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Radar Científico

Esqueça despachantes ou quaisquer outros métodos para recorrer de multas de trânsito. Use a física para argumentar contra suas infrações – se você for um especialista, claro.

Foi o que fez Dmirti Krioukov, um físico da Universidade de San Diego (Califórnia). Com seu conhecimento e um pouco de criatividade, ele conseguiu se livrar de uma multa de US$ 400 (cerca de RS$ 700) por supostamente não ter brecado seu carro completamente ante um sinal para parar.

Argumentando com base nos seus conhecimentos de movimento angular e linear, Krioukov preparou um relatório de quatro páginas explicando que a multa que levou desafia as leis da física para provar que não desrespeitou nenhuma regra. Segundo ele, o guarda de trânsito “acredita ter visto o que não viu”.

“Logo, meu argumento foi o seguinte: o que ele (o oficial) viu seria faculmente confundido conforme o ângulo da

velocidade do objeto hipotético que não parou ao devido sinal. E, portanto, o que ele viu não necessariamente condiz com a real
Mas antes que você tente apelar para as leis da física antes das leis de trânsito, atente que, segundo Krioukov, a combinação de uma série de eventos ocorreu para que ele pudesse elaborar o relatório e recorrer da infração. E questionado sobre se realmente parou ao sinal, apesar de toda a fundamentação teórica, o físico riu levemente e confirmou: “Claro que sim!”idade, que foi completamente diversa”, disse Krioukov.

[Fonte: NBC San Diego]

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Toda mulher sabe que quando o ‘bad hair day’ surge, nada como apelar para um bom e velho rabo-de-cavalo. O problema é que tem dia que nem isso resolve.

Segundo cientistas britânicos, a solução para essa rebeldia capilar já existe. Eles criaram uma ‘equação da forma do rabo-de-cavalo’, ou seja, uma continha básica (!) que pode ajudar a mulherada a prender os cabelos com a máxima perfeição.

Nesta nova equação, os pesquisadores usam uma medida da ondulação e outra da rigidez do cabelo, além do chamado ‘número de Rapunzel’, que indica os efeitos da gravidade sobre o cabelo relacionado ao seu comprimento.

Achou isso uma bobagem? Saiba que Leonardo da Vinci já pesquisava sobre a aerodinâmica do cabelo há 500 anos.

[Via Gizmodo]

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Tuitar ou verificar os e-mails pode ser mais difícil de resistir do que fumar um cigarro ou tomar uma bebida alcoólica, dizem pesquisadores da Booth School of Business, da Universidade de Chicago, que decidiram medir o quanto as pessoas conseguem lidar com seus desejos.

De acordo com o estudo, liderado por Wilhelm Hofmann, mesmo que o sono e sexo sejam impulsos fortes, as pessoas estão mais propensas a ceder aos anseios tecnológicos, de usar redes sociais e outras páginas de contato e relacionamento.

Utilizando celulares BlackBerrys, o experimento foi feito com o objetivo de medir a força de vontade de 205 pessoas, com idade entre 18 e 85 anos, da cidade alemã de Würtzburg. Os resultados serão publicados em breve na revista ‘Psychological Science’.

Os participantes foram acompanhados durante sete dias consecutivos e tiveram de relatar todas as vezes que sentiram um desejo: de que tipo era, a força deste (se era irresistível) e se entrava em conflito com outros anseios. Das 10.558 respostas obtidas, 7.827 eram episódios de ‘desejo’. Sono e lazer foram os mais problemáticos, o que sugere uma ‘tensão generalizada entre inclinações naturais para descansar e a multiplicidade de obrigações’.

Resistir ao desejo de trabalhar quando ele entra em conflito com outros objetivos, tais como socialização ou lazer, pode ser difícil porque a ocupação profissional ajuda a definir a identidade das pessoas, dizem os pesquisadores. Além disso, ela está relacionada com muitos aspectos da vida diária.

“A vida moderna é uma confusão de desejos diferentes, marcados por conflitos e pela resistência, esta última com sucesso desigual”, disse Wilhelm Hofmann.

Segundo o estudo, os relatos de desejo para álcool, tabaco e café foram relativamente baixos, o que desafia ‘o estereótipo da dependência motivada por fortes e irresistíveis anseios’.

Como há mais custo com cigarros e álcool, inclusive monetário, os estudiosos afirmam que ceder aos desejos de chegar as mídias sociais pode ser menos consequente. Entretanto, a frequência tende a ‘roubar’ o tempo das pessoas.

[Via Guardian]

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Um novo estudo psicológico da Universidade Estadual da Flórida sugere que incentivar as crianças a refletirem sobre suas paixões pode transformá-las em pessoas ciumentas e nervosas, daquelas que insultam e gritam a altos brados quando se sentem ameaçadas por rivais amorosos.

Durante o experimento, cerca de 130 pessoas foram entrevistadas sobre seus relacionamentos e possíveis crises de ciúmes. Eles tiveram que responder questões sobre o que sentiam, e faziam, por seus parceiros em determinadas situações. O grupo também passou por testes ‘provas de amor’, que consistiam em olhar fotos de pessoas pouco ou muito atraentes e dar opiniões, além de participar de jogos videogame com parceiros bonitos que ficavam escondidos.

Segundo o psicólogo e autor do estudo, Jon Maner, foi verificado que não é o sexo que incentiva a raiva, mas sim o excesso de amor pelos companheiros. “Quanto mais amor os participantes sentiam por seus namorados/namoradas, mais negativamente avaliavam pessoas atraentes do mesmo sexo”, diz o especialista. “O amor é tido como o mais positivo dos sentimentos humanos, mas também tem um lado obscuro”. Ou seja: ele pode nos transformar em idiotas ciumentos.

[Via Gizmodo e LiveScience]

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A pergunta pode parecer estranha, mas não para o site Nerdy Baby, da artista Tiffany Ard. Lá, você pode encontrar todo o tipo de brinquedos educativos científicos, incluindo livros de colorir sobre biologia celular e a história de “Pat, o gatinho de Schrodinger”.

E se você gostou da ideia, o site Think Geek também tem toda uma área dedicada para “crianças geeks”, com uma variedade enorme de brinquedos e livros selecionados de acordo com a idade apropriada para o uso. Os dois sites entregam no Brasil e têm preços bem bacanas.

Agora só falta algum fabricante brasileiro trazer a ideia para o País.

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Dois arqueólogos britânicos deram declarações um tanto quanto polêmicas sobre desenhos de Johnny Rotten, do Sex Pistols, encontrados nas paredes de um apartamento de Londres. Para os pesquisadores John Schofield e Paul Graves-Brown, os rabiscos e grafites (cheios de palavrões e obscenidades, como era de se esperar) são o “Lascaux do punk” e deveriam ser tratados como achados arqueológicos. A polêmica opinião foi publicada na revista Antiquity.

Segundo os pesquisadores, os grafites de 1975 pintados nas paredes de uma casa do século XIX deveriam ser analisados com o mesmo cuidado e meticulosidade com que os cientistas analisam a arte paleolítica encontrada nas paredes de cavernas. Mais imagens e informações no Discovery

 

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Quer perder a marca de uma cicatriz – ou ao menos melhorar a aparência feia que ficou? Um novo produto promete resolver esse problema para você. O Kit ReCell foi desenvolvido para tratar queimaduras, feridas, hiper ou hipo-pigmentação (o popular albinismo). Segundo a empresa responsável, a estrangeira Avita Medical, a pele fica como se nunca tivesse sido danificada, especialmente em pessoas mais jovens.

Funciona assim: o produto colhe os queratinócitos e os melanócitos do paciente – que são os blocos de construção das células da pele – e os coloca em uma solução que permite a multiplicação. Uma área de cerca de 80 vezes maior que a amostra original pode ser produzida em menos de meia hora. Depois disso, as novas células são pulverizadas pelo spray sobre a queimadura, onde irão se multiplicar ainda mais. Diferente de outros tratamentos, não há qualquer risco de rejeição ou doença, já que as células são do próprio paciente.

O kit já foi aprovado para comercialização na Europa, Austrália e Canadá, mas está ainda em fase de experimentos clínicos nos Estados Unidos.

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Quer resistir a uma tentação? Um novo estudo sugere que pensar pode colocar tudo a perder.

Pode ser um doce para quem está de dieta, uma taça de vinho para quem luta contra o alcoolismo ou uma mulher atraente para um homem casado. Como frear o impulso de sucumbir à tentação e permanecer fiel a seus objetivos de longo prazo?

Cientistas da Northwestern University mostram que parar para pensar no assunto pode por tudo a perder. Os autores resolveram estudar o tema para tentar conciliar dois pressupostos contraditórios encontrados na literatura: um diz que a presença da tentação deturpa a cognição e promove o comportamento impulsivo enquanto o outro, ao contrário, afirma que a tentação desperta processos de proteção que levam ao autocontrole.

Para os autores, as duas versões deixam um fator crucial de fora: é a interação entre tentação e estados viscerais – como fome, sede ou desejo sexual – que dita se o mesmo processo cognitivo vai levar a comportamentos impulsivos ou ao autocontrole.

Para testar essa hipótese, eles fizeram duas experiências. Na primeira, 49 voluntários, todos estudantes em relacionamentos sérios, foram divididos em dois grupos. Uns assistiram a filmes eróticos e outros a um sobre moda. Em seguida, os pesquisadores mostraram imagens de mulheres atraentes e observaram por quanto tempo os homens olharam pra elas.

Uma semana depois, repetiram a experiência, desta vez dizendo que as moças eram estudantes disponíveis. O grupo que assistiu ao filme erótico perdeu mais tempo olhando as fotos das moças. O mesmo não aconteceu com o outro grupo.

Em outro estudo, 53 fumantes foram divididos em dois grupos. Alguns foram instruídos a fumar antes da experiência, enquanto o resto ficou sem cigarros por três horas. Depois, todos relataram o prazer de fumar.

Na fase dois, nas mesmas condições, os voluntários tiveram uma escolha: esperar 40 minutos para fumar e ganhar 3 euros ou fumar imediatamente e não ganhar nada. Como esperado, os que haviam fumado conseguiram esperar – mas também avaliaram o prazer de fumar pior do que da primeira vez. Os demais não esperaram, mas avaliaram o prazer de fumar positivamente.

O que todo isso nos mostra? “Se pensamos em razão versus emoção, tendemos a pensar que a cognição serve a interesses a longo prazo e a emoção, à gratificação imediata – como se tivéssemos um anjo e um demônio de cada lado”, dizem os autores.

Mas para os cientistas isso não é bem assim. Segundo eles, é verdade que necessidade ou desejo promovem impulsividade, mas também corrompem processos cognitivos que poderiam interromper tal comportamento. “Quando você está em tentação, sua racionalização pode sucumbir e você ter o demônio dos dois lados”, concluem os autores.

 

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  • roberto: é isso ae!
  • Luiz Gastão: Santa divulgação de conhecimento, antes restrito hoje na internet.Google parabens
  • Bruno Silva: http://www.sobrenatural.org/ma teria/detalhar/13236/provas_da _existencia_de_seres_humanos_g igantes/...

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