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VIENA – Cerca de 50 imagens de líderes – e ex-líderes – mundiais podem ser vistas até o final de abril na galeria de fotos Westlicht, em Viena, Áustria. Platon Antoniou, fotógrafo da revista norte-americana The New Yorker, retratou políticos como o italiano Silvio Berlusconi, o americano Barack Obama, o venezuelano Hugo Chávez, o líbio Muamar Kadafi e a argentina Cristina Kirchner em imagens reunidas na mostra “As caras do poder”. O ex-presidente Lula também foi retratado.

Platon fez retratos intimistas de lideranças políticas de todo o mundo, em um projeto que inclui mais de 100 presidentes, primeiro-ministros e ditadores. O fotógrafo, de 43 anos, já ganhou o World Press Photo em 2008 com um retrato do então presidente russo, Vladimir Putin. Segundo o profissional, cada líder fotografado impôs condições para o trabalho. “Chávez me deu 15 segundos”, contou. Segundo ele, houve chance apenas de fazer “uma ou duas” fotos do venezuelano. “Em um momento como esse, é preciso agir instintivamente”, contou.

Veja algumas das imagens:

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Hugo Chávez, presidente da Venezuela

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Vladimir Putin, primeiro-ministro da Rússia

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Muamar Kadafi, ex-ditador da Líbia

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Cristina Kirchner, presidente da Argentina

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Silvio Berlusconi, ex-premiê da Itália

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Visão Global

O bombardeio aéreo é uma arma imprevisível e seu maior perigo está no fato de que, por sugerir um possível conflito fácil, nos arrasta para guerras que poderíamos evitar

DANIEL SWIFT, THE NEW YORK TIMES*

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Há cem anos, em3 de novembro de 1911, um aviador italiano chamado Giulio Gavotti lançou três granadas de mão do seu monoplano sobre um acampamento de soldados árabes e turcos em Ain Zara, a leste de Trípoli, durante a guerra turco-italiana. Foi o primeiro bombardeio aéreo da história. Cada granada pesava quase 1,5 quilo e provavelmente ninguém se feriu. ”Voltei realmente satisfeito com o resultado”, escreveu o tenente Gavotti ao pai. Os jornais italianos tripudiaram com o ataque: “Aterrorizados, os turcos se espalham”.

Deste modesto começo, o ataque aéreo como novo estilo de guerra cresceu, tanto em escala quanto em imaginação. Romancistas famosos como H. G. Wells fantasiavam sobre a guerra a bordo de aviões e máquinas voadoras desde o final do século 19. Quando a 1.ª Guerra eclodiu, essas cenas de ficção científica tornaram-se recorrentes nas avaliações estratégicas dos planejadores militares, que pressupunham que vitória e derrota numa guerra feita com bombas seriam absolutas e imediatas.

Em 1914, o almirante Paul Behncke, da Marinha alemã, observou que uma incursão sobre os edifícios do governo em Whitehall, em Londres, “causaria pânico entre a população fazendo com que a continuação da guerra se tornasse duvidosa”.

Em janeiro de 1915, as incursões aéreas começaram; até o final da guerra, os zepelins alemães haviam despejado 6 mil bombas sobre a Grã-Bretanha, matando 556 pessoas. Em 1917, o general Jan Smuts previu: “Talvez não esteja muito distante o dia em que as operações aéreas, com sua possibilidade de devastação dos territórios inimigos e da destruição de centros populosos e industriais em vasta escala, se tornarão as principais operações de guerra”.

Os bombardeios sempre prometeram transformar a guerra. “Não se recorrerá mais ao cansativo e dispendioso método de desgaste das forças terrestres inimigas por meio de ataques contínuos”, afirmou Billy Mitchell, o pai da Força Aérea dos Estados Unidos, na década de 20. E ele insistiu que os bombardeios certamente provocariam “a melhoria e o aprimoramento das condições da guerra”, pois trariam “resultados rápidos e duradouros”. Era uma alternativa atraente para as confusas guerras do passado que se desenrolavam em terra.

Além disso, os defensores mais entusiastas do poderio aéreo eram obcecados pela lembrança das trincheiras da 1.ª Guerra, descrita de maneira chocante pelo poeta Wilfred Owen: “Encurvados, como velhos pedintes cobertos de sacos, os joelhos se tocando em tesoura, tossindo como megeras, praguejávamos envoltos na lama”. Owen queria ser aviador, mas, como tantos outros, morreu como soldado em solo francês. Mais de 57 mil soldados britânicos perderam a vida somente no primeiro dia da Batalha do Somme.

Nada poderia ser tão terrível do que isso, e se alguém tiver de combater numa guerra em algum lugar, faça-o no ar e não na lama. Em 30 de maio de 1942, a Real Força Aérea britânica lançou o primeiro de mil ataques aéreos sobre uma cidade da Alemanha, Colônia.

Duas semanas mais tarde, o chefe do Comando de Bombardeiros, Arthur Harris, escreveu a Winston Churchill solicitando uma força de bombardeiros mais potente. Era a única maneira, explicou, de impedir um massacre das forças britânicas “na lama de Flandres e da França”.

Na Conferência de Casablanca, em janeiro de 1943, Franklin D. Roosevelt e Churchill concordaram numa ofensiva conjunta de bombardeios aéreos. Entre julho de 1944 e abril de 1945, a campanha anglo-americana despejou mais de 1 milhão de toneladas de bombas sobre a Europa.

Continuidade

As guerras continuam, assim como os bombardeios. Entre 1950 e 1953, os EUA lançaram 635 mil toneladas de bombas na Coreia, além de 32.557 toneladas de napalm. Segundo o historiador Bruce Cummings: “Depois da 2.ª Guerra, a Coreia fez reviver o refrão da força aérea de que as bombas incendiárias enfraqueceriam o moral do inimigo e acabariam com a guerra mais rapidamente”. Esta vã ilusão continuou determinando a estratégia bélica.

Em 13 de fevereiro de 1965, o presidente Lyndon Johnson ordenou o início de uma campanha de bombardeios aéreos graduais, denominada Rolling Thunder. O general Maxwell Taylor imaginava “uma lenta, mas inexorável, barragem de ataques aéreos avançando rumo ao norte (o Vietnã do Norte), capaz de convencer o governo de Hanói de que tudo o que existisse na área da cidade seria destruído, a não ser que seus líderes modificassem suas atitudes”. Talvez as bombas tenham contribuído para acelerar o final destas guerras, embora não seja possível saber ao certo.

No entanto, ninguém poderá afirmar que as campanhas de bombardeios fizeram do conflito no Vietnã uma guerra limpa, que tornaram a Coreia eficiente. Todas as histórias de bombardeios são também uma história de vítimas civis, pois os bombardeios salvam as vidas dos soldados em detrimento de outras vidas.

As estatísticas das mortes em bombardeios entre os civis nunca são confiáveis, mas é provável que, durante a 2.ª Guerra, os ataques aéreos das forças aliadas tenham tirado a vida de 500 mil civis alemães. Acredita-se que a operação Rolling Thunder tenha deixado 182 mil mortos entre os civis no Vietnã do Norte.

Entretanto, continuamos planejando nossas guerras com base numa ideia utópica a respeito dos bombardeios. Em março deste ano, aviões franceses bombardearam tanques líbios ao redor de Benghazi, dando início a uma campanha da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) que prosseguiu até a morte do coronel Muamar Kadafi, no dia 20. Este fato é significativo: um drone Predator e um caça francês voavam no céu líbio naquele momento, mas foram soldados líbios no solo que capturaram seu antigo líder.

O bombardeio aéreo é uma forma de combate prevista como uma fuga do passado. No entanto, cada novo conflito não passa de mais um episódio da longa história de promessas que exaltam a vitória “sem custos” e a guerra limpa. Para cada exemplo de um conflito aparentemente facilitado pelo poderio aéreo, existe seu reverso: um conflito que o poderio aéreo só contribuiu para complicar e intensificar.

Embora a guerra na Líbia quase certamente pudesse ter sido muito mais sangrenta sem o poderio aéreo da Otan, os ataques aéreos realizados por drones como o Predator e o Reaper no Afeganistão e no Paquistão são a causa do sentimento antiamericano.

O bombardeio aéreo é uma arma imprevisível e seu maior perigo está talvez no fato de que, por sugerir a possibilidade de um conflito fácil, nos arrasta para guerras que poderíamos evitar. Desse modo, ele é ao mesmo tempo o símbolo da nossa fé na tecnologia e o sinal da nossa dependência do passado. Algumas semanas atrás, um avião da Otan bombardeou Ain Zara – hoje um bairro de Trípoli. Um século depois, voltamos ao ponto de onde começamos. TRADUÇÃO DE ANNA CAPOVILLA

*É AUTOR DE ‘BOMBER COUNTY: THE POETRY OF A LOST PILOT’S WAR’

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Democracias que substituem regimes árabes depostos talvez não sejam ideais, mas são melhores do que a tirania

JOHN HUGHES, THE CHRISTIAN SCIENCE MONITOR*

Este tem sido um ano ruim para os déspotas. A primavera árabe os derrubou na Tunísia, no Egito e na Líbia. Quem será o próximo? E qual será o tipo de democracia que o mundo árabe vai adotar?

Os mais comentados dentre os possíveis futuros déspotas depostos são os líderes da Síria e do Iêmen. O sírio Bashar al-Assad, educado no Ocidente, já foi um dia anunciado como um convertido à reforma democrática. Mas se revelou um assassino tão agressivo quanto foi o pai, a quem sucedeu. A rebelião no país tem se arrastado e os manifestantes parecem determinados. Agora, a Liga Árabe está trabalhando num plano para a realização de eleições livres na Síria e a retirada dos tanques e blindados leves das ruas.

Enquanto isso, o presidente do Iêmen, Ali Abdullah Saleh, que se mantém no poder há mais de três décadas, encontra-se sitiado, mas insiste em recusar os acordos que o afastariam do cargo. Há no país a ameaça de uma guerra civil aberta.
Atentos à tempestade política que varre o deserto, outros governantes árabes, como o rei Abdullah, da Jordânia, e o rei Mohammed, do Marrocos, falaram em ceder ao povo parte do poder monárquico. Resta saber se isso poderá salvá-los no longo prazo.

Na Arábia Saudita, a monarquia tentou afastar a insatisfação por meio da distribuição dos lucros do petróleo entre seus súditos. Foi feita a promessa de mais autonomia para as mulheres, conferindo-lhes o direito de votar nas eleições locais. Desde a recente morte do príncipe Sultan, o novo herdeiro do trono é o príncipe Nayef, ministro do Interior. Ele mantém um relacionamento próximo com o influente e conservador clero do país. E opõe-se a algumas das reformas anunciadas.

Graças ao sacrifício americano, o Iraque viu-se livre do ditador, Saddam Hussein. O fraturado governo do país, formado por múltiplas vozes e partidos, está longe do ideal. Mas é o tipo de democracia imperfeita com que os ocidentais precisam demonstrar paciência enquanto milhões de muçulmanos descobrem o caminho da liberdade. Para os iraquianos, a verdadeira pergunta é se eles querem que seu país se torne uma província do ameaçador vizinho iraniano.

A Tunísia, que liderou a primavera árabe, parece ter dado seus primeiros passos na democracia com as eleições de outubro. Os egípcios, livres de Hosni Mubarak, estão se debatendo com a relutância do Exército em entregar o controle das alavancas do poder e do comércio.

O povo da Líbia poderá agora beneficiar-se do substancial lucro da exploração do petróleo, açambarcado por tantas décadas por Muamar Kadafi e sua família. Mas um país com mais de 100 tribos diferentes terá de realizar eleições livres, criar um sistema coerente de governo e construir a infraestrutura nacional para um povo que passou mais de 40 anos submetido aos caprichos de um tirano.

A grande esperança no Oriente Médio está na maneira com a qual as mulheres participam da mudança, mostrando sua coragem nas barricadas, exigindo voz na formulação dos novos governos e reivindicando o respeito há tanto tempo negado. Será que há outros ditadores prestando atenção ao destino desses tiranos árabes? O Irã fica no Oriente Médio, mas não é árabe. Seus líderes parecem nada ter aprendido com a primavera árabe.

Na Coreia do Norte, Kim Jong-il pretende dar continuidade à tradição da ditadura dinástica ao nomear seu filho como sucessor. Na África, Robert Mugabe, do Zimbábue, preside uma brutal ditadura que mata e aprisiona os opositores que protestam contra o governo. Apesar dos tiranos que ainda restam, estamos testemunhando um extraordinário levante em favor da liberdade numa parte importantíssima do mundo. Pode não ser o tipo de democracia que os ocidentais preferem. Mas, como disse certa vez o sábio Winston Churchill: “A democracia é a pior forma de governo – exceto todas as outras”.

*É EX-EDITOR DO ‘CHRISTIAN SCIENCE MONITOR’

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Atualizado às 20h45

Um novo vídeo divulgado na Líbia mostra o ex-ditador Muamar Kadafi ainda vivo sendo abusado por seus captores em meio a uma grande confusão. Em uma das cenas, ele é supostamente torturado com um objeto aparentando ser um facão.

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ASSISTA: TV de Dubai exibe vídeo de suposto funeral de Kadafi
COBERTURA ESPECIAL: A Líbia pós-Muamar Kadafi

As imagens fortes foram obtidas pelo site Global Post, que publica uma série de fotos com o quadro a quadro e sustenta a versão de que o ex-ditador teria sido torturado. O vídeo foi gravado em um celular. É possível ouvir tiros e gritos. Assista abaixo.

As imagens retomam o debate sobre a forma pela qual o ex-ditador foi morto. Embora os opositores de Kadafi e o Conselho Nacional de Transição (CNT) tenham dito que ele foi atingido em uma troca de tiros, existe a versão de que ele teria sido sumariamente torturado e executado após a captura. Nesta quarta, o CNT afirmou que vai conduzir investigações sobre o caso depois da divulgação do vídeo.

ADVERTÊNCIA: O vídeo abaixo contém imagens fortes

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Por Gabriel Toueg

Embora o ex-ditador líbio Muamar Kadafi tenha sido enterrado em um local secreto no deserto do Saara, o maior do mundo, o canal de televisão Al-Aan (“Agora”, em tradução livre), de Dubai, diz ter recebido um vídeo que mostraria a cerimônia do funeral.

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ASSISTA: Vídeo mostra Kadafi sendo abusado após captura
COBERTURA ESPECIAL: A Líbia pós-Muamar Kadafi

ADVERTÊNCIA: O vídeo abaixo contém imagens fortes

No vídeo, narrado em árabe, aparecem imagens escuras e amadoras do que seriam os últimos momentos antes do enterro de Kadafi e do filho do ex-ditador, Mutassim – também capturado e morto em Sirte, com o pai. Várias pessoas aparecem na cerimônia, mas não é possível identificar Kadafi ou o filho, embora seja possível ver imagens de corpos envoltos em mortalhas e dentro de caixões.

Segundo o jornal britânico Telegraph, o ex-ministro da Defesa da Líbia, Abu-Bakr Yunis, também foi enterrado com Kadafi e o filho. A cerimônia, segundo a imprensa internacional, teve a participação de dois parentes do ex-governante líbio. Após o funeral, os caixões teriam sido entregues a funcionários do Conselho Nacional de Transição (CNT), que teria feito o enterro em um local secreto.

O Al-Aan é focado, de acordo com a versão do site do canal em inglês, “em questões que são importantes para as mulheres árabes”. O Al-Aan tem conta no Twitter – em árabe.

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MISRATA – O enviado especial do jornal O Estado de S. Paulo e do estadão.com.br à Líbia, Andrei Netto, obteve o vídeo abaixo de opositores do regime de Muamar Kadafi, morto na quinta-feira. As imagens mostram pessoas dançando, cantando e comemorando ao lado do corpo de Kadafi e de Mutassim, um dos filhos dele, também morto ontem.

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HOTSITE: O ex-ditador líbio Muamar Kadafi

Segundo o jornalista, o vídeo foi gravado na noite de ontem, quinta-feira, ou na madrugada de hoje, sexta, em Misrata, a 250km de Trípoli, para onde o corpo de Kadafi foi levado depois da captura, em Sirte.

“Misrata é a cidade mais castigada pelo regime durante a revolução. Durante mais de três meses, os combatentes foram cercados por tropas kadafistas, que bombardeavam a cidade dia e noite”, conta Netto. As linhas de frente chegaram a se enfrentar a uma distância de 100 metros, segundo relatos. “A destruição na cidade é enorme. Kadafi é odiado na região. E foram rebeldes de Misrata que o prenderam”, explica o jornalista.

Esse fato pode explicar as suspeitas de execução sumária, sem julgamento, do ditador.

Veja a seguir fotos feitas por Netto no local.

E aqui, fotos feitas pelo enviado especial durante outra visita a Misrata, em setembro.

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Com a morte de Muamar Kadafi, ditador da Líbia que estava havia 42 anos no poder, o mapa da primavera árabe apaga mais um líder. Confira como vai o “ditadômetro” dos países nos quais as revoltas começaram no final de 2010.

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SIRTE – O Conselho Nacional de Transição (CNT), governo de facto da Líbia, confirmou na manhã desta quinta-feira, 20, a captura e, posteriormente, a morte do ditador Muamar Kadafi, cujo paradeiro era desconhecido desde que a capital, Trípoli, foi tomada, no final de agosto. Acompanhe a seguir as últimas informações a respeito da morte de Kadafi.

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HOTSITE: A Líbia pós-Kadafi
ARQUIVO: ‘Os líbios deveriam chorar’, dizia Kadafi
RADAR GLOBAL: Os mil e um nomes de Kadafi

22h30 - Encerramos aqui a cobertura minuto a minuto da morte do ditador líbio Muamar Kadafi. Veja mais informações na edição impressa de sexta-feira (21/10) de O Estado de S. Paulo.

21h33 – Segundo o jornalista José Roberto de Toledo, do Estado, a fotógrafa Holly Pickett, não só viu o corpo de Kadafi como confirma a autenticidade dos vídeos dele vivo andando.

21h21 – Hugo Chávez, presidente da Venezuela, foi um dos poucos líderes mundiais que se colocaram ao lado de Chávez ante a revolução. O líder se disse decepcionado pela morte do colega – “um mártir e lutador” – dizendo que isso é um ultraje e que ele foi assassinado.

21h – O repórter do Estado Lourival Sant’anna fala sobre a morte de Kadafi e a importância deste acontecimento para o povo líbio. O jornalista esteve na Líbia durante a ofensiva dos rebeldes a Trípoli.

20h05 – A CNN revelou há pouco novos detalhes sobre a morte de Kadafi. Segundo a rede de TV, o ditador morreu por conta dos tiros que levou na cabeça, mas tinha ainda 5 marcas de tiros nas costas e dois no pescoço.

19h19 – Veja a seguir como a imprensa internacional repercutiu à morte de Muamar Kadafi nesta quinta. Confira também a primeira página de amanhã dos principais jornais internacionais:

International Herald Tribune: “O fim brutal de Kadafi”; Daily Telegraph: “Sem misericórdia para um tirano sem misericórdia”; Berliner Morgenpost: “Morte de um tirano”; The Sun: “Isso é por Lockerbie”; Daily Mirror: “‘Não atire! Não atire!’”; El Periódico: “Kadafi, liquidado”.

19h15 – Se você passou a nos acompanhar agora, as principais notícias relacionadas à Líbia nesta quinta são:

  • - O ditador Muamar Kadafi foi capturado e morto em Sirte, sua cidade natal e último reduto
  • - Kadafi foi encontrado em um buraco, segundo os rebeldes (veja foto abaixo)
  • - O corpo de um dos filhos do ditador, Mutassim, também foi encontrado em Sirte
  • - Líbios seguem comemorando com euforia a morte de Kadafi, em Trípoli, Misrata e outras cidades
  • - O ministro da Informação e porta-voz de Kadafi, Moussa Ibrahim, também foi capturado
  • - Lideranças internacionais reagiram à morte de Kadafi, dizendo que a Líbia entra “em uma nova fase”
  • - Um vídeo divulgado no YouTube mostra Kadafi ainda vivo e cambaleando ao ser capturado

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O local da captura de Kadafi, em Sirte; nas paredes, palavras como ‘rato’ pichadas por opositores

19h13 – À CNN, o embaixador líbio nos Estados Unidos, Ali Aujali, disse que Kadafi foi encontrado em um “buraco”, não resistiu e foi morto mais tarde em uma troca de tiros.

19h09 – O premiê interino da Líbia, Mahmoud Jibril, disse à Reuters que Kadafi morreu por conta dos ferimentos provocados por tiros contra a cabeça. Ele detalhou informações do relatório da perícia, feito após a chegada do corpo a Misrata. Segundo Jibril, Kadafi “não demonstrou resistência”.

19h – Seguem em Trípoli, capital líbia, as celebrações pela morte de Kadafi – que já ocorreram em outras cidades ao longo do dia. Na foto abaixo, líbios se reúnem na Praça dos Mártires – antiga Praça Verde, renomeada depois da queda da capital, no final de agosto.

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18h55 – Em um comunicado em Bruxelas, o secretário-geral da Otan, Anders Fogh Rasmussen fez um apelo para que “todos os líbios” coloquem de lado suas diferenças e “trabalhem juntos para construir um futuro melhor”. Segundo Rasmussen, a Otan vai coordenar o fim da missão militar com a ONU e as autoridades de transição da Líbia.

18h43 – O enviado do jornal O Estado de S. Paulo e do estadão.com.br à Faixa de Gaza, Roberto Simon, comentou há pouco que “a festa em Gaza ainda é a dos presos soltos por Israel“. Segundo ele, a morte de Kadafi foi comemorada, mas “sem muito fuzuê”.

18h34 – Segundo o ministro de Informação do CNT, Mahmoud Shammam, Kadafi “foi morto em um ataque dos combatentes”. De acordo com Shammam, “há filmagem disso”. O CLT é o governo de facto da Líbia.

18h30 - A AFP divulgou novas imagens de Kadafi e de um dos filhos dele, Mutassim, mortos. Nas fotos, algumas pessoas aparecem fotografando o corpo do ditador com celulares. O corpo de Mutassim aparece com ferimentos. Veja abaixo.

18h19 - De acordo com o médico que teria acompanhado o transporte do corpo de Kadafi de Sirte, onde foi capturado, a Misrata, o ditador foi morto com dois tiros no peito. A CNN, contudo, afirma que Kadafi morreu com tiros na cabeça.

17h56 – O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, finalmente se pronunciou sobre a morte de Kadafi. De acordo com o líder americano, o fato encerra capítulo longo e doloroso na Líbia. Na foto abaixo, Obama fala à imprensa em Washington.

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17h37 – A secretária de Estado americana, Hillary Clinton, disse em entrevista à BBC que o governo dos Estados Unidos não pode confirmar a captura ou a morte de Kadafi. O motivo provavelmente se deve ao fato de que nenhum oficial ligado a Washington obteve acesso ao corpo do ditador para comprovar sua morte. As informações são provenientes apenas dos rebeldes líbios, mas eles já anunciaram diversas vezes a morte de alguns dos filhos do coronel que apareceram vivos dias depois.

17h22 – Em seu Twitter, o enviado especial do Estado à Líbia, Andrei Netto, escreve: “Ok, suspeito que o hotel em que estou fazia a comida da prisão em que estive em Trípoli. Não pode ser pior”. O repórter faz alusão ao período em que ficou preso no país africano, na primeira vez em que viajou para cobrir a revolução contra Kadafi, em março.

16h55 – Ouça abaixo, pela TV Estadão, a confirmação da morte de Muamar Kadafi feita pelo enviado especial do jornal O Estado de S. Paulo e do estadão.com.br à Líbia, Andrei Netto. Netto está em Trípoli.


16h48 – O que é pior? Morrer como Kadafi, estar em uma prisão no Egito, como Mubarak, ou viver na Arábia Saudita, como Ben Ali? OPINE pela página da Inter no Facebook.

16h43 – As comemorações de líbios pela morte de Kadafi ocorreram também fora do país, como no Brasil, onde algumas pessoas se reuniram diante da Embaixada em Brasília e destruíram fotos do ditador. Na imagem abaixo, opositores de Kadafi comemoram em Londres, diante da Embaixada líbia na capital britânica.892140.jpg

Também diante da Embaixada em Londres, o embaixador Mahmud Nacua (na foto abaixo) lê um comunicado confirmando a morte de Kadafi, seguindo informações divulgadas pelo vice-presidente do CNT, Abdelhafiz Ghoga, que deu a notícia da captura e morte do ditador em uma coletiva coletiva de imprensa que concedeu em Benghazi.

16h36 – Na imagem abaixo, um jovem líbio identificado pela Efe como Mohamed el-Bibi, de 20 anos, mostra a pistola banhada em ouro que seria a mesma utilizada por Kadafi. A arma teria sido encontrada com o ditador em Sirte, onde foi capturado e, posteriormente, morto pelos opositores.

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16h33 – Novas fotos divulgadas pela Efe mostram Kadafi com menos cabelo e com um tiro na têmpora.

16h28 – Se você passou a nos acompanhar agora, as principais notícias relacionadas à Líbia nesta quinta são:

  • - O ditador Muamar Kadafi foi capturado e morto em Sirte, sua cidade natal e último reduto
  • - Kadafi foi encontrado em um buraco em Sirte, segundo os rebeldes (veja fotos mais abaixo)
  • - O corpo de um dos filhos do ditador, Mutassim, também teria sido encontrado em Sirte
  • - Líbios comemoram com euforia as notícias da morte de Kadafi, em Trípoli, Misrata e outras cidades
  • - O ministro da Informação e porta-voz de Kadafi, Moussa Ibrahim, também foi capturado
  • - Lideranças internacionais reagiram à morte de Kadafi, dizendo que a Líbia entra “em uma nova fase”
  • - Um vídeo divulgado no YouTube mostra Kadafi ainda vivo e cambaleando ao ser capturado

16h22 – O Vaticano reconheceu o Conselho Nacional de Transição como “legítimo representante do povo líbio”, sehundo a Ansa, agência italiana. Em um comunicado oficial, a Santa Sé classificou o regime de Kadafi de “duro e opressivo”. Desde fevereiro, quando começaram os protestos pela renúncia do ditador, o papa Bento XVI vinha fazendo apelos pelo fim do conflito no país.

16h19 – Reveja abaixo imagens de Muamar Kadafi, que era considerado um líder excêntrico por seus hábitos e manias.

16h11 – Uma curiosidade. Com a morte de Kadafi, os presidentes da Angola, José Eduardo dos Santos, e da Guiné Equatorial, Teodoro Nguema, passam a ser os líderes há mais tempo no poder. Os dois estão no cargo desde 1979, um ano antes do zimbabuano Robert Mugabe. Kadafi, por sua vez, estava no poder desde 1969.

O presidente angolano recebe nesta quinta-feira a presidente Dilma, que afirmou em Luanda, mais cedo, que “uma morte não deve ser comemorada“.

16h08 – O que é pior? Morrer como Kadafi, estar em uma prisão no Egito, como Mubarak, ou viver na Arábia Saudita, como Ben Ali? OPINE pela página da Inter no Facebook.

16h05 – Diversos líderes reagiram às notícias sobre a morte de Kadafi e disseram que o fato representa uma ‘nova era’ para a Líbia.

15h50 – Segundo a agência italiana Ansa, o núncio apostólico para a Líbia e Malta, arcebispo Tommaso Caputo, desejou hoje “um futuro de paz, harmonia e desenvolvimento social” para o país. “A morte violenta é sempre um evento dramático e, como tal, merece respeito”, disse ele. Capito é o representante diplomático do Vaticano nos dois países.

“Esperamos que este dia assinale a passagem para um futuro que nos fatos já está em curso. Um futuro de paz, harmonia e desenvolvimento social para um povo, o líbio, que vinha sofrido muito”, expressou o clérigo, de acordo com a Ansa.

15h22 – Um ministro líbio disse, segundo a AP, que Seif al-Islam, filho de Kadafi, estaria ferido em um hospital.

15h18 – Em Luanda, capital angolana, a presidente Dilma Rousseff reagiu às notícias da captura de Kadafi, dizendo que “uma morte não deve ser comemorada“. Para ela, o mundo deve apoiar e incentivar o processo de transição democrática na Líbia.

15h13 – O vídeo abaixo, divulgado no YouTube, mostra Kadafi ainda vivo e cambaleando no momento de sua prisão. Ele está ferido e viria a morrer por conta dos ferimentos mais tarde. Assista.

15h11 – Reveja, abaixo, o lugar onde Kadafi foi encontrado, em Sirte. Nas pichações, em árabe, aparecem a palavra “rato”.

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15h07 – As manifestações de euforia pela notícia da morte de Kadafi chegaram a Brasília. Líbios se reuniram diante da Embaixada na capital (imagem abaixo) e destruíram imagens do ditador.

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14h29 – O que é pior? Morrer como Kadafi, estar em uma prisão no Egito, como Mubarak, ou viver na Arábia Saudita, como o Ben Ali? OPINE pela página da Inter no Facebook.

14h11O líder do CNT, Mahmoud Jibril, confirmou oficialmente, mais cedo, a notícia sobre a morte de Muamar Kadafi.

14h09 – O enviado especial do jornal O Estado de S. Paulo e do estadão.com.br à Líbia, Andrei Netto, descreve a festa nas ruas da capital, onde está neste momento: “Euforia e incredulidade são as melhores palavras para descrever a alegria dos líbios aqui em Trípoli”. Acompanhe Netto no Twitter.

14h08 – Se você passou a nos acompanhar agora, as principais notícias relacionadas à Líbia nesta quinta são:

  • - O ditador Muamar Kadafi foi capturado e morto em Sirte, sua cidade natal e último reduto
  • - Kadafi foi encontrado em um buraco em Sirte, segundo os rebeldes (veja fotos mais abaixo)
  • - O corpo de um dos filhos do ditador, Mutassim, também foi encontrado em Sirte
  • - Líbios comemoram com euforia as notícias da morte de Kadafi, em Trípoli, Misrata e outras cidades
  • - O ministro da Informação e porta-voz de Kadafi, Moussa Ibrahim, também foi capturado

Leia as notícias da manhã desta quinta-feira.

Em um comunicado em Bruxelas, o secretário-geral da Otan, Anders Fogh Rasmussen fez um apelo para que “todos os líbios” coloquem de lado suas diferenças e “trabalhem juntos para construir um futuro melhor”. Segundo Rasmussen, a Otan vai coordenar o fim da missão militar com a ONU e as autoridades de transição da Líbia.

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SIRTE – O Conselho Nacional de Transição (CNT), governo de facto da Líbia, confirmou na manhã desta quinta-feira, 20, a captura e, posteriormente, a morte do ditador Muamar Kadafi, cujo paradeiro era desconhecido desde que a capital, Trípoli, foi tomada, no final de agosto. Acompanhe a seguir as últimas informações a respeito da morte de Kadafi.

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HOTSITE: A Líbia pós-Kadafi

ARQUIVO: ‘Os líbios deveriam chorar’, dizia Kadafi

RADAR GLOBAL: Os mil e um nomes de Kadafi

13h53 – Assista abaixo às imagens divulgadas pela rede de TV Al-Jazira de Muamar Kadafi morto.

13h50 – A campanha da Otan na Líbia deve ser declarada como concluída em breve, segundo a Al-Jazira.

13h48 -Veja imagens de Muamar Kadafi, considerado excêntrico.

13h37 – Assista abaixo ao comentário do editor de Internacional do jornal O Estado de S. Paulo, Roberto Lameirinhas. Para ele, a morte de Kadafi coloca fim à fase líbia da primavera árabe.

 

13h31 – Se você passou a nos acompanhar agora, as principais notícias relacionadas à Líbia nesta quinta-feira são:

  • - O ditador Muamar Kadafi foi capturado e morto em Sirte, sua cidade natal e último reduto
  • - Kadafi foi encontrado em um buraco em Sirte, segundo os rebeldes (veja fotos mais abaixo)
  • - O corpo de um dos filhos do ditador, Mutassim, também foi encontrado em Sirte
  • - Líbios comemoram com euforia as notícias da morte de Kadafi, em Trípoli, Misrata e outras cidades
  • - O ministro da Informação e porta-voz de Kadafi, Moussa Ibrahim, também foi capturado

13h28 – Ouça abaixo a confirmação da notícia da morte de Muamar Kadafi, nesta manhã. Quem fala é o enviado do Estado e do estadão.com.br a Trípoli, capital da Líbia, Andrei Netto.

 

13h24 – A Al-Jazira está dizendo agora que o corpo de Kadafi estaria em uma mesquita em Misrata, cidade que funcionou como “capital” rebelde e base da revolução. Misrata fica a 200 km da capital líbia, Trípoli, e 250 km de Sirte, cidade na qual Kadafi foi capturado nesta quinta.

13h23 – Ban, da ONU: “O caminho para a Líbia será longo e difícil”. Na foto abaixo, reproduzida pela Al-Jazira, Ban faz seu discurso.

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13h21 – “Agora é o momento para que todos os líbios se unam”, disse Ban.

13h20 – O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, fala neste momento sobre a Líbia. Segundo ele, trata-se de uma nova era para o país.

13h03 – Um rebelde ferido comemora a notícia sobre a morte de Kadafi diante da embaixada líbia em Tunis, capital da Tunísia.

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12h57 – Veja abaixo imagem do local onde Kadafi foi encontrado.

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12h41 – Um dos filhos de Kadafi, Mutassim, foi encontrado morto em Sirte, de acordo com Mohamed Leith, comandante do Conselho Nacional de Transição (CNT). Leia, no Radar Global, o destino de Mutassim e de outros filhos do ditador.

12h28 – A rede de TV CNN disse há pouco que no momento da captura, mais cedo nesta quinta-feira, Kadafi poderia ainda estar vivo. As primeira imagens divulgadas mostram Kadafi ferido, mas com os olhos abertos. Reveja a foto, feita com um celular:

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12h22 -  O correspondente do jornal O Estado de S. Paulo e do estadão.com.br em Nova York, Gustavo Chacra, comenta sobre a derrubada de Kadafi por EUA e Europa no momento em que o ditador era aliado, e não pária.

12h21 – Os líbios estão eufóricos com as notícias da captura e posterior morte de Muamar Kadafi. Em entrevistas a redes de TV como CNN ou Al-Jazira, muitos dizem apenas estar muito felizes, com muita euforia. Poucos se arriscam a fazer planos para o futuro ou arriscar análises.

12h15 – O premiê italiano Silvio Berlusconi  diz que agora a guerra da Líbia acabou.

12h02 - A rede de TV CNN mostra imagens do corpo de Kadafi no chão, logo após sua morte. A Al-Jazira também mostrou imagens do que seria o corpo do ditador. Veja:

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12h - Al-Arabiya diz que corpo de Kadafi está em Misrata.

11h59 – Conforme a rede de TV CNN, Otan bombardeia neste momento um comboio pró-Kadafi.

11h52 – Na foto abaixo, feita em Trípoli, líbios comemoram a notícia da morte de Kadafi na praça dos Mártires.

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11h49 - Um combatente leal às autoridades do governo interino da Líbia disse à BBC que encontrou Kadafi “em um buraco” em Sirte e que o ex-líder teria pedido que ele não atirasse.

11h38 – De Nova York, o correspondente do jornal O Estado de S. Paulo e do estadão.com.br Gustavo Chacra comenta a repercussão nos EUA. Segundo ele, Washington apenas confirmará a morte de Kadafi quando um americano vir pessoalmente o corpo. “Eles não confiam nas informações dos líbios”, escreveu Chacra. “Apesar de aliado do governo de transição líbio, os EUA sabem das mentiras no passado, como o episódio da morte de Seif Kadafi. Portanto, se o Departamento de Estado confirmar a morte em alguns minutos, é porque algum oficial americano viu o corpo de Kadafi”.

11h10 – De acordo com o Conselho Nacional de Transição (CNT), o corpo de Kadafi está sendo levado para um local secreto por questões de segurança. O CNT é o governo de facto da Líbia.

10h34 – Kadafi chegou ao poder com um golpe militar em 1969. Saiba mais a respeito do líder líbio, considerado excêntrico.

10h28 – Imagens da rede de TV Al-Jazira mostram pessoas comemorando com buzinaços em Sirte, cidade na qual Kadafi foi capturado nesta quinta-feira.

10h18 – Uma foto do ditador líbio Muamar Kadafi ferido foi divulgada. Veja abaixo. A imagem foi capturada de um vídeo feito com celular, possivelmente pelos opositores do ditador no momento da captura. A íntegra do vídeo ainda não está disponível.

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10h15 – A morte de Kadafi foi confirmada pelo CNT. Segundo Abdel Majid Mlegta, do CNT, o ditador teria sido ferido na cabeça e nas pernas ao ser capturado.

9h40 – Cadeias de televisão e rebeldes afirmam que Kadafi foi morto.

9h31 – CNN e Al-Jazira dizem que Gadafi foi ferido gravemente  nas pernas.

9h25 – Captura de Kadafi é confirmada. Rebeldes dizem que ele foi ferido nas pernas, porém está vivo.

9h20 – A imprensa internacional informa que opositores capturaram Kadafi, que estaria escondido em um buraco em Sirte.

9h05 – Rebeldes confirmam a tomada de Sirte, cidade natal e último reduto do ditador Muamar Kadafi.

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Saif al-Islam, um dos filhos de Kadafi (no alto, à esq): visto pela última vez há cerca de um mês em Bani Walid

A rede de televisão Arrai, com base na Síria e simpática ao ditador Muamar Kadafi, confirmou na segunda-feira, 17, a morte de um dos filhos do ditador líbio, Khamis Kadafi. Ele teria sido morto em combate contra forças de oposição na cidade de Tarhouna, a sudeste de Trípoli, distante 97 quilômetros da capital, no dia 29 de agosto. Conheça a seguir o destino de outros filhos do ditador.

Saif al-Islam: Provável sucessor de Muamar Kadafi. Foi visto pela última vez no dia 19 de setembro em Bani Walid. Acredita-se que continue lutando ao lado de 20 mil soldados leais ao ex-ditador em Sirte

Saadi: Terceiro filho de Kadafi, ex-jogador de futebol, fugiu para o Níger no dia 11 de setembro, em um comboio acompanhado de oito
pessoas, cuja identidade não foi revelada

Aisha, Mohammed e Hannibal: Filhos da segunda mulher do ex-ditador, Safia Farkas, eles fugiram para a Argélia no dia 29 de agosto

Moutassim: Ex-consultor de segurança do governo, foi visto pela última vez em Bani Walid, com o irmão Saif, em setembro

Khamis: líder da Brigada Khamis, teria sido morto em agosto, durante confrontos na cidade de Tarhouna, a sudeste de Trípoli

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