12:18


15 de Abril de 2010

 

Patrocinado por




Radar Econômico
Filtro
Tamanho de texto: A A A A

Copa trará avanço ‘zero’ ao PIB do Brasil, calcula Moody’s

31 de março de 2014 | 12h23

Gustavo Santos Ferreira

Corrigido e atualizado às 14h42

A Copa do Mundo, maior evento esportivo do planeta, planejada durante sete anos para deixar “grande legado” ao Brasil, trará efeitos “fugazes” à economia – mostra relatório da agência de classificação de risco Moody’s.  

Nas contas da instituição, o torneio trará ganho da ordem de R$ 25,2 bilhões ao País. Num primeiro olhar, pode parecer bastante. Mas, pela ótica da produção de bens e serviços (PIB, o Produto Interno Bruto), o impacto é ínfimo.

Legado. Comparando dados da agência aos do IBGE, impacto é de 0,5% no PIB

O PIB consolidado do Brasil no último ano nas Contas Nacionaisem valores correntes, foi de R$ 4,838 trilhões. O volume calculado pela Moody’s representa apenas 0,5% desse montante.

Ainda de acordo com o estudo, os setores de Alimentos e Bebidas, Hospedagem, Locação de carros, Telecomunicações e Publicidade serão os mais beneficiados pela visita de 3,6 milhões de turistas entre junho e julho para o evento. No entanto, os problemas de mobilidade urbana e os dias perdidos de trabalho por causa dos jogos tendem a minimizar ou anular o empurrão no PIB dado por esses segmentos dos Serviços.

Entre as empresas beneficiadas pelo evento, estão, naturalmente, os patrocinadores oficiais, de acordo com o texto assinado por Barbara Mattos, Gersan Zurita e Marianna Waltz. As empreiteiras envolvidas na construção dos estádios também têm a ganhar, bem como as redes de TV transmissoras das partidas.

Comente!

Tópicos relacionados

Ambev tem 3ª maior rentabilidade dos EUA e da América Latina

24 de março de 2014 | 14h22

Gustavo Santos Ferreira

A Ambev é a empresa brasileira com maior rentabilidade sobre o patrimônio (ROE) entre as companhias de capital aberto com valor de mercado acima de US$ 100 bilhões – aponta levantamento da consultoria Economatica. A pesquisa se refere aos mercados de Estados Unidos e América Latina.

A fabricante de bebidas tem ROE de 29%, o que a coloca em terceiro lugar nesse ranking. Estão , atrás das americanas IBM, com 78,65%, e Home Depot com 33,76%.

A Economatica também fez estudo sobre as empresas com os maiores lucros em 2013 na regiões. De novo deu Ambev: é a única brasileira nas 35 primeiras colocações, em 32ª. As primeiras posições são de Apple, Exxon Mobil e Verizon.

(As informações são da Agência Estado)

Comente!

Tópicos relacionados

Cães mais caros do mundo custam R$ 7 milhões na China

20 de março de 2014 | 12h25

Gustavo Santos Ferreira

Cachorro ostentação. Quantia gasta bastaria para comprar mais de 245 mil yakissobas

Carrão do ano, joias e roupas de grife já não bastam para a elite chinesa ostentar sua riqueza. O novo símbolo de status entre os abonados de Pequim é trazer na coleira um cão da raça Mastim tibetano. Dois cãezinhos machos da raça, irmãos, teriam sido vendidos por US$ 3 milhões para um investidor do mercado imobiliário local – o equivalente a R$ 7 milhões na cotação desta quinta, 20.

Um dos animais, de pelagem preta, teria custado US$ 2,3 milhões. O cachorro ruivo, US$ 700 mil. O criador dos animais garante ter recebido pagamento com cartão de crédito. Mas há quem diga que todo o alarde que ele criou com a venda não passa de jogada de marketing para inflar o preço de seus animais.

Com “bolha canina” ou não, a quantia hipoteticamente gasta seria suficiente para comprar mais de duas mil passagens de ida e volta do Brasil para a China. Ou 230 veículos da marca chinesa Chery no Brasil. Ou, quem sabe ainda, num arroubo de fome inusitado, mais de 245 mil yakissobas na rede de restaurantes China In Box. (Com informações da AP)

Comente!

Tópicos relacionados

Pausas para o cigarro causam prejuízo bilionário às empresas

6 de março de 2014 | 11h25

Cley Scholz

SÃO PAULO – Estudos comprovam que o cigarro não faz mal apenas para a saúde do fumante, mas também prejudica a saúde financeira das empresas.

fumo

Cerca de 20% dos trabalhadores fumam, segundo estudos (Foto:StockXchng)

As pausas feitas pelos trabalhadores para fumar durante o horário do expediente custam aos empregadores mais do que eles imaginam. No Reino Unido, um estudo indica que o custo para as empresas pode chegar a US$ 14,5 bilhões por ano.

O fumante britânico faz em média quatro pausas para fumar durante o dia, com duração de cerca de 10 minutos cada uma, diz o estudo realizado pelo Centro de Pesquisas em Economia e Negócios e digulgado pela rede americana CNBC.

Isso equivale a 136 horas de tempo produtivo perdido por ano para cada fumante, segundo a pesquisa. O custo por fumante é de US$ 2,5 mil.  O centro de pesquisas constatou que os fumantes representam cerca de 20% da força de trabalho no Reino Unido.

O custo extra de um empregado por ser fumante pode ser ainda maior, segundo outra pesquisa feita pelo instituto Gallup nos Estados Unidos no ano passado. A perda anual seria de US$ 3 mil, considerando US$ 341 por dia de trabalho perdido.

Além disso, os custos de saúde para os fumantes seriam de cerca de US$ 2 mil por ano a mais em relação aos não fumantes. Nos EUA, a proporção é de 19,1% de fumantes no mercado de trabalho.

“Os trabalhadores que fumam custam para a economia dos EUA cerca de US$ 278 bilhões por ano em perda de produtividade e custos adicionais de saúde”, informou o Gallup. “Estes indivíduos relatam mais de sete dias adicionais por problemas de saúde e cerca de 2,5 dias de trabalho perdidos por ano, em comparação com os não fumantes”.

Veja também:

Comente!

Tópicos relacionados

Indústria perde espaço e Serviços já são quase 70% do PIB

27 de fevereiro de 2014 | 18h05

Gustavo Santos Ferreira

Desde 2003, a Indústria perdeu considerável terreno entre as atividades econômicas responsáveis pela produção de bens e serviços (PIB) no Brasil. De 27,8% do PIB, naquele ano, a participação do setor caiu para 24,9% do PIB, em 2013 (menos 2,9 pontos porcentuais) – mostram as Contas Nacionais divulgadas nesta quinta-feira pelo IBGE.

Importante destacar o caso da Indústria de Transformação. O subitem equivale à metade de toda a Indústria nacional. Sua queda na formação do PIB foi de nada menos que 5,0 pontos entre 2003 e 2013, dos 18% para os 13%.

E, embora a Agropecuária tenha sido responsável por parte significativa do crescimento econômico do Brasil no ano passado; e mesmo que seja festejada com razão pelo governo por seus sucessivos recordes; ela perdeu espaço no PIB nacional entre 2003 e 2013: recuou de 7,4% para 5,7% da atividade econômica.

Enquanto isso, no mesmo período, a faixa ocupada pelos Serviços subiu 4,6 pontos porcentuais, de 64,8% do PIB para 69,4% do PIB. Mostra a força do consumo obtido pelo incremento de renda observado no Brasil nestes anos.

De um lado, o PIB per capita do Brasil avançou 51% desde 2003 até o ano passado – este presente texto considera os dados do Fundo Monetário Nacional, ligeiramente diferentes dos do IBGE. De outro, embora a maior parte da renda ainda esteja muito concentrada entre poucos brasileiros, já está bem menos do que era.

Os 38% da população de classe média, em 2003, viraram são 54%. E a considerada classe alta subiu de 13% para 22% dos consumidores entre os mesmo anos. Para 2023, a previsão é de ainda maior poder de compra: a classe média deve ser de 58% dos brasileiros; a classe alta, de 33%.

Está justamente aí está a principal justificativa do avanço dos Serviços: não só de geladeira, tevê de LCD, carro do ano se vive. A classe média também consome seguros de toda a espécie, frequenta salões de beleza e viaja. E, como não tem acesso a serviços de saúde e educação de qualidade, paga cada vez mais por eles.

Comente!

Analistas do Relatório Focus acertaram projeção do PIB em julho de 2013

27 de fevereiro de 2014 | 9h27

Yolanda Fordelone

(Texto atualizado às 11h10)

Analistas ouvidos pelo Relatório Focus, do Banco Central, começaram 2013 superestimando o crescimento da economia, mas foram reduzindo suas projeções ao longo do ano, fazendo com que em dezembro a projeção fechasse em cima do resultado oficial divulgado hoje pelo IBGE, de 2,3%. No começo do ano passado, a expectativa era de alta do Produto Interno Bruto (PIB) de 3,26%.

As projeções se aproximaram de fato ao número oficial somente em julho, quando foi diminuída para 2,34%. O valor exato, de 2,3%, foi cravado em dezembro. O Boletim Focus é divulgado semanalmente com as projeções de 100 analistas para as principais variáveis econômicas.

Apesar da estimativa do começo de 2013 distante da realidade, o mercado não considera que as projeções são equivocadas. O que ocorre é que semana após semana fatos não previsíveis, como uma safra ruim ou uma crise em algum país, são incorporados ao modelo econométrico.

O que surpreendeu os analistas na divulgação de hoje foi o resultado do PIB trimestral. No 4º trimestre, a economia cresceu 0,7%, enquanto as projeções apontavam de estabilidade a crescimento de 0,55%, com mediana de 0,23%.

Para 2014, o mercado tem se mostrado pessimista. Nas últimas três semanas, a projeção para o PIB tem diminuído, tendo atingido 1,67% no relatório desta semana. O Fundo Monetário Internacional (FMI) traz uma projeção um pouco melhor, de crescimento de 2,3%, mas ainda assim mais pessimista do que o relatório anterior (2,5%).

Comente!

Tópicos relacionados

Gigantes do petróleo escorregam nas bolsas; Petrobrás e americanas despencam

11 de fevereiro de 2014 | 18h45

Gustavo Santos Ferreira

Das 20 maiores empresas de petróleo do mundo na relação da Forbes de 2013, 11 têm capital aberto. Dessas, apenas duas não acumularam perdas neste ano até esta terça, 11: são a russa Gazprom e a norueguesa Statoil. Do mais, ninguém tem o que comemorar. Petrobrás e as americanas ExxonMobil e Chevron, então, muito menos – dividem a lanterninha do bloco.

Excetuando as peculiaridades do mercado doméstico de cada uma das companhias, o momento é de tensão para quase todas elas – explica Heron Miguens, diretor do Centro de Energia e Recursos Naturais da Ernst & Young no Brasil, em conversa com o Radar Econômico.

“Embora nem todos os cenários locais sejam iguais, todos os emergentes enfrentam turbulências”, diz ele. “Existe uma recomendação clara de parte dos analistas nos Estados Unidos para que os investidores retirem seus ativos aplicados em emergentes.” Empresas americanas e, em menor medida, europeias, segundo Miguens, também estão expostas às incertezas das alterações de rota da política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos) – diz Miguens.

E o cenário nebuloso deve ser mantido no horizonte. Em seu primeiro discurso como presidente do Fed, Janet Yellen informou sua intenção de seguir cortando estímulos à economia. Até agora, já caiu de US$ 85 bilhões para US$ 65 bilhões por mês a dose de injeção de capital da autoridade monetária dos Estados Unidos nos mercados. O Brasil é justamente uma das economias mais afetadas por esses movimentos.  

A exceção da regra, ao menos por enquanto, fica com as empresas da Rússia. A desvalorização dos rublos em relação ao dólar em um ano supera os 15%. Ou seja, um dólar vale hoje 15% a mais do que valia há um ano em rublos. Assim, o lucro das empresas russas com a venda de barris de petróleo ao exterior tem sido 15% maior do que era há um ano. E isso, evidentemente, anima qualquer investidor.

Heron Miguens cita ainda alguns índices de desempenho econômico calculados pelo banco americano Morgan Stanley. No caso dos mercados emergentes, registram-se perdas totais de 6,6% em 2014. Nas economias desenvolvidas, o recuo foi de 4,3%. “As baixas das gigantes do petróleo neste ano refletem o mal humor generalizado dos investidores”, afirma.

No caso específico da Petrobrás, o alto custo de exploração e os baixos níveis de produção colaboraram para piorar a situação que, não fosse isso, já não seria boa. A má vontade dos investidores com o governo, portanto, tem sido compartilhada com a empresa.

Comente!

Tópicos relacionados

Petrobrás é empresa que mais ‘derreteu’ na Bovespa em 2014

4 de fevereiro de 2014 | 14h41

Gustavo Santos Ferreira

Atualizado às 18h59

Depois de um péssimo ano e o pior mês de janeiro em quase 20 anos, a Bovespa amargou no primeiro dia útil de fevereiro perdas médias da ordem de 3,1%, as maiores para um só dia desde 12 de julho de 2012. E, entre as 72 ações listadas no pregão de São Paulo, a queda dos papeis da Petrobrás, presidida por Graça Foster, faz da empresa a que mais perdeu valor de mercado neste ano em números absolutos – calcula a Economática.

Em 2014 até o fechamento passado, as ações preferências da empresa acumularam queda de 19% em 2014; as ordinárias, que dão direito de voto aos acionistas em assembleias gerais, 18%. Esta terça, no entanto, foi dia de recuperação:  altas de 1,88% e 1,37%, respectivamente.

Graça Foster. Petrobrás, presidida por ela, já perdeu 19% de valor de mercado só neste ano

São os maus resultados que puxam para baixo os papéis da Petrobrás. Mesmo com sucessivos recordes na exploração do pré-sal, a produção nacional de petróleo não vai bem. No total, menos 1,7% de barris de petróleo foram produzidos por dia em 2013 ante o ritmo do ano anterior. Com relação ao que era planejado pela empresa, a produção de 2013 foi 25% inferior.

O valor de mercado atual da Petrobrás está agora na casa dos R$ 175 bilhões – 19% abaixo dos R$ 215 bilhões de 31 de dezembro de 2013. No ano passado, a empresa já havia sido a que mais tinha perdido valor de mercado na Bovespa, também de acordo com a Economática. Em 31 de dezembro de 2012, a Petrobrás valia R$ 255 bilhões.

No gráfico abaixo, estão as dez empresas mais desvalorizadas na Bolsa neste ano, em valores absolutos, até o dia 3 de fevereiro.

Comente!

Tópicos relacionados

Janeiro tenebroso não foi exclusividade da Bovespa

3 de fevereiro de 2014 | 10h31

Gustavo Santos Ferreira

Sim, a Bolsa de Valores de São Paulo teve um mês de janeiro tenebroso. A queda de 7,5% foi o pior resultado para o mês desde 1995, quando o Ibovespa caiu 10,8%. Mas as perdas acentuadas não foram exclusividade da Bovespa.

Nos pregões de outros emergentes, como de Cidade do México, Xangai e Seul; e nos de economias mais desenvolvidos, como Nova York, Tóquio e Londres – ninguém teve muito o que comemorar no último mês.

Essas quedas em cascata refletem em partes o pessimismo mundial diante dos cortes dos estímulos do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos). Somadas as revisões do afrouxamento monetário americano, já são menos US$ 20 bilhões derramados mensalmente nos mercados. E, assim como no Brasil, investidores do mundo todo estão em estado de alerta.

Veja no gráfico o tamanho das perdas a serem revertidas, ou não, pelas principais bolsas do mundo em fevereiro.

Comente!

Tópicos relacionados

Regras flexíveis, ‘pero no mucho’: Argentina tem 80% de ‘excluídos do dólar’

28 de janeiro de 2014 | 11h24

Gustavo Santos Ferreira

Ao anunciar as restrições à compra de dólares para poupadores argentinos, o governo Cristina Kirchner fez-se de flexível. Afinal, pelas regras estabelecidas, basta receber por mês de US$ 900 para poder comprar até US$ 2 mil no mesmo período. No entanto, dos 18 milhões de argentinos com rendimento mensal, 80% estão impedidos de investir em moeda americana – calcula o jornal Clarín.

São vários os fatores restritivos. Se você for um pensionista argentino que não recolheu impostos, por exemplo, sua renda não passará dos US$ 213. Caso tenha recolhido, precisa estar entre os 7% de aposentados e pensionistas que ganham mais de US$ 900.

Entre a mão de obra ativa, no setor público ou no privado, 77% não têm renda suficiente para comprar dólares. No caso dos autônomos, o número de excluídos pelas exigências do governo chega aos 80%.

Fora isso, a regra dos US$ 900 considera os últimos 12 meses de rendimento. Ou seja, caso um argentino tenha tido seu salário reajustado no fim do ano para além do piso em vigor, pouco importa. Ele terá de esperar mais alguns meses para poder poupar em dólares.

O governo de Cristina calcula uma inflação – que já seria alarmante – de 10,9% ao ano. Mas consultorias independentes falam em alta generalizada de preços na casa dos quase 30% em 12 meses. Portanto, poupar em dólares tem sido boa alternativa para o argentino fugir da corrosão do poder de compra no país.

O tamanho da procura por divisas americanas fica claro na forte valorização do dólar, sobretudo no mercado paralelo, isento de impostos; e na queda das reservas internacionais do país, de 30% somente em 2013.

Na sequência, você pode ver algumas das reclamações dos argentinos feitas entre segunda e esta terça-feira, 28, no Twitter. Provavelmente, eles fazem parte dos 80% de excluídos.

Comente!

Tópicos relacionados

Blogs do Estadão


Você já leu 5 textos neste mês

Continue Lendo

Cadastre-se agora ou faça seu login

É rápido e grátis

Faça o login se você já é cadastro ou assinante

Ou faça o login com o gmail

Login com Google

Sou assinante - Acesso

Para assinar, utilize o seu login e senha de assinante

Já sou cadastrado

Para acessar, utilize o seu login e senha

Utilize os mesmos login e senha já cadastrados anteriormente no Estadão

Quero criar meu login

Acesso fácil e rápido

Se você é assinante do Jornal impresso, preencha os dados abaixo e cadastre-se para criar seu login e senha

Esqueci minha senha

Acesso fácil e rápido

Quero me cadastrar

Acesso fácil e rápido

Cadastre-se já e tenha acesso total ao conteúdo do site do Estadão. Seus dados serão guardados com total segurança e sigilo

Cadastro realizado

Obrigado, você optou por aproveitar todo o nosso conteúdo

Em instantes, você receberá uma mensagem no e-mail. Clique no link fornecido e crie sua senha

Importante!

Caso você não receba o e-mail, verifique se o filtro anti-spam do seu e-mail esta ativado

Quero me cadastrar

Acesso fácil e rápido

Estamos atualizando nosso cadastro, por favor confirme os dados abaixo