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Radar Científico

27.dezembro.2011 10:05:06

O sonho dos carros voadores

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O futuro imaginado por quem viveu durante a década de 1950 parece que nunca vai chegar. Até o momento nada de teletransporte, passeios divertidos pelo sistema solar e muito menos os tão almejados carros voadores. A não ser nas telas do cinema, é claro.

Segundo cientistas, a tecnologia logo nos presenteará com novidades. Mas enquanto o universo Jetson não vira realidade, tente renovar suas esperanças imaginando o fim do engarrafamento de todos os dias com a promessa de carro voador que foi lembrada pelo site retronaut.com. Data de 1957.

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Será que a Lua já foi palco de explorações alienígenas? Para pesquisadores da Universidade Estadual do Arizona, a resposta é sim. E mais do que isso: tal especulação rendeu um artigo científico sobre a importância da busca por supostos artefatos alienígenas na superfície lunar.

De acordo com Paul Davies, físico teórico e cosmólogo, e Robert Wagner, estudioso da Escola da Exploração da Terra e do Espaço, é hora de ampliar a procura por inteligência extraterrestre. Ao invés de olhar apenas para as mensagens de rádio, a ciência deve procurar por vestígios de explorações alienígenas em corpos celestes do nosso sistema solar – a começar pelo nosso satélite natural.

No estudo, é dito que as civilizações alienígenas podem ter enviado sondas para a nossa região da galáxia e que essas missões teriam ocorrido há muito tempo. Para os pesquisadores, o ambiente lunar poderia ter preservado os artefatos durante milhões de anos, já que não há muita atividade por lá. Eles até indicam o uso do banco de dados do Lunar Reconnaissance Orbiter (LRO), da Nasa, para encontrar fotografias sobre os traços alienígenas.

Segundo Davis e Wagner, há uma grande probabilidade dos aliens terem deixado um recado, do tipo ‘Estivemos aqui!’, em uma cratera ou uma das cavernas de lava que existem na superfície lunar.

Leia mais sobre o estudo.

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Presenciar a rápida passagem de um cometa cruzando o espaço é para poucos. Que o diga o comandante da Estação Espacial Internacional (ISS), Dan Burbank, que capturou imagens incríveis do cometa Lovejoy (C/2011 W3). Felizmente, com a ajuda da tecnologia, esse raro prazer pode ser dividido com qualquer um de nós – ainda que estejamos a cerca de 400 km de distância da ISS.

Focalizado a 386 km acima do horizonte da Terra, o cometa Lovejoy ficou famoso nesta última semana por sobreviver a um inevitável encontro com o Sol. Tudo graças a um desvio ocorrido próximo a uma estrela. Ficou curioso em conhecer o tal cometa espertalhão? Confira o vídeo gravado pelo comandante e se emocione com a beleza desse corpo celeste.

Quer ver mais fotos? Acesse o site da Nasa

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Um novo estudo retoma e detalha as chamadas “galáxias anãs ultra compactas” (Ultra-compact dwarf galaxies, UCDs, na sigla em inglês), consideradas pela ciência um dos objetos mais misteriosos do espaço. Uma equipe de astrônomos da Organização Europeia para a Pesquisa Astronômica no Hemisfério Sul (ESO), investigou as UCDs e chegou à conclusão de que as propriedades das galáxias anãs ultra compactas correspondem aos aglomerados de estrelas brilhantes.

De acordo com os pesquisadores, a distribuição da luminosidade das UCDs combina perfeitamente com a dos mais brilhantes aglomerados globulares de estrelas no espaço. Várias centenas de UCDs foram encontradas até o momento e, para os estudiosos, existem duas explicações para formação delas: são aglomerados de estrelas muito maciças ou galáxias anãs ‘normais’ que foram transformadas por efeitos de maré.

As UCDs são descritas como uma classe populosa e potencialmente distinta de sistemas estelares que datam de cerca de uma década atrás. Caracterizados por uma morfologia compacta, de 30 a 300 anos-luz de tamanho, e massas altas (mais de um milhão de massas solares), esses objetos espaciais são muito parecidos com as estrelas e as galáxias anãs, tanto pelo tamanho e forma quanto pela capacidade luminosa.

Veja também:

* Hubble encontra pequenas galáxias produzindo estrelas em alta velocidade

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A pergunta pode parecer estranha, mas não para o site Nerdy Baby, da artista Tiffany Ard. Lá, você pode encontrar todo o tipo de brinquedos educativos científicos, incluindo livros de colorir sobre biologia celular e a história de “Pat, o gatinho de Schrodinger”.

E se você gostou da ideia, o site Think Geek também tem toda uma área dedicada para “crianças geeks”, com uma variedade enorme de brinquedos e livros selecionados de acordo com a idade apropriada para o uso. Os dois sites entregam no Brasil e têm preços bem bacanas.

Agora só falta algum fabricante brasileiro trazer a ideia para o País.

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07.dezembro.2011 14:30:32

Os satélites em números

Em 2011, dois satélites desativados em rota de colisão com a Terra viraram notícia. Aproveitando a volta do Uars e do Rosat, encontramos esse vídeo que mostra “a breve história dos satélites no espaço”, resumindo em números todos os lançamentos e quedas desde 1957.

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Atenção, amantes da matemática!
O Google mostra versatilidade mais vez e agora funciona como uma calculadora gráfica. Sim, é verdade! Basta colocar uma fórmula matemática no campo de busca, na versão em inglês do site, e apertar o enter. Em segundos, um belo gráfico interativo surge na tela para você se divertir.
Resolvemos testar uma fórmula unindo as três funções mais queridas da trigonometria: seno, cosseno e tangente. Jogamos no Google cos(x), sin(x), tan(x) e o buscador nos mostrou a imagem aqui abaixo. Curtiu? Faça o teste você também.

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Kristian von Bengtson, da revista Wired, publicou um “guia universal” para quem quer ir ao espaço. Se você sempre teve esse sonho, vale a pena responder ao questionário.

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Ciência, saúde e sustentabilidade se aprendem desde cedo. É o que comprova o um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão da Fapesp, que disponibiliza na internet jogos infantis educativos. De temáticas variadas – que vão da sustentabilidade ao combate da dengue, passando pelo aprendizado de ciências -, os jogos podem ser usados em sala de aula ou em casa.

Veja também:
Vamos operar um joelho (de brincadeirinha)?

 

 

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Certos elementos atraem elétrons com mais força do que outros, e por esta razão os pesquisadores sempre acreditaram que somente as moléculas feitas de elementos diferentes é que podiam alcançar o arranjo assimétrico eletrônico conhecido na química como momento de dipolo permanente. Essa ideia caiu por terra com um novo estudo publicado pela revista Science em que é afirmado que as moléculas feitas do mesmo elemento – neste caso, o rubídio – também podem participar deste tipo único de polaridade.

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Segundo o pesquisador Li Weibin e sua equipe, foi descoberta recentemente uma molécula que envolve um átomo de rubídio em seu estado fundamental e outro com um elétron de valência altamente excitada que foi unido por uma ligação eletrônica assimétrica entre os átomos. Vale explicar aqui que, durante o estado excitado, o elétron está em um novo nível de energia, enquanto o átomo em estado fundamental continua no estado original.

Li e seus colegas descrevem a nuvem de elétrons excitados do átomo (na foto abaixo) como uma extensão exterior tão forte que o outro átomo que em seu estado fundamental fica essencialmente subordinado dentro dela. Com base nesta geometria incomum, a molécula de rubídio adota um momento de dipolo permanente e atrai muito mais elétrons.

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  • lucia maria camargo de sá: Muito boa esta informação. Toda informação sobre saúde é bem vinda. Luica de Sá
  • Tetsuo Shimura: Jonas Floriano voce foi até muito bonzinho, pois o texto está péssimo. O que se entende em...
  • Livre Pensador: Porque nada se conclui dizendo-se isso ou aquilo, seja contra ou a favor. Isso é apenas opinião. O...
  • Marcos Paetá: O fato ocorreu em 1995? 1 real = 1U$$
  • Jonas Floriano: Texto mais ou menos, US$ 400 equivale a RS$ 400? se sim… faz tempo que houve este caso heim rsrs

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