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No próximo domingo, 02, Madonna traz pela terceira vez uma turnê sua ao País. Serão quatro shows da MDNA Tour por aqui, que começam no Rio e seguem por São Paulo (dias 04 e 05) e Porto Alegre (dia 09). Após 30 anos sob os holofotes do showbiz, o estadão.com.br pergunta: Madonna ainda é relevante?  Para discutir sobre isso, convidamos a jornalista Érika Palomino, diretora de redação da revista L’Officiel, Rafael Augusto, responsável pelo maior site dedicado à cantora no Brasil, o Madonna OnLine, e o crítico musical do Caderno 2, de O Estado de S.Paulo, Jotabê Medeiros. A conversa será via Hangout (ferramenta de bate-papo do Google) nesta quinta-feira, 29, às 16h.

A influência da cantora na moda e na música, a transformação de apresentações em mega-eventos, a constante busca da popstar pelas paradas de sucesso e o que esperar da MDNA Tour no Brasil serão alguns dos temas abordados no debate. Participe enviando perguntas para o email estadaocultura @gmail.com

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(Foto: Ariel Schalit/AP)

Um levantamento realizado pela produtora Time For Fun, responsável por trazer ao País as turnês mundiais de Madonna e Lady Gaga, revela o perfil do público que assistirá aos shows das cantoras nas cidades de São Paulo e do Rio de Janeiro.

Nas apresentações de Madonna, os homens serão maioria: 57,33% do público. Já nas de Lady Gaga, garotas e rapazes representam a mesma porcentagem, 50%. Mas, se os shows de Lady Gaga forem analisados separadamente, a expectativa é que a artista atraia mais homens ao estádio do Morumbi, 53%, e mais mulheres ao Parque dos Atletas, 53%.

Outra diferença no público das divas é a faixa etária dos que estarão presentes nos espetáculos. Os fãs de Madonna com idade entre 26 e 35 anos somam 47,67%, os de 36 a 45 anos 26,67% e os de 17 a 25 anos, 14,67%. Entre os de Lady Gaga, 46,5% está entre 16 e 25 anos, 30,5% entre 26 a 35 anos e 11% tem de 36 a 45 anos.

A passagem das loiras pelo Brasil não atrairá somente cariocas e paulistas. Estimativa aponta que cerca de 53% da plateia de Madonna no Rio virá de outros estados. No Morumbi, o percentual será de 28%. Em se tratando de Lady Gaga, esses fãs representarão 31% no Parque dos Atletas e 24% em São Paulo. A maioria vem de Minas Gerais para as duas turnês.

Madonna e Lady Gaga devem reunir cerca de 420 mil pessoas em seis apresentações nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre no fim do ano.

Informações sobre datas e ingressos estão disponíveis em www.t4f.com.br .

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Juliane Freitas

O E! Online liberou com exclusividade na noite de ontem o novo clipe da Madonna. O vídeo de Girl Gone Wild (como uma boa menina que fica “selvagem”,  numa tradução livre do refrão dançante), surpreenderia os não fãs da cantora se sua fama fosse outra, mas Madonna faz jus ao título de Rainha do Pop (gostemos ou não) com um vídeo bem dirigido por Mert Alas e Marcus Piggot, sensual e com uma performance cheia de elasticidade por parte dessa senhora ‘made in 1958′ (inacreditável!!!!!).

(Eu juro que não sou fã da Madonna, mas vamos combinar… a mulher tem poder!)

 

 

Veja o que o blogueiro Gabriel Pinheiro escreveu sobre o novo disco da cantora.

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Marcio Claesen – estadão.com.br

A 69ª edição do Globo de Ouro dividiu-se entre vários filmes neste domingo 15. Na cerimônia, realizada em Los Angeles, sobressaíram-se O Artista e Os Descendentes. O primeiro, de Michel Hazanavicius, faturou – no gênero comédia ou musical – os prêmios de melhor filme e ator, para o francês Jean Dujardin. O longa, que é mudo e em preto e branco, também ganhou como melhor trilha sonora.

Os Descendentes ganhou dois dos primeiros principais a que concorria, melhor filme e melhor ator - George Clooney -, na categoria drama.

As apostas para a próxima edição do Oscar – cujas indicações serão anunciadas dia 24 – devem também ficar divididas, especialmente entre esses dois. Os Descendentes estreia no Brasil em 27 de janeiro. Já O Artista, até o início do evento, não possuía distribuição no país. Durante a transmissão do prêmio, o comentarista e crítico Rubens Ewald Filho anunciou que a Paris Filmes comprou o filme e pretende distribui-lo no Brasil. Nesta segunda-feira 16, em comunicado, a empresa informa que o longa-metragem estreia em 10 de fevereiro.

 

 

Meryl Streep e Michelle Williams confirmaram o favoritismo e levaram para casa os prêmios de melhor atriz em drama e comédia ou musical. A veterana venceu por A Dama de Ferro e Michelle, por Sete Dias com Marilyn.

 

 

Também nas categorias coadjuvantes as surpresas passaram longe. Christopher Plummer foi eleito melhor ator por Toda Forma de Amor e Octavia Spencer, atriz por Histórias Cruzadas.

Martin Scorsese levou o único prêmio para A Invenção de Hugo Cabret, o de melhor diretor do ano. Woody Allen, que jamais comparece às cerimônias, faturou o de melhor roteiro para Meia-Noite em Paris.

 

 

Madonna apresentou o prêmio de melhor filme estrangeiro, que ficou para o iraniano A Separação. Pouco antes, a cantora recebeu o Globo de melhor canção para Masterpiece do filme também dirigido por ela, W.E.

 

 

Entre os prêmios oferecidos para a televisão, a noite também não foi unânime nenhum dos indicados. Eleita melhor comédia, Modern Family, saiu apenas com esse prêmio. Já Homeland, em sua primeira temporada, conseguiu os de melhor drama e atriz de drama para Claire Danes. A série marca a volta da atriz à TV, meio onde se revelou (em My So-Called Life), após quase duas décadas no cinema.

 

 

Veteranas, as atrizes Laura Dern e Jessica Lange surpreenderam ao vencerem nas categorias de melhor atriz de comédia (por Enlightened) e melhor atriz coadjuvante de séries, minisséries ou filme feito para a TV (por American Horror Story).

Kate Winslet, premiada com o Emmy por Mildred Pierce, ganhou mais um prêmio por este trabalho, vencendo como melhor atriz de minissérie ou filme feito para a TV.

A premiação foi marcada pelo humor ácido do comediante britânico Ricky Gervais. Ele não poupou piadas às irmãs Kardashian, zombou de Johhny Depp e até de Madonna. No caso da cantora, no entanto, recebeu uma resposta rápida e sarcática: “Venha me pegar, Ricky, faz tempo que não beijo uma garota na TV”, devolveu Madonna quando o apresentador fez uma piada com o título de uma de suas músicas, Like a Virgin.

O crítico Rubens Ewald Filho que acompanhava a tradução simultânea da cerimônia com comentários sobre os filmes e atores exagerou nas alfinetadas chegando a ser deselegante em muitos momentos. Entre outras frases dispensáveis, Ewald Filho criticou o tamanho dos seios de Michelle Williams e disse que ninguém seria melhor que Jessica Lange para interpretar uma atriz em fim de carreira (na série American Horror Story).

O ator Morgan Freeman recebeu um prêmio especial da carreira que foi anunciado pelo veterano Sidney Poitier e entregue pelas mãos de Helen Mirren.

Confira todos os vencedores:

Cinema

Melhor filme de drama: Os Descendentes

Melhor ator de drama: George Clooney, Os Descendentes

Melhor atriz de drama: Meryl Streep, A Dama de Ferro

Melhor filme de comédia ou musical: O Artista

Melhor ator de comédia ou musical: Jean Dujardin, O Artista

Melhor atriz de comédia ou musical: Michelle Williams, Sete Dias com Marilyn

Melhor diretor: Martin Scorsese: A Invenção de Hugo Cabret

Melhor roteiro: Meia-noite em Paris

Melhor ator coadjuvante: Christopher Plummer, Toda Forma de Amor

Melhor atriz coadjuvante: Octavia Spencer, Histórias Cruzadas

Melhor trilha sonora: O Artista

Melhor canção: ‘Masterpiece’, de Madonna, W.E.

Melhor filme estrangeiro: A Separação

Melhor animação: As Aventuras de Tintim

 

Televisão

Melhor série de drama: Homeland

Melhor ator de drama: Kelsey Grammer, Boss

Melhor atriz de drama: Claire Danes, Homeland

Melhor série de comédia: Modern Family

Melhor ator de comédia: Matt LeBlanc, Episodes

Melhor atriz de comédia: Laura Dern, Enlightened

Melhor minissérie ou filme feito para a TV:  Downton Abbey  (Masterpiece)

Melhor ator de minissérie ou filme feito para a TV: Idris Elba, Luther

Melhor atriz de minissérie ou filme feito para a TV: Kate Winslet, Mildred Pierce

Melhor ator coadjuvante de série, minissérie ou filme feito para a TV: Peter Dinklage, Game of Thrones

Melhor atriz coadjuvante de série, minissérie ou filme feito para a TV: Jessica Lange, American Horror Story

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(Madonna. Foto: Mario Anzuoni/Reuters)

A cantora Madonna começou 2012 muito bem. No ano em que ela lança o 12º álbum de sua carreira e estreia como diretora, a artista levou o prêmio de melhor canção, Masterpiece, pela sua estreia em longa-metragem de ficção atrás das câmeras, W.E.

Madonna concorria com nomes fortes como Elton John e Mary J. Blige, e agradeceu o empresário Guy Oseary, que a convenceu a gravar a canção.

A cantora já havia vencido como melhor canção (You Must Love Me) e melhor atriz de comédia ou musical em 1997 por Evita.

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*update  12/09: Ainda mais ‘evil’, Madonna divulgou este vídeo no youtube sobre o episódio das hortênsias. Tão irônica:

Você não tem ideia de quantas noites eu passei sem dormir pensando em quanto eu havia te magoado. Palavras não podem expressar o quão arrependida estou de pensar que posso ter te causado tanta dor .Meu coração vai explodir de tristeza. Preciso saber a tempo de você me perdoa. Se eu pudesse, retiraria as palavras, mas não posso, então o que me resta? Fico com o fato de continuar odiando hortênsias! E para sempre vou odiá-las! É um país livre! Então F*** Eu gosto de rosas!

Madonna nunca foi muito fácil de agradar e isso não é novidade. Mas com microfone aberto em uma coletiva, isso ficou mais claro. Após receber flores de um fã durante a coletiva de divulgação de seu filme W.E. – que aliás, foi vaiado – ela soltou um “eu absolutamente odeio hortênsias” sem perceber que estava sendo ouvida.

Confira a galeria de fotos do festival
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