TEL-AVIV – O primeiro-ministro israelense, Binyamin Netanyahu, publicou em sua página no Facebook um vídeo em que procura dar uma resposta à busca dos palestinos pelo reconhecimento na ONU, assunto que será votado nesta quinta-feira, 29, na Assembleia-Geral. Israel, bem como os Estados Unidos, se opõe ao pedido palestino.
“Israel está preparado para viver em paz com um Estado palestino, mas para a paz durar, a segurança de Israel deve ser assegurada”, afirma Netanyahu, no vídeo. Segundo o premiê, “os palestinos devem reconhecer o Estado judeu e devem estar preparados para acabar com o conflito com Israel de uma vez por todas”.
Ao se referir ao plano palestino, Netanyahu diz que “nenhum desses interesses vitais para a paz aparece na resolução que será apresentada diante da Assembleia-Geral hoje”. Em seguida, justifica: “É por isso que Israel não pode aceitar isso (o pedido)”. Israel tem defendido que a “única maneira de alcançar a paz é por meio de acordos que serão alcançados por meio de negociações, e não através de resoluções da ONU”, algo que o premiê também afirma no discurso.
Na opinião de Netanyahu, “esta resolução é tão unilateral, que em vez de avançar a paz, ela a empurra para trás”. Assista ao vídeo, em inglês (o texto continua logo abaixo):
No vídeo, gravado na manhã de hoje no Menachem Begin Heritage Center, em Jerusalém, Netanyahu aparece diante de fotos do então presidente egípcio Anwar Sadat, em 1979, que assinou com Menachem Begin, então premiê de Israel, o primeiro acordo de paz do Estado judaico com um país árabe, mediado pelos EUA de Jimmy Carter. Além do Egito, apenas a Jordânia tem acordo com Israel, firmado em 1994 entre o rei Hussein I e o premiê Yitzhak Rabin, com a mediação de Bill Clinton.
Série de reportagens da agência Pública mostra os momentos que antecederam o impeachment do ex-presidente do Paraguai Fernando Lugo. Na segunda série, acompanhe a visão do Palácio sobre a destituição de Lugo, a última reunião e a formação do novo governo.
Leia “A destituição de Lugo, vista do palácio”:
Há exatos cinco meses, no dia 22 de junho de 2012, tinha início, formalmente, o processo de impeachment contra Fernando Lugo, presidente eleito 4 anos antes no Paraguai. A Câmara dos Deputados fez a acusação formal, declarando que o ex-bispo estava desempenhando mal as suas funções. O libelo acusatório, no entanto, não continha nenhuma prova concreta, limitando-se a afirmar que as causas mencionadas “são de pública notoriedade, motivo pelo qual não necessitam ser provadas” (clique aquipara saber mais). Eram 18 horas do dia 21 de junho. A defesa teria 17 horas para elaborar seus argumentos e duas horas para defendê-los diante do Senado, que serviria como juiz no dia seguinte.
A notícia do juízo político – a versão paraguaia do impeachment – foi oficializada naquela noite e timidamente alguns grupos começaram a chegar à Plaza Independencia, no centro de Assunção, que fica diante do Congresso. Aos poucos a aglomeração, foi tomando corpo; na manhã seguinte, antes do meio-dia, quando a defesa teria início, já reunia dez mil pessoas.

“Nós nos auto-convocamamos”, lembra Katia Maria Guggiari, uma jovem baixinha, de cabelos longos como a tradição política de sua família. Neta de um dos últimos presidentes liberais a governar o Paraguai, José Patricio Guggiari Corniglioni (1928-1932), Katia, contrariando boa parte da tradicionalíssima família – com quem rompeu relações – foi para a praça munida dos conselhos de um primo que havia vivido sob a ditadura de Stroessner. “O mais importante”, lembra ela, “era ficar longe da entrada do Congresso quando anunciassem o resultado do juízo político, porque a polícia iria reprimir imediatamente”.
O que levou Katia à praça não foi apreço pelo ex-presidente Lugo, por quem ela mantém indisfarçada antipatia. “Eu estava absolutamente ofendida com o que estava acontecendo. Passamos 17 anos de transição. Finalmente havíamos entrado na democracia e eles romperam com tudo em 24 horas”, diz ela. “Isso dói”.
Cinco meses depois, ela ainda guarda viva na lembrança o clima de tristeza daqueles dias. “Gente que não te conhecia vinha te abraçar e dizia ‘tranquilo, não está tudo feito ainda…’”, diz ela, que passou boa parte do tempo enviando torpedos para senadores do partido liberal: ‘meu avô está se revirando na tumba’. Os liberais, segunda maior força política do país, haviam fechado um acordo com seus inimigos de longa data, o conservador partido colorado, para levar adiante a destituição do primeiro presidente de centro-esquerda a chegar ao poder no país. “Depois disso foram muitas horas… Foram muito poucas horas, mas parece que foi uma eternidade”.
Dentro do prédio do Congresso, a Ordem do Dia circulava desde o amanhecer daquela sexta-feira, detalhando os procedimentos do juízo político- e demonstrando que se tratava de um acordo mais que fechado. O procedimento – veja aqui uma cópia do documento – explicava que às 12 horas haveria uma sessão para escutar a defesa do presidente. Às 14:30 se constituiria um tribunal para decidir a admissão das provas oferecidas pelos dois lados. Às 15:30 uma sessão extraordinária para formular alegações, e às 16:30, a sessão extraordinária ditaria a sentença.
A Ordem do Dia descrevia até como seria o encerramento da última sessão: “Uma vez comprovados os votos requeridos se procederá a declarar o acusado culpável afastando-o do pleno direito de seu cargo”.
Nas 17 horas que teve para tentar refrear o juízo político, a equipe de defesa de Lugo impetrou um recurso de pedido de inconstitucionalidade na Corte Suprema de Justiça às 8:24 horas do dia 22 de junho, alegando que o direito de defesa não havia sido respeitado. A resposta chegou na segunda-feira seguinte, quando Federico Franco já comandava o país.
“Como se trata de um procedimento que tecnicamente não é jurisdicional, as garantias próprias do processo judicial, embora possam ser aplicáveis, não o são de maneira absoluta, mas parcial, com o objetivo de garantir o devido processo e o direito de defesa do acusado”, deliberou a Suprema Corte. E termina por indeferir, sem mais trâmites, o recurso de inconstitucionlidade.
Outro recurso, pedindo a anulação do impeachment, no qual foi anexada a Ordem do Dia que determinava a condenação do réu, também foi negado meses depois. O principal argumento da Corte Suprema é que o impeachment, por se tratar de um procedimento político, não tem a obrigação de seguir as normas de um julgamento comum – como o direito à ampla defesa.
Na sede do movimento Frente Guazú, coalizão de esquerda que integrava o antigo governo, o clima não era muito diferente. Às quartas-feiras o presidente deposto, Fernando Lugo, costuma tirar folga; então não havia ali o costumeiro entra-e-sai de ex-ministros que ainda se reúnem diariamente com o ex-chefe. Foi na última hora que se improvisou a gravação de um “comunicado à nação” transmitido pela internet, uma espécie de continuação do discurso semanal que Lugo, quando presidente, realizava na TV Pública.

Sentado no seu pequeno escritório no mezanino do casarão – do outro lado da rua fica a residência presidencial, ocupada pelo seu ex-vice – e diante da bandeira paraguaia, Lugo estava relaxado, de camiseta vermelha e sandália de couro, brincando com sua equipe e a repórter da Pública, que aguardava para a última de três entrevistas com o ex-presidente. “Hoje faz dois meses que se executou no Paraguai um golpe de Estado parlamentar… Um golpe de Estado que não levou em conta a democracia participativa, não levou em conta o seu voto, a sua participação, a sua dignidade”, dizia, apontando para a câmera.
Apesar de ter sido o último presidente latinoamericano destituído do cargo, em um julgamento que levou menos de 24 horas para ser concluído, classificado como ruptura democrática por organizações regionais como Mercosul (Mercado comum do Sul) e Unasul (União de Nações Sul-Americanas), Lugo permanecia desconcertantemente tranquilo. “Eu o vejo muito bem”, comenta o militar que fazia sua escolta pessoal desde a época na presidência. “Parece que ele está até menos preocupado…”
Durante quatro anos, Lugo governou com o parlamento mais arisco da América Latina – apenas 3 deputados em 80 e 3 senadores em 45 eram da Frente Guazú – contando apenas com uma frágil aliança com o Partido Liberal de seu vice. “Não tínhamos quadro, não tínhamos apoio político, era só confronto”, resume, melancólico, numa tarde calorenta em sua residência na capital paraguaia. “Quando eles me elegeram em 2008, pensaram que eu seria o bobo deles, mas isso eu me nego a fazer”, diz referindo-se aos liberais, segunda maior força política no país. Entre frases pausadas, Lugo suspira: o poder, de fato, nunca foi totalmente seu. “Eu sabia que iria terminar assim”.
Representante da Teologia da Libertação, Fernando Lugo era conhecido como “o bispo dos pobres” até renunciar à batina em 2006. Bispo da diocese de São Pedro, uma das regiões mais pobres do país, coordenava as comunidades eclesiais de base e trabalhava diretamente com movimentos camponeses e sem terra. Ao optar pela política, foi suspenso pela igreja católica, mas seguiu sua trajetória aliando a aura religiosa com um discurso progressista em favor dos camponeses e da redistribuição de riqueza. A popularidade o consagrou e o Partido Liberal, arraigado em todo o país, forneceu a estrutura, abraçando uma oportunidade única de finalmente chegar ao governo, depois de seis décadas; a aliança, no entanto, seria arenosa.
Em abril de 2008, Lugo venceu por dez pontos percentuais, pondo fim a 60 anos de domínio do Partido Colorado, o mesmo do antigo ditador Afredo Stroessner.
BBC Brasil
Phill Coomes, editor de fotografia da BBC
Fotografias das pessoas por azar envolvidas em eventos noticiosos, comumente em circunstâncias trágicas, sempre foram procuradas pela mídia. Elas mostram algo das pessoas centrais para a história e permitem à audiência que se identifique com elas.
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Mulher tida como mártir de protestos no Irã relata pesadelo por troca de identidade
No passado, os repórteres de campo pediriam aos parentes por uma foto, que as agências então distribuiriam para a mídia nacional e internacional. Mas isso leva tempo, e hoje nós consumimos, e exigimos, histórias e fotos com mais rapidez do que nunca, o que significa que as organizações de mídia vão procurar essas fotos nos sites de mídias sociais.
Até onde eu sei, a BBC não usou a foto da Neda errada.
Claro que há muitas questões a se considerar, incluindo a verificação da identidade e os direitos sobre a foto. Ambas as questões podem ser verificadas, mas há também uma questão ética – se a mídia tem o direito de tomar uma foto de um contexto e usá-la em outro, longe da audiência para a qual era destinada.
Não há respostas simples, já que a situação varia de história para história.
PERFIL: Neda Agha-Soltan: a jovem que morreu
• Não era conhecida por seu ativismo político; tinha apenas 26 anos quando foi morta com um tiro no coração, durante um protesto de rua
• Imagens de sua morte correram o mundo pela internet; a revista americana Time descreveu o episódio como ‘provavelmente a morte mais testemunhada na história da humanidade’
• Sua família foi proibida de realizar um funeral público; seu túmulo foi vandalizado
• A mãe de Neda disse à BBC que ‘a coisa mais dolorosa de todas’ é que a jovem não teve a oportunidade de realizar o sonho de sua vida, que era ter filhos
PERFIL: Neda Soltani: a vítima do engano
• Agora aos 35 anos, ela recebeu uma bolsa de uma universidade americana
• Ela não vê sua família desde que deixou o Irã
• Algumas autoridades iranianas ainda dizem que ela é Neda Agha-Soltan, e que ela fabricou sua própria morte
• Ela escreveu um livro sobre o episódio – My Stolen Face (Meu Rosto Roubado, em tradução livre)
• Seu depoimento foi dado ao programa Outlook do Serviço Mundial da BBC
SÃO PAULO – Com o encerramento do 18º Congresso do Partido Comunista chinês e a escolha de sua nova liderança, na mais ampla mudança na cúpula de poder na China em uma década, a correspondente do Estado em Pequim, Cláudia Trevisan, participa de conversa na quinta-feira, 15, sobre o processo de transição. No bate-papo, pelo Hangout, Cláudia abordará o perfil dos novos dirigentes do país, Xi Jinping e Li Keqiang, cuja ‘eleição’ deverá ser confirmada na quinta.

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Correspondente comenta clima no país às vésperas de transição
Além de Xi e Li, o país passa para as mãos de uma cúpula que, ao que tudo indica, deverá ter maioria conservadora. Os desafios que eles terão de enfrentar na condução da segunda maior economia do mundo, a possibilidade de reformas, as disputas entre facções e a influência do ex-presidente Jiang Zemin também estarão na pauta da conversa. O Hangout, ferramenta de bate-papo com vídeo do Google, começa às 12h (horário de Brasília).
Debates, análises e projeções sobre votação nos EUA estarão disponíveis nos canais do Grupo Estado
As eleições nos Estados Unidos terão ampla cobertura multimídia e em tempo real no portal estadão.com.br na terça-feira, 6. Aqui no Radar Global o leitor poderá acompanhar as informações da votação minuto a minuto, durante todo o dia.
Uma ferramenta desenvolvida pela Associated Press e adquirida pelo Grupo Estado vai apresentar em tempo real uma projeção rápida da votação nos principais Estados americanos. Com uma sofisticada apuração paralela feita pela agência de notícias, o aplicativo apresentará o avanço dos votos e a posição dos candidatos.
Os jornalistas Denise Chrispim Marin e Gustavo Chacra, correspondentes do Estado, e Lúcia Guimarães, colunista do jornal em Nova York, enviarão informações durante todo o dia sobre a movimentação dos candidatos.
Na TV Estadão, especialistas em política americana e em relações internacionais, correspondentes estrangeiros no Brasil e jornalistas do Grupo Estado abordarão, ao vivo, a repercussão, os novos cenários pós-eleitorais e o impacto da escolha do próximo presidente nos Estados Unidos.

SÃO PAULO – A correspondente do Estado em Pequim, Claudia Trevisan, participa na manhã desta sexta-feira, 2, de um Hangout (ferramenta de bate-papo do Google) para comentar o clima político no país às vésperas do congresso do Partido Comunista, que definirá a partir da próxima semana a mais ampla mudança na cúpula de poder em uma década. O Hangout começa às 11h (horário de Brasília). Acompanhe pelo Radar Global.

Taxistas na China foram obrigados a tirar manivelas das janelas para evitar panfletagem
Segunda maior economia do mundo, a China enfrenta enormes desafios enquanto o PC define seus novos dirigentes para os próximos 10 anos. Questões como a censura e a falta de liberdade de escolha política no país se contrapõem a cifras como os 400 milhões de chineses que deixaram a pobreza nos últimos anos ou o salto econômico do país, que em 2002 era a 6ª economia do mundo.
Com 82 milhões de integrantes, o PC chinês luta para encontrar legitimidade dentro de uma população de 1,3 bilhão de pessoas. O Partido se envolveu em uma série de escândalos em 2012, ano que, como escreveu a correspondente do Estado, os líderes chineses gostariam de esquecer. O Congresso, a partir do dia 8, vai reunir 2.270 delegados do Partido e deve durar uma semana.
As autoridades adotaram medidas extremas de segurança para evitar críticas ou manifestações que tumultuem o congresso. Segundo a correspondente, prisão domiciliar foi imposta a vários dissidentes, enquanto outros receberam ordens para deixar Pequim e só voltar à capital depois do encerramento do encontro.
Em uma inovação em relação aos eventos anteriores, os motoristas de táxis foram orientados a circular com portas travadas e janelas fechadas. Para isso, tiveram de remover as manivelas que sobem e descem os vidros para evitar que eventuais opositores do regime joguem nas ruas folhetos com críticas ao partido ou ao governo. Os taxistas também receberam ordens de não trafegar em áreas de “importância política”, a mais óbvia das quais é a Praça Tiananmen, sede do Grande Palácio do Povo, onde o congresso será realizado.
SÃO PAULO - O Estado promove nesta segunda-feira, 22, um bate-papo em vídeo com jornalistas para analisar o último debate eleitoral da corrida para a Casa Branca. O debate nos EUA começa às 23h (horário de Brasília).
O repórter especial do Estado Lourival Sant’Anna esteve recentemente nos EUA e conversou com 79 eleitores de 10 cidades de 5 Estados americanos. Ele retratou a polarização que ainda existe no país às vésperas das eleições de 6 de novembro. Sant’Anna participa do bate-papo com a colunista Lúcia Guimarães e o correspondente em Nova York Gustavo Chacra. Os três conversam com o editor de Internacional do estadão.com.br, Gabriel Toueg, e vão avaliar o desempenho dos candidatos e os temas de destaque no debate desta noite e nos dois anteriores.
O bate-papo virtual, usando a ferramenta Hangout do Google, será transmitido ao vivo e começará logo após o término do debate nos EUA. Para saber mais, acesse a página do Estado no Google Plus.
SÃO PAULO – Os candidatos à presidência dos Estados Unidos, o republicano Mitt Romney e o democrata Barack Obama, se enfrentarão nesta segunda-feira, 22, no último debate presidencial realizado nesta edição das eleições americanas, marcadas para 6/11. O estadão.com.br fará a transmissão ao vivo, em parceria com o YouTube e a rede de TV americana CNN.
Programado para começar às 23h (horário de Brasília), na Lynn University, em Boca Ratón, na Flórida, o encontro terá como tema a política externa. O debate ocorrerá em um momento delicado da disputa. Os candidatos estão empatados, conforme as pesquisas, e dependem de um bom desempenho para conquistar os eleitores indecisos.
Ao final do debate haverá um bate-papo, pela internet, entre o repórter especial Lourival Sant’Anna, que esteve recentemente no país, a colunista Lúcia Guimarães e o correspondente em Nova York Gustavo Chacra. Eles conversam com o editor de Internacional do estadão.com.br, Gabriel Toueg, e vão avaliar o desempenho dos candidatos e os temas de destaque. A conversa será feita com a ferramenta Hangout, do Google.
Segundo analistas, será difícil ver substância na briga verbal de hoje, assim como não se extraiu conteúdo dos dois debates anteriores sobre os rumos da economia americana. No entanto, é esperado de Romney, que se prepara em Delray Beach, na Flórida, explorar as promessas de Obama em sua campanha de 2008, como o fechamento da prisão de Guantánamo e a ausência de uma estratégia clara de política externa do atual governo.
Obama deve atacar a falta de espírito de liderança de seu rival ao mencionar as gafes cometidas por Romney em sua viagem por Grã-Bretanha, Israel e Polônia, em julho.
SÃO PAULO – O portal estadão.com.br transmite na noite desta terça-feira, 16, em parceria com o YouTube e a rede de TV americana CNN, o segundo debate presidencial das eleições nos EUA, entre o republicano Mitt Romney e o democrata Barack Obama. O embate deve começar às 22h (horário de Brasília).
Este é o terceiro embate realizado nesta edição das eleições americanas. Na semana passada, os candidatos à vice-presidência, Joe Biden e Paul Ryan, se encontraram. No dia 3 ocorreu o primeiro duelo entre Obama e Romney.
O segundo debate presidencial deve focar questões tanto de política externa como de temas domésticos, em um formato que permite a participação de eleitores, com perguntas, durante o duelo. O encontro ocorre na Hofstra University, em Long Island, Nova York, e será moderado por Candy Crowley, correspondente política da CNN e âncora do programa State of the Union, exibido pela rede americana.
A cobertura do debate será feita com a equipe do jornal O Estado de S. Paulo nos EUA. A enviada especial do Estado a Long Island, Denise Chrispim Marin, acompanha o embate na Hofstra University. De Nova York, a colunista Lúcia Guimarães e o correspondente Gustavo Chacra enviam comentários e análises durante o debate, que será transmitido ao vivo pelo Radar Global.
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