MSNBC
Sósia de Kim Jong-il lamenta morte do líder
Há 10 anos, o comerciante sul-coreano Kim Young-shik decidiu usar sua semelhança física com o ex-ditador norte-coreano Kim Jong-il para chamar atenção. Em entrevista, o sósia lamentou a morte do original e disse que parte dele “morreu junto”. Kim já pensa em abandonar as roupas e os óculos escuros característicos do ditador e inspirador.
CLARÍN
Veterano morre afogado a caminho das Malvinas
Alejandro Daniel Carranza, um veterano da Guerra das Malvinas, morreu afogado ao tentar uma façanha marítima: sair de Ushuaia até as ilhas em um caiaque. O ex-combatente argentino tinha 49 anos e seu corpo foi achado pela guarda costeira.
THE NEW YORK TIMES
Cidade corta iluminação pública para economizar
A cidade de Highland Park, no Estado americano do Michigan, retirou das ruas dois terços da iluminação pública para economizar recursos diante da crise no país. O número de lâmpadas caiu de 1.600 para 500, apesar dos protestos de moradores.
THE TELEGRAPH
Grupo exige que Twitter apague perfis terroristas
O grupo judaico Shurat HaDin exigiu em carta que o Twitter apague um perfil utilizado pelo grupo terrorista libanês Hezbollah. Ameaçando com um processo judicial, o comunicado também lista outras contas de extremistas a serem retiradas do ar.

Ex-funcionários da KGB e veteranos leais a Putin estão entre os promovidos na reforma política projetada por Dmitri Medvedev para responder aos protestos russos
ANDREW E. , KRAMER, THE INTERNATIONAL HERALD TRIBUNE , É JORNALISTA
O presidente Dmitri Medvedev reagiu aos protestos de rua em Moscou com propostas de reformas políticas. Entretanto, suas recentes nomeações parecem contar uma história diferente: os mais altos postos foram para ex-funcionários da KGB e para veteranos leais ao seu mentor político, Vladimir Putin.
Medvedev disse esta semana que a lei sobre as reformas deve estar pronta para a análise no Parlamento até meados de fevereiro. Mas sem demora, ele determinou este mês várias promoções entre os membros de uma facção da linha dura do governo russo, conhecida como a dos siloviki, ou “homens fortes”, termo que se refere a funcionários que fizeram parte da polícia secreta ou das Forças Armadas.
O cargo mais elevado foi para Sergei B. Ivanov, antigo colega de Putin no escritório de Leningrado da KGB, que foi nomeado chefe de gabinete, um cargo de grande poder no Executivo. Ele não fala em reformas. Ivanov, que foi analista da inteligência especializado na região da Escandinávia durante a Guerra Fria e, em certa ocasião, trabalhou na KGB em Londres, substituirá Sergei Naryshkin, ex-diplomata soviético.
Naryshkin foi para o Parlamento, onde exercerá a função de presidente, representando o Partido Rússia Unida.
O enviado da Rússia à Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), Dmitri Rogozin, conhecido como nacionalista irascível, sem papas na língua, que certa vez pendurou um cartaz de Stalin em seu gabinete em Bruxelas, foi nomeado vice-primeiro-ministro encarregado do complexo industrial-militar.
Finalmente, o vice-chefe de gabinete do Kremlin, Vladislav Surkov, que era encarregado da política interna, passou para um posto de vice-primeiro-ministro. Ele foi substituído pelo ex-chefe de gabinete de Putin no escritório do primeiro-ministro, Vyacheslav Volodin, um político legalista que este ano ajudou a formar um movimento político nacional pró-Putin, chamado Frente Popular.
Interpretar o significado dessas mudanças é uma ciência reconhecidamente imprecisa – em sintonia com a prática da “kremlinologia” usada para analisar a posição dos burocratas no Mausoléu de Lenin durante as paradas militares. Mesmo assim, os críticos de Putin afirmam que elas contradizem as promessas de reforma. A nomeação de Ivanov, particularmente, parece uma réplica aos manifestantes.
“As esperanças de alguns russos de que esse regime possa mudar mediante a educação, a instrução propriamente dita ou com argumentos convincentes não têm fundamento”, escreveu esta semana numa mensagem num blog Andrei Illarionov, um ex-assessor econômico de Putin. “Todas as esperanças em sua capacidade de evoluir rumo à democracia e à liberalização desapareceram.”
Dmitri Oreshkin, um membro da comissão de assessores presidenciais sobre os direitos humanos, disse que os nomeados são “homens que agem de maneira direta e decidida no estilo soviético”. “Se você for contra nós, levará uma pancada na cabeça.”
Depois do primeiro dos dois protestos em Moscou – as maiores manifestações de rua desde que Putin chegou ao poder -, Medvedev afirmou num discurso que restauraria as eleições diretas para governadores, abrandaria as normas de registro dos partidos políticos e retiraria o caráter oficial da televisão estatal. Essas mudanças foram apresentadas como concessões.
Putin, por sua vez, disse na quarta-feira a jornalistas russos, numa comemoração durante as festas de ano-novo, que “é preciso que haja diálogo” com a oposição e prometeu “pensar de que maneira isso poderá acontecer”. Mas deixou claro que isso não ocorreria tão cedo.
Ivanov e Putin se conhecem desde que trabalharam no escritório de Leningrado da KGB, na década de 80. Ivanov, ex-ministro da Defesa, é tão próximo a Putin que chegou a ser considerado um plausível sucessor à presidência em 2008, antes que Putin endossasse Medvedev. Rogozin foi promovido a vice-primeiro-ministro encarregado da produção de armamentos.
Depois que Medvedev anunciou a sua nomeação numa reunião na residência de Gorki, nos arredores de Moscou, Rogzin afirmou que usará um “punho de ferro” para que o setor funcione devidamente, porque a Rússia prepara um importante programa de rearmamento. / TRADUÇÃO DE ANNA CAPOVILLA
THE WASHINGTON POST
Alemães criam igreja de gelo e neve na Bavária
Construtores alemães criaram na cidade de Mitterfirmiansreut, perto da fronteira com a República Tcheca, uma igreja inteira feita de gelo e neve. O templo, que tem cerca de 20 metros de altura, foi erguido com 1.400 metros cúbicos de água congelada. Os moradores da cidade ergueram uma igreja semelhante há 100 anos, em um protesto.
KATV
Bebê gasta US$ 200 com celular da mãe
Com pouco mais de um ano de idade, o pequeno London Hall conseguiu gastar cerca de US$ 200 em aplicativos enquanto brincava com o telefone celular da mãe. Os pais prometeram usar uma senha para bloquear o acesso do filho ao telefone.
SIDNEY MORNING HERALD
Ilhas Samoa cancelam dia 30 em nome do comércio
O dia de hoje não existe na Ilhas Samoa. As autoridades locais decidiram cancelar o dia 30 para terem um calendário mais afinado com os horários comerciais australianos. Há 119 anos, a ilha mudou seus horários para maior afinidade com os Estados Unidos.
IL MESSAGGERO
Ladrões devolvem saco de Papai Noel roubado
Os ladrões que roubaram o saco de presentes de um Papai Noel em Roma devolveram os brinquedos roubados com um pedido escrito de desculpas. “Cometemos um engano. Feliz Natal”, dizia o bilhete enviado para o dono original, Giorgio Abbruzzese.

EVA WEISEL É APOSENTADA E VIVE EM LOS ANGELES
Em dezembro de 1942, quando eu tinha 13 anos, soldados alemães ocuparam a cidade onde eu morava. Em dias, nossa casa foi requisitada como refeitório de oficiais. Logo recebi uma estrela amarela para usar presa ao vestido, separando-me de muitas amigas de infância. Os homens da família foram enviados aos trabalhos forçados. Minha vida alegre desaparecera.
Por sorte, um influente homem da cidade sabia da situação difícil que enfrentávamos e, com grande generosidade, ofereceu-nos proteção. Certa noite, ele transportou mulheres, crianças e velhos de nossa família para uma fazenda de sua propriedade, a 35 km da cidade. Ele disse que lá estaríamos a salvo. Embora os estábulos onde fomos instalados oferecessem um conforto modesto, dispondo apenas de uma cortina estendida pela porta para manter afastados os elementos naturais, ficamos aliviados por estarmos atrás dos altos e espessos muros da propriedade. Ficamos profundamente agradecidos.
Por um capricho da sorte, uma unidade alemã chegou àquela área pouco depois. Nosso anfitrião nos pediu que déssemos um fim às estrelas amarelas e ficássemos dentro dos muros da fazenda e nos mantivéssemos afastados da casa principal. Ele tinha sua própria estratégia para lidar com os alemães. Bon vivant afeito às viagens pelo mundo, convidou os oficiais alemães para noites cheias de comida e bebida. Enquanto quase uma dúzia de nós estávamos escondidos numa parte da fazenda, ele se protegia dos olhares alemães ao entretê-los no outro extremo da fazenda. A estratégia funcionou bem, até que um dia dois soldados bêbados se afastaram da casa principal.
No pátio diante dos estábulos, eles começaram a bater na porta e berrar, “sabemos que são judeus e estamos vindo pegá-los”. Naquele momento de terror indescritível, enquanto nossos corações pulavam e as lágrimas escorriam de nossos olhos, um anjo da guarda veio nos salvar. Saído do nada, nosso anfitrião apareceu. Homem forte e poderoso que projetava autoridade e inspirava respeito, ele deteve os alemães e levou-os para longe.
No dia seguinte, nosso anfitrião veio aos estábulos. Corremos para demonstrar nossa gratidão, mas ele estava ainda mais ansioso para se desculpar. Disse que sentia muito por termos enfrentado as terríveis ameaças dos alemães, mostrou-se aliviado por ter intercedido a tempo de evitar uma horrível tragédia, e prometeu que aquilo jamais se repetiria. Nunca descobrimos como ele conseguiu manter a promessa – talvez tenha subornado os alemães -, mas o fato é que ele a manteve.
Passamos o restante da ocupação alemã na fazenda do nosso anfitrião, sem nenhum outro incidente. Durante os horrores do Holocausto, muitos milhares de judeus foram salvos por não judeus da morte e da depravação nas mãos dos alemães e seus aliados. O Memorial Yad Vashem, museu israelense oficial do Holocausto, já reconheceu mais de 23 mil desses corajosos homens e mulheres com o título de “justos entre as nações”. O salvador da nossa família merece estar entre aqueles que foram reconhecidos com essa honra. Nesse caso específico, o impacto do seu reconhecimento teria consequências consideráveis, desferindo um golpe contra a negação do Holocausto em partes do mundo em que esse tipo de discurso encontra eco.
Isso porque a cidade em que eu morava era Mahdia, na costa leste da Tunísia, e nosso salvador, Khaled Abdul Wahab, era um árabe muçulmano. Ele morreu em 1997. Até o momento, Abdul Wahab teve negado o reconhecimento que lhe é devido. Há quase cinco anos, em janeiro de 2007, o departamento dos justos do Yad Vashem o indicou como candidato a “justo” – o primeiro árabe a ser formalmente avaliado para receber a honraria.
A indicação teve como base o depoimento de testemunhas como minha irmã, Anny Boukris, já morta. Mas, em março daquele ano, a comissão oficial para a designação dos justos, corpo presidido por um juiz israelense aposentado e criado pela lei israelense para decidir quem são os merecedores da distinção de “justo”, votou pela rejeição da indicação.
Essa decisão foi mantida em segredo por dois anos. Em 2010, aquele mesmo jurista, o juiz Jacob Tuerkel, enviou o dossiê de Abdul Wahab de volta à comissão para uma segunda avaliação. Desta vez, o caso foi reforçado por dois novos depoimentos – uma entrevista registrada em vídeo com minha prima Edmee Masliah, que estava comigo na fazenda e hoje vive nos arredores de Paris, e uma carta autenticada escrita por mim, recontando minha própria vivência. O Yad Vashem tinha agora três depoimentos relatando a história em primeira mão. Para minha completa surpresa, a comissão para a designação dos justos votou pela rejeição da indicação. O Vad Yashem disse-me que Abdul Wahab era um homem nobre, mas seus atos não chegavam ao patamar considerado merecedor do status de “justo” – ou seja, ele não teria “arriscado a vida” para salvar as vidas de judeus.
Embora esses possam ser os termos exatos da lei, especialistas me dizem que Abdul Wahab não seria o primeiro salvador de judeus a não ter sido submetido a ameaças físicas, para não falar em ameaças à sua vida.
Na França, muitos receberam essa distinção por terem agido para salvar judeus sem saber ao certo o destino que os aguardava se fossem apanhados. Além disso, alguns dos famosos diplomatas honrados como justos nunca foram detidos, feridos, nem ameaçados com a morte por terem ajudado judeus.
Recuso-me a acreditar que o Vad Yashem tenha um critério duplo para a definição do “justo” na Europa e do “justo” que desempenhou seu dever sagrado do outro lado do Mediterrâneo, num país árabe.
Sessenta e nove anos depois de ter afixado uma estrela amarela ao peito na minha terra natal, sei que pude desfrutar de uma vida longa e plena porque Abdul Wahab enfrentou o mal e me salvou, assim como salvou outros membros afortunados da minha família. Espero que o Vad Yashem reconsidere o caso dele antes que não haja mais ninguém para cotar esta história. / TRADUÇÃO DE AUGUSTO CALIL
Cristina Kirchner foi diagnosticada com câncer na tireóide na última terça-feira. Ela é mais uma entre líderes e ex-presidentes latino-americanos que enfrentaram ou ainda enfrentam a doença. Veja quais são os outros políticos do continente que têm histórico de tumores.
CBS
Favela colombiana tem escada rolante gigante
Os moradores da favela Comuna 13, em Medellín, ganharam uma escada rolante de 384 metros para chegarem ao topo do lugar. O prefeito da cidade, Alonso Salazar, disse que os 12 mil habitantes da Comuna 13 levarão cerca de seis minutos para percorrerem o trajeto. O investimento para a construção do novo transporte foi de US$ 6,7 milhões.
DESERET NEWS
Mensagem no Facebook salva mulher sequestrada
Uma mensagem enviada pelo Facebook salvou uma mulher sequestrada e mantida em cativeiro com o filho. Os amigos da vítima, cuja identidade não foi revelada, leram um apelo enviado por telefone celular e avisaram a polícia, que libertou a mulher.
WIRED
Pentágono oferece ioga em tratamento médico
Integrantes das forças armadas americanas que estiverem em tratamento médico agora terão a ioga como uma das opções para relaxamento nos hospitais mantidos pelo Pentágono. Os médicos acreditam que a meditação ajuda na recuperação física.
DER SPIEGEL
Holandês se especializa em vender igrejas falidas
O historiador holandês Marc de Beyer se especializou em um ramo inusitado; a venda de igrejas falidas no país. Em média, dois templos cristãos fecham as portas a cada semana na Holanda. Os prédios são vendidos para instalação de lojas e até mesquitas.
Na língua local hausa, Boko Haram significa “educação ocidental é sacrilégio” – indício de quão fundamentalista é o grupo insurgente que vem aterrorizando a Nigéria, país de 160 milhões de pessoas. O modo de organização e o sangrento radicalismo renderam ao Boko Haram o apelido de “O Taleban nigeriano”. Só em 2011, 504 pessoas – em sua esmagadora maioria civis – foram assassinadas pelos radicais.
A luta entre o grupo e o governo nigeriano chamou a atenção do mundo pela primeira vez em 2009, quando militantes conseguiram saquear e destruir delegacias em Maiduguri, região noroeste da Nigéria, já quase no Deserto do Saara. Em retaliação, forças nigerianas esmagaram focos da rebelião, além da principal mesquita do Boko Haram. O líder e fundador da organização, Ustaz Mohammed Yusuf, foi preso e morreu sob custódia. Cerca de 700 pessoas morreram nos confrontos. O grupo luta pela volta de um califado na região da Nigéria (o último caiu em 1903, derrotado pelo Império Britânico).
Cidadãos do Níger, Chade e Camarões também teriam entrado para o Boko Haram, que estabeleceu contato com filiais da Al-Qaeda na Somália e Magreb. Para muitos, o presidente nigeriano, Goodluck Jonathan, hesita em lançar uma ofensiva mais firme porque, cristão, ele teme as consequências de um confronto com a minoria islâmica da Nigéria.
Alguns dos ataques recentes do grupo insurgente nigeriano
24/12/2010. Uma série de atentados atribuída ao Boko Haram na cidade de Jos deixa 80 mortos
8/04/2011. Uma bomba supostamente colocada pelo grupo explode em um centro de votação na cidade de Suleja, matando 16 pessoas
26/08. Atentado contra a ONU em Abuja mata 24
4/11. Ataque a tiros em Damaturu mata mais de 100
22/11. Confronto com a polícia em Damaturu mata 61
SÃO PAULO – O jornal O Estado de S. Paulo, o portal estadão.com.br e a TV Estadão organizaram, no começo da semana, um debate ao vivo sobre o primeiro aniversário da Primavera Árabe com os cientistas políticos Reginaldo Nasser e Heni Ozi Cukier. A moderação foi do editor de Internacional do jornal, Roberto Lameirinhas, com a participação do repórter especial Lourival Sant’Anna, que cobriu as revoltas em países da região.
Assista a seguir a íntegra do debate.
Parte 1
Parte 2
Parte 3
Parte 4
Parte 5
SÃO PAULO – Em uma enquete realizada no final de novembro pelo Radar Global, os leitores escolheram a tragédia ocorrida no Japão no começo do ano como o evento mais marcante de 2011. O terremoto e tsunami, que deixaram mais de 20 mil mortos no país, ficaram com 41% dos votos dos internautas. Em seguida veio a morte do líder da Al-Qaeda, Osama bin Laden, em maio, com 34%.
Veja também:
Revista ‘Time’ escolhe ‘o manifestante’ como personagem do ano
RADAR GLOBAL: As imagens mais ‘poderosas’ de 2011
ESPECIAL: Retrospectiva 2011 | Internacional
Eventos relacionados à Primavera Árabe, que em dezembro completou um ano, tiveram destaque na enquete do Radar. A captura e morte do ditador líbio Muamar Kadafi, em outubro, ficou em terceiro lugar, com 21% dos votos. Depois vieram o 1º aniversário do movimento, com 20%, e a queda dos presidentes do Egito, Hosni Mubarak (12%) e da Tunísia, Ben Ali (6%).
Ao todo, foram 1.205 votos. Confira a seguir os resultados completos. Clique nos links para ler mais a respeito dos eventos.
1º lugar: Terremoto e tsunami no Japão – 41%, 497 votos
2º lugar: Morte de Osama bin Laden – 34%, 407
3º lugar: Captura e morte de Kadafi, na Líbia – 21%, 253
4º lugar: 1º ano da Primavera Árabe – 20%, 245
5º lugar: Queda de Hosni Mubarak – 12%, 143
6º lugar: Busca palestina pela adesão na ONU – 8%, 100
7º lugar: Queda de Ben Ali, na Tunísia – 6%, 72
8º lugar: Ataques coordenados na Noruega – 6%, 70
9º lugar: Anúncio das reformas em Cuba – 3%, 37
10º lugar: Casamento real em Londres - 2%, 30
11º lugar: Morte de Alfonso Cano, das Farc – 1%, 12
12º lugar: Erupção do vulcão chileno Puyehue – 1%, 7
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