
Seis telegramas enviados da embaixada dos EUA em Brasília e do consulado americano em São Paulo para a Casa Branca fazem parte dos mais de 250 mil papéis divulgados pelo site WikiLeaks no domingo e na segunda-feira (28 e 29).
Os documentos referentes ao Brasil revelam, entre outros fatos, que a Polícia Federal encobriu a prisão de suspeitos de ligações com o terrorismo internacional para não alarmar o alto escalão do governo e a população.
Acesse este link e veja a íntegra dos documentos diretamente do site do WikiLeaks. Veja outros detalhes sobre o vazamento dos novos documentos diplomáticos clicando aqui.
Obs: O WikiLeaks tem trocado de servidor frequentemente nos últimos dias. Caso o link principal não funcione, tente os links abaixo.
http://wikileaks.de/
http://wikileaks.fi/
http://wikileaks.nl/
Há 1 ano (2009) eram realizadas em Honduras eleições para a escolha novo presidente
Há 1 ano (2009) o ex-guerrilheiro José “Pepe” Mujica era eleito presidente do Uruguai, derrotando o ex-presidente Luis Alberto Lacalle, no segundo turno das eleições, pelo Partido Nacional (Blanco)
Domingo, 21 de novembro -Uma sensação estranha toma conta de quem chega à passagem de San Ysidro. De um lado está a Califórnia, Estado mais rico dos EUA. Do outro, Tijuana, cidade-problema com fama de ser a bomba-relógio do México. Todas as noites, perto dali, um infame jogo de gato e rato ocorre no deserto. Imigrantes que fogem do implacável controle da fronteira são caçados por membros do Minuteman, milícia de extrema direita que sequestra, tortura e mata latinos que tentam entrar no país.
Segunda-feira, 22 de novembro - A Coreia do Norte mostrou a um cientista nuclear americano que visitou o país este mês uma nova instalação construída secreta e rapidamente para o enriquecimento de urânio, confrontando o governo de Barack Obama com a perspectiva de o regime de Kim Jong-il estar se preparando para expandir seu arsenal nuclear ou construir um tipo muito mais poderoso de bomba atômica.
Terça-feira, 23 de novembro - Pelo menos 345 pessoas morreram e 329 ficaram feridas ontem no Camboja após um tumulto generalizado durante um festival realizado em uma ilha fluvial na capital, Phnom Penh. De acordo com as autoridades locais, milhares de pessoas entraram em pânico quando forçaram a passagem por uma ponte sobre o Rio Tonle Sap. Muitas foram pisoteadas. Outras caíram na água e morreram afogadas.
Quarta-feira, 24 de novembro – A Coreia do Norte disparou cerca de 200 peças de artilharia contra a Ilha de Yeonpyeong, da Coreia do Sul. O bombardeio incendiou quase 70 casas, matou 2 soldados sul-coreanos e deixou outros 14 feridos. Militares em Seul entraram em alerta máximo. Tropas dos dois países trocaram disparos e o enfrentamento foi considerado um dos mais grave desde o fim da Guerra da Coreia (1950-1953).
Quinta-feira, 25 de novembro - Um dia depois de a Coreia do Norte atacar a ilha sul-coreana de Yeonpyeong, o porta-aviões americano USS George Washington partiu em direção à região. De domingo a quarta-feira, EUA e Coreia do Sul planejam realizar manobras militares conjuntas. Segundo o Pentágono, a ação havia sido programada antes do bombardeio
Sexta-feira, 26 de novembro - O bombardeio norte-coreano à Ilha de Yeonpyeong fez mais uma vítima. O ministro sul-coreano da Defesa, Kim Tae-young, renunciou após intensos protestos contra a resposta de Seul ao ataque. A demissão coincidiu com a promessa do presidente da Coreia do Sul, Lee Myung-bak, de aumentar o número de militares em Yeonpyeong.
Sábado, 27 de novembro – As eleições no Haiti têm despertado pouca paixão entre seus habitantes. Os haitianos evitam discutir em quem votarão e assistem à propaganda política como se fosse programas de comédia. Não entraram no clima eleitoral, apesar de esta ser a primeira vez na história do país que um presidente democraticamente eleito passará a faixa para outro.
Há 1 ano (2009) a Agência Internacional de energia Atômica (AIEA) aprovava uma resolução de censura condenando o Irã, pela primeira vez desde 2006, pela construção secreta de uma usina de enriquecimento de urânio
Há 20 anos (1990) o Partido Conservador Britânico escolhia John Major para suceder Margaret Thatcher no cargo de primeiro-ministro
Há 25 anos (1985) o cometa Halley cruzava a Terra pela segunda vez no século 20
A relação do presidente americano, Barack Obama, com o basquete é antiga. Na escola secundária no Havaí, o jovem Obama era conhecido nos torneios escolares como ‘Barack O’Bullet’ (Barack, a bala, em tradução livre) por conta de sua rapidez em quadra.
Durante a campanha presidencial, o democrata usava o basquete como meio para desestressar. Em visita a uma base de soldados americanos no Kwait, também na disputa das eleições de 2008, Obama provocou furor ao acertar, na primeira tentativa, uma cesta de três pontos.
No feriado de Ação de Graças, no entanto, Obama mais uma vez foi bater uma bolinha para relaxar, mas não teve tanta sorte. Em uma partida amistosa com amigos e familiares nesta sexta feira em Fort McNair, o presidente levou uma cotovelada. Ele foi atendido pela equipe médica da Casa Branca e levou 12 pontos. A identidade do autor da falta não foi divulgada. (Washington Post)
Veja alguns vídeos do presidente em ação com a bola laranja:
Cenas de Obama quando jogava na escola
Amistoso com estudantes em Indiana
A cesta de três pontos no Kwait
Há 35 anos (1975) o Suriname conquistava sua independência da Holanda
Há 40 anos (1970) o escritor japonês Yukio Mishima cometia o harakiri, o suicídio dos samurais. Ele sentia-se humilhado pela derrota do Japão na Segunda Guerra Mundial e pretendia resgatar os costumes tradicionais japoneses

Sarah Palin, simpática aos norte-coreanos. Foto: COURTNEY SARGENT/EFE
Crítica ferrenha do presidente Barack Obama, a proeminente republicana Sarah Palin cometeu uma gafe em um programa de rádio nos EUA ao trocar as Coreias e chamar os norte-coreanos de aliados.
”Obviamente, temos de estar junto dos nossos aliados norte-coreanos”, disse Sarah Palin, imediatamente corrigida pelo anfitrião Glenn Beck. “Sim, devemos apoiar o sul-coreanos”, disse posteriormente.
Essa não foi a primeira vez que Sarah Palin trocou as bolas. Em 2008, em plena campanha presidencial, quando era candidata à vice-presidência de John McCain, ela foi flagrada usando um lenço com um burrinho, símbolo dos democratas.
A republicana é conhecida por suas declarações polêmicas e críticas, principalmente contra o Partido Democrata e contra Obama. Em uma das vezes nas quais o presidente foi alvo dos comentários de Sarah Palin, a ex-governadora do Alasca disse que o chefe de Estado “não tinha colhões para defender as fronteiras do país”.
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