No encontro da Parceria para o Governo Aberto, ou Open Government Partnership, um grupo de ativistas da Transparência Hacker usa seu arsenal cibernético para colocar à prova os compromissos de transparência apresentados por 51 países.
Reunidos em uma das salas do Centro de Convenções Ulysses Guimarães, eles promovem desde ontem uma “maratona hacker” para apresentar na internet aplicativos e visualizações de dados alimentadas pelas bases da OGP. Entre elas está a lista completa dos planos de ação em que cada país delineia seus compromissos para promover maior transparência no setor público.
Um dos projetos sobre os quais os hackers se debruçavam ontem era a construção de uma espécie de plataforma de votação, na qual os internautas poderiam manifestar sua concordância ou contrariedade em relação aos planos dos países participantes. Se tudo der certo, o site estará no ar ainda hoje.
Outra turma, na mesa ao lado, optou por “atacar” o site do BNDES – no bom sentido. Os hackers abraçaram um projeto do Ibase (Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas) para mapear os financiamentos concedidos pelo banco estatal no país. “Nossa avaliação é de que o BNDES é pouco transparente e poderia divulgar melhor os seus dados”, disse o jornalista Augusto Gazir, do Ibase. (Daniel Bramatti)
Tags: CGU, dados abertos, informações públicas, lei de acesso à informação, transparência
parabens por essa iniciativa dos hackers pela transparencia!!!!precisa de coragem e ousadia pra cobrar dos governos o que deveria ser uma obrigaçao!
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