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	<title>Comentários sobre Radar Global</title>
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	<description>O blog da Internacional do Estadão</description>
	<lastBuildDate>Wed, 21 Dec 2011 06:45:56 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Comentário sobre PARTICIPE: Qual foi o evento mais marcante de 2011? por Retrospectiva 2011: Leitores escolhem a tragédia no Japão como evento mais marcante do ano - Radar Global - Estadao.com.br</title>
		<link>http://blogs.estadao.com.br/radar-global/participe-qual-foi-o-evento-mais-marcante-de-2011/comment-page-1/#comment-4295</link>
		<dc:creator>Retrospectiva 2011: Leitores escolhem a tragédia no Japão como evento mais marcante do ano - Radar Global - Estadao.com.br</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Dec 2011 06:45:56 +0000</pubDate>
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		<description>[...] PAULO &#8211; Em uma enquete realizada no final de novembro pelo Radar Global, os leitores escolheram a tragédia ocorrida no Japão no começo do ano como o evento [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] PAULO &#8211; Em uma enquete realizada no final de novembro pelo Radar Global, os leitores escolheram a tragédia ocorrida no Japão no começo do ano como o evento [...]</p>
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	<item>
		<title>Comentário sobre PARTICIPE: Mande suas perguntas sobre a Primavera Árabe por OUÇA: Brasileiros relatam situação em países árabes - Radar Global - Estadao.com.br</title>
		<link>http://blogs.estadao.com.br/radar-global/participe-mande-suas-perguntas-sobre-a-primavera-arabe/comment-page-1/#comment-4294</link>
		<dc:creator>OUÇA: Brasileiros relatam situação em países árabes - Radar Global - Estadao.com.br</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Dec 2011 22:51:35 +0000</pubDate>
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		<description>[...] também:  TV Estadão realiza debate; mande suas perguntas MAPA: A revolta que abalou o Oriente Médio OLHAR SOBRE O MUNDO: Imagens da revolução ESPECIAL: [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] também:  TV Estadão realiza debate; mande suas perguntas MAPA: A revolta que abalou o Oriente Médio OLHAR SOBRE O MUNDO: Imagens da revolução ESPECIAL: [...]</p>
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	<item>
		<title>Comentário sobre &#8216;Time&#8217; escolhe &#8216;o manifestante&#8217; como personagem de 2011 por PARTICIPE: Mande suas perguntas sobre a Primavera Árabe - Radar Global - Estadao.com.br</title>
		<link>http://blogs.estadao.com.br/radar-global/time-escolhe-o-manifestante-como-personagem-de-2011/comment-page-1/#comment-4292</link>
		<dc:creator>PARTICIPE: Mande suas perguntas sobre a Primavera Árabe - Radar Global - Estadao.com.br</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Dec 2011 01:13:26 +0000</pubDate>
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		<description>[...] também: &#8216;Time&#8217; escolhe &#8216;o manifestante&#8217; como personagem de 2011  MAPA: A revolta que abalou o Oriente Médio ESPECIAL: Um ano de Primavera [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] também: &#8216;Time&#8217; escolhe &#8216;o manifestante&#8217; como personagem de 2011  MAPA: A revolta que abalou o Oriente Médio ESPECIAL: Um ano de Primavera [...]</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre RETROSPECTIVA: As imagens mais &#8216;poderosas&#8217; de 2011 por &#8216;Time&#8217; escolhe &#8216;o manifestante&#8217; como personagem de 2011 - Radar Global - Estadao.com.br</title>
		<link>http://blogs.estadao.com.br/radar-global/as-imagens-mais-poderosas-de-2011/comment-page-1/#comment-4291</link>
		<dc:creator>&#8216;Time&#8217; escolhe &#8216;o manifestante&#8217; como personagem de 2011 - Radar Global - Estadao.com.br</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Dec 2011 15:35:59 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Veja também: As imagens mais ‘poderosas’ de 2011 [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Veja também: As imagens mais ‘poderosas’ de 2011 [...]</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre FOTO DO DIA: Diretor-geral do FMI, Dominique Strauss-Kahn, é preso em Nova York por ASSISTA: Vídeo mostra Strauss-Kahn no dia de sua prisão em Nova York - Radar Global - Estadao.com.br</title>
		<link>http://blogs.estadao.com.br/radar-global/foto-do-dia-diretor-geral-do-fmi-dominique-strauss-kahn-e-preso-em-nova-york/comment-page-1/#comment-4289</link>
		<dc:creator>ASSISTA: Vídeo mostra Strauss-Kahn no dia de sua prisão em Nova York - Radar Global - Estadao.com.br</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Dec 2011 07:51:12 +0000</pubDate>
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		<description>[...] do Fundo Monetário Internacional (FMI) Dominique Strauss-Kahn, no dia em que ele foi preso em Nova York acusado de estupro por uma funcionária do hotel [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] do Fundo Monetário Internacional (FMI) Dominique Strauss-Kahn, no dia em que ele foi preso em Nova York acusado de estupro por uma funcionária do hotel [...]</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre O segundo golpe revolucionário do Egito por Roland Scialom</title>
		<link>http://blogs.estadao.com.br/radar-global/o-segundo-golpe-revolucionario-do-egito/comment-page-1/#comment-4288</link>
		<dc:creator>Roland Scialom</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Dec 2011 17:28:14 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blogs.estadao.com.br/radar-global/?p=12421#comment-4288</guid>
		<description>Bom resumo da situação. Pena que os resumos como esses, publicados na imprensa, não contenham referências a leituras que tratam com maior profundidade muitos conceitos aqui resumidos. Por exemplo, a história das forças armadas egipcias, e em particular, sua evolução desde o império otomano até os dias de hoje. Na história dessa evolução, veriamos como elas passaram de (1) defensores do império a (2) súditos de uma monarquia inventada pelos ingleses, e finalmente (3) defensores de um regime pseudo socialista e autocrático desde 1952.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bom resumo da situação. Pena que os resumos como esses, publicados na imprensa, não contenham referências a leituras que tratam com maior profundidade muitos conceitos aqui resumidos. Por exemplo, a história das forças armadas egipcias, e em particular, sua evolução desde o império otomano até os dias de hoje. Na história dessa evolução, veriamos como elas passaram de (1) defensores do império a (2) súditos de uma monarquia inventada pelos ingleses, e finalmente (3) defensores de um regime pseudo socialista e autocrático desde 1952.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Sem Kadafi, Trípoli vive revolução no cotidiano por Paulo Falcão</title>
		<link>http://blogs.estadao.com.br/radar-global/sem-kadafi-tripoli-vive-revolucao-no-cotidiano/comment-page-1/#comment-4287</link>
		<dc:creator>Paulo Falcão</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Dec 2011 09:25:18 +0000</pubDate>
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		<description>O artigo é ligeiramente otimista, mas não é uma elegia ao caos ou uma defesa aberta da intervenção da ONU para a derrubada de Kadafi. Oferece fragmentos de uma realidade pós gerra civil, pós explosão, pós ruptura de uma situação de ditadura com mão de ferro para outra de ausência de governo ou de governos em formação. O foco é o cotidiano que começa a se desvelar. Como observou a estudante de direito Sara Abulher, &quot;as pessoas não sabem o que é liberdade. (...) Acham que liberdade é fazer o que quiser, mas significa também respeitar as necessidades dos outros. Liberdade significa não ultrapassar os limites.” Ou seja, alguém local, estudante, já consegue ter uma visão crítica, o que significa o primeiro passo para a construção de soluções que ordenem a sociedade novamente, e certamente ela não é um ente iluminado isolado em sua percepção. Sua opinião reflete o sentimento e as preocupações de colegas e professores, de amigos, familiares. Outro ponto que o artigo revela sobre a universidade é que muitas mulheres abandonaram os véus, indicando que há grupos contra o radicalismo islâmico que parecia ter emergido num primeiro momento pós derrubada de Kadafi. É cedo para dizer se a Líbia conseguirá tornar-se uma democracia ou mesmo um estado laico, mas o artigo nos permite vislumbrar diferentes facetas desta sociedade, este novo estado em formação, com suas mazelas, suas contradições, seus erros e acertos. Poderia perfeitamente ter sido escrito pelo Gustavo Chacra, jornalista e blogueiro do próprio Estadão, que, junto com os comentários de seus leitores espalhados pelo mundo, tem se mostrado a melhor e mais confiável fonte de informação sobre o oriente médio.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O artigo é ligeiramente otimista, mas não é uma elegia ao caos ou uma defesa aberta da intervenção da ONU para a derrubada de Kadafi. Oferece fragmentos de uma realidade pós gerra civil, pós explosão, pós ruptura de uma situação de ditadura com mão de ferro para outra de ausência de governo ou de governos em formação. O foco é o cotidiano que começa a se desvelar. Como observou a estudante de direito Sara Abulher, &#8220;as pessoas não sabem o que é liberdade. (&#8230;) Acham que liberdade é fazer o que quiser, mas significa também respeitar as necessidades dos outros. Liberdade significa não ultrapassar os limites.” Ou seja, alguém local, estudante, já consegue ter uma visão crítica, o que significa o primeiro passo para a construção de soluções que ordenem a sociedade novamente, e certamente ela não é um ente iluminado isolado em sua percepção. Sua opinião reflete o sentimento e as preocupações de colegas e professores, de amigos, familiares. Outro ponto que o artigo revela sobre a universidade é que muitas mulheres abandonaram os véus, indicando que há grupos contra o radicalismo islâmico que parecia ter emergido num primeiro momento pós derrubada de Kadafi. É cedo para dizer se a Líbia conseguirá tornar-se uma democracia ou mesmo um estado laico, mas o artigo nos permite vislumbrar diferentes facetas desta sociedade, este novo estado em formação, com suas mazelas, suas contradições, seus erros e acertos. Poderia perfeitamente ter sido escrito pelo Gustavo Chacra, jornalista e blogueiro do próprio Estadão, que, junto com os comentários de seus leitores espalhados pelo mundo, tem se mostrado a melhor e mais confiável fonte de informação sobre o oriente médio.</p>
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	<item>
		<title>Comentário sobre Sem Kadafi, Trípoli vive revolução no cotidiano por Carlos</title>
		<link>http://blogs.estadao.com.br/radar-global/sem-kadafi-tripoli-vive-revolucao-no-cotidiano/comment-page-1/#comment-4286</link>
		<dc:creator>Carlos</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Dec 2011 23:38:27 +0000</pubDate>
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		<description>Eu sou &quot;free&quot;! Thanks NATO!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu sou &#8220;free&#8221;! Thanks NATO!</p>
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	<item>
		<title>Comentário sobre Sem Kadafi, Trípoli vive revolução no cotidiano por Paulo Falcão</title>
		<link>http://blogs.estadao.com.br/radar-global/sem-kadafi-tripoli-vive-revolucao-no-cotidiano/comment-page-1/#comment-4285</link>
		<dc:creator>Paulo Falcão</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Dec 2011 13:28:49 +0000</pubDate>
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		<description>Não sei se o Bernardo e o Pedro Tasques são ingênuos, se são típicos &quot;aintiimperialismo estadunidense&quot; ou apenas não entendem nada da natureza humana ou disputa de poder. Embora o artigo seja superficial (todo artigo curto sobre uma realidade complexa o é) e ligeiramente otimista, está longe de ser uma elegia ao caos. Oferece fragmentos de uma realidade pós gerra civil, pós explosão, pós ruptura de uma situação de ditadura com mão de ferro para outra de ausência de governo ou de governos em formação. A discussão sobre a legitimidade da intervenção da ONU é para outros fóruns. Aqui o foco é o cotidiano que começa a se desvelar. Como observou a estudante de direito Sara Abulher, &quot;as pessoas não sabem o que é liberdade. (...) Acham que liberdade é fazer o que quiser, mas significa também respeitar as necessidades dos outros. Liberdade significa não ultrapassar os limites.” Ou seja, alguém local, estudante, já consegue ter uma visão crítica, o que significa o primeiro passo para a construção de soluções que ordenem a sociedade novamente, e certamente ela não é um ente iluminado isolado em sua percepção. Sua opinião reflete o sentimento e as preocupações de colegas e professores, de amigos, familiares. Outro ponto que o artigo revela sobre a universidade é que muitas mulheres abandonaram os véus, indicando que há grupos contra o radicalismo islâmico que parecia ter emergido num primeiro momento pós derrubada de Kadafi. É cedo para dizer se a Líbia conseguirá tornar-se uma democracia ou mesmo um estado laico, mas o artigo nos permite vislumbrar diferentes facetas esta sociedade, este novo estado em formação, com suas mazelas, suas contradições, seus erros e acertos. Poderia perfeitamente ter sido escrito pelo Gustavo Chacra, jornalista e blogueiro do próprio Estadão, que, junto com os comentários de seus leitores espalhados pelo mundo, tem se mostrado a melhor e mais confiável fonte de informação sobre o oriente médio.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não sei se o Bernardo e o Pedro Tasques são ingênuos, se são típicos &#8220;aintiimperialismo estadunidense&#8221; ou apenas não entendem nada da natureza humana ou disputa de poder. Embora o artigo seja superficial (todo artigo curto sobre uma realidade complexa o é) e ligeiramente otimista, está longe de ser uma elegia ao caos. Oferece fragmentos de uma realidade pós gerra civil, pós explosão, pós ruptura de uma situação de ditadura com mão de ferro para outra de ausência de governo ou de governos em formação. A discussão sobre a legitimidade da intervenção da ONU é para outros fóruns. Aqui o foco é o cotidiano que começa a se desvelar. Como observou a estudante de direito Sara Abulher, &#8220;as pessoas não sabem o que é liberdade. (&#8230;) Acham que liberdade é fazer o que quiser, mas significa também respeitar as necessidades dos outros. Liberdade significa não ultrapassar os limites.” Ou seja, alguém local, estudante, já consegue ter uma visão crítica, o que significa o primeiro passo para a construção de soluções que ordenem a sociedade novamente, e certamente ela não é um ente iluminado isolado em sua percepção. Sua opinião reflete o sentimento e as preocupações de colegas e professores, de amigos, familiares. Outro ponto que o artigo revela sobre a universidade é que muitas mulheres abandonaram os véus, indicando que há grupos contra o radicalismo islâmico que parecia ter emergido num primeiro momento pós derrubada de Kadafi. É cedo para dizer se a Líbia conseguirá tornar-se uma democracia ou mesmo um estado laico, mas o artigo nos permite vislumbrar diferentes facetas esta sociedade, este novo estado em formação, com suas mazelas, suas contradições, seus erros e acertos. Poderia perfeitamente ter sido escrito pelo Gustavo Chacra, jornalista e blogueiro do próprio Estadão, que, junto com os comentários de seus leitores espalhados pelo mundo, tem se mostrado a melhor e mais confiável fonte de informação sobre o oriente médio.</p>
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	<item>
		<title>Comentário sobre Sem Kadafi, Trípoli vive revolução no cotidiano por Pedro Tasques</title>
		<link>http://blogs.estadao.com.br/radar-global/sem-kadafi-tripoli-vive-revolucao-no-cotidiano/comment-page-1/#comment-4284</link>
		<dc:creator>Pedro Tasques</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Dec 2011 00:02:52 +0000</pubDate>
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		<description>Enfim, instalaram a zorra total, como nos tempos da monarquia entreguista pré-Kadafi. É para isto que serve a &quot;ajuda humanitária&quot; ocidental. Queira os céus a Síria seja poupada de tão nociva ajuda.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Enfim, instalaram a zorra total, como nos tempos da monarquia entreguista pré-Kadafi. É para isto que serve a &#8220;ajuda humanitária&#8221; ocidental. Queira os céus a Síria seja poupada de tão nociva ajuda.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre PARTICIPE: Qual foi o evento mais marcante de 2011? por Alexandre Magno</title>
		<link>http://blogs.estadao.com.br/radar-global/participe-qual-foi-o-evento-mais-marcante-de-2011/comment-page-1/#comment-4283</link>
		<dc:creator>Alexandre Magno</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Dec 2011 11:30:55 +0000</pubDate>
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		<description>Dentro os fatos da lista acima, voto no 1º ano da Primavera Árabe, No ataque terrorista na Noruega e na tentativa da Palestina de se tornar membro pleno da ONU. Fora da lista acima, voto no empasse na discussão sobre a elevação do teto da dívida pública dos Estados Unidos e na catástrofe econômica na Europa.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Dentro os fatos da lista acima, voto no 1º ano da Primavera Árabe, No ataque terrorista na Noruega e na tentativa da Palestina de se tornar membro pleno da ONU. Fora da lista acima, voto no empasse na discussão sobre a elevação do teto da dívida pública dos Estados Unidos e na catástrofe econômica na Europa.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre PARA ENTENDER: A origem do termo &#8216;paladar&#8217; por GLOSSÁRIO: As reformas em Cuba de A a Z - Radar Global - Estadao.com.br</title>
		<link>http://blogs.estadao.com.br/radar-global/para-entender-a-origem-do-termo-paladar/comment-page-1/#comment-4281</link>
		<dc:creator>GLOSSÁRIO: As reformas em Cuba de A a Z - Radar Global - Estadao.com.br</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Dec 2011 20:46:21 +0000</pubDate>
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		<description>[...] – qualquer pequeno restaurante privado. O nome se inspira no estabelecimento criado por Raquel Accioli na novela brasileira Vale Tudo, sucesso em Cuba nos anos 90, período em que os primeiros [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] – qualquer pequeno restaurante privado. O nome se inspira no estabelecimento criado por Raquel Accioli na novela brasileira Vale Tudo, sucesso em Cuba nos anos 90, período em que os primeiros [...]</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Sem Kadafi, Trípoli vive revolução no cotidiano por Bernardo</title>
		<link>http://blogs.estadao.com.br/radar-global/sem-kadafi-tripoli-vive-revolucao-no-cotidiano/comment-page-1/#comment-4280</link>
		<dc:creator>Bernardo</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Dec 2011 15:35:11 +0000</pubDate>
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		<description>Que maravilha heim!

Anarquia completa e libertinagem ao extremo, que maravilha!

Tá tudo errado...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Que maravilha heim!</p>
<p>Anarquia completa e libertinagem ao extremo, que maravilha!</p>
<p>Tá tudo errado&#8230;</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre REPORTAGEM ESPECIAL: Reformas em Cuba por ARIOVALDO BATISTA</title>
		<link>http://blogs.estadao.com.br/radar-global/reportagem-especial-reformas-em-cuba/comment-page-1/#comment-4279</link>
		<dc:creator>ARIOVALDO BATISTA</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Dec 2011 09:33:10 +0000</pubDate>
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		<description>A produção de açucar de Cuba segue o estado de saúde do ditador Fidel, daqui a pouco chega a &quot;Zero&quot;, para o bem do estúpido povo cubano.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A produção de açucar de Cuba segue o estado de saúde do ditador Fidel, daqui a pouco chega a &#8220;Zero&#8221;, para o bem do estúpido povo cubano.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre PARTICIPE: Qual foi o evento mais marcante de 2011? por Pedro Tasques</title>
		<link>http://blogs.estadao.com.br/radar-global/participe-qual-foi-o-evento-mais-marcante-de-2011/comment-page-1/#comment-4278</link>
		<dc:creator>Pedro Tasques</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Dec 2011 02:47:40 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blogs.estadao.com.br/radar-global/?p=12358#comment-4278</guid>
		<description>É mesmo, Lúcia! Como é que não incluiram esse fato na lista? Eu até mudaria meu voto para este.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É mesmo, Lúcia! Como é que não incluiram esse fato na lista? Eu até mudaria meu voto para este.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre PARTICIPE: Qual foi o evento mais marcante de 2011? por Pedro Tasques</title>
		<link>http://blogs.estadao.com.br/radar-global/participe-qual-foi-o-evento-mais-marcante-de-2011/comment-page-1/#comment-4277</link>
		<dc:creator>Pedro Tasques</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Dec 2011 02:45:13 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blogs.estadao.com.br/radar-global/?p=12358#comment-4277</guid>
		<description>O problema lá é que sairam alguns tiranos mas entraram outros piores.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O problema lá é que sairam alguns tiranos mas entraram outros piores.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre PARTICIPE: Qual foi o evento mais marcante de 2011? por Pedro Tasques</title>
		<link>http://blogs.estadao.com.br/radar-global/participe-qual-foi-o-evento-mais-marcante-de-2011/comment-page-1/#comment-4276</link>
		<dc:creator>Pedro Tasques</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Dec 2011 02:43:56 +0000</pubDate>
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		<description>Bem lembrado, Caio. Só lameto que os avanços da Medicina, como a cura da influenza em ratos, só se façam com grande sofrimento e sacrifício dos animais. Sou radicalmente contra experiências em animais.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bem lembrado, Caio. Só lameto que os avanços da Medicina, como a cura da influenza em ratos, só se façam com grande sofrimento e sacrifício dos animais. Sou radicalmente contra experiências em animais.</p>
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		<title>Comentário sobre PARTICIPE: Qual foi o evento mais marcante de 2011? por Pedro Tasques</title>
		<link>http://blogs.estadao.com.br/radar-global/participe-qual-foi-o-evento-mais-marcante-de-2011/comment-page-1/#comment-4275</link>
		<dc:creator>Pedro Tasques</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Dec 2011 02:41:50 +0000</pubDate>
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		<description>Henrique VIII e Elizabeth I foram quase serial killers. Um assassinou Ana Bolena, outra a Maria Stwart, etc. etc. etc.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Henrique VIII e Elizabeth I foram quase serial killers. Um assassinou Ana Bolena, outra a Maria Stwart, etc. etc. etc.</p>
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		<title>Comentário sobre PARTICIPE: Qual foi o evento mais marcante de 2011? por Pedro Tasques</title>
		<link>http://blogs.estadao.com.br/radar-global/participe-qual-foi-o-evento-mais-marcante-de-2011/comment-page-1/#comment-4274</link>
		<dc:creator>Pedro Tasques</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Dec 2011 02:39:18 +0000</pubDate>
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		<description>Com toda  razão, Anderson, este seria meu segundo fato.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Com toda  razão, Anderson, este seria meu segundo fato.</p>
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		<title>Comentário sobre PARTICIPE: Qual foi o evento mais marcante de 2011? por Pedro Tasques</title>
		<link>http://blogs.estadao.com.br/radar-global/participe-qual-foi-o-evento-mais-marcante-de-2011/comment-page-1/#comment-4273</link>
		<dc:creator>Pedro Tasques</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Dec 2011 02:37:01 +0000</pubDate>
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		<description>O pedido de reconhecimento pela ONU do Estado da Palestina. Embora não tenha tido sucesso, abriu as portas para o processo de libertação do povo Palestino. A libertação da Palestina é que será a mais verdadeira implantação da democracia, pois a Palestina é o único Estado ocupado por forças estrangeiras no século XXI. A Primavera Árabe significado menor do que teria o reconhecimento da Palestina, pois esses levantes só trouxeram governos tão ou mais reacionários do que os governantes depostos; e as verdadeiras ditaduras árabes, como Arábia Saudita, Iemen, Kwait, Qatar, com seus sultões retrógrados, continuam inabaláveis. Na Líbia, derrubou-se um líder que teve um importante passado nacionalista e progressista; no Egito, continuam os mesmos militares a comandar; na Tunísia também. As forças obscurantistas do radicalismo fundamentalista islâmico prevalesceram nesses países. Agora, forçam a desestabilização da Síria e do Irã. É um jogo de xadrez para garantir a hegemonia geopolítica para a aliança USA-Israel, e tomar o petróleo iraniano. Só o reconhecimento da Palestina representaria um verdadeiro avanço histórico e democrático. E por isso EUA-Israel barraram a iniciativa. Mas o futuro guarda em seu bojo esta vitória palestina.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O pedido de reconhecimento pela ONU do Estado da Palestina. Embora não tenha tido sucesso, abriu as portas para o processo de libertação do povo Palestino. A libertação da Palestina é que será a mais verdadeira implantação da democracia, pois a Palestina é o único Estado ocupado por forças estrangeiras no século XXI. A Primavera Árabe significado menor do que teria o reconhecimento da Palestina, pois esses levantes só trouxeram governos tão ou mais reacionários do que os governantes depostos; e as verdadeiras ditaduras árabes, como Arábia Saudita, Iemen, Kwait, Qatar, com seus sultões retrógrados, continuam inabaláveis. Na Líbia, derrubou-se um líder que teve um importante passado nacionalista e progressista; no Egito, continuam os mesmos militares a comandar; na Tunísia também. As forças obscurantistas do radicalismo fundamentalista islâmico prevalesceram nesses países. Agora, forçam a desestabilização da Síria e do Irã. É um jogo de xadrez para garantir a hegemonia geopolítica para a aliança USA-Israel, e tomar o petróleo iraniano. Só o reconhecimento da Palestina representaria um verdadeiro avanço histórico e democrático. E por isso EUA-Israel barraram a iniciativa. Mas o futuro guarda em seu bojo esta vitória palestina.</p>
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