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Radar Global

Kolbi Zerbest, uma estudante de 19 anos, derrubou iogurte no presidente Barack Obama e em diversos integrantes do serviço secreto nesta terça-feira, 24. O incidente ocorreu durante uma visita inesperada de Obama à Universidade do Colorado. Ele estava cumprimentando pessoas em frente ao bar-restaurante Boulder, dos estudantes da universidade e, por conta do alvoroço, o iogurte caiu na sua calça.

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A estudante disse à TV MSNBC ter recebido um empurrão de um “paparazzi” que estava atrás dela. Ela pediu desculpas ao presidente e disse que estava “muito envergonhada”. Obama respondeu: “Tudo bem. Jogar iogurte no presidente, você tem uma história para contar!”. Depois, ainda conversaram por cerca de um minuto. A estudante disse que era um prazer estar com Obama.

“Nós estávamos esperando por ele, e acabamos ficando muito próximos do lugar que ele ia passar. A gente sabia que iria conseguir apertar a mão dele. Então quando o paparazzi veio correndo atrás de mim, bateu na tigela que eu estava segurando, e…”, disse Kolbi Zerbest.

A repórter adicionou que Obama ficou impressionado por ela ter admitido a culpa ao presidente. ”Eu não esperava que ele iria só limpar a sujeira e seguir andando para o carro, naturalmente”, adicionou. “Foi muito emocionante falar com ele por um tempo e tentar me explicar, mas provavelmente a maior parte do iogurte caiu em mim e no serviço secreto”, contou Zerbest.

Ainda na entrevista, a estudante, que é caloura na universidade, contou que estava indo participar de uma competição para entrar numa ‘Fraternidade’ (espécia de república estudantil das universidades dos EUA).

 

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Republicanos aproveitam episódio de vazamento de áudio do presidente americano para recuperar vídeo de 2001 em que o então senador se dizia contra sistema de defesa

AAMER MADHANI – USA TODAY

O presidente Obama tentou na terça-feira esclarecer sua sugestão, feita no dia anterior, de que haverá “mais flexibilidade” depois das eleições em novembro para abordar a controvertida proposta de construção de um sistema de defesa antimísseis na Europa.

Obama foi criticado por alguns republicanos em razão do comentário feito ao presidente russo, Dmitri Medvedev, a respeito da flexibilidade, captado por um microfone ligado na segunda feira.

Obama fez pouco da gafe ao cobrir o microfone com a mão ao cumprimentar o líder russo na Cúpula de Segurança Nuclear, perguntando aos repórteres se seus microfones estariam ligados. Ele então comentou a substância de sua conversa com Medvedev. “Acho que todos compreendem… Que desejo reduzir os arsenais nucleares”, disse Obama. “E um dos obstáculos para tanto é o estabelecimento da confiança mútua em relação ao tema da defesa antimísseis. Portanto, não se trata de esconder o jogo.”

Os russos se opõem à construção do sistema na Europa. Representantes do governo destacaram que o sistema de defesa antimísseis tem como objetivo proporcionar proteção contra um possível ataque com mísseis disparados pelo Irã, mas os russos temem que o sistema seja usado contra eles.

Obama reiterou seu compromisso com o sistema de defesa antimísseis. Ele disse que, no curto prazo, é impossível apressar sua implementação em razão da complexidade do tema, da resistência russa e da proximidade das eleições nos Estados Unidos. Os republicanos disseram que os comentários de Obama sugerem a possibilidade de ele estar disposto a abandonar o sistema de defesa.

Num memorando aos repórteres, representantes da Comissão Nacional Republicana (CNR) destacaram que Obama pediu cortes de US$ 9,3 bilhões nos programas de defesa antimísseis no orçamento de 2010. Os republicanos distribuíram o trecho de uma entrevista em vídeo gravada em 2001 no qual Obama diz: “Eu… Não concordo com um sistema de defesa antimísseis”.

Então senador pelo Estado de Illinois, Obama fez tal comentário ao criticar a escolha de Donald Rumsfeld para o cargo de secretário da Defesa. Rumsfeld defendia um sistema mais amplo, com base em instalações em terra, diferente do escudo antimísseis defendido por Obama atualmente.

A porta-voz da CNR, Kirsten Kukowski, disse que o vídeo é “relevante, especialmente depois do comentário feito ao presidente russo dizendo que é melhor esperar até o fim da eleição para realmente tratar do assunto”.

O porta-voz da campanha de Obama, Ben LaBolt, disse que a CNR distribuiu um vídeo que “não passa de uma sobra requentada da campanha de 2008, um comentário editado e tirado de contexto”.

A Casa Branca reagiu ao candidato republicano Mitt Romney, que chamou na véspera a Rússia de “principal adversária geopolítica” dos EUA, mostrando-se “muito preocupado” com os comentários do presidente.

“A Rússia não é uma amiga no palco mundial, e o fato do presidente buscar uma maior flexibilidade num momento em que não terá de responder ao povo americano me parece extremamente alarmante”, disse Romney em entrevista à CNN.

O porta-voz da Casa Branca, Jay Carney, disse que o comentário de Romney ignora o fato de a Rússia ter cooperado em muitas questões difíceis, como a imposição de sanções ao Irã no Conselho de Segurança das Nações Unidas. “Me parece pouco correto dizer isso a respeito da Rússia”, disse ele.

Ainda na terça-feira, Obama reuniu-se com o primeiro-ministro paquistanês, Yusuf Raza Gilani. O encontro, ocorrido num momento de tensão entre Paquistão e EUA, marcou a negociação de mais alto nível entre os dois países desde que o ataque de forças de elite da Marinha americana levou à morte de Osama bin Laden.

Os paquistaneses estão promovendo uma reavaliação no parlamento depois que 24 de seus soldados foram mortos por engano num ataque aéreo americano perto da fronteira.

Antes da reunião, Obama reconheceu que o relacionamento passa por um período difícil.

“Nos últimos meses, houve momentos em que, para não usar termos mais fortes, nosso relacionamento passou por períodos de desgaste”, disse Obama.

“Mas considero positivo o fato de o parlamento paquistanês estar reavaliando a natureza do relacionamento entre nossos países. Considero importante que este seja definido nos termos corretos.”

TRADUÇÃO DE AUGUSTO CALIL

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Visão Global; análises e comentários de especialistas

Candidatos republicanos demonstram pouco interesse nos detalhes do relacionamento dos EUA com o restante do mundo

CHRISTOPHER R. HILL
PROJECT SYNDICATE

Para muitos públicos estrangeiros, as primárias da eleição presidencial americana de 2012 – que infelizmente prosseguirão durante os próximos meses – devem ser uma assustadora demonstração de tudo aquilo que os americanos e seus líderes não sabem a respeito da política externa.

Os seguidos debates revelam o fato de que nenhum dos candidatos que pretendem desafiar o presidente Barack Obama está particularmente interessado nos detalhes de nenhum dos relacionamentos dos Estados Unidos com o restante do mundo – para não mencionar as crises no cenário internacional, especialmente aquelas que excluem soldados americanos.

De fato, a ignorância parece ser uma fonte de força para os candidatos que ainda participam da corrida. Quando John Huntsman, um dos primeiros a anunciar a candidatura, demonstrou certa capacidade intelectual ao apresentar argumentos úteis a respeito de como lidar com a China, pontuando sua fala com breves exemplos do seu domínio do mandarim, alguns dos outros candidatos responderam ridicularizando-o.

O fato de simplesmente conhecer a perspectiva chinesa parece ter desabonado Huntsman, que logo pôs fim à sua candidatura. Parece que cada vez mais a política externa excita apenas o lado emocional do cérebro de um candidato à presidência.

A verdade é que os americanos com frequência têm dificuldade para compreender por que deveriam se importar com os detalhes da política externa. Infelizmente, os candidatos republicanos pouco fizeram para ajudá-los. Em 2008, o então candidato John McCain fez tentativas ocasionais nesse sentido, chegando a explicar em determinado momento a um público cético suas opiniões a respeito dos crescentes problemas no Baluchistão. Na maioria dos casos, entretanto, os candidatos evitaram falar chinês e debater problemáticas províncias paquistanesas.

Talvez o mundo espere que o povo americano – os condutores da única superpotência do mundo – estivesse muito mais envolvido nas questões da política externa. Em vez disso, o que a comunidade internacional vê são os americanos reduzindo cada vez mais seu envolvimento no mundo a um simples teatro das moralidades – parecendo evocar o icônico papel de Gary Cooper como o xerife solitário em meio aos covardes moradores em Matar ou Morrer. Aqueles que enxergam um papel a ser desempenhado por uma “coalizão dos dispostos” talvez tenham a mente suficientemente aberta para pensar em Rio Bravo, no qual John Wayne recebe bem alguns aliados.

Os estrangeiros que visitam os EUA costumam comentar que os americanos estão provavelmente entre os povos mais patrióticos do mundo, e essa característica torna-se cada vez mais acentuada. As pessoas costumavam pendurar bandeiras americanas na porta de casa somente nos feriados nacionais. Caso contrário, eram vistas somente do lado de fora dos edifícios do governo. Hoje, elas estão por toda parte durante o ano inteiro – e parece que as maiores bandeiras são encontradas do lado de fora das concessionárias de veículos, por mais que estas vendam carros importados. Da mesma maneira, durante décadas, os jogos de beisebol foram precedidos do hino nacional. Hoje em dia, depois de dois terços da partida, pede-se aos fãs que se levantem novamente para cantar o hino.

É claro que parte da dinâmica atual tem a ver com as consequências dos ataques terroristas de 11 de setembro de 2001. Mas essa onda de sentimento patriótico parece ser sustentada por forças ainda mais potentes – talvez por uma frustrante percepção de que as motivações americanas não são devidamente compreendidas no restante do mundo. Uma canção country antiga e ainda popular resume isso no refrão: “Tenho orgulho de ser americano, onde ao menos sei que sou livre”.
Ao menos? Os Estados Unidos têm uma economia do conhecimento e um dos mais elevados padrões de vida do mundo há décadas. A liberdade é sem dúvida o alicerce desse sucesso, mas, sem querer ir deliberadamente contra a maré, essa conquista também é motivo de orgulho. Mesmo hoje, a economia americana continua sendo uma das características do país mais admiradas no restante do mundo – incluindo a China.

Ainda assim, os americanos parecem desencorajados. Lembro-me do olhar entristecido no rosto de uma observadora americana das eleições no Iraque, uma legisladora estadual do Texas, quando esta perguntou a um representante iraquiano se o Iraque tinha planos de recompensar os EUA por “trazer a democracia” ao país dele. O representante (que demorou um pouco para entender a pergunta) balançou a cabeça, soturno. Ela se afastou.

Intelecto. Os debates presidenciais deste ano abordaram a política externa somente em termos do quanto cada candidato se mostraria “durão” o bastante para lidar com os desafios – em se tratando de fortaleza emocional, e não da base intelectual necessária para compreender esses desafios.

A história política americana está repleta de presidentes que, de uma maneira ou de outra, pareceram demonstrar fraqueza no palco mundial. O primeiro encontro do presidente John F. Kennedy com o premiê soviético Nikita Khruchev é um exemplo de destaque no folclore americano: o jovem presidente americano transmite uma aparência de fragilidade ao seu correspondente soviético, que então tenta instalar impunemente mísseis nucleares de longo alcance em Cuba, uma jogada que levou ao ponto mais próximo que EUA e URSS chegaram de uma guerra. Levando-se em consideração narrativas desse tipo, a política externa regride nas eleições americanas a uma espécie de teste de testosterona, deixando de lado aquilo que é necessário: um teste do conhecimento e da capacidade de decisão de um candidato.

A boa notícia é que são muitas as evidências históricas sugerindo que, uma vez na Casa Branca, o candidato desenvolve uma compreensão dos temas e um instinto diante das nuances necessárias para lidar com eles – um fato que deve acalmar o público internacional.

Seja ela causada por um excesso de TV a cabo, ou por um excesso dos próprios debates, a “temporada das asneiras” parece especialmente prolongada, até assustadora. Quer os candidatos à presidência o saibam ou quer não estejam nem remotamente interessados, o mundo escuta suas palavras com mais atenção do que aquela às vezes demonstrada por eles ao proferi-las. / TRADUÇÃO DE AUGUSTO CALIL

É EX-SECRETÁRIO-ASSISTENTE DE ESTADO PARA O LESTE ASIÁTICO, EMBAIXADOR AMERICANO NO IRAQUE, NA COREIA DO SUL, MACEDÔNIA E POLÔNIA, ENVIADO ESPECIAL DOS EUA AO KOSOVO E FEZ PARTE DAS NEGOCIAÇÕES DOS ACORDOS DE PAZ DE DAYTON. TRABALHA ATUALMENTE COMO DIRETOR DA FACULDADE DE ESTUDOS INTERNACIONAIS KORBEL, DA UNIVERSIDADE DE DENVER

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A Casa Branca divulgou um vídeo dos bastidores da produção do discurso do Estado da União, mostrando imagens do presidente Barack Obama editando o texto junto a assessores.

Junto ao vídeo, foi divulgado um texto de David Plouffe, um dos assessores do presidente. Ele diz que Obama verdadeiramente se empenha na produção do texto. “O presidente tem se reunido com os redatores e conversado com as equipes políticas. Ele trouxe novas ideias, reescreveu algumas partes e reordenou páginas. Para o presidente, não é simplesmente um exercício de edição. Ele vê o discurso como uma oportunidade para levar sua visão diretamente ao povo americano”, escreveu Plouffe.

Veja abaixo o vídeo:

E o discurso do Estado da União feito por Obama no ano passado e no ano retrasado:

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NOVA YORK – A presidente Dilma Rousseff, dando continuidade à tradição de o Brasil abrir a sessão anual da Assembleia-Geral da ONU, faz discurso nesta quarta-feira, 20, na sede da organização em Nova York. Acompanhe ao vivo as palavras da presidente e os discursos de outros líderes. Assista ao vídeo ao vivo direto da ONU e leia, logo abaixo, os comentários da equipe de jornalistas do estadão.com.br e dos correspondentes em Nova York, Gustavo Chacra e Lisandra Paraguassu. Os posts estão no horário de Brasília.

Veja também:
HOTSITE: A busca pelo Estado palestino
CHACRA: Acompanhe o blog do correspondente
VÍDEO: Assista ao discurso na página da NBR

21h08 – Terminam os discursos desta quarta-feira da 66ª Assembleia-Geral das Nações Unidas. Os chefes de Estado voltam aos pronunciamentos às 11 horas locais (meio-dia em Brasília) da quinta-feira.

21h02 – Turk fez um discurso sem muitos pontos de destaque. Ele apenas pontuou as áreas onde a Eslovênia atuou diplomaticamente – dando destaque à área dos Direitos Humanos – e, como outros líderes, deu as boas vindas ao Sudão do Sul, apoiou a chegada do novo governo da Líbia e prometeu colaborar com a ONU em seus projetos para a resolução de conflitos.

20h51 – Depois do longo discurso do boliviano, ele dá lugar ao presidente da Eslovênia, Danilo Turk.

20h45 – O discurso de Evo Morales é um dos mais longos da Assembleia-Geral até o momento. O tom inflamado foi mantido por boa parte de seu pronunciamento.

20h37 – GUSTAVO CHACRA: De 1947 a 2011 – O Brasil na criação de Israel e Palestina

20h29 – Evo exorta a recuperação econômica vivida pela Bolívia nos últimos anos, à qual ele atribui as nacionalizações, especialmente dos hidrocarbonetos, a principal fonte de riqueza de seu país. “Deixamos de ser um país mendigo”.

20h25 – Inflamado, o boliviano propôs e refundação da ONU, e criticou o órgão por atender apenas aos interesses das nações desenvolvidas e não agir em casos como o de Cuba – para o qual, segundo ele, é a vontade do mundo que o embargo americano seja levantado – e dos territórios palestinos, “violentamente bombardeados”. Evo, aliás, deu as boas vindas à Palestina na ONU.

20h18 – Evo iniciou o discurso criticando duramente as nações desenvolvidas, culpando-as pela crise internacional e pelas desigualdades. “Como é possível que 1% da população tenha 50% das riquezas do mundo? Com essas profundas difeernças, como podemos resolver o problema da pobreza?”. Evo ainda criticou os “imperialistas”, que tentam controlar as fontes de energia e reclamou que por defender tais posições, ele e seus aliados são chamados de marxistas, leninistas, maoístas, e são demonizados por defender mais igualdades.

20h13 – Agora é a vez de Evo Morales, presidente da Bolívia.

20h11 – TOLEDO: As palavras de Dilma em seu discurso de abertura na Assembleia-Geral da ONU.

20h07 – O moçambicano diz reconhecer a importância da ONU e de seu Conselho de Segurança, mas também pede uma reforma para que órgão torne-se mais representativo para nações africanas.

20h04 – Guebuza inicia o discurso dizendo que a sessão da Assembleia-Geral ocorre em um momento no qual o mundo enfrenta a crise financeira global, a alta no preço dos combustíveis, o ressurgimento de focos de instabilidade política no norte da África e no Oriente Médio, a ocorrência de desastres naturais e epidemias de doenças como Aids, malária e tuberculose.

19h56 – O presidente Armando Guebuza, do Moçambique, é o próximo a discursar.

19h42 – Relembre o discurso de Dilma Rousseff na Assembleia-Geral da ONU. A presidente defendeu o reconhecimento do Estado palestino.

19h33 – Além de Wade, do Senegal, ainda discursarão Armando Guebuza, do Moçambique, Hamid Karzai, do Afeganistão, Evo Morales, da Bolvia, Danilo Turk, da Eslovênia, e Idriss Itno, do Chade.

19h29 – Quem fala agora é Abdoulaye Wade, presidente do Senegal.

19h26 – Artigo: ‘O perigo existencial de Israel está em si mesmo’

19h20 – Quando tratou de assuntos globais, o presidente guatemalteco pediu que os Estados Unidos levantem o embargo econômico que mantêm sobre Cuba, medida que seria benéfica a “ambos os países”. Colom ainda mencionou os protestos no Oriente Médio e no Norte da África e declarou apoio ao reconhecimento do Estado palestino.

19h14 – Colom começa falando sobre a eficácia de suas políticas no país – como combateu a violência, como melhorou a situação econômica guatemalteca, etc., e então lista os desafios que seu país ainda enfrenta.

Mas nenhum assunto em âmbito mundial.

19h06 – Álvaro Colom, presidente da Guatemala, está discursando.

19h03 – O discurso do letão foi padrão – citou a ameaça do terrorismo, elogiou as revoltas no mundo árabe e se disse preocupado com a crise financeira.

18h48 – O próximo a falar é Adris Bērziņš, presidente da Letônia.

18h42 – E Zuma repete o discurso dos emergentes – apoia a iniciativa palestina de buscar o reconhecimento de seu Estado e pede uma cadeira permanente no Conselho de Segurança, dessa vez para os países africanos.

Sobre seus vizinhos, ele pede mais esforços da comunidade internacional da ONU no combate à fome no Chifre da África.

18h37 – Finalmente, ele cita a Líbia. Meios diplomáticos foram preteridos em favor a meios militares”. Ele pediu o fim dos bombardeios da Otan, o fim da zona de exlusão aérea e exortou as novas autoridades líbias a tomar ações contra a discriminação e a matança de imigrantes africanos na Líbia.

18h35 – O sul-africano critica a ONU. “A ONU não deve tomar parte em nenhum conflito, deve manter sua imparcialidade”. Zuma, aliado de Muamar Kadafi, ditador da Líbia, se opôs abertamente ao mandato da ONU que permitiu ataques aéreos da Otan contra as instalaões do coronel. Zuma, porém, não citou situações específicas ao tecer seus comentários.

18h33 – Zuma lembra os dez anos dos atentados de 11 de setembro e afirma que a África do Sul está unida às outras nações para combater o terrorismo em todas as suas formas.

18h28 – Jacob Zuma, presidente da África do Sul, vai iniciar seu discurso.

18h08 – Fala agora Elbegdorj Tsakhia, presidente da Mongólia.

18h04 – Jagdeo foi outro que defendeu a “modernização” da ONU, e a transformação do Conselho de Segurança em um órgão mais “democrático”, o que permitiria a correção das “inconsistências” do órgão internacional.

18h00 – Para Jagdeo, o mundo precisa se concentrar em manter quatro ‘seguranças’: segurança alimentar, segurança ambiental, segurança de recursos e segurança climática. Segundo o presindente da Guiana, esses são aspectos fundamentais para que o mundo tenha condições de se desenvolver. São desafios que, segundo ele, representam “dificuldades, mas também oportunidades”.

17h58 – ENQUETE: Você concorda com o discurso feito pela presidente Dilma Rousseff n a Assembleia-Geral na ONU?

17h52 – Sobe ao palanque Bharrat Jagdeo, presidente da Guiana.

17h44 – O presidente bósnio expressou seu apoio ao programa de combate ao terrorismo da ONU e disse acreditar que ainda serão necessários esforços para garantir a estabildade do Afeganistão. O presidente afegão, Hamid Karzai, discursará também nesta quarta.

17h39 – A Bósnia é um dos atuais membros rotativos do Conselho de Segurança da ONU. Željko Komšić fala sobre o período e sobre as conclusões do país no que diz respeito à solução de conflitos. Ele agradeceu a ONU pela oportunidade de permitir que “pequenos países” como o dele expressem suas opiniões em um órgão tão importante quanto o Conselho de Segurança.

17h35 – Željko Komšić,chefe da presidência da Bósnia-Herzegovina, é o próximo a falar.

17h33 – Kagame fez um discurso rápido, abordando assuntos relativos à África.

17h30 – Relembre o discurso de Dilma Rousseff na Assembleia-Geral da ONU. A presidente defendeu o reconhecimento do Estado palestino.

17h23 – É a vez de Paul Kagame, presidente da Ruanda.

17h16 – Por fim, Lugo pede abertamente o reconhecimento da Palestina como um Estado soberano e independente, o que seria “um grande passo na resolução das questões de paz do Oriente Médio”.

17h08 – “A crise financeira e os conflitos são reflexos dos interesses das potências dominantes”. Ele cita Nelson Mandela: “Não há democracia com pobreza, não há democracia com desigualdade social”.

17h06 – Lugo defende que a riqueza seja dividida, o que diminuiria ou até acabaria com os conflitos regionais e mundiais. Ele fala sobre a situação da América Latina, onde todos os países são ex-colônias europeias. “Nós exportamos água, alimentos, e ainda vemos a pobreza aqui. Não é justo que a América Latina continue assim”, protesta o paraguaio.

17h02 – “A ONU precisa discutir maneiras de ajudar seus membros de sair da crise”, disse Lugo, referindo-se a situações financeiras e humanitárias. Segundo ele, a solidariedade passou de prioridade para o caminho do progresso.

16h55 – Quem sobre ao palanque agora para falar é o presidente do Paraguai, Fernando Lugo.

16h53 – Yanukovich defendeu que o Conselho de Segurança seja expandido e tenha uma cadeira rotativa para países do Leste Europeu. Ele finalizou seu discurso com este argumento, citado por vários outros chefes de Estado.

16h48 – O líder ucraniano exaltou seu país como um dos exemplos a serem seguidos no que diz respeito a políticas nucleares, advogando pela não-proliferação nuclear. A Ucrânia é famosa por ter sido palco do maior acidente nuclear da história – o de Chernobyl, em 1986.

16h46 – Yanukovich condenou o terrorismo em todas as suas formas, pois é uma prática que viola direitos humanos e a liberdade. Ele lembrou as vítimas dos atentados de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos.

16h42 – O líder ucraniano fala sobre as reformas que seu país tem promovido para assegurar uma sociedade mais democrática. Para isso, ele citou o 20º aniversário da independência da Ucrânia, uma ex-república soviética. Segundo ele, tem bases democráticas, como o resto da Europa, é uma forma de dialogar com esses países.

16h35 – Viktor Yanukovich, presidente da Ucrânia, é o 19º a discursar.

16h17 – Porfírio Lobo, presidente de Honduras, abre a segunda parte dos discursos.

15h53 – Calmy-Rey acaba de concluir seu discurso. Haverá um recesso de cerca de dez minutos na Assembleia-Geral.

15h48 – Micheline pediu mais esforços para que os países desenvolvidos – dentre os quais a Suíça – ajudem nações menos favorecidas. Sobre a questão palestina, ela citou a Convenção de Genebra como uma ferramenta que pode levar a uma solução. A suíça ainda defendeu uma reforma no Conselho de Segurança e disse que seu país poderia ajudar caso fizesse parte do órgão.

15h44 – O 17º chefe de Estado – e o último da primeira parte do dia – a discursar é a presidente da Suíça, Micheline Calmy-Rey.

15h38 – Ilves falou sobre meio-ambiente, sobre segurança mundial e cibernética e até citou a questão do Estado palestino, dizendo que a solução de dois Estados é a mais adequada. O ponto alto do discurso, porém, foi a defesa da reforma da ONU. Segundo o estoniano, o órgão deve mudar “assim como o mundo muda” e precisa estar aberto a “novos desenvolvimentos”.

15h31 – ENQUETE: Você concorda com o discurso feito pela presidente Dilma Rousseff n a Assembleia-Geral na ONU?

15h25 – É a vez de Mr. Toomas Hendrik Ilves, presidente da Estônia.

15h20 – O nigeriano foi brevemente aplaudido quando disse, “orgulhosamente”, que 30% do seu gabinete é composto de mulheres e que seu país apoia firmemente a ONU para Mulheres.

15h17 – Vale lembrar que o presidente da Autoridade Palestina (AP), Mahmoud Abbas, e o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, discursarão na sexta-feira na Assembleia-Geral.

15h15 – Como membro rotativo do Conselho de Segurança, Jonathan falou majoritariamente sobre conflitos e tratados de armas em seu discurso. Ele propôs a criação de uma Comissão de Mediação de Conflitos, que formularia regras para lidar com situações do tipo em todo o mundo.

Em nenhum momento, porém, ele citou a questão palestina.

15h08 – A expectativa pelo discurso de Jonathan gira em torno do posicionamento da Nigéria a respeito do Estado palestino. A Nigéria é um dos membros rotativosdo Conselho de Segurança do órgão, e seu apoio seria imprescindível para que a petição apresentada pelos palestinos passe. De acordo com Ehud Barak, ministro de Defesa de Israel, os nigerianos poderiam retirar seu apoio ao Estado palestino.

15h06 – O 15º a discursar nesta quarta é Goodluck Jonathan, presidente da Nigéria.

15h05 – Leia na íntegra o discurso de Dilma Rousseff na Assembleia-Geral da ONU.

15h01 – Sobre a Colômbia em si, Santos disse que seu país vai continuar a lutar contra o narcotráfico, pois embora já se prodrediu muito nesse aspecto, ainda há muito o que fazer. O colombiano disse ter consciência de que o narcotráfico alimenta o terrorismo e que por isso é um programa de segurança internacional, o que faz do crime organizado algo a ser combatido por todo o mundo.

14h58 – Santos começou elogiando a ONU por seu papel no apoio à Primavera Árabe, o que chamou de “mudanças históricas” no mundo.

14h50 – Quem fala agora é Juan Manuel Santos, presidente da Colômbia, o 14º a discursar.

14h48 – Tarja ressaltou o “direito dos palestinos de buscar seu Estado na ONU”. Além disso, pediu maior reconhecimento do trabalho feminino em âmbito governamental e diplomático.

14h40 – Sobe ao palanque Tarja Halonen, presidente finlandesa, a 13ª chefe de Estado do dia.

14h36 – Para Abdullah, a questão dos assentamentos é algo central na questão da Palestina. De acordo com ele, todo o mundo árabe gira em torno de Jerusalém Oriental, onde há atividade de colônias, um assunto que só pode ser resolvido por negociações. “Não se pode eliminar o caráter árabe de Jerusalém Oriental”, disse ele, citando seu pai, antigo rei da Jordânia.

A solução de dois estados é a única que pode garantir a paz e a segurança, é o centro de todas as propostas, inclusive a apoiada pela Liga Árabe. Segundo ele, o órgão concorda que as negociações devem continuar para que haja a paz entre as partes.

Por fim, declarou “total apoio” ao Estado palestino, dizendo que é o direito dos palestinos buscar o reconhecimento do seu país na ONU, a casa das nações. “Uma nova era de oportunidades está acontecendo em nossa região”, finalizou.

14h32 – Abdullah fala sobre os aspectos positivos que a Primavera Árabe pode levar ao Oriente Médio, como a democratização e sociedades mais igualitárias.

Ele também cita a questão entre israelenses e palestinos. Para ele, esta é a fonte dos principais atritos no Oriente Médio.

14h30 – Fala agora o rei da Jordânia, Abdullah II.

14h26 – Até agora, discursaram o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, a presidente do Brasil, Dilma Rousseff, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, o emir do Catar, Hamad bin Khalifa al-Thani, o presidente do México, Felipe Calderón, o presidente do Cazaquistão, Nursultan Nazarbayev, o presidente da França, Nicolas Sarkozy, a presidente da Argentina, Cristina Kirchner, o presidente do Líbano, Michel Suleiman, o presidente da Coreia do Sul, Lee Myung-bak, e Teodoro Mbasogo, presidente da Guiné Equatorial.

14h18 – ENQUETE: Você concorda com o discurso feito pela presidente Dilma Rousseff n a Assembleia-Geral na ONU?

14h15 – “A ONU deve se reconfigurar e voltar a ter um caráter representativo para todo o mundo, para que todas as vozes sejam ouvidas”, diz Mbasogo.

14h08 – Fala agora o presidente da Guiné Equatorial, Teodoro Mbasogo, o 11º a discursar.

14h06 – O sul-coreano encerra o discurso citando a cooperação da ONU com outros países, dizendo que seu país está a serviço do órgão internacional e exaltando as boas relações de sua nação com outros Estados-membros da entidade.

13h59 – Lee ainda pediu que os países desenvolvidos ajudem as nações em desenvolvimento a estabelecerem um crescimento econômico estável e sustentável.

13h56 – O sul-coreano elogiou os povos da Tunísia, do Egito e da Líbia por sua luta em prol da democracia no Oriente Médio e no norte da África e disse que a Síria e o Iêmen vivem momentos de efervecência que culminarão como ocorreu com os outros países onde regimes ditatoriais caíram.

13h52 – Lee pede que a comunidade internacional reforce seus trabalhos de combate ao terrorismo e à proliferação de armas nucleares. O segundo ponto é um assunto de extremo interesse para a Coreia do Sul, devido ao programa nuclear norte-coreano. Lee afirmou que “o terrorismo nuclear é talvez a maior ameaça ao mundo”.

O sul-coreano ainda anunciou que a 2ª cúpula de debates sobre o desarmamento nuclear ocorrerá em março de 2012 em Seul.

13h49 – “A Coreia do Sul cresceu e desenvolveu junto com a ONU”, diz Lee, depois de elogiar a gestão de Ban Ki-moon, também sul-coreano, no órgão internacional. Ele cita vários momentos históricos em que a Coreia do Sul e a ONU atuaram em conjunto.

13h47 – Quem vai ao palanque agora é Lee Myung-bak, presidente da Coreia do Sul. É o 10º chefe de Estado a falar.

13h44 – Como o esperado, o discurso de Suleiman girou em torno do Oriente Médio – Estado palestino e Primavera Árabe. Elogiou os pvos árabes e destacou o direito dos palestinos de buscar seu Estado, iniciativa apoiada pelo Líbano. O reconhecimento da Palestina, porém, disse o libanês, não encerra as questões palestinas.

13h28 – O próximo a discursar é o presidente do Líbano, Michel Suleiman.

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13h20 – A presidente argentina lembra a delicada questão das ilhas Malvinas.

13h14 - Cristina: o não reconhecimento da Palestina trará mais malefícios ao mundo do que benefícios.

13h10 – Para termos um mundo mais democrático, temos que fazer uma ONU mais democrática, e com isso eu quero dizer o Conselho de Segurança, disse Cristina, pedindo o fim do veto.

13h08 – Leia na íntegra o discurso de Dilma Rousseff na Assembleia-Geral da ONU.

13h04 – Kirchner fala sobre a especulação financeira e como ela é prejudicial a economia e sociedade.

12h58 – Cristina Kirchner (na foto abaixo), presidente da Argentina, é a próxima a falar na Assembleia-Geral.

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12h55 – Sarkozy: Israelenses, ouçam o pedido de liberdade e democracia dos jovens da primavera árabe. A hora chegou para construirmos a paz para as crianças da Palestina e de Israel.

12h53 – O presidente francês proprõe que a Palestina seja reconhecida como um membro observador na ONU, já que segundo ele, há a necessidade de mais negociações.

12h52 – Sarkozy: No entanto, não podemos aprovar uma ameça ao Estado de Israel.

12h50 – Sarkozy: Nos coloquemos no lugar dos palestinos – seu pedido por reconhecimento é legítimo.

12h48 – O presidente Sarkozy disse que pré condições para negociações irão levar ao fracasso.

12h47 – Sarkozy: a paz será construía por Israel e Palestina, e por ninguém mais. Mas podemos ajudar.

12h44 – O presidente francês começa seu discurso falando sobre as mudanças que ocorreram em um ano: a crise econômica e a primavera árabe.

12h42 – Nicolas Sarkozy (na foto abaixo), presidente da França, é o próximo a falar.

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12h36 – Casaquistão: Sem um Estado, os palestinos não conseguirão atingir uma paz duradoura.

12h34 – O Casaquistão aborda a questão das armas nucleares e o seu controle, assim como falou o presidente Obama durante seu discurso.

12h27 – O próximo a proferir seu discurso é o presidente do Casaquistão, Nursultan Nazarbayev (foto abaixo).
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Shannon Stapleton/Reuters

12h25 – O presidente mexicano pediu a reforma do sistema das Nações Unidas, como forma de alcançar uma maior representatividade na Organização, fazendo coro ao discurso de Dilma.

12h21 – Calderón menciona o conflito entre palestinos e israelenses e diz que a ONU deve buscar uma forma de resolver o conflito de forma pacífica. Ele também defende o estabelecimento de um Estado palestino como forma de uma solução negociada com Israel.

12h12 – O presidente mexicano menciona também questões sobre crime organizado e formas de combatê-lo.

12h07 – Calderón fala na necessidade de aumento de produção de alimentos.

12h02 – Agora quem tem a palavra é Felipe Calderón, presidente do México (foto abaixo).

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Shannon Stapleton/Reuters

12h – O emir do Catar concluiu seu discurso.

11h49 – Assista ao discurso do presidente americano, Barack Obama.

11h47 – Obama defende os direitos civis ao redor do mundo, de crianças, mulheres, minorias, gays e lésbicas.

11h44 – O presidente americano (foto abaixo) comparou a corrupção em governos a um câncer.

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11h43 – Obama: “A vida de uma criança na Somália é tão valiosa como a de qualquer outra. Temos que investir na saúde de mulheres e crianças”.

11h42 – O correspondente do estadão.com.br em Nova York, Gustavo Chacra, relata que neste momento a presidente Dilma está sentada e acompanhando o discurso de Obama no plenário da Assembleia-Geral.

11h40 – “Nossos destinos estão interconectados”, falou Obama sobre a crise econômica mundial. Lembrando a crise de 2008, o presidente americano disse que os países têm que se juntar para combarter a recessão.

11h38 – O presidente americano mencionou o acordo dos EUA com a Rússia para reduzir seu armazenamento de armas nucleares como um exemplo a ser seguido.

11h37 – Obama: “Paz não é apenas a falta de guerra. Para uma paz duradoura temos que pensar em um mundo sem a ameaça nuclear”. Trata-se de uma clara referência ao Irã.

11h36Em discurso histórico, Dilma defende Estado palestino na ONU. Leia no estadão.com.br.

11h34 – Obama: as duas nações devem negociar para que Israel possa viver de forma segura ao lado de um Estado palestino independente.

11h33 – @gugachacra: Direto da ONU – Obama diz que os palestinos têm o direito a um Estado, mas a paz só pode ser atingida através de um acordo com Israel. O presidente da Autoridade Palestina (AP), Mahmud Abbas (foto abaixo) acompanha o discurso dentro da sala da Assembleia-Geral.

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11h31 – “Israelenses e palestinos devem concordar, eles, sobre suas fronteiras, e não nós”, diz Obama, reforçando a visão dos EUA sobre as negociações diretas entre as duas partes.

11h28 – O presidente Obama pede paz na Síria, Iêmen e Bahrein, através de conversas e meio democráticos. Ele pediu sanções para a Síria, mas não mencionou tais medidas para Iêmen e Bahrein. Ele ressalta o papel de um governo transparente e democrático, com respeito aos diretos civis e humanos.

11h27 – Dilma enfatizou o papel da mulher em seu discurso na ONU. Leia no estadão.com.br.

11h25 – Falando sobre a Líbia, Obama disse que os países têm que apoiar seu novo governo e sua população. Mustafa Abdel Jalil, líder do Conselho Nacional de Transição (CNT), governo interino da Líbia, está presente na sala da Assembleia-Geral (foto abaixo).

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11h13 – Segundo o correspondente Gustavo Chacra, a presidente Dilma deixou a sala da Assembleia-Geral após seu discurso e não acompanha a fala de Obama de dentro do local.

11h11 – O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, é chamado ao palanque e começa seu discurso falando em paz mundial.

11h10 – Leia, em inglês, extratos do discurso da presidente brasileira Dilma Rousseff. Assista também à fala dela, no site da Assembleia-Geral da ONU. Dilma foi a primeira mulher na história a abrir os trabalhos da Assembleia-Geral da ONU. Leia também a íntegra, em português, do discurso da presidente.

11h09 – Ao concluir o discurso, Dilma é aplaudida de pé pelos presentes na sala da Assembleia-Geral.

11h04 – “Venho de um país no qual judeus e árabes vivem em paz”, afirma Dilma (foto abaixo).

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11h03 – Dilma fala em paz duradoura no Oriente Médio. E defende a criação de um Estado palestino.

11h02 – “Quero estender ao Sudão do Sul as boas vindas ao nosso grupo de nações”, diz a presidente. E segue: “Lamento ainda não poder saudar nessa tribuna o ingresso da Palestina”, diz. Ela é aplaudida.

11h – “Vivemos em paz com os nossos vizinhos há mais de 140 anos”, diz Dilma. Ela também menciona o compromisso de abdicar de programa nuclear. Segundo a presidente, o Brasil é um “vetor de paz”.

10h59 – Dilma defende o ideal de liberdade no mundo árabe, relata o correspondente em Nova York.

10h57 – De acordo com o correspondente do estadão.com.br em Nova York, Gustavo Chacra, os presidentes americano, Barack Obama, e do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, não estão na sala da Assembleia-Geral durante o discurso de Dilma.

10h56 – Chacra, de Nova York: Dilma diz que Brasil tem pleno emprego e situação é inversa dos EUA. Diz que quer ajudar.

10h55 – “É preciso combater as causas e não apenas as consequências da instabilidade”, diz a presidente.

10h53 – A presidente Dilma segue falando sobre a crise financeira mundial.

10h49 – “É vital combater essa praga”, diz Dilma em referência aos mais de 200 milhões de desempregados no mundo.

10h47 – A presidente Dilma começa a falar sobre a crise econômica mundial. Segundo ela, “todos os países têm o direito de participar das soluções” para a crise. “Crise econômica pode provocar ruptura política e social”, diz. Para assistir ao discurso no português original, acesse o site da NBR.

10h46 – Dilma: “Divido essa emoção com mais da metade dos seres humanos do planeta que, como eu, nasceram mulheres”. Ela é novamente aplaudida. A voz da presidente demonstra que ela está emocionada.

10h45 – “Pela primeira vez na história das Nações Unidas uma voz feminina inaugura o debate geral. É a voz da democracia e da igualdade”. Dilma é aplaudida logo ao começar o discurso.

10h44 – A presidente Dilma é anunciada pelo catariano e sobe ao palanque para começar seu discurso. O Brasil tradicionalmente abre a sessão anual da Assembleia Geral da ONU.

10h39 – Leia, em inglês, a íntegra da fala do presidente da 66ª sessão da Assembleia-Geral da ONU, Nassir Abdulaziz al-Nasser. Assista também à fala de Al-Nasser.

10h22 – Logo após a fala do secretário geral, é a vez do presidente da 66ª sessão da Assembleia-Geral, Nassir Abdulaziz Nasser, do Catar. A presidente brasileira deve falar logo após Nasser.

10h26 – Leia, em inglês, extratos do discurso do secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon. Assista também à fala de Ban.

10h28 – O secretário geral da ONU, Ban Ki-moon, já concluiu o discurso. A presidente Dilma deve falar logo mais. Na foto abaixo, telões exibem o discurso na sala da Assembleia-Geral da ONU.

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10h26 – Entre os assuntos que Dilma deve mencionar no discurso estão a crise econômica mundial, o desejo do Brasil de ocupar um posto no Conselho de Segurança e a questão palestina.

10h21 – Apesar de Ban já ter anunciado a presidente brasileira, de acordo com o correspondente do estadão.com.br em Nova York, Gustavo Chacra, ela ainda não chegou ao local. O Brasil segue representado apenas pela embaixadora junto à ONU.

10h20 – Ban apresenta a presidente Dilma Rousseff e menciona o fato de ela ser a primeira mulher na história a abrir a sessão anual da Assembleia-Geral da ONU. É aplaudido. O discurso dela, que estava previsto para 10h (horário de Brasília) ainda não começou.

10h19Gustavo Chacra, correspondente do estadão.com.br em Nova York: Ban Ki-moon critica Síria na ONU, mas ignora Bahrein e Iêmen. Dilma e Obama ainda não chegaram.

10h18 – O secretário geral da ONU mencionou a Síria. Segundo Ban, após seis meses de escalada crescente de violência e repressão, “é hora de ação”.

10h17 – Ban menciona, entre outras crises no mundo, a fome na Somália. Ele alterna, em seu discurso, o inglês e o francês.

10h15 – De acordo com o secretário geral da ONU, os palestinos precisam de um Estado e Israel, de segurança. A posição

10h09 – O principal tema da agenda da ONU nesta 66ª sessão, que a presidente Dilma Rousseff abre logo mais, é a discussão sobre o Estado palestino.

10h08 – O Egito e a Líbia, que sofreram mudanças nos últimos meses, com a queda do presidente Hosni Mubarak e do ditador Muamar Kadafi, respectivamente, enviam à Assembleia-Geral da ONU novas lideranças.

10h05 – O secretário geral da ONU, Ban Ki-moon, fala neste momento diante da Assembleia-Geral da ONU. Na agenda do dia estão discursos de outros líderes, entre eles o presidente iraniano, Mahmud Ahmadinejad.

10h04 – O discurso de Dilma na abertura da Assembleia-Geral da ONU, previsto para começar às 10h (9h no horário de Nova York) está atrasado.

* O horário dos posts está no fuso de Brasília

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NOVA YORK – A presidente Dilma Rousseff, dando continuidade à tradição de o Brasil abrir a sessão anual da Assembleia-Geral da ONU, faz discurso nesta quarta-feira, 21, na sede da organização em Nova York. Acompanhe ao vivo as palavras da presidente e os discursos de outros líderes. Os posts estão no horário de Brasília.

Veja também:
HOTSITE: A busca pelo Estado palestino
CHACRA: Acompanhe o blog do correspondente
Os destaques dos discursos da quarta-feira, 21

11h09 – Ao concluir o discurso, Dilma é aplaudida de pé pelos presentes na sala da Assembleia-Geral.

11h04 – “Venho de um país no qual judeus e árabes vivem em paz”, afirma Dilma (foto abaixo).

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11h03 – Dilma fala em paz duradoura no Oriente Médio. E defende a criação de um Estado palestino.

11h02 – “Quero estender ao Sudão do Sul as boas vindas ao nosso grupo de nações”, diz a presidente. E segue: “Lamento ainda não poder saudar nessa tribuna o ingresso da Palestina”, diz. Ela é aplaudida.

11h – “Vivemos em paz com os nossos vizinhos há mais de 140 anos”, diz Dilma. Ela também menciona o compromisso de abdicar de programa nuclear. Segundo a presidente, o Brasil é um “vetor de paz”.

10h59 – Dilma defende o ideal de liberdade no mundo árabe, relata o correspondente em Nova York.

10h57 – De acordo com o correspondente do estadão.com.br em Nova York, Gustavo Chacra, os presidentes americano, Barack Obama, e do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, não estão na sala da Assembleia-Geral durante o discurso de Dilma.

10h56 – Chacra, de Nova York: Dilma diz que Brasil tem pleno emprego e situação é inversa dos EUA. Diz que quer ajudar.

10h55 – “É preciso combater as causas e não apenas as consequências da instabilidade”, diz a presidente.

10h53 – A presidente Dilma segue falando sobre a crise financeira mundial.

10h49 – “É vital combater essa praga”, diz Dilma em referência aos mais de 200 milhões de desempregados no mundo.

10h47 – A presidente Dilma começa a falar sobre a crise econômica mundial. Segundo ela, “todos os países têm o direito de participar das soluções” para a crise. “Crise econômica pode provocar ruptura política e social”, diz. Para assistir ao discurso no português original, acesse o site da NBR.

10h46 – Dilma: “Divido essa emoção com mais da metade dos seres humanos do planeta que, como eu, nasceram mulheres”. Ela é novamente aplaudida. A voz da presidente demonstra que ela está emocionada.

10h45 – “Pela primeira vez na história das Nações Unidas uma voz feminina inaugura o debate geral. É a voz da democracia e da igualdade”. Dilma é aplaudida logo ao começar o discurso.

10h44 – A presidente Dilma é anunciada pelo catariano e sobe ao palanque para começar seu discurso. O Brasil tradicionalmente abre a sessão anual da Assembleia Geral da ONU.

10h39 – Leia, em inglês, a íntegra da fala do presidente da 66ª sessão da Assembleia-Geral da ONU, Nassir Abdulaziz al-Nasser. Assista também à fala de Al-Nasser.

10h22 – Logo após a fala do secretário geral, é a vez do presidente da 66ª sessão da Assembleia-Geral, Nassir Abdulaziz Nasser, do Catar. A presidente brasileira deve falar logo após Nasser.

10h26 – Leia, em inglês, extratos do discurso do secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon. Assista também à fala de Ban.

10h28 – O secretário geral da ONU, Ban Ki-moon, já concluiu o discurso. A presidente Dilma deve falar logo mais. Na foto abaixo, telões exibem o discurso na sala da Assembleia-Geral da ONU.

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10h26 – Entre os assuntos que Dilma deve mencionar no discurso estão a crise econômica mundial, o desejo do Brasil de ocupar um posto no Conselho de Segurança e a questão palestina.

10h21 – Apesar de Ban já ter anunciado a presidente brasileira, de acordo com o correspondente do estadão.com.br em Nova York, Gustavo Chacra, ela ainda não chegou ao local. O Brasil segue representado apenas pela embaixadora junto à ONU.

10h20 – Ban apresenta a presidente Dilma Rousseff e menciona o fato de ela ser a primeira mulher na história a abrir a sessão anual da Assembleia-Geral da ONU. É aplaudido. O discurso dela, que estava previsto para 10h (horário de Brasília) ainda não começou.

10h19Gustavo Chacra, correspondente do estadão.com.br em Nova York: Ban Ki-moon critica Síria na ONU, mas ignora Bahrein e Iêmen. Dilma e Obama ainda não chegaram.

10h18 – O secretário geral da ONU mencionou a Síria. Segundo Ban, após seis meses de escalada crescente de violência e repressão, “é hora de ação”.

10h17 – Ban menciona, entre outras crises no mundo, a fome na Somália. Ele alterna, em seu discurso, o inglês e o francês.

10h15 – De acordo com o secretário geral da ONU, os palestinos precisam de um Estado e Israel, de segurança. A posição

10h09 – O principal tema da agenda da ONU nesta 66ª sessão, que a presidente Dilma Rousseff abre logo mais, é a discussão sobre o Estado palestino.

10h08 – O Egito e a Líbia, que sofreram mudanças nos últimos meses, com a queda do presidente Hosni Mubarak e do ditador Muamar Kadafi, respectivamente, enviam à Assembleia-Geral da ONU novas lideranças.

10h05 – O secretário geral da ONU, Ban Ki-moon, fala neste momento diante da Assembleia-Geral da ONU. Na agenda do dia estão discursos de outros líderes, entre eles o presidente iraniano, Mahmud Ahmadinejad.

10h04 – O discurso de Dilma na abertura da Assembleia-Geral da ONU, previsto para começar às 10h (9h no horário de Nova York) está atrasado.

* O horário dos posts está no fuso de Brasília

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Morte de Osama bin Laden

Quando começou a circular, a notícia da morte de Osama bin Laden parecia tão surreal que muitos duvidaram. Os EUA confirmaram, divulgaram uma série de detalhes e disseram ter provado tudo por exames biométricos e de DNA. Mesmo assim, muitos ainda duvidam, e exigem provas.

De acordo com a enquete criada na página do Estadão no Facebook, esse ceticismo também é verificado entre os internautas brasileiros. Dos 1126 leitores que haviam respondido até as 19h30 se duvidavam da morte do terrorista, 80,46% – ou 906 deles – disseram não confiar na notícia dada por Obama na noite do domingo.

Os outros 19,54% – 220 leitores – disseram acreditar que o ex-líder da Al-Qaeda, um dos homens mais procurados do mundo e pelo qual se oferecia uma recompensa de US$ 25 milhões, foi morto por militares americanos em Abbottabad, no Paquistão.

Os leitores que comentaram a enquete citam a falta de provas como o principal argumento para o ceticismo sobre a morte de Bin Laden. “Duvido e só acredito vendo ele morto!”, escreveu Nina Lofrese. A Casa Branca ainda define se divulga uma foto do cadáver do terrorista. Imagens falsas já rodaram a internet durante as últimas horas.

Já Filipe Valente acredita que tudo não passa de uma jogada para ampliar a popularidade do presidente Obama, que estava em baixa. “Eu acho que é mais uma estratégia política para melhorar o resultado patético que o Obama conseguiu em termos de aceitação do povo para as próximas eleições. Com isso, com certeza ele vai ser reeleito”.

O grupo dos que acreditam é representado por Karen Ferreira. “Não acho que o Obama divulgaria uma informação dessa importância sem ter certeza!” A maioria dos que confiam na notícia citam justamente a relevância do caso para explicar sua veracidade.

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Morte de Osama bin Laden

Veja no Radar Global trechos, legendados em português, do discurso do presidente dos EUA, Barack Obama, anunciando a morte do terrorista e líder da Al-Qaeda, Osama bin Laden. O pronunciamento foi feito na madrugada de segunda-feira, 2.

Neste vídeo, a primeira parte do anúncio de Obama, no qual ele dá a notícia da morte do terrorista.

Neste trecho do pronunciamento, Obama fala sobre o meticuloso trabalho que culminou na morte do terrorista Bin Laden

No discurso em que falou sobre a morte de Bin Laden, o presidente norte-americano diz que a guerra “chegou ao nosso território e começou com o assassinato sem sentido dos nossos cidadãos”

Veja também:
RADAR GLOBAL: Acompanhe notícias ao vivo
ÍNTEGRA: o discurso de Barack Obama
DE CABUL: Acompanhe Adriana Carranca
ESTADÃO ESPN: Ouça os correspondentes
ESPECIAL: Passo a passo da caçada a Bin Laden

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14.dezembro.2010 08:01:47

WikiLeaks, o jogo

Assim como o caso dos 33 mineiros presos no Chile, o episódio dos documentos diplomáticos sigilosos dos EUA vazados pelo WikiLeaks ganhou uma versão interativa na internet.

Uma desenvolvedora francesa criou um jogo no qual o jogador ajuda o fundador do site, o australiano Julian Assange, a baixar arquivos do computador pessoal do presidente dos EUA, Barack Obama, quando este adormece em sua cadeira no Salão Oval da Casa Branca.

Se for discreto o bastante, Assange consegue os segredos diplomáticos americanos. Se for pego por Obama, vai par a cadeia sob acusações de “ofensas sexuais na Casa Branca”. Clique aqui e jogue.

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O partido do presidente Barack Obama, o Democrata, sofreu um duro golpe ao perder a maioria na Câmara dos Representantes e certo espaço no Senado após as eleições legislativas de meio de mandato do último dia 2. Desde então, a oposição republicana pressiona o chefe de Estado a assumir uma postura mais conciliadora.

Obama já sinalizou que os partidos devem trabalhar juntos, mas a rivalidade deve permanecer. Pelo menos nas quadras virtuais. Aproveitando a ocasião das eleições, a EA Games produziu um comercial do jogo recém-lançado NBA Jam com figuras ilustres dos dois partidos americanos.

Pode parecer uma grande jogada de marketing incluir os políticos em um comercial na época das eleições, mas o fato é que George W. Bush, Bill Clinton, Obama, Joe Biden e até Sarah Pallin e Hillary Clinton são personagens selecionáveis no jogo, que traz os times de basquete da liga pofissional americana.

O comercial não mostra, mas dá para colocar republicanos e democratas jogando do mesmo lado. Resta saber se isso vai acontecer fora dos videogames.

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