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Sebrae oferece 51 vagas no Estado

30 de maio de 2012 | 9h07

Claudio Marques

O Centro Integrado Empresa-Escola (CIEE) está recrutando candidatos para preencher 51 vagas ofertadas pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micros e Pequenas Empresas (Sebrae) no Estado de São Paulo.
Dessas, 36 são para unidades localizadas na Grande São Paulo e as demais para o interior. Podem participar estudantes dos cursos de administração, arquitetura, ciências contábeis, comunicação social, direito, economia, engenharias, estatística, gestão empresarial, gestão de negócios, psicologia, relações públicas/eventos e secretariado executivo.
Os valores de bolsa-auxílio são de R$ 915 e R$ 1.052, de acordo com o ano do curso, para jornada de até seis horas. A instituição ainda oferece benefícios. Entre eles: vales transporte, refeição ou alimentação, plano de saúde e seguro de vida.
As inscrições devem ser feitas até o próximo dia 31 apenas pelo site www.ciee.org.br, na área reservada a estudantes, onde constam mais informações.

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Planejamento autoriza realização de concursos para 1.775 vagas

28 de maio de 2012 | 10h37

Claudio Marques

O Ministério do Planejamento autorizou, no dia 25, a realização de dois concursos públicos. Um para preencher 200 vagas de auditor fiscal e 750 de analista tributário na Receita Federal. Outro para 825 postos de analista técnico de políticas sociais da carreira de desenvolvimento de políticas sociais. As portarias foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU).
Todos os cargos exigem nível superior. O preenchimento das vagas dependerá de prévia autorização do Ministério do Planejamento e está condicionado à existência de vagas na data de nomeação e à declaração do respectivo ordenador de despesa sobre a adequação orçamentária e financeira da nova despesa à Lei Orçamentária Anual e sua compatibilidade com a Lei de Diretrizes Orçamentárias, demonstrando a origem dos recursos a serem utilizados. O edital de abertura dos concursos será publicado em até seis meses.

PM

A Polícia Militar de São Paulo abriu, na semana que se encerrou, concurso para 120 vagas de aluno oficial no bacharelado em ciências policiais de segurança e ordem pública, no curso de formação de oficiais, masculino e feminino.
Os candidatos devem ter, no máximo, 26 anos, exceto se integrante da PM, ter ensino médio, altura mínima de 1,65 m (homem) e de 1,60 m (mulher).
A inscrição deve ser feita até o dia 26 de junho pelo site www.vunesp.com.br. A taxa de inscrição é de R$ 130.

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Demitido deve superar ‘luto’ rapidamente

27 de maio de 2012 | 12h06

Claudio Marques

Depois de passar por três demissões em grandes companhias como Bunge, Brother International e Brookfield, onde atuou como diretor-financeiro, Ricardo Leite, de 51 anos, conseguiu reverter a situação e conquistou o seu primeiro cargo como diretor-geral em uma empresa da área de meio ambiente há um ano e meio. Os desligamentos, que ocorreram ao longo de quase 14 anos de carreira, segundo ele, não o pegaram de surpresa.

“Há sinais claros de quando a empresa está querendo demitir um executivo. Fazem reuniões e não nos chamam, por exemplo. Quando há algum tipo de fusão ou aquisição, é certo que a outra empresa trará a sua equipe. E quando o negócio não está indo muito bem, o primeiro campo a ser mexido é o alto escalão. Foi o que aconteceu comigo”, diz.

O consultor em gestão de pessoas, Eduardo Ferraz, confirma a percepção de Leite. “Trabalho há 20 anos nesta área. Acho estranha a reação das pessoas quando são demitidas, porque os sinais são evidentes. Se o seu desempenho deixa a desejar, é claro que há risco de demissão; se a empresa não vai bem, todos correm risco, porque ela pode querer mudar o comando e trazer algum resultado, ou pode demitir para conter gastos, por exemplo.”

Para ele, mesmo que o profissional não tenha observado os sinais e seja desligado da empresa, ele não pode “se dar ao luxo da reclusão”. “É natural querer ficar um pouco sozinho refletindo sobre a vida e a carreira, mas não recomendo ultrapassar 15 dias de descanso”, diz. Passado o período, Ferraz aconselha o profissional a acionar o quanto antes a sua rede de relacionamentos e mostrar que está disponível no mercado. “É o principal e o mais eficiente canal de recolocação profissional”, garante.

Opinião semelhante tem a consultora de transição de carreira da Right Management, Marcia Oliveira. “É um momento de reflexão sobre o que o profissional quer da carreira e sobre o que fez até aquele momento para ser reconhecido pelo mercado. Mas este questionamento não pode durar muito tempo. Passada a fase ruim, é hora de atualizar o currículo, ver as empresas que interessam e correr atrás delas.”

O vice-presidente de operações para o Brasil e América Latina da LHH/DBM, José Augusto Figueiredo, acredita que uma parada curta é necessária para o profissional se “desintoxicar da outra empresa”, ganhar fôlego para ir atrás de oportunidades e começar bem em outro local.

“A parada é importante para se descobrir onde a sua atuação faz a diferença e o que sua bagagem profissional tem de melhor na comparação com outros candidatos”, comenta Figueiredo.
Para a vice-presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH), Elaine Saad, é natural as pessoas se assustarem com a demissão em um primeiro momento. “Mas é preciso manter a calma e lembrar que é um procedimento natural. Também é bom tentar obter um retorno da empresa que o está desligando sobre os motivos que resultaram na demissão. Assim, fica mais fácil corrigir eventuais erros”, afirma.

Cautela
.Tanto Marcia quanto Ferraz aconselham o profissional a não disparar currículos para todos os cantos em uma busca desesperada por uma vaga. “É pior ficar recusando propostas que não lhe agradam do que selecionar bem as empresas de seu interesse e fazer um currículo mais elaborado ressaltando as qualidades que vão deixar essas companhias interessadas no seu trabalho”, diz Marcia.

Se o profissional está com dificuldade para conseguir um emprego, vale investir em um trabalho voluntário na sua área de atuação. “Não é raro encontrar pessoas que criaram uma rede de relacionamento durante este tipo de ação e acabaram conquistando a recolocação em uma empresa maior”, conta Ferraz.

Se, no entanto, as economias obtidas na rescisão estão se esgotando, e a dificuldade para arrumar um emprego é grande, Ferraz aconselha a buscar alternativas temporárias, mesmo que em outra área, para incrementar a renda durante o período. “Mas o profissional jamais pode perder o foco do que deseja na carreira.”

No caso de Ricardo Leite, nas três ocasiões em que ele foi demitido, as empresas lhe ofereceram outplacement – consultoria que auxilia o profissional na transição da carreira – e ele conseguiu recolocação.

“As orientações que recebi me ajudaram muito. Percebi que a minha vocação é, de fato, para o mundo corporativo e que não tenho um perfil empreendedor aguçado para montar um negócio”, conta. (Veja mais sobre outplacement abaixo).

Ouplacement auxilia quem perdeu o emprego

No fim do ano passado, o espírito empreendedor da engenheira elétrica Gislaine Gallette, de 42 anos, a levou a propor um acordo de demissão ao banco onde trabalhava desde 2000 para montar seu negócio, a Gallette Chocolate Gourmet. A ideia era sair amigavelmente, com todos os benefícios, incluindo um programa de outplacement, que auxilia o profissional na transição da carreira. O negócio deu certo.

“Achei que era o momento de mudar minha vida em 360º. Por sorte, a empresa aceitou a minha proposta e eu consegui finalmente realizar o sonho de me dedicar ao meu negócio e ao chocolate, minha grande paixão”, diz.

Gislaine recebeu a consultoria durante sete ou oito meses. “Foi importante, porque eles me auxiliaram a consolidar o modelo de negócio que eu pretendia seguir. Fizeram eu me enxergar como empresária e o que tinha de fazer para colocar tudo o que sonhava em prática”, comenta.

Assim como Gislaine, muitos executivos acabam utilizando programas de outplacement para nortear a sua carreira após sair do emprego.

Segundo o vice-presidente de operações para o Brasil e América Latina da LHH/DBM, José Augusto Figueiredo, as empresas que oferecem este tipo de programa estão crescendo. Estima-se que atualmente 20% das companhias brasileiras dão este tipo de consultoria. “Se pensarmos no eixo Rio-São Paulo, o porcentual sobe para 35%”, diz.

A afirmação de Figueiredo é compartilhada pela vice-presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH), Elaine Saad. “O Brasil já é um mercado maduro no que se refere ao outplacement. O programa foi muito utilizado durante a crise financeira de 2008, quando as companhias demitiram bastante. E hoje é usado dentro da normalidade do mercado.”

Segundo a consultora de transição de carreira da Right Management, Marcia Oliveira, 71% dos seus clientes que passaram pelo outplacement em 2011, conseguiram recolocação profissional em até três meses.

Rolland de Bonadona, diretor-geral do Grupo Accor na América Latina

25 de maio de 2012 | 11h15

Claudio Marques

‘Sofri bastante nos meus primeiros anos de Brasil’

O choque cultural sofrido no Brasil pelo francês da pequena cidade de Chatou Rolland de Bonadona, de 62 anos, começou já no dia da sua chegada: na posse de Fernando Collor e do confisco da poupança. O abalo do administrador com pós-graduação em sociologia foi causado não apenas pela dureza da medida, mas também pela pouca reação popular à medida. Enviado pelo Grupo Accor, de hotelaria, Bonadona amargou um período de vacas magras que só começou a mudar com o Plano Real – meses antes ele havia se tornado o diretor-geral da empresa para a América Latina. Hoje, ele e a rede dona das marcas Ibis, Novotel, Sofitel e Mercure querem surfar na onda atual de expansão. Mas os resultados mostram que os negócios do Accor América Latina vão de vento em popa: fechou o ano de 2011 com um volume de negócios de US$ 1,03 bilhão, representando crescimento consolidado de 27,8%. O Brasil respondeu por aproximadamente 90% deste montante. E os planos de expansão prosseguem, mesmo depois de ter inaugurado, em 2011, 13 novos hotéis e 2.088 quartos na América Latina, sendo nove no Brasil, 1.366 quartos. Bonadona começou a trabalhar em 1973 como trainee numa empresa de restaurante que posteriormente foi incorporada ao Grupo Accor. A seguir, trechos da entrevista.

Como foi chegar ao País com planos de expansão e se deparar com o confisco da poupança?

Passamos três anos praticamente parados, não tínhamos como fazer alguma coisa. Mas há momentos em que se está numa onda boa para surfar. Aí, tem de surfar e crescer, como é o caso hoje. E há momentos nos quais é preciso adotar atitude defensiva para sobreviver enquanto a situação não permite fazer muita coisa. Foi difícil naquela época em que eu ainda não era diretor-geral da empresa. Mas tive sorte, pois assumi a direção da empresa em 1994, justamente no ano do Plano Real. Mas até lá foi uma situação especialmente ruim para a hotelaria. Houve os planos Collor 1 e 2, mas a inflação continuava, e a hotelaria não convive com inflação, convive muito mal com juros alto, convive mal com pouco crescimento econômico também. Era uma situação muito adversa, a tal ponto que estava até imaginando voltar para a Europa.

Foi o seu maior desafio?

Sim, foi o maior. Passar pelos quatro anos desde 1990 até 1994 foi a situação mais crítica que eu já vivi. Mas acaba-se aprendendo muito nesses períodos. Não vou dizer que só se aprende nos períodos de dificuldade, mas se aprende muito nessas fases. E elas também fortalecem muito a personalidade.

Mas não teve seus momentos de desânimo ou, como o senhor disse, de querer voltar?

Na verdade, as pessoas que são expatriadas passam um determinado tempo fora e depois voltam para seu país. Bom, a minha ideia não era ficar muito tempo aqui, mas eu tive a oportunidade de assumir a direção da empresa, o que para mim era interessante mesmo numa época difícil, então eu fiquei. Eu fiz bem. De vez em quando, tem que se ter sorte também (risos). Foi o ano certo, porque nós não sabíamos que haveria o Plano Real e que ele seria bem sucedido. Há sempre duas coisas neste País de muitos paradoxos: tem sempre a dificuldade e tem as coisas boas. E mesmo quando a situação é ruim, as pessoas aqui ficam com esperança, otimismo e alegria. No meu país, por exemplo, mesmo quando as coisas estão bem, as pessoas continuam pessimistas. E quando estão ruim, nem é preciso dizer. E aqui ninguém perdeu a esperança naquela época. Afinal, na hotelaria, o Brasil é um país de muitas oportunidades. A taxa de hotéis é pequena. É preciso modernizar, tem que capacitar os profissionais, mas há muita coisa para fazer. Como já estávamos aqui antes do Plano Collor, sabíamos que o negócio iria continuar.

São três momentos: a chegada no dia do Plano Collor, a promoção e o Plano Real e agora com a perspectiva de Copa e Olimpíada e a urgência de aumentar o número de hotéis no Brasil.

A Copa e os jogos, na verdade, simbolizam um momento de grande expansão do Brasil e um momento de despertar de interesse da parte do resto do mundo pelo País. Só que nós estamos aqui desde 1975. E quando digo nós refiro-me ao grupo Accor, que está presente em 90 países. Então, a situação não é novidade para nós. Esse interesse e essa percepção para novos negócios existem muito antes dos jogos. Ou seja, já estávamos crescendo, lançando projetos novos, formando mais parcerias, capacitando mais profissionais, lançando inovações antes de sabermos que haveria a Copa, e Jogos Olímpicos. Já tínhamos muitos projetos, nós estamos com mais de 150 hotéis aqui, a metade nas 12 cidades da Copa. Não é porque sabíamos que um dia ia ter a Copa, mas porque são as maiores cidades do Brasil, são centros econômicos e com perspectivas de expansão. Na nossa carteira de futuros projetos, a metade deles também está nessas cidades. Esses contratos novos já estavam em andamento. Então, neste momento em que há uma janela de desenvolvimento, podemos capitalizar em cima do que já fizemos nos anos anteriores, que eram realmente anos mais difíceis, e surfar essa famosa onda de desenvolvimento.

O senhor tem planos de carreira, ser presidente do grupo?

Não, meu plano é América Latina, eu adoro esta região, sinto-me muito bem aqui, uma região de oportunidades, onde as pessoas trabalham com muita garra. Hoje, estamos na liderança do mercado. Temos um plano de expansão de 100 hotéis na América Latina, atualmente temos 180. Ou seja, eu tenho 62 anos e tenho muita coisa para fazer aqui até os 65 anos, que é o limite na Accor. Eu sofri bastante nos primeiros anos, então agora eu tenho direito a… (aproveitar). Dá o sentimento de que aqui é importante.

São ciclos?

Ciclo existe em todos os lugares, mas aqui no Brasil as variações são muito maiores. Assim, quando a situação é boa, tem que botar muita energia para não perder essas oportunidades. Uma janela de oportunidades aqui não é para olhar e pensar o que eu vou fazer. Tem que entrar, correr e saber. E nisso a sensibilidade ajuda muito. A percepção que se tem das coisas faz correr na hora certa.

É como uma montanha russa?
Não é tanto assim, mas tem essa característica.

Esse sobe e desce dá…
Dá ânimo (risos).

Um profissional que passa por esses ciclos é mais capacitado? Aprende mais?
Aprende a ser muito reativo. Não se consegue ser tão planejado como na Suíça ou Alemanha. Porque, aqui, se sabe que, de um dia para outro, muda tudo, e aí tem que se adaptar. Ou uma situação que era sem perspectivas, no dia seguinte aparecem muitas perspectivas. E aí tem que reagir. Enquanto lá, você sabe que pode se programar. Então, é preciso muito mais agilidade para fazer as coisas do que em outros lugares.

Executivos tentam retardar envelhecimento

23 de maio de 2012 | 10h52

Claudio Marques

Executivos e profissionais nos Estados Unidos vêm procurando tratamento de reposição hormonal para combater efeitos normalmente associados ao estresse e ao envelhecimento.
Segundo o médico Lionel Bissoon, cerca de 85% dos seus pacientes são homens entre 30 e 69 anos, muitos deles executivos de Wall Street. “As maiores queixas são fadiga, cansaço e dificuldades de concentração.”
Na rede de clínicas Cenegenics, 68% dos pacientes são homens entre 35 e 70 anos. “Está se tornando comum homens com pouco mais de 30 anos nos procurarem”, diz Michale Barber, médica e diretora da clínica.

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CIEE e British Council vão oferecer curso de inglês gratuito

22 de maio de 2012 | 8h01

Claudio Marques

Aulas presenciais uma vez por semana e contato diário com o idioma inglês por meio de exercícios online. Esse é o novo benefício que o CIEE oferecerá gratuitamente aos estudantes cadastrados em seu banco de talentos, por meio de uma  parceria firmada com o British Council. Hoje, às 9h, no foyer do Espaço Sociocultural CIEE, o acordo será assinado por Sir Vernon Ellis, presidente do Conselho do British Council em Londres, que estará em visita a São Paulo

 Na modalidade semipresencial, o programa teve início neste ano com uma fase piloto em realização na capital paulista, abrangendo um grupo de 360 alunos. No segundo semestre, chegará a Brasília e, gradativamente, será implementado em outros grandes centros. As aulas serão ministradas para turmas de 18 alunos, com professores do CIEE treinados pelo British Council.

 Num segundo momento, também previsto para o segundo semestre, será lançada a modalidade exclusivamente online pelo site www.ciee.org.br, para atingir jovens de todo o país que moram fora dos grandes centros.

 O Espaço Sociocultural-Teatro CIEE fica na Rua Tabapuã, 445, Itaim Bibi.

Fazenda e Dnit abrirão concurso para preencher 1663 vagas

21 de maio de 2012 | 9h45

Claudio Marques

O Ministério do Planejamento autorizou a realização de dois concursos para os próximos meses. Um no Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), para preencher 1.200 vagas, e outro no Ministério da Fazenda, para 463.

Do total de oportunidades no Dnit, 911 vagas são para cargos de nível médio, assim distribuídos: 767 para técnico de suporte em infraestrutura, com remuneração inicial de R$ 3,5 mil; e 144 vagas para técnico administrativo, com salário inicial de R$ 2,5 mil. As demais 289 vagas exigem nível superior: 110 cargos de analista administrativo, com remuneração de R$ 5,4 mil; e 179 vagas para analista de infraestrutura de transportes, com inicial de R$ 7,8 mil.

Já o concurso do Ministério da Fazenda é para preencher 463 vagas de assistente técnico-administrativo no Ministério da Fazenda. As vagas destinam-se à substituição de terceirizados que estão em desacordo com a legislação vigente. O cargo exige nível médio e a remuneração inicial é de R$ 2.386,02.

O prazo para a publicação do edital de abertura do concurso, com prazo e taxa de inscrição é de até seis meses contados da data de publicação da portaria.

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Caça de talentos na área comercial

20 de maio de 2012 | 13h05

Claudio Marques

A supervisora comercial Paula Dallagnese, de 26 anos, começou a trabalhar no final do mês de abril na Único Pavimento, empresa de produção asfáltica. “Voltei para a área comercial há um ano, porque percebi o seu potencial. O segredo do sucesso é estudar bem o produto que deseja vender e saber avaliar a necessidade do cliente. Nunca trabalhei com asfalto, mas estou fazendo treinamento e estudando bastante antes de ir a campo.”

Paula, que cursa administração de empresas, está pensando em trancar a matrícula este ano. “Vou viajar muito por conta do emprego e não sei se conseguirei conciliar as duas atividades e ter bons resultados em ambas”, diz.
Outro recém-contratado é o gerente regional de vendas da Giroflex, Marcos Pulvirenti, de 29 anos. Assumiu o cargo na empresa no último dia 14 e ainda está passando por um treinamento geral, sobre a atuação e as premissas da empresa. Nesta semana, vai iniciar outro curso, desta vez específico sobre a sua área de atuação<IP9,0,0> e os produtos.
Pulvirenti está bastante animado com o novo desafio. Para ele, vender é um dom. Já passou por vários segmentos: telefonia, móveis, transformação, alta tensão, entre outros.

“Soube da minha vocação para a área comercial no dia em que finalizei a primeira venda, aos 18 anos.” Na época, Pulvirenti estudava inglês na Nova Zelândia e começou a trabalhar como vendedor de quadros. “Vi que levava jeito e não parei mais. Fiz carreira na área e tenho duas especializações: gestão em marketing e gestão comercial.”

As contratações de Paula e Pulvirenti ilustram o momento atual do mercado de trabalho. Pesquisa feita pela Right Management aponta que a maioria das vagas ofertadas em abril para executivos estava concentrada na área comercial. Das 847 oportunidades abertas na consultoria, 32,8% foram para esta área. Na sequência, apareceram o setor financeiro com 15,7% e industrial com 12,4%.

De acordo com diretor geral do site Trabalhando.com Brasil, Renato Grinberg, a procura por profissionais que atuam na área comercial aumentou 20% desde o início do ano.

Segundo a diretora da consultoria Ascend, Andrea de Paula Santos, as oportunidades para profissionais que atuam no setor cresceram ainda mais: 50%.
O motivo para esse movimento? Segundo especialistas, é o bom momento da economia. “Muitas empresas estão se instalando no Brasil, porque o mercado está muito mais promissor do que em outros países. E o primeiro departamento que elas costumam formar é o comercial”, comenta a consultora de transição de carreira da Right, Sueli Aznar.

De acordo com ela, mesmo as empresas que já atuam no mercado nacional estão reforçando suas equipes. “Principalmente os setores financeiro e automotivo estão bastante aquecidos e querem ampliar a atuação de sua área comercial”, diz Sueli.

“É um movimento natural. Todos querem aproveitar o aumento do consumo e o aquecimento econômico para ampliar os seus negócios”, comenta Grinberg.

Para ele, o crescimento das empresas e a abertura de novas companhias tornam a área comercial cada vez mais importante e estratégica. “E a ampliação é geral. Há vagas (na área comercial) em todos os segmentos da economia, principalmente nas indústrias de automação e farmacêutica e no ramo de bens de consumo”, afirma Paula.
As vantagens, segundo ela, são muito maiores do que para outros profissionais. “É uma área que oferece uma remuneração maior por estar atrelada ao desempenho de cada um.” De acordo com pesquisa feita pela Catho Online, um diretor comercial pode ter uma remuneração mensal de R$ 21 mil. Veja outros salários da área abaixo.
“E a ‘caça’ por profissionais vem aumentando na mesma proporção”, diz Paula.
Para Grinberg, o momento é de disputa por especialistas, principalmente por aqueles que têm um histórico de vendas em outras companhias. É o caso do gerente comercial regional do Sistema Ari de Sá (SAS) de ensino em São Paulo, Guto Lopes, de 43 anos, que assumiu o cargo em janeiro. Apesar do sucesso que garante ter na área, reconhece que iniciou a carreira por acaso.
“Estava desempregado, cursando faculdade de comunicação social e precisava de dinheiro para pagar minhas contas. Foi quando um amigo me convidou para trabalhar na área de vendas no escritório de arquitetura do pai dele. Gostei tanto que estou há 23 anos no ramo comercial, onde fiz minha carreira na área.”

Empresas não conseguem preencher postos abertos

Com a ampla oferta de trabalho na área comercial, algumas empresas têm dificuldades para encontrar profissionais. É o caso do Grupo Hospitalar Santa Celina, uma empresa de home care. De acordo com a CEO, Ana Elisa Siqueira, há duas vagas abertas para os cargos de diretor de vendas e de marketing. “Por sermos uma empresa de médio porte, fica difícil cobrir a oferta de multinacionais e grandes grupos nacionais”, diz.
A Ideal Invest, empresa que atua com crédito universitário, também enfrenta dificuldades. Segundo o diretor comercial da empresa, Alexandre Furtado, o departamento recebeu um incremento de 30% no investimento direcionado para a área este ano. “Tenho vagas para as áreas de gerência de negócios e regionais, além de analista.”
O gerente comercial regional do Sistema Ari de Sá (SAS) de São Paulo, Guto Lopes, também está procurando profissionais para ampliar sua equipe.

 

Emprego industrial cai 0,4% em março

18 de maio de 2012 | 11h06

Claudio Marques

O emprego industrial recuou 0,4% em março na comparação com fevereiro, na série livre de influências sazonais, após ter registrado -0,3% em janeiro e 0,1% em fevereiro, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na última sexta-feira. Na comparação com março de 2011, houve baixa de 1,2% – o sexto resultado negativo consecutivo nesse tipo de confronto e o mais intenso desde dezembro de 2009 (-2,4%).
No ano, houve recuo de 0,8% frente a igual período de 2011. A taxa dos últimos 12 meses (+0,2%) prosseguiu com queda no ritmo de crescimento iniciada em fevereiro de 2011 (3,9%).

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Transpetro, CPMT e Inpi abrem 629 vagas em concurso público

16 de maio de 2012 | 10h04

Claudio Marques

A Transpetro, subsidiária da Petrobras, encerra as inscrições para o processo seletivo para 322 vagas de Marinha Mercante, na próxima terça-feira, dia 15. São 175 vagas para 2º oficial de náutica, sendo 152 para admissão imediata. Para 2º oficial de máquinas são 147 postos, dos quais 128 para admissão imediata. A atuação é no Rio. O salário é de R$ 7.964,11. A taxa de cadastro é gratuita. Informações: http://www.transpetro.com.br/concurso/files/ManualdoCandidato2012.pdf.
Também no próximo dia 15, a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) abre concurso para 57 de vagas para todos os níveis de escolaridade. Salários vão de R$ 1.189,31 a R$ 4.766,70. A inscrição deve ser feita até 27 de maio. As taxas vão de R$ 12,55 a R$ 22,65. Mais informações em http://www.cptm.sp.gov.br/e_concursopubl/concursos.
O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior vai realizar este ano concurso para preencher 250 vagas no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi). Cem delas são para analista de pedidos de patente e registro.

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