
Equipe que participou de libertação de reféns das Farc no ano passado posa para foto no aeroporto de Villavicencio
Felipe Donoso, representante do Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) que estava em Manaus desde o dia 18, esperando para embarcar num dos dois helicópteros do Exército brasileiro que participariam do resgate de reféns das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), voltou esta semana a Brasília.
Seu regresso mostra que a primeira tentativa de libertar Pablo Emilio Moncayo – o refém mais antigo das Farc, em cativeiro há 13 anos – e Josué Daniel Calvo, capturado em abril, foi temporariamente frustrada e, agora, espera-se que um novo operativo possa ter sucesso no sábado.
O grupo resgataria também os restos mortais do policial Julián Guevara, morto em 2006 depois de oito anos em cativeiro.
A operação será parecida com a de fevereiro de 2009, quando o Exército enviou dois helicópteros Cougar para dar apoio à libertação de quatro reféns das Farc, entre eles o ex-governador do Departamento (Estado) de Meta Alan Jara e o ex-deputado Sigifredo López.
Na ação deste fim de semana, os militares usariam aeronaves mais simples, já que não haveria voos sobre a Cordilheira dos Andes.
É só pedir para o Franklin Martins ou Marco Aurélio Garcia interferirem que tudo corre bem. Sem tropeços. Um pouquinho de grana aquí, outro alí e pronto.
Da mesma maneira que a ONU tem uma missão de paz, devería ter uma missão de guerra. Não se concebe aceitar GRUPÊLHOS TERRORISTAS que sequestram aleatoriamente, matam, explodem bombas assassinando milhares de pessoas inocentes (ou não), sendo tratados como Países ou Govêrnos legitimamente constituidos. Sería por análise romantica? Pergunte aos pais, filhos, parentes em geral e amigos que perderam entes queridos se eles acham estes GUERRILHEIROS fdp, românticos. O romantismo devería ficar restrito aos bancos escolares doutrinários.
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