governos-membros acordaram em realizar.

CIJ vs. TPI

Uma confusão que existe é entre a Corte ou Tribunal Internacional de Justiça (CIJ) e o Tribunal Penal Internacional (TPI), ambos situados em Haia, nos Países Baixos. O primeiro faz parte do sistema ONU e julga disputas entre Estados e interpretação de tratados de governos que reconhecem sua jurisdição. Já quem trata indivíduos é o TPI, corte permanente que julga pessoas acusadas de crimes do direito internacional, como os de guerra e de genocídio.

Criado em 2002, é baseado no Estatuto de Roma e possui 116 países signatários. É independente da ONU nas questões de pessoal e financiamento, mas algumas de suas reuniões, como a Assembleia dos Estados Partes do Estatuto de Roma, são realizadas na ONU. Existe um “acordo de relacionamento” entre as instituições, que explica, por exemplo, que o Estatuto de Roma reafirma os princípios da Carta das Nações Unidas e que eles devem cooperar de modo a facilitar suas responsabilidades, em consultas de interesses mútuos ou trocas de informações.

“No seio da ONU, não há cominação de sanção alguma para os países que descumprem decisões dos seus órgãos. Da mesma forma, a Corte Internacional de Justiça funciona segundo a fórmula de ‘jurisdição obrigatória de aceitação facultativa’”, afirma Fábio Comparato, professor emérito da Faculdade de Direito da USP. Ou seja, apenas os países que aceitam serem julgados pela Corte são submetidos a processo perante ela.

Comparato propõe que em todas as organizações internacionais, os países-membros que não cumprem decisões de seus órgãos deveriam ter suspenso seu direito de voto, até o regular cumprimento da decisão. Até o presente, o único tribunal internacional de direitos humanos cuja jurisdição é obrigatória para todos os Estados-membros é o Tribunal Europeu de Direitos Humanos, com sede em Estrasburgo.

Colaboraram Carolina Linhares, Mariana Payno Gomes e Gustavo Pessutti, especial para o estadão.com.br

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A queda no valor do dólar, a desintegração dos sonhos europeus, a corrida armamentista na Ásia e a paralisia da ONU são indicadores de mudanças

Por Paul Kennedy*, do New York Times

Pela definição do dicionário, divisor de águas é uma linha imaginária que separa rios diferentes. A expressão também pode ser usada para descrever um fenômeno histórico e político. Um marco, um momento transcendental, o instante em que as atividades e circunstâncias humanas atravessam a linha divisória que separa diferentes eras.

Quando isso ocorre, poucas pessoas percebem que entraram em um novo tempo. A não ser, é claro, que o mundo esteja saindo de uma guerra catastrófica, como as napoleônicas ou a 2ª. Guerra.

Transformações históricas tão bruscas não são o objeto desse artigo. O que nos interessa é o lento acúmulo de forças modificadoras, na maior parte invisíveis, quase sempre imprevisíveis, que cedo ou tarde acabam transformando uma época em uma outra bem distinta.

Ninguém que viveu em 1480 conseguia reconhecer o mundo de 1530, 50 anos depois. Um mundo de Estados-nação, da ruptura da cristandade, da expansão europeia para a Ásia e para as Américas, a revolução de Gutenberg no campo das comunicações. Talvez tenha sido a linha divisória da história mais importante de todos os tempos, pelo menos no Ocidente.

Existem outros exemplos, obviamente. Quem viveu na Grã-Bretanha em 1750, antes do uso da máquina a vapor se tornar comum, teria ficado estupefato ao ver o seu uso 50 anos depois, com a disseminação da Revolução Industrial.

E o que ocorre hoje? Muitos jornalistas e especialistas em tecnologia falam entusiasmados da atual revolução das telecomunicações – celulares, iPads e outros aparelhos – e de suas consequências para os Estados e povos, para as autoridades tradicionais e para novos movimentos de libertação. Há provas evidentes, por exemplo, na primavera árabe, em todo o Oriente Médio e também no movimento Ocupe Wall Street.

Seria o caso de questionar se alguns dos profetas das altas tecnologias, que proclamam uma nova era na política internacional, algum dia se preocuparam em estudar as repercussões da imprensa de Gutenberg ou as conversas radiofônicas de Franklin Roosevelt, que eram ouvidas por milhões de americanos nos anos 30 e no início dos anos 40.

Cada período fica fascinado por suas próprias revoluções tecnológicas, de modo que vou me concentrar em algo bastante distinto: os indicadores que assinalam que estamos nos aproximando – ou talvez já tenhamos cruzado – algumas linhas divisórias históricas no difícil mundo da economia e da política.

O primeiro indicador é a corrosão constante do dólar americano, como divisa de reserva única ou dominante no mundo. Ficaram para trás os tempos em que 85% ou mais das reservas internacionais eram moeda americana. As estatísticas flutuam enormemente, mas hoje o porcentual atual se aproxima dos 60%.

Apesar dos problemas econômicos da Europa e também da China, já não é mais uma fantasia imaginar um mundo em que existam três grandes divisas de reserva: o dólar, o euro e o yuan, com algumas alternativas menores, como a libra esterlina, o franco suíço e o iene japonês.

A ideia de que as pessoas seguirão procurando “refúgio” no dólar não se sustenta, ao ver que os EUA estão cada vez mais endividados com seus credores estrangeiros. A questão é a seguinte: um mundo com diferentes divisas de reserva proporcionará uma maior ou menor estabilidade financeira?

União Europeia. A segunda transformação é a corrosão e a paralisia do projeto europeu, ou seja, do sonho de Jean Monnet e de Robert Schuman de que os heterogêneos Estados da Europa passariam por um sólido processo de integração comercial e fiscal, primeiro, e depois, por meio de uma série de compromissos sérios e irreversíveis, trabalhar para um continente politicamente unido.

As instituições encarregadas de tornar o sonho realidade – o Parlamento Europeu, a Comissão e o Tribunal de Justiça da Europa – já existem, mas a vontade política de conferir-lhes uma existência autêntica desapareceu, tristemente debilitada pelo simples fato de que políticas fiscais nacionais muito diferentes são incompatíveis com a moeda europeia comum.

Em poucas palavras, Alemanha e Grécia, com seus respectivos históricos orçamentários, não podem ingressar juntas em um eventual bloco dos Estados Unidos da Europa. Entretanto, ninguém parece ter uma resposta para essa dicotomia, salvo para encher as fendas com mais eurobonds e empréstimos do Fundo Monetário Internacional.

Ou seja, os europeus não têm tempo, energia nem recursos para se dedicarem a nada que não sejam seus próprios problemas. Isso significa que existem poucos observadores no continente que tenham estudado o que poderia ser considerada a terceira grande transformação dos dias de hoje: a enorme corrida armamentista que está se desenrolando na maior parte do Leste e do Sul da Ásia.

Avanço bélico. Enquanto os Exércitos europeus estão se tornando uma espécie de polícias locais, os governos asiáticos estão construindo verdadeiras armadas para navegar em águas profundas e investindo em novas bases militares, adquirindo aviões cada vez mais avançados e testando mísseis de alcance cada vez maior.

Os escassos debates que ocorrem tratam principalmente do aumento das forças militares da China, mas ignoram o fato de que o Japão, a Coreia do Sul, a Indonésia, a Índia e até mesmo a Austrália estão seguindo o exemplo chinês.

Se a desaceleração do crescimento econômico, os danos ao meio ambiente e o desgaste do tecido social na China impelem seus futuros dirigentes a fazer demonstrações de força no exterior – por enquanto, na verdade, seus líderes se mostram muito cautelosos -, seus vizinhos estão se preparando para responder com firmeza.

Alguém em Bruxelas sabe – ou se preocupa em saber – que os 500 anos de história que representam o mundo de 1500 estão prestes a se acabar? Nesse cenário, a Ásia se dispõe a dar um passo à frente, enquanto a Europa se torna um coro distante. Esse fenômeno não será considerado, para os historiadores futuros, outra linha divisória de imensa importância no contexto internacional?

Inatividade da ONU. A quarta mudança é, desgraçadamente, a lenta, firme e crescente decrepitude da ONU, particularmente de seu órgão mais importante, o Conselho de Segurança. A Carta da ONU foi redigida com extremo cuidado para ajudar os países a terem paz e prosperidade depois dos terríveis males da 2ª. Guerra.

A Carta da ONU, porém, era um risco calculado: ao reconhecer que as grandes potências de 1945 tinham direito a desempenhar um papel desproporcional (como o veto e a cadeira permanente no Conselho), os redatores, entretanto, confiavam que os cinco governos soubessem trabalhar juntos para tornar realidade os elevados ideais da instituição mundial. A Guerra Fria acabou com as esperanças e a queda da União Soviética as reviveu, mas agora estão voltando a desaparecer pelo cínico abuso do poder de veto.

Quando a China e a Rússia vetam qualquer medida para impedir que o repugnante regime sírio do presidente Bashar Assad continue matando seus próprios cidadãos e quando os EUA vetam qualquer resolução para deter o avanço de Israel em terras palestinas, a ONU perde sua razão de ser. E dá a impressão de que Moscou, Pequim e Washington acham isso certo.

Vimos a queda do valor do dólar, a desintegração dos sonhos europeus, a corrida armamentista na Ásia e a paralisia do Conselho de segurança da ONU cada vez que há uma ameaça de veto. Será que essas coisas não indicariam que estamos penetrando em território desconhecido, em um mundo agitado? Que, se comparada a ele, a visível alegria dos consumidores que saem de uma loja da Apple com um aparelho novo parece boba e sem importância?

É como se estivéssemos novamente em 1500, saindo da Idade Média para o mundo moderno, quando as multidões se maravilhavam diante de um arco novo, maior e mais poderoso. Não deveríamos levar o nosso mundo um pouco mais a sério?

*É PROFESSOR DE HISTÓRIA E DIRETOR DE ESTUDOS DE SEGURANÇA INTERNACIONAL NA UNIVERSIDADE YALE

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Apesar da oposição dos EUA, de Israel e de outros 12 países, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) aprovou na segunda-feira, 31, em Paris o ingresso da Palestina como seu membro número 195 em uma vitória para o presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas. Foram 107 votos a favor, 14 contra e 52 abstenções.

Veja também:
Unesco aceita Palestina como membro; EUA e Israel retaliam
Washington corta US$ 60 milhões da agência
CHACRA: O argumento de EUA para votar contra os palestinos
HOTSITE: A busca pelo Estado palestino 

Avanço diplomático

Busca por reconhecimento em novas agências

‘Importância e peso simbólico’

Assista abaixo ao discurso da diretora-geral da Unesco, Irina Bokova

Pontos-chave

O status dos palestinos nas Nações Unidas

Reconhecimento. Em setembro, o presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, pediu o reconhecimento do Estado palestino como membro pleno da ONU.

Votação no CS. O pedido de adesão toral será levado ao Conselho de Segurança, mas tem oposição do premiê israelense, Benjamin Netanyahu, e dos EUA.

Adesão parcial. Caso perca, a AP tem maioria na Assembleia-Geral para obter o status de Estado observador, que lhe possibilitaria participar de órgãos internacionais.

A Unesco no Pacífico

A ONU tem 193 membros. A Unesco, 194. A diferença é a ilhota de Niue, no Pacífico. Embora tenha governo próprio, pertence à Nova Zelândia. É membro da Unesco, mas não da ONU.

A posição do Brasil

Itamaraty felicita árabes. O Ministério das Relações Exteriores brasileiro divulgou ontem um comunicado em que cumprimenta a Palestina por sua admissão como membro pleno da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). Em seu discurso de posse, o ministro dos Esportes, Aldo Rebelo, lembrou que a Federação Internacional de Futebol (Fifa) reconhece o Estado palestino. “Enquanto as potências discutem se apoiam a Palestina como filiada, a Fifa a reconhece e a acolhe como membro. Até já disputou eliminatórias”, afirmou, lembrando ainda que a Fifa reúne 208 integrantes, mais do que os 193 da Assembleia-Geral da ONU.

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Historicamente, o processo de adesão de um país à ONU é lento. O pedido feito pelas duas Coreias, em 1949, demorou 42 anos para ser aprovado. Outras solicitações, como a da Espanha e do Japão, nem sequer foram aceitas na primeira tentativa. Uma vez enviados os documentos ao Comitê de Adesões do Conselho de Segurança, os diplomatas podem usar várias ferramentas para atrasar uma votação definitiva, como fazer pedidos de informações adicionais, de esclarecimentos ou de consultas.

Em alguns casos, no entanto, os pedidos de admissão são definidos rapidamente. O Sudão do Sul, por exemplo, entrou com um pedido de adesão no dia 11 de julho. Dois dias depois, o Conselho de Segurança já havia aprovado a solicitação e, no terceiro dia, a Assembleia-Geral referendou a entrada do país na ONU.

Os palestinos sabem que não há consenso sobre seu pedido e já disseram que estão preparados para esperar.

PONTOS-CHAVE
As posições dos envolvidos no conflito

Fatah. Mahmoud Abbas, presidente da Autoridade Palestina, rejeita negociar enquanto Israel não contiver assentamentos. O Hamas, que domina Gaza, é contra declaração de Estado. Leia a íntegra do discurso de Abbas diante da Assembleia-Geral da ONU.

Israel. Benjamin Netanyahu, premiê de Israel, diz que só haverá Estado palestino após negociações e acordo de paz. Rejeita frear expansão de assentamentos. Leia a íntegra do discurso de Netanyahu diante da Assembleia-Geral da ONU.

EUA. Aliado histórico de Israel, Washingtou já declarou que vetará pedido palestino no Conselho de Segurança. Pressionam por retomada das negociações. Leia a íntegra do discurso do presidente Barack Obama diante da Assembleia-Geral da ONU.

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Com o início dos debates, no Conselho de Segurança (CS) da ONU, sobre o pedido palestino de reconhecimento pleno de seu Estado, os países que integram o órgão se dividem. Veja aqui qual a posição de cada um dos 15 membros do Conselho de Segurança – dos quais têm poder de veto EUA, Rússia, China, França e Grã-Bretanha.

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Reunião do Conselho de Segurança na segunda-feira, 26

Estados Unidos: Influência judaica em Estados importantes faz Washington apoiar Israel

Rússia e China: Aliados dos árabes, já declararam voto a favor dos palestinos

França: Mantém-se neutra, mas não esconde simpatia pela causa árabe

Grã-Bretanha e Portugal: Não revelaram voto

Brasil, África do Sul, Índia e Líbano: Apoiam palestinos

Nigéria: Depois de mostrar indecisão, fechou com palestinos

Gabão: Continua indeciso

Bósnia: Muçulmanos e croatas apoiam a causa palestina. Sérvios não. País tende à abstenção

Colômbia: Já declarou que se absterá

Alemanha: Apoio histórico a Israel, deve votar contra os palestinos

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Membros permanentes (em azul) e temporários (verde) do atual Conselho de Segurança (Wikipedia)

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NOVA YORK – Acompanhe ao vivo as palavras dos líderes mundiais na 66ª Assembleia-Geral das Nações Unidas. Assista ao vídeo ao vivo direto da ONU e leia, logo abaixo, os comentários da equipe de jornalistas do estadão.com.br e dos correspondentes em Nova York, Gustavo Chacra e Lisandra Paraguassu. Os posts estão no horário de Brasília.

Veja também:
HOTSITE: A busca pelo Estado palestino
CHACRA: Acompanhe o blog do correspondente
Os destaques dos discursos da quarta-feira, 21

22h20 – Os chanceleres da Grécia, Stavros Lambrinidis, e da Bulgária, Nickolay Mladenov, encerraram os discursos do dia na Assembleia-Geral da ONU.

21h30 – Discursaram ainda o presidente de Madagascar, Andry Nirina Rajoelina, o primeiro-ministro de Fiji, Josaia Bainimarama, a primeira-ministra do Mali, Cissé Kaidama Sidibé, o presidente da Suazilândia, Sibusiso Dlamini, o presidente de Granada, Tillman Thomas, o presidente do Timor Leste, Kay Rala Gusmão.

19h52 – Quem discursa agora é Andry Nirina Rajoelina, presidente de Madagascar.

19h35 – O presidente do Kiribati, Anote Tong, sobe ao palanque.

19h20 – É a vez de Ikililou Dhoinine, presidente das Ilhas Comores.

18h59 - Nkurunziza dá lugar a Emanuel Mori, presidente dos Estados Federados da Micronésia.

18h44 - Pierre Nkurunziza, presidente do Burundi, é o próximo a discursar.

18h30 – Ele fala, obviamente, da situação crítica que o país ainda vive após o terremoto que arrasou o país em janeiro de 2010. Mais de um ano e meio depois da tragédia, os haitianos ainda sofrem com as condições precárias e muitos vivem em campos de desabrigados na capital, Porto Príncipe.

18h29 – Fala agora o presidente do Haiti, Michel Martelly.

18h25 - Issoufou apontou para os conflitos atuais no mundo. Ele afirmou que o mundo não pode vive hostilidades e se dividir entre o Ocidente cristão e o muçulmanos extremistas. O nigerino advogou pela liberdade religiosa e afirmou que a humanidade não pode retroceder à barbárie com esses conflitos.

18h00 – É a vez do presidente do Níger, Mahamadou Issoufou.

17h45 – Marcus Stephen, presidente do Nauru, é o próximo.

17h30 – No palanque, discursa Isaias Afwerki, presidente da Eritreia.

17h15 – Quem fala agora é Alpha Condé, presidente da Guiné.

17h - Tadic fala sobre os Bálcãs. Ele elogia a decisão do Conselho de Segurança da ONU de conceder à Sérvia um mandato para investigar crimes de guerra e contra a humanidade cometidos nas várias guerras pelas quais a região passou noas últimas décadas. Várias suspeitos foram presos e levados ao Tribunal Penal Internacional de Haia, o que “contribuiu para a reintegração regional”.

16h51 – Fala agora Boris Tadic, presidente da Sérvia.

16h45 – O Quarteto para o Oriente Médio estabelece um novo quadro de prazos para israelenses e palestinos. Uma primeira reunião deve ocorrer dentro de um mês para que sejam acertados os termos da retomada das negociações de paz. Além disso, os lados têm três meses para apresentar propostas e seis meses para conseguirem o que o grupo chamou de “progressos substanciais”.

16h28 – Schmitt encerra sua fala e dá lugar a Ernest Bai Koroma, presidente da Serra Leoa.

16h21 – O presidente húngaro diz apoiar as revoltas e a ajuda internacional aos países onde elas ocorrem, mas alertou que o respeito aos direitos humanos e os valores democráticos devem prevalecer sem que princípios culturais e religiosos sejam sobrepostos.

16h18 - Schmitt disse que pontuará as políticas de seu país para três pontos – Primavera Árabe, desenvolvimento financeiro e doenças.

16h16 – Após quase uma hora, os chefes de Estado voltam a falar. Quem abre o segundo bloco é Pál Schmitt, presidente da Hungria.

15h25 – “Os processos pela paz estão sujeitos a erros e acertos, mas não devem ser nunca abandonado”, afirma o sueco, que encerra o primeiro-bloco de discursos desta sexta-feira.

15h08 – Netanyahu conclui o discurso, que é aplaudido por sua delegação e, em seguida, pelos presentes. O próximo a falar é o premiê da Suécia, Fredrik Reinfeldt.

15h07 – “Vamos falar ‘dugri’”, diz, usando uma expressão em árabe que significa “diretamente”. “Não posso fazer paz sem você, presidente Abbas”. Ele diz ainda que estende a mão para a paz.

15h06 – O premiê sugere que o presidente palestino deveria se reunir com ele ali mesmo, em Nova York. “O que pode nos parar de nos reunir e começar, hoje mesmo, negociações de paz?”

15h05 – Netanyahu se dirige ao presidente palestino: “Temos que parar de negociar sobre as negociações. Vamos negociar a paz”. Ele é novamente aplaudido. “Se você quiser, posso ir a Ramallah”, diz.

15h04 – O premiê de Israel volta à questão dos assentamentos, dizendo que nenhum outro primeiro-ministro israelense congelou construções nos locais durante dez meses, como ele fez. Segundo ele, “não houve nenhuma resposta” dos palestinos.

15h03 – Netanyahu: “Os palestinos precisam levar a sério as exigências de segurança de Israel”.

15h02 – Segundo o correspondente Gustavo Chacra, que está em Nova York, “a mega tempestade na cidade atrapalhou manifestações contra e a favor da iniciativa palestina nas Nações Unidas”.

15h02 – Há apenas uma pessoa da delegação palestina presente no discurso de Netanyahu. O presidente Abbas não está no local.

15h01 – Netanyahu: Palestinos precisam viver em um Estado deles mesmos. Mas precisam estar prontos a fazer concessões.

14h58 – Netanyahu menciona mais uma vez o presidente palestino. “Abbas disse que a principal questão do conflito são os assentamentos. Irônico, nosso conflito dura sessenta anos e não havia assentamentos 60 anos atrás”. Segundo ele, os assentamentos são um resultado do conflito, não o principal motivo. Ele reconhece que o tema precisa ser reconhecido.

14h57 – Netanyahu disse também que já chegou o momento no qual os palestinos devem reocnhecer o Estado judaico de Israel. “Não queremos que os palestinos tentem mudar o caráter judaico do nosso Estado”.

14h55 – Netanyahu fala do soldado Gilad Shalit, capturado pelo Hamas em 2006. Ele diz que o grupo, que controla a Faixa de Gaza, viola uma lei internacional ao não permitir acesso ao soldado capturado. “Gilad Shalit é o filho de cada israelense”, diz.

14h54 – “Não seremos os últimos a receber o Estado palestino na ONU – seremos os primeiros, diz. Ele é aplaudido.

14h52 – O premiê de Israel fala das dimensões do país e as compara com os Estados Unidos e com Nova York. “O país é muito pequeno”. Netanyahu diz que enquanto leva-se seis horas para cruzar os EUA em um avião, em Israel isso pode ser feito em três minutos.

14h50 – “Os críticos nos pressionam a fazer concessões, sem preocupação com a segurança”, diz.

14h47 – Netanyhu faz referência ao discurso de Abbas, presidente palestino, logo antes. “Abbas disse que os palestinos estão armados com esperança – sim, esperança e mísseis”, afirma.

14h45 – “Quando Israel deixou o Líbano e a Faixa de Gaza, os moderados não venceram os radicais, os moderados foram devorados pelos radicais”, diz.

14h44 – “Deixamos Gaza querendo paz”, diz Netanyahu. “Demos as chaves de Gaza para o presidente Abbas”.

14h42 - Netanyahu diz que a primavera árabe pode se tornar o “inverno iraniano” e adverte sobre programa nuclear de Teerã.

14h41 – “Não posso arriscar o futuro do povo judeu por um pensamento otimista”, diz o premiê.

14h41 – A comunidade internacional precisa parar o Irã antes que seja tarde demais, diz Netanyahu.

14h37 – Netanyahu afirma que a verdade é que Israel quer paz com os palestinos, mas os palestinos querem um Estado sem paz. “Vocês não devem permitir isso”, diz, dirigindo-se às delegações.

14h35 – “Não vim aqui por aplausos, vim para dizer a verdade”, diz o premiê. Ele é aplaudido.

14h34 - Netanyahu ataca a ONU e diz que o Hezbollah controla o Conselho de Segurança. O correspondente do estadão.com.br em Nova York, Gustavo Chacra, lembra que o Líbano preside o CS e que o Hezbollah integra (de forma ultra minoritária) o governo libanês.

14h33 – A imagem de Israel normalmente pintada neste local não é a real, diz o premiê israelense. Netanyahu faz seu discurso em inglês, idioma que domina.

14h32 – “Acima de tudo, estendo minha mão por paz ao presidente palestino, com quem queremos ter paz”. Netanyahu é aplaudido.

14h30 – O premiê israelense Benjamin Netanyahu começou seu discurso. Logo no início, ele diz que estende a mão por paz.

14h29 – Segundo o correspondente do Estado em Nova York, Gustavo Chacra, que acompanha a Assembleia-Geral da ONU, o ministro de Exteriores de Israel, Avigdor Lieberman, deixou a sala quando Abbas falou.

14h28 - De acordo com o Twitter oficial do premiê israelense Benjamin Netanyahu, ele está neste momento fazendo os últimos ajustes no discurso que fará logo mais diante da Assembleia-Geral da ONU

14h24 – O butanês pede que sejam repensados os parâmetros de desenvolvimento econômico atuais, para que pequenos países – como o próprio Butão, situado entre a Índia e a China – tenham maiores oportunidades e reduzam a pobreza e a desigualdade social.

14h18 – Discursa agora o primeiro-ministro do Butão, Lyonchoen Jigmi Yoezer Thinley.

14h15 – Noda termina seu discurso pontuando alguns aspectos sobre o terremoto que deu início a uma crise nuclear no Japão em março. Ele agradeceu a comunidade internacional por seus esforços de ajuda e, principalmente, elogiou o povo japonês pela força demonstrada frente a tragédia.

13h57 – O premiê do Japão começou seu discurso falando sobre o terremoto e a tsunami que devastaram o país em março. Ele cita e agradece a ajuda dada ao país, incluindo a de alunos de uma escola brasileira, que se juntaram para arrecadar dinheiro e comida para os desasbrigados do país.

13h55 – O próximo a falar é Yoshihiko Noda, o primeiro-ministro do Japão.

13h54 – De acordo com um jornalista da RFI, houve um confronto entre manifestantes diante da sede da ONU em Nova York durante a fala de Abbas.

13h54 – Ao concluir o discurso, Abbas é demoradamente aplaudido, de pé, pela maioria dos diplomatas presentes na sala da Assembleia-Geral da ONU. Em Ramallah, a cena é a mesma. Palestinos reunidos na praça al-Manara, a principal da cidade, aplaudem e sacodem bandeiras.

13h52 – Trouxe hoje uma mensagem muito importante, diz Abbas.

13h51 – O apoio dos  países do mundo para o nosso  esforço é uma vitória  da verdade, liberdade, justiça, lei e legitimidade internacional, e oferece  um grande apoio para a opção de paz e aumenta as chances de sucesso das negociações.

13h49 – Abbas diz que entregou a Ban Ki-moon, secretário-geral da ONU, o pedido formal para o reconhecimento do Estado palestino nas fronteiras pré-1967. Ele é aplaudido de pé e demoradamente por muitos diplomatas.

13h47 – Abbas diz que o desejo do povo palestino, “meu povo”, é exercer o direito de ter uma vida normal, “como o resto da humanidade”. Ele continua: “Fico aqui, fico aqui, permanentemente aqui, eternamente aqui, e temos apenas um objetivo, só um, só um: ser”. Trata-se de uma menção ao poeta palestino Mahmoud Darwish.

13h46 – Chegou o momento para que nossos homens, mulheres e crianças vivam vidas normais, diz Abbas.

13h45 – Chegou o momento da “primavera palestina”, o tempo de independência, diz o presidente palestino. Ele é bastante aplaudido em seguida.

13h43 – Abbas pergunta se o mundo “permitirá que Israel continue com sua ocupação, a única ocupação no mundo?”

13h42 – Este é o momento da verdade, diz o presidente palestino. “Meu povo está esperando a resposta do mundo”.

13h39 –  ”O Estado que queremos será um Estado caracterizado pela Lei, pelo exercício da democracia e pela proteção das liberdades e igualdade para todos os cidadãos, sem qualquer discriminação”.

13h34 - Abbas: “Vamos construir um futuro para nossas crianças, onde elas possam ter liberdade, segurança e prosperidade”. E continua, em um apelo aos israelenses: “Vamos construir pontes de diálogo em vez de postos de controle e muros de separação”.

13h31 – Abbas menciona palestinos presos em cadeias israelenses e pede a liberação deles “sem atraso”.

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Abbas fala diante da Assembleia-Geral da ONU nesta sexta-feira

13h30 – O objetivo do povo palestino é realizar seus direitos nacionais, com a criação do Estado palestino, tendo Jerusalém oriental como capital, diz Abbas.

13h28 – “Porque acreditamos na paz e temos a coragem de tomar decisões difíceis, decidimos tomar o caminho da Justiça”, diz o presidente palestino. Ele diz que a decisão difícil foi aceitar a formação do Estado palestino em apenas 22% do território original.

13h25 – Ao mencionar o líder palestino Yasser Arafat, morto em 2004, Abbas é aplaudido. Ele diz que Arafat esteve naquela mesmo palanque há alguns anos.

13h22 – Os moradores de Ramallah seguem, na rua, o discurso do presidente palestino.

13h21 – Segundo o presidente palestino, o “poder ocupante”, como ele chama Israel, segue com medidas que minam o potencial de criação do Estado palestino.

13h18 – Abbas menciona o fato de que o governo israelense segue aprovando a construção em assentamentos nos territórios palestinos, o que ele chama de “confiscamento de terras palestinas”.

13h17 – De acordo com o correspondente do estadão.com.br em Nova York, Gustavo Chacra, pouco antes de começar o discurso o presidente da AP apresentou requerimento formal pedindo a integração da Palestina como membro pleno das Nações Unidas. Na foto abaixo, Abbas entrega ao secretário-geral da ONU o pedido formal.

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13h16 – Há um ano, diz Abbas, todos tínhamos grandes expectativas sobre uma nova rodada de negociações entre israelenses e palestinos.

13h14 – Abbas: “A trajetória palestina está intimamente ligada à da ONU”.

13h13 – O presidente palestino começa o discurso mencionando o Sudão do Sul, país que mais recentemente se uniu às Nações Unidas, tornando-se a 193ª nação reconhecida internacionalmente.

13h12 – Abbas sobe ao palanque e começa a falar, dirigindo-se aos presentes.

13h11 – Ao ser anunciado, Abbas é demoradamente aplaudido pelos diplomatas presentes na sala da Assembleia-Geral.

13h10 – O próximo a falar é o presidente da Autoridade Palestina (AP), Mahmud Abbas, que já foi anunciado.

13h09 - ”Há uma década, os Estados Unidos experimentaram o que foi a maior atrocidade de todos os tempos”, diz o presidente armênio. Ele completa dizendo que seu país está disposto a colaborar com o fim da intolerância e do terrorismo.

13h05 - Sargsyan, presidente armênio, fala sobre esforços para combater massacres.

12h52 – Houve uma inversão na ordem dos discusos divulgada pela ONU. Após o presidente do Sudão do Sul, quem discursa no momento é Serzh Sargsyan, presidente da Armênia.

12h36 – Após o presidente da Armênia, Serzh Sargsyan, a palavra é dada ao presidente do mais novo membro das Nações Unidas, a Sudão do Sul.

12h13 – Os presidente do Djibouti, Ismael Omar Guelleh, e da Namibia, Hifikenuye Pohamba, discursaram.

11h50 – O representante do Sri Lanka, Mahinda Ralapaksa, é o próximo a se pronunciar.

11h34 – Carlos Mauricio Funes Cartagena, presidente de El Salvador, discursa.

11h18 – O presidente do Turcomenistão, Gurbanguly Berdimuhamedov, se dirige neste momento aos membros da Assembleia-Geral.

11h05 – Václav Kaus, presidente da República Tcheca, discursa neste momento na AG.

10h55 – Quem fala neste momento é o presidente do Iraque, Jalal Talabani.

10h16 – O presidente de Gana, John Evans Atta Mills, é o primeiro a discursar nesta sexta na Assembleia-Geral da ONU.

9h18 – Enquanto líderes mundiais esperam a volta da 66ª sessão da AG, confrontos são iniciados na Cisjordânia. Jovens palestinos atiram pedras contra soldados israelenses.

8h30 – A Assembleia-Geral da ONU voltará a se reunir às 10h00. Os primeiros a se pronunciar serão John Evnas Atta Mills (Gana), Jalal Talabani (Iraque), Václav Klaus (Repúbluca Tcheca), Gurbanguly Berdimuhamedov (Turcomenistão), Carlos Mauricio Funes Cartagena (El Salvador), Mahinda Rajapaksa (Sri Lanka), ISmael Omar Guelleh (Djibouti), Hifikepunye Pohamba (Namibia), Serzh Sargsyan (Armenia), Salva Kiir (Sudão do Sul), Mahmoud Abbas (Organização da Libertação da Palestina e Autoridade Palestina), Yoshihiko Noda (Japão), Lyonchoen Jigmi Yoezer Thniley (Butão), Benjamin Netanyahu (Israel) e Fredrik Reinfeldt (Suécia).

7h13 - Acompanhe a partir de agora os destaques dos discursos desta sexta-feira, 23, na 66ª Assembleia-Geral da ONU, em Nova York. O destaque do dia é a fala do presidente palestino, Mahmud Abbas, que vai apresentar a proposta de que o Estado palestino seja reconhecido no Conselho de Segurança com direitos plenos. Abbas fala por volta de 12h35 no horário de Brasília. O premiê israelense, Benjamin Netanyahu, também fará discurso hoje.

Na quarta, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, abriu os trabalhos. Como é tradição desde a criação da ONU, a presidente Dilma Rousseff foi a primeira a falar, representando o Brasil. Leia, na íntegra, o discurso de Dilma. Leia destaques dos discursos de chefes de Estado e de Governo na quarta e na quinta. Veja abaixo fotos dos chefes de Estado e de Governo que falaram na quarta-feira. Logo abaixo, os líderes que falaram na quarta.

* O horário dos posts está no fuso de Brasília

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NOVA YORK – Acompanhe ao vivo as palavras dos líderes mundiais na Assembleia-Geral das Nações Unidas. Assista ao vídeo ao vivo direto da ONU e leia, logo abaixo, os comentários da equipe de jornalistas do estadão.com.br e dos correspondentes em Nova York, Gustavo Chacra e Lisandra Paraguassu. Os posts estão no horário de Brasília.

Veja também:
HOTSITE: A busca pelo Estado palestino
CHACRA: Acompanhe o blog do correspondente
Os destaques dos discursos da quarta-feira, 21

21h45 – Os discursos serão retomados na sexta-feira, 24. Estão previstos os pronunciamentos do presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, e do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu. Abbas deve apresentar sua proposta pelo reconhecimento do Estado palestino às 12h35 (horário de Brasília).

21h40 – O chanceler do Afeganistão, Zalmai Rassoul, foi o último a discursar nesta quinta.

21h20 – Discursa agora Kevin Rudd, ministro de Exteriores da Austrália.

20h45 – Laura Chinchilla deu lugar ao primeiro-ministro da Suazilândia, Barnabas Sibusiso Dlamini.

20h31 – Fala agora a presidente da Costa Rica, Laura Chinchilla.

20h12 – Itno dá lugar ao presidente da Croácia, Ivo Josipovic.

19h58 – Sobe à tribuna Idriss Itno, presidente do Chade.

19h55 – Toribiong falou principalmente dos problemas de seu país – como a pesca predatória e a falta de estrutura de internet – e pediu a ajuda da ONU para resolvê-los.

19h33 – Fala agora Johnson Toribiong, presidente do Palau.

19h18 - Ondimba dá lugar a outro líder africano – Joseph Kabange, presidente do Congo.

19h02 – Bouterse dá lugar a Ali Bongo Ondimba, presidente do Gabão.

19h00 – Bouterse fez um discurso longo, mas foi bastante incisivo no final ao defender Cuba. “Quantas outras resoluções serão tomadas para que a justiça seja feita para o povo de Cuba?”, questionou o líder do Suriname. Segundo ele, este não é o modo de lidar com os problemas da ilha caribenha.

18h41 – Discursa agora Desiré Delano Bouterse, presidente do Suriname.

18h36 – Assim como outros líderes africanos, Mugabe defende a reforma do Conselho de Segurança. “A África não pode ser a única região do mundo sem representação permanente no Conselho de Segurança da ONU”.

18h34 – O presidente do Zimbábue relembra as invasões do Iraque e do Afeganistão, e disse que o mesmo está ocorrendo com a Líbia – as ações só ocorrem por causa do interesse das potências ocidentais no petróleo dos países árabes.

18h30 – Mugabe critica os países envolvidos na guerra da Líbia. Segundo ele, tais nações – ele não especifica – estão violando as convenções da ONU. Mugabe ainda afirmou que a União Africana repudia tal ação e “jamais ocuparia” o país. Ele também rejeita os bombardeios da ONU e a caça ao ditador líbio, Muamar Kadafi. “Eles não são mais seres humanos, são caçados todos os dias. “

18h23 – Sobe à tribuna o presidente do Zimbábue, Robert Mugabe.

18h22 – O discurso de Dalia, um dos mais curtos do dia, teve o foco na segurança nuclear. Ela elogiou a ONU por seus esforços na área e na prevenção da proliferação de armas atômicas, mas disse que o acidente de Fukushima, Japão, no início do ano, deve servir de lição.

18h13 – É a vez de Dalia Grybauskaitė, presidente da Lituânia, outra das poucas chefes de Estado na Assembleia-Geral da ONU.

17h55 – Humala fala sobre as políticas sociais de seu governo. Ele diz que se inspirou nas ideias de Nelson Mandela de que “não há democracia com desigualdade social”. O peruano foi eleito há poucos meses e discursa pela primeira vez na Assembleia-Geral.

17h50 – Quem discursa agora é Ollanta Humala, presidente do Peru.

17h44 – Reyna, assim como a maioria dos chefes de governo dos países em desenvolvimento, criticou as potências mundiais por tentar salvar as instituições financeiras que deram origem à crise. Segundo ele, tais medidas afetam nações que nada têm a ver com a origem da crise. Ele citou as altas nos preços do petróleo e dos alimentos como consequências das falhas do sistema financeiro e julgou ser injusto que países mais pobres, como a República Dominicana, paguem por isso.

17h31 – Sobe ao palanque o presidente da República Dominicana, Leonel Fernández Reyna.

17h22 – O líder georgiano repete: “A Guerra Fria acabou há 20 anos”, e segue com as críticas a Moscou, que, segundo ele, mantém as políticas da União Soviética. “A Primavera Árabe, o desenvolvimento democrático do Leste Europeu e da África, nada disso ocorreria hoje se a União Soviética ainda existisse”.

17h16 – O discurso de Saakashvili é feito em tom crítico. Primeiramente sobre a comunidade internacional em geral e sua forma de resolver conflitos. “A Guerra Fria acabou há 20 anos. Não estamos mais no século passado, estamos em 2011″. Em segundo lugar, como era esperado, usou os mesmos argumentos para atacar a “ocupação militar ilegal” da Rússia sobre a Geórgia.

17h09 – Quem discursa agora é o presidente da Geórgia, Mikheil Saakashvili.

16h54 – A Assembleia-Geral ouvirá agora o presidente do Quênia, Mwai Kibaki.

16h30 – Voltam os discursos e o segundo bloco é aberto por Bronislaw Komorowski, presidente da Polônia.

16h15 – Segundo a agência AFP, uma fonte diplomática francesa disse que a retirada dos enviados Europeus à Assembleia-Geral no meio do discurso de Ahmadinejad foi coordenada. Os diplomatas deixariam a sala se ele tocasse novamente no assunto dos atentados de 11 de setembro.

16h14 – Erdogan termina o discurso. Os chefes de Estado voltam a falar em 10 minutos.

16h11 – O premiê turco defende a candidatura de seu país para um dos assentos rotativos do Conselho de Segurança da ONU.

16h04 – Erdogan fala agora sobre o apoio da Turquia às revoluções na Líbia, no Egito, na Tunísia e nos demais países árabes.

16h01 – “Não temos problemas com o povo de Israel. Nossos atritos ocorrem com o atual governo israelense. Inclusive, tínhamos boas relações com o governo anterior”, diz.

16h00 – Sobre o ataque à Flotilha da Liberdade: “Israel deve se desculpar, compensar as famílias das vítimas financeiramente e levantar o bloqueio a Gaza”.

15h58 – “A Palestina merece seu lugar aqui como um Estado soberano. A Turquia reconhece o Estado palestino e vai continuar trabalhando pela paz no Oriente Médio”. Com essas declarações, Erdogan expõe a perspectiva dos países árabes. O governo de Ancara é considerado um dos mais influentes entre os países árabes e ultimamente tem endurecido sua posição contra Israel.

15h57 – O premiê turco afirma que não há equação para a paz. Os países envolvidos e a ONU devem considerar a “nova geografia humana” do Oriente Médio e pressionar Israel para mostrar a eles que “eles não estão acima da lei”.

15h55 – Erdogan critica duramente Israel, citando também a questão da construção de assentamentos nos territórios ocupados e o bloqueio mantido sobre Gaza. “Esse é o tipo de políticas que não precisamos aqui”.

15h54 – “É Israel que ataca os palestinos e mantém bombas nucleares. Pergunto: isso é justiça? O problema nesse contexto são os termos do governo israelense. Em vez de pavimentar o caminho para a paz, eles constroem barreiras. É o território palestino que está ocupado. É Israel que usa força desproporcional.”

15h53 – “A ONU não tem feito nada para acabar com a tragédia humana dos palestinos”, dispara Erdogan.

15h52 – Erdogan afirma que o conflito entre árabes e israelenses é o principal fator de problemas na ONU.

15h45 – O premiê turco começa criticando a ONU. “A ONU não nos lidera da forma adequada. A ONU deve passar por uma reforma”. E ele cita a crise de fome na Somália como um exemplo de “vergonha” para a comunidade internacional. “Estamos assistindo a fome na Somália como se fosse um filme”.

15h43 – É a vez de Recep Tayyip Erdogan, primeiro-ministro da Turquia.

15h28 – Fala agora o presidente do Conselho Europeu, o belga Herman Van Rompuy.

15h23 - Sobre o Estado palestino: “É justo que os palestinos tenham seu próprio Estado, vivendo em paz ao lado do Estado de Israel. Nós apoiamos isso completamente. Mas vamos deixar claro: nenhuma resolução pode, sozinha, substituir as políticas necessárias para a paz. A paz só virá quando palestinos e israelenses voltarem a negociar, assumirem compromissos, confiarem uns nos outros e concordar”.

15h19 – O premiê britânico baseou grande parte de seu discurso na Primavera Árabe, principalmente a respeito do Egito e da Líbia, onde esteve na semana passada. Ele afirma agora que chegou a hora da mudança no Iêmen e na Síria e pediu que os membros do Conselho de Segurança da ONU – do qual a Grã-Bretanha faz -parte para adotar uma resolução impondo sanções contra os regimes que se recusem a atender a vontade de seu povo e em vez disso, o ataca.

15h13 – Cameron cutuca Ahmadinejad, que teceu severas críticas ao Ocidente. “Ouvimos há pouco críticas do presidente Ahmadinejad, mas ele não  mencionou que em seu país não há eleições livres, há repressão da opinião política e não há o direito da liberdade”.

15h11 – “Os povos árabes querem transparência e responsabilidade de seus governos”, diz Cameron. “Não devemos tentar impor nosso valores aos países árabes”.

15h09 – Cameron começa citando a Primavera Árabe como um desafio para várias partes – para a ONU, que deve ajudar os países árabes a se reerguer; para a Síria e o Irã, que devem encontrar maneiras de atender às demandas de seus povos por democracia; e para os próprios países onde ocorrem essas revoltas, que deve continuar sua luta por seus direitos.

15h06 – É a vez de David Cameron, primeiro-ministro da Grã-Bretanha.

14h58 – O kuwaitiano pediu que Israel não apenas se retire dos territórios palestinos, mas também devolva as Colinas de Golã à Síria e deixe as áreas invadidas no sul do Líbano.

14h55 – Como esperado, o xeque Al-Sabah condena o bloqueio israelense sobre a Faixa de Gaza e as políticas de Israel sobre os demais territórios palestinos. Ele também disse apoiar o reconhecimento do Estado palestino – algo defendido por toda a Liga Árabe.

14h41 – Quem discursa agora é o xeque Naser Al-Mohammad Al-Ahmad Al-Sabah, primeiro-ministro do Kuwait.

14h36 – Roza, uma das poucas chefes de Estado mulheres a discursar na ONU, destaca o trabalho das mulheres na política mundial e diz confiar no trabalho da ex-presidente chilena Michele Bachelet, escolhida para chefiar o braço feminino do órgão internacional.

14h32 – Ela convida observadores internacionais a fiscalizar as eleições presidenciais no Quirguistão.

14h30 – Roza diz que os levantes vividos atualmente no mundo árabe foram experienciados mais cedo em seu país. Ela refere-se ao golpe de Estado de maio de 2010, quando o antigo governo foi derrubado após revoltas populares devido às condições de liberdade e financeiras pelas quais o país asiático passava. É a primeira vez que Roza se dirige à ONU como chefe de Estado quirguiz.

14h26 – Sobre à tribuna Roza Otunbayeva, presidente do Quirguistão.

14h22 - ”Saudamos o amor, a liberdade, a justiça, a sabedoria e o brilhante futuro que aguarda a humanidade”, finaliza Ahmadinejad para os poucos diplomatas que permaneceram na sala. Veja a íntegra de seu discurso aqui (em inglês).

14h18 – Por fim, Ahmadinejad diz as nações não podem deixar que a ONU se desvie de seu propósito, que é representar todos os seus membros, e que a disposição do Conselho de Segurança da ONU é injusta. A reforma do órgão deve ser tratada na Assembleia-Geral, propõe o iraniano.

14h14 – Enquanto isso, manifestantes protestam contra Ahmadinejad fora do prédio da ONU. Há pessoas usando grandes máscaras do presidente iraniano e do supremo líder iraniano, Ali Khamenei, além do presidente da Síria, Bashar Assad.

14h13 – As críticas agora são direcionadas à “ocupação” da Otan no Afeganistão. Segundo ele, essa foi a resposta das potências aos duvidosos ataques de 11 de setembro. “Potências arrogantes atacam com sanções países que questionam o 11 de Setembro e o Holocausto”.

14h10 – No discurso do ano passado, Ahmadinejad também havia questionado o Holocausto e o 11 de Setembro. A reação dos diplomatas ocidentais foi a mesma – a maioria deixou seus lugares enquanto o iraniano discursava. E suas críticas continuam – “Essas potências buscam seu desenvolvimento às custas dos outros países. Eles não têm respeito pelos outros e frequentemente cometem violações”.

14h07 – “Essas potências têm mesmo o direito de se dizer governadoras do mundo? Têm o direito de se considerarem defensores da democracia e da verdade?”. E mais uma vez, Ahnadinejad afirma que o Holocausto é uma desculpa para que israelenses recebam dinheiro.

14h05 – “Quais governos usam os suspeitos ataques de 11 de setembro de 2001 para começar uma guerra contra o Iraque e o Afeganistão?”. Mais uma vez, Ahmadinejad questiona os atentados. E mais uma vez, os diplomatas começam a deixar a sala da Assembleia.

14h04 – E continua. “Quem impôs ditaduras contra países asiáticos e sul-americanos? Quem já usou bombas atômicas, apesar de condená-las e mantê-las em seus arsenais? Quem submeteu os palestinos e os povos da região a guerras?”.

14h00 – Ahmadinejad critica aqueles que culpam os preceitos religiosos pelas crises, principalmente a financeira. Uma crítica aberta ao modelo econômico dos Estados Unidos e da Europa. “Quem impôs o colonialismo por mais de quatro séculos? Quem extraiu recursos, destruiu identidades nacionais, tornou línguas obsoletas, quem desatou as guerras mundiais?”, questiona o iraniano.

13h58 – Em discursos anteriores, Ahmadinejad criticou duramente Israel e advogou fortemente em favor do Estado palestino. Por enquanto, o iraniano ainda não tocou no assunto e fala apenas sobre as crises pelas quais o mundo passa.

13h55 – Ahmadinejad diz lamentar as mortes causadas pela fome na Somália e no Paquistão. Ele também pediu ajuda para estes países.

13h53 - O polêmico Mahmoud Ahmadinejad, presidente do Irã, vai falar agora.

13h50 - Piñera citou a crise de educação pela qual o Chile passa – o que tem gerado conflitos entre estudantes e a polícia. Ele disse que seu governo tomou as melhores decisões e promoveu a maior reforma já vista no país para resolver esses problemas. Segundo o presidente chileno, “a batalha do subdesenvolvimento começa a ser vencida nas salas de aula”.

13h40 - Sebastián Piñera, presidente do Chile, está discursando na Assembleia-Geral agora.

12h55 – O rei Hamad bin Issa Al Khalifa, do Barhein, inicia seu discurso.

12h40 – O próximo a falar é o presidente da Tanzânia, Jakaya Mrisho Kikwete.

12h20 – A 66ª essão da AG da ONU é reiniciada com o discurso do presidente do Chipre, Demetris Christofias.

11h15 – Os próximos a se pronunciar na Assembleia-Geral nesta quinta-feira são os representantes do Chipre; Tanzânia; Bahraein; Costa do Marfim; Chile; Irã; Quirguistão; Kwaiti; Reino Unido e Turquia. O presidente do Conselho Europeu, Herman Van Rompuy, também irá discursar.

9h00 – Em Ramallah, manifestações pacíficas e confrontos marcaram o dia da abertura da Assembleia-Geral.

8h00 - A 66ª sessão da Assembleia-Geral das Nações Unidas será retomada às 12h (horário de Brasília) nesta quinta-feira. Mais informações podem ser encontradas no próprio site da AG (em inglês).

7h18 – ENQUETE: Você concorda com o discurso feito pela presidente Dilma Rousseff na Assembleia-Geral na ONU?

7h13 - Acompanhe a partir de agora os destaques dos discursos desta quinta-feira, 22, na 66ª Assembleia-Geral da ONU, em Nova York. Na quarta, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, abriu os trabalhos. Como é tradição desde a criação da ONU, a presidente Dilma Rousseff foi a primeira a falar, representando o Brasil. Leia, na íntegra, o discurso de Dilma.

Em seguida, discursaram Barack Obama (presidente dos Estados Unidos), Hamad bin Khalifa al-Thani (emir do Catar), Felipe Calderón (presidente do México), Nursultan Nazarbayev (Cazaquistão), Nicolas Sarkozy (França), Cristina Kirchner (Argentina), Michel Suleiman (Líbano), Lee Myung-bak (Coreia do Sul), Teodoro Mbasogo, (Guiné Equatorial), rei Abdullah II (Jordânia), Tarja Halonen (presidente da Finlândia), Juan Manuel Santos (Colômbia), Goodluck Jonathan (Nigéria), Toomas Hendrik Ilves (Estônia), Micheline Calmy-Rey (Suíça).

Houve um pequeno intervalo. Depois, foi a vez de Porfirio Lobo (Honduras), Viktor Yanukovych (Ucrânia), Fernando Lugo (Paraguai), Paul Kagame (Ruanda), Zeljiko Komsic (chefe da presidência bósnia), Bharrat Jagdeo (presidente da Guiana), Elbegdorj Tsakhia (Mongólia), Jacob Zuma (África do Sul), Adris Berzins (Letônia), Alvaro Colom (Guatemala), Abdoulaye Wade (Senegal), Armando Guebuza (Moçambique), Evo Morales (Bolívia) e Danilo Turk (Eslovênia).

Veja abaixo fotos dos chefes de Estado e de Governo que falaram na quarta-feira.

* O horário dos posts está no fuso de Brasília

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NOVA YORK – A presidente Dilma Rousseff, dando continuidade à tradição de o Brasil abrir a sessão anual da Assembleia-Geral da ONU, faz discurso nesta quarta-feira, 20, na sede da organização em Nova York. Acompanhe ao vivo as palavras da presidente e os discursos de outros líderes. Assista ao vídeo ao vivo direto da ONU e leia, logo abaixo, os comentários da equipe de jornalistas do estadão.com.br e dos correspondentes em Nova York, Gustavo Chacra e Lisandra Paraguassu. Os posts estão no horário de Brasília.

Veja também:
HOTSITE: A busca pelo Estado palestino
CHACRA: Acompanhe o blog do correspondente
VÍDEO: Assista ao discurso na página da NBR

21h08 – Terminam os discursos desta quarta-feira da 66ª Assembleia-Geral das Nações Unidas. Os chefes de Estado voltam aos pronunciamentos às 11 horas locais (meio-dia em Brasília) da quinta-feira.

21h02 – Turk fez um discurso sem muitos pontos de destaque. Ele apenas pontuou as áreas onde a Eslovênia atuou diplomaticamente – dando destaque à área dos Direitos Humanos – e, como outros líderes, deu as boas vindas ao Sudão do Sul, apoiou a chegada do novo governo da Líbia e prometeu colaborar com a ONU em seus projetos para a resolução de conflitos.

20h51 – Depois do longo discurso do boliviano, ele dá lugar ao presidente da Eslovênia, Danilo Turk.

20h45 – O discurso de Evo Morales é um dos mais longos da Assembleia-Geral até o momento. O tom inflamado foi mantido por boa parte de seu pronunciamento.

20h37 – GUSTAVO CHACRA: De 1947 a 2011 – O Brasil na criação de Israel e Palestina

20h29 – Evo exorta a recuperação econômica vivida pela Bolívia nos últimos anos, à qual ele atribui as nacionalizações, especialmente dos hidrocarbonetos, a principal fonte de riqueza de seu país. “Deixamos de ser um país mendigo”.

20h25 – Inflamado, o boliviano propôs e refundação da ONU, e criticou o órgão por atender apenas aos interesses das nações desenvolvidas e não agir em casos como o de Cuba – para o qual, segundo ele, é a vontade do mundo que o embargo americano seja levantado – e dos territórios palestinos, “violentamente bombardeados”. Evo, aliás, deu as boas vindas à Palestina na ONU.

20h18 – Evo iniciou o discurso criticando duramente as nações desenvolvidas, culpando-as pela crise internacional e pelas desigualdades. “Como é possível que 1% da população tenha 50% das riquezas do mundo? Com essas profundas difeernças, como podemos resolver o problema da pobreza?”. Evo ainda criticou os “imperialistas”, que tentam controlar as fontes de energia e reclamou que por defender tais posições, ele e seus aliados são chamados de marxistas, leninistas, maoístas, e são demonizados por defender mais igualdades.

20h13 – Agora é a vez de Evo Morales, presidente da Bolívia.

20h11 – TOLEDO: As palavras de Dilma em seu discurso de abertura na Assembleia-Geral da ONU.

20h07 – O moçambicano diz reconhecer a importância da ONU e de seu Conselho de Segurança, mas também pede uma reforma para que órgão torne-se mais representativo para nações africanas.

20h04 – Guebuza inicia o discurso dizendo que a sessão da Assembleia-Geral ocorre em um momento no qual o mundo enfrenta a crise financeira global, a alta no preço dos combustíveis, o ressurgimento de focos de instabilidade política no norte da África e no Oriente Médio, a ocorrência de desastres naturais e epidemias de doenças como Aids, malária e tuberculose.

19h56 – O presidente Armando Guebuza, do Moçambique, é o próximo a discursar.

19h42 – Relembre o discurso de Dilma Rousseff na Assembleia-Geral da ONU. A presidente defendeu o reconhecimento do Estado palestino.

19h33 – Além de Wade, do Senegal, ainda discursarão Armando Guebuza, do Moçambique, Hamid Karzai, do Afeganistão, Evo Morales, da Bolvia, Danilo Turk, da Eslovênia, e Idriss Itno, do Chade.

19h29 – Quem fala agora é Abdoulaye Wade, presidente do Senegal.

19h26 – Artigo: ‘O perigo existencial de Israel está em si mesmo’

19h20 – Quando tratou de assuntos globais, o presidente guatemalteco pediu que os Estados Unidos levantem o embargo econômico que mantêm sobre Cuba, medida que seria benéfica a “ambos os países”. Colom ainda mencionou os protestos no Oriente Médio e no Norte da África e declarou apoio ao reconhecimento do Estado palestino.

19h14 – Colom começa falando sobre a eficácia de suas políticas no país – como combateu a violência, como melhorou a situação econômica guatemalteca, etc., e então lista os desafios que seu país ainda enfrenta.

Mas nenhum assunto em âmbito mundial.

19h06 – Álvaro Colom, presidente da Guatemala, está discursando.

19h03 – O discurso do letão foi padrão – citou a ameaça do terrorismo, elogiou as revoltas no mundo árabe e se disse preocupado com a crise financeira.

18h48 – O próximo a falar é Adris Bērziņš, presidente da Letônia.

18h42 – E Zuma repete o discurso dos emergentes – apoia a iniciativa palestina de buscar o reconhecimento de seu Estado e pede uma cadeira permanente no Conselho de Segurança, dessa vez para os países africanos.

Sobre seus vizinhos, ele pede mais esforços da comunidade internacional da ONU no combate à fome no Chifre da África.

18h37 – Finalmente, ele cita a Líbia. Meios diplomáticos foram preteridos em favor a meios militares”. Ele pediu o fim dos bombardeios da Otan, o fim da zona de exlusão aérea e exortou as novas autoridades líbias a tomar ações contra a discriminação e a matança de imigrantes africanos na Líbia.

18h35 – O sul-africano critica a ONU. “A ONU não deve tomar parte em nenhum conflito, deve manter sua imparcialidade”. Zuma, aliado de Muamar Kadafi, ditador da Líbia, se opôs abertamente ao mandato da ONU que permitiu ataques aéreos da Otan contra as instalaões do coronel. Zuma, porém, não citou situações específicas ao tecer seus comentários.

18h33 – Zuma lembra os dez anos dos atentados de 11 de setembro e afirma que a África do Sul está unida às outras nações para combater o terrorismo em todas as suas formas.

18h28 – Jacob Zuma, presidente da África do Sul, vai iniciar seu discurso.

18h08 – Fala agora Elbegdorj Tsakhia, presidente da Mongólia.

18h04 – Jagdeo foi outro que defendeu a “modernização” da ONU, e a transformação do Conselho de Segurança em um órgão mais “democrático”, o que permitiria a correção das “inconsistências” do órgão internacional.

18h00 – Para Jagdeo, o mundo precisa se concentrar em manter quatro ‘seguranças’: segurança alimentar, segurança ambiental, segurança de recursos e segurança climática. Segundo o presindente da Guiana, esses são aspectos fundamentais para que o mundo tenha condições de se desenvolver. São desafios que, segundo ele, representam “dificuldades, mas também oportunidades”.

17h58 – ENQUETE: Você concorda com o discurso feito pela presidente Dilma Rousseff n a Assembleia-Geral na ONU?

17h52 – Sobe ao palanque Bharrat Jagdeo, presidente da Guiana.

17h44 – O presidente bósnio expressou seu apoio ao programa de combate ao terrorismo da ONU e disse acreditar que ainda serão necessários esforços para garantir a estabildade do Afeganistão. O presidente afegão, Hamid Karzai, discursará também nesta quarta.

17h39 – A Bósnia é um dos atuais membros rotativos do Conselho de Segurança da ONU. Željko Komšić fala sobre o período e sobre as conclusões do país no que diz respeito à solução de conflitos. Ele agradeceu a ONU pela oportunidade de permitir que “pequenos países” como o dele expressem suas opiniões em um órgão tão importante quanto o Conselho de Segurança.

17h35 – Željko Komšić,chefe da presidência da Bósnia-Herzegovina, é o próximo a falar.

17h33 – Kagame fez um discurso rápido, abordando assuntos relativos à África.

17h30 – Relembre o discurso de Dilma Rousseff na Assembleia-Geral da ONU. A presidente defendeu o reconhecimento do Estado palestino.

17h23 – É a vez de Paul Kagame, presidente da Ruanda.

17h16 – Por fim, Lugo pede abertamente o reconhecimento da Palestina como um Estado soberano e independente, o que seria “um grande passo na resolução das questões de paz do Oriente Médio”.

17h08 – “A crise financeira e os conflitos são reflexos dos interesses das potências dominantes”. Ele cita Nelson Mandela: “Não há democracia com pobreza, não há democracia com desigualdade social”.

17h06 – Lugo defende que a riqueza seja dividida, o que diminuiria ou até acabaria com os conflitos regionais e mundiais. Ele fala sobre a situação da América Latina, onde todos os países são ex-colônias europeias. “Nós exportamos água, alimentos, e ainda vemos a pobreza aqui. Não é justo que a América Latina continue assim”, protesta o paraguaio.

17h02 – “A ONU precisa discutir maneiras de ajudar seus membros de sair da crise”, disse Lugo, referindo-se a situações financeiras e humanitárias. Segundo ele, a solidariedade passou de prioridade para o caminho do progresso.

16h55 – Quem sobre ao palanque agora para falar é o presidente do Paraguai, Fernando Lugo.

16h53 – Yanukovich defendeu que o Conselho de Segurança seja expandido e tenha uma cadeira rotativa para países do Leste Europeu. Ele finalizou seu discurso com este argumento, citado por vários outros chefes de Estado.

16h48 – O líder ucraniano exaltou seu país como um dos exemplos a serem seguidos no que diz respeito a políticas nucleares, advogando pela não-proliferação nuclear. A Ucrânia é famosa por ter sido palco do maior acidente nuclear da história – o de Chernobyl, em 1986.

16h46 – Yanukovich condenou o terrorismo em todas as suas formas, pois é uma prática que viola direitos humanos e a liberdade. Ele lembrou as vítimas dos atentados de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos.

16h42 – O líder ucraniano fala sobre as reformas que seu país tem promovido para assegurar uma sociedade mais democrática. Para isso, ele citou o 20º aniversário da independência da Ucrânia, uma ex-república soviética. Segundo ele, tem bases democráticas, como o resto da Europa, é uma forma de dialogar com esses países.

16h35 – Viktor Yanukovich, presidente da Ucrânia, é o 19º a discursar.

16h17 – Porfírio Lobo, presidente de Honduras, abre a segunda parte dos discursos.

15h53 – Calmy-Rey acaba de concluir seu discurso. Haverá um recesso de cerca de dez minutos na Assembleia-Geral.

15h48 – Micheline pediu mais esforços para que os países desenvolvidos – dentre os quais a Suíça – ajudem nações menos favorecidas. Sobre a questão palestina, ela citou a Convenção de Genebra como uma ferramenta que pode levar a uma solução. A suíça ainda defendeu uma reforma no Conselho de Segurança e disse que seu país poderia ajudar caso fizesse parte do órgão.

15h44 – O 17º chefe de Estado – e o último da primeira parte do dia – a discursar é a presidente da Suíça, Micheline Calmy-Rey.

15h38 – Ilves falou sobre meio-ambiente, sobre segurança mundial e cibernética e até citou a questão do Estado palestino, dizendo que a solução de dois Estados é a mais adequada. O ponto alto do discurso, porém, foi a defesa da reforma da ONU. Segundo o estoniano, o órgão deve mudar “assim como o mundo muda” e precisa estar aberto a “novos desenvolvimentos”.

15h31 – ENQUETE: Você concorda com o discurso feito pela presidente Dilma Rousseff n a Assembleia-Geral na ONU?

15h25 – É a vez de Mr. Toomas Hendrik Ilves, presidente da Estônia.

15h20 – O nigeriano foi brevemente aplaudido quando disse, “orgulhosamente”, que 30% do seu gabinete é composto de mulheres e que seu país apoia firmemente a ONU para Mulheres.

15h17 – Vale lembrar que o presidente da Autoridade Palestina (AP), Mahmoud Abbas, e o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, discursarão na sexta-feira na Assembleia-Geral.

15h15 – Como membro rotativo do Conselho de Segurança, Jonathan falou majoritariamente sobre conflitos e tratados de armas em seu discurso. Ele propôs a criação de uma Comissão de Mediação de Conflitos, que formularia regras para lidar com situações do tipo em todo o mundo.

Em nenhum momento, porém, ele citou a questão palestina.

15h08 – A expectativa pelo discurso de Jonathan gira em torno do posicionamento da Nigéria a respeito do Estado palestino. A Nigéria é um dos membros rotativosdo Conselho de Segurança do órgão, e seu apoio seria imprescindível para que a petição apresentada pelos palestinos passe. De acordo com Ehud Barak, ministro de Defesa de Israel, os nigerianos poderiam retirar seu apoio ao Estado palestino.

15h06 – O 15º a discursar nesta quarta é Goodluck Jonathan, presidente da Nigéria.

15h05 – Leia na íntegra o discurso de Dilma Rousseff na Assembleia-Geral da ONU.

15h01 – Sobre a Colômbia em si, Santos disse que seu país vai continuar a lutar contra o narcotráfico, pois embora já se prodrediu muito nesse aspecto, ainda há muito o que fazer. O colombiano disse ter consciência de que o narcotráfico alimenta o terrorismo e que por isso é um programa de segurança internacional, o que faz do crime organizado algo a ser combatido por todo o mundo.

14h58 – Santos começou elogiando a ONU por seu papel no apoio à Primavera Árabe, o que chamou de “mudanças históricas” no mundo.

14h50 – Quem fala agora é Juan Manuel Santos, presidente da Colômbia, o 14º a discursar.

14h48 – Tarja ressaltou o “direito dos palestinos de buscar seu Estado na ONU”. Além disso, pediu maior reconhecimento do trabalho feminino em âmbito governamental e diplomático.

14h40 – Sobe ao palanque Tarja Halonen, presidente finlandesa, a 13ª chefe de Estado do dia.

14h36 – Para Abdullah, a questão dos assentamentos é algo central na questão da Palestina. De acordo com ele, todo o mundo árabe gira em torno de Jerusalém Oriental, onde há atividade de colônias, um assunto que só pode ser resolvido por negociações. “Não se pode eliminar o caráter árabe de Jerusalém Oriental”, disse ele, citando seu pai, antigo rei da Jordânia.

A solução de dois estados é a única que pode garantir a paz e a segurança, é o centro de todas as propostas, inclusive a apoiada pela Liga Árabe. Segundo ele, o órgão concorda que as negociações devem continuar para que haja a paz entre as partes.

Por fim, declarou “total apoio” ao Estado palestino, dizendo que é o direito dos palestinos buscar o reconhecimento do seu país na ONU, a casa das nações. “Uma nova era de oportunidades está acontecendo em nossa região”, finalizou.

14h32 – Abdullah fala sobre os aspectos positivos que a Primavera Árabe pode levar ao Oriente Médio, como a democratização e sociedades mais igualitárias.

Ele também cita a questão entre israelenses e palestinos. Para ele, esta é a fonte dos principais atritos no Oriente Médio.

14h30 – Fala agora o rei da Jordânia, Abdullah II.

14h26 – Até agora, discursaram o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, a presidente do Brasil, Dilma Rousseff, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, o emir do Catar, Hamad bin Khalifa al-Thani, o presidente do México, Felipe Calderón, o presidente do Cazaquistão, Nursultan Nazarbayev, o presidente da França, Nicolas Sarkozy, a presidente da Argentina, Cristina Kirchner, o presidente do Líbano, Michel Suleiman, o presidente da Coreia do Sul, Lee Myung-bak, e Teodoro Mbasogo, presidente da Guiné Equatorial.

14h18 – ENQUETE: Você concorda com o discurso feito pela presidente Dilma Rousseff n a Assembleia-Geral na ONU?

14h15 – “A ONU deve se reconfigurar e voltar a ter um caráter representativo para todo o mundo, para que todas as vozes sejam ouvidas”, diz Mbasogo.

14h08 – Fala agora o presidente da Guiné Equatorial, Teodoro Mbasogo, o 11º a discursar.

14h06 – O sul-coreano encerra o discurso citando a cooperação da ONU com outros países, dizendo que seu país está a serviço do órgão internacional e exaltando as boas relações de sua nação com outros Estados-membros da entidade.

13h59 – Lee ainda pediu que os países desenvolvidos ajudem as nações em desenvolvimento a estabelecerem um crescimento econômico estável e sustentável.

13h56 – O sul-coreano elogiou os povos da Tunísia, do Egito e da Líbia por sua luta em prol da democracia no Oriente Médio e no norte da África e disse que a Síria e o Iêmen vivem momentos de efervecência que culminarão como ocorreu com os outros países onde regimes ditatoriais caíram.

13h52 – Lee pede que a comunidade internacional reforce seus trabalhos de combate ao terrorismo e à proliferação de armas nucleares. O segundo ponto é um assunto de extremo interesse para a Coreia do Sul, devido ao programa nuclear norte-coreano. Lee afirmou que “o terrorismo nuclear é talvez a maior ameaça ao mundo”.

O sul-coreano ainda anunciou que a 2ª cúpula de debates sobre o desarmamento nuclear ocorrerá em março de 2012 em Seul.

13h49 – “A Coreia do Sul cresceu e desenvolveu junto com a ONU”, diz Lee, depois de elogiar a gestão de Ban Ki-moon, também sul-coreano, no órgão internacional. Ele cita vários momentos históricos em que a Coreia do Sul e a ONU atuaram em conjunto.

13h47 – Quem vai ao palanque agora é Lee Myung-bak, presidente da Coreia do Sul. É o 10º chefe de Estado a falar.

13h44 – Como o esperado, o discurso de Suleiman girou em torno do Oriente Médio – Estado palestino e Primavera Árabe. Elogiou os pvos árabes e destacou o direito dos palestinos de buscar seu Estado, iniciativa apoiada pelo Líbano. O reconhecimento da Palestina, porém, disse o libanês, não encerra as questões palestinas.

13h28 – O próximo a discursar é o presidente do Líbano, Michel Suleiman.

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13h20 – A presidente argentina lembra a delicada questão das ilhas Malvinas.

13h14 - Cristina: o não reconhecimento da Palestina trará mais malefícios ao mundo do que benefícios.

13h10 – Para termos um mundo mais democrático, temos que fazer uma ONU mais democrática, e com isso eu quero dizer o Conselho de Segurança, disse Cristina, pedindo o fim do veto.

13h08 – Leia na íntegra o discurso de Dilma Rousseff na Assembleia-Geral da ONU.

13h04 – Kirchner fala sobre a especulação financeira e como ela é prejudicial a economia e sociedade.

12h58 – Cristina Kirchner (na foto abaixo), presidente da Argentina, é a próxima a falar na Assembleia-Geral.

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12h55 – Sarkozy: Israelenses, ouçam o pedido de liberdade e democracia dos jovens da primavera árabe. A hora chegou para construirmos a paz para as crianças da Palestina e de Israel.

12h53 – O presidente francês proprõe que a Palestina seja reconhecida como um membro observador na ONU, já que segundo ele, há a necessidade de mais negociações.

12h52 – Sarkozy: No entanto, não podemos aprovar uma ameça ao Estado de Israel.

12h50 – Sarkozy: Nos coloquemos no lugar dos palestinos – seu pedido por reconhecimento é legítimo.

12h48 – O presidente Sarkozy disse que pré condições para negociações irão levar ao fracasso.

12h47 – Sarkozy: a paz será construía por Israel e Palestina, e por ninguém mais. Mas podemos ajudar.

12h44 – O presidente francês começa seu discurso falando sobre as mudanças que ocorreram em um ano: a crise econômica e a primavera árabe.

12h42 – Nicolas Sarkozy (na foto abaixo), presidente da França, é o próximo a falar.

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12h36 – Casaquistão: Sem um Estado, os palestinos não conseguirão atingir uma paz duradoura.

12h34 – O Casaquistão aborda a questão das armas nucleares e o seu controle, assim como falou o presidente Obama durante seu discurso.

12h27 – O próximo a proferir seu discurso é o presidente do Casaquistão, Nursultan Nazarbayev (foto abaixo).
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Shannon Stapleton/Reuters

12h25 – O presidente mexicano pediu a reforma do sistema das Nações Unidas, como forma de alcançar uma maior representatividade na Organização, fazendo coro ao discurso de Dilma.

12h21 – Calderón menciona o conflito entre palestinos e israelenses e diz que a ONU deve buscar uma forma de resolver o conflito de forma pacífica. Ele também defende o estabelecimento de um Estado palestino como forma de uma solução negociada com Israel.

12h12 – O presidente mexicano menciona também questões sobre crime organizado e formas de combatê-lo.

12h07 – Calderón fala na necessidade de aumento de produção de alimentos.

12h02 – Agora quem tem a palavra é Felipe Calderón, presidente do México (foto abaixo).

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Shannon Stapleton/Reuters

12h – O emir do Catar concluiu seu discurso.

11h49 – Assista ao discurso do presidente americano, Barack Obama.

11h47 – Obama defende os direitos civis ao redor do mundo, de crianças, mulheres, minorias, gays e lésbicas.

11h44 – O presidente americano (foto abaixo) comparou a corrupção em governos a um câncer.

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11h43 – Obama: “A vida de uma criança na Somália é tão valiosa como a de qualquer outra. Temos que investir na saúde de mulheres e crianças”.

11h42 – O correspondente do estadão.com.br em Nova York, Gustavo Chacra, relata que neste momento a presidente Dilma está sentada e acompanhando o discurso de Obama no plenário da Assembleia-Geral.

11h40 – “Nossos destinos estão interconectados”, falou Obama sobre a crise econômica mundial. Lembrando a crise de 2008, o presidente americano disse que os países têm que se juntar para combarter a recessão.

11h38 – O presidente americano mencionou o acordo dos EUA com a Rússia para reduzir seu armazenamento de armas nucleares como um exemplo a ser seguido.

11h37 – Obama: “Paz não é apenas a falta de guerra. Para uma paz duradoura temos que pensar em um mundo sem a ameaça nuclear”. Trata-se de uma clara referência ao Irã.

11h36Em discurso histórico, Dilma defende Estado palestino na ONU. Leia no estadão.com.br.

11h34 – Obama: as duas nações devem negociar para que Israel possa viver de forma segura ao lado de um Estado palestino independente.

11h33 – @gugachacra: Direto da ONU – Obama diz que os palestinos têm o direito a um Estado, mas a paz só pode ser atingida através de um acordo com Israel. O presidente da Autoridade Palestina (AP), Mahmud Abbas (foto abaixo) acompanha o discurso dentro da sala da Assembleia-Geral.

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11h31 – “Israelenses e palestinos devem concordar, eles, sobre suas fronteiras, e não nós”, diz Obama, reforçando a visão dos EUA sobre as negociações diretas entre as duas partes.

11h28 – O presidente Obama pede paz na Síria, Iêmen e Bahrein, através de conversas e meio democráticos. Ele pediu sanções para a Síria, mas não mencionou tais medidas para Iêmen e Bahrein. Ele ressalta o papel de um governo transparente e democrático, com respeito aos diretos civis e humanos.

11h27 – Dilma enfatizou o papel da mulher em seu discurso na ONU. Leia no estadão.com.br.

11h25 – Falando sobre a Líbia, Obama disse que os países têm que apoiar seu novo governo e sua população. Mustafa Abdel Jalil, líder do Conselho Nacional de Transição (CNT), governo interino da Líbia, está presente na sala da Assembleia-Geral (foto abaixo).

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11h13 – Segundo o correspondente Gustavo Chacra, a presidente Dilma deixou a sala da Assembleia-Geral após seu discurso e não acompanha a fala de Obama de dentro do local.

11h11 – O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, é chamado ao palanque e começa seu discurso falando em paz mundial.

11h10 – Leia, em inglês, extratos do discurso da presidente brasileira Dilma Rousseff. Assista também à fala dela, no site da Assembleia-Geral da ONU. Dilma foi a primeira mulher na história a abrir os trabalhos da Assembleia-Geral da ONU. Leia também a íntegra, em português, do discurso da presidente.

11h09 – Ao concluir o discurso, Dilma é aplaudida de pé pelos presentes na sala da Assembleia-Geral.

11h04 – “Venho de um país no qual judeus e árabes vivem em paz”, afirma Dilma (foto abaixo).

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11h03 – Dilma fala em paz duradoura no Oriente Médio. E defende a criação de um Estado palestino.

11h02 – “Quero estender ao Sudão do Sul as boas vindas ao nosso grupo de nações”, diz a presidente. E segue: “Lamento ainda não poder saudar nessa tribuna o ingresso da Palestina”, diz. Ela é aplaudida.

11h – “Vivemos em paz com os nossos vizinhos há mais de 140 anos”, diz Dilma. Ela também menciona o compromisso de abdicar de programa nuclear. Segundo a presidente, o Brasil é um “vetor de paz”.

10h59 – Dilma defende o ideal de liberdade no mundo árabe, relata o correspondente em Nova York.

10h57 – De acordo com o correspondente do estadão.com.br em Nova York, Gustavo Chacra, os presidentes americano, Barack Obama, e do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, não estão na sala da Assembleia-Geral durante o discurso de Dilma.

10h56 – Chacra, de Nova York: Dilma diz que Brasil tem pleno emprego e situação é inversa dos EUA. Diz que quer ajudar.

10h55 – “É preciso combater as causas e não apenas as consequências da instabilidade”, diz a presidente.

10h53 – A presidente Dilma segue falando sobre a crise financeira mundial.

10h49 – “É vital combater essa praga”, diz Dilma em referência aos mais de 200 milhões de desempregados no mundo.

10h47 – A presidente Dilma começa a falar sobre a crise econômica mundial. Segundo ela, “todos os países têm o direito de participar das soluções” para a crise. “Crise econômica pode provocar ruptura política e social”, diz. Para assistir ao discurso no português original, acesse o site da NBR.

10h46 – Dilma: “Divido essa emoção com mais da metade dos seres humanos do planeta que, como eu, nasceram mulheres”. Ela é novamente aplaudida. A voz da presidente demonstra que ela está emocionada.

10h45 – “Pela primeira vez na história das Nações Unidas uma voz feminina inaugura o debate geral. É a voz da democracia e da igualdade”. Dilma é aplaudida logo ao começar o discurso.

10h44 – A presidente Dilma é anunciada pelo catariano e sobe ao palanque para começar seu discurso. O Brasil tradicionalmente abre a sessão anual da Assembleia Geral da ONU.

10h39 – Leia, em inglês, a íntegra da fala do presidente da 66ª sessão da Assembleia-Geral da ONU, Nassir Abdulaziz al-Nasser. Assista também à fala de Al-Nasser.

10h22 – Logo após a fala do secretário geral, é a vez do presidente da 66ª sessão da Assembleia-Geral, Nassir Abdulaziz Nasser, do Catar. A presidente brasileira deve falar logo após Nasser.

10h26 – Leia, em inglês, extratos do discurso do secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon. Assista também à fala de Ban.

10h28 – O secretário geral da ONU, Ban Ki-moon, já concluiu o discurso. A presidente Dilma deve falar logo mais. Na foto abaixo, telões exibem o discurso na sala da Assembleia-Geral da ONU.

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10h26 – Entre os assuntos que Dilma deve mencionar no discurso estão a crise econômica mundial, o desejo do Brasil de ocupar um posto no Conselho de Segurança e a questão palestina.

10h21 – Apesar de Ban já ter anunciado a presidente brasileira, de acordo com o correspondente do estadão.com.br em Nova York, Gustavo Chacra, ela ainda não chegou ao local. O Brasil segue representado apenas pela embaixadora junto à ONU.

10h20 – Ban apresenta a presidente Dilma Rousseff e menciona o fato de ela ser a primeira mulher na história a abrir a sessão anual da Assembleia-Geral da ONU. É aplaudido. O discurso dela, que estava previsto para 10h (horário de Brasília) ainda não começou.

10h19Gustavo Chacra, correspondente do estadão.com.br em Nova York: Ban Ki-moon critica Síria na ONU, mas ignora Bahrein e Iêmen. Dilma e Obama ainda não chegaram.

10h18 – O secretário geral da ONU mencionou a Síria. Segundo Ban, após seis meses de escalada crescente de violência e repressão, “é hora de ação”.

10h17 – Ban menciona, entre outras crises no mundo, a fome na Somália. Ele alterna, em seu discurso, o inglês e o francês.

10h15 – De acordo com o secretário geral da ONU, os palestinos precisam de um Estado e Israel, de segurança. A posição

10h09 – O principal tema da agenda da ONU nesta 66ª sessão, que a presidente Dilma Rousseff abre logo mais, é a discussão sobre o Estado palestino.

10h08 – O Egito e a Líbia, que sofreram mudanças nos últimos meses, com a queda do presidente Hosni Mubarak e do ditador Muamar Kadafi, respectivamente, enviam à Assembleia-Geral da ONU novas lideranças.

10h05 – O secretário geral da ONU, Ban Ki-moon, fala neste momento diante da Assembleia-Geral da ONU. Na agenda do dia estão discursos de outros líderes, entre eles o presidente iraniano, Mahmud Ahmadinejad.

10h04 – O discurso de Dilma na abertura da Assembleia-Geral da ONU, previsto para começar às 10h (9h no horário de Nova York) está atrasado.

* O horário dos posts está no fuso de Brasília

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NOVA YORK – A presidente Dilma Rousseff, dando continuidade à tradição de o Brasil abrir a sessão anual da Assembleia-Geral da ONU, faz discurso nesta quarta-feira, 21, na sede da organização em Nova York. Acompanhe ao vivo as palavras da presidente e os discursos de outros líderes. Os posts estão no horário de Brasília.

Veja também:
HOTSITE: A busca pelo Estado palestino
CHACRA: Acompanhe o blog do correspondente
Os destaques dos discursos da quarta-feira, 21

11h09 – Ao concluir o discurso, Dilma é aplaudida de pé pelos presentes na sala da Assembleia-Geral.

11h04 – “Venho de um país no qual judeus e árabes vivem em paz”, afirma Dilma (foto abaixo).

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11h03 – Dilma fala em paz duradoura no Oriente Médio. E defende a criação de um Estado palestino.

11h02 – “Quero estender ao Sudão do Sul as boas vindas ao nosso grupo de nações”, diz a presidente. E segue: “Lamento ainda não poder saudar nessa tribuna o ingresso da Palestina”, diz. Ela é aplaudida.

11h – “Vivemos em paz com os nossos vizinhos há mais de 140 anos”, diz Dilma. Ela também menciona o compromisso de abdicar de programa nuclear. Segundo a presidente, o Brasil é um “vetor de paz”.

10h59 – Dilma defende o ideal de liberdade no mundo árabe, relata o correspondente em Nova York.

10h57 – De acordo com o correspondente do estadão.com.br em Nova York, Gustavo Chacra, os presidentes americano, Barack Obama, e do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, não estão na sala da Assembleia-Geral durante o discurso de Dilma.

10h56 – Chacra, de Nova York: Dilma diz que Brasil tem pleno emprego e situação é inversa dos EUA. Diz que quer ajudar.

10h55 – “É preciso combater as causas e não apenas as consequências da instabilidade”, diz a presidente.

10h53 – A presidente Dilma segue falando sobre a crise financeira mundial.

10h49 – “É vital combater essa praga”, diz Dilma em referência aos mais de 200 milhões de desempregados no mundo.

10h47 – A presidente Dilma começa a falar sobre a crise econômica mundial. Segundo ela, “todos os países têm o direito de participar das soluções” para a crise. “Crise econômica pode provocar ruptura política e social”, diz. Para assistir ao discurso no português original, acesse o site da NBR.

10h46 – Dilma: “Divido essa emoção com mais da metade dos seres humanos do planeta que, como eu, nasceram mulheres”. Ela é novamente aplaudida. A voz da presidente demonstra que ela está emocionada.

10h45 – “Pela primeira vez na história das Nações Unidas uma voz feminina inaugura o debate geral. É a voz da democracia e da igualdade”. Dilma é aplaudida logo ao começar o discurso.

10h44 – A presidente Dilma é anunciada pelo catariano e sobe ao palanque para começar seu discurso. O Brasil tradicionalmente abre a sessão anual da Assembleia Geral da ONU.

10h39 – Leia, em inglês, a íntegra da fala do presidente da 66ª sessão da Assembleia-Geral da ONU, Nassir Abdulaziz al-Nasser. Assista também à fala de Al-Nasser.

10h22 – Logo após a fala do secretário geral, é a vez do presidente da 66ª sessão da Assembleia-Geral, Nassir Abdulaziz Nasser, do Catar. A presidente brasileira deve falar logo após Nasser.

10h26 – Leia, em inglês, extratos do discurso do secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon. Assista também à fala de Ban.

10h28 – O secretário geral da ONU, Ban Ki-moon, já concluiu o discurso. A presidente Dilma deve falar logo mais. Na foto abaixo, telões exibem o discurso na sala da Assembleia-Geral da ONU.

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10h26 – Entre os assuntos que Dilma deve mencionar no discurso estão a crise econômica mundial, o desejo do Brasil de ocupar um posto no Conselho de Segurança e a questão palestina.

10h21 – Apesar de Ban já ter anunciado a presidente brasileira, de acordo com o correspondente do estadão.com.br em Nova York, Gustavo Chacra, ela ainda não chegou ao local. O Brasil segue representado apenas pela embaixadora junto à ONU.

10h20 – Ban apresenta a presidente Dilma Rousseff e menciona o fato de ela ser a primeira mulher na história a abrir a sessão anual da Assembleia-Geral da ONU. É aplaudido. O discurso dela, que estava previsto para 10h (horário de Brasília) ainda não começou.

10h19Gustavo Chacra, correspondente do estadão.com.br em Nova York: Ban Ki-moon critica Síria na ONU, mas ignora Bahrein e Iêmen. Dilma e Obama ainda não chegaram.

10h18 – O secretário geral da ONU mencionou a Síria. Segundo Ban, após seis meses de escalada crescente de violência e repressão, “é hora de ação”.

10h17 – Ban menciona, entre outras crises no mundo, a fome na Somália. Ele alterna, em seu discurso, o inglês e o francês.

10h15 – De acordo com o secretário geral da ONU, os palestinos precisam de um Estado e Israel, de segurança. A posição

10h09 – O principal tema da agenda da ONU nesta 66ª sessão, que a presidente Dilma Rousseff abre logo mais, é a discussão sobre o Estado palestino.

10h08 – O Egito e a Líbia, que sofreram mudanças nos últimos meses, com a queda do presidente Hosni Mubarak e do ditador Muamar Kadafi, respectivamente, enviam à Assembleia-Geral da ONU novas lideranças.

10h05 – O secretário geral da ONU, Ban Ki-moon, fala neste momento diante da Assembleia-Geral da ONU. Na agenda do dia estão discursos de outros líderes, entre eles o presidente iraniano, Mahmud Ahmadinejad.

10h04 – O discurso de Dilma na abertura da Assembleia-Geral da ONU, previsto para começar às 10h (9h no horário de Nova York) está atrasado.

* O horário dos posts está no fuso de Brasília

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A nova geração de um conflito. Crianças participam de marcha de colonos israelenses perto de Hebron, na Cisjordânia, contra a iniciativa da Autoridade Palestina de buscar o reconhecimento do Estado palestino na ONU. O futuro Estado palestino englobaria a Faixa de Gaza, Jerusalém Oriental e a Cisjordânia, o que poderia ocasionar a saída de colonos judeus que estão na área desde a ocupação israelense, iniciada na Guerra dos Seis Dias de 1967.

Mahmoud Abbas, presidente da Autoridade Palestina, apresentará sua proposta à ONU na sexta-feira, durante a Assembleia Geral do órgão internacional. Apesar do apoio de vários países, os palestinos enfrentam a oposição do próprio Estado judeu e dos Estados Unidos, que pressionam por uma solução negociada para os conflitos no Oriente Médio, que já duram gerações.

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  Seleção de imagens: Natália Russo, da editoria de Fotografia do estadão.com.br. Visite também o blog  Olhar sobre o mundo e a página de fotos do portal.

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