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Ponto Edu

* Por Juliana Deodoro, especial para o Estadão.edu
** Texto atualizado às 22h

SÃO PAULO – Em resposta ao protesto de alunos do Mackenzie contra a adoção do Enem pela universidade, um grupo de estudantes – alguns deles do próprio Mackenzie – realizou um ato nesta quarta-feira, 4, pela democratização do acesso à instituição. De acordo com os manifestantes, o objetivo era criticar a “elitização do Mackenzie” e exigir a redução dos valores das mensalidades e o repasse imediato de 10% do PIB para a educação.

O protesto “Gente diferenciada ocupe o Mackenzie” foi convocado pelo Facebook. Cerca de 800 pessoas haviam confirmado presença, mas menos de 30 apareceram. Acompanhe abaixo a cobertura do Estadão.edu e veja mais informações sobre a manifestação.

19h20. Termina o protesto em frente ao Mackenzie. Para uma das organizadoras, a aluna de Publicidade Ana Carolina Cassiolato, a manifestação marca o nascimento do movimento estudantil dentro da universidade. Segundo ela, a ideia agora é montar grupos para discutir o acesso ao Mackenzie.

18h50. Manifestantes estão na portaria da Rua Consolação e ato perde força. Perto das catracas, seguranças do Mackenzie observam protesto.

18h40. Grupo para a Rua Piauí por uns 5 minutos e prejudica trânsito na região. O presidente do Diretório Acadêmico de Arquitetura e Urbanismo do Mackenzie, Victor Melo Lago, diz que a ideia do protesto é “bacana” porque os manifestantes estão “mostrando o que pensam”. Mas ele tem convicção de que a adoção do Enem pela universidade é uma “manobra política”. “Os participantes deste movimento não se informaram direito sobre os motivos do apitaço.”

18h25. Agora, no megafone, o grito é: “Pelo fim do vestibular, todo mundo tem direito a estudar”.

18h20. Manifestantes já estão na entrada do Mackenzie pela Rua Itambé. Eles subiram a Rua Dona Veridiana pela calçada. A polícia já não acompanha o protesto.

18h. Os participantes do ato começam a subir a Rua Dona Veridiana a caminho do Mackenzie. Entre eles o aluno da PUC Cláudio Marques, de 17 anos. Ele faz Ciências Sociais com uma bolsa do ProUni e diz apoiar a “luta dos alunos do Mackenzie” que organizaram o protesto desta quarta. “A luta pela desilitização do ensino é de todo mundo”, afirma.

17h55. O grupo de manifestantes continua pequeno – são no máximo 30 pessoas. Elas levam bandeiras da Anel e da Educafro e, usando um megafone, gritam: “Eu pago, não deveria, educação não é mercadoria.”

17h35. Para o coordenador-geral da Educafro, Lindon Johnson Araújo, o Enem dá mais chances para os alunos de escolas públicas entrarem na universidade, por isso a entidade apoia o protesto. “E o Enem é mais difícil que qualquer vestibular de universidade particular”, diz Lindon.

17h30. Cerca de 20 pessoas estão no ponto de encontro dos participantes do evento, no Largo de Santa Cecília, centro. São alunos do Mackenzie, estudantes ligados à Assembleia Nacional dos Estudantes Livre (Anel) – dissidência da UNE – e representantes da ONG Educafro, que busca a inclusão de pobres e negros na educação. Três carros da Polícia Militar devem acompanhar os manifestantes.

Protesto

A estudante de Publicidade Ana Carolina Cassiolato, uma das organizadoras do protesto, afirmou nesta tarde esperar cerca de 300 pessoas na manifestação. Segundo ela, a intenção é ir além da discussão sobre o processo seletivo na universidade e colocar o sistema educacional em foco. “Não podemos querer um processo seletivo se as pessoas não têm a mesma educação. O problema é muito maior”, diz.

Segundo Ana Carolina, o termo “gente diferenciada” não visa a ofender os alunos do Mackenzie, mas afirmar o caráter popular do manifesto. “Estamos lutando pelos nossos direitos e pelos direitos do povo.”

Histórico

No dia 21 de março, cerca de 800 alunos do Mackenzie pararam a Rua da Consolação em protesto contra a adoção do Enem pela universidade. O ato foi organizado pelo DCE e pelos Centros Acadêmicos de Direito e de Arquitetura e Urbanismo. Durante o protesto, alunos foram atingidos por jatos de spray de pimenta lançados por policiais militares.

‘Gente diferenciada’

Em maio de 2011, cerca de 600 pessoas participaram do primeiro evento com a alcunha dos ‘diferenciados’, o “Churrascão da gente diferenciada”. O protesto bem-humorado foi uma resposta à recusa dos moradores do bairro de Higienópolis em receber uma estação do Metrô. Em janeiro, outro churrasco aconteceu, dessa vez no centro de São Paulo, contra a ação da Polícia Militar na cracolândia.

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Protesto anti-Enem reúne 800 alunos do Mackenzie

PM usa spray de pimenta contra alunos do Mackenzie

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* Por Juliana Deodoro, especial para o Estadão.edu

Depois do bairro de Higienópolis e da cracolândia, é a vez do Mackenzie ser palco de um evento da “gente diferenciada”. Criado há 14 horas e com 148 confirmações até às 16h20 desta tarde, o “Gente diferenciada ocupe o Mackenzie” se posiciona contra as manifestações dos alunos que aconteceram nesta quarta-feira na Rua da Consolação, em São Paulo.

Na descrição do evento, os organizadores afirmam que a passeata realizada por mackenzistas é preconceituosa: “Vamos mostrar a alguns alunos mackenzistas que a universidade não se encerra em seus muros e que a sociedade não aceita preconceito social. Se existe alguma TRADIÇÃO no Mackenzie essa se traduz pela exclusão nas salas de aula das camadas pobres da sociedade”.

 Histórico

Em maio de 2011, cerca de 600 pessoas participaram do primeiro evento com a alcunha dos ‘diferenciados’: o “Churrascão da gente diferenciada”. O protesto bem-humorado foi uma resposta à recusa dos moradores do bairro de Higienópolis em receber uma estação do Metrô. Em janeiro, outro churrasco aconteceu, dessa vez no centro de São Paulo, contra a ação da Polícia Militar na cracolândia.

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A professora Pilar Lacerda, que foi secretária de Educação Básica do MEC até o começo deste ano, criticou os alunos do Mackenzie que farão amanhã um apitaço contra o Enem. Em seu Twitter, ela publicou, no começo da noite: “Atenção alunos do Mackenzie: séc. XXI, já ouviram falar? Tem 12 anos q começou”.

Amanhã alunos do Mackenzie promoverão um apitaço em frente à universidade. Os estudantes não concordam com o novo formato do vestibular da instituição, no qual metade das vagas serão oferecidas somente a candidatos que participaram do Enem 2011. Os alunos atribuem à medida a “perda do valor do diploma”.

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O Mackenzie, que aplicou vestibular nesta quarta, corrigiu o gabarito em duas questões. Leiam nota:

“Prezados Senhores,

Queiram, por favor, considerar alteração relativa à Questão 58, prova A. A alternativa correta é (a) e não (e).

Para a prova B, questão 07, a alternativa correta é (e) e não (a).

Atenciosamente.

Coordenadoria de Processos Seletivos”

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A Universidade Presbiteriana Mackenzie está selecionando 49 docentes, falantes de língua portuguesa, para lecionar na Universidade Nacional do Timor Leste (UNTL) de fevereiro a novembro de 2012. Podem se inscrever pós-graduados com titulação mínima de mestre, até o dia 16 de outubro. O valor da bolsa-salário será de US$ 3,5 mil mensais.

A seleção é composta por quatro etapas: análise de documentação, pré-seleção (com base na avaliação de carta de interesse e currículo dos candidatos), seleção (com base em plano de trabalho do candidato e entrevista) e curso preparatório.

Os docentes escolhidos vão lecionar no mínimo três disciplinas semanais, por dois semestres, em um dos cursos de graduação da UNTL. As 49 vagas estão distribuídas em 17 áreas diferentes, sendo 17 cadeiras para Língua Portuguesa e 2 vagas para cada uma das áreas a seguir: Administração Pública, Agronomia, Biologia, Comunicação Social, Contabilidade, Desenvolvimento Comunitário, Economia, Engenharia Civil, Engenharia Elétrica, Engenharia Mecânica, Esportes, Física, Matemática, Química, Políticas Públicas e Turismo.

Mais informações

Edital: http://www.mackenzie.br/docentes_tempora…
Telefone: (11) 2114-8156

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Abaixo segue nota da Uniban, enviada para o Estadão.edu, após a publicação da matéria “O Mackenzie vai se tornar a nova Uniban, diz ex-aluna“.

A Universidade Bandeirante de São Paulo – Uniban Brasil - repudia a vinculação de seu nome a um episódio interno envolvendo um professor e uma aluna da Universidade Mackenzie (“O Mackenzie vai se tornar uma nova Uniban”, diz ex-aluna, 31/8, 21h32).

A chamada da notícia é gratuita, inoportuna e fora de contexto porque não representa o comportamento e os valores da nossa comunidade discente e docente, especialmente no curso de Direito, cujos professores são mestres e doutores com inegável experiência jurídica e excelência acadêmica.

Ao querer comparar fatos completamente diferentes entre si, com base numa citação irresponsável, o portal Estadão comete um equívoco editorial que prejudica a imagem da UNIBAN Brasil.

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Nesta segunda-feira, Cedê Silva esteve nos câmpus da PUC e do Mackenzie para conferir as recepções aos calouros. Assista:

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A Universidade Presbiteriana Mackenzie convoca para matrícula os candidatos relacionados na terceira lista de classificados no seu Processo de Seleção – 2º. Semestre/2011.

As matrículas serão realizadas no dia 15 (sexta-feira), das 10h às 16h, conforme o local em que será ministrado o curso para qual o candidato foi convocado: no campus de São Paulo  (Rua Itambé 45, Higienópolis), no campus Tamboré (localizado em Barueri, na Av. Mackenzie 905) ou em Campinas (Av. Brasil, 1200).

Confira a lista de convocados e os documentos necessários no site da Mackenzie.

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O Mackenzie divulgou a relação de candidatos convocados na 2ª lista de seu vestibular do meio do ano.

A matrícula será na sexta-feira, 8, das 10h às 16h. E os convocados devem procurar nos câmpus de Itambé, Tamboré ou Campinas, conforme o local em que será ministrado o curso para qual candidato foi chamado.

Confira aqui os nomes.

Atenciosamente

Coordenadoria de Processos Seletivos

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