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A quantas anda o mercado de games no Brasil?

  • 1 de fevereiro de 2010|
  • 16h57|
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No Link, já mostramos quais são nossas apostas para 2010.Será um ano movimentado.

Mas, no meio desse turbilhão mundial, como o Brasil se posiciona? Teremos finalmente uma guerra local dos consoles, presença dos grandes fabricantes ou seremos meros importadores?

Até agora, o jogo está bom. A Microsoft continua firme na liderança, principalmente por ter sido a pioneira da nova geração. Enquanto a Nintendo deu as costas ao Brasil, a dona do Windows veio com o Xbox 360 e marcou território. Baixou preços, lançou jogos 100% em português, enfim, fez sua parte.

A Nintendo foi a segunda a aparecer. De volta, mas de forma tímida (a Nintendo conta apenas com a representação de uma distribuidora, que responde pela empresa no Brasil) ela começou a vender o Wii por aqui. Depois de um tempo, ela precisou se adaptar, reduzir preços e agora é possível encontrar os games e consoles da Nintendo na maioria das grandes lojas.

A Sony foi a última a entrar no jogo. Depois de mais de 15 anos fazendo sucesso informalmente (leia-se, pelo mercado de contrabando e pelo descaminho de mercadorias) a Sony decidiu abraçar oficialmente o mercado brasileiro e capitalizar em cima da popularidade da marca PlayStation. A empresa chegou com jogos caríssimos, mas rapidamente se adaptou e equiparou seus preços com os da Microsoft.

Ainda estamos longe de ter fábricas produzindo os maiores consoles localmente. O mercado de PCs anda estranho, com a saída da Eletronic Arts, mas o jogo está prestes a mudar, com as parcerias da Synergex com Sega e Take Two.

É claro que temos uma indústria de games local, com estúdios fazendo jogos de forma independente e até convênios de grandes empresas com instituições de ensino, como o caso da Ubisoft com a PUC-RS. E não podemos esquecer do Zeebo, que apesar de fraco tem seus méritos.

Os jogos de celulares ainda são uma força por aqui, mas será que o Brasil está fadado a fazer joguinhos baratos e oferecer apenas diversão instantânea?

Durante essa semana, falaremos com algumas figuras importantes da indústria para fazer um balanço de como as coisas estão no mercado brasileiro e o que pode melhorar.

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