A capa do disco Dark Side of the Moon (1973) foi eleita a melhor de todos os tempos, em uma pesquisa feita pelo site MusicRadar. A arte do álbum do Pink Floyd foi considerada melhor que a de Nevermind, lançado pelo Nirvana em 1991 (ficou em 2º no ranking); e a de Sgt Pepper’s Lonely Hearts Club Band (1967), dos Beatles (3º colocado).
Outro disco da banda de Roger Waters, Animals (1977), também apareceu na lista dos dez mais lembrados.
Vamos ao top ten:
1º. Pink Floyd – Dark Side of the Moon
3º. The Beatles – Sgt Pepper’s Lonely Hearts Club Band
4º. The Clash – London Calling
5º. Rage Against The Machine – Rage Against The Machine

6º. Iron Maiden – The Number Of The Beast
7º. The Beatles – The White Álbum
8º. Joy Division – Unknown Pleasures

9º. King Crimson – In The Court Of The Crimson King
• Veja no MusicRadar as 50 melhores capas
» Você concorda com o ranking? Qual não deveria ter ficado de fora?
Por Jotabê Medeiros
Segundo informações do Grand Hotel Hyatt, onde estava hospedado, o ex-Beatle Paul McCartney e sua banda deixaram o hotel hoje pela manhã. Embarcaria ainda pela manhã em direção ao Reino Unido. O cantor apresentou-se para cerca 178 mil pessoas no País em três apresentações, nos estádios do Beira-Rio (Porto Alegre) e Morumbi (São Paulo). Seu site não traz informações ainda sobre qual será seu próximo concerto.
Além dos shows, McCartney deixou uma boa imagem de simpatia e elegância. Blogs e sites ainda exibem fotos de seu passeio de bicicleta pela cidade (andou pelo Itaim Bibi e foi até o Parque do Povo, no sábado).
A chuva que insistiu em cair desde a tarde desta segunda (22) não conseguiu embaçar o brilho do show de Paul McCartney, em sua segunda noite em São Paulo. Ele entrou, cantou uma música, provocou a plateia citando Chove Chuva de Jorge Ben Jor e, pouco depois, a chuva parou. Estava aberto o caminho para outra noite memorável.
O show durou as três horas prometidas, terminando por volta de 0h40 desta terça com uma fusão de Sgt Pepper com outra bem sugestiva: The End. Houve algumas trocas no playlist e o público vibrou com a energia do ex-Beatle, que tem 68 anos de idade e tinha tomado um escorregão no final da apresentação de domingo.
Entre as inclusões, a abertura com Magical Mystery Tour, Got to Get You Into My Life e Two Of Us. Outra alteração foi Letting Go, no lugar de Drive My Car.
Paul ficou neste show ainda mais perto do público em tom de despedida. Chamou quatro meninas ao palco. Elas, que tinham tatuagens com a assinatura dele nos braços, ganharam um beijo do astro. No final, o ex-Beatle disse ter sido ‘muito bom estar na América Latina’.
Foram vários momentos emocionantes durante o show como pode se ver, por exemplo, neste vídeo de @LeoSobel da canção The Long and Winding Road.
Apesar de a organização ter anunciado 64 mil pagantes, mesma lotação do dia anterior, quem esteve na primeira noite teve a impressão de que esta despedida estava mais tranquila. Tinha gente com espaço suficiente para dançar na pista.
A nota negativa foi levantada por quem estava na parte frontal da área de pista, próxima à área vip. Elas reclamaram que a divisória entre estes dois setores era feita por um tapume que atrapalhava a visão de quem estava no setor ‘comum’ – se é que R$ 300 pode ser considerado um preço ‘suave’.
Apesar das dificuldades, a maioria dos que foram ao Morumbi saiu de lá com a sensação de ter visto um show memorável.
Veja algumas imagens do show que volta a emocionar o Morumbi. Os flagras são do repórter fotográfico Ernesto Rodrigues/AE.
Os fãs inveterados que resolveram assistir aos dois shows de Paul McCartney em São Paulo se deram bem. O repertório está diferente nesta segunda noite no Morumbi.
Se no domingo, a apresentação começou com Venus and Mars e Rock Show, nesta segunda (22), a abertura coube a Magical Mystery Tour. Em seguida vieram Jet e All My Loving, na mesma ordem da playlist anterior. Foi uma mudança que também ocorreu na segunda noite de Buenos Aires.
Foram inclusas também Got to Get You Into My Life e Two Of Us. Outra alteração foi Letting Go, no lugar de Drive My Car.
Foto: Ernesto Rodrigues/AE
De terno roxo, Paul McCartney entrou no palco bem-humorado por volta de 21h40. Mesmo com a chuva que cai desde a tarde desta segunda (22) na cidade, o público lotou o Morumbi. Público, aliás, de todas as partes do Brasil.
Assim que entrou, Sir Paul comentou sobre a chuva, citando a música de Jorge Ben Jor: “chove, chuva”, disse, para empolgar a plateia.
Foto: Ernesto Rodrigues/AE
Por Jotabê Medeiros
Fotos: Filipe Araujo/AE
SÃO PAULO – Às 21h33, de terno azul, o mítico contrabaixo “canhoto” nas mãos, Paul McCartney entrou no palco do Morumbi, prometendo alguma diversão para a noitada. Acenou para os fãs e emendou uma sequência á amplamente conhecida: Venus and Mars, Rockshow, Jet, All My Loving, Drive my CAr, Highway e Let me Roll it. Muita gente chorava e se abraçava pelo gramado. Artistas como a atriz Leandra Leal, o cantor Lenine e o estilista Tufi Duek circulavam pelas áreas VIPs.

“Oi, tudo bem? Oi, boa noite. Boa noite, São Paulo. Boa noite, Brasil”, disse o ex-beatle, devidamente ensaiadinho no português. “E aí, galera? Irráááá!”, gritou. E foi pontuando as canções com as frases decoradas. “Esta noite eu vou falar porutugês. Mas vou falar mais inglês”, disse, arrancando risos. A partir de The Long and Winding Road, ele foi ao piano, sem terno, mostrando os suspensórios. O Morumbi estava encantado. “Eu escrevi essa música para o meu amigo John”, disse Paul, antes de cantar HERE TODAY.

“Obrigado, paulistas”, disse Paul, cujo repertório previa 35 músicas na noite, que se estenderia até a madrugada desta segunda-feira. O beatle estava animado: pouco antes do show, entre as 16h e as 17h, ele fez a passagem de som, que foi assistida por 200 fãs. Nela, tocou até uma música dos Rolling Stones, segundo seus assessores.



Jair Stangler
Paul McCartney entrou no palco às 21h35 e, diante do Morumbi lotado (64 mil pessoas) deu início ao show com as mesmas músicas que abriram o espetáculo em Porto Alegre.
As três primeiras foram canções da década de 70 da banda Wings: Venus and Mars e Rock Show, de 1975, e Jet (de 1974).
Em seguida, reproduziu o clássico All My Loving, dos Beatles, e mostrou que anda mesmo treinando o idioma português: “boa noite, paulistas”.

Início do show de Paul no Morumbi. Foto: Filipe Araujo/AE
A fiscalização fez jogo duro na entrada do Morumbi. A polícia não deixa entrar nem com garrafa de água (de plástico). Agora, o que é mais estranho: estão barrando homenagens ao ex-beatle.
O jornalista Júlio Maria, editor do C2 + Música do Estadão, relata que os policiais barraram cartazes com dizeres como ‘I Love You, Paul’ e um outro com um submarino amarelo pintado. Segundo o oficial, a restrição serve para evitar que se coloque fogo nestas peças. Vai entender…
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