<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Radar Econômico</title>
	<atom:link href="http://blogs.estadao.com.br/radar-economico/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://blogs.estadao.com.br/radar-economico</link>
	<description>Radar Econômico</description>
	<lastBuildDate>Thu, 23 Feb 2012 09:00:13 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.2</generator>
		<item>
		<title>Analista projeta valor de mercado de US$ 1 tri para Petrobrás</title>
		<link>http://blogs.estadao.com.br/radar-economico/2012/02/23/analista-projeta-valor-de-mercado-de-us-1-tri-para-petrobras/</link>
		<comments>http://blogs.estadao.com.br/radar-economico/2012/02/23/analista-projeta-valor-de-mercado-de-us-1-tri-para-petrobras/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 23 Feb 2012 09:00:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sílvio Guedes Crespo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogs.estadao.com.br/radar-economico/?p=12161</guid>
		<description><![CDATA[Estatal precisaria continuar crescendo no mesmo ritmo verificado na última década]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Petrobrás está entre as empresas que podem atingir um valor de mercado de US$ 1 trilhão, na opinião de um analista americano, Ryan Fuhrmann, ligado ao CFA Institute, uma respeitada associação global de profissionais da área financeira.</p>
<p>Para chegar lá, a companhia precisa continuar crescendo no mesmo ritmo dos últimos dez anos, diz o economista. A análise foi publicada no site especializado em finanças<a href="http://www.streetauthority.com/growth-investing/3-stocks-could-reach-1-trillion-market-cap-458976" target="_blank"><strong> Street Authority</strong></a>.</p>
<p>Entre as companhias que podem alcançar esse valor, diz Fuhrmann, a Apple é a que tem mais chance. A julgar pelo preço das ações, a empresa fundada por Steve Jobs está avaliada em US$ 468 bilhões. A Petrobrás está bem atrás, com menos da metade desse valor (US$ 191 bilhões).</p>
<p>Pelos argumentos usados, nota-se que o analista está mais preocupado com movimentos de longo prazo do que com as oscilações momentâneas das ações.</p>
<p>Nos últimos dez anos, as vendas da Petrobrás aumentaram 17% ano, e o lucro, 23%. Fuhrmann diz que analistas estão projetando para este ano um lucro de US$ 3,30 por ação, o que representaria um avanço de 560% em comparação com o US$ 0,50 registrado uma década atrás.</p>
<p>Para o economista, é possível que a Petrobrás atinja o valor de US$ 1 trilhão porque tem um plano de investimentos de US$ 224 bilhões para ser implementado em cinco anos na exploração das reservas do pré-sal.</p>
<p>Vale lembrar que, antes das recentes descobertas de petróleo, a Petrobrás contou com a ajuda do mercado internacional. Em 2002, o preço médio da commodity ficou em pouco mais de US$ 20 o barril, tanto a mercadoria vendida em Londres quanto a de Nova York. No ano passado, a média estava em US$ 111 e US$ 95 em cada uma dessas cidades, respectivamente.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogs.estadao.com.br/radar-economico/2012/02/23/analista-projeta-valor-de-mercado-de-us-1-tri-para-petrobras/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>&#8216;Economist&#8217; aponta sinais de perda da hegemonia dos EUA</title>
		<link>http://blogs.estadao.com.br/radar-economico/2012/02/22/economist-aponta-sinais-de-perda-da-hegemonia-dos-eua/</link>
		<comments>http://blogs.estadao.com.br/radar-economico/2012/02/22/economist-aponta-sinais-de-perda-da-hegemonia-dos-eua/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 22 Feb 2012 17:31:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sílvio Guedes Crespo</dc:creator>
				<category><![CDATA[The Economist]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogs.estadao.com.br/radar-economico/?p=12152</guid>
		<description><![CDATA[Participação dos americanos nos setores aeroespacial e de TI está em queda]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A revista britânica &#8220;<a href="http://www.economist.com/node/21547770" target="_blank"><strong>The Economist</strong></a>&#8221; enumerou, em um artigo, alguns dados indicando que os Estados Unidos estão perdendo espaço no mercado mundial. Veja abaixo.</p>
<blockquote><p>. De 1999 a 2009, a participação dos EUA na indústria aeroespacial mundial caiu 36%. No mesmo período, o país também teve perda nos mercados de tecnologia da informação (queda de 9%), equipamentos de comunicação (8%) e carros (3%);</p>
<p>. As multinacionais dos EUA têm escolhido outros países para gerar emprego e inovar. Em 1989, 21% dos empregados dessas companhias estavam fora dos EUA; em 2009, essa proporção já estava em 32%. Em 1999, só 9% dos investimentos de multinacionais americanas em pesquisa e desenvolvimento eram feitos fora dos EUA; em 2009, 16% o eram;</p>
<p>. A Harvard Business School fez recentemente uma pesquisa com seus alunos. Perguntou a eles, entre outras coisas, se as empresas em que eles trabalham têm preferido investir nos EUA ou fora. Os EUA perdiam em dois terços das respostas;</p></blockquote>
<p>É verdade que esses dados não dizem tudo sobre a economia americana. Por exemplo, a revista não analisou a evolução da produtividade nos EUA. Sobre a transferência de empregos para outros países, não disse se os funcionários contratados no exterior ganham mais ou são mais qualificados.</p>
<p>Enfim, não é um estudo completo sobre a perda da hegemonia dos EUA, mas já diz algo. O país perde mercado em setores de ponta, como o aeroespacial e a tecnologia da informação. Isso vai de encontro ao lugar comum segundo o qual o capital só sai dos EUA quando busca mão de obra barata e pouco qualificada.</p>
<p><strong>Trunfos e dificuldades</strong></p>
<p>Para o semanário, os EUA têm &#8220;trunfos enormes&#8221; e alguns empecilhos para enfrentar esse cenário. Os trunfos citados pela publicação são as &#8220;universidades imbatíveis&#8221; e um mercado altamente diversificado.</p>
<p>Os problemas seriam a imprevisibilidade da política. Ou, de  &#8220;Sem um consenso dos partidos [sobre o desequilíbrio nas contas públicas], ninguém pode conter os imensos programas sociais que crescem automaticamente, como o Medicare (de saúde) e a Seguridade Social (aposentadoria e pensão)&#8221;, diz. &#8220;Dessa forma, os déficits se escancaram e o estado de bem-estar social continuam aumentando, mesmo que as estradas americanas se desfazem. Essa não é uma receita para o dinamismo&#8221;, disse a  publicação.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogs.estadao.com.br/radar-economico/2012/02/22/economist-aponta-sinais-de-perda-da-hegemonia-dos-eua/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Contra ‘depressão’, britânicos imprimem mais dinheiro</title>
		<link>http://blogs.estadao.com.br/radar-economico/2012/02/22/contra-%e2%80%98depressao%e2%80%99-britanicos-querem-imprimir-mais-dinheiro/</link>
		<comments>http://blogs.estadao.com.br/radar-economico/2012/02/22/contra-%e2%80%98depressao%e2%80%99-britanicos-querem-imprimir-mais-dinheiro/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 22 Feb 2012 14:51:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sílvio Guedes Crespo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Financial Times]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogs.estadao.com.br/radar-economico/?p=12146</guid>
		<description><![CDATA[Dois integrantes do BC inglês acreditam que emitir 325 bi de libras é insuficiente]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="/radar-economico/wp-content/blogs.dir/31/files/2012/02/libra_esterlina_william_catherine_reuters_luke_macgregor.JPG" alt="libra_esterlina_william_catherine_reuters_luke_macgregor.JPG" width="450" height="318" border="0" /></p>
<p>Ainda está para ser provado que dinheiro compra felicidade, mas o Banco da Inglaterra (banco central) acredita que emitir moeda pode aliviar depressão.</p>
<p>A autoridade monetária britânica já havia decidido, no dia 9 de fevereiro, aumentar em 50 bilhões de libras esterlinas a quantidade de dinheiro que pretende emitir para estimular a economia. Com isso, está definido que o país injetará 325 bilhões de libras no mercado, não apenas 275 bilhões, como estava decidido anteriormente.</p>
<p>Nesta quarta-feira, com a divulgação da <a href="http://www.bankofengland.co.uk/publications/minutes/mpc/pdf/2012/mpc1202.pdf" target="_blank"><strong>minuta referente à reunião do dia 9</strong></a>, o mercado ficou sabendo que dois dos nove integrantes do comitê que comanda a autoridade monetária acharam pouco o aumento de 50 bilhões de libras. Além disso, nenhum dos membros do colegiado votou para uma expansão menor.</p>
<p>A notícia gerou repercussão no mercado (a libra esterlina se <a href="http://www.ft.com/intl/cms/s/0/48132e26-5b6c-11e1-a2b3-00144feabdc0.html#axzz1n7O8OKls" target="_blank"><strong>desvalorizava em relação ao dólar e ao euro</strong></a>) e na imprensa internacional. Segundo analistas ouvidos por sites especializados em finanças, tornou-se mais provável que o Reino Unido aumente mais uma vez o afrouxamento quantitativo. Para os diretores que defendem a extensão do programa, “existe um risco de uma depressão prolongada da demanda”.</p>
<p><strong>Surpresa</strong></p>
<p>“A minuta mostrou que o aumento do afrouxamento quantitativo é mais provável do que o mercado havia estimado”, disse à <a href="http://www.reuters.com/article/2012/02/22/britain-boe-minutes-idUSL5E8DM2OP20120222" target="_blank"><strong>Reuters</strong> </a>Geraldine Concagh, economista do AIB Group Treasury em Londres.</p>
<p>“Os mercados britânicos reagiram com surpresa”, afirmou Philip Shaw, da Investec, ao “<a href="http://www.ft.com/intl/cms/s/0/48132e26-5b6c-11e1-a2b3-00144feabdc0.html#axzz1n7O8OKls" target="_blank"><strong>Financial Times</strong></a>”. No site do &#8220;Guardian&#8221;, o jornalista Phillip Inman comentou que o cenário traçado pela equipe do BC contém &#8220;motivos de sobra para se preocupar&#8221;.</p>
<p>Os 325 bilhões de libras que o Banco da Inglaterra já decidiu emitir equivalem a um quarto do PIB (produto interno bruto) britânico (que foi de 1,3 trilhão de libras em 2011, segundo projeção do FMI). Isso significa que o BC inglês vai tirar da cartola, com base no voto de 9 pessoas, aquilo que a população do país levaria três meses para produzir. Aguardemos as consequências.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogs.estadao.com.br/radar-economico/2012/02/22/contra-%e2%80%98depressao%e2%80%99-britanicos-querem-imprimir-mais-dinheiro/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>No Brasil, produtos da Apple são mais caros que em qualquer outro país</title>
		<link>http://blogs.estadao.com.br/radar-economico/2012/02/20/brasil-tem-os-produtos-da-apple-mais-caros-do-mundo/</link>
		<comments>http://blogs.estadao.com.br/radar-economico/2012/02/20/brasil-tem-os-produtos-da-apple-mais-caros-do-mundo/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 20 Feb 2012 19:02:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sílvio Guedes Crespo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Forbes]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogs.estadao.com.br/radar-economico/?p=12131</guid>
		<description><![CDATA[Impostos e valorização do status social são possíveis explicações para o fenômeno]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: verdana;font-size: xx-small">Atualizado às 19h43</span></p>
<p><img src="/radar-economico/wp-content/blogs.dir/31/files/2012/02/overview_performance_20110302.jpg" alt="overview_performance_20110302.jpg" width="450" height="176" border="0" /></p>
<p>Mais um estudo nos ajuda a ter uma ideia de como o Brasil está caro. O site da &#8220;<a href="http://www.forbes.com/sites/kenrapoza/2012/02/19/the-worlds-most-expensive-apple-products/" target="_blank"><strong>Forbes</strong></a>&#8220;, com base em dados de uma empresa alemã, informa que, em média, um produto da Apple custa R$ 2.388 no Brasil, ou US$ 1.348, mais do que em qualquer outro país. O local mais barato é Hong Kong, com preço médio de US$ 785.</p>
<p>Os produtos da Apple no Brasil são 28% mais caros que a média dos demais países, segundo o autor do texto, o jornalista Kenneth Rapoza. A explicação que ele dá para essa situação está nos altos impostos pagos no País. Mas ele insinua, também, que o fato de os brasileiros valorizarem muito o status social permite que os produtos sejam caros.</p>
<p><strong>País caro</strong></p>
<p>Este mesmo <a href="http://blogs.estadao.com.br/radar-economico/2011/05/29/brasil-lidera-ranking-de-ipads-mais-caros-impostos-comem-54/"><strong>Radar Econômico</strong></a>, em parceria com o caderno <a href="http://blogs.estadao.com.br/link/o-mais-caro/"><strong>Link</strong></a>, aqui do <strong>Estadão</strong>, mostrou no ano passado que o iPad no Brasil é o mais caro do mundo. Entre os fatores está carga tributária, que equivale a mais de 50% do preço do produto.</p>
<p><a href="http://economia.estadao.com.br/noticias/economia,custo-de-vida-do-brasil-supera-o-dos-eua,99424,0.htm"><strong>Outra pesquisa</strong> </a>aponta que o Brasil é um caso raro de país emergente em que o custo de vida já é superior ao dos Estados Unidos. Esse estudo falava de impostos, mas também apontava a valorização do real como um fator importante, pois leva os produtos nacionais a ficarem mais caros quando avaliados em dólar.</p>
<p><strong>Lucro Brasil</strong></p>
<p>A carga tributária é um problema que emperra o crescimento econômico do País, mas não se pode afirmar que a sua redução automaticamente provocaria uma queda no preço dos produtos na mesma proporção. Parte da desoneração muitas vezes acaba sendo abocanhada pelos produtores ou varejistas, de modo que não chega ao consumidor final.</p>
<p>Conforme o <a href="http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,preco-de-linha-branca-sobe-apesar-do-ipi-menor-,836598,0.htm"><strong>Estadão noticiou recentemente</strong></a>, o corte do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) sobre eletrodomésticos e eletroeletrônicos não gerou queda no preço desses produtos. Ao contrário, essas mercadorias ficaram até um pouquinho mais caras depois da desoneração.</p>
<p>Antes disso, em setembro do ano passado, o <strong><a href="http://economia.estadao.com.br/noticias/economia,carro-no-brasil-seria-mais-caro-mesmo-sem-imposto,85197,0.htm">Estadão</a></strong> lembrava que, alguns economistas apontam não só o já conhecido &#8220;custo Brasil&#8221;, mas também o &#8221;lucro Brasil&#8221; como um elemento que torna os produtos daqui mais caros. O argumento é o de que no País a possibilidade de lucrar em determinados setores é maior, por causa do da proteção de alguns mercados, como o de carros. No mesmo mês, o banco <strong><a href="http://blogs.estadao.com.br/radar-economico/2011/09/29/oligopolio-de-montadoras-no-brasil-esta-sob-pressao-diz-banco/" target="_blank">Morgan Stanley divulgou uma análise</a></strong> na qual afirmava que os fabricantes de veículos instalados no Brasil tinham &#8220;lucros mais altos que o normal&#8221;.</p>
<p><strong>Vaidade</strong></p>
<p>O jornal &#8220;<a href="http://blogs.estadao.com.br/radar-economico/2011/11/10/vaidade-encarece-produtos-no-brasil-diz-jornal/"><strong>Intenational Herald Tribune</strong></a>&#8220;, versão internacional do &#8220;New York Times&#8221;, recentemente publicou uma reportagem sobre o mesmo assunto. Nela, enfatizava que, além do câmbio e dos impostos, a vaidade dos brasileiros era um dos fatores que explicam os preços altos no País.</p>
<p>Na ocasião, o brasileiro Carlos Eduardo Xavier, da McKinsey, disse ao jornal: &#8220;A exibição é uma parte muito importante [no Brasil]. É importante mostrar que a camisa polo que ele está usando é da Ralph Lauren. [...] Acho que isso é mais importante para os brasileiros do que para outros”. Você concorda?</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogs.estadao.com.br/radar-economico/2012/02/20/brasil-tem-os-produtos-da-apple-mais-caros-do-mundo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Artigo no site do &#8216;FT&#8217; sugere Lula para presidir Banco Mundial</title>
		<link>http://blogs.estadao.com.br/radar-economico/2012/02/17/artigo-no-site-do-ft-sugere-lula-para-presidir-banco-mundial/</link>
		<comments>http://blogs.estadao.com.br/radar-economico/2012/02/17/artigo-no-site-do-ft-sugere-lula-para-presidir-banco-mundial/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 17:56:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sílvio Guedes Crespo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Financial Times]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogs.estadao.com.br/radar-economico/?p=12123</guid>
		<description><![CDATA[Professor de universidade canadense propõe o nome do ex-presidente brasileiro]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um artigo no blog <a href="http://blogs.ft.com/beyond-brics/2012/02/17/guest-post-how-about-lula-for-world-bank/#axzz1mf3H2K2w" target="_blank"><strong>BeyondBrics</strong></a>, do &#8220;<a href="http://www.ft.com/" target="_blank"><strong>Financial Times</strong></a>&#8220;, defende que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva assuma o cargo de presidente do Banco Mundial. Aqui no Estadão, <a href="http://blogs.estadao.com.br/fernando-dantas/2012/02/17/lula-como-presidente-do-banco-mundial/"><strong>Fernando Dantas</strong></a> comentou o caso.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogs.estadao.com.br/radar-economico/2012/02/17/artigo-no-site-do-ft-sugere-lula-para-presidir-banco-mundial/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Ações da Vale têm 5ª maior alta do mundo; Apple lidera ranking</title>
		<link>http://blogs.estadao.com.br/radar-economico/2012/02/17/acoes-da-vale-tem-5%c2%aa-maior-valorizacao-do-mundo-apple-lidera/</link>
		<comments>http://blogs.estadao.com.br/radar-economico/2012/02/17/acoes-da-vale-tem-5%c2%aa-maior-valorizacao-do-mundo-apple-lidera/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 14:45:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sílvio Guedes Crespo</dc:creator>
				<category><![CDATA[The Economist]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogs.estadao.com.br/radar-economico/?p=12112</guid>
		<description><![CDATA[Dados da Bloomberg se referem à alta dos papéis em dez anos em dólares]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.economist.com/blogs/graphicdetail/2012/02/daily-chart-8" target="_blank"><img style="border: 1px solid black" src="/radar-economico/wp-content/blogs.dir/31/files/2012/02/acoes_apple_vale_bb_the_economist_reproducao.JPG" alt="acoes_apple_vale_bb_the_economist_reproducao.JPG" width="450" height="461" border="0" /></a></p>
<p>As ações da Apple são as que mais se valorizaram na última década, entre as 200 maiores empresas do mundo, segundo um levantamento publicado no site da revista &#8220;<a href="http://www.economist.com/blogs/graphicdetail/2012/02/daily-chart-8" target="_blank"><strong>The Economist</strong></a>&#8220;.</p>
<p>Conforme mostra o gráfico acima, reproduzido do site da Economist, quem investiu US$ 100 na companhia fundada por Steve Jobs em fevereiro de 2002 hoje tem em mãos papéis avaliados em US$ 3,9 mil.</p>
<p>A brasileira Vale aparece em quinto lugar desse ranking, com um retorno de US$ 1,2 mil para quem aplicou os mesmos US$ 100 há dez anos. O Banco do Brasil está em oitavo do ranking, com um retorno de cerca de US$ 1,1 mil para a mesma aplicação inicial.</p>
<p>Não custa lembrar que nesse tipo de ranking, que considera o preço das ações em dólares, as empresas brasileiras são beneficiadas pela variação cambial. Desde fevereiro de 2002, o real se valorizou 41%, segundo dados do Banco Central.</p>
<p><strong>Países emergentes dominam</strong></p>
<p>Das dez companhias que mais deram retorno nesse período, sete são de países emergentes e três são americanas. Abaixo da Apple estão Sberbank (da Rússia), ConocoPhillips (EUA), Amazon (EUA), Vale, Petrochina, América Movil (México), Banco do Brasil, China Petroleum e Oil &amp; Natural Gas Corp (Índia).</p>
<p>Outras empresas que tiveram excelente resultado, como Google, não estão na lista porque só foram consideradas as que já existiam em 2002.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogs.estadao.com.br/radar-economico/2012/02/17/acoes-da-vale-tem-5%c2%aa-maior-valorizacao-do-mundo-apple-lidera/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>&#8216;The Economist&#8217;: Dilma &#8216;sai da sombra de Lula&#8217;</title>
		<link>http://blogs.estadao.com.br/radar-economico/2012/02/16/the-economist-dilma-sai-da-sombra-de-lula/</link>
		<comments>http://blogs.estadao.com.br/radar-economico/2012/02/16/the-economist-dilma-sai-da-sombra-de-lula/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 16 Feb 2012 17:16:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sílvio Guedes Crespo</dc:creator>
				<category><![CDATA[The Economist]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogs.estadao.com.br/radar-economico/?p=12106</guid>
		<description><![CDATA[Revista é favorável à presidente, mas faz dura crítica ao ex-presidente Lula]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.economist.com/node/21547856" target="_blank"><img style="border: 1px solid black" src="/radar-economico/wp-content/blogs.dir/31/files/2012/02/dilma_rousseff_the_economist_charge_claudio_munoz_reproducao.JPG" alt="dilma_rousseff_the_economist_charge_claudio_munoz_reproducao.JPG" width="450" height="457" border="0" /></a></p>
<p>As nomeações de Maria das Graças Foster para a presidência da Petrobrás e de Eleonora Menicucci para a Secretaria de Políticas para Mulheres mostram que a presidente Dilma Rousseff está, de fato, &#8220;saindo da sombra&#8221; do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, opina a revista &#8220;<a href="http://www.economist.com/node/21547856" target="_blank"><strong>The Economist</strong></a>&#8221; na edição que chega às bancas do Reino Unido nesta sexta-feira.</p>
<p>A publicação não deixa de citar que a presidente já havia demitido sete ministros no ano passado. Mas nesses casos os substitutos não tinham necessariamente a cara de Dilma. No lugar de Mário Negromonte (Cidades), por exemplo, entra um político indicado pelo partido dele, o PP.</p>
<p>Já a escolha de Graça Foster foi um fato &#8220;particularmente notável&#8221;, na opinião da revista. A nomeada expressou &#8220;apoio incondicional&#8221; a Dilma, o que &#8220;pode não ter caído bem para os acionistas minoritários&#8221; da Petrobrás, mas mesmo assim as ações subiram. O motivo, avalia  a &#8220;Economist&#8221;, é que a experiência de Graça Foster &#8220;mais do que compensou&#8221; o efeito negativo que a subserviência da empresa à Presidência poderia causar.</p>
<p>O caso de Eleonora Menicucci também foi emblemático porque ela tem sido &#8220;próxima da presidente desde que as duas dividiram cela durante a ditadura&#8221;, opina a reportagem.</p>
<p>Para o semanário, Dilma pode estar &#8220;pavimentando o caminho para uma agenda mais ambiciosa&#8221;. A seu favor, a presidente conta com uma popularidade alta: 59% de aprovação na última pesquisa, dez pontos a mais do que em meados do ano passado. E tem, ainda, uma oposição relativamente pequena no Congresso (91 de 513 deputados).</p>
<p>Mas a revista aponta barreiras a serem vencidas: &#8220;Conseguir qualquer coisa em Brasília é demorado e exige negociações tortuosas com parceiros da coalização. A liberdade de manobra [de Dilma] ainda é limitada pela inexperiência dela e por dívidas políticas com aliados que ajudaram a elegê-la&#8221;.</p>
<p><strong>Crítica a Lula</strong></p>
<p>Esta reportagem da &#8220;Economist&#8221; se refere a Dilma sempre de forma neutra ou até favorável. Porém, a Lula a publicação desferiu uma crítica forte: &#8220;Lula era um negociador consumado e um pragmático, que, como muitos outros presidentes brasileiros, comprou lealdade distribuindo cargos no governo e favores&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogs.estadao.com.br/radar-economico/2012/02/16/the-economist-dilma-sai-da-sombra-de-lula/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Corte no Orçamento equivale a 3,7% da receita da União</title>
		<link>http://blogs.estadao.com.br/radar-economico/2012/02/15/corte-no-orcamento-equivale-a-37-da-receita-da-uniao/</link>
		<comments>http://blogs.estadao.com.br/radar-economico/2012/02/15/corte-no-orcamento-equivale-a-37-da-receita-da-uniao/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 15 Feb 2012 18:19:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sílvio Guedes Crespo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Número do dia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogs.estadao.com.br/radar-economico/?p=12090</guid>
		<description><![CDATA[Se considerado apenas o dinheiro do Poder Executivo, a redução foi de 6,2%]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: verdana;font-size: xx-small">Atualizado às 17h29</span></p>
<p><a href="http://blogs.estadao.com.br/radar-economico/category/numero-do-dia/" target="_blank"><img style="border: 0pt none;margin: 3px" src="/radar-economico/wp-content/blogs.dir/31/files/numero_do_dia_138_80.JPG" alt="numero_do_dia_138_80.JPG" width="138" height="80" align="left" border="0" /></a><strong>Número do dia: 3,7%</strong></p>
<p><em><strong>É quanto o corte de R$ 55 bi representa na receita prevista até então<br />
</strong></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O governo anunciou um <a href="http://economia.estadao.com.br/noticias/economia,governo-anuncia-corte-de-r-55-bi-no-orcamento-2012,103050,0.htm" target="_blank"><strong>corte de R$ 55 bilhões no Orçamento</strong></a>, com o objetivo de <a href="http://economia.estadao.com.br/noticias/economia,mantega-corte-orcamentario-visa-ampliar-investimentos-e-programas-sociais,103068,0.htm"><strong>aumentar investimentos e programas sociais</strong></a>.</p>
<p>Esse valor pode parecer muito ou pouco, dependendo da comparação que se faz. O volume corresponde, por exemplo, a apenas 3,7% das receitas da União. Mas já é um terço da meta de superávit primário (dinheiro que o governo junta para pagar dívida) deste ano, de R$ 140 bilhões.</p>
<p>A receita prevista pelo governo na <a href="http://www.in.gov.br/visualiza/index.jsp?data=20/01/2012&amp;jornal=1&amp;pagina=1&amp;totalArquivos=128" target="_blank"><strong>Lei do Orçamento</strong></a>, em janeiro, era de R$ 1,5 trilhão, sem contar o que entrará nos cofres públicos por meio de emissão de títulos, ou seja, por meio de endividamento.</p>
<p>Se tiramos dessa receita de R$ 1, trilhão as transferências a Estados e municípios (R$ 202 bilhões) e a receita dos poderes Legislativo e Judiciário e de órgãos fora do controle do executivo (R$ 614 bilhões no total), percebemos que sobravam R$ 881 bilhões para o governo federal manusear, segundo a lei orçamentária de janeiro. O corte anunciado nesta quarta representa 6,2% disso.</p>
<p>Desses R$ 55 bilhões cortados, R$ 35 bilhões são em despesas discricionárias (aquelas que o governo consegue manejar livremente) e R$ 20 bilhões em obrigatórias (aquelas que já estão comprometidas e são mais difíceis de cortar).</p>
<p>A tabela abaixo, sobre as despesas discricionárias, mostra os ministérios que tiveram maior corte em termos absolutos e qual o novo orçamento dessas pastas (em bilhões de reais).</p>
<table width="363" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<col width="121" />
<col width="133" />
<col width="109" />
<tbody>
<tr>
<td width="121" height="20"><strong>Ministério</strong></td>
<td style="text-align: center" width="133"><strong>Tamanho do corte</strong></td>
<td style="text-align: center" width="109"><strong>Como ficou</strong></td>
</tr>
<tr>
<td height="20">Saúde</td>
<td style="text-align: center" align="right">5,5</td>
<td style="text-align: center" align="right">86,3</td>
</tr>
<tr>
<td height="20">Educação</td>
<td style="text-align: center" align="right">1,9</td>
<td style="text-align: center" align="right">72,3</td>
</tr>
<tr>
<td height="20">Cidades</td>
<td style="text-align: center" align="right">3,3</td>
<td style="text-align: center" align="right">18,7</td>
</tr>
<tr>
<td height="20">Defesa</td>
<td style="text-align: center" align="right">3,3</td>
<td style="text-align: center" align="right">61,2</td>
</tr>
<tr>
<td height="20">Justiça</td>
<td style="text-align: center" align="right">2,2</td>
<td style="text-align: center" align="right">10,2</td>
</tr>
<tr>
<td height="20">Integração</td>
<td style="text-align: center" align="right">2,2</td>
<td style="text-align: center" align="right">5,5</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>.</p>
<p>O corte na Saúde foi, portanto, o maior entre os ministérios, em termos absolutos. Mas como esta pasta é uma das que têm maior Orçamento, em termos proporcionais a redução acabou ficando em 6% &#8211; portanto, dentro da média de cortes federais.</p>
<p>Em relação às despesas obrigatórias, as maiores reduções em termos absolutos ocorreram em benefícios previdenciários (R$ 7,7 bilhões) e subsídios (R$ 5,16 bilhões).</p>
<p><strong>Aperto maior</strong></p>
<p>O economista Vítor Wilher, do Instituto Milenium, analisou o contingenciamento orçamentário da seguinte maneira:</p>
<blockquote><p>&#8220;O corte já era esperado porque o governo está trabalhando com o superavit primário cheio, incluindo os investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento. Então, é necessário um aperto maior do que o do ano passado. Além disso, o Banco Central trabalha com um cenário futuro de corte nos juros. Portanto, ou o governo fazia essa redução nos gastos, ou o BC não poderia reduzir a Selic. Existem dúvidas no mercado se, para atingir a meta do superavit neste ano, o governo vai apertar o cinto ou vai contar com uma arrecadação extra de impostos, que viria, sobretudo, de dividendos de estatais e de concessões, como as de aeroportos.&#8221;</p></blockquote>
<p><a href="http://blogs.estadao.com.br/radar-economico/category/numero-do-dia/" target="_blank"><strong>Veja outros textos da seção Número do Dia</strong></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogs.estadao.com.br/radar-economico/2012/02/15/corte-no-orcamento-equivale-a-37-da-receita-da-uniao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Após melhora econômica, 50% dos americanos aprovam Obama</title>
		<link>http://blogs.estadao.com.br/radar-economico/2012/02/15/metade-dos-americanos-aprova-obama-apos-melhora-economica/</link>
		<comments>http://blogs.estadao.com.br/radar-economico/2012/02/15/metade-dos-americanos-aprova-obama-apos-melhora-economica/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 15 Feb 2012 13:45:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sílvio Guedes Crespo</dc:creator>
				<category><![CDATA[The New York Times]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogs.estadao.com.br/radar-economico/?p=12082</guid>
		<description><![CDATA[População ainda não está satisfeita, mas vê evolução na situação geral]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: verdana;font-size: xx-small">Atualizado às 12h50</span></p>
<p><img src="/radar-economico/wp-content/blogs.dir/31/files/2012/02/barack_obama_congresso_reuters_jason_reed.jpg" alt="barack_obama_congresso_reuters_jason_reed.jpg" width="450" height="293" border="0" /></p>
<p>Uma <a href="http://www.nytimes.com/interactive/2012/02/15/us/politics/20120215_poll_docs.html?ref=politics" target="_blank"><strong>pesquisa</strong> </a>encomendada pelo jornal &#8220;The New York Times&#8221; e pela rede de TV CBS mostra que o presidente Barack Obama é aprovado por 50% dos eleitores americanos, marca que não era atingida desde a morte de Osama Bin Laden.</p>
<p>O assassinato do líder da Al-Qaeda, no entanto, foi apenas um suspiro na popularidade de Obama. O ocorrido elevou a aprovação do presidente de 46% para 57%, mas logo depois o porcentual caiu para menos de 50%. Antes desse aumento fugaz de popularidade, a última vez que Obama tivera uma aprovação acima de 50% fora em abril de 2010.</p>
<p>Diversos dados da pesquisa indicam que o fator responsável pela subida da aprovação a Obama foi a percepção de melhora da economia. Aumentou significativamente o número de pessoas otimistas. O grupo dos que acham que a economia vai melhorar atingiu 32%, dez pontos percentuais a mais do que o das pessoas que preveem piora econômica (22%). Na pesquisa anterior, de janeiro, essa diferença era de cinco pontos porcentuais.</p>
<p><strong>Insatisfação com republicanos</strong></p>
<p>A dificuldade dos adversários de Obama em conquistar a confiança do público também ajuda o presidente. Perguntados se estão satisfeitos com os pré-candidatos republicanos, apenas 34% disseram &#8220;sim&#8221;; outros 62% afirmaram preferir que houvesse mais opções disputando as primárias.</p>
<p>Mas isso também não quer dizer que a população esteja satisfeita com Obama. Ao que tudo indica, a aprovação ao presidente ocorre pela comparação com a situação econômica atual (que não é boa), com a do passado recente (quando estava pior).</p>
<p>Por exemplo, o conjunto de pessoas que avaliam a situação econômica dos EUA como ruim ou muito ruim caiu de 79% para 75%. O dos que desaprovam a atuação de Obama na economia desceu de 54% para 50%, e o dos que aprovam subiu de 40% para 44%.</p>
<p>Ainda, 52% desaprovam a forma como Obama está conduzindo a política de geração de empregos, enquanto só 41% aprovam. É ruim para o presidente, mas não tanto como na pesquisa anterior, em que 58% o reprovavam nesse quesito e somente 35% aprovavam.</p>
<p>Os americanos também não estão satisfeitos com o Orçamento público: 59% desaprovam a atuação de Obama nessa área e só 32% aprovam; no levantamento anterior, esses números estavam ainda piores para o presidente: 63% de reprovação e 30% de aprovação.</p>
<p><strong>O que melhorou</strong></p>
<p>A economia dos Estados Unidos já produz mais do que antes da crise de 2008. O<strong> <a href="http://blogs.estadao.com.br/radar-economico/2012/01/27/pib-dos-eua-ja-e-maior-do-que-antes-da-crise-de-2008/">PIB (produto interno bruto)</a></strong> no  ano passado cresceu 1,7% e atingiu US$ 13,3 trilhões &#8211; acima, portanto, dos US$ 13,2 trilhões registrados em 2007.</p>
<p>Isso não quer dizer que a situação esteja boa, mas está melhorando. A <a href="http://data.bls.gov/cgi-bin/surveymost" target="_blank"><strong>taxa de desemprego</strong></a> caiu de 9,1% em agosto de 2011 para 8,3% em janeiro de 2012. No período, o país gerou 1,9 milhão de empregos.</p>
<p>A <a href="http://www.bea.gov/iTable/iTable.cfm?ReqID=9&amp;step=1&amp;acrdn=2" target="_blank"><strong>renda média anual</strong></a> dos americanos aumentou de US$ 12,6 mil para US$ 13 mil em 2011, e o <a href="http://www.bea.gov/iTable/iTable.cfm?ReqID=9&amp;step=1&amp;acrdn=2" target="_blank"><strong>consumo</strong> </a>subiu 2% no último trimestre do ano passado.</p>
<p>Trocando em miúdos, os americanos estão ganhando um pouco mais, gastando mais, não têm mais tanta dificuldade de achar empregos (mas ainda têm) e, para quem investe na bolsa, aumentou a chance de ganhar dinheiro.</p>
<p>A pedra no sapato, no entanto, continua sendo o setor imobiliário &#8211; justamente o segmento em que se formou a bolha geradora da crise financeira de 2008. Os <a href="http://blogs.estadao.com.br/radar-economico/2012/02/01/preco-de-imovel-nos-eua-atinge-pior-nivel-desde-a-bolha/" target="_blank"><strong>preços de moradias</strong></a> continuam em queda livre. Já despencaram 33% desde 2006, como mostra muito claramente um <a href="http://www.nytimes.com/interactive/2011/05/31/business/economy/case-shiller-index.html?ref=standardpoorscaseshillerhomepriceindex#city/IND20" target="_blank"><strong>gráfico do &#8220;New York Times&#8221;</strong></a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogs.estadao.com.br/radar-economico/2012/02/15/metade-dos-americanos-aprova-obama-apos-melhora-economica/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Chaves encosta em audiência na atração de TV mais vista dos EUA</title>
		<link>http://blogs.estadao.com.br/radar-economico/2012/02/14/forbes-chaves-encosta-em-audiencia-no-programa-mais-visto-dos-eua/</link>
		<comments>http://blogs.estadao.com.br/radar-economico/2012/02/14/forbes-chaves-encosta-em-audiencia-no-programa-mais-visto-dos-eua/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 14 Feb 2012 19:17:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sílvio Guedes Crespo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Forbes]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogs.estadao.com.br/radar-economico/?p=12074</guid>
		<description><![CDATA[Seriado mexicano alcança 91 milhões de pessoas por dia; Super Bowl, 111 milhões]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/dsZCaA8e6h0" frameborder="0" width="420" height="315"></iframe></p>
<p>Quem é brasileiro sabe que nenhuma atração de TV pode menosprezar a audiência do Chaves do 8.</p>
<p>O jornalista catarinense Anderson Antunes, que mantém o blog &#8220;<a href="http://www.forbes.com/sites/andersonantunes/2012/02/01/meet-el-chavo-the-worlds-most-famous-and-richest-orphan/" target="_blank"><strong>South American Way</strong></a>&#8221; no site da revista americana &#8220;Forbes&#8221;, lembrou disso quando viu notícias nos Estados Unidos dando conta de que a final do torneio Super Bowl, de futebol americano, teria a maior audiência da história das atrações televisivas daquele país, atingindo 111 milhões de telespectadores.</p>
<p>Em um artigo recente, Antunes tratou de informar aos americanos, por meio do site da &#8220;Forbes&#8221;, que isso não é tanto assim, para quem conhece o Chaves. Segundo ele, o seriado mexicano alcança 91 milhões de pessoas em toda a América Latina, só que todos os dias. Isso porque o programa tem mais de quatro décadas de idade (foi ao ar pela primeira vez em 20 de junho de 1971 no México) e parou de ser produzido em 1992.</p>
<p>Segundo Antunes, o Chaves continua sendo uma das atrações de TV mais famosas no México.</p>
<p>Nos EUA, o programa frequentemente está entre os líderes em língua espanhola da TV por assinatura.</p>
<p><strong>Dinheiro</strong></p>
<p>Tão impressionante quando a audiência de Chaves é o seu retorno financeiro, afirma Antunes. Veja alguns números:</p>
<blockquote><p>. Desde que parou de ser produzido, em 1992, o Chaves rendeu à Televisa US$ 1,7 bilhão, que detém os direitos da produção;</p>
<p>. Ao longo de 24 anos, foram produzidos 1,3 mil episódios, o que dá uma receita de US$ 1,3 milhão por capitulo desde 1992;</p>
<p>. Em licenciamento e merchandising, a Televisa fatura outros US$ 24 milhões por ano.</p></blockquote>
<p>É o &#8220;órfão mais rico do mundo&#8221;, brinca Antunes, no título do texto.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogs.estadao.com.br/radar-economico/2012/02/14/forbes-chaves-encosta-em-audiencia-no-programa-mais-visto-dos-eua/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

