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Radar Global

08.novembro.2011 22:59:45

O relatório da AIEA sobre o Irã e a posição do Brasil

Embora hesite em tomar uma posição oficial antes da divulgação oficial do relatório da AIEA, o Itamaraty tende a rejeitar a adoção de novas sanções ao Irã. Na avaliação da diplomacia brasileira, as sanções podem ser ineficazes e não trazer o efeito pretendido pelas potências ocidentais, de enfraquecer o regime persa. Na gestão de Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2010), o Brasil aproximou-se diplomática e comercialmente do Irã. O presidente Mahmoud Ahmadinejad visitou Brasília e Lula, Teerã.

Veja também:
NA ÍNTEGRA: O relatório da AIEA (em inglês)
‘Guerra dos americanos contra Irã é improdutiva’
ESPECIAL: Tambores de guerra no Oriente Médio
ESPECIAL: O programa nuclear do Irã
HOTSITE: A tensão entre Israel e o Irã

No ano passado, o ex-presidente intermediou, ao lado da Turquia, um acordo para que o Irã enriquecesse urânio fora do país. O pacto foi rejeitado pelos Estados Unidos e países europeus, que impuseram no Conselho de Segurança uma nova rodada de sanções ao país dos aiatolás.

 

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Comentários (5)| Comente!

5 Comentários Comente também
  • 09/11/2011 - 07:05
    Enviado por: PARA ENTENDER: O que diz o relatório da AIEA - Radar Global - Estadao.com.br

    [...] também: NA ÍNTEGRA: O relatório da AIEA (em inglês) Brasil tende a rejeitar adoção de novas sanções ESPECIAL: Tambores de guerra no Oriente Médio ESPECIAL: O programa nuclear do Irã HOTSITE: A [...]

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  • 09/11/2011 - 12:57
    Enviado por: Eros Alonso

    O Brasil detem todo o ciclo de enriquecimento de urãnio e tem a tecnologia para a fazedr a bomba atômica quando quiser.O memso se dá com váriosoturos países, como a África do sul, por exemplo.O Irã está percorrendo o mesmo caminho.Etá adquirindo e desenvolvendo tecnologia que permite a fabricação da bomba.A situação do Irá é muito próxima a do Brasil no que tange ao direito de desenvolver a tecnologia nuclear.A soberania das nações está em jogo.O Basil não pode fazer o jogo dos que já detem a arma.O Irã está certo e o Brasil também. Se tentarem, interceptar navios iranianos termos a guerra porque pelo estreito de Ormuz não sairá mais petróleo se houver a guerra, que terá armas de destruição em massa. O Irã tem 10mil mísseis voltados para as bases da Otan , Israel e frotas de navios de guerra estacionados na região.Se atacarem não será como foi quando atacaram a síria e o Iraque. Sabem disso. A França sem Sarkozy será outra e é por isso que querem apressar a guerra, antes que ele saia do Poder.

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    • 09/11/2011 - 13:39
      Enviado por: A_G

      Sim, porem o Brasil é um pais pacifista e o Irã não! Voce mesmo diz que o Irã tem “10mil mísseis voltados para as bases da Otan , Israel e frotas de navios de guerra estacionados na região”.
      Tão pouco sou a favor da guerra. Porém, “rejeitar a adoção de novas sanções ao Irã” é por jogo de interesses, ou será “ficar em cima do puro”.

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  • 09/11/2011 - 14:44
    Enviado por: Romeu

    Eros, você tem razão. A tecnologia de desenvolvimento de uma bomba atômica serve como poder de dissuasão e é isso o que o Irã vem declarando. A decisão de fabricar uma bomba é política e não sei se o Irã irá tomar ou não. Depois do Japão, o Irã foi o país que mais sofreu com as armas de destruição em massa, quando sofreu ataques de mais de cem mil armas químicas do Iraque. E mesmo podendo, não revidou.

    O governo brasileiro mostra maturidade em não dar suporte para as ambições políticas americanas.

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  • 09/11/2011 - 18:51
    Enviado por: Marcelo Gama

    É por isso que não me sinto representado por esse governo (PT).

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