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Radar Global

O governo da Rússia é comumente acusado por opositores por práticas que coíbem a liberdade de expressão do país. Mas um fato inusitado provocou uma inversão de papéis nesse caso.

Um vídeo publicado no Youtube no dia 30 de novembro mostra uma militante do partido Rússia Unida, do premiê Vladimir Putin, sendo atirada no rio por supostos opositores em São Petersburgo. A ação foi registrada por um cinegrafista amador.

O Rússia Unida classificou o incidente como um “ato de provocação” destinado a denegrir a legenda ao insinuar que o povo a odeia.

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“Esta é uma eleição do Partido Comunista e não uma eleição americana”. A frase foi dita por um policial na semana passada no momento em que ele comandava a prisão de Liu Ping, desempregada e candidata independente ao Conselho de Representantes de sua cidade, na província de Jiangxi. Seu crime foi fazer campanha durante a eleição, algo absolutamente banal em vários lugares do mundo, mas inconcebível na “democracia com características chinesas”. Liu foi carregada pelos policiais e teve sua casa vasculhada.

Leia a íntegra no blog O Tao da China, da correspondente Claudia Trevisan no país

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O partido do presidente Barack Obama, o Democrata, sofreu um duro golpe ao perder a maioria na Câmara dos Representantes e certo espaço no Senado após as eleições legislativas de meio de mandato do último dia 2. Desde então, a oposição republicana pressiona o chefe de Estado a assumir uma postura mais conciliadora.

Obama já sinalizou que os partidos devem trabalhar juntos, mas a rivalidade deve permanecer. Pelo menos nas quadras virtuais. Aproveitando a ocasião das eleições, a EA Games produziu um comercial do jogo recém-lançado NBA Jam com figuras ilustres dos dois partidos americanos.

Pode parecer uma grande jogada de marketing incluir os políticos em um comercial na época das eleições, mas o fato é que George W. Bush, Bill Clinton, Obama, Joe Biden e até Sarah Pallin e Hillary Clinton são personagens selecionáveis no jogo, que traz os times de basquete da liga pofissional americana.

O comercial não mostra, mas dá para colocar republicanos e democratas jogando do mesmo lado. Resta saber se isso vai acontecer fora dos videogames.

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1:54: De acordo com a rede de TV ABC, os democratas conseguirão manter o controle do Senado.

1:39: Segundo a CNN, se os democratas elegerem mais um senador, evitam perder o controle também do Senado para o partido republicano. O partido tem vantagem em Nevada, Colorado e Califórnia, e é favorito no Havaí. Os republicanos estão na frente em Illinois e na Pensilvânia.

1:38- Segundo projeções da imprensa americana, o referendo para a legalização da maconha foi derrotado na Califórnia 

1:00 – Fim da votação em quatro estados. São eles Idaho, Oregon, Washington e Califórnia

Projeção para a Câmara:

Idaho: um republicano e um indefinido

Washington: dois republicanos e sete indefinidos

Oregon: um republicano e quatro indefinidos

Califórnia dois republicanos e 51 indefinidos

Projeção para o Senado:

Idaho: vitória republicana

Washington: indefinido

Oregon: vitória democrata

Califórnia: indefinido

00:00 - Fim da votação em cinco Estados. São eles Arizona, Iowa, Montana, Nevada e Utah.

Projeção para a Câmara:

Arizona: (8)

Iowa:três democratas e dois republicanos

Montana: republicano

Nevada: um democrata e dois indefinidos

Utah: um republicano e dois indefinidos

Projeção para o Senado:

Arizona: vitória republicana

Iowa: vitória republicana

Nevada:  indefinido

Utah:  indefinido

23:36: O New York Times destaca que  a vitória de dois candidatos do Tea Party pode ajudar os republicanos na luta pelo controle do Senado. Rand Paul foi eleito em Kentucky e Marco Rubio, um latino de ascendência cubana, na Flórida. Mesmo derrotada em Delaware, Christine O’Donnel disse que sua campanha foi vitoriosa. “Washington nunca mais será a mesma”, afirmou

23:16:  Segundo a CNN, os primeiros resultados já indicam que os republicanos vão assumir o controle da Câmara dos representantes. O partido ganhou 50 cadeiras dos democratas até agora.

23:00:  Fim da votação em 12 Estados. São eles: Colorado, Kansas, Louisiana, Michigan, Minnesota, Nebraska, Novo México, Nova York,Dakota do Norte, Wisconsin, Wyoming e Texas.

Projeção para a Câmara

Colorado: dois democratas, um republicano e quatro indefinidos

Kansas: quatro republicanos

Louisiana: seis republicano e  um democrata

Minnesota:dois democratas, três republicanos e três indefinidos

Nebraska: três democratas

New Mexico: (3)

New York: cinco democratas e 25 indefinidos

North Dakota:  um republicano

Wisconsin: três republicanos, quatro democratas e dois indecisos

Wyoming: um republicano

Texas: 21 republicanos, nove democratas e dois indefinidos

Projeção para o Senado:

Colorado: indefinido

Kansas: vitória republicana

Louisiana: vitória republicana

New York: duas vitórias democratas

North Dakota: vitória republicana

Wisconsin: vitória republicana

22:40: Então, até agora temos a seguinte parcial: na Câmara, os democratas têm garantidos nove deputados, contra 42 dos republicanos, de um total de 435. No Senado, das 37  cadeiras em jogo, os republicanos garantiram nove e os democratas, cinco.  A republicana Christine O’Donnel, uma das estrelas do tea Party, perdeu a disputa pelo Senado em Delaware para o democrata Chris Coon. O movimento ultraconservador conseguiu eleger Rand Paul para o Senado em Kentucky.

22:30: Fim da votação no Arkansas

Projeção para a Câmara:

Arkansas: dois republicanos e dois indefinidos

Projeção para o Senado:

Arkansas: vitória republicana

22:00 - Fim da votação em 15 Estados e no Distrito de Colúmbia. São eles: Alabama, Connecticut, Delaware, DC, Florida, Illinois, Maine, Maryland, Massachusetts, Mississippi, Michigan, Missouri, New Hampshire, New Jersey, Oklahoma, Pensilvânia e Tennessee.

Projeção para a Câmara:

Alabama: cinco deputados republicanos, um democrata e um indefinido

Connecticut: quatro democratas e um indefinido

Delaware: um deputado democrata

Florida:  17  deputados republicanos, cinco democratas e três indefinidos

Illinois:  oito democratas, nove republicanos e dois indefinidos

Maine: dois democratas

Maryland:  seis democratas e dois republicanos

Massachusetts: dez democratas

Mississippi: um democrata, dois republicano e um indefinido

Michigan: dois democratas, seis republicanos e sete indefinidos

Missouri: quatro republicanos, dois democratas  e três indefinidos

New Hampshire: um republicano e um indefinido

New Jersey: sete democratas, cinco republicanos e um indefinido

Oklahoma: três deputados republicanos e dois indefinidos

Pensilvânia: sete democratas e 12 republicanos 

Projeção para o Senado:

Alabama: vitória republicana

Connecticut: vitória democrata

Delaware: vitória democrata

Flórida: vitória republicana

Illinois: indefinido

Maryland: vitória democrata

Missouri:vitória republicana

New Hampshire: vitória republicana

Oklahoma: vitória republicana

Pensilvânia: indefinido

Fontes NYT e CNN

21:30: Fim da votação em Carolina do Norte, Ohio e Virgínia Ocidental. Na Carolina do Norte serão eleitos 13 deputados e um senador. Em Ohio, 18 deputados e  um senador. Na Virgínia Ocidental, três deputados e um senador.

Projeção para a Câmara:

Carolina do Norte: cinco deputados republicanos, sete democratas e um indefinido

 Ohio: sete republicanos, 12 democratas e um indefinido

Virgínia Ocidental: um democrata, um republicano e um indefinido

Projeção para o Senado:

Carolina do Norte: vitória republicana

 Ohio: vitória republicana

Virgínia Ocidental: vitória democrata

Fonte: CNN e NYT

21:00:  Fim da votação em Vermont, Carolina do Sul, Geórgia, Virgínia  : Vermont elegerá um deputado e um senador. Na Carolina do Sul, seis deputados e um senador. Na Geórgia, 13 deputados e um senador. Na Virgínia, apenas 11 deputados.

Projeção para a Câmara:

Vermont:  vitória democrata

Carolina do Sul: um deputado democrata, quatro republicanos e um indefinido

Geórgia: oito republicanos e quatro democratas 

Virginía: oito republicanos, dois democrata e um indefinido

Projeção para o Senado:

Vermont: vitória democrata

Carolina do Sul: vitória republicana

Geórgia: vitória republicana

Fontes NYT e CNN

20:15:  Fim da votação em Kentucky e Indiana: As urnas já fecharam em Kentucky e Indiana. Em Indiana, serão eleitos nove deputados e um senador. Em Kentucky, seis deputados e um senador. 

Projeção para a Câmara:

Indiana: seis republicanos e três democratas  

Kentucky:  quatro republicanos, um democrata e um indefinido

Projeção para o Senado:

Indiana: vitória repúblicana

Kentucky: vitória republicana

Fontes NYT e CNN

20h06: O The New York Times divulgou uma pesquisa sobre as eleições. Segundo o levantamento, a economia é o tema mais importante para os americanos que foram às urnas hoje. Cerca de 80% dos entrevistados estão preocupados com a condição econômica do país em 2011. Para 40%, a condição financeira de suas famílias piorou nos últimos dois anos.

A aprovação a Obama entre os eleitores que votaram hoje é de 45%, próxima da média das últimas pesquisas. O Congresso, no entanto, tem números piores. Cerca de 25% dos americanos aprovam o trabalho dos parlamentares e mais da metade tem ressalvas tanto a democratas quanto a republicanos. Quatro em cada dez eleitores tem simpatia pelo Tea Party.

 

19:24: Segundo a AFP, a participação nas eleições de meio de mandato em muitos Estados foi alta, o que pode favorecer os democratas. As primeiras projeções começam a ser divulgadas às 21h (horário de Brasília).

18:26: O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, fez nesta terça-feira, 2, um último pedido para que os eleitores apoiem os democratas nas eleições legislativas de hoje, alertando que uma vitória do Partido Republicano prejudicará os esforços da Casa Branca para impulsionar a agenda econômica e política do seu governo.    

17:49: Pelo Twitter, Obama pediu aos eleitores que votem. O presidente ainda postou um link que ajuda os cidadãos a encontrarem seu colégio eleitoral.

17:40: Outro grande jornal americano, o Washington Post, por sua vez, recomendou diretamente aos eleitores em quem votar. A lista inclui candidatos no distrito de Colúmbia e no Estado de Virginia. A maioria dos candidatos é de democratas. Leia o editorial (Também em inglês)

17:35: Em editorial, o jornal The New York Times conclamou os eleitores americanos a votar. O jornal, de tendência liberal, defende no texto o governo de Obama e argumenta que a situação econômica americana estaria bem pior na mão dos republicanos. Leia a íntegra (Em inglês)

17:24: Em visita à Malásia, a secretária de Estado americana, Hillary Clinton, disse que espera que o presidente Barack Obama continue com suas agenda doméstica e de política externa, mesmo se os republicanos saírem vencedores das eleições de meio de mandato desta terça.

Hillary disse ainda conversou com Obama por telefone e que o presidente brincou estar ‘com inveja’ de ela estar viajando e ele ajudando na campanha. “A ventania política pode variar de intensidade, mas o presidente está firme como capitão do navio”, comentou a secretária de Estado.

16h30 - Os gastos de cada partido com a campanha, segundo o Washington Post:

Democratas – US$ 44,5 milhões
Republicanos – US$ 35,5 milhões

A verba total gasta da campanha, considerando os dois partidos, ultrapassa os US$ 80 milhões e é a campanha não presidencial mais cara da história dos EUA.

15h48 – O ex-candidato à presidência pelo Partido Republicano e candidato ao Senado pelo Arizona, John McCain, vota em Phoenix. McCain busca seu quinto mandato no Parlamento.

15h30 - Pelo rádio, Obama pediu que os eleitores vão às urnas e votem nos democratas para dar continuidade à sua agenda política: “Lembrem-se que vocês darão forma ao futuro. Mas se vocês não se envolverem, alguém dará forma a ele por vocês. Uma das melhores formas de fazer isso é votar”. As declarações de Obama foram transmitidas pela rádio KPWR, de Los Angeles (Califórnia).

15h15 - “Esse será um grande dia. É uma oportunidade para que sejam ouvidos os americanos que acham que o governo está gastando demais”, disse John Boehner, líder dos republicanos na Câmara dos Representantes. Caso seu partido consiga a maioria no Congresso, Boehner deve se tornar o presidente da casa legislativa.

14h50 – O vice-presidente, Joe Biden, vota em Wilmington (Delaware).

14h26 – Segundo o jornal Washington Post, o Tea Party já planeja comemorações, mesmo que seus candidatos não saiam das eleições como representantes parlamentares. Só o crescimento da influência do bloco ultradireitista já é uma vitória – candidatos apoiados pelos conservadores disputam ao menos dez assentos considerados importantes na Câmara e no Senado.

13h50 – Segundo a agência de notícias BBC, a taxa de reeleição dos deputados é de 90%. Os números revelados pelas campanhas, porém, mostram que neste ano os representantes democratas devem perder espaço. Ainda segundo a agência, o partido do presidente em cargo perde em média 25 cadeiras na Câmara e três no Senado, segundo dados registrados desde 1946.

13h11 – Christine O’Donnell, uma das figuras mais destacadas do Tea Party, votou logo na abertura das urnas. Ela concorre ao Senado pelo Estado de Delaware. A candidata protagonizou um dos momentos mais interessantes da campanha com um vídeo gravado para amenizar as gafes cometidas.

Foto: Tim Shaffer/Reuters

12h45 – O presidente Barack Obama anunciou que fará um pronunciamento na quarta-feira sobre o resultado final das eleições. Seu partido, o democrata, deve sofrer um duro golpe nas urnas e até perder a maioria nas casas legislativas.

12h10 – Além de escolher os representantes do legislativo e os governadores, os americanos votam também em referendos específicos de seus Estados. Na Califórnia, por exemplo, será decidida  a legalização ou não da maconha. Rhode Island decidirá nas urnas a mudança do nome do Estado – de Rhode Island and Providence Plantations para apenas Rhode Island.

Os referendos também se dão em âmbito municipal. A cidade de Denver, no Colorado, votará a criação de uma comissão para examinar a existência de extraterrestres.

11h50 – As eleições desta terça são marcadas pela ascensão de um novo bloco político nos EUA, o ultradireitista  Tea Party. Encabeçados pela ex-governadora do Alasca Sarah Palin, os conservadores ganharam espaço no cenário político devido à má situação econômica vivida pelo país, segundo analistas ouvidos pelo estadão.com.br.

11h30 – Veja em quais Estados ocorrem as eleições desta terça no infográfico sobre o pleito nos EUA.

11h15 – Gustavo Chacra, correspondente do Estado de S. Paulo em Nova York, analisa as eleições dos EUA do ponto de vista da preocupação dos americanos com a guerra no Afeganistão. Segundo ele, os eleitores “ignoram” o conflito, diferentemente do que ocorreu em 2006 e em 2008. A guerra é considerada o maior desafio externo do presidente.

11h – Analistas consideram que as eleições parlamentares de novembro – chamadas de eleições de meio de mandato – sejam um indicador da satisfação do governo de Obama. Os americanos votam para presidente em 2012.

10h50 – As pesquisas apontam a vitória dos republicanos nas eleições desta terça. Atualmente, ambas as casas são dominadas pelos democratas, partido do presidente Barack Obama. No Senado, a proporção é de 59 democratas e 41 republicanos. Na Câmara, são 255 democratas e 178 republicanos. Saiba mais sobre as pesquisas clicando aqui.

10h40 – As urnas americanas foram abertas às 6h e às 7h (8h e 9h em Brasília), dependendo do Estado, e receberão os eleitores até às 19h ou 20h (21h e 22h em Brasília).

10h30 - Os americanos vão às urnas nesta terça-feira, 2, para eleger novos parlamentares. Toda a Câmara dos Representantes (435 cadeiras) e 37 das 100 vagas do Senado serão renovados. Além disso, os eleitores devem escolher governadores de 38 Estados.

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O americano Washington Post escreveu que a vitória de Dilma, “uma guerrilheira marxista que se tornou uma tecnocrata especialista em desde finanças a energia”, mostra a “confiança do eleitor no homem que a escolheu para o cargo, o presidente Lula”.

O jornal publicou o discurso recente de Dilma, realizado quando os resultados finais já haviam sido divulgados. Segundo o Post, a eleição de Dilma é o apoio dos brasileiros às políticas sociais iniciadas por Lula.

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Após a divulgação dos resultados oficiais, o governo da Argentina também felicitou Dilma pela vitória. “O governo da República Argentina felicita a senhora Dilma Rousseff pelo triunfo popular obtido no dia do segundo turno, que lhe consagrou como a primeira chefe de Estado do Brasil”, dizia o comunicado da chancelaria.

Expressando sua “indeclinável vontade de seguir trabalhando com o governo e com a nação irmã do Brasil para aprofundar a estreita e rica relação que une os países”, o governo de Cristina Kirchner afirmou que a vitória da petista “afirma a continuidade das políticas que vêm se desenvolvendo no Mercosul, como a Unasul, para o bem-estar de toda a comunidade latino-americana”.

Dilma se torna uma das três chefes de Estado na América Latina, ao lado de Cristina Kirchner, da Argentina, e Laura Chinchilla, da Costa Rica.

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O presidente de Portugal, Aníbal Cavaco Silva, felicitou Dilma Rousseff e se mostrou seguro de que seu mandato constituirá “uma renovada oportunidade” para aprofundar as relações bilaterais.

Cavaco transmitiu suas “mais efusivas felicitações” em nome do povo português, desejou à petista “o maior sucesso” no exercício de suas funções e disse esperar uma visita de Dilma em “breve”.

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“Uma ex-rebelde marxista, que foi presa e torturada durante a ditadura brasileira, se tornou a primeira presidente mulher da história do seu país”. Assim iniciava a notícia da vitória de Dilma no britânico The Guardian.

O Guardian publicou declarações recentes da candidata eleita. A notícia era a quarta chamada principal na primeira página do jornal na internet.

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O presidente do governo da Espanha, José Luis Rodríguez Zapatero, enviou um telegrama a Dilma parabenizando-a pela vitória nas eleições e se comprometendo a seguir trabalhando para que relação bilateral entre Brasil e Espanha continue “magnífica”.

Fontes do Governo espanhol informaram que o chefe do Executivo, em sua primeira mensagem de felicitação, desejou sucesso a Dilma. “Seguiremos trabalhando para que as relações entre nossos dois países continuem em um nível magnífico”, disse Zapatero.

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O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, que já havia declarado que apoiava Dilma e que a preferia para ocupar o cargo de presidente do Brasil, parabenizou a petista por “entrar no clube”. “Vem de longe, companheira, te conheço. Sabemos de onde vem, das batalhas pelo Brasil, das duras batalhas. Uma grande mulher, uma patriota”, disse Chávez.

O venezuelano disse que Dilma “se converterá em outra giganta”, assim como Cristina Kirchner na Argentina. “Vou mandar um beijo para minha querida Dilma”, disse ele ao final do seu programa dominical, o “Alô, Presidente”.

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