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Radar Cultural

Zooey Deschanel e Joseph Gordon-Levitt, o casal indie fofo de 500 Dias com Ela, gravam uma versão da clássica música What Are You Doing New Year’s Eve?.

Em clima de réveillon, os atores revivem a química do filme de 2009. Zooey toca ukulele e Joseph, violão, no maior clima de festa.

Atualmente, Zooey é protagonista da série New Girl, da Fox, indicada ao Globo de Ouro e segue com M. Ward na dupla She & Him.  Joseph Gordon-Levitt estrela dois candidatos a blockbusters em 2012: Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge (Christopher Nolan) e Lincoln, filme sobre a guerra civil norte-americana dirigido por Steven Spielberg.

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Não basta grudar igual chiclete, tocar em todos os lugares do Brasil e do mundo. ‘Ai se eu te pego’ agora tem versão em polonês.  A dupla Drossel fez um cover chamado “Slodka”, “doce” em português.  Da série ‘ouça se puder’:


 

Até Cristiano Ronaldo e Rafael Nadal já usaram a música em suas comemorações. Ai Se eu Te Pego foi o vídeos mais assistido na Espanha e também está entre as músicas mais baixadas na Itália, à frente da não menos grudenta Someone Like You, da britânica Adele.

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22.dezembro.2011 22:35:01

Retrospectiva 2011

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O ano de 2011 mostrou que o Brasil entrou mesmo na rota das turnês de artistas internacionais. Foi um ano de festivais como Summer Soul Festival, SWU, Rock in Rio e Planeta Terra com shows para todos os gostos.

O ano começou com Amy Winehouse no país em um dos últimos shows de sua vida. O Brasil também foi palco de uma espécie de despedida da banda Sonic Youth. O grupo estava a caminho do país para o festival SWU quando o divórcio entre o vocalista Thurston Moore e a baixista Kim Gordon foi anunciado.

Na MPB, o destaque é de Chico Buarque, que lançou seu novo disco, Chico, e começou uma série de shows pelo país que se estenderá em 2012. E logo na abertura de sua turnê, em Belo Horizonte, Chico cantou um trecho da letra de Criolo, uma versão de Cálice em ritmo de rap. A homenagem não foi à toa. Depois de 23 anos de batalha na música, Criolo é o nome do ano. O disco Nó Na Orelha já é considerado um dos grandes lançamentos de 2011.

No cinema, o ano foi marcado não só por grandes filmes, mas também por perdas irreparáveis. Foi o ano em que o mundo disse adeus aos olhos verdes de Elizabeth Taylor e a uma das figuras mais importantes do cinema nacional, Leon Cakoff, criador da Mostra Internacional de Cinema.

Não só de tristeza viveu a sétima arte, vimos um Rei gago (George VI – O Discurso do Rei) levar quatro estatuetas do Oscar, o encerramento da saga Harry Potter e até o fim do mundo sob a ótica de Lars Von Trier, em Melancolia. No cinema nacional nenhuma grande produção, infelizmente. O destaque foi O Palhaço, de Selton Mello.

Para tentar sintetizar os acontecimentos do ano, preparamos uma restrospectiva 2011. Você relembrará alguns dos melhores shows internacionais do ano, vai conferir os principais destaques mundiais da literatura, além de grandes filmes que passaram pelas telonas e as principais polêmicas nas quais se envolveram as celebridades neste ano que termina.

 

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O Gizmodo listou os vídeos que mais receberam o antipático ‘não gostei’ do Youtube. Em primeiro lugar (surpresa!), Justin Bieber. Um único clipe do cantor, o já ‘clássico’ Baby recebeu mais de 2 milhões de ‘não gostei’, um recorde do site.

O ídolo teen tem mesmo uma relação de amor e ódio com os internautas, que fazem questão de demonstrar seus sentimentos. Never Say Never, por exemplo, tem mais de 200 mil ‘não gostei’.

Outros clipes de Bieber, que estão entre os mais vistos do youtube, como Somebody To Love e Mistletoe tem todos mais de 100 mil ‘não gostei’.

Da lista do Gizmodo, sobrou também para Rebecca Black e o seu vídeo de Friday, que chegou a ser apagado do site, com 250 mil ‘Não Gostei’.

Os outros vídeos mais ‘odiados’ da rede não são musicais:

Jessi Slaughter – A garota de 11 anos que arruinou se dizia ofendida na escola e acabou sendo vítima de bullying na rede.

Rick Perry – O candidato a presidente Rick Perry fala sobre a presença de gays no exército e defende uma posição em que as crianças devem “rezar nas escolas”. O vídeo teve mais de 430 mil “Não Gostei” em três dias.

God is so Good – Uma garota que diz que o tsunami no Japão e uma resposta de Deus aos ateus talvez até mereça os inúmeros ‘não gostei’ que o vídeo recebeu até sair do ar e ser replicado por outros usuários…

E aí, qual vídeo merece ou já mereceu o seu ‘Não Gostei’?

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Produtores confirmam cancelamento da turnê que marcariam os 80 anos do cantor

Com informações de Roberta Pennafort / RIO

Os shows que marcariam as comemorações de João Gilberto estão cancelados, sem previsão de novas datas. Diante de informações desencontradas, as empresas responsáveis pela turnê afirmam, em um comunicado oficial, que as apresentações só serão remarcadas após a total recuperação do artista.

Geriatra e amigo de João Gilberto há cerca de dez anos, o médico Jorge Jamili afirma que o quadro de saúde do cantor, que estaria com uma forte gripe, piorou com a proximidade das datas da turnê.

“Há um mecanismo psicossomático dessa pressão que faz com que ele fique debilitado, debilitado mesmo, mais magro. Em todo idoso, as vias aéreas superiores e as articulações são o que sentem primeiro. A coluna reclama. Não é um piti, é real. Ele não é um excêntrico, um louco. Tem problemas físicos, sente muita dor. Se pudesse, não estaria assim”, disse ontem Jamili, fã do pai da bossa nova. “Não sei quanto é físico e quanto é somatizado.”

O geriatra – que costuma atendê-lo em casa -, afirma que João Gilberto tem duas hérnias na coluna, e ambas doem quando ele faz shows, por causa da posição do violão e do estresse – João, sabe-se, é um perfeccionista, e precisa se sentir em sua melhor forma para se apresentar.

“São problemas pertinentes à idade. Ele apresenta um temperamento, que todos conhecemos, que não tolera bem a pressão. E não é um senhor 100% saudável, não é da geração saúde” O estado de saúde do cantor jamais permitiria que ele entrasse num avião para ir a São Paulo, tampouco que pegasse um carro até o Municipal, acrescentou.

“Com esse novo cenário de impossibilidade de comparecimento do cantor aos shows, os produtores do projeto decidiram suspender a realização da turnê”, informa o comunicado da OCP Comunicação e Maurício Pessoa Produções.

A devolução dos ingressos, com preços entre R$ 500 e R$ 1.400, continua sendo feita pela Ingresso.com, no caso dos ingressos para o Rio de Janeiro, e pela Via Funchal, em São Paulo.

Parte do cachê já estava paga

Os produtores da turnê, que passaria por São Paulo, Rio, Brasília, Porto Alegre e Salvador, já contabilizam o prejuízo. “Uma parte do pagamento dele já tinha saído, então vamos ver com o senhor Aloisio Salazar (advogado de João) como fica isso. O prejuízo é claro, mas não posso revelar de quanto”, disse, abatido, Maurício Pessoa, ontem de manhã. “É uma decepção total. Nós nunca imaginamos que isso fosse acontecer, tínhamos um contrato amarrado. Temos que acreditar no argumento da doença.” Salazar não deu entrevista.

Os custos iniciais da turnê eram de R$ 4,5 milhões, incluindo o cachê, os voos, acomodação da equipe e outros gastos. Nenhuma empresa quis patrociná-la, daí os ingressos a até R$ 1.400. A Via Funchal, em São Paulo, onde João cantaria domingo, e o Teatro Municipal do Rio (show na quarta) não haviam recebido comunicado do cancelamento até o fechamento desta edição, assim como nenhuma nota explicativa sobre a devolução do dinheiro havia sido distribuída

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Marcio Claesen

O cantor Criolo mostrou que o punk também pode aprender com o rap. Em entrevista ao programa “Estúdio Showlivre”, transmitido pelo portal UOL, o apresentador Clemente Nascimento – que também é vocalista da banda de punk rock paulistana Inocentes – ganhou uma lição de respeito ao próximo.

Ao ler o comentário, em tom jocoso, de um espectador que comparava o rapper ao cantor Freddie Mercury, Clemente diz que o internauta está “sacaneando” o rapper ao fazer a comparação. Elegante, Criolo percebe a piada e diz que entende como um elogio. “Um ícone, né? Baita artista”, diz o cantor, enquanto atrás dele, um dos músicos comenta que a piada “não tem graça nenhuma”.

Quem fica sem graça é Clemente que tenta balbuciar algo, ao que Criolo retruca: “Se eu for 10% do que esse cara foi artista no mundo”. O apresentador, então, pergunta quais são suas influências musicais e o rapper não esquece o assunto. “Pode ser o Freddie também”. Clemente gargalha.

Visivelmente desconfortável com a situação, Criolou, emenda: “Freddie, o Ney Matogrosso. Ícones que estão acima de outras coisas. ” O apresentador ‘esclarece’: “As coisas que ele tá falando é que os caras são boiola e ele não é boiola”.

Depois de mais gargalhadas do cantor punk, o rapper lhe dá uma lição de moral. “Eu respeito todas as opções das pessoas. Não vou rir, aí parece que é defeito o cara ser homossexual.  Eu não sou homossexual e jamais vou usar como chacota esse termo.”

E deixa claro, caso Clemente não tenha entendido: “A gente tem que aprender com as pessoas que vêm falar com a gente. Às vezes, a pessoa fala uma coisa que você não está percebendo. A gente tem que ter a humildade de perceber que a gente pode aprender com todas as pessoas.” Será que você aprendeu agora, Clemente?

 

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Ai se eu te pego, de Michel Teló, foi parar na boca e nos pés de Rafael Nadal. O tenista se juntou ao resto da equipe espanhola, inclusive ao técnico Albert Costa, para requebrar ao som do hit sertanejo nas comemorações pela vitória na Copa Davis diante da Argentina.

No vídeo é possível ouvir também Danza Kuduro, do porto-riquenho Don Omar. A música animou as arquibancadas de Austin, nos Estados Unidos, em julho. Depois da vitória contra os donos da casa pelas quartas-de-final, Feliciano López, Fernando Verdasco, David Ferrer, Marcel Granollers e David Marrero mostraram suas habilidades com a coreografia.

Ai se eu te pego já tinha feito parte de outra comemoração, mas no futebol. Em outubro, Cristiano Ronaldo, do Real Madrid, comemorou um gol em partida contra o Málaga fazendo a dancinha ao lado do lateral esquerdo brasileiro Marcelo.


Gostou da dancinha? Que música brasileira vc indicaria para Nadal e cia?

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Leia abaixo, na íntegra, a nota de esclarecimento de Lobão sobre a polêmica envolvendo os artistas nacionais no Festival Lollapalooza, que será realizado nos dias 7 e 8 de abril, em São Paulo

Nota de Esclarecimento

É de conhecimento da imprensa e do público, o vídeo em que o músico Lobão manifesta sua opinião a respeito da forma como os artistas brasileiros vem sendo tratados nos grandes festivais. O que nos entristece em toda a situação que se formou, é que novamente, se torna mais fácil vender a imagem do Lobão polêmico e lunático do que admitir a situação e dizer que vão corrigi-la.

Para que todos fiquem a par e não reste qualquer dúvida, vamos aos fatos:
- O Lobão foi convidado a participar do evento e até então, toda a negociação correu normalmente.
- O músico, inclusive, se sentiu muito honrado com o convite, afinal, trata-se de um evento o qual ele admira.
- Durante todo o mês de novembro, diversos emails foram trocados para efetivar a participação do Lobão no evento, inclusive, a carta de intenção chegou a ser confeccionada e enviada ao seu agente Jorge Chamon.

A questão: Ficou estipulado que o Lobão iria tocar no dia 08 de abril, às 15H. Até então não haveria problema algum, mas, o músico recebeu a informação de que, todos os artistas brasileiros que iria tocar nos dois palcos principais do festival só poderiam tocar das 10H às 15H e, que horários nobres estavam reservados para os artistas internacionais.  Para que não houvesse qualquer tipo de desentendimento, Lobão ligou diretamente para o empresário Sergio Peixoto da GEO Eventos questionando a informação, a qual – infelizmente – foi confirmada.

É importante esclarecer que o músico Lobão e sua banda não teriam problema algum em fazer o show às 15H, desde que houvesse interação entre os artistas nacionais e internacionais e desde que o horário estipulado a ele tivesse uma justificativa plausível, fosse em relação ao cronograma, ou a importância dada ao artista ou mesmo o gênero musical do dia, etc.

O que Lobão não aceita é que os artistas nacionais sejam colocados como segundo plano e que não sejam tratados com o respeito que merecem.

Hoje, segunda-feira, dia 21 de novembro, durante a coletiva de imprensa oficial do evento foi dito em tom de ironia, que a divisão de artistas nacionais e internacionais relatada por Lobão, não iria acontecer, e CONTRADIZENDO o que Lobão havia citado, os artistas brasileiros iriam sim ter um lugar nos horários nobres.

Se esta é a nova decisão do Lollapalooza, nós realmente ficaremos felizes em saber que finalmente as coisas podem começar a mudar no Brasil e que finalmente, mesmo que aos poucos, nossos artistas poderão ser reconhecidos com o valor que merecem.

Torcemos para que a mentalidade dos empresários de festivais comece a mudar e passem valorizem a nossa cultura e a nossa música. Nosso Rock n Roll não fica devendo para nenhum lugar do mundo e merecemos que os artistas de outros países possam nos admirar e respeitar da mesma forma que fazemos com eles por aqui.

O que não podemos aceitar é que os organizadores do Festival Lollapalooza no Brasil não admitam a mudança e/ou reorganização de seu cronograma de apresentação e prefiram divulgar a imagem de um artista – que o próprio evento havia convidado – como um equivocado só porque ele não concorda com a forma de apresentação estipulada.

Acreditamos que esta questão seja de imensa importância para que possamos discutir até quando os ARTISTAS e a CULTURA BRASILEIRA serão colocados em segundo plano.

Lobão aproveita para dizer que está aberto para mais esclarecimentos com a imprensa e lamenta muito a sua não participação num evento tão grande mundialmente, por conta de uma questão tão constrangedora. 

Atenciosamente,

Lobão e sua equipe.

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O Multishow vai reprisar alguns dos shows principais do SWU, que aconteceu no último final de semana, a partir desta quinta-feira, 17. As transmissões serão diárias até o próximo domingo, 20.

Na noite de hoje, será exibido o show da banda Alice In Chains. Nesta sexta, será a vez de rever as apresentações de Sonic Youth e Chris Cornell. No sábado, o canal transmite o show de Simple Plan e Hole, todos a partir das 21h30.

 

O horário do domingo será diferente, às 19h. Nesse dia o público poderá assistir ao show de Damian Marley.

A assessoria de imprensa da emissora informou que ainda não há previsão de exibição de outras atrações do festival, que teve mais de 70 shows, entre eles elogiadas apresentações de Tedeschi Trucks Band, Faith No More e Lynyrd Skynyrd.


Veja também:
O que rolou no SWU 2011 em fotos

Vídeos: as atrações do SWU 2011

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Lipe Fleury – estadão.com.br

Lá vem o Patton pataqui-patacolá: a segunda edição do SWU terminou com uma bombástica apresentação dos californianos do Faith No More. Não é metal. Não é rap. Não é punk, nem funk. E é tudo isso. Versátil, experimental, ou esquizofrênico, o grupo fez um show explosivo, e, com autoridade, colocou um ponto final no festival.

O nada menos que genial vocalista Mike Patton é um comandante frenético em cima do palco. Conjura palavrões em português, berra de maneira demente em um megafone, rouba a câmera da produção do festival para filmar takes da galera e se joga no plateia, para a inquietação dos seguranças de colete verde-limão.

Decorado com panos brancos e vasos floridos, citando a Umbanda – cujo dia nacional é celebrado em 15 de novembro -, o cenário transmite uma pureza que contradiz a aparente subversão alucinante da banda. Ninguém mais se preocupa com a chuva ou o barro. Patton cativou o maior público do SWU, um autêntico mar de gente a perder de vista.

Entre as canções tocadas, Caffeine, Surprise! You’re Dead, King for a Day e a clássica Epic chamam atenção. O som do Faith No More é autoral, criativo e cada um dos espectadores aguarda ansiosamente a próxima maluquice do vocalista.

Pads românticos tocados pelo tecladista Roddy Bottum se confundem com solos de guitarra que poderiam ter saído de um disco do Metallica. Patton urra, late e geme no microfone enquanto Billy Gould, baixista que tocou durante anos com a doentia banda de metal Brujeria, segura a parada na companhia do carismático baterista Mike Bordin.

Com a participação especial do coro infantil de Heliópolis, o show termina emocionante, sem fazer reféns.

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