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	<title>Radar Científico</title>
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	<description>Pesquisas, descobertas e outras novidades</description>
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		<title>Radar Científico</title>
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		<item>
		<title>Borboletas mutantes são encontradas na região de Fukushima</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Aug 2012 15:33:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Coscelli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
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		<description><![CDATA[O desastre nuclear de Fukushima após o terremoto de 11 de março de 2011 já deixa marcas na fauna local do nordeste japonês. Cientistas encontraram borboletas que sofreram mutações devido à radiação liberada pelos reatores danificados da usina, segundo o site Scientific Reports, ligado à revista Nature. Os exemplares encontrados apresentavam mutações nas patas, antenas, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogs.estadao.com.br/radar-cientifico/files/2012/08/borboletas-mutantes_blo1.jpg"><img class="size-full wp-image-1628 aligncenter" src="http://blogs.estadao.com.br/radar-cientifico/files/2012/08/borboletas-mutantes_blo1.jpg" alt="" width="400" height="250" /></a></p>
<p>O desastre nuclear de Fukushima após o terremoto de 11 de março de 2011 já deixa marcas na fauna local do nordeste japonês. Cientistas encontraram borboletas que sofreram mutações devido à radiação liberada pelos reatores danificados da usina, segundo o site <em>Scientific Reports</em>, ligado à revista <em>Nature</em>.</p>
<p>Os exemplares encontrados apresentavam mutações nas patas, antenas, abdômen e olhos. As asas, porém, parecem ter sido a parte mais afetada das borboletas &#8211; foram encontradas alterações de tamanho, pigmentação, cor e outras anormalidades.</p>
<p>Das cem borboletas coletadas, 12% tinham mutações. Quando esses animais procriavam, as anormalidades subiram para 18% do total das crias. Mas quando os insetos afetados acasalavam com os saudáveis, a taxa de espécimes mutantes subia para 34%, o que indica que os genes alterados podem ser passados mesmo quando um dos genitores não sofreu mutações.</p>
<p>Isso tudo apenas dois meses após o desastre nuclear, o segundo pior da história, atrás apenas do caso de 1986 em Chernobyl, na Ucrânia. Uma nova coleta em setembro de 2011 mostrou que 28% das borboletas haviam sofrido mutações. Entre as crias destas, as mutantes eram 52%.</p>
<p>As borboletas logo levantaram questionamentos sobre os efeitos sobre humanos, mas Joji Otaki, um dos pesquisadores, tratou de tranquilizar os receosos. &#8220;A sensibilidade à radiação varia de espécie para espécie, então temos que pesquisar os efeitos em outros animais. Humanos são totalmente diferentes de borboletas e são muito mais resistentes&#8221;, disse ele ao jornal <em>Japan Times</em>.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://news.blogs.cnn.com/2012/08/14/mutant-butterflies-a-result-of-fukushima-nuclear-disaster-researchers-say/?hpt=hp_c3" target="_blank">CNN</a></strong></p>
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		<title>Mais que uma explosão</title>
		<link>http://blogs.estadao.com.br/radar-cientifico/2012/07/13/mais-que-uma-explosao/</link>
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		<pubDate>Fri, 13 Jul 2012 19:04:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nina Martinez</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Espaço]]></category>

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		<description><![CDATA[O Observatório de Raios X Chandra, da Nasa, captou uma explosão extraordinária que foi produzida por um buraco negro na galáxia espiral M83, localizada a cerca de 15 milhões de anos-luz da Terra. A foto acima retrata toda a beleza desse evento no espaço. Com o auxílio dos dados trazidos pelo Chandra, os astrônomos encontraram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="/radar-cientifico/wp-content/blogs.dir/224/files/Nasa_explosao.jpg" alt="Nasa_explosao.jpg" width="600" height="450" border="0" /></p>
<p>O Observatório de Raios X Chandra, da Nasa, captou uma explosão extraordinária que foi produzida por um buraco negro na galáxia espiral M83, localizada a cerca de 15 milhões de anos-luz da Terra. A foto acima retrata toda a beleza desse evento no espaço.</p>
<p>Com o auxílio dos dados trazidos pelo Chandra, os astrônomos encontraram uma nova fonte de raios X ultraluminosa, também chamada ULX. Segundo eles, tais objetos emitem mais raios X do que os sistemas binários normais, quando uma estrela companheira fica em órbita ao redor de uma estrela de nêutrons ou então de um buraco negro.</p>
<p><strong>Veja também:</strong></p>
<p><a href="http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,explosao-traz-evidencias-sobre-antigos-buracos-negros-estelares,867910,0.htm" target="_blank"><strong>Explosão traz evidências sobre antigos buracos negros estelares</strong></a></p>
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		<title>Perguntas e respostas sobre o bóson de Higgs</title>
		<link>http://blogs.estadao.com.br/radar-cientifico/2012/07/04/perguntas-e-respostas-sobre-o-boson-de-higgs/</link>
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		<pubDate>Wed, 04 Jul 2012 17:22:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Coscelli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[bóson de Higgs]]></category>
		<category><![CDATA[ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Higgs]]></category>
		<category><![CDATA[partícula]]></category>

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		<description><![CDATA[O que é o bóson de Higgs? Atualmente, a partícula integra apenas teorias, inclusive a do Modelo Padrão, de que partículas compõem átomos, moléculas e tudo o que vemos e respiramos. A teoria, porém, não explica como essas pequenas partes ganham massa, tomando efetivamente forma. O bóson de Higgs seria justamente o que permite a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogs.estadao.com.br/radar-cientifico/files/2012/07/boson_FABRICE-COFFRINI_AFP_TL.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1614" src="http://blogs.estadao.com.br/radar-cientifico/files/2012/07/boson_FABRICE-COFFRINI_AFP_TL.jpg" alt="" width="600" height="358" /></a></p>
<p><strong>O que é o bóson de Higgs?</strong></p>
<p>Atualmente, a partícula integra apenas teorias, inclusive a do Modelo Padrão, de que partículas compõem átomos, moléculas e tudo o que vemos e respiramos. A teoria, porém, não explica como essas pequenas partes ganham massa, tomando efetivamente forma. O bóson de Higgs seria justamente o que permite a essas partículas ganhar massa.</p>
<p><strong>Como ele funciona?</strong></p>
<p>Massa é, basicamente, o corpo de uma partícula (ou de qualquer outro objeto). Se não fosse pela massa, as partículas viajariam livremente pelo universo na velocidade da luz, jamais se uniriam e não haveria matéria. Segundo a teoria, existe um campo permeando o universo &#8211; o campo de Higgs, formado pelos bósons &#8211; permitindo que toda partícula obtenha sua própria massa. Qualquer partícula que interaja com esse campo ganha massa.</p>
<p>Mas apesar de se tratar primordialmente de massa, bóson de Higgs não tem massa própria estipulada inicialmente pelo Modelo Padrão.</p>
<p><strong>Como os cientistas buscam o bóson?</strong></p>
<p>No LHC, o maior e mais poderoso acelerador de partículas atual, os físicos provocam a colisão de raios de partículas subatômicas chamadas prótons a uma velocidade próxima à da luz. O processo gera um pequeno lampejo de energia que libera uma quantidade enorme de novas partículas.</p>
<p>Mas o bóson não é visível, mesmo com a tecnologia e os equipamentos avançados. O que os cientistas fazem é buscar traços deixados pelo bóson, uma vez que acreditam que a partícula se divide em outras menores após a colisão, deixando um rastro que dura um espaço curtíssimo de tempo.</p>
<p><strong>Quando saberemos se a partícula foi achada?</strong></p>
<p>O primeiro passo é estabelecer a massa do bóson, o que seria obtido com as informações obtidas sobre as pequenas partículas que servem como seu rastro. Depois, é preciso identificar se a partícula se comporta como a teoria prevê &#8211; a forma como interaje com outros elementos e como se desfaz em partes ainda menores.</p>
<p><strong>E depois?</strong></p>
<p>A descoberta efetiva do bóson vai confimar a teoria do Modelo Padrão e ajudar a explicar como o universo se formou, mas muitas questões permanecerão. Sabemos que o universo é composto de matéria, mas ela responderia somente por 4% do que podemos ver dele. O resto é formado por matéria e energia escuras, elementos que pouco conhecemos.</p>
<p><strong>O que de fato o Cern conseguiu?</strong></p>
<p>Os experimentos do Centro Europeus de Pesquisas Atômicas levaram à descoberta de uma nova partícula que pode ou não ser o bóson. Os cientistas identificaram uma curva nos dados sobre variação de massa após a colisão de hádrons que denunciou a presença de uma nova partícula cerca de 133 vezes mais pesada do que o próton existente no âmago de cada átomo.</p>
<p>O que não se sabe é se a partícula descoberta é realmente o bóson de Higgs, uma variante ou uma partícula subatômica completamente nova, que leve a reformulações das teorias sobre a formação da matéria. Os físicos responsáveis, porém, disseram que há indícios &#8220;fortes e sólidos&#8221; de que se trata da tão buscada partícula.</p>
<p><strong>Por que ele é chamada de &#8216;partícula de Deus&#8217;?</strong></p>
<p>Há diversas versões sobre isso, mas a mais disseminada tem como base o fato de que sem o bóson de Higgs o universo não se formaria. Assim, há uma referência irônica à teoria do criacionismo.</p>
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		</item>
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		<title>Saturno, a lua Tétis e as mudanças</title>
		<link>http://blogs.estadao.com.br/radar-cientifico/2012/05/28/saturno-suas-luas-e-as-mudancas/</link>
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		<pubDate>Mon, 28 May 2012 17:29:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nina Martinez</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Espaço]]></category>

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		<description><![CDATA[Mesmo em uma cena calma como a acima, em que Saturno e sua lua Tétis parecem congelados no tempo, a sonda espacial Cassini indica pistas de como o  planeta está sempre mudando. No hemisfério norte de Saturno é possível ver as cicatrizes deixadas pela grande tempestade que se alastrou pela sua superfície em 2011. Além [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogs.estadao.com.br/radar-cientifico/"><img style="border: 0pt none" src="/radar-cientifico/wp-content/blogs.dir/224/files/Cassini_Nasa.jpg" alt="Cassini_Nasa.jpg" width="600" height="450" border="0" /></a></p>
<p>Mesmo em uma cena calma como a acima, em que Saturno e sua lua Tétis parecem congelados no tempo, a sonda espacial Cassini indica pistas de como o  planeta está sempre mudando.</p>
<p>No hemisfério norte de Saturno é possível ver as cicatrizes deixadas pela grande tempestade que se alastrou pela sua superfície em 2011. Além disso, dia após dia, as sombras projetadas pelos anéis no hemisfério sul crescem em direção ao verão que agora se encontra no norte, afirma a Nasa.</p>
<p>A lua Tétis aparece bem acima dos anéis, pequenina, mais à esquerda do centro desta imagem, que, aliás, foi produzida a uma distância de aproximadamente 12,3 milhões de quilômetros.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>0-5-30: A fórmula para fortalecer o sistema imunológico</title>
		<link>http://blogs.estadao.com.br/radar-cientifico/2012/04/23/0-5-30-a-formula-para-fortalecer-o-sistema-imunologico/</link>
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		<pubDate>Mon, 23 Apr 2012 11:42:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Coscelli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[sistema imunológico]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Um estudo publicado recentemente pela Universidade de Harvard sobre alimentos que ajudam a saúde e o funcionamento do sistema imunológico estimulou a equipe do jornal italiano Corriere della Sera a questionar especialistas sobre quais são verdadeiramente os fatores que melhoram as defesas do nosso organismo. A resposta obtida foi uma fórmula numérica: 0-5-30. Zero [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://blogs.estadao.com.br/radar-cientifico/files/2012/04/celulas_Reproducao.jpg"><br />
<img class="aligncenter" src="http://blogs.estadao.com.br/radar-cientifico/files/2012/04/celulas_Reproducao.jpg" alt="" width="489" height="248" /></a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Um estudo publicado recentemente pela Universidade de Harvard sobre alimentos que ajudam a saúde e o funcionamento do sistema imunológico estimulou a equipe do jornal italiano <em>Corriere della Sera</em> a questionar especialistas sobre quais são verdadeiramente os fatores que melhoram as defesas do nosso organismo.</p>
<p>A resposta obtida foi uma fórmula numérica: 0-5-30. Zero cigarro, cinco porções de frutas e verduras e trinta minutos de exercícios físicos ao dia são a receita do imunologista Alberto Mantovani, da Universidade de Milão. &#8220;O fumo causa inflamações, os vegetais têm efeitos positivos sobre as células da imunidade e a movimentação melhora a atividade do sistema como um todo&#8221;, diz.</p>
<p>E a palavra-chave que acompanha a fórmula é moderação, em todos os aspectos. À mesa, porque sabe-se que no tecido adiposo de quem tem sobrepeso há células que prejudicam a resposta imunológica, e também na hora dos exercícios, pois o exagero ativa citocinas específicas que &#8220;freiam&#8221; o sistema.</p>
<p>Claro que o estudo americano lembra do papel das bactérias probióticas no desenvolvimento da imunidade do organismo, mas Mantovani reitera que seguir a fórmula é o primeiro passo para garantir a saúde do sistema imunológico. E ele ainda respalda o conselho dado pelos especialistas de Harvard: &#8220;Sejam céticos quanto à eficácia de qualquer produto que promete melhora das defesas do corpo&#8221;.</p>
<p><strong>(Fonte: <a href="http://www.corriere.it/salute/12_aprile_23/dossier_sistema_immunitario_meli_55b671da-8ae9-11e1-9df7-98e3d52d16a5.shtml" target="_blank">Corriere della Sera</a>)</strong></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Contra as infrações de trânsito, use a física</title>
		<link>http://blogs.estadao.com.br/radar-cientifico/2012/04/16/contra-as-infracoes-de-transito-use-a-fisica/</link>
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		<pubDate>Mon, 16 Apr 2012 14:33:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Coscelli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[física]]></category>
		<category><![CDATA[multa]]></category>
		<category><![CDATA[trânsito]]></category>

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		<description><![CDATA[Esqueça despachantes ou quaisquer outros métodos para recorrer de multas de trânsito. Use a física para argumentar contra suas infrações &#8211; se você for um especialista, claro. Foi o que fez Dmirti Krioukov, um físico da Universidade de San Diego (Califórnia). Com seu conhecimento e um pouco de criatividade, ele conseguiu se livrar de uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img class="size-full wp-image-1583 " src="http://blogs.estadao.com.br/radar-cientifico/files/2012/04/Dmitri-Krioukov_Caida.org_REP.jpg" alt="" width="141" height="200" />
<p>Esqueça despachantes ou quaisquer outros métodos para recorrer de multas de trânsito. Use a física para argumentar contra suas infrações &#8211; se você for um especialista, claro.</p>
<p>Foi o que fez Dmirti Krioukov, um físico da Universidade de San Diego (Califórnia). Com seu conhecimento e um pouco de criatividade, ele conseguiu se livrar de uma multa de US$ 400 (cerca de RS$ 700) por supostamente não ter brecado seu carro completamente ante um sinal para parar.</p>
<p>Argumentando com base nos seus conhecimentos de movimento angular e linear, Krioukov preparou um relatório de quatro páginas explicando que a multa que levou desafia as leis da física para provar que não desrespeitou nenhuma regra. Segundo ele, o guarda de trânsito &#8220;acredita ter visto o que não viu&#8221;.</p>
<p>&#8220;Logo, meu argumento foi o seguinte: o que ele (o oficial) viu seria faculmente confundido conforme o ângulo da</p>
<p>velocidade do objeto hipotético que não parou ao devido sinal. E, portanto, o que ele viu não necessariamente condiz com a real<br />
Mas antes que você tente apelar para as leis da física antes das leis de trânsito, atente que, segundo Krioukov, a combinação de uma série de eventos ocorreu para que ele pudesse elaborar o relatório e recorrer da infração. E questionado sobre se realmente parou ao sinal, apesar de toda a fundamentação teórica, o físico riu levemente e confirmou: &#8220;Claro que sim!&#8221;idade, que foi completamente diversa&#8221;, disse Krioukov.</p>
<p><strong>[Fonte: <a href="http://www.nbcsandiego.com/news/local/UCSD-Physicist-400-Traffic-Ticket-147450815.html" target="_blank">NBC San Diego</a>]</strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>E com vocês, os microorganismos!</title>
		<link>http://blogs.estadao.com.br/radar-cientifico/2012/04/10/um-filme-com-microorganismos/</link>
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		<pubDate>Tue, 10 Apr 2012 15:09:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nina Martinez</dc:creator>
				<category><![CDATA[Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>

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		<description><![CDATA[O cineasta austríaco Clemens Wirth filmou o comportamento de inúmeras criaturas microscópicas para montar a produção &#8216;Micro Empire&#8217; (em tradução literal, &#8216;Império micro&#8217;). Usando uma câmera Canon 5D Mark II, que foi adaptada para fazer imagens com a ajuda de um microscópio monocular, o cineasta criou essa empolgante aula de biologia, cheia de efeitos sonoros. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><code></code>O cineasta austríaco Clemens Wirth filmou o comportamento de inúmeras criaturas microscópicas para montar a produção &#8216;Micro Empire&#8217; (em tradução literal, &#8216;Império micro&#8217;).</p>
<p>Usando uma câmera Canon 5D Mark II, que foi adaptada para fazer imagens com a ajuda de um microscópio monocular, o cineasta criou essa empolgante aula de biologia, cheia de efeitos sonoros.</p>
<p><strong></strong></p>
<param name="src" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=39784233&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=1&amp;color=65c7a5&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" />
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<p><a href="http://vimeo.com/39784233">Micro Empire</a> from <a href="http://vimeo.com/clemento">clemento</a> on <a href="http://vimeo.com">Vimeo</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A Hora do Planeta já começou</title>
		<link>http://blogs.estadao.com.br/radar-cientifico/2012/03/31/a-hora-do-planeta-ja-comecou/</link>
		<comments>http://blogs.estadao.com.br/radar-cientifico/2012/03/31/a-hora-do-planeta-ja-comecou/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 31 Mar 2012 18:50:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nina Martinez</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; &#160; &#160; &#160;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="/radar-cientifico/wp-content/blogs.dir/224/files/A_combin1_.jpg" alt="A_combin1_.jpg" width="600" height="801" border="0" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img src="/radar-cientifico/wp-content/blogs.dir/224/files/A_combin3_.jpg" alt="A_combin3_.jpg" width="600" height="432" border="0" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img src="/radar-cientifico/wp-content/blogs.dir/224/files/A_combin5_.jpg" alt="A_combin5_.jpg" width="600" height="797" border="0" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img src="/radar-cientifico/wp-content/blogs.dir/224/files/Combo_pi_.jpg" alt="Combo_pi_.jpg" width="600" height="755" border="0" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img src="/radar-cientifico/wp-content/blogs.dir/224/files/A_combin10__1.jpg" alt="A_combin10__1.jpg" width="600" height="804" border="0" /></p>
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		<title>Mande sua foto da Hora do Planeta neste sábado</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Mar 2012 20:18:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nina Martinez</dc:creator>
				<category><![CDATA[Futuro]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>

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		<description><![CDATA[Está confirmado! São 102 cidades brasileiras, e mais de 448 monumentos, que vão apagar as luzes neste sábado, entre 20h30 e 21h30, durante a 5ª edição da Hora do Planeta. Se você também vai participar da iniciativa simbólica contra as mudanças climáticas e o aquecimento global, tire fotos antes e durante o apagão no seu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="/radar-cientifico/wp-content/blogs.dir/224/files/planeta__2.jpg" alt="planeta__2.jpg" width="600" height="427" border="0" /></p>
<p>Está confirmado! São 102 cidades brasileiras, e mais de 448 monumentos, que vão apagar as luzes neste sábado, entre 20h30 e 21h30, durante a 5ª edição da Hora do Planeta.</p>
<p>Se você também vai participar da iniciativa simbólica contra as mudanças climáticas e o aquecimento global, tire fotos antes e durante o apagão no seu bairro e compartilhe com a gente.</p>
<p>Envie as imagens para o email: <strong>infograficos@estadao.com.br</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Matemática ajuda a achar o Wally</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Mar 2012 17:00:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nina Martinez</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Matemática]]></category>

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		<description><![CDATA[Quase toda criança já se divertiu procurando aquele menino magro, de roupa listrada vermelha e óculos, o famoso Wally (ou Waldo, no original em inglês), que fica escondido em meio a milhares de pessoas diferentes. O programador Arnoud Buzing resolveu facilitar essa tarefa e criou um algoritmo que literalmente acha o Wally para você. Quer [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="/radar-cientifico/wp-content/blogs.dir/224/files/wally__1.jpg" alt="wally__1.jpg" width="600" height="454" border="0" /></p>
<p>Quase toda criança já se divertiu procurando aquele menino magro, de roupa listrada vermelha e óculos, o famoso Wally (ou Waldo, no original em inglês), que fica escondido em meio a milhares de pessoas diferentes.</p>
<p>O programador <a href="http://stackoverflow.com/users/1028599/arnoud-buzing" target="_blank"><strong>Arnoud Buzing</strong></a> resolveu facilitar essa tarefa e criou um algoritmo que literalmente acha o Wally para você. Quer saber como isso acontece? É que com a ajuda do código matemático, a complexidade visual da imagem vai sendo reduzida até que esteja em foco somente o personagem.</p>
<p><img src="/radar-cientifico/wp-content/blogs.dir/224/files/algoritmook_.jpg" alt="algoritmook_.jpg" width="600" height="400" border="0" /></p>
<p>[Via <a href="http://www.theverge.com/2012/3/22/2892927/waldo-mathematica-stack-overflow" target="_blank"><strong>The Verge</strong></a>]</p>
]]></content:encoded>
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