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Radar Cultural

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Suketu Mehta, escritor e professor de jornalismo na Universidade de Nova York, foi confirmado na 10ª edição da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip). Ele participará da mesa “Cidade e Democracia” que acontece na Tenda dos Autores, no dia 7 de julho, com o antropólogo Roberto DaMatta e mediação de Guilherme Wisnik. O escritor Richard Sennett, que também viria para esta mesa, cancelou sua presença alegando motivos pessoais.

O indiano Suketu Mehta nasceu em Calcutá, em 1963, e ainda criança se mudou para Bombaim, de onde, em 1977, emigrou com a família para os Estados Unidos. Ano passado, o escritor lançou no Brasil o livro Bombaim: Cidade Máxima, resultado de sua imersão no cotidiano de uma das cidades mais populosas do mundo.

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O Estado de S.Paulo

O escritor Fausto Fawcett participa de um debate sobre literatura e o grupo teatral Cemitério de Automóveis, hoje às 19 horas, no teatro Estação Caneca.

A conversa é parte do projeto Cemitério de Automóveis 30 Anos – Artes do Subterrâneo, que traz, ao longo deste mês, entrevistas com autores sobre literatura e a relação de seus trabalhos com o grupo paulistano.

Além de Fawcett, participam Daniel Galera e Clarah Averbuck, todos mediados pelo diretor Mário Bortolotto.

Todas as sextas-feiras de maio, às 19 h. Estação Caneca, Rua Frei Caneca, 384, tel. (11) 2371-5744. Entrada grátis. Pegar senha 1 hora antes na bilheteria do teatro. 50 lugares.

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O Estado de S.Paulo

Um dos maiores sucessos do mercado internacional, Fifty Shades of Grey, primeiro livro da trilogia erótica da estreante E L James, chega ao Brasil em setembro, pela editora Intrínseca.

O volume, que já vendeu mais de 3 milhões de cópias em diversos países, teve seus direitos de publicação no País adquiridos após “leilão” promovido pelo agente estrangeiro do livro, conforme informou a assessoria de imprensa da editora.

O livro conta a história de Anastasia Steele e Christian Grey, que fazem um acordo inusitado: ele pede a ela que assine uma espécie de contrato, no qual ela concorda em desempenhar o papel de submissa numa série de atividades eróticas. /AP

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O Estado de S.Paulo

O livro O Leão e a Joia (152 págs., além de caderno de fotos, com 16 págs.), do Nobel de Literatura Wole Soyinka, chega ao mercado nacional pela Geração, com tradução de William Lagos e prefácio do especialista em cultura afro-brasileira Ubiratan Castro de Araújo, professor da UFBA.

Fábula contemporânea que tem como cenário a aldeia de Ilujinle, no país iorubá, conta a história da bela Sidi, a joia, que é assediada por um jovem professor primário, Lakunle, treinado nos saberes ocidentais, disposto a erradicar a tradição em nome da europeização dos costumes, e por Baroka, o poderoso chefe da aldeia.

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Maria Fernanda Rodrigues – O Estado de S.Paulo

Depois de quatro anos como diretor editorial e responsável por mais de 300 lançamentos, Cassiano Elek Machado foi desligado na manhã desta sexta, 13,  da Cosac Naify.

Quem assume a função é a antropóloga Florencia Ferrari, na Cosac há 10 anos como editora e coordenadora da área de ciências sociais. É autora também de um infantil publicado pela casa.

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Pessoal, vamos fazer uma homenagem aos 109 anos de Carlos Drummond de Andrade e ao nascimento do habitante de número 7 bilhões?

É simples e ficará sensacional. É só gravar na webcam a leitura de uma ou duas estrofes do poema ‘a Luis Mauricio, infante’ e mandar para a gente o quanto antes. Depois, tudo vai virar uma declamação coletiva. As estrofes e as instruções estão em http://migre.me/60yGJ

O poema foi escrito por Drummond em homenagem ao neto Luis Mauricio, nascido em 1953 em Buenos Aires. O aniversário de nascimento do poeta é nesta segunda-feira, 31.

A leitora Luciana Gama, da foto, foi uma das que já enviaram. E vocês? Contamos com todos! E convidem seus amigos!

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Veja também:
Versão abreviada do estudo que marca a reedição de ‘Confissões de Minas’, de Drummond

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“Assim, para não deixar de existir, continuará falando e, mesmo se nada tiver a dizer, a literatura não poderá se calar.” A conclusão de Thais Rodegheri  Manzano, no fim do livro “E Se a Literatura se Calasse?” (Ed. Terceiro Tempo, 129 págs.), resume o ponto de vista da autora sobre a função da literatura e a forma como os romances evoluíram desde a Antiguidade. O livro será lançado nesta segunda-feira, 16, na Livraria da Vila, na Vila Madalena, zona oeste de São Paulo.

Dividido em três capítulos – ‘A era da inocência’, ‘A era da maturidade’ e ‘A era da ansiedade’ –, a obra desafia o leitor a pensar o futuro do romance e a receita pra que ele sobreviva. Essas e outras inquietações sobre o que será da literatura já estavam presentes em algumas obras de Samuel Beckett, como “O Inominável”, de 1951, do qual a autora se vale para nortear o tema central de sua obra.  Nos três capítulos, Thaís tece brevemente a história dos 20 séculos do romance, gênero literário capaz de refletir de forma singular sobre o homem e a sociedade.

Na primeira parte do livro, há uma breve história deste gênero literário: as origens gregas e latinas, o surgimento do romance em prosa, a cristianização, o resgate pelo Iluminismo, a idealização da vida guerreira e o então predomínio do barroco francês.

A segunda parte da obra trata das mudanças radicais pelas quais o romance passou entre fins do século 17 e início do século 18, imerso em uma sociedade em constantes mudanças sociais, econômicas e culturais, em que a Inglaterra teve papel crucial. É neste momento, segundo a autora, que a literatura ganha status de profissão e que o mercado literário entra em ascensão. Nasce a figura do escritor/editor e romancistas passam a refletir o estilo de vida da classe média, que preferia melodramas a obras aristocráticas, como de costume até então.

No último capítulo da obra, Manzano escreve sobre a legitimação do romance como obra literária, o romance russo, o impacto da psicanálise freudiana no pensamento ocidental,  as transformações durante e pós 2ª Guerra Mundial. Hoje, em plena – e controversa – pós-modernidade, qual seria o caminho para o romance?

Thais Manzano é jornalista, escritora, tradutora e professora de História da Literatura. Autora, entre outros, de “Artimanhas da Ficção” (Ed. Terceiro Nome), ensaios sobre 18 obras-primas da literatura.

SERVIÇO

Lançamento “E Se a Literatura se Calasse?”

Segunda-feira, 16 de maio, às 18h30.

Livraria da Vila

Rua Fradique Coutinho, 915 – Vila Madalena

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A partir desta quarta-feira, 24, até o dia 26, sexta-feira, acontece no saguão do prédio da Geografia e História, na USP, a  12ª Festa do Livro.

Os livros terão um desconto mínimo de 50%.  Veja a lista das editoras participantes aqui.

SERVIÇO
Onde: Cidade Universitária. Av. Professor Lineu Prestes, 338. Informações: 3091-3220.

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