Começam nesta segunda-feira, 7, as inscrições no processo seletivo que definirá os alunos dos cursos de mestrado, doutorado e doutorado direto da Faculdade de Direito do Largo São Francisco, da USP. O prazo vai até as 23h59 do dia 16 de maio.
A São Francisco tem programas de pós em 11 áreas de concentração. Neste processo seletivo não são oferecidas vagas para as áreas de Direito Romano e Sistemas Jurídicos Contemporâneos.
As inscrições devem ser feitas exclusivamente pela internet, no site http://www.direito.usp.br/pos/inscricao_pos_01. Na página também é possível acessar o edital da seleção.
Todos os candidatos que precisarem fazer prova de idioma estrangeiro (inglês, francês, italiano ou alemão) deverão se inscrever no site da Fuvest (http://www.fuvest.br/), fundação que aplicará os exames.
Os interessados devem se cadastrar de 15 de junho até dia 25 de junho e seguir as orientações a seguir. As aulas começam no próximo ano.
1) No site da Fuvest, indique os idiomas em que deseja ser avaliado.
2) As taxas para fazer os exames são de R$ 110 (um idioma), R$ 160 (dois idiomas), R$ 161 (três idiomas) e R$ 162 (quatro idiomas)
3) Pague o boleto bancário. Candidatos brasileiros devem recolher a taxa até 26 de junho. Os estrangeiros não residentes no Brasil poderão fazer o pagamento até o dia do exame, na sede da Fuvest (Rua Alvarenga, 1945/51, Butantã, São Paulo).
4) As provas serão aplicadas nos dias 14 e 15 de julho de 2012
5) Cada prova será constituída de uma tradução para o português e de 20 testes de múltipla escolha, com cinco alternativas. A tradução vale 60% da prova, ficando os demais 40% para os testes.
6) As provas ocorrerão no prédio do Biênio da Escola Politécnica, na Cidade Universitária, zona oeste da capital paulista.
7) Os candidatos deverão apresentar, no dia do exame, um dos seguintes documentos: RG, CNH, Carteira da OAB ou Passaporte.
8 ) A prova deverá ser feita a tinta (azul ou preta). Não será permitido o uso de dicionários.
A Fuvest divulgou nesta sexta-feira, 4, em seu site (www.fuvest.br), a lista de aprovados nas provas de proficiência em idioma estrangeiro para ingresso no mestrado de Direito Romano e Sistemas Jurídicos Contemporâneos do Programa de Pós-Graduação da Faculdade de Direito da USP. As aulas começam no segundo semestre.
Um pedaço do forro de uma sala recém-reformada do prédio do Departamento de Letras da USP não aguentou o peso da água da chuva acumulada e caiu na noite desta quinta-feira, 26, no meio da aula. A placa tinha cerca de dois metros quadrados. Não há informações de feridos.

Outro pedaço de teto próximo ao hall da Seção de Alunos está com marcas de infiltração.
Procurada pela reportagem, a secretaria da direção da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) informou às 15h desta sexta que os funcionários aptos a falar da reforma estavam participando de uma reunião.
* Por Juliana Deodoro, especial para o Estadão.edu
SÃO PAULO – A discriminação de gênero, social e aos usuários de drogas foi o principal tema discutido nesta sexta-feira, 20, no debate que encerrou a Semana de Barba, Bigode e Baseado na USP. O encontro reuniu cerca de 70 alunos no vão do prédio da Faculdade de História, na Cidade Universitária. Na mesma mesa estavam representantes da Marcha da Maconha e do movimento LGBT, pesquisadores sobre sexualidade e até um integrante da congregação Rastafari.
“Temos de evitar a discriminação de todas as formas”, afirmou o professor Júlio Simões, do Departamento de Antropologia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) USP. Além de Simões, participaram do debate a também professora da Antropologia Heloísa Buarque, Alexandre Peixe Santos, do movimento LGBT, o músico moçambicano rastafari Ras Haitrm e Helena Marques, representante da Marcha da Maconha.
Com o tema “Travestis e drogados: (des)marginalizando comportamentos”, o debate tentou relacionar os dois assuntos que, segundo os integrantes da Frente Uspiana de Mobilização Antiproibicionista (Fuma) – organizadores do evento – eram os pontos-chave da semana: a legalização da maconha e a “autonomia sobre o uso do corpo”.
Para Heloísa Buarque, há sim uma correlação entre as questões, especialmente entre a legalização do aborto e da maconha . “Ambos são movimentos ‘abolicionistas’ por proporem maior liberdade aos cidadãos. Além disso, são questões de saúde pública”, disse.
A semana
Quando foi noticiada, a Semana de Barba, Bigode e Baseado causou polêmica. A programação, realizada na FFLCH, teve desde “plantão de cultivo” e “orgia poética” até um dia apenas para os alunos fumarem orégano.
Segundo os organizadores, os principais objetivos do evento foram cumpridos. “Se queríamos ampliar o debate, conseguimos. Atingimos setores da sociedade mais amplos, que nem imaginávamos”, disseram. A intenção, segundo eles, é realizar uma semana somente de palestras sobre o tema já no segundo semestre. “Isso aqui não se esgota em uma semana.”

* Por Carlos Lordelo
SÃO PAULO – Para a chapa 27 de Outubro, o resultado das eleições para o DCE da USP foi “previsível”. “Ainda mais com essa política de voto útil na qual a chapa Não Vou Me Adaptar se apoiou para derrotar a Reação”, disse o aluno de Letras João Silva, de 32 anos, ligado à 27.
Segundo ele, a NVMA pressionou os estudantes a votar no grupo com mais condições de vencer “a direita” – isto é, a Reação, que se identifica como “apartidária”. “E a força toda que se falava que a direita tinha se mostrou uma farsa”, completou.
O estudante afirmou ainda que a nova gestão do DCE será “uma repetição” da que comandava o diretório no ano passado, pois tem os mesmos integrantes e propostas.
João disse também que a 27 usou as eleições como trampolim para fazer propaganda de suas ideias. A chapa terminou a corrida em 4º lugar, com 503 votos.

* Por Carlos Lordelo
SÃO PAULO – Última colocada nas eleições para o DCE da USP, a chapa Quem Vem Com Tudo Não Cansa diz que faz planos a “médio prazo” para se “reinserir” na vida estudantil. O grupo já comandou o diretório em 2006 – na época, com o nome Camarão que Dorme a Onda Leva.
Segundo o representante da chapa Pedro Martinez, de 20 anos e aluno de Direito, o grupo está se reorganizando. Neste ano eles só receberam 254 votos (110 no Largo São Francisco).
Para Pedro, a Não Vou Me Adaptar ganhou porque fez “política de medo” contra a Reação, tinha militantes espalhados por diversos cursos e forjou uma “união eleitoral”. “Mas eles devem rachar em pouco tempo”, aposta.

* Por Carlos Lordelo
SÃO PAULO – A chapa Reação considerou “justo” o resultado das eleições para o DCE da USP, divulgado na madrugada deste sábado. “Pelo menos o processo, este ano, foi limpo”, disse a estudante de História Pilar Gomez, de 24 anos, que coordenava a campanha do grupo no câmpus do Butantã. Ela referiu-se à suspeita de que houve fraude nas eleições de 2009, nas quais a chapa Reconquista, que tinha integrantes e ideias semelhantes aos da Reação, perdeu por uma pequena diferença de votos.
“Apesar de alguns acharem que foi uma derrota, penso que foi uma vitória. Conseguimos mostrar nossa cara e dizer para os estudantes que existem pessoas que contestam a atual conjuntura do DCE”, afirmou Pilar.
A Reação era a única das cinco chapas que defendia a presença da Polícia Militar no câmpus. Recebeu 2.660 votos e terminou em segundo lugar, muito distante do grupo vencedor, Não Vou Me Adaptar (6.964 votos).
Para Pilar, se as eleições tivessem sido no fim do ano passado – como era previsto pelo regulamento do DCE – “o quadro seria muito diferente”. Ela acredita que o adiamento da votação prejudicou a chapa. “No ano passado as pessoas estavam mais indignadas. Agora as coisas estão mais calmas, não há mais greve, e assim os alunos se acomodam.” O voto não é obrigatório, mas este ano o quórum foi recorde: 13.134 participantes.
Segundo a estudante, o novo DCE precisa “tomar posições”. “Esta é pelo menos a terceira gestão consecutiva do mesmo grupo. No ano passado, primeiro eles foram contra a invasão da reitoria e, depois da reintegração de posse, se uniram aos movimentos mais radicais, aos invasores.”

* Por Carlos Lordelo
SÃO PAULO – A chapa de situação Não Vou Me Adaptar foi reeleita para comandar o DCE da USP. A apuração das urnas está chegando ao fim no Centro Acadêmico da Escola de Comunicação e Artes, na Cidade Universitária. Até o momento, a NVMA teve 6.554 votos e todas as outras quatro chapas, somadas, receberam 5.523 votos.
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A Reação, chapa que se diz apartidária e era a única a defender a presença da Polícia Militar no câmpus, disputa o segundo lugar com a Universidade em Movimento. A primeira teve 2.344 votos e a segunda, 2.478.
Em quarto lugar vem a 27 de Outubro, composta sobretudo pelos estudantes que invadiram o prédio da reitoria no fim do ano passado. O grupo teve 470 votos.
A última colocada até o momento é a chapa Quem Vem Com Tudo Não Cansa: 241 votos.
A apuração deve terminar em aproximadamente 30 minutos, segundo uma integrante da Comissão Eleitoral.
* Por Cedê Silva, especial para o Estadão.edu
A eleição para o DCE-USP ultrapassou 12 mil votos, um número que não se vê “há pelo menos dez anos”, disse hoje Pedro Serrano, da chapa Não Vou Me Adaptar.
Tradicionalmente realizadas em novembro, as eleições foram adiadas por uma assembleia de alunos sem competência para tanto, o que fez deste período eleitoral um dos mais longos na história da universidade. O Conselho de Centros Acadêmicos votou por agendar as eleições para 27 a 29 de março.
Números recentes comprovam o ineditismo. A eleição de 2006, vencida pela chapa Camarão que Dorme a Onda Leva, teve um total de 8.568 votos. Na eleição seguinte foram 7.645 votos, com vitória da Vez e Voz: O Grito Só Não Basta!. E em 2009, foram cerca de 9 mil votos.
Também por tradição, as urnas foram levadas à ECA, onde a apuração atravessa a madrugada. O resultado deve sair no começo deste sábado. A situacionista Não Vou Me Adaptar e a “apartidária” Reação são as favoritas. Universidade em Movimento, 27 de Outubro e Quem Vem Com Tudo não Cansa também estão na disputa.
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2010
2009