Em setembro de 2008, a construtora brasileira Norberto Odebrecht teve os bens que mantinha no Equador embargados por decreto do presidente Rafael Correa. O líder alegou que defeitos estruturais na hidrelétrica de San Francisco, construída pela empresa, haviam provocado paralisações na usina. Na prática, a medida significou a expulsão da Odebrecht do Equador.
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A construtora teve ainda suas obras no país ocupadas militarmente. A interdição ganhou contornos de crise bilateral entre Brasil e Equador, pois Correa declarou que poderia não pagar um empréstimo de US$ 243 milhões do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Em outubro, o empréstimo acabou sendo pago e a Odebrecht concordou em fazer os reparos necessários na usina equatoriana e a pagar uma indenização.
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