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Prêmio Paladar 2012

  • 16 de agosto de 2012|
  • 3h00|
  • Por Lucineia Nunes

 

Gosta de comer? E de opinar? Se respondeu sim às duas perguntas, saiba que queremos você! Estão abertas as inscrições para jurados do Prêmio Paladar 2012.

As vagas são mais disputadas que vestibular da Fuvest (ano passado, foram quase 69 inscritos para cada vaga; engenharia civil na USP foi o curso mais concorrido e teve apenas 52,27 candidatos por vaga).

Se inscrever é fácil: basta escrever um texto de oito a dez linhas sobre alguma experiência gastronômica e postar como um comentário deste post – não precisa ser recente, nem falar somente bem. Elogios ou críticas, não importam, avaliaremos seu estilo de texto e conhecimento sobre comida.

Durante a temporada do Prêmio Paladar 2012, os escolhidos frequentarão, incólumes, os restaurantes e avaliarão os pratos concorrentes no calor das garfadas. Nada de voto de memória, todos os pratos terão de ser provados durante a temporada de avaliação. Não precisa se incomodar que o trabalho de escolher quais pratos e restaurantes entram na disputa é feito pela equipe do Paladar.

E a conta é do Paladar. Cada jurado recebe um cartão de crédito, como é tradição no Prêmio Paladar desde a primeira edição. Tudo o que o jurado tem de fazer é comer, opinar e eleger os melhores. E aí, vai encarar?

AS REGRAS SÃO CLARAS…

1 – Textos devem ser postados entre hoje (dia 16 de agosto) e as 23h59 de quinta-feira (23 de agosto)

2 – Os textos devem ter de oito a dez linhas. Nem mais, nem menos

3 – Candidatos podem mandar um único texto. Serão desclassificados aqueles que mandarem mais de uma crítica

4 – Não é permitida a participação de profissionais da área de gastronomia ou pessoas com qualquer envolvimento ou interesse com bares, restaurantes e lanchonetes

 

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489 Comentários Comente também
  • 16/08/2012 - 07:58
    Enviado por: Mayra Abucham

    Para mim o pão na chapa é o maior exemplo de confort food do mundo! Falo exatamente do nosso pãozinho francês torradinho, com a manteiga derretendo, tão caprichadinho, tão crocante.
    Mas extrapolemos o pão. Existe ainda o aroma de ‘bacon-presunto-queijo-ovo-tudo-misturado’ vindo da chapa, que enche o ambiente. O melhor pão na chapa é aquele da esquina da minha casa. Isso porque as memórias afetivas se misturam com o gosto da comida. Como separar?

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  • 16/08/2012 - 09:31
    Enviado por: Martin Wille

    Acarajé não é comida, é ritual,assunto polêmico para se discutir e saborear com amigos. Acarajé há muitos,mas o único que me introduziu devidamente a essa encantadora arte foi o do Consulado da Bahia, que com certeza faz jus ao seu nome. O gosto da Bahia também está presente na obrigatória e deliciosa muqueca de camarão e no ambiente, meio boteco, meio chique. Marcelo, o gerente, perdão o cônsul ,leva sempre consigo um sorriso e o calor da sua terra, pois sabe que essa está muito bem representada aqui.

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  • 16/08/2012 - 10:51
    Enviado por: Amleto Leandro Bernardi

    O peixe do dia………Brasserie Le Jazz
    Menu confiance?
    No cardápio corajoso encontro o “peixe do dia”.
    Reciprocidade é o que espero da proposta!
    A pescada branca grelhada estava excelente no “ponto de soltar nacos” mesmo sem o garfo de peixe, consegui destrinchar e sentir o frescor. 
    Acompanhava um impecável purê de batatas, servido numa “cocotte” acomodada no mesmo prato com o peixe e um espinafre cozido no seu verde mais verde.
    Dei sorte….sabia da longa e deliciosa espera programada de pé no balcão, fui atendido com muita simpatia e ao final, preço justo. 

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  • 16/08/2012 - 11:16
    Enviado por: Alfredo Pinheiro

    Sempre gostei de cozinha e degustar vários tipos de comida . Resolvi fazer um curso sobre paellas no espaco Viandier em SP . Realizei este curso em 2009 e desde então venho sendo solicitado para preparar uma paella sempre nos dia dos Pais,pelos meus familiares e amigos . Desde a compra dos ingredientes ( mariscos, lulas , polvo , camarão e arroz) até a preparação total .Verifico a frescura dos ingredientes , desde a limpeza e preparação . Isto é um ” lazer ” ,pois adoro ficar a manhã toda preparando para depois ouvir os comentários de todos , ruins ou bons , não importa é o que me dá maior prazer .

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  • 16/08/2012 - 11:35
    Enviado por: keli cristina do nascimento

    Meu marido decidiu fazer uma carne assada, para meu espanto quando cheguei estava pronta,com uma cara maravilhosa bem dourada e com uma casquinha crocante, as batatas bem douradas, quando foi servido o prato com arroz branco,todos de casa sentiram que algo diferente estava dando um sabor diferente,logo perguntei vc usou canela,e ele me disse que havia usado pimenta do reino mas não,foi mesmo a canela que ele usou..mas para espanto de todos o sabor da canela, ficou espetacular e todos gostarão muito.

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  • 16/08/2012 - 12:59
    Enviado por: Fábio Alberici de Mello

    Desde adolescente, alimento um ranking pessoal: de ossobucos. Em restaurante estrelado ou popular, se o corte está lá, 90% de chance de pedir. O líder da ‘competição’ também é top nas listas brasileiras: Fasano/ossobuco e risoto de açafrão. A última garfada, coberta de tutano, custa a sair da memória.
    Na lanterna, Passaparola – stinco(canela inteira) sem tempero e mal cozido. Graças ao dólar amigo, o ranking tem Trattoria Dell’Arte (NY) e Savio’s (MEX). Será que Itália entrará e assumirá a ponta? A ver…

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  • 16/08/2012 - 13:29
    Enviado por: Marcelo Teixeira Fernandes

    Casas especializadas em um só produto pipocam pela cidade: bolos, pudins, bombas e etc. Se a casa é especializada em um só produto, este tem que ser maravilhoso! Não adianta colocar na frente da loja “O malhor blábláblá do mundo”, só o tempo dirá se aquele produto é realmente bom, caso contrário a casa não vingará. Os proprietários em sua grande maioria cursaram Propaganda e Marketing e investem em assessoria de imprensa e decoração quando abrem suas casas,mas se esquecem do principal: O PRODUTO!

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  • 16/08/2012 - 15:21
    Enviado por: Juliana Tamashiro

    Sou carnivora assumida, mas me rendi ao vegetariano Gopala Hari, que oferece sabor e preço justo. Surpresa, me deliciei com as pakoras (legumes empanados), Tadka Dahl (ensopado de grao de bico), pimenta doce recheada, lasanha de alcachofra, arroz de tamarindo…Gran finale: banana celestial (faz juz ao nome) ou a torta de iogurte com laranja: divinas. Tudo entremeado por sucos, caipirishi e chai, servidos a vontade. Os temperos explodem na boca, dando vontade de comer de olhos fechados. A fila de espera é grande, mas vale a pena.

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  • 16/08/2012 - 15:22
    Enviado por: Silvia Campos salles

    Cheiro de Mar…casa de Avó e Almoço de domingo..
    Tudo isso, e mais o sabor maravilhoso dos pratos de peixes e frutos do mar,é o que nos remete o restaurante Pilico e Bia
    O Bobó de Camarão chega fumegando em panela de barro, caprichada no tempero e com um toque muito caseiro.

    O sabor é suave, com um leve toque condimentado, que pode ser acentuado com a pimenta feita pela Bia.
    A falta de serviço e sofisticação, nem são percebidas quando estamos saboreando a casquinha de robalo com genmgibre e os bolinhos de bacalhau.

    Preço justo com gostinho de “quero voltar muitas vezes…”

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  • 16/08/2012 - 16:44
    Enviado por: Ariovaldo Antonio de Souza

    Considero que a refeição nossa de cada dia deva ser preparada com técnica e com arte para ser saborosa, ter apresentação agradável à saciedade do meu apetite e ser servida em local bom, belo, bonito e com cheiro agradável para atender a estética, tão necessária ao se degustar uma refeição.
    Nesta semana estive na Rua do Carmo, no centro de São Paulo. Queria almoçar. Não me senti encorajado a entrar e comer nos bares, botecos e restaurante da região. Estão localizados em ruas, ou praças que exalavam mau cheiro.

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  • 16/08/2012 - 17:06
    Enviado por: Thiago Ladeira

    Os garçons que me perdoem, mas bom serviço é fundamental! Fui ao The Fifties da R. Funchal às 16h de uma 4ª feira e tudo que eu esperava era um ambiente vazio e com atendimento rápido e eficaz. Puro engano! Apesar da presença de outros famintos no local e de garçons em número suficiente para atender todas as mesas, conclui que o baixo movimento só serviu para os garçons conversarem entre si, virados de costas para os clientes, e deixarem os lanches esfriando na cozinha. Uma pena!

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  • 16/08/2012 - 17:24
    Enviado por: Pedro Cesarino

    Comparei tentáculos de polvo de três lugares. Ganhou o do restaurante Chou. Grelhado firme e macio, com nada além de páprica e limão para revelar a qualidade do ingrediente. Já provei da carne fresquíssima do porco queixada, caçado e moqueado por um povo indígena com o qual trabalho. Pouco sal e pimentas amassadas na água acompanhavam a carne por si só maravilhosa. Eis a diferença: técnicas aparentemente simples para revelar as capacidades de um tentáculo de polvo ou fatia de pernil.

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  • 16/08/2012 - 17:27
    Enviado por: Marina Yamaoka

    Nem só de Foie Gras e de pratos mínúsculos e extremamente decorados vive
    a culinária francesa. Para quem estiver na cidade-luz e quiser conhecer a cozinha
    do sudoeste da França, mais especificamente da região basca, tem como parada
    obrigatória o “Chez Gladines”. O restaurante é conhecido pelos parisienses por seus pratos bem servidos – as grandes porções de salada chegam à mesa em enormes bacias metálicas – e de preços acessíveis. É possível fazer uma refeição completa com entrada, prato e sobremesa por 18 euros. Se o preço cabe no bolso de todos o problema é ser capaz de digerir tanta comida. O famoso ‘escalope de veau’ (filé de vitela) vem servido com presunto, finas camadas de batatas gratinadas e um delicioso molho de champignons e pode servir até duas pessoas.

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  • 16/08/2012 - 17:31
    Enviado por: Anderson Borges

    A carne estava perfeita, no ponto, macia suculenta, o acompanhamento idem, uma batata recheada com queijo roquefort, o corte era de primeira, assim como seu preparo, tipo Uruguaio, um daqueles pratos que você primeiro degusta com os olhos, depois devora com o nariz, e somente no terceiro momento, aprecia o paladar, maravilhoso, a cada garfada, até o fim do prato, momento único e inesquecível, que você espera poder repetir todos os dias da sua vida.

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  • 16/08/2012 - 17:33
    Enviado por: Ícaro Polidoro

    Minha melhor experiência foi ter aproveitado as comidas que minha avó fazia, enquanto podia. Infelizmente por causa de um derrame, hoje já não é mais possível, mas cada vez que me sento em uma mesa, seja em casa, na casa de amigos ou num restaurante, tento encontrar em cada prato, aquele sabor, aquela sensação que os quitudes dela faziam sentir. Em alguns lugares, em alguns momentos eu até achei, e foi tão boa experiência que voltei.

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  • 16/08/2012 - 17:34
    Enviado por: Daiane

    Dia das Mães decidimos que minha mãe
    não cozinharia.Resolvemos fazer o almoço meu pai decidiu o cardapio arroz de forno,Bife
    A parmegiana e salada com brocolis,couve flor,palmito,queijo branco azeitonas temperada
    com azeite e outros temperos secretos que só ele sabe.Sobremesa Mousse de limão simples mais o melhor almoço do dia das mães foi mais que isso foi o dia da nossa familia foi tudo perfeito.

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  • 16/08/2012 - 17:36
    Enviado por: Renato Mostaço da Mata

    São Paulo em 2001 tinha cerca de 4 mil pizzarias, 10 anos depois já estima-se que este numero alcance 6 mil. Diferenciar-se neste ramo tão concorrido é fundamental para sobreviver e destacar-se.
    A Pizzaria Bruno na Freguesia do Ó consegue destaque ao criar uma forma de preparo no minimo diferente onde a massa fica fina e crocante quase como se fosse frita. Curioso fui olhar a cozinha deles, e eis minha surpresa ao notar que eles “fritam” a pizza no forno a lenha, uma ideia deliciosamente original

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  • 16/08/2012 - 17:46
    Enviado por: Mayra Souza

    Bife à parmegiana é um prato brasileiro com um toque italiano muito apreciado. Existe um restaurante na praia Boiçucanga onde o bife é dividido para 2 pessoas esta repartição é feita com uma colher para demonstrar a maciez da carne. O prato vem quente com o queijo ainda derretendo até aterrizar no nosso paladar. Todos os sentidos são aguçados transformando a refeição em uma poesia. Momento que fica na memória

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  • 16/08/2012 - 17:52
    Enviado por: Tarcisio Valente

    O ponto alto deste jantar foram as endives au gratin. Há endívias muito boas aqui, produzidas pela Holambra, mas geralmente são apenas utilizadas em saladas. Esta forma de utilização foi benvinda.

    O prato esta corretíssimo – o Chef teve o cuidado de caramelizar as endívias e remover toda a umidade para preserver a consistência do béchamel. Este foi preparado a partir da manteiga em noisette, perceptível pelo delicioso sabor de biscoito. Cada endívia foi enrolada em uma generosa fatia de presunto “Royale” (muito próximo ao Jambon de Paris). Para gratinar, se não era o clássico Gruyére, escolheu-se um queijo com o sabor igualmente acentuado, possivelmente um queijo Estepe.

    Este prato mereceu o vinho escolhido, um Cru de Beaujolais – Morgon 2009. Elegante, apresentou o correto equilíbrio entre o tanino, a acidez e um levissimo adocicado que harmonizou muito bem com o Gratin. Identificamos aromas de frutas vermelhas, chocolate, alcaçuz e notas florais.

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  • 16/08/2012 - 18:17
    Enviado por: José Carlos de Lima Junior

    Cozinhar é alquimia. E no SienaBistrot, a chef Daniela é a atual herdeira que perpetua a habilidade de maga na família. Sediado há oito gerações na segunda travessa, mãos habilidosas e fogo brando transformam um simples pescado no melhor bacalhau da cidade. Um fio de azeite Risca Grande e postas generosas fazem de um jantar no SienaBistrot em experiência para um sentido exclusivo: o seu paladar. Dificil, adianto, será repetir essa mesma sensação em casa. Recomendo.

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  • 16/08/2012 - 18:19
    Enviado por: MARCELO VIEIRA

    No Pari, aqui em São Paulo, pertinho do largo da igreja, está o Carlinhos Restaurante. Não se engane pela decoração simples. A comida surpreende. Claro que você não vai encontrar nenhum tipo de espuma, nenhum prato tailandês, nem fusion cuisine. Porém, quando estiver buscando um lugar longe da bagunça dos bairros da moda, com atendimento excelente, e uma Serramalte bem gelada, lembre-se do Carlinhos.

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  • 16/08/2012 - 18:32
    Enviado por: Ana Christina Buchaim Gagliardi

    Qualquer menu degustação já chama minha atenção pela surpresa a cada prato. A ida ao Eñe não foi exceção. Uma delícia atrás da outra, até que… Pluft de Manjericão.
    Olhei novamente ao garçom sério e pedi que repetisse. Em tom ainda mais formal disse: ‘Senhora, o próximo prato é um creme de bacalhau com pluft de manjericão”.
    Intrigada, experimentei o prato e a descrição fica por minha conta: em uma colherada a mordida perfeita. Um creme quente, texturizado suficiente para ser notado, mas igualmente fino para realçar o sabor. No meio dele, um biscoito de massa amanteigada, dourado por fora e dentro – ah! surpresa – uma geléia gelada de manjericão. Contraste com harmonia! Quente e frio, líquido e sólido, aconchego e inquietação. Por fim, quer uma surpresa? Pluft de manjericão!

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  • 16/08/2012 - 18:50
    Enviado por: Michelle Danza Franco

    Comer é uma paixão. Sou daqueles guias ambulantes, que os amigos recorrem para indicações, sugestões. Onde levar meu namorado, amiga, impressionar meu chefe ou simplesmente o que tem de bom pra hoje. Eu adoro isso. Me empolgo com tudo o que vejo, novos restaurantes, tendências e diferentes cozinhas; também amo o antigo, o tradicional. Comer é experimentar toda a sua essência, desde o preparo até a satisfação da última garfada, o micro pedaço que fica no prato. Enfim, lamber os beiços de alegria.

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  • 16/08/2012 - 18:58
    Enviado por: Georgia Nascimento

    O French Bazar, com seus “especiais de almoço”, oferece a oportunidade de experimentar a criação do chef a preços reduzidos em relação ao jantar. Detalhes que diferenciam o lugar: o garçom cuidadosamente perguntou se as batatas estavam boas, pois elas agora eram feitas no estabelecimento. Giordano, o simpático sommelier, serve gratuitamente uma degustação de vinhos, que na ocasião incluiu um incomum rótulo húngaro que dificilmente seria experimentado se fosse pago.

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  • 16/08/2012 - 19:22
    Enviado por: Carolina

    Eu quero (muito) participar!!! Mas moro em Curitiba :(

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  • 16/08/2012 - 19:27
    Enviado por: Marília Carneiro

    Naquele dia minha redenção veio servida num pires de porcelana, rosa, brilhante e em formato de suspiro. Era cremosa e dava a impressão de ser mais leve que o ar. Foi para a boca em cima de um pedaço de pão preto, momento em que todas as minhas papilas se abriram, como que sorrindo. O agridoce e o sabor do alho de um jeito que eu nunca sentira antes me sensibilizaram tanto que me perdi das conversas sobre negócios da companhia. Era só manteiga aromatizada, mas lá estava a síntese da genialidade e paixão daquele Chef.

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  • 16/08/2012 - 19:29
    Enviado por: CRISS CUNHA

    Quando estamos meio fora de forma, ficamos obcecados por comida. Nesses momentos em que temos que escolher entre a boa forma ou o merecimento de degustar aquela iguaria, feita só pra você, fica fácil azucrinar um garçom. – Quero O melhor. Afinal você merece!!! – Com essa frase, desculpa-se o gorducho. E o cardápio é alvo de generosa procura com olhar guloso, que compensará o fato de não poder comer TODO o cardápio.- Quero o especial da casa, o mais apetitoso, mais colorido e de lambuja, se não for incomodar, o mais nutritivo.

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  • 16/08/2012 - 20:28
    Enviado por: Duda Simões Fantini

    A cantina italiana tinha uma atmosfera extremamente íntima, provavelmente não caberiam mais de 40 pessoas lá. Logo na entrada avistava-se a cozinha, e o convidativo cheiro preenchia nossos olfatos. O gnocchi estava perfeito, daqueles que derretem na boca de tão leves, ainda combinados ao molho de tomate caseiro com um toque primoroso de manjericão fresco. A carne assada estava à altura da massa. Era aquele tipo de restaurante que te lembra todos aqueles almoços de domingo com a comida da avó.

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  • 16/08/2012 - 20:55
    Enviado por: José Marcos Dundes

    Em São Paulo nada é melhor que uma pizza nas noites de quinta-feira . A Pizza Bros de Moema é uma grande pedida, massa média, mas crocante e atendimento descontraído. A escolhida foi a pizza Roberto Ravioli, recheio farto e com produtos de qualidade ela vem com queijo brie, champignon paris, presunto cru, figos frescos, nozes e mel trufado, apesar de ter vários ingredientes no recheio eles se harmonizam muito bem, realmente uma delícia.

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  • 16/08/2012 - 21:45
    Enviado por: Sidnei Nascimento

    Recentemente tive uma experiencia gastronomiica em um restaurante tailandes, primeira vez não quis abusar, optei por igredientes conhecidos: Filet Mignon com Shitake, nessa versão leva conhaque e vinho do porto. Logo de cara o visual agradou, a carne alta, apresentaçao de primeira, no ponto, grelhada por fora, suculenta e rosada por dentro, certamente foi selada adequadamente. O sabor do conhaque se perdeu, mas o vinho deu um levemente toque adocicado ao prato que apreciei acompanhado de um cabernet sauvignon. Muito bom mesmo, recomendo.

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  • 16/08/2012 - 22:18
    Enviado por: Celia Corbó

    Adoro comer bem! Acho que deve ser um traço genético, pois meu pai foi um grande apreciador da boa mesa. Mas falando em boa comida, o que me vem à mente não é um prato, mas um menu especial que degustei na Vinheria Percussi, chamado Sale e Pesce, uma combinação perfeita de frutos do mar com sais como o Sal Negro de Lavra Havaiano ou a flor de sal de Guérande. Sabores delicados, combinações incríveis. Inesquecível!

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  • 16/08/2012 - 22:23
    Enviado por: Natália Duran

    Se Deus existe mesmo, ele seria o criador do Escondidinho de Carne Seca da cachaçaria água doce. Esse prato é divino, uma mistura perfeita, suave e equilibrada. Acompanha um arroz e se posso dar uma dica, aconselho pedir a Caipicerva da casa. Aí pronto, está completo, é ideal para aqueles dias na semana que você não está a fim de cozinhar, ou aquele sábado a noite que você deseja extravasar com os amigos. É delicioso, purê coberto por uma camada de queijo e carne seca. Hum, da até água na boca.

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  • 16/08/2012 - 22:51
    Enviado por: Paula Sarreira

    Mercados são locais de eleição, que sempre visito quando viajo. Sábado de manhã, mercado municipal de São Paulo. Fui invadida por uma infinidade de cores, aromas e sons. Percorri os corredores um a um, por ordem, para não perder em nenhum a oportunidade de provar a cada esquina as amostras oferecidas por cada banca. Queijos envolvidos em azeite e tomilho, presunto cru, bacalhau. À hora de almoço o mercado estava cheio de gente, pelas conversas que ouvia ao passar quase todos procuravam o sanduíche de mortadela, famoso por aqui.

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  • 16/08/2012 - 22:57
    Enviado por: Reinaldo Gariba

    Cococinozes. O que? é eu quero o sorvete cococinozes.Todos olharam pra ele.mas este sabor não existe! Claro que tem, olha lá escrito. Foi uma gargalhada geral. No letreiro COCO C/NOZES, mas a barra inclinada parecia um i. E ele tomou o sorvete e todos pediram também.

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  • 16/08/2012 - 22:59
    Enviado por: Tania Miotto

    Você conhece o carneiro que ele faz? Só pra limpar sào duas horas.Picado em pequenas partes, depois leva vinho branco, cebola, salsa, hortelã picada e pimenta amassadinha. Assado no ponto na churrasqueira portátil. Tem também o com mandioquinha salsa, feito na panela de alumínio, um creme dos Deuses, tipo ensopado. Como eu conheci? O primeiro pedaço foi ele que me ofereceu e hoje eu sou a provadora oficial.

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  • 16/08/2012 - 23:10
    Enviado por: Marina Nogueira

    Aquele cheirinho de lenha queimando me lembrava a infância, sentadinha ao pé do fogão da vovó… Foi essa a lembrança que o bucólico restaurante da Ângela em Bichinho me trouxe. Comida é, para além do gosto, afeto, comoção; e tudo isso é encontrado ali. O frango com quiabo, o angu, o macarrão ao molho sendo feito ao vivo, a horta! E os doces! Como poderia me esquecer do doce de nata, tão delicado, com queijo branco?! Que tarde maravilhosa passamos ali, mães e filha, como se estivéssemos em casa de vovó.

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  • 16/08/2012 - 23:27
    Enviado por: Jonathan do Nascimento

    Ao abrir a porteira do paraíso vemos um senhor sentado na cadeira com um esquilo a tira colo. Ele diz, “Sou tão ecologista que não uso cueca, que é pra deixar o bicho solto”.
    O cheiro invade todo o ambiente, elevando os sentidos. A cachaça de cambuci bem curtida é apenas o começo do que nos espera. No prato um frango com quiabo acompanhado de arroz e polenta frita. É tudo muito simples, orgânico e harmonioso neste paraíso, aonde só o pecado da gula é aceitável.

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  • 16/08/2012 - 23:49
    Enviado por: Alessandra Conceição B.M. dos Santos

    Toda vez que como o franguinho caipira do Brother é assim. Fogão a lenha, com salsinha e cebolinha da horta bem picadinhos, ele refoga com água quente pra ir cozinhando aos poucos. “Ah, tem que ser na panela de ferro e pode ser com gabiroba” .“Tem que ser com arroz branco.”- ele diz. Na mesa, pega o prato e coloca um caldinho do frango com jurubeba ou pimenta bode amassadinha. “E aí ficou bom?”- pergunta. Silêncio. Ficou ótimo!, respondo. “Ah, diz ele, esqueci o detalhe: tem que ter elogios.”

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  • 17/08/2012 - 02:29
    Enviado por: Elaine Carvalho

    Escrever sobre UMA experiência gastronômica? Puxa, que difícil! Será que escrevo sobre a Paella perfeita, em Barcelona, ou o bacalhau assado em Estoril? As muquecas capixabas ou os queijos e vinhos pela Suíça? Ah, já sei, vou escrever sobre o maravilhoso feijão da minha mãe. Por que? Porque comida é amor, prazer, nutrição para o corpo e a alma. E quem melhor que ela, a mãe, pra botar tudo isso junto na comida? Mas a estória sobre o feijão fica pra próxima…

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  • 17/08/2012 - 08:04
    Enviado por: Ana Coutinho

    Aqui em casa é tradição: reunião significa uma boa refeição.Muitas vezes,uma salada bem colorida, uma fruta suculenta e um vinho, deixam o dia muito agradável.Nos dias que estou estressada ou chateada nem chego no fogão.A alquimia que acontece na cozinha é algo que faz bem, tanto para quem realiza a mágica como para quem degusta.As nossas reuniões com amigos, são sempre na varanda e muito apetitosas.:)

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  • 17/08/2012 - 09:29
    Enviado por: Alexandre Casimiro

    Casa lotada é um problema? Barulho incomoda? Depende. Sim, depende do que você vai comer. Ouso dizer que alguns pratos são melhor apreciados com um bom som ambiente (de pratos, vozes e talheres) em um salão cheio de gente. Que graça teria saborear uma farta pizza à meia-luz, no silêncio e formalidade? O barulho faz parte, o ambiente precisa ser alegre, mas a audição é sobrepujada pelo paladar no momento em que você prova aquela pizza de massa estilo napolitana, com linguiça e sementes de erva-doce, assadas à perfeição. Família, metrópole, barulho e pizza. É a vida, em uma de suas melhores formas.

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  • 17/08/2012 - 10:01
    Enviado por: katia kouzelis

    Como dizem os monges tibetanos ‘ você é o que come ‘ então acho eu que um prato tem que ser uma experiencia transcendental que acrescenta algo para o corpo e a alma. Valorizo o natural, o simples, o leve e gentil no paladar.

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  • 17/08/2012 - 10:02
    Enviado por: Muriel Valencia

    Recentemente visitei o Hambúrguer do seu Oswaldo, fazia tempo que queria conhecê-lo e minha expectativa era grande, minha surpresa foi maior ao perceber que se tratava de um lugar simples. Pedi o X-Burguer Salada, depois de 20 minutos, peguei lugar no balcão e meu lanche veio quentinho. A carne é fina, embora um pouco passada do ponto para meu gosto, mas contrasta bem com o molho de tomate caseiro que a acompanha. A lanchonete é um exemplo de ambiente agradável em que se pode comer muito bem a preço democrático.

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  • 17/08/2012 - 10:17
    Enviado por: Rodrigo Sato

    Para sobremesa o risoto de coco e figos assados (R$ 15,00) que, apesar de saboroso, lembrou um arroz doce aromatizado com coco e não se destacou. Já a crostata de pêra com mascapone (R$ 17,00) estava espetacular – com a massa bem preparada e a pêra no ponto – a combinação com o queijo superou expectativas. Finalizamos com uma tortina bacci ao chocolate belga, avelã e merengue(R$ 25,00) que não agradou pelo excesso de doce – faltou equilíbrio.

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  • 17/08/2012 - 10:28
    Enviado por: Luiz Minervino

    Escolhi a Trattoria Masuelli San Marco, para aumentar minha coleção de Pratos da Boa Lembrança. Inaugurada em 1921 e sob o comando da mesma família desde então.Pude conferir o entra e sai e como os donos da casa tratam seus clientes. Senti que tinha feito uma boa escolha. Comecei minha refeição pelo Tagliolini della casa. Massa cozida rigorosamente al dente, com pouco molho de tomate e muito gosto de carne. Estava maravilhoso. Como segundo prato pedi o risoto de açafrão com a milanesa de vitela. Uma cremosidade difícil de encontrar. Os filés também me surpreenderam, pois vinham acompanhados por um recipiente de Flor de Sal, que dava um sabor totalmente diferente à carne.

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  • 17/08/2012 - 10:29
    Enviado por: Fernando Manchon

    Explosão de sabores/escuridão.Essa foi a experiência marcante. Sem enxergar nada,fui estimulado por garçons cegos a tentar identificar alguns tipos de pratos. Entre erros e acertos, surpresa com a diferença sensorial de se alimentar de uma carne de bisão, sem o recurso visual.Os sabores invadiam cada papila de minha boca e meu cérebro,aproveitava cada uma daquelas sensações, tentando trazê-las para o racional.Dizem que inicia-se a comer pelos olhos, mas posso dizer que comer “sem” os olhos é muito mais estimulante!

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  • 17/08/2012 - 10:36
    Enviado por: Renata S. Martins

    Sou de uma família descendente de libaneses.
    Desde pequena, estou acostumada a ver minha mãe e tias cozinhando todos os dias e mesmo, aos 34 anos, ainda me surpreendo com o potencial culinário delas.
    É impressionante que mesmo com a idade avançada (a maioria delas já tem 70 anos), elas têm a disposição para inovar e aprimorar as receitas, que incluem tudo o que se possa imaginar, desde comidas típicas do Líbano, até massas, doces, etc.
    Com esse histórico todo, não poderia ser diferente. Desenvolvi um paladar muito voltado ao que há de melhor na vida, a cozinha caseira. E sou bem crítica no que diz respeito aos verdadeiros sabores da vida. Acho que as misturas e as invenções devem ter limites, mas hoje em dia, a culinária meio que banalizou e esses restaurantes mais badalados pecam pelo sabor fazendo da comida mais um show, uma apelação, do que realmente uma comida de verdade.
    Por isso, gostaria muito de poder participar como júri para poder mostrar a real importância de se manter a tradição na cozinha.

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  • 17/08/2012 - 10:50
    Enviado por: Bia Freitag

    Almoço no Josephine: Ambiente charmoso,gente bonita, mesas sob uma jabuticabeira…Em um cardápio com sanduíches, saladas e lanches,optei pela Salada de Salmão(R$ 36,90).Quando o prato chegou, fiquei decepcionada…O prato era básico demais! Poderia ser comprado praticamente pronto no supermercado a um custo muito menor.Era só juntar os ingredientes(salmão defumado+ alcaparras+ azeite+ alface).Clientes exigentes querem pratos com elaboração, técnica, que agucem o paladar e desafiem os sentidos!Que tenham ingredientes diferentes, combinações surpreendentes…Aí, não haverá nenhuma sensação de se pagar mais do que o prato merece!

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  • 17/08/2012 - 11:05
    Enviado por: Kalan Violin

    Pensar em um prato nacional, no qual as pessoas consomem diariamente, os olhos não fogem do bom e velho arroz com feijão, embora suas variações na maioria das vezes estejam vinculadas à cor do feijão, exemplo de mais uma rivalidade entre Rio e São Paulo. Quando pensamos em um equivalente italiano, o macarrão ao sugo é a imagem presente, logo surge na mente a repulsa da incapacidade de comer isso todos os dias. Aquele que não sabe de nada não duvida de nada, a “pasta” italiana é definitivamente o prato recorrente naquele país, mas suas variações vão muito além da cor vermelha e branca do molho. A sugestão para se apaixonar é um belo spaghetti al mare, tagliatelle alla selvaggina, fettucini arrabbiata all’ortolana, orecchiette alla boscaiola, aproveite.

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  • 17/08/2012 - 11:13
    Enviado por: Maurício Thomaz

    Todas as vovós são as melhores cozinheiras do mundo. Ao chegar na pequena casa de minha avó, o cheiro de algo incerto cozinhando, mas decerto saboroso, já transpassa a minha pele e chega logo ao meu estômago, me fazendo devanear sobre o que será servido. Minha imaginação voa, ultrapassa o Atlântico e, quando eu acho que degustarei algo maravilhoso, minha vó sempre surpreende. Não é maravilhoso, é único. É como provar do amor ainda criança, com a regalia de sempre ter a sensação de “primeira vez” a cada garfada.

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  • 17/08/2012 - 11:21
    Enviado por: Ana Cláudia Saldana

    No evento YouPix 2011 houve uma aula demonstrativa de culinária, a nacionalidade escolhida foi tailandesa. Foi o prato mais gostoso que já comi. Olhando pra ele, parecia um strogonoff meio aguado, sem graça. Mas já sentindo o cheiro você percebia que não passava nem perto de strogonoff. A primeira garfada: salgado de pedaços de frango, subindo um leve gosto de curry, uma suave apimentada, seguida de uma mistura doce de creme de leite e batatas doce, terminando com um azedo de limão. Todos os sabores em um prato só. Magnífico!

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  • 17/08/2012 - 11:25
    Enviado por: Carolina Pinheiro

    Minhas experiências em comer e cozinhar funcionam de forma inversamente proporcional:quanto menos eu piso na minha cozinha,mais visito restaurantes dos outros.Logo,me profissionalizei em comer.Dos meus 21 anos de carreira,elejo um prato como campeão:o kebab do Mustafa’s,em Mehringdamm,Berlim. Faça frio ou mais frio ainda,há sempre uma fila enorme na porta, a qualquer hora do dia.A espera tempera o kebab,e a companhia dos amigos deixa a experiência de comer ainda mais saborosa.

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  • 17/08/2012 - 11:33
    Enviado por: francisco fraia

    “bacalhau do manoel” uma dadiva para paladares muito apurados, a começar pelo colorido do mesmo, brocolis, tomate,batatas que se fossem aos muros tipificaria ainda mais a origem, e claro uma bela posta encorpada e grelhada do melhor bacalhau. mas antes que suas papilas saltem da boca uma boa bela regada de azeite portugues com acides 0,2º de preferencia não coado, esse manjar deve ser degustado morosamente para não perder nenhuma lasca

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  • 17/08/2012 - 11:37
    Enviado por: Iaci Guedes

    Uma das minhas experiências culinárias mais incríveis foi no Vietnã e digo que foi a prova de que posso comer qualquer coisa neste mundo!
    Foi assim: Me deparei com ovos de galinha. Ao abrir um dos ovos havia um pintinho em formação, com uma colher comi e o sabor era o mesmo de um ovo cozido! Fechar os olhos para algo tão bom e diverso, sentar numa mesa e dizer isto eu não como sem ao menos tentar, realmente você estará fechando um mundo de portas saborosas para a sua vida.

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  • 17/08/2012 - 11:49
    Enviado por: Tiago Teixeira

    Se engana quem imagina que a cozinha de um restaurante, um ambiente que exige alto rendimento físico e mental, é repleta de glamour e magia. Cozinha é transpiração. Comer bem, isso sim é glamoroso, romântico. Na realidade, a melhor faculdade de Gastronomia do Brasil, apenas prepara o futuro profissional com conceitos básicos sobre o ambiente e a logística de uma cozinha de alto rendimento. O suficiente para que o mesmo não comece sua carreira como um pianista, ou seja, na pia.

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  • 17/08/2012 - 12:11
    Enviado por: Stela

    Um dos meu prato prediletos é o hamburger… Mas hamburger de verdade, sabe? Aqueles com gosto de carne, de verdade! E por conta dessa predileção, vivo sempre na constante busca do hamburger perfeito! Sei que a perfeição é uma utopia, mas no processo me divirto bastante e como muito bem. \ Hoje em dia o Butchers Market ocupa a primeira posição, vencendo os também ótimos Diner 210 e St Louis. E a busca continua. Sempre! A próxima parada já está decidida: The Buger Map, a lanchonete em Santo André, que já ganhou até um prêmio internacional. E que venham mais e mais burgers!

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  • 17/08/2012 - 12:28
    Enviado por: Luiz Yassuda

    Hambúrguer não é uma receita complexa. Contudo, há quem tenha um segredo na manga na hora de prepará-la. O St. Louis (Joaquim Eugenio de Lima x Batatais) é bastante conhecido pelos “hamburgólatras” por seus hambúrgueres altos e tenros, preparados “com carne abatida no mesmo dia, coisa impensável numa grande rede”, segundo Luiz, o dono do estabelecimento. As placas pouco amistosas (“Comida ruim, serviço lento: bem-vindo”) e a fila por uma mesa não devem desanimá-lo: ali, o BB Burger (carne recheada com gorgonzola, cogumelos, bacon e rúcula) e os tantos outros do cardápio arrancam sorrisos fáceis.

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  • 17/08/2012 - 13:28
    Enviado por: Janka Babenco

    Tristeza na minha alma de curiosa e comilona é ver diante dos próprios olhos o que pode acontecer a um restaurante japonês tradicional de ótima qualidade, que acompanho desde a festa de inauguração, talvez já à dez anos, e como ele funciona hoje: vitima da massificação do combinado de salmão e caindo na armadilha do bufê e do rodízio, pra mim um verdadeiro pecado. Respeito muito que o chef proprietário, maravilhoso sushiman que já me fez provar gostos e texturas incríveis, tenha sonhos e ambições de crescer, já tem até duas outras casas. Acho que o que me causou essa tristeza na alma pode ser chamada de nostalgia gustativa, saudades de quando lá provei pela primeira vez como é crocante um sushi de águas-vivas.

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  • 17/08/2012 - 13:30
    Enviado por: Marcello Bonaroti

    Eu pesava 70 quilos quando casei. Já ganhei 8.
    Também, eu como pão, bolacha, biscoito…
    Sempre fui bom de garfo, porém magrinho.
    Traço tudo. Pode ter coentro, páprica ou cuminho.
    Sempre harmonizo meus pratos, certeza.
    Com um bom vinho, licor ou cerveja.
    Resolvi fazer versos, só pra mudar.
    Quem sabe não serei jurado do Paladar

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  • 17/08/2012 - 13:31
    Enviado por: Marcello Bonaroti

    Eu pesava 70 quilos quando casei. Já ganhei 8.
    Também, eu como pão, bolacha, biscoito…
    Sempre fui bom de garfo, porém magrinho.
    Traço tudo. Pode ter coentro, páprica ou cuminho.
    Sempre harmonizo meus pratos, certeza.
    Com um bom vinho, licor ou cerveja.
    Resolvi fazer versos, só pra mudar.
    Quem sabe não serei jurado do Paladar?

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  • 17/08/2012 - 13:37
    Enviado por: Leocádio Mamma Mia

    Como entrada, ataquei uma quase perfeita beringela à parmegiana, crocante e com a massa de tomate apenas encimando, e não inundando o prato. Seu único defeito: foi pouco. Poderia jantar a irmã mais velha dela.
    Em seguida, resolvi provar um massa servida com um refogado de miúdos de galinha que se mostrou perfeito, bem temperado, levemente picante, sem quaisquer outros molhos a lhe disfarçar o sabor. No prato, a massa, os miúdos e seu caldo apenas. Simples, rápido, bonito. E delicioso.

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  • 17/08/2012 - 13:40
    Enviado por: Jefreson N. Simas

    Meus avós maternos eram da Alemanha, sendo assim, sempre comi marreco recheado assado ao forno, posso dizer que conheço o clássico, porém certa vez, em um bistrô, degustei o melhor filé de marreco da minha vida, receita acompanhada de purê de cenouras e calda de carambolas, uma explosão de sabor e cor, afinal o filé dourado, crocante e macio com a guarnição suave do purê e a refrescante da calda de carambola. Simplesmente Sensacional!

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  • 17/08/2012 - 13:51
    Enviado por: Ana Paula de Gonzalez

    No coração de São Paulo é onde se encontra uma das maiores paixões do paulistano, a comida! Na Padaria Santa Tereza além de pães e salgados é possível encontrar pratos genuínos da capital que sempre está com pressa. E foi no andar de cima que encontrei o sossego que precisava, um filet à parmigiana, com fritas e arroz branquinho. Daqueles de fazer parar o tempo por alguns instantes. O atendimento também merece elogios, garçons atenciosos e rápidos. Tudo na medida certa para tornar a hora do almoço um evento especial.

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  • 17/08/2012 - 14:29
    Enviado por: Pedro

    Eu e meu broto fomos a um bar aqui perto de casa, na última sexta-feira. A ambientação era ótima, música de fundo e todo aquele clima de barzinho de bairro. Pedimos um chope (não tinham cerveja), que veio gelado gelado, de uma bela cor dourada e uma camada de espuma generosa. Enquanto bebíamos, pedimos uma porção de fritas, crocantes e saborosas. A comida estava muito boa, éramos tratados muito bem, mas realmente, mas realmente, eu preferia que você estivesse nuuuuaaaaa… Você não soube me amar!(x4)

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  • 17/08/2012 - 14:30
    Enviado por: Ana Carolina Dal Farra

    Após interpretar o nome do prato de palavras difíceis, chegou o festejado pedido! Tudo era orgânico, se bobear, até mesmo o ambiente! À primeira vista, não deu para identificar o que seria a carne e o que haveria sob o molho de limão siciliano. A deliciosa descoberta veio após sentir a suavidade do seu aroma e após a primeira garfada: uma verdadeira explosão de sabores, acompanhada da maciez da carne que desmanchava no paladar! Tudo perfeito, como uma verdadeira refeição deveria sempre ser!!!

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  • 17/08/2012 - 14:46
    Enviado por: Barbara Schnedier

    Qualquer brasileiro que já tenha morado fora ou conheça alguém que tenha passado pela situação sabe o quanto a comida da terra-mãe faz falta. Não importa o quão cosmopolita seja a sua ilha temporária, temos de concordar com um fato: O Brasil conseguiu nacionalizar todas as culinárias do planeta. Do temaki completo ao croissant com requeijão na chapa: A nossa é a melhor culinária da galáxia.

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  • 17/08/2012 - 15:19
    Enviado por: Lívia Ziliotto

    Último dia em Paris, compramos chocolates do imperdível G Larnicol para, em casa, saborear a viagem novamente. Seguimos impacientes para almoçar no estrelado Atelier de Joel Robuchon onde nos deliciamos com o creme de foie gras com redução de porto e espuma de parmesão, bochechas de boi, derretendo no garfo, acompanhadas de seu famoso purê. Perguntei o segredo daquela purê dos deuses, o garçon gentilmente respondeu: é simples madame, o mesmo tanto de batatas que de manteiga. E o vinho que se encarregue de queimar o colesterol!

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  • 17/08/2012 - 15:19
    Enviado por: Mailise Nunes da Cruz Vieira

    Sou Nutricionista, mas tb sou mortal, e gosto de uma “junk food”. Outro dia iniciei a saga “EM BUSCA DA COXINHA PERFEITA”. Olha… Tive que engolir cada coisa! Muita coxinha que por fora era até bonitinha, mas por dentro era um terror. Massuda, recheio com gosto de jaula etc. Até que enfim, encontrei-a e foi na Ofner. Ela é perfeita: casquinha levemente crocante, uma massa que derrete na boca e um recheio de frango com catupiry maravilhoso. Obrigada Ofner! Meu paladar agradece!

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  • 17/08/2012 - 15:25
    Enviado por: Valdecir Santos

    O “Divino” miolo de alcatra do restaurante Northvilanova; com corte perfeito e preparo esmerado, tostado por fora, vermelhinho por dentro, (claro, tem que ser ao ponto), acompanhado da farofa de ovos, é perfeito para se comer apreciando a calmaria da Jaques Felix na noite de sábado. Para fechar com chave de ouro, falemos de vinho e do serviço quase impercável.

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  • 17/08/2012 - 15:47
    Enviado por: Patirck MacGuinness

    Em São Paulo o que não falta é restaurante mas apesar da quantidade e da variedade são poucos os que realmente são bons.
    Recentemente, fui a um restaurante espanhol e pedi uma paella de lula feita na tinta do próprio molusco. Ao ser servido, o arroz estava no ponto certo e a lula perfeita (se não cuidar, ela pode ficar borrachuda). Mas, cadê o SABOR? Sem tempero, parecia uma paella de hospital.

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  • 17/08/2012 - 15:50
    Enviado por: Cassiano

    Uma maminha da alcatra. Encape de tempero completo de potinho. Frite em azeite raso. Quando envolta numa crosta de cor enferrujada, reserve. No óleo que ficou, frite bacon em tiras sem a camada dura, junte aros de cebola, palitos de cenoura (se sua mulher também sofre o efeito do pimentão…), pedaços de alho e gengibre e molho inglês. Quantidades? Cabendo na frigideira, a gosto. Tudo tostadinho, mais meia xícara de água fervente. Espalhe sobre a peça cortada em fatias de um dedo. Salpique cheiro verde, pimenta do reino. Coma com arroz branco. Ao sabor da carne suculenta vestida numa fina capa sequinha de gordura dourada e sombreada pelo defumado do bacon, soma-se o exótico do alho sutilmente picante, o frescor quase tailandês do gengibre e o natural adocicado dos legumes grelhados no molho inglês. Uma cerveja gelada e…Salve Jorge!

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    • 22/08/2012 - 14:46
      Enviado por: Cassiano

      Fiz algum esforço para enquadrar meu comentário em 10 linhas, no padrão word (fonte 12). Ao repassar pro formato do site, o texto subiuuUU pra mais de 12 linhas…e agora, Bial?

  • 17/08/2012 - 16:07
    Enviado por: Francival Pereira Cavalcante

    Certo domingo fui com a família e mais uns quinze amigos, experimentar em Embu das Artes um Leitão a Pururuca. No cardápio tinha também, um tal de Virado à Mineira, e sem dar tempo para ninguém pensar, eu disse que o mesmo vinha com um queijo grande no meio e é claro fazendo uma performance com as mãos, em alusão ao queijo minas inteiro, aí foi uma risadaria só.

    Quando o Leitão chegou, veio todo cortado e sem pururucar! E pra piorar não tinha gosto de tempero algum, só tinha sal! Gosto de sentir o gosto de temperos e especiarias. Fiquei frustrado, mas ainda bem que pediram o Virado à Mineira, que estava muito gostoso, como toda boa comida mineira, só que sem o tal queijo minas no meio.

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  • 17/08/2012 - 16:19
    Enviado por: Ricardo Entz

    Desde que entrei pela primeira vez no Hisa senti que tratava-se de mais do que uma simples experiência gastronômica. O espaço decorado tal qual um boteco japonês, precedia uma comida simples, mas com sabores claros, perfeitos, uma nova luz sobre uma culinária tão mal tratada em nossas terras. Com o seu fechamento já sinto falta do sashimi e do peixe com molho agridoce, mas também do arroz cozido com ovo que me mostrou que o Japão esconde uma gastronomia muito mais saborosa do que poderia imaginar.

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  • 17/08/2012 - 16:25
    Enviado por: Patrícia Guimarães

    Gastronomia molecular não combina com o Brasil. Um prato feito exclusivamente com esse método torna impessoal qualquer receita brasileira, tirando o afago dos ingredientes regionais. Bobó de Camarão é quente, vigoroso, exala perfume inconfundível e faz salivar qualquer ser mortal. Em forma molecular, é frio, insensível, visivelmente banal com a brasilidade, perturbando os cinco sentidos. Gosto mesmo é de barriga quente encostada no fogão e cozinha cheia de gente e não um laboratório mirabolante de ideias que não agradam.

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  • 17/08/2012 - 16:36
    Enviado por: Marilia

    Durante décadas, gente de toda a cidade aportava para comer o churrasquinho no pão francês. Eu me perguntava: pão com bife, que graça tem? Um dia resolvi decifrar aquela unanimidade. -Vou descobrir o segredo do seu tempero, Bigode! O sanduíche chegou majestoso: pão francês estalando, bife fino mas macio, cebolas em profusão. De olhos fechados, disparei: alho, cebola, pimenta, azeite, salsinha e… orégano! – E cominho! finalizou o Bigode desconsolado. Nunca me perdoou a indiscrição

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  • 17/08/2012 - 16:37
    Enviado por: Sandra Rumi

    O que fazer se você tem uma mãe que cozinha desde os 9 anos de idade? Aprender com a experiência.
    O que fazer se os seus amigos te acham “cri cri” na hora de comer? e o pior, eles nem te convidam a se deliciar com um espetinho de “gato” do boteco da esquina.
    Então, o jeito é pedir perdão a eles e agradecer a Deus pelo paladar mais “apurado”. Os familiares e amigos agradecem.

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  • 17/08/2012 - 16:55
    Enviado por: Lucas Alves

    Entrada: Salada da casa (folhas verdes da estação, tomatinhos cereja e cogumelos regados com um molho a base de queijo parmesão)- Porção bem servida, molho muito gostoso, levemente picante. Prato principal: Carré de cordeiro com crosta de ervas – Visualmente muito bonito, mas, passou do ponto e ficou muito seco, o tempero (crosta de ervas)estava muito suave e equilibrado e salvou o prato. Sobremesa: papaia com cassis – poucas opções no cardápio. Ambiente legal para casais, vale a pena.

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  • 17/08/2012 - 17:42
    Enviado por: Deborah Benetti

    Cada vez mais presente no cardápio dos brasileiros,o shimeji é aliado da dieta de poucas calorias e rico em vitamina B12.Com diversas opções de restaurantes japoneses,sigo em busca do melhor.No pódio de minha modéstia,está o cogumelo branco do Sushi Lounge Bar(SP).Carnudo e bruto,ele é lançado ao molho fervente de shoyo e limão.O aroma amanteigado não revela o simples mistério(sic) por trás daquela cozinha.

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  • 17/08/2012 - 17:56
    Enviado por: Luis Mauro ré

    Parillada em Montevidéu é ainda mais perfeita que em Buenos Aires! Constatação impensada; grata surpresa. Churrasco na capital uruguaia é artesanal: carne tratada tal qual jóia, virada na grelha com delicadeza para não perder o sangue nem o sabor, e acompanhada sempre de legumes e batatas grelhados, um néctar. Quem conhece e aprecia o famoso bife de chorizo portenho tem que saborear as parillas uruguaias. Divino prazer que nossos vizinhos nos proporcionam.

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  • 17/08/2012 - 18:11
    Enviado por: Waldinei Granado Gameiro

    O dia que fui ao Libano sem sair de são paulo , pedi de entrada Babaghannuj pasta de berinjela c/ molho de gergelim acompanhado de pão sirio simplismente divino . Pedi então um dos meus pratos predileto Charutinho de folha de uva cozidas, enroladas e recheadas com arroz e carne moída , exalava aromas deliciosos. Sobremesa Malabie-Mhallabye, Manjar árabe com calda de damasco , como dizem Manjar dos deuses foi quando esqueci que estava em minha cidade em São Paulo .

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  • 17/08/2012 - 18:18
    Enviado por: Denise Cordeiro

    O local é quase uma ficção. Bairro de sobes e desces.
    Se não prestar atenção, passa reto pelo muro cinza e portão de ferro.
    Casa Garabed, Rua José Margarido ,216, Santana, é onde você encontra a verdadeira esfiha. Neste endereço um tanto complexo, saem as mais maravilhosas iguarias armênias de São Paulo, ou talvez do Brasil! Não é exagero…as esfihas são assadas em um forno à lenha, enorme, é quase um show assistir como são feitas. As tradicionais de carne aberta (R$6,10) e queijo fechada (R$7,65), não podem faltar no seu pedido. Porção de homus (R$39,00) e quibe cru (R$48,00) ambas acompanham 6 pães sírios. Sobremesa, peça o doce de semolina com nozes ou damasco (R$7,20), não haverá arrependimento! Os preço são salgados, mas tudo é muito bem feito e saboroso. Vale!

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  • 17/08/2012 - 18:54
    Enviado por: ivan carlos pereira bueno

    O melhor bife à parmegiana com certeza é o do Degas na Av. Pompéia, ele é feito no forno a lenha, em uma cumbuca de barro, o queijo derretendo, o molho saboroso, a carne tão macia que pode ser cortada com uma colher. Há duas opções: o normal e o família, sempre que lá vou peço o família e o garçom com uma cara de espanto questiona: Tem certeza? É muito bem servido hein? Eu simplesmente aceno com a cabeça dizendo que sim.

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  • 17/08/2012 - 19:16
    Enviado por: Isabella Moraes

    As melhores comidas nem sempre serão as mais caras.
    Tive uma experiência gastrônomica extraordinária no Estadão, lá comi um Prato Feito maravilhoso: arroz, feijão, bife e batata frita e para completar uma salada. Para mim não há nada melhoir que isso: satisfaz, é saboroso e tem todos os nutrientes necessários,além de tudo o preço é ótimo.
    Come-se muito bem gastando pouco, e o melhior de tudo é que tem diversos pratos para todos os gostos, e para quem tem pressa o atendimento é rápido e eficiente.

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  • 17/08/2012 - 19:24
    Enviado por: Marcelo Rangel

    Como aventureiro gastronômico, já experimentei muita coisa: dos Restaurantes Coreanos do Bom Retiro aos Japoneses da Liberdade, passando pelas Cantinas Italianas do Bexiga.
    Hoje foi mais um dia de aventuras…
    Chegamos num Restaurante pequeno na Vila Madalena. Ali provei um delicioso macarrão com camarão, gengibre e gergelim. Não consigo imaginar como um simples macarrão com um punhado de camarões e uma farofa de gergelim em cima pode ser tão saboroso! Hummm! Tô salivando até agora!

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  • 17/08/2012 - 19:40
    Enviado por: Francini Brito

    Na gastronomia não se permite que a imaginação encontre limites, é preciso despertar a mente e torna-la um reino pensante, criativo e sempre disposto a descobrir algo novo…, é preciso viajar a um mundo surreal, ousado e inusitado, ver o mundo como um vasto universo abstrato…
    Meu paladar aventureiro busca conhecer a arte da culinária.

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  • 17/08/2012 - 20:22
    Enviado por: Suzana Su

    Um restaurante pode ser tudo de bom, mas no quesito atendimento, o Clos de Tapas deixa a desejar. Boa localização, pé direito alto, 2 andares, ótima carta de vinhos, a chef tem no currículo Gordon Ramsey, etc. Mas os garçons são mal treinados e mal educados, preferem expulsar o cliente a oferecer um café. A comida impressiona mais a vista do que o paladar, alguns pratos misturam demais os sabores. Sugestão: patê de foie gras em forma de cenoura, divino. Vá sem fome, as porções são ainda menores que as conhecidas tapas!

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  • 17/08/2012 - 22:50
    Enviado por: Fábio Collaço

    Enfim, o grande dia. Na rua via-se a luz do salão, o brilho dos lustres e sentia-se o perfume das gardênias. O garbo e e elegância impregnavam os convidados alinhados em povorosa espera para tomar acento nas cadeiras de veludo da mesaimpecavelmente posta. Quando do limiar da escadaria pingüins gigantes traziam bandejas e com impressionante destreza desciam a escadaria de carrara branca e a segurança, perplexa, abriu passagem aos determinados garçons retilíneos, intocáveis, impecavelmente dignos e, lá estavam eles, diante da multidão maravilhada. . E à cada anônimo foi entregue um prato, dois talheres e um copo d’água. Mãos trêmulas equilibravam a porcelana e os garfos levados à boca presentearam o paladar com algo inimaginavelmente sentido, vivido, realizado. Deus veio à mente de todos. A vida, então fez algum sentido.

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  • 18/08/2012 - 00:42
    Enviado por: André Elias

    em Santos, costumo ser atraido a uma tradicional casa conhecida pelos seus deliciosos pasteis bem recheados, mas na minha ultima visita, voltei a minha atenção para uma peça inteira de carne assada, um belo e suculento rosbife de coxão duro ao qual até então não experimentara, pedi um sanduiche da carne, vi o garçon conduzi-la a um cortador de frios, onde tirou dez generozas fatias de carne suculenta com uma crosta crocante em suas extremidades, montadas em um pão frances fresco, junto com um vinagrete, levemente picante, perfeito! O melhor sanduiche da minha vida!

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  • 18/08/2012 - 04:47
    Enviado por: Mayara Morale

    Umas das supresas gastronomicas que tive nos últimos dias foi o fast food Mexicano! Foi apresentado pelo meu irmão, que logo foi dizendo: “olha você é meio chatinha, mas acho que vai gostar, o local é pequeno.. típico restaurante pré ou pós balada.” Realmente é pequeno, um caixa só, 2 pessoas pra fazer a comida, mas foi uma grata surpresa.. O Burrito Texano é divino, super recheado, saboroso que só. E o preço? Mais que justo! E o melhor esta por vir.. TEM DELIVERY!! O local? Tollocos na famosa Rua Augusta!

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  • 18/08/2012 - 10:26
    Enviado por: Caio Quintino de Oliveira

    Estive no Ici Bistro, ambiente muito agradável bem estilo frances, serviço bom e atendimento gentil.
    A pedida foi Mules-Frites. O prato estava correto,o sabor marcante, porem o molho poderia ser um pouco mais espesso, uma vez que após se deliciar com os mariscos, transforma-se numa sopa maravilhosa. Já as batatas fritas estavam fantásticas, sequinhas e crocantes, pareciam as do Entrecôte em Paris.
    E por fim, um retorno a infância : um delicioso Pain Perdu com purê de pera.

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  • 18/08/2012 - 12:49
    Enviado por: André Wilson Oh

    Para uma experiência gastronômica verdadeiramente prazerosa é necessário a interação harmonioza de todos os sentidos. Ambiente com muita poluição sonora é desagradável. Nada melhor que uma comida com ótimo odor que desencadeia boas lembranças. O alimento sempre é devorado primeiro com os olhos. Me desculpe mas um belo sandwich e petiscos devem ser consumidos com as mãos. Por fim, o Paladar que unirá os sabores de cada ingrediente do prato, fruto da criatividade do chef proporcionando agradável sensação de prazer.

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  • 18/08/2012 - 12:52
    Enviado por: Adriana Cohen

    Por fora, aparência altamente crocante. Aos primeiros momentos da mordida, já se podia confirmar que a impressão visual era verdadeira. Na boca, a decisão do chefe de empanar a coxinha com uma mistura de farinha de rosca e salsa pareceu tão acertada que me perguntei porquê não era uma praxe em nossa culinária. O consumo da massa, feita à base de mandioca, revelava um recheio suculento que misturava frango, requeijão, alho, pimenta de cheiro, sal e jambu, a rainha das ervas paraenses. Um petisco simples e surpreendente.

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  • 18/08/2012 - 15:59
    Enviado por: Márcio M. Carvalho

    Famiglia mancini

    Na entrada o antepasti talvez o melhor de São Paulo com saladas, frios e queijos da melhor qualidade e até mesmo iguarias como alcachofras temperadas. Depois a pasta um fetucine com polpetas com massa puco mole mas leve e molho farto embora um pouco ralo, mas com o delicioso tempero do sul da Italia, complementados por taça do delicioso vinho da casa e o ambiente tipico desde a R. avanhadava.

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  • 18/08/2012 - 16:49
    Enviado por: Marisa A. Sotelo Carvalho

    Em uma viagem a Jau-SP fui convidada a conhecer em uma pequena vila proxima o Restaurante Polaco, o clima simples do local combinavam com prato unico arroz com pedaços de bacon, saladinha, frango e porco a passarinho, temperadas e tratadas por horas em vários tachos e os segredo da casa resultaram em uma carne leve de crocancia e tempero nunca visto por esta cozinheira e apreciadora da boa comida.

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  • 18/08/2012 - 17:25
    Enviado por: Letícia Menegassi Borges

    O casarão aconchegante do Zeffiro já valeria a visita, mas o que convida a voltar é a comida, capaz de despertar a mama que existe no imaginário de todo paulistano. Preparada com esmero e sem frescura, só não é perfeita porque as sobremesas não acompanham o bom nível das massas. O serviço desanima, mas os preços não deixam gosto amargo na boca.

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  • 18/08/2012 - 18:46
    Enviado por: Jaqueline Miyamoto da Conceição

    Outro dia estive no famosíssimo L’ entrecote d’Olivier, quem sabe eu encontraria o próprio lá? Brincadeira!
    Sabe-se que há apenas um menu já montado, então vamos lá: o couvert e gostoso, e simples, pães e manteiga; salada gostosa, ja vem bem temperada, alias um pouquinho salgada; entrecote realmente fantástico, molho forte e saboroso, fritas sequinhas, mas ambos também salgados; mousse de chocolate divina, serve bem duas pessoas! Ja o Creme Brulee, que decepção, nao tinha gosto e nem baunilha, por favor, baunilha em fava e essencial, principalmente num restaurante francês, Sr. Olivier Anquier!
    (estou escrevendo via iPad, favor considerar acentos que nao estou conseguindo adicionar)

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  • 18/08/2012 - 21:46
    Enviado por: Carla Valentim

    Como mágica, a simples transformação de dois ingredientes em uma base perfeita para qualquer prato que preze pelo paladar. Douradas como pedaços de ouro em fogo baixo, a inundação de pequenos cubos de cebola em um mar de azeite, exalando perfume pelos quatro cantos no exato momento em que o líquido vermelho de um tinto seco percorre com maestria a garganta sedenta por sabor. A carne ou molho que virão completam a experiência com perfeição.

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  • 18/08/2012 - 23:08
    Enviado por: Lucila Orsini

    Fora do eixo Jardins-Itaim, Moema reserva uma boa surpresa: A Peixaria. O nome já entrega a especialidade. No balcão, estão expostos os peixes e frutos do mar, que podem ser degustados no pequeno restaurante. Para quem ficar na dúvida, o simpático peixeiro ajuda na escolha. São três opções de preparo: grelhado, assado com sal ou frito. Os acompanhamentos empolgam, especialmente o arroz de legumes. O preço foge do padrão $$$$ de São Paulo, você paga o peso do peixe, mais R$ 10 pelo preparo. Vale a visita.

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  • 19/08/2012 - 00:39
    Enviado por: Nelson Gilmar Tavelin Filho

    Entre os vários bares que oferecem o tradicional sanduíche de mortadela do Mercado Municipal da Cantareira, o Hocca Bar se destaca. Com décadas de tradição, o bar não se resume apenas ao lanche mais-de-que bem recheado de mortadela, mas serve também bolinhos de bacalhau e pastéis de muita qualidade, com a escolta de um bom chopp gelado e a um preço justo (tendo em vista a quantidade de comida servida). O lado negativo é a paciência que recomenda-se ao esperar por uma mesa.

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  • 19/08/2012 - 01:01
    Enviado por: Tales de Oliveira R. Rosa

    CRIME, sim, cometi um agora há pouco. O da gula. A vítima foi uma tortinha de limão, pequena, uma presa fácil e rechonchuda; só seu conteúdo suculento saciaria minha gana assassina. CHORO ao lembrar da vontade – os gringos chamam de “craving” – de cravar forte os dentes numa carne macia e metamórfica de uma bezerrinha tenra, girar novamente a ‘bolacha’ para verde e soltar um peidinho. Ói, que sensação boa…

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  • 19/08/2012 - 08:10
    Enviado por: Rafael Mendonça

    Personagem obrigatório nas mesas da alta gastronomia, o filé mignon é um dos carros-chefes do vasto cardápio do Ruaa, restaurante recém-inaugurado em Pinheiros. Quando servido ao ponto, ele chega a derreter na boca de tão macio e suculento. Seu gosto torna-se ainda mais acentuado devido ao molho gorgonzola, preparado artesanalmente com um queijo de sabor forte e marcante. O toque final fica por conta das batatas rústicas, temperadas com alho e alecrim. Simplesmente divino!

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  • 19/08/2012 - 10:37
    Enviado por: Teresa Rivero

    Quem mora no Rio pode participar?Na nossa ultima viagem,para a despedida de Roma,uma brasileira que trabalhava no hotel nos indicou a Frascheteria Brunetti,perto da Piazza del Popolo.O dono,de uma simpatia cativante,so pergunta o grau de fome que voce esta sentindo e sua preferencia pelo tipo de molhos.Voce nao escolhe nada e tudo uma surpresa!E o vinho e so o da casa,o que deixou meu marido meio desconfiado…Mas foi tudo otimo: a entrada de queijos e frios,o gnocchi derretendo na boca, o vinho muito agradavel.Mas o mais importante foi a alegria do lugar:todo mundo cantando junto,fazendo brindes e deixando recados nas paredes com guardanapos!Recomendo,ideal para uma despedida italiana!!!

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  • 19/08/2012 - 10:40
    Enviado por: Alexandre Troia Menezes da Silva

    Fui conhecer a Tasca do Zé e da Maria, lugar agradável, porém com atendimento que não deve ser enaltecido. Já o couvert, merece algumas considerações: Tanto o mini croquete, como o bolinho de bacalhau foram fritos em óleo já saturado. (Sabe aquele pastel de fim de feira?). De entrada pedimos as tais vieiras grelhadas. O que era para ser uma experiência saborosa, foi marcada pela decepção. O purê de tomate estava com tempero exagerado e aniquilou as pobre vieiras. Já para o prato principal optei pelo ravioli de coelho. Talvez influenciado por sucessivas frustrações gastronômicas na tasca, devo admitir que a massa superou nossas expectativas. Recheio saboroso além de um ragu de cogumelos delicioso. Ah, o simpático é que não cobram rolha, o que atrai os comensais.

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  • 19/08/2012 - 11:08
    Enviado por: sofia

    Nossa Querida São Paulo
    É O Melhor Lugar Para Se Comer Muito Bem
    Conhecer OS Pratos Deste Maravilhoso
    Planeta Gastronômico Posso Experimentar
    Todas Ás Receitas Como Se Estivesse Em Seu
    Lugar De Origem….

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  • 19/08/2012 - 14:14
    Enviado por: Mônica Fonseca

    Quando você visita a Bahia, espera comer o melhor acarajé. Quando eu visitei Valência, na Espanha, esperava comer a melhor Paella. Mas o que eu encontrei em Valência ficou muito abaixo da minha expectativa, acostumada aos pratos fartos e bonitos feitos no Brasil. Os camarões, de tão pequenos, confundiam-se com os grãos de arroz. E dos demais ingredientes, encontrei apenas um pedacinho aqui e ali.

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  • 19/08/2012 - 14:29
    Enviado por: Larissa

    Na arte de enganar o bobo na casca do ovo, o meu pai era mestre.
    Afirmando seguir as técnicas culinárias de “vi a mulher fazer assim na TV”, o aguardado cardápio acabava em um estalar de ovos fritos.
    Mas tenho de admitir: não existe comida mais aconchegante. Nada como ver a clara de bordas bem fritinhas ser coberta pela sorrateira gema cremosa.
    Como dizia o meu pai, “melhor que isso, só ovo com duas gemas!”.

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    • 22/08/2012 - 19:16
      Enviado por: Larissa

      O comentário tinha 10 linhas, mas foi publicado com 7.

  • 19/08/2012 - 16:37
    Enviado por: Ruy Tanaka

    Se eu não tivesse gastado o que já gastei com comida, talvez hoje eu tivesse uma conta bancária mais gorda. Talvez hoje eu não me incomodasse se o meu macarrão não é de grano duro. Talvez ainda achasse que peito de pato e peito de frango não tem a menor diferença. Talvez ainda achasse que a picanha é o melhor corte de carne do mundo. Talvez nem pedisse sashimi de atum nos restaurantes japoneses. Talvez ainda nem tivesse conhecido o sabor do açaí fresco, do dia. Talvez nem fizesse questão de tomar um café de grãos 100% arábica. Talvez eu não seria eu…

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  • 19/08/2012 - 19:39
    Enviado por: DANIEL SANTOS

    Recentemente participei da degustação de queijos e vinhos raros na Delacroix. Destaque para um italiano do Piemonte chamado Robiola al Tartufo. Feito de leites de vaca e cabra, o queijo apresentava forma cilíndrica, com faces planas e leve abaulamento lateral. Sua massa de cor branca leitosa ligeiramente cremosa sob a crosta estava recheada com lascas de trufas negras. O sabor delicado do queijo com aroma amanteigado era o pano de fundo para as trufas de Alba. Queijo para paladares e vinhos fortes.

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  • 19/08/2012 - 19:41
    Enviado por: Mauro Mori

    “Mazegohan”, esse é o risoto japonês que minha avó fazia e que até hoje tem sabor de infância e família reunida. Após o falecimento da minha avó, fiquei anos sem degustá-lo, até que, após muita insistência, minha mãe resolveu prepará-lo. A primeira tentativa foi um fracasso, pois não era o risoto que guardava na lembrança e faltava um ingrediente especial (gengibre). Somente no Natal seguinte ela conseguiu alcançar o sabor desejado, mas sem o ingrediente principal: o carinho da minha avó.

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  • 19/08/2012 - 19:42
    Enviado por: mikhael de andrade pedroza

    Sou um grande fã da pizza paulista, daquela que é feita com um molho encantador e pouco recheio.Infelizmente é difícil encontrar essa pizza em campinas.A maioria das pizzas feitas aqui causa enjoo, pois pizzaiolo exagera no recheio e na massa, deixando-a grossa.A verdadeira pizza é aquela feita com com poucos ingredientes e com um tempero especial por cima da massa, para que o cliente sinta o gosto da combinação entre massa, molho e recheio.

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  • 19/08/2012 - 20:02
    Enviado por: eduardo

    Restaurante così – Voltei ao così, após meses e de novo não me arrependi. O couvert simples, com pâes, queijo, sardela e frios, não empolga. Entrada correta, polenta com ragú de carne, no ponto. Em seguida, ravióli de músculo; a massa fresca no ponto certo, com recheio de músculo que desmancha na boca, com ragú da própria carne, sob finas fatias de parmesão, tudo exalando o aroma da trufa. Combinação perfeita da carne magra com a trufa marcante, sem pesar. Para finalizar, vale o tiramisú de frutas vermelhas, em linda apresentação.

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  • 19/08/2012 - 20:18
    Enviado por: Ricardo Glasenapp

    Após deixar minha esposa em um evento da empresa, fui caminhando em direção a um boteco em Pinheiros para aguardá-la… mas no meio do caminho encontrei uma pequena porta que se abria para um longo corredor. Entrei para desbravar o que ali havia, e uma grata surpresa foi descoberta: o Vila das Meninas.
    Um pequeno restaurante em que um ótimo atendimento complementa o cardápio moderno e nada comum, com uma carta de vinhos muito interessante.
    Ah, e não esqueçam de fazer a reserva antes.

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  • 19/08/2012 - 21:01
    Enviado por: Ana Paula Brito

    Minha mãe disse: tenho dois filhos, oum que come para viver e outro que vive para comer. Eu sou esta: vivo para comer. Adoro comer!As festa aqui em casa são sempre na cozinha, perto da geladeira e do fogão. Conquistei meu marido pelo estômago e, hoje, quando vou fazer o jantar do dia a dia, meu filho de quase 3 anos, me pergunta: posso ajudar? vou cortar “cenona”. Até ele já sabe: comida reúne e faz amigos.

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  • 19/08/2012 - 21:34
    Enviado por: Jacqueline

    Minha experiência gastronômica iniciou-se desde cedo com minha mãe, ela fazia (e ainda faz) sempre os mesmos pratos: arroz e alguma coisa. O que poderia ser carne, carne com batata ou frango. E quanto frango eu comi…Daí, quando crescida, veio a curiosidade de aprender: como se faz o arroz? E a carne? Frango não! Engraçado, mas, a partir desta curiosidade que vieram os risotos (que são tão simples e variados), as saladas, os ceviches. DA curiosidade de aprender veio a curiosidade de apreciar. Apreciar um prato acompanhado de um bom ambiente. Hoje, embora com pouco de timidez, sou critica de quase tudo quando minha opinião é indagada, mas, claro, com uma pitada de Anton Ego.

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  • 19/08/2012 - 21:40
    Enviado por: Douglas

    Venho de uma família italiana, que como todos sabem, vive para comer. Comigo, não seria diferente, cresci vendo meu pai e minha mãe cozinhando, e ao pé do fogão desde cedo tentava de longe aprender. Com o passar do tempo, assume a pilotagem do fogão, e me tornei um verdadeiro cozinheiro prático, o lado ruim disso? Sou muito chato com e exigente com comidas em geral, querem um comentarista melhor que este?

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  • 19/08/2012 - 22:51
    Enviado por: Ricardo

    Nunca havia me preocupado com a minha alimentação. Morava com meus pais, e a comida de casa é sensacional. Variada, farta, multicultural!
    Esse ano, saí de casa, e me surpreendi ao perceber que, mesmo sem prática na cozinha, consegui me virar muito bem (preparei um Beef Wellington muito gostoso para uma confraternização do hospital onde trabalho) e descobri que sinto um enorme prazer nessa nova área da minha vida.

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  • 19/08/2012 - 23:08
    Enviado por: Cecilia M R Sapata

    Para mim o pão é o alimento mais poético que existe. Tão antigo e tão adorado ! Há algum lugar onde não se coma pão ? Há alguém que não goste de pão ? Não creio…É um alimento universal, com poucos ingredientes, se há milhares de variações, mas em qualquer canto do mundo se sabe o que é um pão. Ele rompe as barreiras do idioma e cultura. Um pão à mesa une pessoas e é o símbolo do alimento comum. O que o acompanha é da escolha de cada um, mas o pão já é especial por si só.

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  • 20/08/2012 - 02:14
    Enviado por: Rafael

    -1:30 e meia de espera!
    É assim que o segurança que fica na porta da Lanchonete St. Louis no Jardins recepciona os clientes que se aproximam do lugar.
    Se você for corajoso como nós e ainda não estar com tanta fome, cada segundo de espera vale a pena. O lugar é pequeno, mas os hambúrgueres são muito bem servidos. Destaque para o “Canadian”, que vem com o queijo gorgonzola por dentro do hambúrguer, sim, você leu certo, o queijo vem dentro carne ou invés de vir por cima. Não saia de lá sem tomar a “Berrie Lemonade”, combinação perfeita de limão siciliano e tahiti com framboesas. Se você gosta de um hambúrguer bem feito, tem que conhecer, mas venha sem pressa.

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  • 20/08/2012 - 02:17
    Enviado por: Alex Sae Won Song

    Logo que abriu segundo andar do Butcher’s Makert, o Barn, por conta das minha origem coreana, não poderia deixar de experimentar Pork Kimchi. Poucos arriscariam em provar a nova iguaria do Butcher’s, pela provocante aparência apimentada das acelgas, apesar de ser amenizado pelo familiar lombo desfiado, a sua apresentação no prato não era das melhores até que dei a primeira mordida. O conjunto de sabores provocado pela humidade do kimchi e a maciez da carne suína, resultaram na melhor experiência da culinária coreana ocidentalizada. Porém, há de dividir opiniões para os de estomago delicado, que não é o meu caso.

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  • 20/08/2012 - 08:42
    Enviado por: Rodrigo G. Castro

    Não foram mais do que 20 minutos da calçada à mesa nos fundos, onde as plantas artificiais penduradas nas pérgolas se esforçam para dar um tom de terraço ao local. Talvez no Galinheiro Grill (r. Inácio Pereira da Rocha, 231, Vila Madalena) a vida imite o nome: atendimento idem rápido, mas um pouco confuso. Vale pelo cardápio? Vale.
    Comida honesta – arroz, feijão, frango no ponto, batata frita ok, cerveja gelada e preço justo, algo raro ultimamente. Nota fora para as sobremesas, simplesmente ruins. Não vão para o poleiro, mas o restaurante vale uma ciscada.

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  • 20/08/2012 - 08:58
    Enviado por: Fernanda Urbano Bomfim

    L’Entrecôte de Paris – Como entrada uma salada de folhas com tomate cereja, nozes e molho de mostarda dijon, levemente apimentado. Na sequência experimentei o famoso entrecôte fatiado servido com fritas à vontade. Eu simplesmente amei! A carne estava em delicioso ponto e muito macia. Pedi o molho à parte e, assim, fui distribuindo generosamente. O molho secreto é divino! O sabor é peculiar e agradável, segundo o chefe o molho é preparado com 26 ingredientes, o que o torna único.

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  • 20/08/2012 - 09:43
    Enviado por: Henrique

    Vive uma verdadeira experiencia espiritual,visitando uma famila ligada ao xamanismo, comi uma iguaria , doce que verdadeiramente nunca vi nada igual aconselhei eles a abrir um negocio próprio, e assim os fizeram ,um sucesso absoluto, o pastelzinho doce com creme de Papaia é líder de vendas , e ao tentar descobri o segredo a Iguaria Xamanica ,verifique que o acompanhamento que fazia a diferença o caldo de cana que misturado ao creme do pastel fazia a magia !

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  • 20/08/2012 - 09:52
    Enviado por: Liliane D.

    Um dos pratos mais interessantes que eu provei foi um da culinária iraniana. Morei em Vancouver por 1 ano e lá gastava todo meu salário em comida. Gostava (e ainda gosto) de descobrir lugares diferentes, de outros países e conhecer cada cultura pelo seu tempero característico. O prato que mais me surpreendeu foi o Kash-e Bademjan. A base é a berinjela triturada ao ponto de parecer um patê. É bem temperado, mas o que dá um sabor especial e determinante é o azeite de menta, colocado em abundância no prato. Para acompanhar, um pita Bread e pronto. É de lamber os dedos. Geralmente servem como entrada, mas se você for como eu não vai nem precisar pedir o prato principal.

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  • 20/08/2012 - 10:43
    Enviado por: Thais Bodini

    Meu hobby é cozinhar. Adoro e faço com prazer!Desde menina assistia Papito (origem italiana) e Mainha (origem baiana) cozinhando muito bem e fui me arriscando. Aprimorei minha receitas nos meus três anos de vivência na Itália e aprendi truques simples que deixam a comida com um sabor especial.Experimente temperar a carne moida com um pouco de vinho tinto seco. Sua pasta receberá elogios!Fica a dica. Buon apetito!

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  • 20/08/2012 - 10:51
    Enviado por: Elmo Medeiros

    Quando me mudei para SP há 2 anos, uma coisa me preocupava bastante. Como comer bem todos os dias sem estrapolar o meu orçamento? Fiz uma investigação apreciativa da minha Avó que já se foi. Fui ler, treinar e me jogar nos eventos gastronômicos da Cidade. Descobri uma paixão pela alquimia dos pratos. Cozinhar em casa, me faz ser livre. Todo mês visitamos dois ou três novos restaurantes, e cada vez mais, me sinto Feliz em viver em São Paulo.

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  • 20/08/2012 - 11:02
    Enviado por: Helena Britto

    Assim como a escrita, a escultura ou a dança, culinária é expressão de cultura. Descortina conhecimentos de décadas ou séculos e, não raro, envolve elaboradas técnicas, independentemente de onde brotam. De pessoas que jamais frequentaram uma instituição de ensino até profissionais a serviço de reis, há, em metrópoles ou em vilas, pessoas capazes de realizar tal mágica: elaborar uma iguaria, um algo para comer que brinca com todas as nossas sensações. Doces, com infindos ingredientes, ou com somente dois. Saborosos caldos. Peixes embrulhados em papel de seda, ou em folhas de plantas. Carnes cozidas por horas, ou crua, pronta em minutos. Grãos de tantas formas, cores, texturas. E os pães. E os alimentos curtidos ao sol ou em fumaça. E os fermentados de leite de toda sorte… Conhecer o que se passa em cozinhas é registrar a mais importante fatia da história da humanidade: a que tem sabor bom!

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  • 20/08/2012 - 11:12
    Enviado por: Erika Guardia Wolowski

    Pense no melhor pudim de leite que já tenha comido na vida (vale o da sua avó). Agora pense nele de novo e eleve a gostosura dele em escala exponencial. Fez? Sim, isto existe!Um pudim de leite que derrete na boca e espalha o gostinho doce e ao mesmo tempo queimadinho que só uma boa calda de caramelo é capaz de deixar, acabando com a briga do melhor pudim ser “com furinho ou sem furinho”.Babou? Então corre pro Shoshi Delishop, no Bom Retiro.Só fica uma dica: a receita o dono não conta nem para nós do Paladar!Tem que correr e provar!

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  • 20/08/2012 - 11:42
    Enviado por: Izabelle de Albuquerque Carvalho

    Beethoven uma vez disse que só os puros de coração podiam fazer uma boa sopa. E foi uma sopa fria que me cativou profundamente naquele verão na África. A mesa estava posta perfeitamente, compondo um cenário surreal de rusticidade com alta gastronomia. A sopa senegalesa foi servida ao som dos tambores. A doçura das cenouras e maçãs e a pimenta do curry equilibravam-se perfeitamente. Uma taça de Chenin Blanc gelado coroou esse momento inesquecivel à mesa!

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  • 20/08/2012 - 12:10
    Enviado por: Carlos de Oliveira Porces

    Na minha casa,na região de São José do Rio Preto/SP o cozinheiro do final de semana sou eu.Nos fundos, construí um “bar temático”, dotado de equipamentos de cozinha onde aprimoro meus conhecimentos culinários adquiridos pela prática da curiosidade, seguimento de receitas e um curso de comidas de buteco feito no SENAC.Todos,familiares e amigos, adoram meus pratos,simples mas, diversificados.Baratos nos ingredientes mas, ricos no sabor(é o que eles acham)

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  • 20/08/2012 - 12:14
    Enviado por: Letícia Saba

    Há algum tempo eu e um grupo seleto de amigos elegemos um restaurante para encontros ocasionais. Mesa redonda é indispensável, assim como um bom sommelier para indicação do vinho da noite. Assim, esses dois ingredientes se juntam ao prato pedido por unanimidade: ragu de cordeiro, especialidade do Pasquale e preferência absoluta dos amigos. O prato, assim como nossa amizade, traz intrinsicamente o cuidado e afeto da preparação, permeando a noite de sabores, prazer e satisfação.

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  • 20/08/2012 - 12:18
    Enviado por: Fernando

    Comer ou não comer? Eis a questão. Não! Eis a comida, quero dizer. Come-se bem? Come-la-ei. Qualquer… Sal ou fleur de sel? Qual o ponto o senhor deseja? O que acompanha? Está quente? Está boa? A salada é uma mistura de sabores ou uma experiência antropológica? Frita-se a batata por duas vezes? Cúrcuma ou Urucum? Ora-pro-nobis? Dobradinha ou tripes à la Caen? Carne del pobres? Mamão verde no doce ou no salgado? Ao final, a lembrança mais tenra é um frango com quiabo com angu… Por favor, não é polenta, é angu!

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  • 20/08/2012 - 12:31
    Enviado por: Guido Lemos

    Leite condensado, ingrediente aparentemente banal na doçaria brasileira, mas elevado a iguaria na minha família. Leite condensado tem que ser fresco, totalmente retirado da lata e, após aberto, mantido em temperatura ambiente; refrigerar esse manjar, nem pensar, pois afeta consistência, aroma e sabor. Não há nada como a primeira colherada do líquido morno, logo após a abertura da lata, ou corte na embalagem cartonada. Misture-o com frutas, queijo, leite em pó, achocolatados ou o meu favorito, farinha láctea.

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  • 20/08/2012 - 12:33
    Enviado por: Fábio Galvão

    Nunca esqueci o dia em que estudei o paladar na escola. Decobrir os sabores doce, amargo, salgado, com o cotonete tocando a língua foi uma sensação incrível. Percebi que, além de vitais, comer e beber são prazeres. Hoje, a evolução da grastronomia permite aguçar os outros sentidos. Eu já comi muito, inclusive flores. Mas espuma… Prefiro meu arrozinho com feijão e bife acebolado.

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  • 20/08/2012 - 13:03
    Enviado por: Tamyris Roxo

    Uma das melhores coxinhas da minha vida, feita e vendida no lugar mais inesperado possível. O Marcelo frita na hora, ali dentro do box apertado e underground dele, uma coxinha feita com massa de batata: leve e cremosa por dentro, incrivelmente crocante e dourada por fora e recheio equilibrado com gostinho de tempero caseiro – salsinha, cebola, alho…estão todos ali. Podem me julgar, mas eu não consigo sair de lá sem comer pelo menos duas, às vezes três. É uma paixão (e um colesterol) que só aumenta, sabe?

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  • 20/08/2012 - 13:22
    Enviado por: Antônio Celso Agune

    PICADINHO DO BISTRÔ ATHALIBA
    Vale a pena experimentar os picadinhos deste excelente Bistrô da Chef Elsie Siciliano e de seu companheiro o Mestre Lobato (campeão brasileiro de Tênis da década de 60). O atendimento é acolhedor e você se sente único com a sua visível preocupação de personalizar cada pedido. Escolhi o Athaliba V, o carro chefe da casa e estava impecável. O filé mignon cortado na ponta da faca preservando seu sumo, o molho roti aveludado, o frescor do tomate concassé, o pastel de queijo crocante, a banana milanesa bem sequinha, o ovo pochê no ponto pedido, e o trio arroz, feijão e farofa nos moldes dos inesquecíveis almoços na casa de nossos avós. De sobremesa uma deliciosa rabanada da vó Júlia, crocante por fora e bem úmida no seu interior, acompanhada de sorvete de creme, finalizou com brilhantismo este banquete bem caseiro.

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  • 20/08/2012 - 13:23
    Enviado por: Cecilia trostli

    Na última sexta-feira, 17 de agosto, fui convidada por um grupo de amigos para jantar no FishBar & Gastronomia, na Alameda Tietê, Jardins, São Paulo. Restaurante fantástico. Cozinha contemporânea, de excelente qualidade, pratos muito elaborados, lindos de se ver e com sabores excelentes, fantásticas combinações! Serviço muito atencioso, desde o manobrista até o garçom. O dono do restaurante estava presente e conversou com todas as mesas para saber se tudo corria bem. Decoração muito agradável,moderna. E o melhor de tudo: uma conta JUSTA pelo que nos foi oferecido. Eu recomendo.

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  • 20/08/2012 - 14:50
    Enviado por: Tibor

    Com um preço justo e cadápio básico, o Kasato Sushi é sempre uma boa opção para matar a fome. Não existe grande elaboração nos pratos. Por outro lado a agilidade no atendimento surpreende positivamente.
    O temaki da casa é muito bom. O de salmão com shimeji, cream cheese sem arroz é sempre muito elogiado pela minha namorada.
    A avaliação no final é BOM, pelo atendimento de qualidade e preço justo em relação ao cardápio trivial.

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  • 20/08/2012 - 15:07
    Enviado por: Cesar Antonio Frisina

    Ganhei uma promoção da pizzaria Avanhandava 34, a promoção consta que na compra de uma pizza grande, você ganha outra de sabores básico. Liguei para obter mais informações e me informaram que é válida de Dom a Ter e você paga um couvert artístico no valor de R$ 11,00 por pessoa. Achei um absurdo pois vou para comer a pizza e não ouvir música. No dia 11/08 fui no AOAMY Jardins acompanhado da minha esposa e filho de 2 anos e 3 meses. O local estava cheio mas fui o primeiro da fila pois estava com criança.ADORAMOS o atendimento e a comida e excelente.

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  • 20/08/2012 - 15:22
    Enviado por: José William Caporrino

    O forte do Figueira Rubayat é a carne,o atendimento é muito bom, o ambiente maravilhoso, só o couvert, razoável. Apesar das opções,senti falta do master beef, que sumiu do cardápio e segundo o garçom só é servido no Las Lillas, restaurante da rede, em Buenos Aires. Não acertei no vinho, pedi um pinot noir da Patagônia, um Humberto Canale, safra 2010.O vinho, apesar de normalmente agradável quando jovem,tinha demasiado teor alcoólico.O especialista disse que era assim mesmo.Não concordo…

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  • 20/08/2012 - 15:39
    Enviado por: Daniel E. Sidi

    Na sexta fui convidado para fazer um almoço de aniversário no domingo de um grande amigo, preparei uma receita de Ragu de cordeiro com parpadelle, demoro em média 6 horas para aprontá-lo. Tivemos uma entrada com presunto de parma, melão e mussarela da bufula, todos adoraram, desta forma adoro comer e tenho muito cuidado com ingerdientes e sabores, sempre quando vou aos restaurantes gosto de entrar na cozinha para falar do prato, se aparecer a oportunidade será um barato !

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  • 20/08/2012 - 16:05
    Enviado por: Graziela Brizola

    Adoro cozinhar… A mistura da comida brasileira (o arroz, o feijão, o bife e a salada) mas como saber quando e qual tempero usar? Fugir do sabor comum do sal, vinagre ou limão? Faço essas experiências de sabor , colocando temperos, ervas em minhas comidas e ainda dando palpites na cozinha do meu marido que modéstia à parte cozinha muito bem, mas deixa a desejar no tempero, o qual para mim é a alma de toda comida bem preparada… Temperos… amo, temperos!!

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  • 20/08/2012 - 16:14
    Enviado por: René Zmekhol

    … memória gustativa é fogo ! Lembro do sabor da Língua ao Molho Pardo do Restaurante Itamaraty e faz trinta anos que eu fui, embora não consiga descrever o sabor, estando lá saberei se está igual ou não ! O delicioso Stroganoff do Restaurante Nó de Pinho, caminho de Interlagos – e nem sei se existe mais – também, assim como outros pratos de outros lugares. A decepção de procurar aquele sabor e… mudaram a receita!. Deviam prender quem não respeita a melhor, maior e mais deliciosa das memórias. A memória gustativa…

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  • 20/08/2012 - 16:28
    Enviado por: Jorge Andres

    Um menu degustação escancara a realidade de um restaurante, para o bem ou para o mal. Tive o desprazer de conhecer o pior lado no restaurante Le Cuisine em São Luis. Pastas que vieram sem o pão, talheres retirados e não devolvidos, carne fria sem ter a intenção, demora exagerada entre os pratos, tendo ainda que ouvir do garçon que era pra digerir melhor a comida. Pode ser que melhore com o tempo, mas a falta de respeito pelo cliente e pela comida me fazem riscar do meu caderno de opções o Le Cuisine.

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  • 20/08/2012 - 16:36
    Enviado por: marcelo k.

    minhas viagens têm sempre o seu lado eno-gastronômico e mesmo na cidade em que moro (São Paulo) costumo ir a lugares pouco conhecidos e inclusive for de mão para experimentar novos pratos.também tenho avaliações destas “aventuras” publicadas em um site de referência global.acredito que não exista melhor espaço do que ao redor de uma mesa,com amigos,degustando e curtindo o melhor que a vida oferece

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  • 20/08/2012 - 17:06
    Enviado por: Amilcar Molinari

    Experiência e avaliação gastronômica para mim é um mix de variáveis, todas têm relevância que vou tentar exemplificar: o ambiente, não falo em sofisticação mas em ambientação, como a mesa em que jantei na calçada em Istambul, com vista para a Mesquita Azul; a bisteca Fiorentina temperando a brasa com louro em Firenze com carta de vinhos enxuta mas perfeita com seus “Brunellos”; a inovação e atendimento do El Buli foi um marco na gastronomia; e a simplicidade e sabor da Tapioca de Donana em Jericoacoara não se iguala.

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  • 20/08/2012 - 17:39
    Enviado por: Fernanda Lopes

    O bar e restaurante Thaberna da Bruxa, em Santo André, oferece um cardápio sortido para os olhos, estômago e imaginação. Respeitando a métrica da cozinha da vovó, nota-se a preocupação de oferecer uma alimentação saudável sem cair no ritual do tudo integral, com destaque para o uso de ervas realçando o sabor de cada proposta. Um exemplo são as batatas rosti suíça, pré-assadas e recheadas, que acompanhadas ao vinho da casa gelado é ótima opção para começar a degustar os encantos da casa.

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  • 20/08/2012 - 17:44
    Enviado por: Rogério

    Como é difícil encontrar um bom custo benefício de vinho em São Paulo. O leitor experimentado deve imaginar que o problema é meu poder aquisitivo e/ou falta de conhecimento. Acertou na mosca! Mas o que seria do mercado do vinho sem nós, os consumidores finais desinformados. Para não ficar sempre nos argentinos e chilenos (bons também) minha sugestão são os portugueses. Os mais leves e frutados da região do Alentejo ou os mais incorpados do Douro encaixam em qualquer ocasião e com bons preços.

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  • 20/08/2012 - 17:49
    Enviado por: Rildo de S. Almeida

    Render-se à comida é uma coisa fácil, e em muitas vezes algo inevitável, tanto para quem faz ou não algum tipo de dieta. Eu me rendo algumas vezes a um lanche de calabresa que é vendido em um pequeno local na Av. São João, no centro de são Paulo. Feita na chapa e servida em um pão crocante que faz aquele som agradável quando é mordido seguido de uma explosão de sabores na boca, a carne, o cominho, a pimenta do reino, enfim, de forma simples, é muito bom. E para acompanhar, um também simples refresco de uva.

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  • 20/08/2012 - 17:51
    Enviado por: Sindy Uiara Molina

    Salmão defumado . Cream chease. Pão. A combinação para a tapa de um sabor indescritível que experimentei no Sancho Bar y Tapas, na rua Augusta.
    Um ótimo serviço e uma carta de vinhos e cervejas bastante razoáveis dão início à uma experiência de abrir apetite. De entrada, a tapa de salmã com cream cheese – fresquíssima e quase orgástica – acompanhada de vinho tinto. O tradicional jamón, medalhão de mignon, bacalhau e abobrinhas são opções da especialidade da casa.
    Com todos os azeites e especiarias do mediterrâneo, no ambiente contornado de poesias e quadros de toureiros à meia luz, a Paella del Mar. Deliciosa. Ingredientes ao dente, servidos na temperatura perfeita, um lagostim dign e um bom Merlot.
    Ao final, a conta: pouco mais de R$ 120 para uma refeição perfeita para o primeiro encontro.

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  • 20/08/2012 - 18:26
    Enviado por: felipe abrahão

    A primeira viagem a Buenos Aires ninguém esquece….. mas a primeira carne argentina… sim, gostaria de esquecer. Fui em um dos melhores restaurantes do badalado bairro de Puerto Madero para experimentar a tão famosa carne argentina. Como não conhecia nenhum corte, pedi a tradicional “parrillada” com diversas carnes. Frustração do começo ao fim… não sei que era mais vivo, meu desgosto ou a carne que quase mugia!

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  • 20/08/2012 - 18:34
    Enviado por: Aloisio Mello

    A primeira impressão é sempre muito importante, por isso sempre que chego a um restaurante, lanchonete ou mesmo na casa de parentes ou amigos para uma refeição, o aroma da comida assim que entro no local começa a moldar o clima do evento. A boa comida deve afetar os 5 sentidos e mais um.
    Depois do olfato vem a visão, onde um perfeito balanceamento de cores e formas na apresentação faz aparecer um sorriso de antecipação; o tato analisa as diferentes texturas e temperaturas, e a audição vêm em seguida ao se perceber e o som crocante ou o borbulhar de alguns elementos. E então, somente depois dos 4 sentidos receberem toda essa informação vem o paladar, onde todos os sabores, temperos, o balanço do salgado e doce, do picante e refrescante completam o prazer de comer.
    Falei em 5 sentidos mais um, e este último é a memória, pois a boa comida dura muito mais do que alguns minutos ou horas, quanto melhor for essa comida mais ela fica gravada em nossa mente, às vezes para sempre.

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  • 20/08/2012 - 19:27
    Enviado por: Simone Kuramoto

    Lá fomos nós para mais uma experiência, conhecer o próximo restaurante da listinha: Marakuthai. Uma verdadeira viagem ao Oriente, com ambiente alternativo, porém acolhedor. O serviço foi impecável, o garçom tinha prazer em explicar os pratos exóticos. Cuidado em cada detalhe da mesa e dos pratos, assim como na harmonia entre as misturas, da entrada à sobremesa. Foi uma verdadeira viagem ao Oriente, com o acolhimento Brasileiro. Sensacional!Super recomendo para aqueles que gostam da comida Thai.

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  • 20/08/2012 - 19:33
    Enviado por: Danilo Ferreira

    Na última pascoa fiz o famoso “bacalhau portugues”. Com alguns toques de pessoas entendidas do assunto cheguei a um prato maravilhoso, diferente dos anos anteriores. Apreciei um prato de textura e formato legitimamente portugues; camadas de tomates por baixo das batatas, pimentões por cima, um verdadeiro azeite portugues fazem a diferença na montagem e no sabor do prato. Salpicar salsinha e azeitonas depois de pronto e um belo vinho confirmam a essencia deste prato lusitano. Indico.

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  • 20/08/2012 - 20:36
    Enviado por: Fernanda

    Lulas douradas por fora e macias por dentro, sobre um molho aerado e levemente azedo de maionese de leite impressionam por seu sabor, textura e apresentação no restaurante Porto, antigo Porto Rubaiyat. Em contraste com esta original entrada, o ceviche peca pelo excesso de pimentões no tempero. A posta alta de robalo com arroz cremoso de pinholes e creme de espinafre completa a boa experiência, apesar do notável desleixo com a reposição dos vinhos – restavam poucas opções de bom custo-benefício.

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  • 20/08/2012 - 20:38
    Enviado por: Daniela

    Bar bodegaia

    Por entre as charmosas ruelas do centro histórico de Santos, o Bodegaia, um boteco tradicional com cardápio repleto de opções. A começar pelos famosos petiscos para toda hora, reúnem o requinte e o aprimoramento de receitas familiares do chef Gaia. Desde os petiscos aos mais variados pratos, inclusive a feijoada, são deliciosas experiências que ao provar parece ser difícil de parar! Pois é! Com um toque da cozinha européia, africana e indiana pode-se desfrutar de sabores que por fim se apresentam com cara do Brasil! Surpreendem pelo aspecto e sabor da comida tanto aos amantes da comunidade bodegueira quanto a novos públicos potencialmente gourmets. Ambiente descontraído, música brasileira e futebol. De brinde?! o pôr do sol santista. Vale conferir !

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  • 20/08/2012 - 21:12
    Enviado por: Daniela Felix Menezes

    Um jantar romântico com o namorado pede um restaurante francês, fomos ao I Bistrot em Pinheiros, gostei do serviço e da cara do restaurante, bem acolhedor, pedimos um Mix de Petiscos de entrada, onde achei o molho tártaro pecou um pouco por está mais líquido pro meu paladar, prefiro mais encorpado; Salada I Bistrot, perfeita a combinação do Brie com abacaxi e mel e folhas verdes além de ser enorme; o Medalhão de Mignon ao molho madeira no ponto exato, o risoto de palmito havia passado um pouco do ponto, não estando tão ao dente como deveria. Mas a sobremesa estava perfeita

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  • 20/08/2012 - 21:30
    Enviado por: Gustavo Scalzilli

    Toda experiência culinária deveria ser apreciada e louvada. São poucos os aventureiros que buscam novos sabores através de diferentes combinações. O bolinho de jiló, recheado com queijo e empanado com Doritos é resultado de mais uma dessas peripécias. O amargo do jiló se esconde com o crocante do Doritos e, principalmente, com a mussarela. Impossível comer um só, diriam. Sim, impossível, respondo.

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  • 20/08/2012 - 21:33
    Enviado por: Danusa

    Romã sempre tão mal usado. Fiz uma grande descoberta trate como maracujá. Fiz um Salmão com Molho de Romã, vinho, sementes de romã, mel ferver até metade. Creme de leite e ferver até metade. Bater no liquidificador, peneirar e bater no mixer com manteiga e sal. Delicia dos Deuses!

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  • 20/08/2012 - 21:50
    Enviado por: Sandro

    Mas afinal, qual o segredo do sucesso? Ponto? Cozinha? Me pego pensando nisso há um bom tempo mas conclusão que eh bom… Costumo passar em frente a um bistrozinho, cara boa, no caminho de casa, num bairro boêmio, que eh a Vila Madalena. Cheia de lugares novos. E não eh que o lugar, vazio, numa sexta a noite me surpreendeu? O bistrozinho Twelve (o nome não ajuda), fez bonito.. Carta de cervejas impar, varanda agradável e, fish and chips! Depois de tudo, conta justa, lembrei do Le Jazz e suas filas intermináveis. Ok, vale, mas afinal, voltando ao comeco, qual a razão do sucesso? Pedi o pudim de pão (que gostinho de vovó) e continuei sem entender…

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  • 20/08/2012 - 22:00
    Enviado por: Jess Paul Taves Pires

    Era uma noite quente. Com reserva com uma semana de antecedência, fomos para o Mani. No menu degustação Feijoada. Assustei mas me interessei. Ao experimentar, me deliciei. Pequena no tamanho, como tem que ser um prato dessa natureza para deguste noturno e no verão, ainda mais porque do menu degustaçāo.
    Leve, suave e explosivo nos sabores e nas sensaçōes.
    Contexto único, mas, ao mesmo tempo, com com sensaçōes diversas:
    Feijão, costelinha de porco, carne seca e outras indescritíveis e de díficil mensuraçāo.
    Excepcional e maravilhoso.
    Para quem gosta do velho e do novo.

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  • 20/08/2012 - 23:32
    Enviado por: Denis Nunes

    O estrogonofe é feito originalmente com cubos de carne, creme de leite e mostarda. Durante minha infância, esse prato esteve presente no acompanhamento do arroz, mais do que o feijão.

    Existem muitas variações desenvolvidas, mas aprecio o estrogonofe com camarão no lugar da carne bovina. Com a companhia do arroz, ele se torna um prato suculento e muito saboroso para qualquer ocasião. Independente da forma de preparação, todas são deliciosas e merecem ser saboreadas.

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  • 20/08/2012 - 23:59
    Enviado por: Antonio Lemos de Oliveira

    Era um desses domingos a tarde no ano de 2007 e eu estava na vontade de comer algo doce. Abri o meu armário e vi chocolates, leite condensado, creme de leite e por ai vai, e na geladeira havia uma massa para lasanha. Esquisito, não? Daí eu peguei um livro de lasanhas que tenho até hoje e vi uma receita de uma sobremesa e arrisquei fazer. Resultado: a lasanha Lemos é o carro-chefe de todas as ocasiões da família; desde festa de natal até substituto para bolo de aniversário como aconteceu quando completei 22 anos em 2009.

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  • 21/08/2012 - 08:39
    Enviado por: Mariana Cruz

    Brasileiro que é brasileiro ama um pãozinho. Muito pela influência italiana, mas outro tanto pelas tentações que são as padarias espalhadas pelo Brasil. Em são Paulo, particularmente, o conceito de padaria conveniência causa tentações nos gulosos paulistanos. As melhores padarias da capital funcionam 24 horas, e muitas são ponto de encontro de jovens, pós balada. É o café da manhã invertido. Toma-se café, frutas, pães, doces, para depois ter uma noite, ou melhor, uma manhã de sono tranquila.

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  • 21/08/2012 - 09:13
    Enviado por: Ingrid Balhe

    Uma volta pela Liberdade em São Paulo é uma passagem pelas delícias asiáticas. Dentro de um dos restaurantes chineses mais frequentados nos almoços de domingo, imigrantes chineses, na maioria cantoneses, fazem fila para comer. O pato, a despeito de que muitos dizem estava bem cozido, macio e, como uma lembrança brasileira, tinha sido levado à puruca. A lagosta, tão fresca e bem temperada que valia a pena gastar um pouco mais do que eu podia pagar. Os legumes, a raiz de lótus, gostos e temperos que nunca mais esquecerei.

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  • 21/08/2012 - 09:16
    Enviado por: Juan

    Em descompasso com o tempo quase suspenso do centro histórico de Rouen, na França, a dona do L’Espiguette atende os clientes freneticamente. É o único ponto negativo do simpático bistrô, que tem ótimas receitas clássicas como steak tartare, com carne pouco moída e sem exageros no tempero. Antes, como entrada, o pressée de lapin faz um interessante contraste entre o coelho macio e salgado, uma gelatina de gordura levemente adocicada e o azedume de groselhas frescas, pouco conhecidas no Brasil. Combina bem com o frescor e a acidez do rosé oferecido pela casa.

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  • 21/08/2012 - 09:44
    Enviado por: Rogerio Kezerle

    Varejão do CEASA. Uma infinidade de experiências gastronômicas em um único lugar. Um prosaico, porem delicioso, sanduiche de pernil, pastel de takenoko ou de repolho com nirá. Queijo bleu e manteiga artesanal franceses. linguiças artesanais. Uma profusão de cores e aromas. Mangostim, pitaya, robutam, mangas cheirosíssimas.Pimentas de todas as variedades possíveis e imagináveis. Ervas que nos chamam com seus perfumes maravilhosos. Uma viagem dos sentidos para os apaixonados pela gastronomia.

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  • 21/08/2012 - 10:33
    Enviado por: Marcela Fonseca

    Começando pela sobremesa, destaque para o aerado “turrón helado de almendras”, cremoso e inesperado. Os “churros” recheados com chocolate meio amargo decepcionam na textura e sabor. Nos pratos principais, ênfase ao “arroz negro meloso com camarões, lulas e um leve toque de alho”, tudo tenro no ponto certo. Às tapas calientes: um ponto a menos para o sem graça “pulpo a la gallega con patata”, e um a mais para as “vieiras em emulsão de salsinha”, servidas na colher, leveza de nuvem. Para o tele-transporte a solo espanhol, peça “pimientos de piquillo com escabeche de atum”! Crocs por fora e macias por dentro, viva as butifarras do couvert, além do imperdível rabanete marinado. A bela cozinha em transparência high tech do Eñe dá o tom hermético à casa que poderia ter ares mais descontraídos, próprios das patatas bravas e croquetas de jamón….

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  • 21/08/2012 - 10:46
    Enviado por: Philip Shin

    São paulo, oásis cosmopolitano de cores e sabores. O botecão e a haute cuisine, em harmonia, ao som do Rock. Assim é a baixa Augusta e sua diversidade culinária, Little Italy ou Greece? Chinatown? Temos todos e muito mais ao longo dessa veia pulsante, no Centro da capital. Allons-y! parafraseando Doctor Who; Desbravemos os sabores que estão escondidos, com o espaço e tempo, ao nosso dispor. E o que ganhamos? Lembranças, aromas e prazeres.

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  • 21/08/2012 - 11:11
    Enviado por: Antonio C G da Silva

    Sempre gostei de comida árabe. A simplicidade aparente esconde uma riqueza de sabores e alternativas. Comi um kafta na Tenda do Nilo no almoço de ontem. Carne macia e suculenta, bem temperada com a cebola miúda contrastando com o hortelã. A fritura estava no ponto: ficou tostado, sem queimar e sem gosto de óleo. Para acompanhar, arroz com aletria. Tudo simples, mas um belo almoço.

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  • 21/08/2012 - 11:39
    Enviado por: Thiago Rodrigues de Godoi

    Morando em Bordeaux, não poderia deixar de jantar no Le Régent. De entrada, sugiro o foie gras mi-cuit ao porto, casando perfeitamente com um bom millésime de Sauternes. As notas amadeiradas e adocicadas do porto se entrelaçam com a cremosidade fondante do foie gras em um prato milimetricamente decorado. As torradas de pão de nozes, e as pétalas de nastúrcios violeta sob um molho ao porto dava harmonia e sabor ao conjunto. Prazer único e absoluto, aromas e sabores que ficarão sempre na memória.

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  • 21/08/2012 - 13:13
    Enviado por: Crislene Oliveira

    Comer ! Eita verbinho delicioso.Adoro comer, seja com os olhos ou com a boca, afinal, comer é deliciar-se com todos os sentidos,cheiro,sabor,cor e testura.
    A comida traz a personalidade de quem cozinha, traz intrínseco em seus ingredientes seus condimentos a cultura regionalidade.
    Adoro cozinhar,para amigos, familiares, ou pra mim mesma. Eleger o melhor prato desta edição paladar sera pra mim um imennnnnnnso prazer!!! Adorooooo

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  • 21/08/2012 - 13:19
    Enviado por: ANA PAULA TOSI

    O conjunto todo é muito importante e deve ser honesto e proporcional. O restaurante ou buffet não podem querer ser o que não são. E, dentro do que são, devem proporcionar o seu melhor ao cliente. Isso é tudo o que o cliente espera.
    Desta forma, freqüenta feliz desde o boteco da esquina que tira o melhor chopp até o badalado restaurante. Um bom serviço, bom prato e ambiente tocam como música. E não há quem não entre nesta harmonia maravilhosa. Recentemente tive uma grata experiência com um Buffet no Rio de Janeiro. Criatividade, qualidade, delicadeza, apresentação, sensibilidade e serviço eram palavras de ordem. Sensacional.

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  • 21/08/2012 - 13:33
    Enviado por: Nadya de Castro Hochleitner

    Todos os meses, minha mãe faz um banquete temático para os amigos aniversariantes do mês.
    No almoço das olimpíadas,em julho,a inédita casquinha de moussaka e o tenro e bem temperado pernil ao molho de damasco foram dos Deuses!
    No arraiá de junho, a suculenta rabada arrasou.
    E assim, a cada comemoração, celebramos a boa mesa, as inovações, as invenções e a amizade.
    É o sentimento orgânico dos sabores e o prazer da degustação entre amigos!

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  • 21/08/2012 - 14:11
    Enviado por: Fernanda Pasotti

    Acontece com você. Acontece comigo, com meus amigos, os conhecidos…Comer alguma coisa e, sem saber o porquê, lembrarmos de algo. Não adianta negar. Por mais que na hora a gente não saiba exatamente do que nos lembramos, aquela sensação de “já comi isso, em algum lugar, ou em determinada época da minha vida” é inevitável.Pode ser algum tempero que te lembre de uma viagem, ou algum ingrediente que nos lembre algum prato da infância, tanto faz…Acho que o melhor de tudo,e o mais reconfortante, é saber que comida também é lembrança, e, na maioria das vezes, uma lembrança boa. O que me traz ótimas lembranças é o bolo de milho com goiabada e coco do café do CCBB/SP. Doce na medida, e bem cremoso, é um delicioso pedaço de boas recordações.

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  • 21/08/2012 - 15:53
    Enviado por: Livia Salaro

    A gula é o mais irresistível dos sete pecados capitais, digo isso por minha conta e risco – que fique claro. Mais ainda se vivemos na capital gastronômica do Brasil – e quiçá do mundo: onde novos restaurantes, bares, bistrôts, botecos ou qualquer que seja a qualificação “in” do momento são inaugurados de modo desenfreado. Como uma típica paulistana, meu programa preferido é “sair pra comer”. Até quando estou viajando, dentro ou fora do Brasil, levo esse hobby comigo. E não há prazer maior do que apreciar as ostras ao “bafo” no Toca da Garoupa de Florianópolis, o bolinho de bacalhau do Jobi no Rio, o tartare do Brasserie Lipp, e o melhor “assiette de fromage” de Paris no Les Pipo’s (falo isso com conhecimento de causa, porque morei lá por tempo suficiente para experimentar muitos “assiette de fromage” parisienses). Mas a minha paixão mesmo são os risottos – ao limone, minha especialidade, o risotto trufado do Serafina, o risotto de queijo brie do Due Coqque, o risotto de couve-flor do Lavo de Nova York e o arroz biro-biro (que não é risotto, mas é tão bom quanto) do Varanda Grill. Lembro, por fim, que tudo isso acompanhado de uma bela taça de vinho nacional (por nacional entenda-se o local onde o vinho será servido: se na França, vinho francês, se na Itália, vinho Italiano) torna o programa (ou o pecado, como preferir) muito mais irresistível…

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  • 21/08/2012 - 16:12
    Enviado por: Fernanda Koth

    Sempre tive certo preconceito com o desconhecido, “o não tradicional” até ser apresentada ao escargot. Mas não era na concha. Resolvi começar por algo mais simples. Numa linda tigela coberta por uma fina crosta de massa folhada, lá estava o recheio: os escargots. Tempero suave que exalava vinho. Surpreendentemente me peguei apreciando o prato que tinha um gosto indefinido de animal de mar e de terra. O perfume que subia em cada garfada, fez com que pela primeira vez eu diminuísse meu ritmo e fizesse que aquele momento demorasse o maior tempo possível. Um prato que ganhou o meu respeito e abriu minha mente para descobrir e apreciar outros sabores.

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  • 21/08/2012 - 16:48
    Enviado por: Kleber Williams

    Apenas em pensar ao escrever estas poucas palavras já sinto o aroma de dois pratos preparado por minha querida mamãe, seu famoso cozido brasileiro (desejo de todos amigos) e sua feijoada (quente porém ao ponto certo,)além de outras invenções ao qual sempre fui utilizado carinhosamente como cobaia, bom nunca reclamei, pois, sei que sempre vem uma criação com excelente textura e rico em sabor e que posso sempre convidar amigos nos dias de jogos ou festas para dividirem comigo esta alegria, obrigado mãe!

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  • 21/08/2012 - 17:08
    Enviado por: Marcelo Peviani

    Na última semana tive a oportunidade de provar um risotto de camarões com abobrinha e pinolis, finalizado com um espetacular azeite trufado. E a parte interessante: feito com minhas próprias mãos.
    Há não muito tempo comecei a cozinhar, e com isso comecei a apreciar ainda mais o prazer das descobertas. São tantos sabores, texturas, temperaturas! Não raro me vejo como o pequeno Remy, o ratinho da animação da Pixar, que passava por experiências extra sensoriais ao misturar um simples pedaço de queijo com um morango fresco. Uma vez fiz isso com figos secos e um queijo Bleu d’Auvergne. Funciona!
    Mas vamos ao prato: arroz carnaroli (um pouco mais firme que o arborio), camarão rosa – comprados no litoral norte e feitos no mesmo dia – abobrinha italiana orgânica e um bom azeite de trufas. Ah, e não posso esquecer de mencionar o caldo de legumes, a base para um bom risotto, feito sem nenhum ingrediente industrializado, e nem o creme de leite fresco, que uso lá no final, com bastante critério, para que não roube o frescor do prato. O resultado foi um risotto equilibrado, que a cada garfada me convidou a perceber os dons desses ingredientes, como a textura singular do carnaroli, o sabor de um verdadeiro camarão, as abobrinhas que, grelhadas à perfeição antes de se juntarem ao prato, não fazem feio em meio aos “primos ricos”, a consistência do pinoli, que parece te provocar para que coma mais um pouco, e o sabor da trufa: a faísca do prazer gastronômico. Ele, acompanhado de um Angelica Zapata (um chardonnay muito honesto, do produtor argentino que mais admiro atualmente), me fez mais feliz. E é essa, na minha opinião, a razão de ser da gastronomia.

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  • 21/08/2012 - 17:16
    Enviado por: Karin McQuade

    Apenas hoje, 21 de agosto soube do prêmio paladar e gostaria muito de me inscrever no concurso. No momento estou visitando escolas de gastronomia na Suíça para oferecer aos alunos brasileiros melhores chances de se especializarem fora do Brasil com chances de trabalho remunerado após os cursos. Se houver desistência gostaria de me candidatar como juiz. Moro em SaoPaulo, bairro Santo Amaro.
    Estou desenvolvendo projetos para melhorar a qualidade e o atendimento dos restaurantes do Brasil. Sou formada tradutora interprete mas sempre gostei de cozinha e gostaria de ajudar o Brasil a chegar aos níveis internacionais da gastronomia em todas suas áreas. Retorno dia 4 de setembro
    Grata
    Karin mcQuade

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  • 21/08/2012 - 17:36
    Enviado por: Ana

    Fast food, surge algo novo: “hambúrguer gourmet”. Feito com carne de qualidade, sem muita gordura, grelhado na medida certa, com leve gosto defumado por fora e rosado por dentro para sentir toda a suculência da carne. O molho holandês cremoso e suave. O ovo pochê passou do ponto. Quase não se percebe a presença dos bacon. Arroz bem temperado e soltinho, com leve perfume de alho. A salada bem fresquinha e crocante, faltou um pouco mais de molho ou azeite. No conjunto estava de bom tamanho pelo preço de um fast food!

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  • 21/08/2012 - 17:47
    Enviado por: Danilo Maria

    carnivoro assumido,em visitas a rodizios famosos de São Paulo,eis que me deparei com um,cujo custo beneficio se sobresai da maioria;Estancia dos Pampas é o nome.Com bom atendimento do valet a apresentação das carnes,na entrada alem das polentas,um bolinho de queijo me chamou a atenção incomum deste tipo de restaurante.Pedi o primeiro corte da picanha de inicio e prontamente fui atendido.Divino.quando recebi a conta(49,90 pessoa)aprendi que não precisa ser caro para ser bom!

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  • 21/08/2012 - 17:52
    Enviado por: Diego

    Dizem que restaurante bom é aquele desconhecido pelos jornais e famoso pelas filas de espera. Contra esta maré, eis o Mocotó. Os leitores devem conhecer a fama. E as filas, que são o verdadeiro Mocotó.
    Até porque ao ir pra mesa, depois da 2ª dose servida pela cachacier troca-se o paladar pelo ideia genial – nunca antes pensada – em abrir um Mocotó-Jardins.
    Sugestão: vá com uma galera. Assim, é possível experimentar o maior número possível de petiscos, um melhor que o outro. A dica é pouca, mas é quente.

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  • 21/08/2012 - 18:17
    Enviado por: DANIEL MANO

    Engenheiro e “foodie” nas horas vagas, provei o Carré de cabrito com cogumelos, cevadinha e pancetta feito no Emiliano. A apresentação era um show a parte: corte francês do carré servidos aos pares com os ossos intercalados. Carne grelhada e servida ao ponto escoltada por um risoto all’onda de cevadinha e legumes. Molho de cogumelo portobello e pancetta delicadamente espalhado no prato dando um leve toque defumado. Nada de vinho, a proposta da noite era harmonizar com whisky. No meio da refeição chega a lavanda dando sinal verde para atacar o carré com as mãos e não deixar nada além de ossos.

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  • 21/08/2012 - 18:57
    Enviado por: João Paulo Barroso

    Ao final da noite, algumas conclusões: o chef Espinoza se destaca no tempero e equilíbrio dos pratos mais típicos peruanos, e às vezes escorrega em preparações mais contemporâneas. O restaurante ainda deve ajustar esses pontos com o passar do tempo, e talvez evolua para um menu um pouco mais linear. De toda maneira, recomendo uma visita para quem ainda não conhece. Os ceviches e o tacu-tacu não decepcionam.

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    • 21/08/2012 - 19:01
      Enviado por: João Paulo Barroso

      Prezados, o tamanho do meu texto, na caixa de edição, estava dentro do limite estabelecido. Porém, ao ser publicado, houve mudança na fonte, diminuindo uma linha.

  • 21/08/2012 - 19:38
    Enviado por: Karla Pierri

    Ah, bolo de cenoura! Aquela maciez cor de laranja, aqueles pedacinhos minúsculos de cenoura, aquela cobertura de chocolate que penetra na massa…
    Você encontra uma maravilha dessas no Zoe, um bistrô pequeno e charmoso que fica no Itaim. Os pratos são caprichados, mas a melhor parte é essa gostosura! A cobertura é uma calda de chocolate ao leite quentinha, que se espalha pela generosa fatia de bolo.

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  • 21/08/2012 - 19:41
    Enviado por: Caio Cesar Saraiva

    O restaurante? Quebra Cangalha, em Cunha, estado de São Paulo. O prato? Carne seca desfiada, polenta mole, purê de abóbora e couve. A sensação? O requintado sabor de um prato simples, servido em uma atmosfera agradabilíssima, resultado da harmoniosa integração de uma arquitetura despojada e de peças da arte cerâmica local fizeram-me perceber a diferença entre alimentação e gastronomia.

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  • 21/08/2012 - 19:46
    Enviado por: Caio Cesar Saraiva

    Prezado Paladar,

    Aconteceu comigo o que aconteceu com o colega João Paulo Barroso, o número de linhas reduziu-se de 9, na caixa de texto, para 6, após publicação. Como devo proceder?
    Caio Cesar Saraiva

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    • 21/08/2012 - 19:49
      Enviado por: Lucineia Nunes

      Olá Caio,

      Ok. Vamos considerar o comentário enviado.

      Boa sorte!

      Lucineia

  • 21/08/2012 - 20:27
    Enviado por: Thais Rotenberg Goldstein

    Tarefa nada fácil para uma amante de bons hambúrgueres, resolvi falar sobre o Matias Burger, da Hamburgueria do Sujinho. Além do rápido e excelente atendimento, o sabor da comida é maravilhoso. A combinação da carne com o queijo e o pão são realssados pelas lascas de cebola na chapa e ficam ainda melhores com um pouco da maionese caseira. Um deleite para o paladar! É o prato ideal para saciar a fome de um bando de loucos eufóricos pela vitória ou melancólicos por uma derrota.

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  • 21/08/2012 - 20:43
    Enviado por: Rinaldo Florencio

    Tive a oportunidade de conhecer o restaurante Trilogija em Zagreb na Croácia. O conceito é diferente: não existe Menu fixo. O chef escolhe os ingredientes frescos todos os dias de acordo com a estação. Provei filė de sardinha do mar Adriático grelhada ao molho de limão e manjericão. As sardinhas estavam saborosas com a parte da pele bem crocante e a carne bem consistente e suculenta. Já o prato principal foi um salmão grelhado, acompanhado de milho verde, tomates, azeitonas pretas e ervas com azeite apimentado. O salmão europeu tem um sabor marcante. E para finalizar, uma taça de vinho da região da Dalmácia, ganhando espaço no mercado internacional pela sua qualidade.

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  • 21/08/2012 - 21:53
    Enviado por: Rebecca Fernandes

    A aparência era estranha, escura, molhada, parecia viscoso…peguei-o com o hashi e levei a boca, ja vinha com o molho tarê então deduzi que não precisava de mais molho, arrisquei e…de repente, uma sensação única! Ele se desmanchava na boca, cada parte da minha língua era tocada, sua consistência diferente de tudo que já se viu! Era cremoso, adocicado, saboroso, ao mesmo tempo que forte e marcante, uma deliciosa surpresa…ah…se eu soubesse disso a mais tempo…passou pelo Nagayama? Tem que provar a enguia!

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  • 21/08/2012 - 22:13
    Enviado por: Felipe Souza

    Mesmo sendo pedida tradicional no país, a dobradinha faz muita gente torcer o nariz: não sentiram o perfume da versão do Tripeiro, na cidade do Porto. A primeira notícia que escapa da cumbuca semi tampada que chega à mesa é a laranja, capaz de equilibrar a densidade defumada do paio e a cremosidade do feijão branco. A dobradinha é descoberta depois, macia e delicada. O calor e a satisfação só aumentam a cada garfada; há quem ponha a culpa no vinho – só os que acham que não gostam de tripas.

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  • 21/08/2012 - 22:53
    Enviado por: Ana Lúcia

    Meu amor por cozinhar vem desde muita pequena e se deve principalmente pelo impacto que a comida tem diretamente sobre as pessoas. Aquariana, muito sonhadora e carismática, acredito que através da gastronomia e possível alterar o curso; fechar bons negócios, despertar uma paixão, realizar um sonho, vencer um concurso, cessar um conflito, despertar um sorriso e inclusive conseguir um emprego como este aqui por exemplo, já pensou ser critico do paladar? Isto não e para qualquer um, tem que ser ousado, sonhador, e principalmente apaixonado por comida.

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  • 21/08/2012 - 23:00
    Enviado por: Juliane Caren

    Ir num restaurante que tem uma especialidade e pedir arroz com fritas é o mesmo que ir na Bahia e reijeitar acarajé. Ir num restaurante é quase uma aventura para mim, eu sempre penso: O que eu vou comer hoje de diferente? O que vai me surpreender? E são tantas surpresas, pode ser a apresentação, a combinação incomum, aquele tempero que trás memórias de casa ou só mesmo a felicidade que dá de comer algo e dizer: Hummm.

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  • 22/08/2012 - 00:06
    Enviado por: Dinah Cordeiro Costa

    Vatapá. Mingau. Leite com groselha. Sucrilhos. Gelatina. Vatapá. Torresmo. Quindim. Feijoada. Queijo. Lasanha. Pudim. Carne. Caldo. Lentinha. Ki-Suco. Tomate. Ovo. Coca-Cola. Fanta. Sukita.

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  • 22/08/2012 - 03:25
    Enviado por: Edson Higa

    Quem nunca teve curiosidade de comer num dos melhores restaurantes do mundo?! Eu matei essa vontade e fui no restaurante D.O.M. em São Paulo. Pedi o menu degustação que consiste em 8 pratos. Foi uma viagem de sabores e textura incríveis, com ingredientes garimpados de várias partes do Brasil. Alguns bem populares como a mandioca e ostra, outros nem tanto como o arroz negro e caracol marinho. Não importa, a combinação muitas vezes surpreendente desses ingredientes, aliado à execução maestral dos pratos, faz dessa experiência simplesmente única. Agora eu entendo o que faz ser um dos melhores, e pra isso tem que ter muito dom.

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  • 22/08/2012 - 08:02
    Enviado por: Aline Abe Pacini Matsumoto

    Recentemente provei o famoso bauru do Ponto Chic num lugar bem inusitado: 22ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo. Além de degustar o rosbife frio com o famoso queijo fundido acompanhado de tomate e pepino dentro de um pão francês, ouvi a história deste lanche que acompanhou os modernistas, de 22, os estudantes de direito do Largo São Francisco e muitos outros acontecimentos históricos com seus ilustres admiradores. Sem dúvida, um símbolo atemporal da gastronomia paulistana.

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  • 22/08/2012 - 09:21
    Enviado por: Adriana Flora

    Que tal reunir os amigos para dividir umas “tapas”? Assim é o clima no Venga, na boa e velha Vila Madalena. Além das típicas tapas espanholas, deliciosas pequenas porções alimentam o papo pela noite afora. Dentre elas destacam-se o salteado de “setas”, que oferece um delicioso mix de cogumelos levemente puxados no alho e vinho branco, acompanhados de um ovo pochê no ponto ideal e o muito pedido “huevo loco”, que, traz o mesmo ovo sobre uma cama de mousseline de batatas coberto por um crocante de jamon e chorizo, muito bem equilibrado. Só não crie expectativas ao pedir a inovadora mousse de chocolate amargo com azeite e sal… Um exagero nos grânulos de sal marinho predominam sobre o chocolate, prejudicando a harmonização com o azeite.

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  • 22/08/2012 - 09:39
    Enviado por: Pedro Frizo

    “Penso em Dean Moriarty…”Como não lembrar dele quando se está em um “diner” na beira de uma estrada na Pennsylvania. E como o sopro de liberdade, e a angústia que a acompanha, se transformam em ventania quando a mais simples refeição do mundo chegou em minha mesa. Um simples hamburger com batatas fritas, à moda americana de ser. O sabor, carregado de excitação, me fez lamentar não ser natural da língua inglesa para utilizar de seus inúmero adjetivos, a fim de descrever a situação vivida.

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  • 22/08/2012 - 10:01
    Enviado por: Maria Paula Carvalho

    Nossa ida ao Dui, nos Jardins, superou todas as expectativas.Logo de entrada, trouxeram dois shots de creme de brócolis,que estavam simplesmente divinos.Em seguida, chegaram as entradas, que só de lembrar, vai me dando água na boca. Escondidinho de bacalhau,espinafre gratinado com broa de milho.Delícia.Só não sei que entrada foi a melhor, pois veio tb um crostini de cogumelos, lascas de parmesão com azeite de trufas que era de comer ajoelhado.Escolher o prato principal foi tarefa difícil no meio de tanta opção, mas me decidi pelo robalo crispy ao molho de castanha de cajú e pupunha assada. Já fartos, a gula falou mais alto e resolvemos experimentar o sorvete de tangerina c cardamomo, iguaria perfeita p combinar com o amargo da fruta.

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  • 22/08/2012 - 10:02
    Enviado por: Sueli Akiko Sudoh Tanimoto

    Dia dos Pais…. como homenagear alguém tão importante?
    Reunindo a família toda em volta da mesa, e oferecer algo que passe em todos os sentidos a percepção de ter sido feito pela mamãe, com muito carinho, para agradar adultos e crianças: rabada com polenta. A divina combinação da carne macia e saborosa, no molho de tomate com agrião e polenta mole.
    O maior presente é ter a alegria de ver a familia saborear a carne e sugar o osso, misturar o molho com a polenta e sentir o frescor do agrião no molho de tomate.

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  • 22/08/2012 - 10:19
    Enviado por: Rodrigo

    Indo para o metro conceição, descobri o restaurante Aka Momiji, ele fica na entrada de um prédio comercial.
    Logo na entrada, reparamos na bela decoração asiática, simples e acolhedora. O rodízo japones é bem servido, com pratos tradicionais e com algumas invenções do chef, que nos traz como cortesia. Estava tudo maravilhoso, mas o guiosa, meu prato favorito, foi o que mais me surpreendeu, veio douradinho, crocante (mas não muito), a carne suína estava cozida e muito saborosa, temperada na medida. Ótima comida e ótimo atendimento, com certeza eu voltarei mais vezes!

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  • 22/08/2012 - 10:38
    Enviado por: Fatima Regina de Oliveira Camargo

    sentamos a mesa de um renomado restaurante e pedimos uma massa(quente), e para nossa tristeza, ela veio fria contando ainda com um atendimento preguiçoso, indelicado, estava lotado, certo, mas isso não era desculpa, depois da grande espera, além do prato frio, alguns elementos que compunham o prato vieram queimados, e para finalizar, percebemos o prazo sujo com sinais de gordura anteriormente servida. Volto lá? Jamais!!!!

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  • 22/08/2012 - 10:59
    Enviado por: Fernanda

    Comer é mais que nutrir. É arte que alimenta o espírito, o olfato, enche os olhos e o coração. Perceber uma nova textura, reviver um sabor da infância, entregar-se a uma mágica explosão de sabores na alquimia dos temperos bem colocados. Não há comida ruim, o que há é comida mal preparada. A boa comida é companhia perfeita, que te dá, por vezes, mais do que você precisa e te encanta para sempre. Comer é sentir.

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  • 22/08/2012 - 11:25
    Enviado por: Alexandre Camargo

    Uma noite i-nes-que-cí-vel. Desse jeito, bem mastigada. O chef português Nuno Mendes estava cozinhando para mim e para todos os outros convidados do Jantar Magno da Semana Mesa SP 2010. Provei e saboreei tudo. A entrada fria com ostras, pepinos e dill enevoada por uma camada densa de dióxido de carbono foi um convite zombeteiro às papilas gustativas. Além de saboroso, era divertido quebrar o protocolo para abrir a boca e soltar fumaça como um dragão. Até a sobremesa, ao lado de um onipresente brut rosé, não pensava, apenas comia.

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  • 22/08/2012 - 11:33
    Enviado por: Mariam

    A primeira vez que experimentei cannoli, o doce siciliano, mal podia acreditar que existia uma coisa tão gostosa. Tive a certeza de que, se Deus existe, ele come esse doce. Isso aconteceu há 6 anos e, neste ano, quando pude escolher um país da Europa para visitar e uma cidade para ficar, não hesitei: Escolhi Taormina, na Sicília. E lá, eu experimentei pelo menos um cannoli por dia, em um lugar diferente. Comi de creme, de chocolate, de ricota; pequeno, grande; com pedaços de chocolate, pedaços de fruta; massa seca, massa fresca, enfim, todas as variações. O preferido? Pequeno, massa frita, de ricota e com frutas. Mas concluí que, a primeira vez a gente não esquece. Tive que voltar para o Brasil para sentir o mesmo gostinho, sem igual.

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  • 22/08/2012 - 11:43
    Enviado por: Geraldo Stanzani Junior

    Nada melhor que estar em um ambiente agradável em meio a natureza com amigos especiais. Melhor ainda sentindo o aroma de cebola e alho na panela, bebericando uma boa caipirinha e experimentando as delícias do lugar. A polenta tostada é uma das melhores que já experimentei, o leitão e o torresmo saborosos e no ponto certo. Comida e local simples, com sabor de infância e atendimento primoroso feito pelo proprietário e sua família. Cocorico, este é o lugar. Volto com certeza.

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  • 22/08/2012 - 12:23
    Enviado por: Juliana Nader

    O ambiente da padaria Benjamim Abrahao nos faz sentir em casa, seja pelo aconchego do local ou pelos majestosos prédios vizinhos com jardins esplendorosos. Como embaixadora da padaria prestei mais atenção aos detalhes e às delícias que provei. Buffet decorado com as próprias frutas abriram ainda mais o apetite para provar cada tipo diferente da natureza. Os salgados derretiam na boca após aproveitarmos toda a crocância da massa e o sabor delicioso era só substituído pelo shake de frutas vermelhas: arrepios de prazer!

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  • 22/08/2012 - 12:39
    Enviado por: Marina Cavalcante Puntel Cordeiro

    Eu tenho um problema com miojos. Não consigo seguir a risca as instruções das embalagens e nem comê-lo SOMENTE com aquele temperinho com sabores industrializados. Na época de faculdade, as amigas da república viviam dizendo: “A Marina não faz miojo, ela faz macarrão!”. Pois bem,antes de preparar um simples miojo verifico o que há dentro da geladeira: tomatinhos cereja, presunto picadinho, mussarela, orégano, alho, azeite e finalmente aquele temperinho industrializado que não será dispensado! Delícia!

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  • 22/08/2012 - 12:46
    Enviado por: João Pedro Mello

    O melhor bife à parmegiana da cidade é servido por “Pássaro”, apelido do ágil garçom do Maneko’s,
    que circula entre as mesas servindo a especialidade da casa: o bife à parmegiana. O prato acompanha arroz, feijão preto bem temperado e salada de agrião que, de tão fresca, arde a boca.
    A carne vem com queijo e molho sem exageros e só falta (mesmo) derreter, de tão macia.
    Entre assobios, Pássaro traz a conta: 22 reais para duas pessoas. Uma sinfonia completa.

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  • 22/08/2012 - 12:48
    Enviado por: Thiago Pinheiro

    Tipsy Cake do restaurante Dinner by Heston Blumenthal (Londres). Sobremesa clássica (bolo embebido em brandy ou sherry) que requer execução precisa: qualquer exagero e a bebida ensopa o bolo e domina o paladar. Blumenthal ousa, e acerta, ao trocar o bolo por um delicado brioche com calda de baunilha, e embebê-lo também em Sauternes, vinho licoroso e adocicado que suaviza o amargor do brandy. Acompanha abacaxi assado no espeto, um toque de acidez sutil que dá frescor ao conjunto. Não faria feio no Prêmio Paladar 2012.

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  • 22/08/2012 - 12:48
    Enviado por: Ana Cesar

    Se você é meu amigo, e está em São Paulo, não deixaria de te indicar o bar do Sujinho, na R. da Consolação. Com um bar em cada esquina, você pode optar pelo que mais lhe agradar.
    Não aceitam cartões de crédito ou débito, mas compensa você ir com o dinheiro na mão para gastar.
    A qualidade da carne é ótima, das guarnições também. Para os brasileiros: feijoada.
    Preço justo, atendimento bom, vale a recomendação, que, desta vez, não ficará restrita aos amigos.

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  • 22/08/2012 - 13:06
    Enviado por: Marcial Monzani

    Parece extensão da minha casa mas, comer um Arroz com Feijão frescos, com um bom bife e uma salada como acompanhamento no UGUE’S (vulgo bar do Toninho)em Higienópolis faz a diferença. Atendimento de primeira, comida idem, uma caipirinha sem igual e um ambiente, embora simples, de um charme indescritível. Aos sábados, impossível não pedir os torresmos sequinhos, diretamente do fogão enquanto espera uma das poucas mesas mas disputadissimas.

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  • 22/08/2012 - 13:07
    Enviado por: Marcial Monzani

    Meu comentário acima estava com 10 linhas e agora aparece com 7. Será validado

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    • 22/08/2012 - 13:18
      Enviado por: Lucineia Nunes

      Olá Marcial,

      Será sim! Boa sorte,

      Lucineia

  • 22/08/2012 - 13:12
    Enviado por: Denise Mary Ushikubo

    Faço entre duas e três viagens para o Japão por semana. Não é impossível, nem caro, muito menos mentira. Um almoço no Pub Kei equivale a um teletransporte para Tóquio: comida autêntica, atendimento cordial e, se preferir, em japonês. A especialidade são os pratos quentes do dia-a-dia no Japão. Tem sushi e sashimi também, mas disso São Paulo está cheia de concorrentes à altura. Além do cardápio, há o “prato do dia”, cada vez uma coisa diferente, que impede até o cliente mais assíduo de achar a experiência repetitiva.

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  • 22/08/2012 - 13:52
    Enviado por: Alexandre O.

    Fazer o mais simples possível, mas não mais simples, ideia atribuída a Einstein, inspira a proposta do despretensioso Cinco Bocas, nos Jardins. No almoço, às quatro opções fixas de quiches e grelhados somam-se duas sugestões diárias, os destaques da casa. Bem temperado, o farto risoto de cogumelos shitake, shimeji, paris e portobello (R$ 28) chega fumegante à mesa e confirma a genialidade desse prato, equilibrando a firmeza do arroz com a cremosidade ideal. Como cortesia, a casa oferece água em uma simpática garrafa.

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  • 22/08/2012 - 14:13
    Enviado por: Cláudia Castro

    Com inspiração nova-iorquina, o Butcher´s Market é uma hamburgueria aconchegante, com luz indireta e mobiliário clean. Nas paredes, objetos de antigos açougues e frases divertidas. O cardápio é recheado de hamburgues, claro. Apostei no Classic (R$23): hamburger de 180g com cebola roxa, queijo mussarella, alface, tomate e picles com ‘market sauce’. A carne, ao ponto, estava suculenta e saborosa. O pão, macio. Valeu a aposta. Para acompanhar, uma saladinha (simples) que veio no mesmo prato que o sanduíche e uma porção de onion rings (deliciosa, mas gordurosa. O tempero, que o restaurante chama de especial, não tinha nada de diferente). Na verdade, o que me fará voltar lá será o Toasted Marshmallow Shake (R$23): sorvete de baunilha Haagen Dazs batido com leite e marshmallow tostado. Simplesmente, um sonho. O sorvete estava espetacular, claro, e os marshmalows, fofinhos e adocicados.

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  • 22/08/2012 - 14:36
    Enviado por: Giulia Longhi

    Brincar de degustar palavras não fazia parte do meu menu, até que um dia me atrevi a garimpar experiências e fui parar no jornalismo. Buscando mais sabores comecei a lavar, cortar, cozinhar salpicar e servir textos gastronômicos. Em uma destas deliciosas aventuras fui convidada como representante da imprensa especializada para um campeonato de sorvete. Fui a júri mais gulosa que todos aqueles italianos já viram…

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  • 22/08/2012 - 14:48
    Enviado por: Paula

    Há tempos ouvia falar do Moinho de Pedra. Como qualquer pessoa que ouve muito e vai visitar o local muito tempo depois, a expectativa era grande. Ahn sim, um detalhe, o restaurante é vegetariano! Problema? Lógico que nunca. Essa é a grande vantagem de querer comer de tudo: não existem restaurantes recusáveis, todos são ótimos para experimentar tudo!
    O menu do dia era arroz integral com kibe, lentilha com banana e acelga. O que fez minha felicidade ser instantânea foi a salada com duas coisas que adoro: alfafa e tofu. Embora eu ainda ache que o tofu é claramente mal empregado na cozinha ocidental, admito que foi bom tê-lo como uma textura macia em meio a crocância de folhas. Delícia de espaço, sabor, textura, surpresa e atendimento.

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  • 22/08/2012 - 15:22
    Enviado por: Flávia Marina de Barros Monteiro

    Chi Fu. Reza a lenda que o nome chinês deriva do inglês “Sea Food” e que o restaurante já teria sido interditado porque “estocaria” caranguejos vivos no banheiro. Mas a farta comida, com justo preço, apaga o episódio. O caranguejo ainda é o prato mais pedido. Não ousei: fui de brócolis (bem verde e crocante), carne com legumes (num caldo sem o ranço de glutamato monossódico) e yakimeshi (com bacon e não apresuntado). R$ 25,00 por pessoa. Lendas e riscos à parte, a experiência cantonesa vale à pena.

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  • 22/08/2012 - 15:52
    Enviado por: Gustavo H. M. de Carvalho

    Passava muito pela frente. Afinal ficava próximo de meu trabalho, e por isso o desprezava. Aliás, em geral desprezamos os restaurantes nas proximidades de nossa casa ou trabalho; deve ser uma autocrítica. Mas resolvi tentar e a conjunção de ambiente, comida e preço foi uma grata surpresa, que não me canso de recomendar. O Maripili (nome criado pela conjunção de Maria Del Pilar) está instalado em uma esquina da Chácara Santo Antonio, em pequena e delicada tasca, aconchegante e de serviço simples. O pão, fornecido de padaria próxima, sempre fresco, acompanha todos os pratos e é a abertura perfeita com o azeite, espanhol como o restante, já que não há coberto. Conta-se com bom número de entradas, desde o sempre presente presunto cru até as gambas refogadas em azeite e alho; mas não se pode deixar de provar a delicada tortilla. Os pratos, também de preparação simples, vão de embutidos com arroz, grão de bico ou fava, pimentão recheado, almôndegas até os mais reforçados rabo de touro (a rabada) e filés (boi ou porco) com molho de mostarda. O prato símbolo da culinária espanhola, a paella, somente as quartas-feiras. Algumas poucas opções de sobremesas completam a refeição, com destaque para a básica natilla. Os preços, mais do que justos, deixam perfeitamente satisfeita a famosa expressão custo-benefício, cujo sentido nunca entendi de todo.

    Maripili
    Rua Alexandre Dumas, 1152
    (11) 5181-4422

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  • 22/08/2012 - 16:36
    Enviado por: Daniela Arruda

    Assim que chegou à mesa, o pappardelle com ragu de pato do Sallvattore sorriu para mim. Exalando um aroma de dar água na boca, a farta porção pedia para ser aniquilada. Com o garfo comecei a enrolar a massa no que seria a minha primeira garfada e os pedaços de carne de pato se entrelaçaram no pappardelle. Degustei lentamente para sentir o equilíbrio perfeito: a massa al dente envolvida pelo molho suculento e saboroso. Recusei o parmesão na certeza de que nada poderia ser dali tirado, nem ali acrescentado. O que esse prato merecia era ser lembrado.

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  • 22/08/2012 - 16:44
    Enviado por: Paulo Farkas

    Ja pensou em conhecer não apenas o restaurante que faz um dos melhores Fois Gras do mundo como também passear pela região onde se iniciou sua tradicional produção na frança? E de quebra ainda conhecer o micro-produtor familiar que fornece diariamente sua matéria prima para um 3 estrelas Michelin? Pois depois de muita pesquisa e milhares de kilômetros percorridos pelo coraçãozão da França, consegui chegar a Eugenie Les Bain, cidadezinha micro onde o chef/lenda Michel Guerard tem 3 restaurantes, todos espalhados em volta de seu bacanérrimo centro de águas termais. O que fazer lá? Comer muito Fois Gras, todos produzidos localmente e no dia seguinte seguir para conhecer seu melhor fornecedor, ali do aldo em Lacere, e entender porque estamos falando do melhor!

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  • 22/08/2012 - 17:28
    Enviado por: Percival Ferreira

    Existem lugares da moda e lugares que não saem de moda. Depois de algum tempo, voltei a visitar a churrascaria Bassi, no Bixiga. A excelência no tratamento dado às carnes é comovente. Além do ambiente muito agradável e do atendimento muito simpático (atencioso sem frescuras), os cortes servidos são primorosos. Embora o preço cobrado seja condizente com essa dedicação, vale muito a pena a visita. Deve ser por isso que está a tanto tempo aberto.

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  • 22/08/2012 - 18:08
    Enviado por: mario torres

    A primeira viagem internacional da maioria dos brasileiros é geralmente para Buenos Aires , e quando pensamos na terra dos hermanos nós vem a mente as carnes suculentas , macias e saborosas . Mas os nossos vizinhos não tem somente carnes , eles tem também pizzas fantásticas ! Onde a grande diferença com as nossas , são a qualidade da massa e dos ingredientes .Uma grande dica é a pizzaria Guerrin , na Avenida Corrientes , quase esquina com a Calle Uruguay.O ambiente é muito agradável , sendo que na parte da frente a pizza é consumida em pedaços , e nos fundos há um salão normal . A grande pedida é a muzzarela , com uma massa mais grossa , muzzarela e tomate de primeira qualidade . Ah , não esqueçam do faená ! Uma massa , feita de grão de bico que eles colocam encima da pizza , e uma taça de vinho !

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  • 22/08/2012 - 18:42
    Enviado por: Paulo Jardim

    Comida japonesa, existe alguma coisa mais divertida ao paladar? Considero que este fato é relativamente novo quando comparado a um file ao molho madeira, aprecio isto desde criança, não que não seja ótimo, o file, mas a comida japonesa é realmente um parque de diversões, a começar pela aparência, é tudo lindo e diferente, o sabor, cheiro, tudo é surpresa, e o jeito de comer então, pauzinhos? Os tais hachis são demais, peixe cru, só não gosta quem não comeu, algas marinhas e outras coisinhas do fundo do mar, muito novo, como já disse, perto do velho e bom file ao molho madeira e quando for ao parque de diversões escolha um na Liberdade que ai tudo vira sonho.

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  • 22/08/2012 - 19:09
    Enviado por: Guido Picciotti

    Ca’ d’Oro: um restaurante superlativo em ambiente, ser-viço e cozinha. O ambiente era chique: sóbrio, elegante, confortável e luxuoso sem ostentação. O serviço era efi-ciente, discreto e atendia com igual fidalguia reis, pre-sidentes e os simples mortais… A cozinha? Excepcional desde uma simples sopa de raviólis até o refinado pato à Colleoni – a doçura do figo frito suavizando o sabor mar-marcante da ave! – ela se excedia na mostarda de Cremo-na, acompanhamento do bollito: uma receita mágica que fa-zia o apimentado tinha sabor doce e o adocicado, sabor de pimenta. Que saudades do Ca’ d’Oro!

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  • 22/08/2012 - 19:29
    Enviado por: Silvia Claro de Abreu

    Venho observando a crescente introdução de restaurantes espanhóis na cena paulistana.Sua culinária contemporânea, arrojada e criativa, tem ofuscado as exuberantes paellas dos galegos tradicionais.O novo Chef espanhol propõe Tapas! Enquanto o espírito do brasileiro se deixa seduzir por esses beliscos com lembrança de boteco, o paulistano – novidadeiro e cosmopolita – se delicia com a sofisticação desses reduzidos pratos.
    Confira no Clos de Tapas, Arola Vintetres e Venga…

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  • 22/08/2012 - 20:47
    Enviado por: Carlos Cordeiro

    Pizza é uma daquelas coisas que a gente nunca espera ser nada extraordinário.Faz uns meses,estive num restaurantezinho no interior do Colorado, e pedi uma pizza. Ah!…A massa abraçava as bordas da forma. Mascarpone envolvia uma quantidade indecente de shiitake e pedacinhos de tomate cereja, e, por cima de tudo, tiras de frango defumado. Se já não bastasse,açucar mascavo foi gratinado para criar um dourado agridoce. É uma daquelas horas que queria ser um cowboy americano e voltar lá toda semana.

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  • 22/08/2012 - 21:14
    Enviado por: Carolina Prado Suzuki

    Hora do almoço na casa dos Suzuki’s, aquela briga de sempre para a criança de quatro anos comer de tudo. Sempre digo, três vezes por dia, sete dias da semana, é preciso provar para conhecer, pelo menos dez vezes. Então sinto um cheiro forte, fétido quando chego mais perto, ah não! meu marido abriu uma caixinha de natô. Para quem não conhece, natô é soja fermentada, muito apreciada pelos japoneses. Eu sinto repulsa por esse produto, tem um cheiro podre, é gosmento e ainda misturam com ovo cru só para piorar um pouquinho. Meu marido então diz, venha provar, você nunca comeu, como sabe se gossta? Saia justa. Diante do olhar de minha filha, criei coragem e provei. Resumindo: tem gosto forte, amargo e no fim da garganta fica um gosto levemente podre. Não gostei, mas ainda preciso provar pelo menos, mais nove vezes.

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  • 22/08/2012 - 21:27
    Enviado por: Letícia Soares dos Santos

    Um simples ato: sentar-se a mesa e admirar o prato, é como abrir um presente, primeiro você julga a embalagem, e depois desfruta do sabor que contém lá dentro. É uma viagem de olhos fechados e de boca saboreando, ser apresentada a um pedaço da Espanha, de onde vem o azeite, até Ásia, de onde veio o alho. Guardo a lembrança e mais tarde uma saudade para cada tempero a que sou apresentada. Apaixonada por doce, salgado, amargo e azedo, os 5 sentidos sempre aguçados. Minha experiência gastronômica é meu dia-a-dia.

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  • 22/08/2012 - 21:43
    Enviado por: José Ribeiro

    Nada como apreciar o sabor da comida caseira sem obrigar sua avó a trabalhar. Assim é o Matuf, prato servido no restaurante X: polenta cremosa por baixo, rabada no meio e polenta mais firme por cima, gratinada ao parmesão e servido fumegante. A diferença entre as texturas das polentas superior e inferior resulta em um efeito inesperado – não raro, também em acidentes com os talheres. Mas nada que não seja compensado pelo ponto ideal da rabada, nem flácida, nem excessivamente firme, e com um toque certeiro de pimenta do reino. Pedida certeira para matar as saudades de casa!

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  • 22/08/2012 - 21:49
    Enviado por: José Ribeiro

    Nada como apreciar o sabor da comida caseira sem obrigar sua avó a trabalhar. Assim é o Matuf, prato servido no restaurante X: polenta cremosa por baixo, rabada no meio e polenta mais firme por cima, gratinada ao parmesão e servido fumegante. A diferença entre as texturas das polentas superior e inferior resulta em um efeito inesperado – não raro, também em acidentes com os talheres. Mas nada que não seja compensado pelo ponto ideal da rabada, nem flácida, nem excessivamente firme, e com um toque certeiro de pimenta do reino. Pedida ideal para matar as saudades de casa!

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  • 22/08/2012 - 22:52
    Enviado por: Camila

    Lindo dia de sol! Ótimo para almoçar na cantina da empresa! Então, lá fui eu!
    Como prato de hoje escolhi o espaguete ao molho sugo com brócolis e, para acompanhar, um bife de carne assada com milho, ervilhas, couve e azeitonas pretas e verdes. Como sobremesa, optei por deixar a fruta de lado e escolhi duas guloseimas: gelatina e iogurte, ambas sabor morango.
    A apresentação do prato estava perfeita, com comida suficiente para dar energia para pegar pesado na construção de uma obra mais tarde! Logo de cara reparei na gordurinha suculenta do bife e decidi por deixá-la de lado – foi uma ótima idéia!
    O bife estava bem macio, porém o sabor era somente pelo molho. O espaguete ao sugo também estava sem sal, porém ganhou pontos por, apesar de ser massa, estar bem leve!
    As sobremesas estavam ótimas! Bem saborosas e geladinhas! Simples, mas a escolha certa. Um suco de maçã ao final complementou tudo e este almoço, eu diria, foi satisfatório! Recomendo para almoçar sozinho ou com colegas no dia a dia.

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  • 22/08/2012 - 23:33
    Enviado por: Papoula Ribeiro de Almeida

    Enfim, o Le Pain Quotidien chegou à São Paulo!
    Decoração e menu fieis ao original! Comecei com croissant (correto, mas sem surpreender) e baguete (faltou sabor). Passei a uma saborosa quiche de legumes acompanhada de Salada (com vinagrete muito acentuado). A boa Tartine de queijo montada em um delicioso pão de centeio foi o ponto alto. O Cheese Cake, que guardei o sabor na memória de minha ultima viagem, infelizmente estava em falta. Vou voltar!

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  • 23/08/2012 - 00:11
    Enviado por: Adson Hayden França

    A elaboração de pratos sofisticados ou simples envolve a combinação de alguns fatores como a apresentação e,principalmente,a harmonia existente entres os componentes destes pratos.Em uma de minhas experiências gastronômicas pude degustar uma deliciosa entrada,o prato era simples,porém a combinação dos seus elementos era perfeita,os mexilhões estavam cozidos no ponto certo, com temperos que realçavam seu sabor suave e delicado,com toda certeza voltaria neste restaurante.

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  • 23/08/2012 - 08:07
    Enviado por: Frederico Humberg

    Tive a oportunidade de morar 8 anos na Franca. Nesta fase descobri o valor de uma bela refeicao aprendendo com os franceses que comer nao e uma obrigacao mas um grande prazer que deve ser desfrutado a cada garfada. Morei em Annecy no coracao dos alpes franceses, e o meu primeiro aniversario de casamento foi comemorado no almoco, no restautante L’atelier de Marc Veyrat, na epoca o unico chefe com dois restaurantes 3 estrelas Michelin. O menu degustacao era composto de 4 entradas, 4 pratos e 4 sobremesas. O proprio Marc Veyrat veio a mesa como um artista de hollywood, acompanhado de suas duas namoradas, e com seu peculiar ramo de trigo entre os dentes. Nos deu as boas vindas e nos convidou a participar desta viagem degustativa. Realmente a partir dai cada restaurante me passou a ser mais do que uma refeicao mas uma viagem de sabores e sentimentos.

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  • 23/08/2012 - 08:28
    Enviado por: Patrícia Portugal

    Mudei-me temporariamente para uma cidade do interior, onde a unanimidade no que se refere a comer bem é o churrasco. Nada contra, absolutamente, mas ao conhecer o restaurante Degaine, encabeçado por um jovem chef francês que veio ao Brasil por amor a uma filha daquela cidade, um verdadeiro oásis de sabores e sensações de abriu para mim. Desde o steak tartare, que me remeteu aos meus bistrôs franceses favoritos, ao sorvete de caipirinha feito com nitrogênio líquido, passando pelo Côte de Boeuf a la Bordelaise, me senti numa verdadeira viagem sem sair daquele local improvável.

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  • 23/08/2012 - 08:39
    Enviado por: Jose Sylvio Simões Pinto

    Formei, há oito anos, uma Confraria de Vinhos “O Clube da Rôlha” e do qual participam amigos de mais de 25/30 anos.
    Sempre me responsabilizei pela escolha dos restaurantes e, por conseguinte, pela harmonização dos pratos e vinhos. Além disso, a negociação com os restaurantes para liberação da taxa da rôlha, sempre com sucesso!!! Tudo de forma amadorista e da qual não abro mão.
    Se isso for, de alguma maneira, útil para o Prêmio Paladar, me coloco à disposição.

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  • 23/08/2012 - 08:43
    Enviado por: E Sato

    Rong He: No coração da Liberdade, restaurante chinês onde se pode observar a arte de fazer macarrão ao vivo. Habilidoso, mestre chinês usa apenas as mãos para transformar a massa em fios de macarrão. Tem menu quilométrico, e tem ótimo yakisoba para quem aprecia. Prepare-se para longas filas em ambiente muuuito simples. Aproveite para tomar uma genuína cerveja chinesa Tsingtao. Ótimos preços.(http://www.cbo2012.com.br/hospedagem-e-turismo/dicas-do-sato)

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  • 23/08/2012 - 08:46
    Enviado por: E Sato

    Rong He
    No coração da Liberdade, restaurante chinês onde se pode observar a arte de fazer macarrão ao vivo. Habilidoso, mestre chinês usa apenas as mãos para transformar a massa em fios de macarrão. Tem menu quilométrico, e tem ótimo yakisoba para quem aprecia. Prepare-se para longas filas em ambiente muuuito simples. Aproveite para tomar uma genuína cerveja chinesa Tsingtao. Ótimos preços.(http://www.cbo2012.com.br/hospedagem-e-turismo/dicas-do-sato)

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  • 23/08/2012 - 08:47
    Enviado por: Berta Barcelos Braga

    Sou mineira na certidão e paulista no coração…mas meu paladar sempre busca o sabor da minha origem… foi passeando pela feira Benedito Calixto que conheci o Consulado Mineiro, fui no tradicional,pururuca, arroz, tutu, bisteca e couve, mas senti falta de algo e foi ai que pedi o angu.. meu marido, paulistano nato não gosta, mas eu como boa mineira amo.. e foi lá que comi o verdadeiro angu ( igual ao que minha avó fazia no fogão de lenha). Local pequeno e com fila de espera, mas vale a pena para quem quer lembrar a comida da roça.

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  • 23/08/2012 - 08:59
    Enviado por: Katia Kikuchi

    Muitos restaurantes me satisfazem, mas poucos me emocionam tanto quanto o Tappo. O ravioli de carne no próprio caldo é especial. Massa leve com recheio macio e saboroso, tudo o quê você não espera de uma carne que cozinha por horas. O caldo com manteiga de trufas é forte o suficiente para dispensar o queijo ralado. Eu nunca me levanto antes de pegar qualquer vestígio dele que fique no prato (com o garfo!). Vergonha de pedir uma colher? Não. Vontade de prolongar o momento. Benny, você vai pro céu.

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  • 23/08/2012 - 09:04
    Enviado por: heloisa

    gosto muito de sanduiche de pastrami na ultima viagem a NY fui ao Carnegie Deli,na 7ª com 56 e my God ! é o melhor do mundo, fora os pepininhos em conserva que acompapanha o sanduba, tem um monte de recheio, o lugar é fantástico e folclorico. Outro lugar imperdível : o mercado só de comidas italianas, na 23 ou 24 com a 5ª lá vc compra e come tudo aquilo que sua nona contava da Itália e fazia pra vc. Maravilhoso.

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  • 23/08/2012 - 09:05
    Enviado por: zeze zimerman

    Dia 20/08 fomos comemorar no Gero,parecia tudo lindo,ambiente a meia luz, encobrindo bem as imperfeições que o tempo e uso fizeram ao restaurante.
    Escolhemos massas:espaguete com tinta de lula e espaguete ao fruto do mar.O primeiro prato tinha um sabor tão forte que escondeu o pesto de rucula o segundo estava bom.Fomos a sobremesa mais uma decepção, torta de maça verde com pouca maçã e fria e um profiterole muito gelado…não recomendo a visita.

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  • 23/08/2012 - 09:19
    Enviado por: Tulio Silva

    O primeiro serviço apresentado ao Sr. e à Sra. S. teve sucesso pujante. O menu era composto por um lombo de pirarucu defumado em casa e lâminas de aspargos que, ao serem incorporadas a um molho ao limão, faziam as vezes de talharim. O peixe, após rompida sua casca defumada, revelava uma maciez insólita. O Sr. S. deliciava-se com ele a tal ponto que levou um safanão de sua esposa por estar comendo demais. Já ela deliciava-se com os aspargos tenros, sentia o cítrico siciliano do molho e refestelava-se.

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  • 23/08/2012 - 09:22
    Enviado por: Rafael

    O local parece perfeito, mistura um ar de saudade dos tempos antigos com a modernidade de um castelo de reis do vale do silício. Os pratos inesquecível fisicamente e psicologicamente. É só pensar no sabor que o estômago ronca de vontade de repetir, repensando nas imagens. Também dói na região dos glúteos, porque o preço disso foi bem dolorido. Sorte que para ambas as lembranças existe a massa instantânea.

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  • 23/08/2012 - 09:24
    Enviado por: Thiago Ken

    Adeo Cuisine
    Alameda Jaú, 1.203

    Pequeno restaurante no Jardins, aquele que você passa em frente e acha que vai pagar uma pequena fortuna por um pouco de comida. Mas como dizem, as aparências enganam. Por 16,90 é possível escolher entre 2 pratos do dia bem servidos e com um pequeno buffet de salada que vale a pena conferir principalmente pelo molho de iogurte com queijo. Quarta feira, dia nacional da feijoda, servido da maneira light, apenas com costela, carne seca e linguica. Vale a pena conferir

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  • 23/08/2012 - 09:25
    Enviado por: Maria Elisabeth Matta de Rezende Ferraz

    Apreciar uma refeição é um conjunto de fatores. Naquela noite, sentados ao ar livre em uma pequena praça de Sevilla, com uma leve brisa morna a nos embalar, tudo era realmente perfeito! O restauante ficava em frente à pracinha. O grupo de amigos era perfeito e a conversa estava deliciosa. Os vinhos e “tapas” chegavam sem parar, e não parecia haver lei no mundo que pudesse encerrar aquele momento. Hora de pedir os pratos. ” A cozinha já fechou”-comunicou-nos o garçom! Foi o melhor jantar das nossas vidas.

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  • 23/08/2012 - 09:41
    Enviado por: Maria Inês

    Alguns dias atrás, em descolada lanchonete da cidade, pedi um saboroso sandwich. Comi observando seu generoso e interessante conteúdo, no qual havia algo um pouco estranho. Puxando com o garfo, pude constatar que era uma palhinha de aço…Chamei o atendente,o qual prontamente me explicou que, pasmem, acontecia vez ou outra de aparecerem esses OVNS, mas que não me preocupasse, pois eu poderia pedir outro lanche, sem o menor custo para minha pessoa. Fiquei pensando e refletindo sobre o assunto,afinal palha de aço não morde e acontece nos melhores restaurantes e lanchonetes. Se formos dar vazão à irritação, é melhor não sair de casa, onde também se corre o risco de ter uma desilusão com a cozinheira de plantão!

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  • 23/08/2012 - 09:42
    Enviado por: Sergio K

    Viagem para as ilhas Fiji. Sem agua quente, geladeira e afins, o que seria preparado de jantar seria uma surpresa. Peixe assado em folha de bananeiras sobre a areia da praia, comemos este típico pra da ilha com as mãos. Sob a luz da lua, deliciosos sabores, em especial da frescura dos ingredientes, sobressaltavam sobre a boca em uma experiencia unica. Para finalizar, um delicioso doce de coco típico do local. Sair da rotina e experimentar as coisas novas. não há experiencia como essa

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  • 23/08/2012 - 09:51
    Enviado por: Henrique

    Comer é preciso, viver não é preciso. A fome que deveras sente é plenamente saciada com um belo bacalhau “ao Zé do Pipo”. O Restaurante escolhido foi “X”. Bem localizado, um ambiente familiar e acolhedor. O prato, generoso, não deixou a desejar. Excelente combinação entre o característico sabor do bacalhau com a cremosidade do prato. Antes de pedir a conta, nada melhor que o tradicional pastel de belém. Não há pessoa que resista.

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  • 23/08/2012 - 09:56
    Enviado por: Alessandra Arruda

    Embaixo de uma árvore magnífica fica o restaurante do Nei, na Granja Viana.Aconchegante e familiar acolhe aqueles que gostam de comida caseira, mas com sabor arrojado. O polpettone, o gnocchi de abóbora tudo preparado com muito cuidado pelo próprio Nei na cozinha bem à nossa frente. Mas ao final de um bom almoço ou jantar vem o maior prêmio: a Tarte Tatin de maçã. Acompanhada ou não de creme, faz a boca salivar esperando pelo primeiro pedaço. São maçãs cortadas, douradas e adocicadas na medida certa sobre uma massa deliciosamente crocante que derrete devagar na boca. É preciso degustar cada pedacinho para sentir esse sabor que remete a momentos especiais, aromas de tortas como casa “di vovó”. Inesquecível!!!

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  • 23/08/2012 - 09:58
    Enviado por: Marcelo F. Oliveira

    O que sustenta o Vecchio Torino há tanto tempo já que os preços altíssimos não correspondem à comida nem ao ambiente? Neste almoço de sábado, o carpaccio de entrada estava correto, não causava surpresa (pedimos esse prato porque não tinham a “carne crua d’albese” do cardápio). E os pratos principais também não surpreenderam: a costeleta de cordeiro estava bem feita, no ponto, mas podia estar mais macia e o molho roti poderia ser mais saboroso e farto. Digo que o risoto de trufas de acompanhamento estava perfeito, o arroz “al onda”, úmido, o caldo de carne do cozimento era muito saboroso e leve, além das trufas, de uma conserva de boa qualidade. Mas o polpetone com massa fresca e molho de tomate estava bem fraco. O molho e a carne mal temperados, simplórios, com sabores que não se distinguiam aos de pratos de uma cantina razoável. A massa estava boa, “al dente”, feita com farinha italiana, mas ficou prejudicada pelo conjunto. Já a panacota de sobremesa foi uma decepção tremenda. Parecia um pudim piorado. Apesar da frustração com o almoço, digo que o restaurante tem um prato ótimo, “brasato al barolo”, acompanhado pelo mesmo risoto de trufas. Mas, no geral, me parece uma cozinha antiquada, sem brilho.

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  • 23/08/2012 - 10:01
    Enviado por: Iene Gonçalves

    Existe prato mais saborosa e saboreado em nossa cidade do que a pizza. Existem várias pizzarias na cidade que nos deixa totalmente com água na boca. Tem uma em especial que já é favorita de minha família a Esperança, com seu ambiente agradável e pizza particularmente bem feita, com massa e recheio sobre medida, sempre acompanhada por um bom vinho. Mas acredito que a melhor pizza é aquela em que saboreamos com nossa familia junto as pessoas que amamos. Buon Apetite.

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  • 23/08/2012 - 10:25
    Enviado por: Guilherme Gorgulho

    A comida de boteco, que possui, inevitavelmente, lugar cativo na culinária paulistana é reflexo de todas as culturas que a cidade abriga. Em diferentes lugares da cidade, do centro ao Brás, receitas consideradas perfeitas de bolinhos de bacalhau, sanduíche de pernil, croquetes, tem em sua composição elementos que evidenciam a misturas de cultura: temperos italianos, asiáticos, um toque latino. Tudo isso torna a comida de boteco, que é desprezada em detrimento das culinárias mais finas, uma comida de tradição, porém sujeita a constantes mudanças.

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  • 23/08/2012 - 10:34
    Enviado por: Calvin França

    Pudim. Sim, o alimento que me conquistou foi o pudim. Estava com pouco dinheiro e pude comer nada mais que apenas um pudim na padaria. Não sei se foi a grande fome ou a bela aparência daquele consistente, denso e doce pudim. Apenas sei que ao colocar a primeira colherada de pudim em minha boca nada mais importava, o mundo parou para ver a minha alimentação. A calda estava proporcional a quantidade de pudim, o tamanho
    estava perfeitamente adequado à minha fome e principalmente foi extremamente barato!

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  • 23/08/2012 - 10:51
    Enviado por: Daniel PLS Coelho

    Como diz o ditado popular: “O combinado, nao eh justo nem injusto, eh apenas o combinado.”
    Procuro restaurantes justos.
    E são igualmente apreciados, na minha culinária amadora, tanto a padaria distante, do café da manhã, com seu buffet de frutas frescas e levíssimo pão na chapa bem passado e sem amassar, como o restaurante fino, da Manuel Guedes 103, que se faz valer pelo coelho assado com tagliatelle na manteiga e sálvia.

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  • 23/08/2012 - 10:56
    Enviado por: Guilherme Aranha

    Já pensou em ir à um restaurante em que o prato é coadjuvante e o vinho, ator principal? Assim é o Bravin. Do menu enxuto nem todos os pratos surpreendem: se o ossobuco revelou-se delicioso, o pernil estava apenas gostosinho. Mas não faz mal, pois ali quem brilha mesmo são os vinhos. Escolhido os pratos, a sommeliére Daniela Bravin vem à mesa sugerir alguns rótulos nada óbvios para abrilhantar – e não apenas acompanhar – o jantar. A experiência é surpreendente e o paladar agradece. Um bom papo faz o resto.

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  • 23/08/2012 - 11:01
    Enviado por: Ana Maria Savoia da Veiga

    Em Penedo-RJ, a visita ao Jardim Secreto é obrigatória. Instalado numa bela casa, em meio a um jardim tropical oferece comida contemporânea, com acentos clássicos. O menu é enxuto e entre os pratos principais o destaque é para as trutas da região, muito bem preparadas pelo Chef Fabiano de Almeida. No dia da visita, a Rabada com Polenta e Agrião servida como entrada estava perfeita, assim como a Truta Grelhada com Spaghetti ao Limone. Já o Crème Brülée apresentou-se talhado. Boa carta de vinhos, ótimo atendimento. Para o jantar, reserve.

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  • 23/08/2012 - 11:04
    Enviado por: adriana magalhaes

    Bom dia,na correria do dia a dia ,uma suugestao agradavel em pinheiros que gostei e a harmonizacao de vinho e comida do bistro bazazfrench,a degustacao do vinho gratuita, muito interessante a proposta.Comeca com uma champanhe de maca ,que lava a boca,uma salada
    bem refrescante ,e comeca o vinho branco sul africano torronte,para terminar com a salada,escolhi um macarrao com frutos do mar,delicioso com salvia ,alecrim ,tudo muito delicado e lula, camarao…com um vinho lacroix deliciosogranache com siyra e a sobremesa varias escolhas ,uma profiterole com sorvete de creme e licor,toda quinta por 40 reais otimo custo beneficio, ambiente agradavel..bom servico,voce sai super levinha,inte

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  • 23/08/2012 - 11:08
    Enviado por: Ana Goes

    Oi, aqui é a Ana Goes. Sou completamente apaixonada por massas. Em especial, o espaguete. Acho que o prazer de se enrolar o espaguete no garfo, é simplesmente inigualável!!
    Certa vez fui a um restaurante na zona norte de São Paulo, o Zé Gomes em Santana. Pedi um espaguete a carbonara e me surpreendi!
    O prato vem à mesa numa pequena frigideira, ainda fumegando. Massa ao dente e molho espesso e saboroso. De se comer e pedir bis! Essa é a dica!! :)

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  • 23/08/2012 - 11:10
    Enviado por: dairo

    Talvez devido a minha antiga profissão, no mercado financeiro, talvez á minha curiosidade, ou pelo prazer de uma mesa farta e saborosa, frequento restaurantes há 30 anos. Ontem, pela enésima vez fui ao Rubaiyat, acompanhado de dois amigos. Na verdade não sei nem nome do chef, se é que tem. Mas a qualidade da carne continua insuperável, o ponto exato, a macies de sempre e o sabor inigualável, acompanhado de um serviço impecável.
    Mas a minha surpresa foi com um prato de polvo, tenro, macio, nem duro, nem borrachudo como dizia minha avo, dourado no ponto, recoberto de óleo de oliva, com batatas assadas e um tapenage de azeitonas pretas, simplesmente fantástico. Não fica devendo nada ao espanhol Don Curro especialista em frutos do mar, nem a receita da portuguesa Ilda Vinagre, do Trindade.
    Temperado por um bom papo, e sorvendo um bom vinho por um preço regular, a casa continua sendo uma grande opção gastronômica de são Paulo.

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    • 23/08/2012 - 11:13
      Enviado por: dairo

      enviei meu texto com 10 linhas no meu computador, porem aparece postado com mais, como devo proceder?
      grato,

      dairo

  • 23/08/2012 - 11:17
    Enviado por: Roberto Duarte

    ‘Gastromaquia’, meu amigo espanhol sugeriu. Lá, Irene e eu pedimos o famoso pulpo con patatas e uma salada. Esperando, conversamos animadamente. A salada chega, provamos e olho para a minha amiga: ela parece possuída revirando os olhos. Vem o pulpo con patatas: ela começa a emitir uns sons primitivos. A conversa se encerra de vez, o jantar resumindo-se a grunhidos de prazer. Saio de lá certo que ‘aahhs’ e ‘oohs’ são as reais medidas do que um prato provoca.

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  • 23/08/2012 - 11:19
    Enviado por: Ana Carolina Lembo

    Sabe aquele lugar sagrado que você quer ir toda semana, sem falta? Então, o meu lugar sagrado de todas as manhãs de sexta-feira é o Pão de Ló, uma padaria deliciosa e que na minha opinião serve o melhor pão na chapa da cidade! A padaria é linda e super aconchegante, uma padaria chic vamos dizer assim. No Pão de Ló existem várias opções para tomar um belo café da manha e também tem diversas opções de sanduíches e pratos para o almoço, a fora os bolos na saída que são um caso e perdição a parte, aqueles bem fofinhos, iguais aos feitos pela vovó!

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  • 23/08/2012 - 11:23
    Enviado por: Mika

    O Rodízio de Sushi é um câncer na culinária japonesa: virou moda, alastrou-se pela cidade destruindo os pilares deste prato tradicional.Me espanta os sushimen que fatiam o peixe tão fino e tão pequeno que sequer conseguimos sentir o sabor do peixe.Desconhecem que a alma do sushi está no arroz: cozido ao ponto, mantendo sua forma firme e brilhosa dos grãos(nada empapado ou amassado),desmanchando-se na boca e misturando-se instantaneamente com o aroma do peixe com um “hint” de wassabi. Sushi bom?Peça a la carte.

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  • 23/08/2012 - 11:25
    Enviado por: Larissa Wilson

    Primeiro de tudo: gosto de comer.
    Não há sensação melhor do que sentir a boca salivar com o cheiro de uma comida bem temperada. Gosto de criatividade na mesa, admiro o inovador e proponho a mistura de sabores!
    Nada melhor do que um bom café regional nordestino, variedade, simplicidade e muito sabor. Já estou salivando!

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  • 23/08/2012 - 11:25
    Enviado por: Danilo M. M.

    Lá se vão alguns anos dessa minha experiência gastronômica despretensiosa, mas marcante. Foi no vilarejo(zinho) de Grantchester, perto de Cambridge. Por feliz acaso, almocei lá mesmo, num “The Green Man Pub” que à época não tinha, ainda, a merecidíssima fama de ‘Gastropub’. Mas seu Sunday Roast já era espetacular. Engana-se quem pensa ser difícil errar a execução de carne assada com legumes salteados e bolinho (o Yorkshire pudding)… Com tempero discreto e homogêneo, as fatias de sirloin estavam tenras, não gordurosas; os vegetais, adocicados de tão frescos; o pudding, dourado e areado. Prato simples e tradicional, se preparado com elegância e esmero é a melhor maneira de se avaliar, positivamente, a cozinha de um lugar. Por sinal, custava termos alguns Gastrobotecos ao invés de tantos botecos chiques por aqui?

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  • 23/08/2012 - 11:26
    Enviado por: Rubem Sampaio Cardoso

    SEM MEDO DE ERRAR

    Decididamente ele não gostava de comida chinesa. Até que tentou. Foi, só para parecer diferente, nos mais conhecidos restaurantes chineses de SP fez algumas incursões no bairro da Liberdade, famoso centro paulistano de comida oriental e até em Londres. Confirmou, todos os pratos tinham o mesmo sabor. Até que um dia, por insistência da mulher descendente de orientais, foi ao Ton Hoy. Olhou demoradamente o cardápio com aquele ar carregado de marido que faz, contra a vontade, o que a mulher pede e viu o prato nº 287, feito de macarrão frito com acelga e camarões. Pensou: “Como disse meu amigo que gosta de cozinhar, nenhum prato com camarão fica ruim”, e pediu.
    Foi a glória. O crustáceo estava no ponto, o macarrão crocante e o molho, ahh, o molho estava demais, não tinha nada a ver com o conhecido e famigerado molho de ostras. Hoje é freqüentador assíduo, mas nunca pede outro prato. Tem medo de errar e começar tudo de novo.

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  • 23/08/2012 - 11:28
    Enviado por: Mário Garcia Junior

    Prato: Lamb Meatballs do Spago. Chega o prato e minha irmã, ao se provar o primeiro pedaço faz uma cara estranha…meu pai, por sua vez, prova o prato e exclama “maravilhoso”. Afinal, como um prato tão simples poderia causar reações tão díspares? Seriam as almondegas? Seria a combinação com o queijo feta? Nada disso, algo bem mais simples: o molho!! (delicioso, diga-se) feito de forma notadamente rústica e artesanal, revelando, sem disfarces, os sabores mais profundos de sua essência, o tomate.

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  • 23/08/2012 - 11:30
    Enviado por: RENATA TAVARES PIRES

    No coração de Paris, na l’ile saint Louis, o restaurante Le Flor en l’Ile encanta pela sua vista, Notre Dame. Tradicional gastronomia francesa, opte pelo confit de pato. Assado por horas, em forno baixo, o pato veio do jeitinho esperado. Carne rosada, macia, desmanchando na boca. Servido com batatas sautees, douradas, crocantes por fora, macia por dentro, e sequinhas. Ao lado, cebola echalote (típica francesa), caramelizada. O leve toque adocicado da cebola, equilibra o sal, deixando o sabor ainda mais marcante.

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  • 23/08/2012 - 11:45
    Enviado por: Bruno

    Almocei no Pomodori, no bairro do Itaim em São Paulo. O almoço executivo era composto por entrada, prato principal e sobremesa por 52,00 reais. A salada com rosbife estava bem temperada, com folhas crocantes, porém menos rosbife do que eu gostaria. De prato escolhi o tagliatelle com ragu de ossobuco. A massa estava al dente e o ragu tinha a quantidade de sal necessária para equilibrar o prato. Gostei da escolha. Um abacaxi doce veio de sobremesa. Ainda que não seja barato para um almoço normal, valeu a refeição.

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  • 23/08/2012 - 11:47
    Enviado por: PEDRO PAULO VAZ

    Hoje vou escrever sobre uma experiência,de viajar para a Bahia sem sair de São Paulo.
    Feche os olhos e sinta o sabor do coentro,o leite de coco,o azeite de dendê,unnn é bom demais meu rei.
    Comer um prato baiano de frente para o mar e sentindo a brisa é simplesmente um luxo.Por isso tenho uma dica um restaurante muito gostoso em São Paulo de uma ex-professora,a Luisa. Ela foi muito inteligente quando largou as aulas e foi abrir essa delicia no bairro de Santa Cecília, o Rota do Acarajé

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  • 23/08/2012 - 11:49
    Enviado por: marcos vinicius capelini alves

    San Sebastian, Akelare, construindo, descontruindo e reconstruindo. Cada parte do caranguejo servida separadamente , se percebe nitidamente os sabores e texturas .Nitrogênio líquido,termocirculador, sifões.
    Aracajú,beira da praia ao entardecer,caranguejo fresquíssimo cozido ,coentro, TOQUE – TOQUE , mãos lambuzadas.
    Viva a diferença!

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  • 23/08/2012 - 11:53
    Enviado por: Debora Pozas

    Em SP muitos estabelecimentos abrem diariamente, mas a impressão que tenho é que gasta-se muito na decoração e pouco no treinamento de funcionários e controle de qualidade. A 10 dias, passeando com minhas trigêmeas pelo bairro, me deparei com uma pequena gelateria (Bellomo) aberta recentemente. Entrei para conhecê-la e o atendente prontamente começou a explicar sobre os produtos e ingredientes usados, dando-me uma pazinha com sorvete para eu experimentar. Surpresa: o sorvete era de altíssima qualidade. Então propus meu desafio para qualquer sorveteria: pedi para provar o de pistache. Ta-nan! Sabor pistache de verdade (e não a terrível essência!), cremoso, doce na medida certa, nada mais que perfeito. Antes de me servir a bola que pedi, o atendente fez com que eu experimentasse mais 8 sabores e me fisgou.

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  • 23/08/2012 - 11:54
    Enviado por: Bruna

    Estive em julho no Pasta D’Autori, na Vila Olímpia, para comemorar 10 anos de casamento. Ainda não conhecíamos esse pequeno restaurante aberto em 2010 e trocamos o Due Cuochi, opção inicial, por ele. Valeu a troca. O marido, vegetariano, elogiou muito o ponto e o equilíbrio de sabores do risoto de gorgonzola. Eu, carnívora, me deliciei com um rigatoni cujo molho combinava lindamente a picância da linguiça toscana com a doçura do molho de tomate mais equilibrado que já provei. Desde então, voltamos 3 vezes. Aprovadíssimo!

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  • 23/08/2012 - 11:56
    Enviado por: Denise Ikeda

    RESTAURANTE AIZOMÊ, comandada pelo Chef Shin Koike. A princípio, os R$ 140,00, valor da “Sequência”, inicialmente salgou demais minha curiosidade, mas como já estava por lá … O atendimento é minuciosamente delicado e prestativo, sendo explicado cada prato da seqüência, bem como seus ingredientes. Nada de sashimis e sushis de moda, não havia cream-cheese em nenhum. Foi servido um robalo fresquíssimo, firme, mas com consistência dificilmente encontrada, regado com molho de frutas cítricas, algo como laranja e limão, caldo de peixe (aqui deve estar o segredo) e transparentes fatias de bonito seco, tudo muito harmonioso tanto no sabor quanto na apresentação, em lindas peças cerâmicas exclusivas. A cada novo prato uma nova sensação. Siri mole, cogumelos portobello servidos tipo tempurá, que merecidamente, comi de joelhos, até porque era a posição de quem se encontrava acomodado na salinhas reservadas com tatame. Para finalizar, um “cheesecake” coberto de frutas vermelhas e flor de umê (ameixa, que me remeteu a infância, quando minha avó preparava conservas e geléias maravilhosas). Para beber, melhor não escolher vinhos, estes são poucos. Vá de saquês, chás, mas, por fim, vale cada centavo do valor cobrado.

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  • 23/08/2012 - 12:05
    Enviado por: Antonio Fernando Azevedo

    Com expectativa dobrada ao ler, na entrada, o cartaz “não falo bem português”, fui ao Rong He baseado em recomendações positivas e não me decepcionei. Comecei com um pastel de nirá, de massa leve e recheio generoso e bem temperado, seguido de um yakissoba de legumes (frescos e bem preparados) com um caldo temperado na medida – sempre acompanhado pela cerveja chinesa TsingTao e a imperdível (mais pela excentricidade) cachaça chinesa. Tudo a R$ 35 por pessoa. “Aplovado” com louvor.

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  • 23/08/2012 - 12:11
    Enviado por: emilia harumi yoshimoto mori

    Comida boa aquece a alma e te faz feliz!
    Nao importa a distancia se a comida vale a pena e o seu PALADAR reconhece o capricho do cozinheiro e os ingredientes da receita.
    Falar de comida e’ como se tivesse feito mestrado,doutrado no assunto.Tem de gostar,nao pode ter preconceito,tem de procurar,curtir locais inesperados, quebrar a cara muitas vezes,respeitar as estacoes …peixe gordo no inverno,melancia boa no verao….,conhecer a dificuldade de realizaçao de um prato, precisa ser palpiteiro e principalmente precisa ter otimo paladar!!
    Precisa dizer que aquele local voce gosta e indica!!

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  • 23/08/2012 - 12:26
    Enviado por: Felipe Diniz

    Em uma feiosa galeria do Bom Retiro, dona Malka serve o falafel cujos segredos trouxe de Israel há décadas. Os deliciosos bolinhos de grão de bico e fava seca combinam perfeitamente com os acompanhamentos: molho tahine, conservas de pepino e berinjela e salada de tomate e repolho. O antiquado refrigerante de casco aumenta o charme do lugar que, mesmo famoso, preserva o clima familiar e as instalações simples. Ir ao Falafel da Malka é uma saborosa volta ao passado, afinal, boas receitas não envelhecem.

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  • 23/08/2012 - 12:27
    Enviado por: Inah de A. Cavalcanti

    Sou paulistana, urbana e gosto muito de cheiros,sabores e a aparência de pratos, pessoas!Em uma visita a Santa Fé do Sul, região centro-oeste de São Paulo, alguns amigos quiseram brincar comigo e me deram para comer uma carne branca,macia,e ao mesmo tempo um pouco borrachuda.Estava mergulhada em uma mistura de pimentão,tomate,cheiro verde e cebola.Comemos essa mistura deliciosa com pão francês e bebendo cerveja.Adorei! Então, dissera -me que eram testículos de boi! Achavam que eu então teria nojo,ou estranharia.Para decepção do grupo, levantei- me e fui cumprimentar a cozinheira! o prato estava magnífico!

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  • 23/08/2012 - 12:33
    Enviado por: umberto tomezzoli

    estávamos em um bom restaurante chines na liberdade.
    estávamos 4 pessoas mais os 2 pequenos e já havíamos comido muito, wantan, carne com legumes,lula recheada,berinjela com carne e mais uns dois pratos. e quando estamos para pedir a conta passa uma garçonete com uma bandeja linda de siris, não deu outra pedimos uma para nós.
    o que importa é comer com os olhos e aproveitar os sabores e viva a vida.

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  • 23/08/2012 - 12:37
    Enviado por: Caroline Cadore

    Alô passa fome! Qual é a chance de perder um concurso desse? Para mim que odeio comida chata – aquela que é até uma delícia, mas foi entregue por alguém que parece preferir olhar para o teto a atender o cliente e em um ambiente que é um pouco menos barulhento que a rodoviária – é a oportunidade de testar e provar aos estabelecimentos que não só de pão vive o homem e que a Copa não é tendencia de mobiliário de cozinha para 2014.

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  • 23/08/2012 - 12:39
    Enviado por: Paula Longhin

    O conteúdo de uma refeição sempre alterna. Além do alimento, os tópicos, as risadas, as pequenas discussões de relacionamentos são outras. Um dia, um amigo, estudante de gastronomia decidiu nos deleitar com a receita de Frango com Molho de Mostarda e arroz branco, acompanhado por fritas. Um prato simples, porém encantador. A suavidade do frango, grelhado apenas com cebola e azeite era o equilíbrio entre nossas personalidades, uma vez que sou calma. A agressividade do molho de mostarda, forte, marcante, mostrou o equilibrio novamente, assim como na amizade existente entre as pessoas da mesa. A comida tem o poder de até mesmo ressaltar a personalidade, tão subjulgada nos dias de hoje.

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  • 23/08/2012 - 12:42
    Enviado por: Mara Dagios Tomezzoli

    era uma das vezes que estive em São Paulo, e fui passar o final de semana com o meu namorado.
    na hora do almoço ele preparou uma panelada de lagostim com alho e temperos, ficamos ali comendo saboreando e curtindo a vida e com uma boa cerveja gelada.
    viver em São Paulo é uma paixão de sabores, culturas e sensações de aromas. se um dia mudar é o que mais vou sentir falta desta cidade.

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  • 23/08/2012 - 12:46
    Enviado por: Maria Aparecida Rocha

    Porco pode ser leve? Pode sim, e deve ser, se for feito com a leveza das maos de quem ama cozinhar! Assim eh no Sucre, um lugar descolado de Buenos Aires, mas sem perder a essencia da culinaria portenha. O “porchitto” leve e saboroso leva 5 horas de cozinhento pra ninguem encontrar sombra de gordora no prato!! Desossado, o lombo eh enrolado e recheado com uma mistura de ervas e nozes, no ponto ideal para nao roubar o principal: gosto de leitaozinho. Servido sobre uma deliciosa cama de batatas fatiadas, coradas e crocantes, com sabor que nos remete ao leitao pururuca, porem sem a inconveniente gordura tipica daquele prato. Para acompanhar, me atrevi a uma taca de Malbec, que harmonizou perfeitamente. Depois, soh voltando a pe para o hotel….

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  • 23/08/2012 - 12:51
    Enviado por: Rennan Araújo Julio

    O maior lanche do Brasil foi a pauta do blog da faculdade. Aceitamos o desafio e nos encarregamos de chegar à lanchonete, via transporte público. O “Santa Coxinha” revelou-se próximo da querida bota do traidor de Jesus, e, além disso, o preço do cobiçado lanche superava nosso poder aquisitivo. Restou-nos explorar o cardápio de lanches e coxinhas (uma delícia, porém não é Santa), mas a mensagem que eu tirei do dia e do restaurante foi: eu amo comida. Eu quero viver mais histórias com meu amor.

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  • 23/08/2012 - 12:53
    Enviado por: Maria Aparecida Rocha

    Ps: no meu edutor tinha apenas 10 linhas…. Tks

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  • 23/08/2012 - 12:57
    Enviado por: Ricardo Moraes

    Na Alameda Lorena, entre a Av. 9 de Julho e Al. Casa Branca tem um restaurante chamado Maracujá, o cardápio deles é bem montado e com ótimas combinações de carnes, peixes, molhos e massas com preços mais do que justos. Um exemplo é o filé à milanesa com risoto de limão siciliano por apenas 27 reais. Destaque na sobremesa para o brigadeiro de colher por 6 reais. A simpatia da proprietária e a qualidade do atendimento completam a experiência.

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  • 23/08/2012 - 13:00
    Enviado por: Cristiane Megumi Gambata Sato

    Sou Tecnóloga em Mecânica e na vontade de fazer algo diferente, fui estudar Gastronomia. Não atuo na área de comidinhas, mas o curso só serviu para abrir ainda mais os meus apetites: de cozinhar e degustar, principalmente degustar ! Toda situação está vinculada a algum alimento/comida/preparação e/ou bebida e a todo momento nos remetem a lembranças ! O importante não é ser sofisticado, é sem bem-feito !

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  • 23/08/2012 - 13:01
    Enviado por: Marilia

    Felizes os que tiveram ou ainda têm uma mãe que gosta de cozinhar. Como eu, filha de uma portuguesa que se realiza cozinhando para as festas de família! Com o tempo, ampliei meu gosto por outras tradições culinárias, mas minha mãe continua sendo um exemplo de perfeição gastronômica. Aos poucos, fui conhecendo condimentos estranhos ao paladar lusitano como o anis-estrelado, a erva doce, o funcho. O mundo dos sabores é imenso, mas os melhores pratos têm sempre um mesmo ingrediente:a paixão.

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  • 23/08/2012 - 13:03
    Enviado por: Paula Ledier

    A comida é a ciência mais emocional que existe. Não depende só de ser chefe ou apreciar a arte de comer. É precisa quando se escolhe um menu, mas emocional quando um nariz meticuloso define os aromas e sabores que satisfarão as papilas gustativas mais diversas com criações inusitadas e mais imaginadas.É fazer a experiência acontecer com precisão satisfazendo não só seu criador mas àquele que busca neste prazer as mais diversas sensações…

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  • 23/08/2012 - 13:16
    Enviado por: Raphael Melo Nunes

    O grande astro da noite foi o hamburguer de costelinha de porco da Hamburgueria 162, na Augusta. Carne no ponto, bem macia e molhadinha. O chutney de cebola combinou tão bem com o lanche que acabei abrindo mão de grande parte do molho barbecue. E nada disso ofusca o queijo prato derretido, que finaliza o lanche. Foi difícil abrir mão do bacon na hora de escolher o hamburguer, mas depois de saborear tive certeza da escolha certa.

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  • 23/08/2012 - 13:18
    Enviado por: Adriano Nogueira

    Sol a pino cortado por prédios de todos os lados. O belo jardim gramado com flores compunha o cenário externo do envidraçado restaurante spot.
    Já na mesa acompanhado por minha namorada fomos atendidos por jovens e atentos garçons. Pedimos uma caipirinha de lima com vodka e fomos ao cardápio. Fiquei com a sugestão do dia, peito de pato frito com vagem e purê.
    A estrutura da cozinha juntamente com toda a equipe foi eficiente e mesmo com todas as mesas cheias logo chegou minha refeição. A vagem veio grelhada, brilhava em um tom verde tostado. O suculento peito do pato frito no tempero de laranja com ervas, veio já fatiado e exalava um aroma apetitoso. O purê quase branco era macio como um algodão-doce e se desmanchava na boca. Hum… foi uma delícia!

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  • 23/08/2012 - 13:25
    Enviado por: Larissa Rocha Queiroz de Paula

    O novo restaurante do chef Rueda presenteia os apreciadores da alta gastronomia com toques extremamente nacionais. A cozinha ítalo-caipira resulta em pratos com texturas e visual diferentes, mas com sabores já bem conhecidos do paladar brasileiro, tais como a rabada e a coxinha de galinha (que vem acompanhada de um deliciosa fonduta de catupity). Já a sobremesa de banana com paçoca traz a lembrança da infância, sensação essa que eu acredito ser o que os chefs mais desejam alcançar. Gostinho de quero mais!

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  • 23/08/2012 - 13:28
    Enviado por: Laura

    Ilha de Uros-Peru,2011,meio dia.O sol escaldante e o vento gélido se juntavam num clima único.Para comer,ceviche com trutas pescadas ali mesmo, fresquíssimas.Sobre uma camada de batatas roxas,o peixe.Uma experiência completa,sublime,surreal.A cada garfada,a boca se enchia de sabor,desde a ponta até o fundo da língua, preenchendo qualquer espaço.O calor da pimenta,a acidez do limão,a maciez da batata,todos unidos de forma perfeita com o clima dali.Simplesmente inexplicável!!

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  • 23/08/2012 - 13:31
    Enviado por: Cátia Cristina Verona Alves

    Chefs na rua deu a oportunidade da população em geral saboreara alta gastronomia e verificar suas peculiaridades. A primeira impressão aochegarmos no evento é de estarmos em uma feira livre. Portanto podemos verificar de perto o funcionamento da cozinha de um renomado chef e conhecê-lo. Nasbarracas podíamos verificar além do preparo dos alimentos o mal humor de algunschefs devido a longas horas trabalhadas. Filas extensas devido ao sucesso doevento não foram problemas para alguns.

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  • 23/08/2012 - 13:33
    Enviado por: Marco Fabio Pagano

    Sou um Gourmet assumido. Tudo começou com um curso de degustação de cafe e cha que fiz no Senac. Aprendi a sentir o acido o alcalino e outras notas. Nos anos 80 fui para Lyon, France, fazer uma especialização em perfumaria,sou quimico.Para complementar minha bolsa, trabalhei no Sambaia, na epoca restaurante super concorrido na capital gastronomica francesa, onde lavei pratos, fui Hostess e acabei na cozinha. Hoje viajo muito, principalmente Europa, onde sempre procuro as melhores garfadas. Neste final de semana fui a Santos e acabei no Mar del Prata. Comecei com um polvo a alho e alho, ponto justo, alho na quantidade certa, o que não comprometeu o sabor do crustaceo.Para harmonizar o perfume do prato pedi um Chablis Barton….Depois pedimos um Robalo, que fechou com excelencia nosso jantar

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  • 23/08/2012 - 13:43
    Enviado por: Luciano Arévalo

    Decidi conhecer o Ritz, por ter lido boas críticas a respeito de seus hambúrgueres. Pedi o Jubileu Burger com onion rings. O hambúrguer estava gostoso, com ingredientes bem harmonizados. Só. As cebolas estavam muito finas e, portanto, tinham gosto apenas de fritura e queimado. O ambiente do restaurante é bem pequeno, e as mesas pouco espaçosas. O excelente atendimento me fez esquecer que a escolha do lugar foi pouco acertada. Sintetizando, o preço não está à altura do que pode-se conseguir em outras casas do gênero com o mesmo valor.

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  • 23/08/2012 - 13:49
    Enviado por: roberto vancevicius

    Faço parte do grupo “cliente oculto” e já fiz diversas avaliações e comentários a respeito de experiências em diversos restaurantes, comentando e avaliando diversos aspectos, assim como qualidade da comida, ambiente, atendimento, higiene, custo/benefício,etc. Acredito estar apto a participar do “prêmio paladar”.

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  • 23/08/2012 - 13:49
    Enviado por: Gilberto de Almeida

    Nada como reencontrar o sabor da culinária da Toscana sem sair de São Paulo. Essa foi a sensação que tive ao ir jantar no Buttina, tradicional casa paulistana que ainda estava fora do meu radar. Diante de tantas opções de molhos para acompanhar o nhoque, escolhi a mais simples: al sugo. Não me arrependi. A chef Filomena Chiarella conseguiu reproduzir aqui uma experiência que tinha vivido em Siena. Sem perder a consistência, seu nhoque é leve, aerado, desmancha na boca. O sabor da batata é suave; a presença da farinha na massa é imperceptível. O molho de tomate mantém o equilíbrio do prato: delicado e discretamente adocicado.

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  • 23/08/2012 - 13:55
    Enviado por: Osmar Costa Sobrinho

    Comer no restaraute Maripili é um festival espanhol no seu prato. Não deixe de saborear as almondegas, feitas à base de vinho com pimentões, cebolas, e paprica doce. Prove, também, as empanadas de jamon, resultado da mistura de jamon com cebolas carameladas. Se tudo for acompanhando por um belo Hercula Monastrell ai sim o almoço estará completo. Depois prove a fruta em caldas feitas com moscatel, o difícil é não repetir.

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  • 23/08/2012 - 14:04
    Enviado por: Fernando

    Saborear é como contemplar as facetas de um diamante. Depende de quem olha, cores surgem ou se vão…os sabores nos trazem algo parecido e alguns até tem o dom de trazer memórias. Uma das únicas receitas de minha mãe que assimilei é de um prato “nacional” por assim dizer, que é o velho e ótimo pastel. Japoneses adaptando-se a uma nova vida, passam por chineses e o rolinho primavera fica maior e mais recheado. O que uma guerra e suas perseguições pode fazer. Minha receita leva cachaça, fica macia e sequinha e à cada 15 dias, toma palco aqui em casa…valeu Japoneses e é claro, “brigadão” Mãe!!!

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  • 23/08/2012 - 14:30
    Enviado por: Jessica Cristiane da Silva Santos

    Ir ao OutBack Steakhouse é sempre uma experiência gastronômica muito interessante e satisfatória. Em um ambiente decorado que remete o interior australiano, é possível degustar bons pratos com atendimento personalizado. A costela de porco defumada e grelhada, regada com molho Barbecue, servida com Cinnamon Apples e Fritas, merece todo o mérito por ser a preferida da casa. O agradável contraste da maciez da costela com o fundo doce da maçã com canela é a uma combinação saborosa e única.

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  • 23/08/2012 - 14:46
    Enviado por: Astor Leonel Navas

    Meu nome é Astor Leonel navas, tenho 57 anos, sou formado em Administração,dentro como hobby o ato de comer bem. Procuro não varia muito, pois sou bastante seletivo e ja tenho alguns restaurantes que conheço e procuro visitar. Para pizza costumo comer todas as sextas – feiras na Artesanal, na rua Apucarana, para massas costumo comer Pergoleta, na rua Serra de Japi. No dia a dia como no restaurante Popayaer na Av. Cangaiba.
    Gostaria de fazer parte de jurado do Estadão (Prêmio Paladar).
    Na certeza de poder ser contemplado.
    Agradeço.

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  • 23/08/2012 - 14:46
    Enviado por: Malu Diniz

    Finalizei minha terça-feira de forma gloriosa! Lá fui eu para o Saj e sua culinária libanesa.A-DO-RO!!! Babaganush,levemente picante e devidamente defumado, esparramado em pães mais finos que papel todinho polvilhados por zattar.A abobrinha recheada estava simplesmente perfeita como há muito eu não comia!
    Fresquinha,no ponto(ultimamente tenho comido abobrinhas borrachóides,eca!),cozida num molho de tomate também perfeito e que óbviamente foi arrematado pelo pão sírio que sobrou da entrada.

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  • 23/08/2012 - 14:56
    Enviado por: Patricia Stavis

    Ontem mesmo fui com duas amigas ao tradicional dos hamburguers: o Ritz!
    Uma delas vai morar na Espanha e queria se despedir. Ela até estava com vontade de pedir um prato do cardápio mas como o motivo era nobre, ficar com menos saudade do hamburguer, pediu o clássico. Aliás, nós todas. Eu pedi o com gorgonzola que eu adoro! A primeira coisa estranha foi que a bebida demorou muito. A mesa ao lado, que chegou depois de nós, já tinha recebido e terminado e a nossa nada, mesmo com uma grávida na mesa. A comida também custou a chegar. E pasmem, chegou fria. Hamburguer nada suculento, apenas morno e com queijo que derreteu e endureceu de novo. Péssimo. Hoje mesmo nos falamos de novo ao telefone pra concluir que é melhor ir em outro lugar da próxima vez.

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  • 23/08/2012 - 14:56
    Enviado por: Belmiro Cintra

    Cozinhar para mim é uma virtude, um ritual. Acompanhar o caderno paladar é um vício, ler sobre novos pratos e temperos é algo incrível.Gosto de experimentar na cozinha, usar pimentas, frutos do mar com molhos diferentes.Essa seria uma oportunidade única para conhecer novos sabores e misturas.Aprender um pouco mais o segredo dos restaurantes renomados de São Paulo.

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    • 23/08/2012 - 15:53
      Enviado por: caio sperandeo de macedo

      Caro Belmiro,com certeza suas colocações são importantes e válidas.
      Mas sinto falta (mídia, restaurantes, consumidores) de se questionar e valorizar o que é o verdadeiro bom prato, “bem casado”. Com proporções balanceadas entre proteína, verduras e carboidratos, respeitando a tradição brasileira de “comer tudo junto”. Isso sim é “confort food”!. Vá conferir no Mercearia S. Pedro(muito bom e barato)

  • 23/08/2012 - 15:00
    Enviado por: Deborah Ramos

    Sou estudante de jornalismo, e como todo estudante tenho hábito alimentares não muito saúdaveis.Em uma das andanças em busca de comida rápida, encontrei a Pastelaria da Rua Cubatão, no bairro do Paraíso. Para mim é o melhor pastel de São Paulo. Entre a variedade de sabores, lá encontrei um pastel realmente recheado, não apenas vento.Esse sim, equivale a uma refeição completa e o atendimento familiar acabaram me conquistando.

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  • 23/08/2012 - 15:24
    Enviado por: Vinicius M Lima

    Poucas coisas na vida são tão certas e previsíveis como a qualidade das massas batizadas pelo chef Paulo Barroso de Barros! Depois de uma ótima experiência no Girarrosto, decidi comprovar essa máxima no Kaá Restaurante. Após um couvert de pães e molhos servidos de acordo (R$13), Pedi sem hesitar o Spaghetti à Carbonara com Magret de Pato Defumado e Ovo Poché (R$51). Embora a massa não estivesse no ponto ideal, o molho estava primoroso e o pato habilmente preparado. Enquanto comia, o ovo poché se desmanchava lentamente e tornava única cada porção levada à boca. Obrigado, Paulo.

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  • 23/08/2012 - 15:38
    Enviado por: Luiz Antonio D'Arace Vergueiro

    Em um almoço no D.O.M. pedi o arroz e feijão com farofa do dia e minha amiga escolheu o nhoque. Depois de saboreá-lo, exultou: o melhor nhoque do mundo! Fiquei intrigado, pois para mim nhoque é nhoque em qualquer lugar. Mas, lembrei-me do nhoque que costumava ir comer quando jovem no El Faro, no Guarujá: feito de ricota com espinafre, com molho de tomate fresco, e servido em uma cumbuca super quente. Aquele, o nhoque da minha juventude, é o melhor do mundo!

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  • 23/08/2012 - 15:42
    Enviado por: Ellen Kao

    Sempre tive curiosidade de conhecer restaurantes de renome pra ver se realmente valia o que pagamos.
    Fui por exemplo na familia Manchini e depois de espe rar horas,quando foram servir o courvet o garçom nem disfarçou e misturou os paes de outras mesas e colocou na minha!Outro dia fui no Rubaya Porto e pedi a moqueca.O peixe estava fresco porem o molho faltou algo que melhorasse o sabor prato. Infelizmente devo dizer que fiquei muito frustrada e na minha opiniao nao vale a pena pagar só pelo nome.

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  • 23/08/2012 - 15:46
    Enviado por: Fernando nakano

    Julho passado,estava na região da Andaluzia ,na Espanha ,fazendo um curso de cozinha mediterranea,posso afirmar que cada vez mais,minha paixão só aumenta com as duas melhores coisas do mundo : comer e cozinhar!!!!!
    Aprendi que em cada parte do nosso planeta existe uma incrível mistura e explosão de sabores e que por mais quer pareça estranho os ingredientes ou métodos de cocção,a transformação dos alimentos conforme a cultura da região é extraordinária…..
    Lá tive a oportunidade de cozinhar as receitas tradicionais,assim como fazer um turismo gastronômico,na qual,uma noite ia jantar em uma taberna tradicional regada a muito flamenco,assim como restaurantes conceituados no guia michelin…..muitas tapas,montadillas,paellas,croquetas…..simplesmente sensacional!!!!!!!

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  • 23/08/2012 - 15:54
    Enviado por: Raphael

    Considero a gastronomia como uma arte, onde o chef busca constantemente criar novas obras-primas para o seu público. Uma expectativa é criada em torno de cada criação, e quando a realidade ultrapassa essa expectativa é quando eu a chamo de uma agradável experiência. Foi essa experiência que eu tive no L’Atelier em Nova Iorque. A minha primeira agradável experiência, onde a textura, a combinação de sabores, tiravam um sorriso atrás do outro a cada garfada. Até hoje sonho com aquele purê. Tão simples e tão saudoso.

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  • 23/08/2012 - 16:02
    Enviado por: Déborah Gaiotto

    Difícil é entender como um restaurante contemporâneo, com um toque Tailandês pode agregar nosso “axé” baiano. Mestiço é um restaurante muito charmoso, e além do ambiente “clean”, e do cheiro apetitoso no ar, podemos nos nutrir com as obras de arte ali expostas. As entradinhas são surpreendentes à qualquer paladar minimalista –Prove o Krathong-thong: Uma cestinha muito crocante, recheada com um frango macio , regado de especiarias (é como estar na própria Tailândia por alguns minutos). O prato principal mostra o porquê do nome do restaurante: Mae Sai – Salmão marcado pelo toque apimentado baiano, prolongado pelo curry tailandês, com lembranças de uma típica “muqueca” pelas suas notas de leite de coco, contrastado com o adocicado da lichia e do tomate cereja; uma explosão de sabores.

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  • 23/08/2012 - 16:04
    Enviado por: Luís Henrique Narvion

    Como descendente de japoneses e espanhóis sempre naveguei bem entre as duas culinárias. Evidentemente que São Paulo sempre esteve bem servida de bons restaurantes japoneses, mas sentia que faltavam opções de culinária espanhola. O grande ícone Ibérico sempre foi o Don Curro, mas insistia em falar para meus amigos que a cozinha espanhola merecia mais atenção, pratos e opções. Felizmente nos últimos anos a oferta de excelentes restaurantes espanhóis na cidade afloraram a minha curiosidade e vontade de conhecer novos pratos, tapas e copas. E tudo isso sem precisar ir até Madrid.
    Salud!!

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  • 23/08/2012 - 16:20
    Enviado por: Rafael Melandi

    Issakaya Issa. Noite. Numa viela escura, a névoa e a chuva distorcem as luminárias. Por uma fresta (na Liberdade, as pequenas portas escondem os grandes sabores) sou transportado ao Edo. 3 senhoras isseis entretidas na feitura das iguarias, esquecem que também servem o lugar. De entrada, Otoshis: 4 porções de conservas do dia, nabo desidratado, acelga curtida, broto de bambu e peixe escabeche. Frescos e na picância correta. Macios e surpreendentes, o delicado Takoyaki, bolinhos de polvo carregados no molho tarê, são servidos sob finas escamas que se movem no ar como se estivessem vivos. Tudo regado à Shochus (aguardente nipônica com status nuclear).

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  • 23/08/2012 - 16:21
    Enviado por: Patricia Scaciotti Medeiros

    Num país miscigenado e jovem como o Brasil é possível entender que o paladar das pessoas vêm mudando da mesma forma que Chefs Brasileiros aparecem no Topo entre os melhores do mundo.
    Essa cadeia afeta desde os melhores alimentos à mesa, valorização de pequenos produtores, arranjos produtivos locais até o arroz com feijão e bife do boteco da esquina.
    Comer melhor em casa, faz os Restaurantes desenvolverem ao gosto do freguês.

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  • 23/08/2012 - 16:30
    Enviado por: Jackson Gomes

    Aqui as massas não são preparadas como na Itália, mas o espaguete à Carbonara do Due Cuochi ficou aquém das minhas expectativas. Massa muito cozida, inclusive para o gosto local, com molho abundante e inconsistente, muito diferente do tradicional ovo cozido no calor da própria pasta.São raros os chefs que buscam a tradição com consistência, ou estão sempre se reinventando ou tendem a se acomodar e perdem qualidade. Como amante da gastronomia, não gostaria que o Due Cuochi corresse esse risco.

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  • 23/08/2012 - 16:30
    Enviado por: Simone Gomes Teixeira

    Fui ao restaurante de frutos do mar Cinque Terra, em Milão a convite de uma amiga, e pedi o prato indicado peo maître: Mariscos a moda”Cinque Terre” os mariscos estavam com a textura perfeita, foi uma verdadeira viagem ao fundo do mar, não satisfeita com a porção que achei salgada no preço pelo tamanho que chegou a mesa, resolvi pedir uma Lula na chapa, a lula de fato estava incrível, o mais relevante da visita foi que ao pedir limão para colocar na lula, ouço um som da cozinha, veio da cozinheira e proprietária do restaurante a seguinte exclamação: na minha lula, ninguém coloca limão! Foi assim aprendi que em lulas frescas e perfeitamente executadas nada deve ser colocado e sim comê-las de joelhos.

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  • 23/08/2012 - 16:31
    Enviado por: Emmanuel Publio Dias

    um simples(?!)prato provocar desejos de evolução espiritual? …a certeza de que Deus é Uno, Santo e gosta de moqueca de polvo…a alquimia posta à mesa, trazida dos céus pelas mãos de D. Nenê…já não fazia a digestão com o estômago, sim com o coração e a alma…o calor da cumbuca,fervente e provocadora, …uma experiência de comunhão com a força do sobrenatural…para que as gerações que me sucedam possam conhecer o poder da moqueca de polvo de D. Nenê, da Casa da Vila, na Praia do Forte,Ba

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  • 23/08/2012 - 16:36
    Enviado por: Cássia Suni Park

    Imagine ser chamado para um restaurante coreano simples, pouco conhecido, e comer um macarrão de aparência estranha e difícil de pronunciar (tchajanmion). O convite não parece atraente, mas ir ao Duguigon (Rua Prates, 476) é uma aventura que vale a pena. Não intimide-se diante da grossa massa de fabricação própria, coberta por um molho escuro à base de soja fermentada; à primeira garfada entende-se o sucesso do prato entre os coreanos. De acompanhamento, cebolas e nabos em conserva. A combinação é estranha, mas funciona e você sairá dali imaginando quantos outros lugares deliciosos a cidade ainda esconde.

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  • 23/08/2012 - 16:36
    Enviado por: Elton rodrigues da Silva

    Sou apaixonado por harmonização gastronômica com vinhos e cervejas. O prazer maior é a sinergia que existe no casamento entre simples petiscos e cervejas, entre massas, carnes, peixes com vinhos. Sou Chef autodidata há menos de dois anos, responsável pela cozinha de um restaurante recém inaugurado. Recebo diariamente criticas construtivas. Conhecer alguns processos de atendimento e preparação de uma comida agradável, nos oferece uma visão ampla para opinar, e principalmente aprender!

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  • 23/08/2012 - 16:37
    Enviado por: MARCELO ROBERTI RINCON

    Planejar o almoço de domingo é um desafio semanal para nós que adoramos propiciar bons momentos a quem amamos. Enfrentar as filas dos restaurantes da capital ou a confortável mas rotineira casa da vovó nem sempre são opções desejadas. Minha dica: Os agradáveis Vila Paraiso e Estação Marupiara em Joaquim Egídio, um bairro simpático de Campinas com vocação turística, pouco conhecido pelos paulistanos que além dos sabores de sua excelente gastronomia, oferecem as emoções de um almoço em meio à natureza.

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  • 23/08/2012 - 16:41
    Enviado por: Kiko Cesar

    Segundona, 12:42. Prorrogação do meu domingo. No ensolarado Jiquitaia, pertinho da Paulista. A lousa na calçada seduz com as opções do menu fechado do dia. Ser feliz por R$ 30. E eu me rendo. Primeiro, à pontual e bem temperada saladinha de folhas frescas da casa. Depois, ao nada óbvio estrogonofe: seu fumegante bronzeado molho revela perfumada pista de páprica. A encaracolada batatinha palha dourada e sequinha é digna de viajar. Na boca, crocante caos abduzindo tenras tiras de filé, champignon forte e o bom arroz coadjuvante. Finalmente, à cumplicidade perfeita: brigadeiro de colher com farofa de pé de moleque. Inevitável ignição explode marotos sabores e texturas, resgatados diretamente da infância. Gentileza final: “Aceita um Nespresso?” Recuso, sorrindo. Tô na prazerosa descafeinada contramão da cidade.

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    • 23/08/2012 - 16:43
      Enviado por: Kiko Cesar

      Atenção: levando em conta os vários comentários sobre as discrepâncias no tamanho do texto final (digitado na caixa X publicado de fato), decidi escrever o texto acima num doc. Word, utilizando fonte Times New Roman, Regular, corpo 12… Tá com exatas 10 linhas. Valeu pela compreensão e boa sorte a todos os gourmets daqui! :)

  • 23/08/2012 - 16:44
    Enviado por: Daniel Bonaldi

    Na recoleta paulistana, em Higienópolis, está o Mercearia do Francês. De decoração discreta e amplo menu, chama a atenção pela versatilidade. Uma pedida simples e certeira é o Steak Tartar: tempero correto, acompanhado de ovo de codorna, salada de alface crespa e, abrasileirando, batata frita. O papilote de frutos do mar traz lula, camarões e peixe puxado no vinho branco. No almoço há o menu executivo e, aos domingos 2 pratos do chef. Por fim, deixe a dieta para amanhã e se entregue à crepe de doce de leite com sorvete de creme.

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  • 23/08/2012 - 16:49
    Enviado por: Antonio de Almeida prado

    Saímos da “Locanda dell’amorosa”, já quase na hora do almoço. Havíamos perdido o café da manhã. O jantar, cercado de grande expectativas, foi moderno demais. Fomos atrás da verdadeira comida toscana e não de estrelas ou Chefs atrás delas. Mas o vinho estava “caindo” tão bem que prosseguimos a tomá-lo, de modo que só acordamos após o desjejum. A fome era gritante, não dava tempo de chegar até a próxima dica das nossas anotações, acabamos parando em um “pizzeria”, beira de estrada. O mau humor me dominava. Estava na Toscana para comer bem e não simplesmente para matar a fome. Depois da tagliata que comi na “pizzeria”, da qual me recordo até hoje, aprendi que dicas e estrelas não são infalíveis e que existem muitos tesouros escondidos pelas “bibocas” e “pizzerias” do mundo!

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  • 23/08/2012 - 16:50
    Enviado por: Caetano Soares

    O bar e restaurante Rancho Nordestino está no meio do bairro do Bixiga, tradicional reduto italiano de São Paulo – muito cantado pelo inconfundível sotaque de Adoniran Barbosa. Mas em meio a cantinas e bares dedicados a pratos e petiscos com origem na “Velha Bota”, a comida de origem nordestina do Rancho mantém outra tradição paulistana: boa cozinha de vários cantos do Brasil. Num ambiente despojado, com várias opções de cachaças e sucos de frutas como umbu e pitanga, a comida de traços caseiros é muito saborosa e bem servida. A paçoca de carne de sol, por exemplo, feita com a carne bem temperada, cebola e uma farinha de mandioca de primeira, torna-se ainda mais irresistível quando regada com a manteiga de garrafa que vem à mesa junto com o prato.

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  • 23/08/2012 - 16:50
    Enviado por: Beatriz Helena Fiorin

    Sabores e texturas liberam saciedade na mesa simples do nosso lar. No dia-a-dia, há necessidade de refeições em tempo hábil para retornarmos aos afazeres. Encontrei um restaurante próximo ao trabalho, cujo sabores se identificam com as comidas caseiras. Lá, se come salada fresca, feijão e arroz cheirando a alho refogado, e grelhados suculentos que atendem todos os paladares. È como seu eu voltasse ao lar em cada refeição.

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  • 23/08/2012 - 16:53
    Enviado por: Julie Ane Sá de Aráujo

    Fechar os olhos, concentrar no paladar, sentir.. é o que faço ao dar a primeira garfada, sentir o cheiro, a textura, o sabor.. e assim degustar cada prato como se fosse único.. pois cada um nasce de um pensamento, um desejo, cada um traz consigo uma historia, e se vier acompanhado de bom atendimento então melhor ainda.. todos tem seu valor desde o mais simples ao mais sofisticado, “normal” ou exótico, doce ou salgado, feito com carinho todos são bem vindos!

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  • 23/08/2012 - 16:59
    Enviado por: Giuliano Falco

    Em se tratando de gastronomia, penso que, um bom prato deva ter características definidas. São imprescindíveis, beleza, textura, equilíbrio de sabores e temperaturas coniventes! Para complementar a excelência e prazer em degustar, a bebida ideal deve estar presente, e o ambiente, além de aconchegante e decorado, precisa oferecer conforto e bom atendimento. Tudo isso posso encontrar e recomendar no restaurante Baiah Brasa na Chácara Santo Antonio.

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  • 23/08/2012 - 17:08
    Enviado por: CARLOS DANIEL MAGNONI

    O tomate recheado do restaurante Jardim di Napoli, pode ser uma boa pedida de entrada, possui custo adequado, (R$ 15,00 por duas unidades) Uma combinação de farinha de rosca de pão italiano, alho em minúsculos pedaços, aliche triturada, tomates micropicados e azeite de oliva frutado. Veio na temperatura correta e guarnecido de pão italiano fresquinho, pode ser incrementado com uma fina camada de parmesão no momento de gratinar. a casa sugere uma Barolo de importação exclusiva (R$ 40,00), excelente custo benefício. Vale a pena voltar e revisita-lo

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  • 23/08/2012 - 17:10
    Enviado por: Mauricio Marengoni

    Que tal ir a um restaurante e não se preocupar com o que vai pedir. O garçom traz alguns pratos e você come aqueles que desejar. Gostou da ideia? É assim num dos mais tradicionais restaurantes de Portugal, o Fialho em Évora. O forte do restaurante são as entradas que são trazidas à mesa, você escolhe e paga aquelas que consumir. As entradas são variadas e depende do dia, mas incluem presunto português (um tipo de presunto cru), paio, pimentão e cogumelos em conserva, queijo de cabra, bolinhos de bacalhau, polvo no vinagrete etc. Se ainda estiver faminto experimente o bacalhau a lagareiro com batatas ao murro, um file de bacalhau alto e tenro de sabor inigualável. O único problema foi o vinho sugerido pela casa, um Paço dos Infantes 1988 onde a rolha apresentava claros sinais de entrada de ar na garrafa. O preço equivale a um bom restaurante de São Paulo, na casa de R$ 200,00 para um casal.

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  • 23/08/2012 - 17:13
    Enviado por: Cristina Saemy

    Porco. Tá aí um bicho que muitos não gostam de ver, cheirar e comer, mas que também desperta amor em muitas pessoas. Eu sou uma delas. Influenciada pelo meu pai, amante desvairado dos leitões que seu pai, meu avô nipônico, fazia no interior de SP. Lembro do cheiro de alho e pimenta que saia do bichinho, quando o cortávamos à mesa e do barulho das crianças brigando pela pururuca cor de caramelo e que fazia “cari-cari” na boca de tão crocante. Meu avô se foi e nos deixou orfãos daquele gostinho delicioso de seu leitão… Até o dia em que resolvemos ir experimentar o “Leitão à Bairrada”, num restaurante de uma estrada de SP. Sim, anos à procura de algo que lembrasse o leitão do meu avô e num domingo de dia dos pais o cheirinho de alho e o barulho da pururuca voltaram.

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    • 23/08/2012 - 19:55
      Enviado por: Lee Paiva

      Você já sonhou com um prato? Tem uma lista de dicas gastronômicas na ponta da língua? Sabe onde tem a melhor coxinha, empadinha, pastel…as melhores casas de ingredientes? Assiste os programas de gastronomia, Anda mais para comprar um pãozinho? Posta as fotos dos pratos que comeu? Tem uma coleção de sal, já perdeu Lardo de comolato na imigração ou já teve que convencer de que a lata de Foi Gras é na verdade um creme de passar no rosto? Não somos doentes, ok? Que tal uma troca de email e me conta as últimas novidades?

  • 23/08/2012 - 17:17
    Enviado por: José Acrísio Zuardi

    Porque deixei de frequentar um bar
    Certa tarde chegamos a um bar que já frequentávamos há algum tempo, e pedimos uma porção de lula a dorê; perguntei antes ao garçom, se a lula estava fresca, e a resposta foi, que estava ótima e não iríamos nos arrepender. Ao chegar à mesa, a porção de lula estava intragável, com a textura de borracha. Chamei o gerente do local e pedi à ele que experimentasse a mesma, constatando o fato. Expliquei que se a lula ficar no óleo por mais de cinco minutos, a mesma terá textura intragável. Pois bem: ele levou a porção de volta à cozinha, nos oferecendo (por conta da casa) outra porção a nossa escolha. Escolhemos então uma porção de carne seca acebolada, e a surpresa quando recebemos o prato foi: a porção estava extremamente salgada. Devolvemos a mesma, terminamos de beber o Chopp e pagamos a conta.
    Nunca mais retornamos ao local. Foi um dia infeliz para o bar? Talvez, porém experiências como essas não podem fazer parte de bares e restaurantes.

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  • 23/08/2012 - 17:18
    Enviado por: Thais Carvalho

    O restaurante Robin des Bois, em Pinheiros, tem proposta meio francesa, meio americana. Em minha última visita, experimentei um prato típico belga, também adotado na França: Moules et Frites. O molho que leva o nome da casa, à base de vinho branco, creme de leite e tomate, complementa bem o marisco. Experiência aprovada, pretendo voltar para o brunch de domingo, com direito a ovos beneditinos e mimosa, agora no melhor estilo de Nova Iorque.

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  • 23/08/2012 - 17:28
    Enviado por: felipe gall

    Ao contrário do Jordi, o cantor, o Vito cresceu: mas não perdeu a graça. Continua com a sua carne cruda mal cortada, como no Piemonte, com um gostinho de trufa. A trufa do bem. Não aquela usada sem controle, delicadeza ou sensibilidade emergente. Como prato principal, fui de Bolonhesa, apesar da barriga de porco. Receita quase medieval, com a carne agarradinha na massa, sem deixar aguinha no fundo do prato. Imbatível. Acho que dizer que a massa estava no ponto certo, nem precisa, né?

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  • 23/08/2012 - 17:33
    Enviado por: Edson Lima (de Almeida)

    Comer é tão importante quanto saber comer. Quem se predispõe ao restaurante prepara-se para um ato de amor, esperando que todas as condições se harmonizem da cozinha, ao vinho e as que promovam agradavelmente o ambiente.
    Cheiros e ruídos podem ser perceptíveis para as expectativas, enquanto entre tilintar das panelas e demais apetrechos o cozinheiro estará consciente da sua arte, borboletando entre os diversos pratos verificando os pontos dos legumes, das verduras e das carnes escolhidas. Que venham as perninhas de rãs gratinadas sobre molho de salsinhas com alho e batatinhas com folhinhas de salvia e lavanda, deixando o retrogosto da boa comida e vinho, fazendo toda a equipe receber aplausos silenciosos, ensurdecedores e em nós, a sensação de querer voltar.

    Edson Lima

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  • 23/08/2012 - 17:46
    Enviado por: Marcelo Lacava Pagnocca

    Suntuoso, mas sem perder a austeridade, o L’Auberge du Pont de Colonge impressiona muito, e em tudo. Do serviço impecável, desde a recepção,  ao espetáculo meticulosamente apresentado pelos garçons,  tudo é pensado e preparado para ser perfeito. Porcelana de Limoges, talheres de prata de lei assentados em cambraia de linho puro só se tornam mesmo coadjuvantes quando a comida chega. Comida criativa, bonita de se ver, gostosa de cheirar – até a comida fria – e sensacional de saborear ! Exemplos: uma sopa que para ser tomada deve-se quebrar a casca, aspargos meramente cozidos no vapor que mais parecem cenouras, de tão calibrosos. Enfim,  como o proprietário gosta de dizer, simplesmente comida boa. Tão boa que os mais de 500  euros que um casal pode gastar lá só são mesmo sentidos na fatura do cartão…

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  • 23/08/2012 - 17:47
    Enviado por: Marina Riechelmann

    Para alguns, o gosto pela comida é inato. Entretanto, sempre há aquele prato que deixa qualquer um com o gostinho de quero mais. É o caso da lasanha à bolonhesa da minha avó. A massa caseira, intercalada com a mais deliciosa mussarela e com um (atrevo-me a dizer) divino molho de tomates frescos deixam a sensação de que qualquer coisa a mais ou a menos estragaria o prato. Quando fui à Itália, procurei uma lasanha que pudesse equiparar-se à da minha avó. O que encontrei, porém, foi a certeza de que receita de avó não se discute.

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  • 23/08/2012 - 17:48
    Enviado por: Deborah Magnoni

    Um dos melhores pratos que ja provei foi preparado de um modo que apeteceria a qualquer um que olhasse de longe. Filé ligeramente mal passado, molho com combinação perfeita de temperos, dando dignidade ao sabor do tão prestigiado funghi (tema do molho), legumes grelhados em grelha rústica, e por fim batatinhas inglesas feitas de modo que nem a rainha da Inglaterra ousaria reclamar. E o restaurante assim como o prato oferece o essencial: criatividade, sabor e boa aparência.

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  • 23/08/2012 - 17:49
    Enviado por: Alexandre Franco Caetano

    Cassoulet no anti restaurante da Bia!
    E de repente uma pesada (e linda) panela de ferro fundido vem à mesa.
    Dentro o Cassoulet – prato típico do SW da França, alimento dos camponeses do séc. XIX –Exalava promessa de sabores defumados e delicados. O ponto do feijão branco, quase pasta, ainda mostrando os grãos, a alta qualidade das carnes (incluindo confit de canard desfiado) era a mostra da sensibilidade da Chef. Por diversão escolhemos um vinho com certo risco! Um Cartuxa 2.008. Vinho com bom corpo, aroma frutado, mas com uma complexidade de sabores para os quais o defumado do cassoulet não preparava a boca. Uma pena. Pelo menos, não brigaram! Boa surpresa! Melhor ainda: acidez do vinho apoiou cada garfada. Delícia de risco!

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  • 23/08/2012 - 17:56
    Enviado por: Tatiane Gonsales

    A casa de pães e doces Bella Paulista já encanta por seu externo: uma vidraça com exclusivos sabores de sorvetes – como Kinder Ovo, torta holandesa e creamcheese – apetece a imaginação. Ao adentrar o local, à direita há grandes buffets de pães, doces e quitutes dos mais diversos sabores e estilos. Em eficaz atendimento, logo me dirijo a um sofá e mesa com vista à Rua Haddock Lobo. Diante ao variado cardápio – de pratos executivos a sopas e pizzas – peço um beirute que, como os demais, tem nome de bairro paulistano; uma soda italiana; e um Calzonetti. Possível de servir duas pessoas, à primeira garfada no beirute de picanha já é perceptível o quão suculenta é a carne da casa. O Calzonetti surpreende de tão grande e saboroso: perfeita combinação de massa doce recheada de banana cozida com chocolate acompanhada de bolas de sorvete.

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    • 23/08/2012 - 17:58
      Enviado por: Tatiane Gonsales

      (Digitei em Word, na fonte Times New Roman, corpo 12, regular, como informado. No documento, total de 10 linhas. Todavia, o texto aqui enviado ultrapassou o limite. Devo reenviar?)

  • 23/08/2012 - 18:12
    Enviado por: Celus Miranda Resende

    Tenho aqui boas vizinhas que me ensinam como é morar em SP na nossa idade. Um bom ensinamento que tive de uma delas foi o seguinte: “não perca tempo fazendo almoço. Coma sempre fora que acaba saindo até mais barato e vira um programa para todos os dias. Chamar filho pra almoçar, jamais, pois eles lá têm seus programas e depois de você passar horas preparando e esperando por eles, eles acabam passando rapidinho e somente por obrigação. O melhor que você deve fazer nos fins-de-semana é dar um telefonema pra eles dizendo:sua mãe e eu estamos indo almoçar em tal restaurante a tal hora.” Este conselho foi realmente muito bom e os nossos melhores almoços de fim-de-semana têm sido esses sem compromisso que eles aparecem porque querem.

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  • 23/08/2012 - 18:17
    Enviado por: Alda Caldas

    Entrei no Mocotó
    Duplamente. Primeiro por ter conseguido chegar antes da casa lotar o que significou sair de casa as 11 da manhã! Depois porque finalmente pude me deliciar com o famoso caldinho de mocotó, com direito a explicações do próprio chef Rodrigo Oliveira. A cada colherada do nectar uma sensação de pleno restauro acontecia no meu corpo. Um caldinho suave , saborosíssimo e altamente revigorante. Valeu. foi um prazer e uma alegria entrar no Mocotó.

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  • 23/08/2012 - 18:19
    Enviado por: Maria Cristina

    Sempre que vou a um restaurante português procuro a alheira no cardápio. Esse enchido que leva basicamente carnes (porco e ave), pão, azeite, gordura e condimentos, era feito artesanalmente pela minha família. Eleito uma das 7 maravilhas gastronômicas de Portugal, é servido até em barzinhos de São Paulo em uma versão quase sempre tostada e excessivamente condimentada. No Bacalhoeiro, restaurante português localizado em uma rua tranquila do Tatuapé, a alheira vem no ponto certo, com os temperos todos harmonizados. Uma boa experiência merecedora de ganhar a memória.

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  • 23/08/2012 - 18:21
    Enviado por: danilo gavioli

    Tenho diversas experiencias gastronomicas, viajei a europa experimentando varios tipos de comidas tais como armenia, libanesa, indiana, italiana. Trabalhei tambem como subchefe na ilha de caras Argentina durante uma temporada (2008) elaborando diversos pratos com o auxilio do Chefe. Especificamente esta e uma area que muito me agrada porem trabalho numa area totalmente oposta a esta.

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  • 23/08/2012 - 18:22
    Enviado por: Cristina Parra

    Em Tournay, França, na Abadia de Notre Dame, onde fiquei hospedada com minha família, vivi grandes experiências, inclusive gastronômicas. A vida na abadia transcorria com muita simplicidade e religiosidade. Um domingo, contudo, fomos surpreendidas com um almoço maravilhoso preparado pelo abade, frère Joel: cordeiro assado com ervas e batatas e, de sobremesa, os deliciosos queijos franceses. Hoje, quando lembro da França, este almoço é a primeira coisa que me vem à cabeça.

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  • 23/08/2012 - 18:24
    Enviado por: Jonathan Raicher

    A “experiência Mocotó”. Aviso: as condições são adversas (!), o restaurante fica afastado do centro da cidade e é preciso chegar cedo pra pegar uma mesa ainda na hora do almoço, mas a recompensa começa com o dadinho de tapioca, que dá o tom da deliciosa refeição que se seguirá. O Baião-de-Dois acompanha bem qualquer prato, mas a escolha pela perfeita carne-seca desfiada, com pimenta biquinho e puxada na manteiga de garrafa é quase instintiva. A sobremesa é agraciada pelo pudim de tapioca, cremoso, faz o estilo do “doce mas nem tanto”!

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  • 23/08/2012 - 18:26
    Enviado por: Lara Brusco

    Eu tenho pavor de jacaré, mas reuno todas as minhas forças pra enfrentar os dois empalhados que ornam as paredes do Amigo Gianotti só pelas delícias que servem lá. Não bastasse as já tradicionais fogazzas, o restaurante já virou ponto de encontro dos amigos pro delicioso nhoque de cada 29. E a loteria dos bolinhos? Qual estão servindo hoje? Bolinotti, Bolinho da Nonna, Croquenotti, hmmmmm…!
    Pode o jacaré ficar lá me olhando…eu já não consigo deixar de ir ao Gianotti.

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  • 23/08/2012 - 18:33
    Enviado por: Frederico Franz

    Pique Macho é um prato boliviano que mistura, aparentemente em desarmonia, diferentes cortes e tipos de carne com legumes e batatas fritas. A decoração é feita com ovos cozidos, ketchup e maionese. Tamanha diversidade de ingredientes denuncia a origem do prato, o reaproveitamento de sobras. A combinação improvável, entretanto, se transforma em um delicioso prato no restaurante La Coca, localizado em La Paz. As carnes preservam os sabores individuais e, ao mesmo tempo, compõem um mosaico de gostos que se completam.

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  • 23/08/2012 - 18:35
    Enviado por: Cacaio Bentivegna

    PRATOS INESQUECÍVEIS

    Há pratos com o destino nobre de marcar para sempre a memória de quem os experimenta. Meu último contato com um deles teve lugar na “Enoteca Pinchiorri. Embora elegante e sofisticado, beira o exagero pela suntuosidade da decoração e pelo excesso de formalidade no serviço. O prato se chamava “Ravioli Doppi di Ragú di Faraona e Burrata”: ravioles divididos e recheados em duas partes separadas, uma com ragú de carne de galinha-de-angola desfiada e a outra com um creme feito só de “burrata” (aquela mussarela de búfala de interior cremoso e amanteigado). O molho era a simples redução de um caldo da própria ave, principiado no “déglacé” da assadeira. Por cima, uma delicada nuvem de “Grana Padano” finamente ralado. As metades dos ravioles podiam ser cortadas e degustadas separadamente; comidas juntas, no entanto, as metades proporcionavam uma interação de sabores e texturas que multiplicava o prazer. A untuosidade e a delicadeza da “burrata” domesticavam e complementavam o sabor mineral e marcante (de carne de caça) da galinha-de-angola. O resultado era incrível. Como imaginei desde a primeira garfada, esse prato calou fundo na minha memória gustativa.

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  • 23/08/2012 - 18:39
    Enviado por: Kleber Tadeu Neto

    Um salve à baixa gastronomia!
    Sei que a costela de boi é um prato difícil de errar. Saborosa e macia, é uma carne que pode ser feita assada no forno ou na grelha, mas é bom embrulhar em papel alumínio ou celofane para evitar que resseque. Pode ser cozida com batatas ou mandioca. Mas comi uma costela boa! Muito boa! Saborosíssima! Digna dos melhores elogios! Era cozida com linguiça levemente picante, bacon, e muita, mas muita cebola… As cebolas desmancharam na panela, não havia um só pedaço! Tudo cozinhou na água solta pela cebola. O arroz branquinho, bem feito acompanhou muito bem e é, nesse caso, indispensável! A costela chegou à mesa quente, bem quente! Comecei a comer esse prato que me intrigou pela combinação de sabores que, no início pareceu estranha! Mas surpreendeu, surpreendeu muito! Terminei de comer com vontade de repetir! E repeti!
    Salve a Baixa gastronomia!

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  • 23/08/2012 - 18:49
    Enviado por: Claudia Monari

    O crocante, o al dente, o no ponto…. tudo isso é muito pessoal mas, o que vale é o que o prato consegue transmitir para cada um. O aroma, a textura, o visual, tudo importa quando se depara com um prato, por isso, o bife a milanesa com risoto de limão siciliano do NOU consegue agregar tudo isso. A crocância da casquinha do bife, o ponto certo da carne e o aroma que exala o risoto, faz com que qualquer pessoa viaje em torno de uma experiência gastronômica inesquecível.

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  • 23/08/2012 - 19:14
    Enviado por: Silvia Guerra

    Uma manhã ensolarada de domingo é a desculpa ideal para pular da cama de manhã – não digo madrugar – e tomar café da manhã do Quitanda. Um simpático horti-fruti em Pinheiros, na Mateus Grou. Sem muita dificuldade, você consegue uma mesinha no mezanino, onde é servido o buffet. Nele as opções são na medida: pães fresquinhos, croissant, presuntos, queijos, pão de queijo, ovos mexidos (daqueles bem cremosos) e salsicha com molho. No outro lado, uma grande tigela com salada de frutas, iogurtes, cereais e geleias. Sempre 3 opções de sucos naturais, café, leite (quente e frio) e café. Além do buffet, você pode pedir: pão na chapa com manteiga, misto quente ou “Minas quente”. E o melhor é o preço, que não pesa: R$17,90 por pessoa.

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  • 23/08/2012 - 19:23
    Enviado por: Cecilia Paterno

    Para mim o interesse pela culinária sempre foi muito natural. Desde pequena fico na cozinha espiando, experimentando, testando… errando e acertando. Um desses erros, que virou acerto, foi uma receita de bolo de chocolate feita por mim, na fase em que não sabia o que eram frações, com isso acreditava que a medida 1/2 xicara de chocolate significa que, dependendo do quanto se gostasse do ingrediente, seria possível escolher entre 1 ou 2 xicaras do ingrediente.. o bolo virou um vulcão de gostosura no meu fogão, daí nasceu o Brownie.

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  • 23/08/2012 - 19:26
    Enviado por: Danilo

    Atento ao pontual fechamento às 22h30, fui ao Lamen Kazu, em São Paulo, provar o famoso macarrão servido em caldo temperado, quentíssimo. No preparo e fervura do lámen estão seu sucesso. Como recomenda a etiqueta oriental, não me culpei pelo barulho de sugar a refeição, nem desperdicei os brotinhos de bambu, a alga crocante e o lombo suíno que desmanchava. Sem uma sobremesa à altura, bebi saquê (apesar do chá servido gratuitamente) e me senti feliz como um cidadão de Tóquio em final de expediente. Arigatô!

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  • 23/08/2012 - 19:29
    Enviado por: José Geraldo Martinelli Caputo

    Fui visitar a cozinha francesa Bistro Le Vin, de entrada mexilhões a provençal, estavam com cheiro e gosto de mar, frescos só faltou a brisa marinha; Confit de Cannard com pele a la “pururuca” e carne derretendo sem perder a textura honestíssimo; Crème Brulée, crocante e macio novo desafio superado, adoçaram na medida. Serviço cordial sem afetações, conta proporcional ao frescor dos ingredientes e o prazer alcançado. Respeitaram o sabor dos ingredientes a conta não ofendeu, noite feliz.

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  • 23/08/2012 - 19:29
    Enviado por: Alessandra S

    Um prato de miúdos mal preparado pode ser traumatizante de tão ruim. Um prato preparado por um cozinheiro que sabe o capricho e limpeza necessários no preparo desse tipo de comida – fígados, corações, moelas, rins, miolos, tripas – será algo interessante e delicioso, cheio de texturas maravilhosas que picanha nenhuma oferece. Minha memória gastronômica mais querida é um prato de tripas perfeitamente macias, nem um pouco borrachudas ou moles demais, servidas cobertas por um molho leve e cremoso.

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  • 23/08/2012 - 19:33
    Enviado por: Isabella Liberato

    Novidade que surpreende.Dizem que baixa expectativa é o segredo da felicidade,mas o ZDeli Sanduíches é uma exceção.Um minúsculo e super charmoso restaurante especializado em sanduíches típicos de delis de NY,feitos ali mesmo na frente de todos.Sem falar de comida,o lugar já seria o máximo.Muito bom o sanduíche de salmão e o de pastrami.Tem ainda saladas,sopas(a de cebola achei um pouco doce demais)e um cheesecake surreal.Apenas uma critica: nas minhas últimas visitas, alguns dos sanduíches especiais estavam em falta.

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  • 23/08/2012 - 19:36
    Enviado por: Gabriela Pires Machado

    O Suri Ceviche Bar é um daqueles lugares para levar no coração. Acolhedor e escondido em meio a uma rua residencial do bairro de Pinheiros, ele consegue juntar o que há de melhor na culinária latina. Da música à afetividade e atenção com que a comida é preparada, a visita ao Suri suscita uma experiência que é também cultural. Sempre à frente do balcão, o chef não nega explicações sobre a origem e história dos pratos que prepara. O que eu posso dizer: vá ao suri, peça um pisco sour e renda-se a latinidade.

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  • 23/08/2012 - 19:36
    Enviado por: Guilherme Zorze

    Aura informal, esse é o Ruaa, restaurante que oferece comidas de rua de diferentes partes do mundo. Apesar de pratos como boeuf bourguignon, – não encontraria na porta do estádio! – cumpre o que promete. O Curry Indiano com lulas e camarões acompanhado de arroz de jasmim surpreende pela intensidade do sabor quando comparado a outros curries da cidade, que geralmente desapontam tanto quanto um arroz de jasmim com sal – pô, Ruaa! -. Tem bons preços e cardápio interessante.Serve água à vontade.

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  • 23/08/2012 - 19:38
    Enviado por: Laurie Rezende

    Ouvimos que o restaurante dessa abadia valia a viajem e não éramos desapontados. O ambiente é misterioso especialmente quando um se põe para pensar nas refeições servidas lá aos primeiros habitantes. Começamos com vieras delicadamente acomodadas encima de finas fatias de legumes com uma infusão de manjericão. A textura das vieras, no ponto exato, contrastou com o quase imperceptível toque de crocante presente nos legumes e a infusão não foi além do que as vieras podiam aguentar. Seguimos com medalhões de cordeiro com creme de mostarda e maçã acompanhados por batatas “dauphinoise”. A carne foi macia e a mistura de sabores foi, no mesmo tempo, original e conhecida. Encerramos com pêssegos grelhadas com um “crumble” e creme inglês. O francês é o mestre da simplicidade. Inesquecível!

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  • 23/08/2012 - 19:46
    Enviado por: Leonardo Quintas

    Olá, tudo bem…vou querer capeletti in brodo. Não consigo ir a uma cantina e deixar de pedir o caldo que mais aprecio. Pode estar um calor de 40ºC que se decidirem jantar em uma cantina, eu pedirei a sopa. A última que apreciei caiu perfeitamente. Caldo quente, massa fresca, ervas e temperos equilibrados, queijo ralado em abundância. Uma colherada mergulhando nequele néctar e pronto…Acorda Leonardo e vai trabalhar.

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  • 23/08/2012 - 19:48
    Enviado por: Natália Justino

    Menu do dia no Allez Allez: Salada de folhas + Confit de coxa de frango com purê de batatas ao wasabi + Profiteroles, 33 reais. A salada de folhas, simples, porém bem temperada com aceto balsâmico e com um toque de pinoles tostados deliciosos. Sobre o prato principal, somente uma palavra: sensacional! Bela coxa de frango com pele crocante, carne derretendo e um molho, um molho! Me colocou em silêncio ao apreciar e tentar desvendar qual era aquela combinação de sabores. Tamarindo e aniz, que beleza! O purê estava um pouco pesado no wasabi, mas foi um ótimo completo. Profiteroles ok. Recomendo!

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  • 23/08/2012 - 19:49
    Enviado por: Laurie Rezende

    Vale a viajem à restaurante dessa abadia. O mistério começa ao pensar nas refeições servidas lá aos primeiros habitantes. Começamos com vieras acomodadas encima de finas fatias de legumes com uma infusão de manjericão. A textura das vieras, contrastou com o quase imperceptível toque de crocante presente nos legumes e a infusão não foi além do que as vieras podiam aguentar. Seguimos com medalhões de cordeiro com creme de mostarda e maçã acompanhados por batatas “dauphinoise”. A carne foi macia e a mistura de sabores foi, no mesmo tempo, original e conhecida. Encerramos com pêssegos grelhadas com um “crumble” e creme inglês. O francês é mestre da simplicidade. Inesquecível!

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  • 23/08/2012 - 19:50
    Enviado por: Laurie Rezende

    Vale a viajem à restaurante dessa abadia. O mistério começa ao pensar nas refeições servidas lá aos primeiros habitantes. Começamos com vieras acomodadas encima de finas fatias de legumes com uma infusão de manjericão. A textura das vieras, contrastou com o quase imperceptível toque de crocante presente nos legumes e a infusão não foi além do que as vieras podiam aguentar. Seguimos com medalhões de cordeiro com creme de mostarda e maçã acompanhados por batatas “dauphinoise”. A carne foi macia e a mistura de sabores foi, no mesmo tempo, original e conhecida. Encerramos com pêssegos grelhadas com um “crumble” e creme inglês. Inesquecível!

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  • 23/08/2012 - 19:51
    Enviado por: luis edmundo pinto da fonseca

    Todos reunidos, coube ao mestre iniciar a cerimônia. Com sua inegável destreza, empunhou a lâmina extremamente afiada que lentamente penetrava e seccionava o tecido, expondo o seu interior rutilante. O líquido vermelho, algo espesso e de odor inconfundível porejava e escorria em direção à superfície alva abaixo, lentamente embebendo os grânulos amarelados. O resultado era uma massa espessa e viscosa. Todos à volta, de olhos fixos, não disfarçavam sua satisfação em presenciar aquela solenidade. Mais do que tudo, ansiavam pela sua vez de compartilhar daquela fraldinha suculenta, acompanhada da farofa de milho.

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    • 23/08/2012 - 23:05
      Enviado por: Cesar A. C. Barros

      La Bonne Soupe é um francês causal em um cenário urbano rústico de Nova Iorque. Ótimo para um brunch de domingo, o bistrô não é pretensioso, mas ainda assim conserva-se romântico. Em seu menu bem pensado, de salada orgânica a Escargots à la Bourguignonne, o destaque é o cremoso quiche lorraine. A afronta inicial do queijo na receita seduz à primeira prova e o presento substitui à altura a falta do bacon. A crosta crocante faz esqueçer-se o preço e convida ao retorno!

  • 23/08/2012 - 19:53
    Enviado por: Alexandre Gorzoni

    Cuiabá é sinônimo de calor infernal. Mas como dizem os moradores locais: “Comeu cabeça de Pacu assado?!?!? Haaaa… Esse vai se mudar pra cá!”. Para aqueles que não conhecem, Pacu é um peixe de muita fartura no Centro-Oeste é uma das especialidades do local.
    As belezas naturais do estado do Mato Grosso são famosas e de diversidade pouco vista em outros estados, onde é possível encontrar cerrado, pantanal, floresta amazônica, cachoeiras, águas límpidas, entre tantos outros atrativos, além é claro, dos preparados de peixes da região. A última viagem a Cuiabá tive o prazer de almoçar novamente na Peixaria Popular. A proprietária Nilda Borges, que calorosamente aparece para verificar a satisfação dos clientes, construiu um restaurante onde a única escolha é quantas refeições serão servidas. Com muita fartura, dentre os pratos da refeição estão: Farofa de banana, arroz com pequi (fruto do cerrado), pirão de peixe, arroz branco, Maria Isabel e uma salada. O prato principal é dividido em três grandes paixões. A deliciosa mojica do peixe Pintado, filé de Pintado frito e a ventrecha de Pacu.
    Já não bastassem os pecaminosos pratos servidos, um dos garçons apelidado como Pacu é uma atração à parte. Entre brincadeiras, bate papo, histórias regionais regrada a muita piada e a calorosa recepção de todos os funcionários, saímos do restaurante fartos de tantos prazeres.
    A Peixaria Popular está a 30 anos em funcionamento e seu cardápio nunca foi alterado. Visita obrigatória para quem visita Cuiabá.

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  • 23/08/2012 - 19:54
    Enviado por: Taiz Alves

    O Generali é uma tradicional cantina italiana, com bandeiras de países pendurada no teto, pratos generosos que servem duas pessoas e a indispensável porção de pão italiano com alho. Apesar do macarrão a bolognesa ser uma especialidade da mama, não recomendo este prato. O molho é um pouco ácido e ralo, deixando a desejar os acostumados com a massa nos almoços de domingo. O conservador Talharine com paillard de filé mignon é saboroso e muito bem feito, conquistando-o para uma próxima visita.

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  • 23/08/2012 - 19:54
    Enviado por: marta rodrigues

    Inaugurado à pouco, o moderno restaurante Tono possui uma disputada barra onde clientes animados degustam drinks e aperitivos criativos antes do jantar. Ainda que se atribua o sucesso da casa a esse clima “nova iorquino festivo”, temos que reconhecer o talento culinário de Michele, que executa pratos com técnica e personalidade. Apostam em um cardápio enxuto com tendência mediterrânea; Saladas,massas frescas, peixes e somente uma opção de carne. Recomendo a salada verde com tapenade, tomate confit e pera, massa fresca com colmenillas (um tipo de cogumelo) e arraia ao vapor com molho de mostarda Dijon. Para a sobremesa frutas caramelizadas, regadas com calda quente de limão. Sugiro um bom Albariño para acompanhar.

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  • 23/08/2012 - 20:04
    Enviado por: Mitsuko

    A minha experiência gastronômica recente num restaurante japonês me fez questionar sobre o frescor da matéria prima utilizada na preparação dos pratos escolhidos no cardápio. O prato foi servido sobre um enorme barco de madeira clara, onde perfilavam sashimis (fatias de peixes e moluscos) e niguirisushis (bolinhos de arroz cobertos de finas fatias de peixe e de ovas de peixe). Ao lado de uma porção de wassabi (pasta de raiz forte) havia muitas lâminas de gengibre curtido. Degustar cada fatia de cada tipo de peixe regada a algumas doses de saquê e estourando algumas ovas entre os dentes, aguçaram-me o paladar. Tudo estava fresco e saboroso.
    O único porém foi a entrada, composta de um mix de cozido que mais pareciam sobras de ingredientes esquecidos nas caçarolas.

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  • 23/08/2012 - 20:05
    Enviado por: Paulo

    Não sou especialista em gastronomia. Não sou crítico em gastronomia. Confesso também ser fraco na cozinha, sendo minha especialidade o básico do básico, contudo, mesmo diante destas características, sei apreciar e analisar a qualidade de um bom prato de comida, independente de características regionais, sabores característicos, sempre há de existir o bom e o ruim e como possessor de bom paladar consigo diferenciar esses pontos. Tenho uma opinião popular, me classifico como um cidadão comum da cidade de São Paulo com bom paladar e como bom paulistano apreciador de boa comida, admiro a diversidade deste paraíso gastrônimo que é minha cidade, em companhia de minha namorada sempre investigo e busco boas opções e variados restaurantes por aqui. Sempre que saimos para nossas experiências gastronomicas temos como única obrigação visitarmos determinado restaurante com a “mente totalmente aberta”, para exemplificar melhor essa colocação não existe entre nós a questão do não gostar de determinada comida, saimos literalmente para experiencias e topamos comer de tudo, também não classificamos antecipadamente um restaurante pelo tipo de comida que oferece (ex. ah, aquele oferece comida mexicana, toda comida mexicana é apimentada, nesse não será diferente; ah, a comida japonesa daquele restaurante terá o mesmo sabor dos outros, etc.) quando o cheff é bom, ele possui o seu “q” especial e se diferencia dos demais, isso que procuramos, a característica especial que aguça o paladar a cada garfada. Contarei brevemente sobre uma de nossas visitas que ocorreu recentemente em São Paulo. Fomos conhecer o restaurante de culinária natural chamado Banana Verde, ficamos simplesmente chocados por não termos conhecido antes essa jóia presente na famosa Vila Madalena. Não somos vegetarianos, mas sempre fomos adeptos da alimentação saudável, que aliás vem se tornando cada vez mais “moda” entre os paulistanos, talvez isso explique os 20 min. de espera por uma mesa, para nós, pouco tempo comparado com outros lugares. Mas vamos ao que interessa, a boa comida servida no local; penso que além de ser boa e de qualidade, uma comida em um restaurante vegetariano tem q te deixar com a sensação de satisfeito, o que acontece com os suculentos e saborosos pratos do Banana Verde. Quem vai até lá pensando que apenas comerá salada e sairá com fome, está muito enganado. Em um ambiente aconchegante, oferece um cardápio a la carte com entradas criativas, além de risotos e massas, misturando pratos mediterrâneas com temperos latinos, sem esquecer também das deliciosas sobremesas. Ao término do jantar, parabenizamos a cheff do local por conseguir fazer uma comida saborosa e leve capaz de saciar nossa fome, que por sinal era grande.

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  • 23/08/2012 - 20:21
    Enviado por: Vanilson Coimbra

    Sabe aquele filme “Cult” europeu que o diretor faz um grupo de estrangeiros chegar de “paraquedas” na festa do povoado local?. Foi assim que eu e a minha família nos sentimos ao chegar em Otávio Rocha , um povoado italiano localizado entre Caixas do Sul e Bento Gonçalves. Os ingressos nos dava o direito de degustar as delícias italianas, cantar e dançar ao som de músicas típicas e de brinde nos daria também o direito de nos transformar em um deles, mesmo que por algumas horas. Sopa de macarrãozinho, arrosto e vinho da colônia. Gastronomia tem que ir além de uma boa comida,tem que ser acima de tudo uma experiência.

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  • 23/08/2012 - 20:21
    Enviado por: Ana Tanis

    Se há uma coisa pela qual o Brasil se destaca é pelo seu pioneirismo no campo dos salgados. Um complexo conceito cunhado em nosso país. O termo compreende o conjunto de entes comestíveis não doce, consumidos com uma mão. Com atenção ao pão de queijo,que reluto em enquadrar na mesma categoria. É impressionante a variedade de salgados à nossa disposição. Quando se mora em Buenos Aires, o fenômeno Padaria passa a ser uma constante na porção onírica de nossas mentes. Comer um lanche feito na hora com o queijo derretendo, debochado, torna-se um sonho incumprido em meio ao universo do sanduichinho de miga, o mais comportado dos sanduíches. São retangulinhos perfeitos, com recheios paralisados em sua escassez. É impressionante a falta que faz uma chapa na vida de alguém.

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  • 23/08/2012 - 20:29
    Enviado por: Ana Carolina Moreira de Góes Nunes

    Minha experiência gastronômica mais interessante foi ter escolhido como projeto de graduação da faculdade fazer um livro de receitas de família. Sou designer de formação e escolhi dedicar um ano para separar as receitas que comporiam essa publicação. Nesse período, preparamos os doces, redigi os textos, pesquisei de que forma os renomados chefs se comunicavam com seus leitores por meio de suas obras. Tudo isso nasceu da paixão pela cozinha que adquiri da minha avó. Aprendi a ter um zelo por cada ingrediente e desenvolvi a vontade de adivinhar cada especiaria usada no preparo dos alimentos. Esse meu encanto pela gastronomia se resume ao fato da comida ter o poder de transformar um momento trivial em um instante extraordinário.

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  • 23/08/2012 - 20:31
    Enviado por: Paulo

    Em mais uma de minhas buscas gastrônomicas tenho como única obrigação visitar um determinado restaurante com a mente totalmente aberta, “sem gosto ou não gosto” sem pré-classificações, visita literalmente para experiência e topar comer de tudo, buscando o “q” diferencial de um cheff que aguçará meu paladar a cada garfada; descubro Banana Verde, culinária natural, ambiente aconchegante, entradas criativas, além de risotos, massas e sobremesas deliciosas. Combinação vegetariana entre sabor e leveza capaz de saciar uma grande fome.

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  • 23/08/2012 - 20:33
    Enviado por: Paulo

    Em mais uma de minhas buscas gastrônomicas tenho como única obrigação visitar um determinado restaurante com a mente totalmente aberta, “sem gosto ou não gosto”, sem pré-classificações, visita literalmente para experiência e topar comer de tudo, buscando o “q” diferencial de um cheff que aguçará meu paladar a cada garfada; descubro Banana Verde, culinária natural, ambiente aconchegante, entradas criativas, além de risotos, massas e sobremesas deliciosas. Combinação vegetariana entre sabor e leveza capaz de saciar uma grande fome.

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  • 23/08/2012 - 20:34
    Enviado por: Juliana Favaro Izidoro

    O almoço executivo do A Bela Sintra é um deleite! Abrem a cena deliciosos bolinhos de bacalhau e delicados croquetes feitos de carne assada desfiadinha, cesta de pães com fresquíssimo queijo branco, encontrado apenas nos melhores portugueses da cidade. Como prato principal, arroz com polvo, cozido à perfeição, valorizando o sabor e textura do ingrediente principal. Encerramos com espresso simpático e petit-fours. Atendimento coeso, rápido e prestativo. Afinal, por que viajar até Lisboa?!

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  • 23/08/2012 - 20:42
    Enviado por: Marco A.Vesguerber

    Comida de Ogro!!!, esta é a minha preferência. Refiro-me a restaurantes escondidos, simples, caseiros que fazem rabadas, dobradinhas, buchadas e autênticas refeições caseiras feitas por “gente de casa”, aquelas que remetem à tia que quer dar “suatança” para quem trabalha nas ruas.
    Uma de minhas inúmeras descobertas é o “Bar do Mané”- Rua Frei Gaspar, 415 – Mooca – Onde a dobradinha é servidas às Terças.
    É preciso ter um estômago treinado para tal iguaria!! Costelinhas defumadas cortadas com capricho em pedaços pequenos, linguiças (calabresa e portuguesa) em fatiadas finas, previamente fritas, incorporadas no momento certo da cocção e os filetinhos de bucho desmancham na boca de tão macios, além do atendimento prestimoso do filho do Mané, o Zé, que comanda o amplo salão dos fundos e dá ordens na cozinha na autoridade de quem sabe o que faz.
    Aliás o local serve para pontos de encontro para almoço. Cerveja sempre geladíssima e preços que sempre cabem no bolso.

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  • 23/08/2012 - 20:44
    Enviado por: fernanda gomes

    Descobri um desses empórios que vendem e servem (em um agradável deck), delícias como embutidos, queijos, vinhos e afins.Como grande apreciadora de presunto cru, decidi então degustar o espanhol.Serviram então os pães, a porção, a bebida, mas…e o azeite??Com tantos rótulos expostos nas prateleiras, esperava algo a altura do presunto.Mas não, recebi um potinho de louça, com uma rasa quantidade, e uma colherinha de cafá para o besunte!!Economia arriscada!!

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  • 23/08/2012 - 20:46
    Enviado por: Juliana Cury

    Almoco de final de semana, que queremos uma comidinha rapida, sem complicacao, ambiente sem compromisso para ir com as criancas… Optamos pelo Dib, um restaurante/lanchonete arabe. Para comecar, pedimos esfihas e suco de laranja para todos – esfihas otimas mas o suco de laranja tardou um eternidade. Acabou chegando depois dos pratos. A coalhada estava acida -passou do ponto no cozimento. O homus deixou a desejar e os paes que acompanham as pastas, ja estavam durinhos, ja deviam ter 2 dias… Pedimos outra esfiha de queijo, chegou junto com a conta! Enfim, pensaremos 2x antes de voltar…. provavelmente vamos sair de carro e buscar um outro arabe para irmos!

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  • 23/08/2012 - 20:49
    Enviado por: fabiano

    Final de julho, após as primeiras chuvas molharem os contrafortes dos Alpes Austríacos, e vez dos raios de sol da manhã completarem as condições ideais para o crescimento dos cogumelos! Nossa parte foi acordar cedo, viajar de carro, e andar por 10 horas com os olhos atentos aos tons sóbrios dos cogumelos Steinpilz e ao inconfundível amarelo dos Pfifferling, invariavelmente acomodados num tapete de musgo que forava o chão da floresta de pinus vermelho (Rot Tanne). O perfume dos Pfifferling é simplesmente inebriante, enquanto o forte do Steinpilz é sua suculência e tamanho. Para a refeição do dia seguinte os cogumelos foram preparados como risotto com arroz arbóreo, finalizados com queijo parmesão e salsinha, harmonizados com vinho branco.

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  • 23/08/2012 - 20:53
    Enviado por: Marcela Apolinario

    O hambúrguer americano me irrita por sua falta de verdade.Suas incógnitas começam na origem da “carne” e terminam na indefinida composição do mitológico molho “especial”. Já o beirut do Família Burguer não teme suas origens e dá a cara a bater. Sem falso moralismo, o prato reúne o melhor da junk food: hambúrguer (de filet!),queijo, e maionese (caseira). O Alface acrescenta textura e crocância- a leveza do pão sírio não gera sua planificação. Enfim, comida feita pra ser decifrada e devorada.

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  • 23/08/2012 - 20:59
    Enviado por: Fabiana Meccia

    “Você prefere ao dente?” veja lá isso é pergunta que se faça ao cliente? Qualquer massa deve ser servida ao dente! Porém, não quebra-dente. Hoje mesmo passei por essa experiência. E além do linguini duro, a salsinha estava grudada na massa, e o molho ralo, que de limão só mesmo o nome. Ah! E frango grelhado. O que você imagina? Um suculento filet de frango, pois é foi o que eu pensei mas era frango picadinho em tirinhas desiguais levemente queimadas. Salvou o aspargos! Não gostei! Comida sem sabor, sem cor e sem charme. Totalmente sem graça, apesar do simpatico atendimento da casa.

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  • 23/08/2012 - 21:12
    Enviado por: HFB

    acredito que uma experiencia gastronomica engloba tudo que diz respeito ao ato de comer, é por isso que fico dividido ao comentar sobre o catarina, um bar de perdizes. não possui estacionamento nem oferece serviçe de vallet, as mesas ficam apertadas na calçada e o atendimento deixa a desejar; porem é exatamente este clima despretencioso que agrada seus clientes mais assiduos. especializado em frutos do mar “frescos”, a comida é boa, a cerveja gelada e o preço até que é razoavel.

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  • 23/08/2012 - 21:18
    Enviado por: Mariane Takesian

    Hum se eu soubesse descrever a sensação, vocês saberiam o que eu senti quando o comi! Ele era do dia e eu nem sabia, pedi mesmo assim. Veio do mar, pronto para assar, coberto de castanha, não de São Paulo, mas era do Pará. Acompanhado de purê de banana, parecia que veio do céu,mas veio da Terra e estava a minha espera.Que combinação so sobrou o prato limpo pro garçom. Peixe do dia com purê de banana da terra do Sal Gastronimia.

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  • 23/08/2012 - 21:18
    Enviado por: chantal christine limay

    Certa vez em um restaurante de esquina, num beco escuro que somente “habitués” frequentavam, pude saborear um Linguado puxado num leve creme cítrico absolutamente sublime com cubos de batata vapor que davam uma sensação de plena satisfação – equilíbrio perfeito entre a delicadeza do peixe e a personalidade do molho cremoso. Um vinho branco seco ligeiramente frutado regava o jantar. Jantar leve, simples e exemplar.
    Saborear um prato, é se deixar invadir por todas sensações olfáticas, cromaticas, e então as papilas gustativas estão prontas para distinguir texturas, temperos, condimentos e reagir ao que lhes é oferecido.
    Quando tentamos em nosso dia a dia introduzir reproduzindo o que tanto nos agradou nem sempre conseguimos um bom resultado pois mesmo tendo detectado ingredientes destas novas combinações não possuímos “le secret du chef” e só temos uma pálida cópia do que tanto nos agradou.
    Tradiçao e Inovação são bons ingredientes quando bem balanceados. Um casamento inusitado pode nos surpreender mas nem sempre nos agradar.
    Estou pronta, prontíssima para este novo desafio.
    Um tenro abraço amigo com uma leve pitada de sal e noz de moscada.

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  • 23/08/2012 - 21:19
    Enviado por: Fillipe Soares

    Em meio ao mar de restaurantes self-service na região da Berrini, o Bom Rini é uma opção para os engravatados tradicionais que preferem o serviço à la carte e porções bem servidas para duas pessoas. O carro-chefe da casa são as carnes que saem diretamente da grelha para a mesa atraindo os sentidos dos frequentadores, mas também serve-se feijoada às quartas. Destaque neste tradicional prato para a bisteca, grelhada ao invés de frita, que a deixa mais saborosa e suculenta.

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  • 23/08/2012 - 21:23
    Enviado por: Mobi

    Em busca de um jantar familiar no meio da semana, fomos ao restaurante Planeta’s na esquina que começa a Augusta. Além do horário extendido, o cardápio agradou a todos. Fomos recebidos rapidamente e foram sugeridas torradas de alho até que escolhessemos os pratos, que foi uma ótima ideia. Pedimos um espaguete napolitano, que foi uma opção simples e agradável, sendo o único porém que a massa não estava no ponto. Sugestão da casa filé à “trair e coçar”, que serve um filé à milanesa, molho ao sugo, coberto com talharini aos 4 queijos gratinado com parmesão, foi nosso outro prato que apesar de diversificar mais que deveria, me lembrou dos almoços familiares aos domingos, porém com o filé exatamente ao ponto e mesmo com o molho a crocância do nosso milanesa foi preservada. Atendimento muito agradável e preço ótimo me farão voltar mais vezes e sempre com mais amigos.

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  • 23/08/2012 - 21:26
    Enviado por: SIMONE APARECIDA MEDEIROS

    Eu faço uma carne louca de primeira, toda vez que há uma reunião em família eles dizem, e a sua carne maluca, doida etc. Então uma vez tinha um aniversário infantil e eu inventei de fazer a carne louca, que todos adoram só tem um detalhe era aniversário de criança e eu adoro colocar pimenta na comida, cozinhei a maravilha de desfiei e fui colocar tempero, me deram pimenta calabresa errei na mão imagina as crianças comendo carne louca da tia doidona apimentada, no fim foi um sucesso e muita risada depois.

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  • 23/08/2012 - 21:28
    Enviado por: chantal christine limay

    Certa vez em um restaurante de esquina, num beco escuro que somente “habitués” frequentavam, pude saborear um Linguado puxado num leve creme cítrico absolutamente sublime com cubos de batata vapor que davam uma sensação de plena satisfação – equilíbrio perfeito entre a delicadeza do peixe e a personalidade do molho cremoso. Um vinho branco seco ligeiramentefrutado regava o jantar.
    Tradiçao e Inovação são bons ingredientes quando bem balanceados. Um casamento inusitado pode nos surpreender mas nem sempre nos agradar.

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  • 23/08/2012 - 21:28
    Enviado por: catarina gorgulho

    ” Detesto abobrinha”. O comentário ao lado só deve ser considerado válido por àqueles que jamais provaram a elegantíssima abobrinha servida no couvert do restaurante Gero. Sequinha, crocante e sem com isso perder o seu sabor a pequena entrada é ponto alto no restaurante. Aliás belíssimo o couvert servido lá, que é capaz de apenas alimentar nosso apetite para a refeição principal.

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  • 23/08/2012 - 21:32
    Enviado por: Tiago Vinhas

    O Blue Pub, na esquina da Ribeirão Preto com a Campinas, a dois quarteirões da Av. Paulista, impressiona pelo atendimento e pelo custo-benefício. As garçonetes, simpaticíssimas, têm um conhecimento etílico de fazer inveja a qualquer metido a entendedor e, sinceras, revelam quando determinado item não é tudo aquilo que o cardápio promete. A grande variedade de cervejas e os pratos saborosos e bem servidos – além de relativamente baratos – são pontos positivos. Por outro lado, a proximidade com os escritórios da região, torna praticamente impossível encontrar uma mesa vaga entre as 19h00 e 23h00. Chegue cedo – ou tarde!

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  • 23/08/2012 - 21:33
    Enviado por: Elizabete Tsubomi Saito Guiotoku

    Após um evento do sexto paladar cozinha do Brasil,fiquei muito curiosa para conhecer o quarto melhor restaurante do mundo(Brasileiro e na cidade de Sao Paulo!).
    Tive algumas dificuldades como: Marcar uma data e horario em que 9 pessoas conseguissem ajustar as agendas e o transito(Sim! O transito!!!!) para chegar na região dos Jardins.
    Finalmente no dia 17de agosto tive uma das maiores experiências gastronômicas da minha vida ,acompanhada de grandes amigos.Provamos o menu degustação com 4 pratos, entre eles o Fettuccine de palmito a carbonara (que estava perfeito )e as ostras empanadas com tapioca marinada com sabor e diferentes consistencias (divino)!

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  • 23/08/2012 - 21:37
    Enviado por: Karina

    Nunca mais darei confiança para aquelas listas de “os melhores restaurantes do mundo”. Recentemente, restaurantes brasileiros tiveram a honra de figurar entre os “melhores do mundo” eleitos pela Newsweek. Contudo, o nome de um deles na lista me causou extremo espanto e pesar. Espanto porque o restaurante peca pela limpeza e pesar porque os estrangeiros irão encontrar lá um escondidinho que – embora caprichado e servido fumegante – não tem nada de especial em relação ao oferecido por outros lugares. Os famigerados dadinhos de tapioca podem ser exóticos, mas são muito oleosos e o bolo de chocolate com cupuaçu parece que foi feito uma semana antes de ser servido. Escolher os melhores da cidade já é uma façanha, os melhores do mundo beira o impossível.

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  • 23/08/2012 - 21:45
    Enviado por: Luz Neira

    Nenhuma viagem é completa sem alguma experiência gastronômica …. Tudo começa com uma pesquisa simples, sobre o que é típico de um lugar. Depois, a busca do restaurante original, onde encontraremos, com certeza, não só um prato, mas uma história pra ser repetida muitas e muitas vezes depois do retorno, como agora. Viena é uma cidade incrível com muitas oportunidades para comer bem. A torta de chocolate servida no Hotel Sacher Wien, se chama Sacher Tarte, ou Original Sacher Tarte. Feita de um chocolate incrivelmente suave e acompanhada por creme chantilly, o pedaço mais famoso de torta austríaca é servido assim há 175 anos e, se continuar com o mesmo charme e sabor, assim continuará por mais 175, pelo menos.

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  • 23/08/2012 - 21:48
    Enviado por: Deisy Fernanda Feitosa

    Nunca tive interesse em gastronomia, até ir à Itália passar três meses junto à mamma Pinuccia. Ela trabalhou durante 30 anos num restaurante tradicional da cidade e era conhecida por seu famoso “tortelli”. Quando preparava a massa, parecia que estava bordando. Não imaginava que recheios de abóbora ou espinafre com ricota e parmesão resultaria num prato tão palatável. O sugo à bolonhesa e um copo de um vinho fez dele a comida dos deuses. Assim, entendi a beleza do cozinhar e resolvi aprender tudo sobre gastronomia italiana.

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  • 23/08/2012 - 21:49
    Enviado por: Claudia Liebert Augusto Piscopo

    Comer em Santarém do Pará é interessante. Lá tem um restaurante japonês que iguala em sabor e preço com os nossos, mas salmão e atum não são peixes de rio. Então, o bom é esqueçer o óbvio e partir para o inusitado. Mas aí exige um certo preparo. Não acho que seja fácil encarar um Tacacá, que é um caldo de tucupi com goma de tapioca, verdura jambu e camarão seco, servido super quente numa cuia, num restaurante que é o quintal de uma casa com um calor de 35 graus! Mas quem arrisca, petisca!

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  • 23/08/2012 - 21:52
    Enviado por: Valdeci Pereira Vargas

    Meu prato preferido, apreciado também pela minha família é o “talharim com 10 ingredientes” servido em um restaurante chinês em São Paulo. Ele realmente possui os 10 ingredientes, as carnes possuem ótima textura, os legumes e verduras com boa apresentação,tempero marcante e agradável. Percebo que a temperatura dos pratos também é o ponto forte, pois dá a sensação de que foi feito especialmente para minha mesa.

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  • 23/08/2012 - 21:55
    Enviado por: rafael rodrigues

    As vezes, a gastronomia pode te levar a lugares incríveis…Sou um grande fã de hamburger e acredito que é possível unir alta gastronomia a essa delícia.Em Porto Alegre,vivi essa experiência!Hamburgueria Franco-americana-brasileira.Apresentação original,ingredientes inusitados,tudo muito equilibrado e surpreendente.Tudo isso regado a molhos altamente criativos que nem me deixaram lembrar do velho e conhecido catchup.A sensação que ficou foi a de ter saído de um grande bistrô em NY !

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  • 23/08/2012 - 21:58
    Enviado por: Fernando Rudge Leite Neto

    Qual experiência gastronômica mais me marcou? Várias lembranças me surgem. Um spaghetti al pomodoro e basilico com 17 anos de idade à sombra de uma árvore em Castel Gandolfo, na Itália, onde entendi o que é uma massa al dente e como sabor não está necessariamente na complexidade. Jantares em restaurantes estrelados: Vergé, Bocuse, Bouloud. Deleites para o paladar mas também para os olhos, onde se aprecia cada detalhe. Mas estes sentimentos também afloram num simples pão quentinho da São Domingos ou numa coxinha da Rotisserie Bologna. De tudo quanto já comi, bebi e vivi, aprendi que, mais importante que a grife, é o sabor. Sabor que vem principalmente quando os pratos saem de alguém que cozinha com uma paixão tão intensa quanto a que tenho por comer.

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  • 23/08/2012 - 22:00
    Enviado por: Paulo Cruz

    Em tempos de bons restaurantes e preços exorbitantes, ir ao MOCOTÓ é certeza de fazer um ótimo investimento. Comida de primeira categoria, sem frescuras, por preço de lanche.A espera pode ser longa, porém agradavel optando por tomar uma cerveja Colorado e saborear um dadinho de tapioca. Na mesa só alegria, baião de dois divino, carne de sol com chips de mandioca, torresmo perfeiro; carnudo com casca crocante, favada inesquecível e manta de pirarucu com vinagrete de feijao fradinho e sobremesas maravilhosas. Imperdível

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  • 23/08/2012 - 22:02
    Enviado por: Léo Dias

    A comida do restaurante Copa eu achei boa, tinha a opção de pizza ou hambúrguer, fui de pizza de calabresa e gostei, massa fina e a calabresa de qualidade, fatiada bem fininha e saborosa. No final pedi eu café, que veio sem uma bolachinha, minha irmã ficou desiludida e o garçom trouxe um brigadeirinho para ela, gostei da cortesia e do atendimento em um todo.

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  • 23/08/2012 - 22:05
    Enviado por: José Roberto Yasoshima

    Estava numa viagem de São Paulo para Teresina, de avião, seguida de uma viagem de ónibus de Teresina até a Serra da Capivara, distante a dez horas da capital. Quem mora em São Paulo está acostumado com restaurantes abertos 24 horas. Deu fome é só sair para comer um hot-dog ou uma feijoada. Mas que ilusão, no Piauí não é assim não. Em Teresina não quis comer nada pois achei a lanchonete do aeroporto muito chinfrim. Pensei, no meio do caminho quando o ónibus parar num posto de combustível eu desço para comer um lanche. O ónibus parou mas não tinha a lanchonete imaginada e eu, morrendo de fome. Ai meu Deus mais 7 horas de viagem sem nada para comer. Mas eis que entra no ónibus um ambulante com um isopor e, ao abrí-lo, liberou o delicioso cheiro de um milho verde ainda quente. Só o milho verde, com um pouco de sal. Que refeição memorável, que delícia de comida para ficar para sempre na minha memória gustativa.

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  • 23/08/2012 - 22:08
    Enviado por: José Alberto

    Pasteis de Nata da Quinta do Marquês: As iguarias portuguesas que repousam na vitrine da bancada central da loja da Faria Lima, tem aquela linda cor caramelizada sobre o creme de ovos, que convida a uma imediata primeira mordida. Servidos na temperatura morna ideal, com aroma tostado/doce do forno, confirmam a expectativa visual do doce. A melhor parte é o “crack” da massa, prometido pelo confeiteiro, em perfeita combinação com o saboroso creme de nível ideal de açúcar (não muito doce). Maravilhosos !

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  • 23/08/2012 - 22:09
    Enviado por: Lydia Condé Lamparelli

    Em 1995, em São Petersburgo, meu marido e eu fomos almoçar no restaurante do Hotel Palace Nevskij. Entrada, blinis com caviar preto; solicitamos explicações sobre o prato intitulado Pelmenis “Onega”. Resposta: “raviólis de carneiro com molho branco e morilles”, que pedimos ser hesitar. As blinis estavam ótimas, massa leve, molho suave e caviar russo! Quanto ao Pelmenis “Onega”, uma grata surpresa: os três ingredientes combinavam perfeitamente e, na verdade, o molho era uma sauce smitane pois além da cremosidade sutil, o aroma de vinho branco e a ligeira acidez de limão se faziam presentes. Claro que esse prato passou a fazer parte do meu menu familiar sendo unanimidade para os 20 que somos!

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  • 23/08/2012 - 22:11
    Enviado por: ELAINE RIBAS TCHALIAN

    Para mim, comer remonta ä família, como a minha, de origem italiana, reunida ä mesa, ou na cozinha, no seu preparo. Ao molho de macarrão da minha avó, grosso e infinitamente vermelho, para ser degustado ainda na panela, com um pedaço de pão. E os aromas…do macarrão ao pesto, com muito azeite e queijo parmesão! Lembranças como estas, ficam para sempre e nos fazem muito, mas muito mais felizes!

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  • 23/08/2012 - 22:13
    Enviado por: ELAINE RIBAS TCHALIAN

    Para mim, comer remonta ä família, como a minha, de origem italiana, reunida ä mesa, ou na cozinha, no seu preparo. Ao molho de macarrão da minha avó, grosso e infinitamente vermelho, para ser degustado ainda na panela, com um pedaço de pão. E os aromas…do macarrão ao pesto, com muito azeite e queijo parmesão!
    Lembranças como estas, ficam para sempre e nos fazem muito, muito mais felizes!

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  • 23/08/2012 - 22:14
    Enviado por: javier moreno

    Evocando Anton Ego…..
    o prato em questao eram uns Sorrenti de bufala
    a massa com coccao ”al dente” , desmanchava na boca sem precisar cortar… sabor bom ,porem nao muito “artesanal”
    o molho ao sugo: sabor e textura perfeitas, pórem a temperatura nao agradou; chegou meio fria.
    O recheio… lembra nozes e claro uma mussarella arejada e fresca.. muitoo boa.
    resultado final do prato,,,,, 7 , valeu o preço 32rS

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  • 23/08/2012 - 22:16
    Enviado por: Marco Aurelio Eboli

    Comer em Buffet e Gastronomia são antagônicos. Mas, me foi inevitável numa reunião em um hotel 5 estrelas. Nas saladas, o trivial, a não ser por uma Galantina bem texturizada e temperada. Arrisquei um Pene 4 Queijos, que nada ficou devendo a um restaurante por quilo, e um rosbife sem gosto, apesar de vermelho e não ‘rosinha’, como é o costume. Digna de nota foi a sobremesa: Milfolhas, leve e crocante, sem chantily, de dar inveja a qualquer Napoleon.

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  • 23/08/2012 - 22:18
    Enviado por: Glaucio Gomes

    O endereço mudou; Erick Jaquin e seu La Brasserie aportaram no Itaim com uma culinária impecável, pratos e sabores inesquecíveis. Ninguém esperava menos.
    Comece pelo fois gras, especialidade do chefe; seja na terrine de leveza surpreendente ou numa mini-degustação, em que o fígado de pato é apresentado em versões de preparo variadas, é tudo uma delícia.
    Em seguida, o salmão demi cuit brilha, pela qualidade do pescado e pelo ponto exato de cozimento. Legumes variados al dente escoltam com perfeição e confirmam a inspiração do chef.
    Apetites mais vorazes também irão se deleitar com o cordeiro, assado lentamente, crocante, regado pelo denso molho e acompanhado das melhores lentilhas de puy que qualquer mortal pode sonhar. O delicado mil-folhas e os inesquecíveis macarrons encerram a farra comme-Il-faut.
    Ah…antes que me esqueça, o serviço, apesar de gentil, é um pouco confuso.

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  • 23/08/2012 - 22:18
    Enviado por: Therea Hojo

    Até hoje não sabia que em São Paulo tinha restaurante turístico, do tipo “Hard Rock Cafe” mas com seu quê paulistano, como é o caso do Paris 6. Lá, celebridades aparecem ao vivo e no cardápio, emprestando seus nomes aos pratos típicos parisienses ou nem tanto. Provei o prato do Marco Luque, que, ao contrário do seu ilustre xará, é um tanto quanto sem graça. Macarrão cabelo de anjo ao molho bechamel com salmão. E nada mais. O molho bechamel é daqueles que exigem companhia de personalidade, mas que infelizmente estava só na noite, pois o pobre salmão não imprimia nenhuma personalidade ao prato. Restou ao bechamel aproveitar a companhia do cabelo de anjo, que, mesmo não segurando o prato, não fazia feio. No final mesmo, pobre de mim e do Marco Luque, que ficamos com o prato insosso.

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  • 23/08/2012 - 22:20
    Enviado por: Denise Monique Dubet da Silva Mouga

    Em viagem, uma vez, pedi truta num restaurante simplérrimo, uma tapera, nas bordas do lago Titicaca, na Bolívia.
    Veio esfumaçando, a carne aparecendo rosada, úmida, aromática. O ar se condensava à sua volta.
    Experimentei. Preparada ao bafo, o tempero não transparecia, os nacos se desmanchavam na boca, era macia, saborosíssima. O peixe na sua quintessência.
    Todos na mesa, que tinham pedido carne com batatas, e recebido um prato de panela, meio seco, com batatas reviradas e molho indefinido, se entreolhavam. Calados, me olhavam e miravam avidamente o peixe. Olhos pidões e arrependimento. Uma cena antológica.
    Descobrir a comida, descobrir um povo.

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  • 23/08/2012 - 22:22
    Enviado por: fernanda gomes

    Descobri um desses empórios que vendem e servem (em um agradável deck, delícias como, embutidos, queijos, vinhos e afins. Como grande apreciadora de presunto cru, decidi então degustar o espanhol.Serviram então os pães, a porção, a bebida, mas…e o azeite??Com tantos rótulos expostos nas prateleiras, esperava algo a altura do presunto.Mas não, recebi um potinho de louça, com uma rasa quantidade, e uma colherinha de cafá para o besunte!!Economia arriscada!!

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  • 23/08/2012 - 22:24
    Enviado por: Flavio

    Um mix de frutos do mar grelhado na hora com peixe, camarões, vieiras e lagostins fresquinhos, fresquinhos. 
    Nao, nao. Nao estou falando de uma barraca de praia no litoral baiano nem daquele  lugarzinho lá no mediterrâneo que um amigo descreve quando volta de viagem. Estou falando de uma prato que comi aqui mesmo, em Soa Paulo, no meio de Moema, na Peixaria. E o melhor, tudo escolhido por mim mesmo, ali, na hora.
    Os frutos do mar vieram grelhados, exaltando o seu frescor e com apenas um leve toque a base de ervas. O peixe vermelho macio e com aquele sabor inconfundivel, as vieiras delicadas e encantadoras deslizavam pela minha boca. E os camarões…ah, aqueles camarões, sabor e aroma que perseguirão a minha memória por muito tempo.
    Tudo escoltado por uma bela taça de Chardonnay.
    Para se assemelhar a uma barraca de praia no litoral baiano ou aquele lugarzinho no Mediterrâneo, só faltou mesmo a brisa do mar.

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  • 23/08/2012 - 22:27
    Enviado por: Teodoro Costa

    “…2011 …. melhor bife à milanesa: Nou, Trattoria Villa dei Cesari, Zena Caffè, La Recoleta e Martín Fierro.”(Blog Paladar-Nov.11).
    Como assim? Cadê o CAMELO? Não posso dizer qual a melhor milanesa, nenhuma avaliada provei. Mas posso dizer que o bife do Camelo deveria estar ali.
    Pelo tamanho impressionante, quase uma folha A3. Mas fino e leve, finíssimo. Por ser muito crocante. Completamente sequinho e dourado. E quando a gente corta, é também macio, é úmido. É bom demais. Vem purê? Vem, mas a gente nem vê. Se fizesse parte desse juri não deixava esse espetáculo de fora em 2012.

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  • 23/08/2012 - 22:34
    Enviado por: Mariane Lorente

    Há algum tempo vi no Instagram uma foto do pavê da Casa Garcia. Tinha mais cara de bolo do que de pavê, mas a cobertura brilhante de doce de leite me ganhou. Fui lá. Como precisava almoçar, quis escolher um sanduíche primeiro. A casa é um empório espanhol bem simples, com um balcão refrigerado cheio de embutidos e acepipes ibéricos, e peças de presunto cru e panelas para paella penduradas no teto. Na dúvida, deixei a escolha do meu bocadillo com o Seu Francisco. (Depois descobri no Foursquare que todo mundo faz isso!). Não podia ter erro, e não teve: peito de peru, “salsichon” com picles, “calabreson” e patê de ervas finas. Feito na hora, por ele mesmo. Se saber fazer um bom sanduíche é um dom, Seu Francisco é mestre. Depois pedi o pavê, claro. Vi um creme e achei que pudesse ser um queijo tipo mascarpone, não era. E minha ideia de pavê até então era algo (con)gelado, o que não é o caso desse clássico da Casa Garcia. Mesmo assim, vale muito a pena: pavê e pra comer.

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  • 23/08/2012 - 22:35
    Enviado por: Jamile

    Nada como a espera de um restaurante. É lá que devoro cada um dos cardápios imaginando como será o prato que logo mais vou comer. Um bom drink, uma ótima comida de bar e estou pronta para ser a próxima da fila.
    Já na mesa, escuto atentamente as explicações do garçom, aceito sua sugestão e me deixo levar pela experiência e me entrego a cada garfada, aroma e sabor.

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  • 23/08/2012 - 22:37
    Enviado por: Fabiana de Barros

    Se Luiz Gonzaga estivesse vivo faria em dezembro um século.E aí me deu uma vontade danada de comer uma comida sertaneja.Quando era criança minha mãe nos dava um feijão de corda bem puxado na manteiga de garrafa e uma salada com tomates maduros,cebolas e pimentões vermelhos tudo bem cortado e salteado no azeite.Essa delícia servia de base para um pedaço de carne de sol, macia como um requeijão.Esse era o nosso café da manhã,e a única refeição que fazíamos juntas.Saudade dela,saudade do rei do Baião.

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  • 23/08/2012 - 22:39
    Enviado por: Juliana Kroeger

    No ano passado, fui à Trattoria Il Mandolino, em Ferrara (Itália). Pedi “cappellacci di zucca”, que são delicadas trouxinhas de massa – feitas com ovos e farinha de trigo – recheadas com creme de abóbora. Não havia molho, apenas um pouco de manteiga e sálvia envolviam a massa. O prato tinha um sabor levemente adocicado, muito suave, e a massa, apesar de firme, “al dente”, dissolvia-se na boca. “A receita é simples, mas a nossa farinha 00, ultra fina, faz a diferença”, revelou Afra, proprietária do restaurante.

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  • 23/08/2012 - 22:41
    Enviado por: távio de Freitas

    Em um dia de muitas tarefas, senti fome e entrei no primeiro restaurante que encontrei. Era na Mooca. Parecia asseado e logo vi que o casal que atendia era atencioso e profissional. Escolhi uma macarronada à Putanesca. A moça me garantiu: são só oito minutos. Foram 7. Logo provei os champignons que estavam em abundância e haviam sido fatiados de cogumelos sem terem passado pelo branqueamento. O prato estava uma delícia. O creme de leite era fresco e não trazia o amargor que pode acontecer com cozinheiros amadores ou desleixados. Surpreendi-me com o macarrão que estava um pouco mais que al dente, macio e solto. Enquanto comia, me lembrei dos preços muito caros que os restaurantes faziam há dez anos, se desculpando dizendo que era o preço dos cogumelos de Paris que encarecia os pratos. Paguei, recebi um café grátis, recebi ainda um sorriso muito encantador da garçonete. Gostei. Pena que na pressa de cumprir horários, não sei nem o nome nem onde fica.

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  • 23/08/2012 - 22:42
    Enviado por: Clarissa Haddad

    Visitado por grandes chefes como Anthony Boudain, apresentador de televisão, escritor e chef, o restaurante Manacá é uma das melhores escolhas em Camburi, Litoral Norte de São Paulo. O Papillote de Robalo em Folha de Bananeira, onde dois pedaços de peixe formando uma espécie de sanduíche recheado com uma consistente farofa de farinha de mandioca, camarões rosa e alcaparras. Um dos mais pedidos. Tão delicioso quanto dispensável o arroz branco que o acompanha.

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  • 23/08/2012 - 22:45
    Enviado por: Hugo Sampaio

    Um ponto positivo que é unanimidade sobre a colonização portuguesa é a culinária trazida para os trópicos. O bacalhau é seu ingrediente-símbolo e a Adega Santiago é uma das casas que o prepara muito bem. O Bacalhau na Lenha, carro-chefe, traz generosa porção de postas altas, úmidas e levemente salgadas, acompanhadas de cebola, pimentões, alho, tomate, ovos, azeitonas e feijão branco. Certamente uma alternativa para matar saudade do almoço de Páscoa preparado pela avó.

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  • 23/08/2012 - 22:46
    Enviado por: Valter Lino

    Sou de Refice, e como bom pernambucano não dispenso um cucuz com manteiga, macaxeira com charque, tapioca e, de sobremesa, bolo de rolo ou queijo manteiga com mel de engenho. Mas, desde que cheguei em São Paulo (faz um mês) tenho a oportunidade de desfrutar da gastronomia paulista. Não só dos grandes restaurantes, mas os botecos paulistas são fantásticos! Adoraria participar dessa jornada gastronômica que o Prêmio Paladar!

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  • 23/08/2012 - 22:47
    Enviado por: Henrique Gushiken

    Ambiente muito simples, com aparência daquelas casas bem antigas de uma São Paulo que não mais encontramos. Repare na entrada da casa: nenhum letreiro. Tal qual o “cult” alfajor, “capitan del espacio”, e seu conhecido anti-marketing, esta casa também prefere concentrar suas energias no que faz de melhor: preparar esfihas. Sim, falo da Casa Garabed. Poderia enumerar uma série de qualidades dessas maravilhas, mas me detenho à leveza de sua massa e, sobretudo, na sua elegante crocância. Experimente e seja feliz.

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  • 23/08/2012 - 22:57
    Enviado por: Cristina

    No Taormina, somos recebidos pela chef e “faz tudo” Dona Helena, que, com sotaque italiano e mãos que gesticulam, nos remete a uma família italiana. No couvert, pães italianos e uma delicada pasta de ricota. O cardápio é falado, tradição da casa: entrada com variações de berinjela – recomendo a berinjela à parmegiana, que em pequena porção deixa com gosto de “quero mais” – e cinco opções de massa para o prato principal: o mafioso, massa de argolinha (‘pra ser comido de colher’, como dito pelo garçom) com molho surpreendente de tomate bem apurado e cubos de berinjela perfumada com ricota caseira. De sobremesa, finas fatias de frutas da estação, carecendo, porém de um arremate mais requintado. Para encerrar, café caseiro passado na hora com delicados canolis de ricota com toque de limão. Apesar do tamanho pequeno das porções, o preço (fixo por pessoa) vale pelos ótimos sabores oferecidos!

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  • 23/08/2012 - 22:59
    Enviado por: Roberto Machado

    Sou Jornalista. Onívoro entusiasta, safra 79. Seguidor da máxima chinesa: “Se voa, nada ou pula, pode terminar gostoso na panela”. No casarão dos avós o serviço era francês. Com prataria e até água de lavanda. Do fogão da Nadir (a Dí, saudosa Tia Nastácia), saia o doce bolinho pérola mais salivante e também a língua bovina mais tenra. Melhor refeição? Verão de 93, EUA. Tenho 14 anos e fome. Milhas de lost highway junto ao Snake River. Apenas um dinner, dum chef apache, hábil em saciar truck drivers famintos. Entro ao lado numa tenda típica, branca e pontuda. Dentro o meu souvenir gustativo: suculentos filés de salmão, recém fisgados logo alí, curando num oloroso fumo de pinho. A Chave (colher) de ouro, seria um gélido glacée de pistaches, em Paris. Berthillon, d’accord?

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  • 23/08/2012 - 22:59
    Enviado por: Macário Gomes de Campos Neto

    Fui convidado pelo meu amigo Rodrigo Martins, chefe de cozinha e sócio do Restaurante Vino!, no bairro do Itaim, para a primeira edição de seus jantares harmonizados.
    Que ocasião encantadora, onde pude observar um verdadeiro artista praticar o seu mister, já que a alta gastronomia é uma das vertentes mais completas da arte.
    Que outra atividade humana estimula tantos sentidos, começando pela visão de um prato bem montado, seu aroma e paladar, a textura do alimento na boca e o retinir dos copos e talheres; nos transcendem e animam também o senso estético, que é mais emocional do que físico.
    Observando os outros comensais, percebi que não estava só em meu deleite; a expressão que todos portavam em seus rostos mostrava o quão especial a noite transcorria.
    Com o auxílio luxuoso de uma grande vinícola argentina, posicionada entre as melhores, tivemos um congraçamento quase sagrado.

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  • 23/08/2012 - 23:01
    Enviado por: Brunna Gomes Re

    Interessante como a gastronomia é parte fundamental do nosso cotidiano. Qualquer momento do dia ou experiência com amigos e familiares, para ser realmente inesquecível e valer a pena, deve ser acompanhados de um bom quitute. Da picanha na chapa do Bar do Juarez, até o bife de chorizo do Rubayat, do capeletti in brodo do Lellis, ao sushi refinado do Mori, estamos sempre em busca de satisfazer nosso paladar. Um bom prato é capaz, não somente de saciar nossa fome, mas de mudar nosso humor e garantir nossa desenvoltura social. Afinal, o que seria das tardes de happy hour, dos jantares românticos, ou daquele lanchinho esperto, sem o prato principal?

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  • 23/08/2012 - 23:02
    Enviado por: Alfredo

    No Italy, o ambiente impressiona pela sofisticação e bom gosto. Garçons atenciosos nos apresentam aos antepastos escolhidos em um carrinho. Servidos com pães caseiros e quentes, as macias muçarelas de búfala são acompanhadas por deliciosas abobrinhas e berinjelas delicadamente temperadas. O tortelloni, recheado com queijo de cabra perfumado com limão siciliano ao molho de tomate, veio em uma boa porção. Para finalizar, petit gateau de limão siciliano, doce na medida certa, arremata uma noite muito prazerosa.

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  • 23/08/2012 - 23:03
    Enviado por: Maria Virginia Forte

    Tampinhas de garrafa espalhadas pelo chão, dezenas de clientes sorridentes aguardando um banquinho vagar e ao fundo do salão uma televisão apoiada em um engradado completa este cenário. É assim um dia comum no Hamburguer do Seu Osvaldo. Lugar simples, com atendimento cordial, organização impar e um lanche com sabor inigualável. Toda esta nostalgia, às margens do Ipiranga, pode ser acompanhada por refrigerantes de garrafa e refrescos de fruta. Batatas fritas? Não, eles não tem.

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  • 23/08/2012 - 23:06
    Enviado por: Eduardo Govea

    Almoço no Restaurante Mocotó, zona norte de SP. Local onde o cardápio bastante acolhedor, nos faz remeter aos mais prazerosos sabores. Uma ótima sugestão é a Banda de Pirarucu dourada na manteiga e assada no forno, servida com vinagrete de feijão fradinho e mandioca cozida. Neste prato a autêntica reação de Maillard (aquela reação química onde o sabor, o odor e a cor dos ingrediente se equilibram pela cocção) ultrapassa toda a sensação de bem estar que um prato pode oferecer.

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  • 23/08/2012 - 23:07
    Enviado por: Inaja Pereira de Souza

    Missão:Levar minha irmã para comer “Pato Laqueado”, comida típica de Beijing. Problema:ela é vegetariana. Na capital chinesa encontrei o “Pure Lotus”,um restaurante vegano em que há um “Pato Laqueado”, porém de tofu. Para minha surpresa,ficou igual ao prato tradicional:o tofu foi finamente manipulado, deixando a casquinha crocante,a carne tenra, cheio de contrastes de sabores e texturas. Apesar de não haver todo o ritual do corte e preparo do prato tradicional, foi uma experiência deliciosa, e pude dividi-la com minha irmã.

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  • 23/08/2012 - 23:10
    Enviado por: Victoria Moribe

    Recentemente tive a oportunidade de visitar um popular restaurante judeu chamado Z Deli, que serve sanduíches variados.
    O sanduíche da vez foi o Steak Tartare adaptado no pão com rúcula, pois na realidade, é servido como entrada. Forte e memorável, delicioso. Preparado na nossa frente, como um show particular.
    Além do sanduíche, memoráveis também foram as broncas que a garçonete levou do chef na frente dos clientes… Desagradável. Preços um tanto salgados, mas aceitáveis com certo esforço.

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  • 23/08/2012 - 23:10
    Enviado por: Cesar A. C. Barros

    La Bonne Soupe é um francês causal em um cenário urbano rústico de Nova Iorque. Ótimo para um brunch de domingo, o bistrô não é pretensioso, mas ainda assim conserva-se romântico. Em seu menu bem pensado, de salada orgânica a Escargots à la Bourguignonne, o destaque é o cremoso quiche lorraine. A afronta inicial do queijo na receita seduz à primeira prova e o presento substitui à altura a falta do bacon. A crosta crocante faz esqueçer-se o preço e convida ao retorno!

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  • 23/08/2012 - 23:11
    Enviado por: Ana Claudia G.Federighi

    Comida mineira é tudo de bom! Entre os anos de 2003e 2005 meus pais moraram em Belo Horizonte-MG. Lá conheceram um restaurante incrível chamado Xapuri. Quando fui para lá visitá-los, me levaram no famoso local. Era uma fazenda linda, com móveis rústicos belíssimos e uma comida mineira deliciosa. Meu prato estava fantástico: arroz soltinho, tutu à mineira bem temperado e torresmo mais do que crocante.A sobremesa foi um belo pedaço de manjar branco caseiro. Vale a pena conferir!!!

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  • 23/08/2012 - 23:18
    Enviado por: Patrícia Hanssen Camargo

    Quando provo algo novo, e vou por sabores nunca dantes navegados, a pergunta que fica é:Será inesquecível? E aí a lembrança vai a muitos anos atrás, a Belo Horizonte, num lugar muito, mas muito simples, com mesinhas de lata e toalhas xadrez branca e vermelha, para gente do lugar, que trabalha por perto. O pernil acebolado era tão macio, saboroso,INESQUECÍVEL que, ao terminar, pedi para chamar quem havia cozinhado. Só para agradecer.

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  • 23/08/2012 - 23:22
    Enviado por: Alexandre Campos de Oliveira Neves

    O prato era rabada com agrião, canjiquinha, arroz branco e pirão do Dalva e Dito. O clássico mineiro veio com apresentação impecável sendo comido primeiro com os olhos. A rabada com tempero bem sutil desmanchava fácil, apesar da aparência firme, e combinava muito com o bom e equilibrado pirão. A canjiquinha, longe da tradicional carregação mineira, tinha boa consistência e tempero bem leve, propositalmente para valorizar a rabada.

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  • 23/08/2012 - 23:23
    Enviado por: Felipe

    Foi na feira das nações que comi um kebab excelente, bem acima da média dos servidos na profusão de restaurantes que apostam no gênero em São Paulo. Na barraca da Turquia, o acepipe conhecido como döner saía aos montes de uma chapa onde uma quantidade enorme de carne picada exalava o aroma adocicado da pimenta siria, dividindo espaço com batatas fritas. Enrolado perfeitamente num pão sírio fresquinho, a aparência parecia não refletir o serviço um tanto caótico. Mas o sabor intenso da carne com a salada fresca de repolho, alface e tomates, arrematados por um delicioso molho tzatziki, de iogurte, hortelã e pepino, contrabalançando a picância da carne, compensou a espera, digna das famosas feirinhas gourmets que têm popularizado a comida de rua na cidade.

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    • 23/08/2012 - 23:31
      Enviado por: Felipe

      Gostaria apenas de esclarecer que respeitei as “regras do jogo”, e calculei exatas dez linhas para publicar o meu comentário. No entanto, quando foi publicado ficaram onze linhas e mais uns toques.

      Pode isso, Arnaldo?

    • 24/08/2012 - 14:21
      Enviado por: Lucineia Nunes

      Oi Felipe,

      Tudo certo sobre o tamanho do texto.

      Obrigada pela participação!

      Lucineia

  • 23/08/2012 - 23:30
    Enviado por: Augusto Lima

    Conhecido por suas pizzas, o restaurante Esperanza oferece um ambiente simples e familiar condizente com sua origem italiana. Indicado pelo garçom da casa, experimentei a famosa pizza Marguerita, que segundo ele é a preferida dos frequentadores mais assíduos da casa. A experiencia foi maravilhosa. A pizza não demorou mais do que 10 minutos, rápida contando que era uma noite de sábado, dia mais concorrido do restaurante. Com massa fina o molho de tomates frescos e o queijo derretido se harmonizaram de forma perfeita.

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  • 23/08/2012 - 23:32
    Enviado por: alberto nascimento

    Música e comida não combinam. Quando vamos a restaurantes em que conversas ficam em segundo plano e a música impera, algo parece grotesco e desajustado.
    Caso você se sinta bem em lugares assim não se deixe enganar por pratos ou porções que nada tem de especial e que insistem no cardápio que aquilo é divino e foi o iluminado do “chef” que criou.Podemos dizer também algo das nossas modernas pizzarias que parece que pedir simplesmente uma saborosa mussarela é uma afronta ante as capreses e outras mais mais caras do cardápio.

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  • 23/08/2012 - 23:32
    Enviado por: Márcia Vianna

    Apaixonada por gastronomia. Cresci numa Babel culinária, escola de verdade. Quatro avós, cada um de uma nacionalidade. Passei da mamadeira direto para o kibe crú e o arroz escuro com carne de cordeiro (divino). Morcillas (é de sangue, vó?), bouillabaisses, bacalhau de maneiras diversas…
    Restaurantes tem que fisgar por todos os sentidos. Roberta Sudbrack me surpreende sempre.
    Do avô francês, entre outras, a doce recordação: sobremesa? Pas de fruits, gâteau, toujours gâteau!

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  • 23/08/2012 - 23:33
    Enviado por: chantal christine limay

    Certa vez em um restaurante de esquina, num beco escuro que somente “habitués” frequentavam, pude saborear um Linguado puxado num leve creme cítrico absolutamente sublime com cubos de batata vapor que davam uma sensação de plena satisfação – equilíbrio perfeito entre a delicadeza do peixe e a personalidade do molho cremoso. Um vinho branco seco ligeiramente frutado regava o jantar. Jantar leve, simples e exemplar.
    Saborear um prato, é se deixar invadir por todas sensações olfáticas, cromaticas, e então as papilas gustativas estão prontas para distinguir texturas, temperos, condimentos e reagir ao que lhes é oferecido.
    Quando tentamos em nosso dia a dia introduzir reproduzindo o que tanto nos agradou nem sempre conseguimos um bom resultado pois mesmo tendo detectado ingredientes destas novas combinações não possuímos “le secret du chef” e só temos uma pálida cópia do que tanto nos agradou.
    Tradiçao e Inovação são bons ingredientes quando bem balanceados. Um casamento inusitado pode nos surpreender mas nem sempre nos agradar.
    Estou pronta, prontíssima para este novo desafio.
    Um tenro abraço amigo com uma leve pitada de sal e noz de moscada.

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  • 23/08/2012 - 23:36
    Enviado por: alessandra munhoz del monte

    Para mim, tudo começa com os cheiros. Quando entramos em um bom restaurante ou na cozinha de casa,é o cheiro de nossa infância,do puchero da avuela ou do molho caseiro da nonna,que nos estimulam ou nos impedem de experimentar qualquer prato. Fechamos os olhos, respiramos fundo e estamos prontos para vivenciar algo único naquele momento, mas, ao mesmo tempo, confortante por estar em nossa memória.Como dizia minha avó, se o cheirinho não é bom…ai ai…”non me gusta”.

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  • 23/08/2012 - 23:37
    Enviado por: Renato T

    Impossível não ficar empolgado ao conhecer o Dinner de Heston Blumenthal. Atmosfera acolhedora, elegante porém sem intimidar com muita madeira e uma linda vista para o Hyde Park. De entrada Meat Fruit, uma tangerina perfeita na cor e rugosidade, que se revela um parfait de fígado de galinha com uma cremosidade incrível com toques de alho e vinho do Porto e recoberto por uma geléia de tangerina suave. Como prato principal, aceitei a sugestão fora do cardápio, uma carne assada por 12 horas em “souz vide” e depois grelhada. A maciez e a concentração de sabores atingida é de surpreender. Sobremesa: 4 para 3 pessoas – afinal se é pra dividir, que seja assim, pois senão sempre me sinto prejudicado, vocês não? A melhor delas? Sorvete com caramelo salgado!!

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  • 23/08/2012 - 23:40
    Enviado por: emori de souza

    É uma data especial, você entra no restaurante e, geralmente, independente da comida, sabe onde e como a noite vai terminar. Mas, às vezes, você vai até uma pizzaria, com pouca pretensão, pede uma três queijos e sente, primeiro o gorgonzola, logo vem a mozarela,o catupiry e depois ainda consegue sentir a maciez da massa e o molho de tomate presente, nem molhado e nem escondido, presente. Essa junção de sabor e textura faz vc sair do restaurante com uma nova impressão da noite, porque comida foi feita pra isso, inspirar.

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  • 23/08/2012 - 23:42
    Enviado por: Thatiane Cunha

    O restaurante esta situado próximo a uma das avenidas mais famosas de São Paulo, neste os garçons não são bem preparados porém são atenciosos o suficiente para que o ambiente se torne confortável,na data escolhi pela opção rodizio onde são servidos petiscos e pratos típicos da culinária mineira que estavam bem preparados e com fidelidade a receita tradicional, o garçom cometeu um erro na hora de passar os pedidos para a comanda, que causou um desconforto e demora na saída do local.

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  • 23/08/2012 - 23:42
    Enviado por: Fabiana Saddi

    Na semana passada estava em Pinheiros e quando peguei um “caminho errado” para ir almoçar nos Jardins, e me deparei com o Lola Bistrôt, na Rua Purpurina. Grata surpresa fora do circuito Itaim-Jardins! O atendimento educado sem ser exagerado. Saladinha, picadinho e pudim de leite: quer coisa mais brasileira? O sal e o azeite se misturaram com o limão na medida certa sobre as folhas verdes. O molho da carne picada na faca era suave porém muito saboroso. As folhas da couve foram rasgadas à mão e passadas na manteiga, revelando aquele amargor delicioso da verdura. E o pudim? Ah! O melhor dos últimos tempos! É uma daquelas comidinhas que, se existe no menu, eu com certeza vou experimentar. Este, com uma camada de castanhas picadas sobre a fatia delicadamente cortada, tinha um sabor de quero mais…

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  • 23/08/2012 - 23:44
    Enviado por: Regiane van der Meer

    Se não experimentar não tem como saber. E foi com extrema curiosidade que parti para cima do lombo de porco com abundante molho de laranja, bem denso e consistente, em parceria mais do que afinada com o tropeirinho mineiro e seus amigos:farinha de milho, bacon, feijão e linguiça. Caramba! Havia encontrado um lombo suculento e úmido na medida. O tropeirinho equilibrava e ao mesmo tempo lembrava-me do molho de laranja. O que antes parecia muito já foi e deixou saudades.

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  • 23/08/2012 - 23:45
    Enviado por: D'Arcy Carroll

    Depois de uma reunião atrasada e não há táxis disponíveis, eu me vi caminhando ao longo do quadril de São Paulo, dia Social Hub Rua Amauri no bairro Jardim Europa – boa sorte apareceu na forma do convidativo, entrada verde com heras de Forneria São Paulo.

    O frio, vertical, projeto de madeira manchado e todo o pessoal espera bege uniformizado resolvido me em minha simples de madeira rústica e mesa do almoço branco lenço tarde – a iluminação envidraçada, cozinha aberta e suave insinuando a promessa de excepcionalmente boa e simples comida italiana ( na pequena lista dos melhores de São Paulo, reais restaurantes italianos).

    Eu tinha um desejo de pizza – e foi abençoadamente recompensado com Pizza Forneria do Napoli – servido oportuno e com qualidade, branco cremoso mussarela de búfala, molho fina de pele clara, de-semeado e tomates frescos trufado e dispersas folhas de manjericão inteiras, sal do mar e pimenta.

    Devo dizer que, nesta ocasião, a massa de pizza não foi cusidou no meio de modo que uma ou duas mordidas eram apenas um pouco “encharcado”, em vez de luz e fresco e quente – e delicioso – como foi o resto – que disse , eu estarei de volta com prazer [minha mente correu para a memória de um "primeiro" beijo, desajeitado inocente e, ao mesmo tempo, então, também ... tudo o que veio depois ...]

    O sabor me lembrou de uma visita – “Ahhh!” … Um tempo atrás – com os melhores amigos de Nápoles, onde e em que desviou e correu através do tráfego selvagem e Vespas bipes de todas as cores e idades e em nosso caminho para um do real e originais pizzarias Napoli (Michele ai tribunal) no centro da cidade – e em um longo, lento, quente, ensolarado dia de férias, verão.

    O restaurante está confortavelmente particionado, ou seja, você pode ver os outros (e ser visto), mas discretamente lisonjeado pelo aquecimento de madeira forradas ambiente e iluminação suave e indireta, que juntamente com o teto alto fazer conversa ativa e arejado – de alguma forma há um divertimento , vibe confortável – ea sensação de que você está obrigado a correr para alguém que você conhece (e como) – ou vai querer saber (e como) …

    O cardápio é amplo, mas não complicada – uma seleção pequena lista de opções e duas páginas abertas “Pronto!” – Insaltas e carpaccios, massas (macarrão seco e polpetone!), E pizzas; ah, e para a sobremesa, o grampo Tiramisu, maçã tartin, tarte de limao – até mesmo um decadente, off-the afogato menu no pedido!

    Simling dentro / fora, eu vejo pela primeira vez ao ar livre, verde-dossel “irmã” café do outro lado da rua – almoço acenando casual, mas também para um retorno à noite ou no final da noite de cocktails (Forneria serve tudo isso a partir de seca clássico martinis para spumantes gelado … para o “vermelho amor” cocktail) … e, ao mesmo tempo, o mesmo menu completo de refeições ligeiras e mais formal.

    O que é mais Forneira São Paulo está aberto todo o dia e à noite … almoço confortável ou cocktails à noite come – talvez até mesmo estrelas e luar em uma noite de sorte .. !

    Nota de rodapé: (Enquanto escrevendo neste blog, esta noite, meu filho de 15 anos olha por cima do ombro e me diz que ele ama Forneria – ele estava lá recentemente com amigos e “teve um hambúrguer com pizza rodeado por cima – Pai, como é o melhor burger sempre! “)

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  • 23/08/2012 - 23:46
    Enviado por: André Landgraf

    O popular x-salada chega sem muita demora, embora “O Sujinho” esteja lotado. Queijo, alface, tomate, maionese da casa -que, como é de tradição nas hamburguerias, é deliciosa- e 160g de carne ao ponto quase não cabem dentro do pão, mas isso não é problema. Uma mordida. Outra, depois mais uma, e o sanduíche atende às expectativas. A porção de batatas pra acompanhar então, concluem a refeição com a maestria que se espera. Saio de lá satisfeito e com vontade de voltar!

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  • 23/08/2012 - 23:47
    Enviado por: Mario Cunha

    Estou falando do Tappo Trattoria. O lugar é pequeno, bem pequeno, porém aconchegante. A decoração nos remete a momentos etílicos bem vividos com dezenas de garrafas de vinho à mostra. (vazias é claro) Falando de vinhos, a carta é eclética e ainda conta com surpresas sugeridas pelo atento sommelier. O menu tem passaporte italiano, passeia pela bota com desenvoltura. Mas o que encanta realmente é o Brasato e que Brasato, que chega fumegante, desfiando na boca, acompanhado por um risoto de açafrão, pede um tinto vigoroso e nos prepara para a sobremesa. Qual? Aí está o ponto a que você quiser. Entre, deleite-se e apaixone-se. Você vai querer voltar.

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  • 23/08/2012 - 23:48
    Enviado por: Eduardo

    Ontem, minha tia chegou com a salada de berinjela (ela sabe que eu adoro), e me pediu para experimentar. A princípio o gosto de óleo invadiu minha boca. Não foi o de azeite, mas de óleo mesmo, e um doce além da conta… parecia sim uma salada de uva passas com algumas berinjelas fatiadas (ela me falou que quando foi colocar as uvas o pacote entornou)e no fim a boca pegou fogo de tanta pimenta. Aconselhei a não servir daquele jeito, talvez colocar em alguma carne…

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  • 23/08/2012 - 23:49
    Enviado por: Thea Standerski

    Sala de estar de charmosa pousada em Petropolis. Eu lia em frente `a lareira e ao meu lado outra hóspede, também curtindo o fogo e lendo.
    Depois de alguns minutos ela me pergunta: “Voce comeu a galinha com polenta na hora do almoço?” Era alguém que sentiu a urgencia de, por volta de quatro horas após o almoço, compartilhar a experiencia fantástica de ter degustado aquela galinha caipira com um molho escuro e grosso, recheado de inúmeros e impecáveis sabores provindos de ervas, vinhos e especiarias, acompanhada de uma polenta frita impecável, sequinha, cremosa por dentro e crocante por fora.
    Eu também havia comido a tal galinha no almoço. Ali, comer uma mera galinha foi uma experiencia inesquecivel!

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  • 23/08/2012 - 23:51
    Enviado por: DDT

    Comida, ambiente, decoração, gente: afinal, o que faz um bom restaurante? Dizem que o elBulli dava uma atenção enorme para a comida da brigada por acreditar que quem come bem prepara uma comida melhor. Concordo. E acredito que os melhores restaurantes são feitos por gente que adora comida. Mesmo que as propostas sejam tão diferentes quanto a da Casa da Li, o Attimo ou o Taormina. Comida diferente, feita para pessoas diferentes, mas com um ingrediente em comum: uma paixão que faz a comida valer o dia.

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  • 23/08/2012 - 23:52
    Enviado por: Rogerio

        No balcão do Sal

    No Almoço  durante a semana,sozinho,sentei no balcão do Sal.
     Pedi um cupim na manteiga de garrafa , com mandioca assada e farofa de banana.
     Enquanto isso observava a cozinha. Num certo corre corre escuta-se um grito:
     -Ceviche ! 
       O estagiário tira uma porção de ceviche num saquinho e arremessa como uma bola de beisebol que atravessa a estreita cozinha. Imagina  se Henrique estivesse por lá!
       O prato chega. Uma bela apresentação com a farofa enfileirada como uma trincheira no centro do prato. Os aromas da manteiga eram deliciosos.Na boca o cupim se desmanchava, e que bela harmonia com seus acompanhamentos.Só faltou uma tacinha de vinho, que me foi negada devido a falta de vinho em taça…..alô Alexandra !!
        Para arrebatar um brigadeiro de colher.
    Fui trabalhar feliz!!

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  • 23/08/2012 - 23:52
    Enviado por: Vanessa Ramos Passos

    Falar de experiências gastronômicas nem sempre se torna uma tarefa fácil. Eu assim como vocês já passei por varias, mas uma se tornou inesquecível, certa vez fui a um restaurante onde antes de solicitar o prato a base de camarões, perguntei se o mesmo vinha sem casca, fui informada que sim, justamente por este motivo pedi o mesmo. Qual não foi minha surpresa ao receber o prato com camarões lindos e graúdos com casca e o pior, com cabeça. Este péssimo atendimento acabou anulando o sabor e o prazer de degustar o prato, não atendendo a minha expectativa. Acredito que na arte da gastronomia , para se encantar o cliente se faz necessário muito alem de uma combinação de bons ingredientes e nomes sofisticados entre eles o bom atendimento, qualidade e preços justos.

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  • 23/08/2012 - 23:52
    Enviado por: Eduardo Arantes

    A lagosta veio grelhada. Cortada pela metade, as duas partes estavam voltadas para cima, levemente tostadas. A casca da lagosta bem vermelha. Em um pequeno pote um molho branco, levemente apimentado. Um grande limão cortado pela metade. Vinho branco, encorpado, em uma jarra de vidro. Tudo em uma pequena mesa. Mesa de bar. Muito simples, a comida e o lugar. Mas foi a melhor lagosta que já comi. Numa rua do porto de Lisboa, 13 horas, fevereiro de 1968. Inesquecível.

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  • 23/08/2012 - 23:54
    Enviado por: Nathalia Duccini

    São poucos os restaurantes que fazem jus às expectativas criadas por seus menus elaborados, de dar água na boca. Mas a costela servida no restaurante Outback consegue cumprir com o prometido e apresenta, por meio de atendentes atenciosos, um prato delicioso e bem executado, que serve bem duas pessoas (com fome)e não engana aqueles que olham seus cardápios divertidos e apetitosos. O restaurante conta também com menu exclusivo para o happy hour.Para os que não o conhecem, vale uma visita.

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  • 23/08/2012 - 23:55
    Enviado por: João Paulo Lorenzon

    Para quem quer jantar muito bem e de sobra aproveitar para namorar: O La Casserole. Antigo e charmoso, o restaurante do Largo do Arouche continua a pleno vapor. Lá, a grande indicação é o filet au poivre. Servido no ponto exato – crocante por fora, macio e rosado por dentro – vem acompanhado de cremosas batatas ao molho bernaise. O show começa com a apresentação do prato, o molho poivre, servido separadamente, vem fumegante e é derramado sobre o alto filet na frente do cliente, juntando-se formidavelmente ao molho bernaise. Simplesmente, um acontecimento. Só na França se serve um filet ao poivre com tanta categoria. E para fechar, ou melhor consagrar, o melhor profiterole de chocolate de São Paulo. Não há namorado(a) que resista!

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  • 23/08/2012 - 23:56
    Enviado por: Rogério Turuguet

    Umas das minhas melhores experiências gastronômicas aconteceu no restaurante Mani. O prato da vez foi um peixe do dia, o congrio. Bem distribuído em uma posta alta, com a pele crocante, mantinha ainda as propriedades de suculência em lascas. Foi caprichosamente rodeado com uma espuma reduzida de pupunha que ao mesmo tempo harmonizava suavemente com o prato. Para dar um contraste, foi servido com farofa torrada de banana da terra, enfeitados com flores comestíveis que realçavam o frescor do prato!

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  • 23/08/2012 - 23:56
    Enviado por: Andres Perez

    Ao entrar no salão barulhento é fácil sentir-se um fantasma. Trate de encontrar por si só uma mesa. Depois de um tempo por sorte aparecerá um garçom deixará uma comanda, sem muitas palavras. Mais tarde outro perguntará sobre as bebidas. Sem cardápio, o prato e talheres já estavam na mesa. Antes da cerveja. Não peça sem perguntar o preço. No final paga-se dois rodízios. A fraldinha estava ótima, a picanha muito rara estava passada além do ponto, a linguiça e polenta sempre passavam, havia muito sal.

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  • 23/08/2012 - 23:58
    Enviado por: Durval Barbosa A. Ferreira Filho

    Foi a primeira vez que cozinhei (e comi!) pato. Um jantar especial, e lá fui eu me arriscar em um magret de pato. A carne vermelha e suculenta, a gordura chiando na frigideira bem quente, reluzindo em losangos dourados e se acumulando, líquida, ao redor dos encantadores pedaços do pato. O molho teria que ser diferente. Jabuticabas! As frutinhas quase pretas fervendo na panela, liberando um caldo cor de vinho, intenso e perfumado, pouco a pouco se tornando espesso e brilhante. Para acompanhar, endívias grelhadas na manteiga de ervas, um sabor levemente amargo e uma crocância inconfundível, com um toque de alecrim e tomilho. Cozinhar para mim é uma paixão. Há pessoas que comem apenas porque precisam. Eu sou daqueles para quem comer, assim como planejar e executar um prato, é um momento de relaxamento e satisfação pessoal.

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  • 23/08/2012 - 23:59
    Enviado por: Danielle Nagase

    Como a vontade era de comer comida nordestina, fui conhecer o Mocofava, restaurante da Zona Norte de São Paulo. A escolha da vez foi o Baião de Dois, delícia que leva arroz, feijão de corda, linguiça calabresa, carne seca e queijo coalho.O prato chegou em dez minutos à mesa, mas deu impressão de que tinha sido esquentado no micro-ondas. Um baião adaptado ao paladar paulistano, a receita do Mocovafa não leva coentro. O gosto é bom, mas o prato agradaria mais se estivesse mais “molhadinho”.

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  • 23/08/2012 - 23:59
    Enviado por: Monica Carvalho

    A primeira vez que fui a um restaurante a noite , tinha 12 anos , levada pelos pais na comemoraçao do meu aniversario , um up grade – nos anos 60 /70 nao era comum criança ir a restaurante a noite, pelo menos na minha casa !!
    GOLDEN DRAGON – restaurante chines , foi um deslumbre , tudo parecia tão grande … teto vermelho e dourado , todo entalhado …
    Comi camarão empanado , foi o melhor da minha vida ! Lembro até hoje do sabor , do aroma …

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  • 23/08/2012 - 23:59
    Enviado por: Marina Valle

    O Peru na rua Aurora
    Eu soube do Rinconcito Peruano numa conversa de mesa de bar. Decidi ir num sábado no almoço com o meu marido, o Nantala, lá pelas 13h. Conseguimos parar o carro na rua Aurora e é climão de centrão mesmo: moradores de rua, um povo meio loco passando, gritando de tanta droga, prédios abandonados, boates vagabundas com chamadas de shows de ponô… intimida um pouco, sei lá. Perguntamos para os taxistas pra saber onde ficava e eles nos mostraram a portinha, sem placa nenhuma, em que você deve subir a escada. Foi só chegarmos que um garçon nos mandou subir direto mais um lance de escada. Pelo que deu para perceber, o primeiro andar, super abafado e um ambiente meio desagradável (pé-sujo no último) é frequentado por gente da comunidade. Havia só imigrantes peruanos e andinos (a maioria tomando uns caldos grossões de frango e ovo), um ou outro brasileiro. O último piso é aberto, com janela grande para a rua, decorado com plantas, arejado e há mais espaço entre as mesas. Enfim, mais decente.

    O serviço é atencioso e simpático, os garçons estavam uniformizados e de touca na cabeça, achei isso bacana pra um lugar tão roots. No cardápio meio ensebado e plastificado, com as fotinhos dos pratos, escolhemos ceviche de pescado clássico pra começar (R$ 20). Não demorou pra chegar à mesa, e com uma apresentação bem cuidadosinha, com grãos de maíz (milho) peruano grandões decorando o prato. O peixe veio fresco, de boa cor, cortado em fatias médias iguais mergulhadas num sumo de leche de tigre louvável. Achei a leche de tigre deles bem melhor que a o La Mar daqui de SP (nunca provei a da matriz nem outras filiais), branquinha e bem equilibrada, não estava ácida e o ají veio na dosagem perfeita, sem deixar a boca queimando. O sabor do peixe apareceu tão bem como o molho, ótimo. Todos nas mesas ao lado também iam de ceviche.

    O cardápio é bem variado – tem carnes, porco, pescados, mariscos, e grande espaço para receitas com frango – então pedimos uma sugestão para o garçom, que não falava português direito. Ele nos sugeriu um Arroz de Mariscos (R$ 25), prato que dá para duas pessoas comerem em fartura, também bem apresentado e sem economia de lulas e camarões (tamanho M). Este estava com tempero mais suave, mas poderia estar um pouco mais empapado – como o arroz de marisco deve ser. Veio soltinho demais, mas estava bem gostoso. Pra acompanhar pedimos uma Inca Kola (R$ 8, refri andino com cor de xixi, e cerveja (R$ 5). A conta ficou em R$ 58, sem o serviço. Almoço honesto e feliz.

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  • 24/08/2012 - 00:01
    Enviado por: marcio melo

    Alguem um dia me disse que um dos piores defeitos dos paulistanos quando viajam é querer levar São Paulo junto.
    Imaginei, então como seria pedir o Barreado típico do Paraná num estrelado restaurante da capital,o Terdesilhas.Com o prato na mesa tudo fes sentido: carne bem cosida, molho com bons ingredientes, a banana e a farinha na meas. Tudo muito correto, tudo muito sem graça, a ausência do terroir. Enfim,
    um verdadeiro e típico Barreado PAULISTANO.

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  • 24/08/2012 - 00:09
    Enviado por: Fabio Biselli

    17 minutos para acabar o prazo. Planejar é sempre melhor, especialmente ao sair para jantar em São Paulo.Por outro lado, algumas das minhas melhores experiências são resultados de planejamento falho. Moqueca sobre toalha de papel no Pilico&Bia, alho derretendo na toalha de linho do Dom, ambos frutos de mau planejamento. A melhor e pior experiência, sem sombra de dúvida, foi a Enoteca Pinchiori. Pior, porque após gastos no casamento e lua de mel, eu não estava preparado para um restaurante onde o menu das mulheres nem mostra o preço. Melhor, porque o menu era literalmente indescritivel, especialmente o ravioli duplo em que cada unidade tinha metade recheada de galinha de angola e outra metade de queijo de cabra. Único problema, foi não conseguir degustar a tábua de queijos ao final, aqui sim bom planejamento fez falta.

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  • 24/08/2012 - 00:09
    Enviado por: Francisco M A Silva

    Serviço de manobrista (cortesia), água na mesa ( não cobrada), esses itens já diferenciam. Aí vem as surpresas pão Saj – da nome a casa – pão folha feito na hora a vista do cliente, chega a mesa bem quentinho com zatar. Pedimos para acompanhar porções de coalhada seca, veio bem cremosa consistente, babaganuche uma deliciosa pasta de berinjela muito bem temperada sem gosto de queimada. Pedimos também uma salada verde que veio com damascos e para acompanhar esfolhas de carne e de queijo. As de carne (fechadas) bastante recheio de uma carne temperada e bem molhadinha as de queijo achei um sabor destacado de mussarela. O quine frito veio perfeito, bem seco por fora e ao partir uma delicia. Não conseguimos pedir os pratos mas a vontade de uma nova visita já está aguçada.

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  • 24/08/2012 - 12:57
    Enviado por: fabiano

    Problemas com o site??? Ontem a noite a última mensagem não era de 19:51!!
    Postei meu comentário (abaixo reproduzido) por volta das 21h e hoje ele não consta! O que está havendo?

    Final de julho, após as primeiras chuvas molharem os contrafortes dos Alpes Austríacos, e vez dos raios de sol da manhã completarem as condições ideais para o crescimento dos cogumelos! Nossa parte foi acordar cedo, viajar de carro, e andar por 10 horas com os olhos atentos aos tons sóbrios dos cogumelos Steinpilz e ao inconfundível amarelo dos Pfifferling, invariavelmente acomodados num tapete de musgo que forava o chão da floresta de pinus vermelho (Rot Tanne). O perfume dos Pfifferling é simplesmente inebriante, enquanto o forte do Steinpilz é sua suculência e tamanho. Para a refeição do dia seguinte os cogumelos foram preparados como risotto com arroz arbóreo, finalizados com queijo parmesão e salsinha, harmonizados com vinho branco.

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  • 24/08/2012 - 18:18
    Enviado por: Silvia Claro de Abreu

    Pessoal do Premio Paladar;
    Me inscrevi no Premio, animadissima!
    Queria saber agora mais detalhes:
    - quando saira a resposta dos selecionados?
    - quantos serao selecionados?
    - em que periodo serao feitas as visitas aos restaurantes?
    - quantos restaurantes serao visitados?
    Etc, etc, etc…

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    • 27/08/2012 - 19:44
      Enviado por: Lucineia Nunes

      Olá Silvia,

      Por enquanto, não podemos contar os detalhes.
      Aguarde as novidades.

      Abraço e boa sorte!

      Lucineia

  • 05/09/2012 - 09:33
    Enviado por: Flávio José de Siqueira Cavalcanti

    Paladar, quantas saudades de seu juri!

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  • 05/09/2012 - 19:34
    Enviado por: Duda Simões Fantini

    Já foram escolhidas as pessoas? :(

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  • 01/12/2012 - 18:56
    Enviado por: Fernanda

    Lucinéia, não posso deixar de manifestar minha indignação com a má qualidade da escrita – erros crassos de português e abuso na quantidade de palavras – dos textos escolhidos. Não entendo por que existem as regras de participação se elas são completamente ignoradas na hora da seleção. Essa seleção de juri é uma grande palhaçada, possivelmente com indicação de pessoas já conhecidas pela redação. Farei o possível para que todos que conheço saibam desse abuso e não passem pelo infortúnio de tentar participar desse processo.

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