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Solicitei umas informações ao ministério da Saúde – outra pauta em andamento sobre a qual não posso falar muito – e recebi uma resposta insatisfatória, com milhares de memorandos que não pedi, encaminhados em formato ZIP ao meu e-mail.

Recorri.

E então o Serviço de Informação ao Cidadão da pasta, sabe-se lá por qual motivo, em vez de me fornecer as informações que solicitei, começou a mandar cada um dos memorandos como anexo de e-mail.

Meu e-mail funcional tem capacidade de 100MB. Não é difícil constatar que 20 e-mails lotaram a minha caixa de entrada.

E foi então que recebi a imperativa mensagem acima.

Ora, encaminhar dezenas e dezenas de emails grandes para uma caixa de entrada não é a melhor forma de fornecer informação. Ainda mais quando não é a informação solicitada.

Seria bom os SICs se habituarem a usar a computação em nuvem, o Google Drive, o Dropbox, etc…

(Fernando Gallo)

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O Brasil ocupa a 59ª posição, de 193 países avaliados, no ranking 2012 da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre governo eletrônico, tendo subido duas posições em relação ao mesmo ranking feito dois anos atrás.

O dado foi divulgado pelo Programa de Administração Pública da ONU (DPADM, na sigla em inglês).

A Coreia do Sul lidera o ranking, seguida por Holanda (2º), Reino Unido (3º), Dinamarca (4º), Estados Unidos (5º), França (6º), Suécia (7º), Noruega (8º), Finlândia (9º) e Singapura (10º).

Em relação aos países sul-americanos, o Brasil fica atrás de Chile (39º), Colômbia (43º), Uruguai (50º) e Argentina (56º).

A lista elaborada pela ONU leva em consideração a capacidade e a vontade do setor público de implantar tecnologia da informação e da comunicação para melhorar o conhecimento e a disseminação da informação em beneficio dos cidadãos.

A capacidade é demonstrada pelos esforços financeiros, de infraestrutura, de capital humano e também pelo poder regulatório e administrativo do Estado.

A vontade, por sua vez, é expressa pelo desejo e pelo compromisso do governo de prover informação e conhecimento de modo a empoderar os cidadãos.

A pesquisa sobre governo eletrônico, como lembra a entidade em sua página na internet, engloba o contexto econômico e social dos países. Desde 2003 a ONU considera o padrão geral e o grau de desenvolvimento de cada país.

Além disso, sustentam as Nações Unidas, por mais sofisticadas que sejam as iniciativas de e-gov, elas “provavelmente não contribuirão para o desenvolvimento se alcançarem apenas alguns poucos privilegiados”.

Conclusão geral

Na conclusão geral do estudo 2012 (a íntegra pode ser encontrada aqui, em inglês; infelizmente ainda não há tradução para o português), os pesquisadores da ONU sustentam que o progresso na prestação de serviços on-line continua na maioria dos países em todo o mundo, e que muitos têm posto em prática iniciativas de governo eletrônico para melhorar ainda mais a eficiência do setor público e agilizar os sistemas de governança para dar apoio ao desenvolvimento sustentável.

A entidade conclui, no entanto, que é necessária uma maior sinergia entre os órgãos de governo de modo a se criar um desenvolvimento sustentável, sobretudo em um clima de recessão econômica global.

“No clima de recessão do mundo atual, embora seja importante continuar com a prestação de serviços, os governos devem cada vez mais começar a repensar os termos de governo eletrônico – e governança eletrônica – colocando maior ênfase no estabelecimento de vínculos institucionais entre as estruturas de governo em uma tentativa de criar sinergia para o desenvolvimento sustentável”.

(Fernando Gallo)

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  • silvia: parabens por essa iniciativa dos hackers pela transparencia!!!!precisa de coragem e ousadia pra cobrar dos...
  • Daniel: Accountability=prestacao de contas

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