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Radar Científico

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Pela 1ª vez, o Telescópio Espacial Spitzer, da Nasa, detectou no espaço a forma sólida de buckyballs, que são 60 átomos de carbono dispostos em esferas ocas que se assemelham a bolas de futebol. Eles já tinham sido detectados em 2010, mas apenas como gás.

Para se tornarem uma partícula sólida, os buckyballs devem se ficar juntos, conforme ilustrado acima. Nesse caso, eles se alinharam ao redor da pequena estrela XX Ophiuchi, que está situada 6.500 anos-luz da Terra.

A descoberta mostra que as esferas de carbono são prevalentes em certas regiões estelares do cosmos. Ao contrário de um gás, o sólido é mais denso, requerendo grandes quantidades de moléculas para se formar.

Os buckyballs levam esse nome porque também se parecem com as cúpulas geodésicas do falecido arquiteto Richard Buckminster Fuller.

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O ex-astronauta John Glenn comemorou nesta última segunda, 20, o 50º aniversário do voo que o transformou no primeiro astronauta americano a orbitar a Terra. Ex-senador democrata, de 1974 a 1999, ele aproveitou o festejo da data para lamentar os cortes no programa espacial dos EUA.

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Foto acima mostra John Glenn, em 20 de fevereiro de 1962, quando partiu a bordo da nave espacial Atlas e orbitou por três vezes a Terra.

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Um novo estudo indica que comedores profissionais – aquelas pessoas que participam de competições de comida pelo mundo – têm estômagos maiores e que estes funcionariam como verdadeiros balões de compressão.

Para chegar a essa conclusão, o chefe de radiologia gastrointestinal do Hospital da Universidade da Pensilvânia, Marc Levine, recrutou um comedor, classificado entre os top 10 do mundo, e um homem 45 quilos mais pesado e quatro centímetros mais alto. Ambos foram testados durante um concurso de cachorro-quente com auxílio da fluoroscopia, uma técnica que mostra, em tempo real, imagens dos órgãos internos – no caso, os estômagos dos dois.

Quando vazio, nosso trato digestório inteiro realiza uma contração muscular ondulatória, chamado peristaltismo. Isso permite a movimentação de comida através do corpo. Segundo o pesquisador, desde o início foi notado que quase não havia peristaltismo no estômago do comedor.

Durante a competição, o outro homem parou de comer depois de apenas sete cachorros-quentes, enquanto o comedor profissional continuou. Após 10 minutos, e 36 lanches, Marc Levine pediu para que ele parasse. As imagens feitas mostravam que seu estômago tinha esticado até atingir o abdome alto, mas ainda não havia muito peristaltismo.

De acordo com o pesquisador, o estômago do comedor se adaptou à expansão, já que é regularmente forçado a consumir mais do que o normal. É como se ele nunca se sentisse cheio, o que faz com que seu estômago não precise da contração muscular. No entanto, isso ainda não é inteiramente compreendido pelos estudiosos. Mais pesquisas virão.

[Via Gizmodo e Popular Science]

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Para os apaixonados por matemática, uma equação especial no Valentine’s Day, o dia dos namorados comemorado nesta terça, 14, pelo mundo afora.

É só jogar a função abaixo no Google, na página em inglês, e se encantar com o romantismo nerd!

sqrt(cos(x))*cos(300x)+sqrt(abs(x))-0.7)*(4-x*x)^0.01, sqrt(6-x^2), -sqrt(6-x^2) from -4.5 to 4.5

 

[Via Mashable]

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Toda mulher sabe que quando o ‘bad hair day’ surge, nada como apelar para um bom e velho rabo-de-cavalo. O problema é que tem dia que nem isso resolve.

Segundo cientistas britânicos, a solução para essa rebeldia capilar já existe. Eles criaram uma ‘equação da forma do rabo-de-cavalo’, ou seja, uma continha básica (!) que pode ajudar a mulherada a prender os cabelos com a máxima perfeição.

Nesta nova equação, os pesquisadores usam uma medida da ondulação e outra da rigidez do cabelo, além do chamado ‘número de Rapunzel’, que indica os efeitos da gravidade sobre o cabelo relacionado ao seu comprimento.

Achou isso uma bobagem? Saiba que Leonardo da Vinci já pesquisava sobre a aerodinâmica do cabelo há 500 anos.

[Via Gizmodo]

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Tuitar ou verificar os e-mails pode ser mais difícil de resistir do que fumar um cigarro ou tomar uma bebida alcoólica, dizem pesquisadores da Booth School of Business, da Universidade de Chicago, que decidiram medir o quanto as pessoas conseguem lidar com seus desejos.

De acordo com o estudo, liderado por Wilhelm Hofmann, mesmo que o sono e sexo sejam impulsos fortes, as pessoas estão mais propensas a ceder aos anseios tecnológicos, de usar redes sociais e outras páginas de contato e relacionamento.

Utilizando celulares BlackBerrys, o experimento foi feito com o objetivo de medir a força de vontade de 205 pessoas, com idade entre 18 e 85 anos, da cidade alemã de Würtzburg. Os resultados serão publicados em breve na revista ‘Psychological Science’.

Os participantes foram acompanhados durante sete dias consecutivos e tiveram de relatar todas as vezes que sentiram um desejo: de que tipo era, a força deste (se era irresistível) e se entrava em conflito com outros anseios. Das 10.558 respostas obtidas, 7.827 eram episódios de ‘desejo’. Sono e lazer foram os mais problemáticos, o que sugere uma ‘tensão generalizada entre inclinações naturais para descansar e a multiplicidade de obrigações’.

Resistir ao desejo de trabalhar quando ele entra em conflito com outros objetivos, tais como socialização ou lazer, pode ser difícil porque a ocupação profissional ajuda a definir a identidade das pessoas, dizem os pesquisadores. Além disso, ela está relacionada com muitos aspectos da vida diária.

“A vida moderna é uma confusão de desejos diferentes, marcados por conflitos e pela resistência, esta última com sucesso desigual”, disse Wilhelm Hofmann.

Segundo o estudo, os relatos de desejo para álcool, tabaco e café foram relativamente baixos, o que desafia ‘o estereótipo da dependência motivada por fortes e irresistíveis anseios’.

Como há mais custo com cigarros e álcool, inclusive monetário, os estudiosos afirmam que ceder aos desejos de chegar as mídias sociais pode ser menos consequente. Entretanto, a frequência tende a ‘roubar’ o tempo das pessoas.

[Via Guardian]

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  • Luiz Gastão: Santa divulgação de conhecimento, antes restrito hoje na internet.Google parabens
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