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Radar Global

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Imagem divulgada pelo Cimeq, onde o presidente venezuelano está sendo tratado em Cuba

HAVANA – O hospital no qual o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, foi operado nesta terça-feira, 28, é considerado a “joia” do sistema de saúde cubano. Nele, já foram tratados o ex-presidente cubano Fidel Castro e importantes políticos latino-americanos e africanos. O Centro de Investigaciones Médico Quirúrgicas (Centro de Pesquisas Médico-Cirúrgicas) fica no oeste da capital cubana, Havana.

Segundo seu site oficial, o Cimeq iniciou suas atividades em 1982. Em seus 30 anos de serviços, ganhou reconhecimento nacional e internacional. O centro médico ainda compartilha as instalações com o Centro Internacional de Restaurações Neurológicas (Ciren).

O local conta com 17 departamentos, dentre os quais se destacam o de transplantes de órgãos e tecidos, procedimentos com laser e tratamento de doenças oncológicas.

Antes de viajar a Havana, no dia 24 de fevereiro, Chávez adiantou que faria uma operação no início da semana. As informações divulgadas pelo governo de Caracas dão conta de que o presidente está bem e se recuperando do procedimento.

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VIENA – Cerca de 50 imagens de líderes – e ex-líderes – mundiais podem ser vistas até o final de abril na galeria de fotos Westlicht, em Viena, Áustria. Platon Antoniou, fotógrafo da revista norte-americana The New Yorker, retratou políticos como o italiano Silvio Berlusconi, o americano Barack Obama, o venezuelano Hugo Chávez, o líbio Muamar Kadafi e a argentina Cristina Kirchner em imagens reunidas na mostra “As caras do poder”. O ex-presidente Lula também foi retratado.

Platon fez retratos intimistas de lideranças políticas de todo o mundo, em um projeto que inclui mais de 100 presidentes, primeiro-ministros e ditadores. O fotógrafo, de 43 anos, já ganhou o World Press Photo em 2008 com um retrato do então presidente russo, Vladimir Putin. Segundo o profissional, cada líder fotografado impôs condições para o trabalho. “Chávez me deu 15 segundos”, contou. Segundo ele, houve chance apenas de fazer “uma ou duas” fotos do venezuelano. “Em um momento como esse, é preciso agir instintivamente”, contou.

Veja algumas das imagens:

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Hugo Chávez, presidente da Venezuela

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Vladimir Putin, primeiro-ministro da Rússia

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Muamar Kadafi, ex-ditador da Líbia

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Cristina Kirchner, presidente da Argentina

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Silvio Berlusconi, ex-premiê da Itália

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Os venezuelanos lembram neste sábado, 4, com um misto de orgulho e vergonha, as duas décadas da tentativa frustrada de golpe liderada por Hugo Chávez contra o governo de Carlos Andrés Pérez. Relembre a seguir a cronologia do golpe.

3 de fevereiro de 1992

16 horas. Chávez e outros quatro tenentes-coronéis do Exército venezuelano mobilizam oficiais na “Operação Zamora” para tentar derrubar o presidente Carlos Andrés Perez

23 horas. Em Caracas, militares rebelados tentam ocupar o Palácio de Miraflores, a residência presidencial, a base aérea Francisco de Miranda e outros pontos estratégicos

4 de fevereiro de 1992

Zero-hora. Tanques e paraquedistas tentam invadir Miraflores. Há confronto com militares leais ao governo, que se estende por toda a madrugada

1 hora. Pérez consegue fugir do palácio e se abriga na sede da TV Venevisión, de onde informa o país da insurreição armada

8 horas. O comando militar consegue controlar a situação

Meio-dia. Chávez entrega-se e pede que seus comandados deponham as armas: “Por ora, me retiro”, declarou

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O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, aprovou uma bonificação de Natal para os funcionários públicos e militares do país com o objetivo de “assegurar o bem-estar e a prosperidade” das pessoas que servem o Estado venezuelano.

A ação foi batizada de “Chavidad”, em alusão ao Natal – que, em espanhol, é “Navidad”. “Chegou o Chavidad! Feliz Chavidad a todos”, afirmou o ministro de Comunicação e Informação da Venezuela, Andrés Izarra.

A bonificação prometida pelo governo consiste no pagamento do equivalente a um salário de 90 dias a partir de 31 de outubro para os trabalhadores do setor público em serviço ativo, afastados e aposentados. Dois terços do bônus devem ser pagos antes de 15 de novembro e o terço restante até 1º de dezembro.

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*Andrew Cawthorne, Reuters

Um estranho que desembarque na Venezuela hoje seria perdoado se pensasse que as eleições presidenciais ocorrerão em poucos dias e não em um ano. Em luta contra um câncer, o presidente Hugo Chávez e seus aliados falam diariamente sobre a “Missão 7 de Outubro” – a candidatura do líder socialista para um novo mandato de seis anos.

A coalizão de oposição também está mobilizada, divulgando a mensagem de união e mudança, além da crença genuína de que pode, finalmente, destronar Chávez e dar fim aos seus 13 anos à frente do único membro sul-americano da Opep. A antecipação reflete a convicção de que tudo está em jogo e qualquer vantagem alcançada agora pode ser decisiva quando as urnas forem abertas.

“Ninguém pode realmente prever o resultado dessa eleição”, afirmou um diplomata estrangeiro em Caracas. “Em circunstâncias normais, poderíamos pensar que Chávez tem a vantagem. Mas há um fator-chave que é seu câncer e a oposição parece buscar uma atuação conjunta, unindo-se contra ele.”

Pesquisas indicam que Chávez ganharia de forma apertada se a eleição ocorresse amanhã. Mas a oposição espera impulsionar sua candidatura quando oficializar seu candidato único, nas prévias de fevereiro. Em favor da oposição, nessa que provavelmente será a mais fascinante eleição desde que Chávez assumiu o poder, em 1999, está a crescente insatisfação dos venezuelanos em relação aos serviços públicos. Cortes de energia são comuns e há um crescente déficit habitacional.

A grande incógnita é o impacto do tratamento de câncer de Chávez. Ninguém do restrito círculo de confidentes sabe sua real condição, muito menos como isso pode interferir na campanha. Até agora, a doença deu a Chávez a simpatia do eleitor e poderia ajudar mais se ele for visto, no período da votação, como exemplo de superação heroica da adversidade. Qualquer que seja o cenário, muitos na Venezuela já fazem planos para um período de turbulência no final de 2012.

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13.julho.2011 00:00:07

WEBSFERA – 13 de julho

Incas tinham escrita em 3D, diz pesquisador

Durante séculos, a civilização inca ficou conhecida por ser avançada, mas sem escrita. Gary Urton, da Universidade Harvard, pretende provar o contrário. O quipu, nó que registrava informações, seria o único exemplo de uma escrita em 3D. “Os quipus são um código de barras que podia ser ‘escaneado’ por qualquer um com treinamento adequado”, afirma.  http://www.slate.com/id/2298567/pagenum/…)

Chávez cita Nietzsche na luta contra o câncer

O presidente venezuelano, Hugo Chávez , recorreu à filosofia para descrever sua luta contra o câncer. Invocando o alemão Friedrich Nietzsche, ele disse no Twitter que está “diante de sua mais alta montanha e sua mais longa caminhada”.  http://www.bloomberg.com/news/2011-07-12…)

Mulher é presa por plantar horta no jardim

Julie Bass, seis filhos e cidadã exemplar de Oak Park, no Estado de Michigan, foi condenada a 93 dias de prisão por plantar uma horta na frente de casa. Uma lei municipal permite só “plantas adequadas” no jardim – como grama, flores e arbustos.  http://www.treehugger.com/files/2011/07/…)

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Por Marília Lopes

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Saúde. Médicos e enfermeiros venezuelanos protestaram nesta quinta-feira,16, para exigir salários mais altos para os trabalhadores da área médica. A faixa carregada pelos manifestantes diz: “Chávez, se você confia tanto em Barrio Adentro, por que está em Cuba?”, referindo-se a um programa governamental que leva médicos cubanos para clinicar em áreas pobres da Venezuela.

O presidente venezuelano, Hugo Chávez, está internado desde sexta-feira, 10, em Havana, capital de Cuba. Ele tinha um abscesso pélvico, que exigiu uma intervenção cirúrgica de emergência.

O giro de Chávez por Brasil, Equador e Cuba deveria ter começado no dia 9 de maio, mas foi adiado em razão de problemas no joelho do presidente venezuelano. Fontes oficiais afirmaram que tratava-se de uma lesão antiga que tinha se agravado, obrigando ao cancelamento da viagem na véspera da partida. No Brasil, as mesmas dores no joelho impediram Chávez de subir a rampa do Planalto ao lado da presidente Dilma Rousseff.

Os chavistas acusam a oposição venezuelano de “manipulação”, em resposta aos rumores de que a permanência de Chávez em Cuba teria relação com algum tipo de câncer – e não apenas com o abscesso pélvico. Entretanto, especialistas afirmam que a versão oficial sobre a condição de saúde do presidente da Venezuela é compatível com um quadro de abscesso pélvico.

mais  imagens Seleção de imagens: Natália Russo, da editoria de Fotografia do Estadão.com.br. Visite também o blog Olhar sobre o mundo e a página de fotos do portal.

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Até o dia 31 de dezembro, o Radar Global relembra os 12 principais personagens da política internacional de 2010. Acompanhe também a retrospectiva dos últimos meses com os 12 principais fatos do ano.

Hugo Chávez, presidente da Venezuela

Chávez viu seu prestígio popular cair. A violência urbana em Caracas e a crise econômica gerada pela queda no preço do petróleo derrubaram a aprovação ao presidente.

Nas urnas, o Partido Socialista Unificado da Venezuela (PSUV) perdeu a maioria qualificada na Assembleia Nacional. O partido teve apenas 120 mil votos a mais (0,2%) que os opositores nas eleições legislativas de setembro.

No final do ano, teve seus poderes ampliados pelo Congresso com a justificativa de que precisa dar respostas mais rápidas às vítimas das chuvas no país. Ele governará sem o Parlamento até sua sucessão.

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O presidente venezuelano, Hugo Chávez, definiu nesta segunda-feira a eleição de Dilma Rousseff como uma “grande onda de justiça e igualdade social” que, segundo disse, atravessa a América Latina, e avaliou que o “Brasil profundo” foi determinante no resultado das urnas.

Segundo um comunicado da Presidência da Venezuela, a vitória de Dilma “é fruto de uma extraordinária mobilização das forças populares do Brasil profundo”.

“Com seus sindicatos e movimentos sociais, estudantis, intelectuais e artísticos, o Brasil ratificou sua vontade de seguir no caminho do desenvolvimento e progresso social aberto pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva”, acrescenta a nota.

O comunicado, no qual também são enviadas “efusivas felicitações do Governo e do Povo da Venezuela à Dilma Rousseff”, qualifica a eleição de domingo de “histórica jornada democrática”, por ser a primeira vez que uma mulher chega à Presidência do Brasil.

“A vitória da presidente Dilma é garantia de que o processo de união dos povos de nossa região seguirá se consolidando em espaços como o Mercosul, a Unasul e a Comunidade de Estados Latino-americanos e Caribenhos”, afirma a nota, que acrescenta que “o Brasil seguirá aproximando-se dos povos irmãos do continente”. (Efe)

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O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, que já havia declarado que apoiava Dilma e que a preferia para ocupar o cargo de presidente do Brasil, parabenizou a petista por “entrar no clube”. “Vem de longe, companheira, te conheço. Sabemos de onde vem, das batalhas pelo Brasil, das duras batalhas. Uma grande mulher, uma patriota”, disse Chávez.

O venezuelano disse que Dilma “se converterá em outra giganta”, assim como Cristina Kirchner na Argentina. “Vou mandar um beijo para minha querida Dilma”, disse ele ao final do seu programa dominical, o “Alô, Presidente”.

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