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Ponto Edu

A Swiss Learning e a Association of Boarding Schools realizam no dia 14 de abril, em São Paulo, a World’s Leading Boarding Schools Fair, que apresentará 21 escolas de ensino médio dos Estados Unidos, Canadá e Suíça aos jovens brasileiros. O evento ocorrerá das 14 horas às 18 horas, no Hotel Unique.

Segundo os organizadores da feira, nas escolas associadas as salas de aula têm em média entre 10 a 12 alunos por turma, o que garante maior interação com os colegas e professores. Os pais poderão escolher o tipo de escola que querem que seus filhos estudem: mista, escolas júnior, atletismo e pré-profissionais de artes e as especializadas em diferenças de aprendizagem.

Para participar do evento, é preciso antes fazer a inscrição no site http://tabs.org/saopaulo. A entrada será gratuita.

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Estão abertas, até 21 de junho, as inscrições para a oitava edição do Programa de Intercâmbio da Secretaria de Assuntos Legislativos (SAL) do Ministério da Justiça e da Subchefia para Assuntos Jurídicos (SAJ) da Casa Civil. A iniciativa selecionará 12 estudantes e pesquisadores das cinco regiões do Brasil para participarem das atividades do cotidiano das secretarias entre 23 de julho e 3 de agosto.
 
Das vagas oferecidas, dez são para estudantes e duas para pesquisadores das áreas de Direito, Sociologia, Antropologia, História, Ciência Política, Ciências do Estado, Relações Internacionais, Gestão Pública, Comunicação, Economia, Administração e Ciências Sociais.

Os intercambistas irão acompanhar a tramitação de proposições normativas no Congresso Nacional, participar de reuniões com assessorias parlamentares para debater propostas legislativas e farão visitas técnicas a órgãos dos Três Poderes que trabalham diretamente com a construção de políticas públicas.  

Para participar, os estudantes devem estar regulamente matriculados a partir do 5º semestre em instituição de ensino superior credenciada pelo Ministério da Educação (MEC), e os pesquisadores devem estar vinculados a programa de pós-graduação stricto sensu.
 
Para se inscrever, os interessados deverão enviar e-mail com título “Programa de Intercâmbio 2012” para o endereço centroestudos.saj@presidencia.gov.br, com a ficha de inscrição (em link abaixo), currículo atualizado e uma dissertação de, no máximo, quinhentas palavras sobre o tema “Elaboração normativa e transparência”. Os critérios de seleção da dissertação envolvem a capacidade de argumentação, de clareza e o senso crítico do candidato ao se expressar por escrito.
 
O edital e a ficha de inscrição pode ser acessado em http://www4.planalto.gov.br/centrodeestudos/8a-edicao-do-programa-de-intercambio-sal-saj
Para informações e esclarecimentos, é também necessário enviar um email, com a seguinte especificação no campo assunto: “Programa de Intercâmbio 2012”.

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21.abril.2012 20:04:36

Quero mais é Flórida

* Por Lorena Amazonas, especial para o Estadão.edu

Para o estudante de Administração Alex Revollo Fernandes, de 20 anos, intercâmbio não é algo que se faz de uma hora para outra. “Acredito que é preciso ter planejamento. Intercâmbio requer dedicação, tempo e dinheiro.” Por conta disso, Alex já começou a cotar o melhor pacote para que possa estudar inglês nos EUA no ano que vem. “Quero passar 7 meses na Flórida.” Este ano, Alex se matriculou em um curso de inglês na Wizard para se preparar melhor. “Só tinha estudado inglês no colégio.” Alex estuda em média meia hora por dia, em casa, fazendo lições propostas pelos professores e treinando na rede social wespeak.com . “Fiquei sabendo desse site pelo Facebook. Lá consigo fazer lições e sei que é possível conversar com outros estudantes, mas ainda não tive tempo para isso.” Alex, que trabalha com marketing, termina sua graduação no fim do ano e pretende viajar logo em seguida. “Talvez também busque um trabalho, mas meu principal objetivo lá é falar inglês fluentemente.”

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21.abril.2012 20:01:13

Ace americano

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* Por Lorena Amazonas, especial para o Estadão.edu

Firmiano de Moraes Pinto Filho, de 18 anos, joga tênis desde os 7. “No começo era só diversão, mas eu e minha irmã começamos a jogar bem e foi ficando mais sério.” Aos 10 anos, Firmiano virou tenista federado, para disputar campeonatos. A partir daí começou a levar o esporte mais a sério. “Dos 13 aos 17 anos treinava 4 horas por dia no Clube Paineiras.” Ele disputou torneios por todo o Brasil e chegou a ser o número 4 em sua categoria, mas houve uma hora em que precisou tomar uma decisão. “Quando você faz 16 anos precisa decidir se vai seguir o tênis profissionalmente ou treinar mais leve e ter uma vida social agitada.” Firmiano escolheu a segunda opção. Em 2011, ele cursou o high school em Birmingham, no Alabama, e aproveitou para conhecer boas faculdades nos Estados Unidos. “Gostaria de morar do centro para o sul, porque não é muito frio. A Universidade de South Carolina seria uma boa opção.” Este mês Firmiano vai fazer o Test of English as a Foreign Language (Toefl), teste que avalia o nível de proficiência em inglês de estudantes estrangeiros. Em maio, é a vez do SAT, exame no qual o Enem se inspirou, necessário para tentar se inscrever em uma universidade americana. “Acho que vou bem, pois já sei falar inglês e meu nível de matemática é bom.” Mesmo assim, por garantia ele está fazendo aulas de matemática e de inglês três vezes por semana, na Virginia Center School.

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A S7 Study vai sortear três cursos de inglês, em países estrangeiros, aos participantes das palestras que realiza no dia 24 de março (sábado) em São Paulo. Os encontros têm o objetivo de tirar as dúvidas sobre vistos, melhores opções de cursos, financiamentos e trabalho no exterior, entre outros assuntos.

As palestras são gratuitas e ocorrem no Ramada Hotel, na Alameda Santos, 484, no bairro Jardins. Elas serão sobre Canadá (10h30), Austrália (14h) e Nova Zelândia (16h).

Um curso de inglês de quatro semanas será sorteado em cada encontro, para o destino referente à palestra. Só podem concorrer maiores de 18 anos.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo site www.s7study.com.br ou pelo telefone (11) 4506 2999. As vagas são limitadas.

* Corrigido às 15h33 de segunda-feira, dia 19

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Você tem dúvidas sobre intercâmbio? Mande para a equipe do Estadão.edu. Na sexta-feira, 10, nós vamos entrevistar o diretor da EF Cursos no Exterior de Nova York, Gary Julian.

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18.janeiro.2012 23:03:03

O intercâmbio de Luíza

Você já deve ter ouvido falar da Luíza, aquela que está no Canadá. Que tal ir até lá para encontrar a estudante? Aproveite e faça um curso de inglês antes de voltar ao Brasil. Confira nossas sugestões de intercâmbio neste link.

Se der tempo, você também pode conhecer alguns atrativos turísticos do país recomendados pelo pessoal do Viagem neste link.

E se você ainda não sabe quem é Luíza, confira o vídeo abaixo:

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04.janeiro.2012 09:38:23

Atatürk é o cara

* Por Victória Bragatto, de 16 anos. Aluna do ensino médio em Vitória (ES), está na Turquia fazendo intercâmbio desde novembro pela AFS Intercultura Brasil

“É fácil colocar em palavras tudo o que Atatürk fez pela Turquia: entre outras coisas, transformou o Império Otomano em uma República, separou governo e religião, modernizou o país. Até reformou a língua, introduzindo o alfabeto latino. Mas é muito difícil dizer exatamente o que tudo isso significou. Vou tentar, então, mostrar.

É dia 10 de novembro de 2011, uma quinta-feira, e você está na Turquia; por acaso, você está em uma escola na Turquia. Logo que você chega ao pátio, você vê uma aluna de outra série levar um buquê de flores amarelas até o busto de Atatürk. E então você segue para a sala de aula, só para ser chamado novamente ao pátio 50 minutos depois. São, agora, 8h50 e você está congelando do lado de fora esperando por algo que você não sabe o que é. Alguns minutos depois, a professora de música aparece ao lado do busto: vamos cantar o hino. Mas estranhamente a bandeira já foi hasteada para o topo; e, enquanto cantamos, ela é lentamente hasteada até a metade do mastro. E ali ela permanece, às 9h05, com todos ao redor em silêncio. Porque nesse dia, em 1938, e nesse mesmo horário (e o relógio do quarto ainda está parado), Mustafa Kemal Atatürk morreu, no Palácio Dolmabahçe, em Istambul.

Depois disso, cantamos o hino de novo e a bandeira voltou para o topo. Seguimos então para o auditório, decorado com flores e velas, onde três alunos fizeram discursos e apresentaram slides sobre Atatürk. Depois assistimos ao filme Veda (“adeus”, em turco), que conta sobre a vida dele. Mas isso foi na minha escola.

Digamos que você estivesse no meio da rua. Você veria os carros e pessoas pararem nas ruas, assim me contaram. Em dias normais, você ainda vê a bandeira da Turquia, pôsteres com o rosto de Atatürk e adesivos com a assinatura dele em todos os lugares. Na escola, cada sala de aula tem seu exemplar de um portarretrato com uma foto dele e o texto do hino nacional. Na verdade, cada livro escolar também. No Kahve Dünyası  (“mundo do café”), uma espécie de Starbucks turco, há acima do caixa uma foto de Atatürk tomando café. Por todas essas coisas, a gente pode começar a entender o que ele significa para a Turquia.

Falando em café, café turco é uma delícia e a melhor parte é adivinhar o futuro depois. Não entendo muito de café, mas o daqui tem bastante textura. Quando você termina, vira a xícara no pires e deixa ali por um tempo enquanto o café escorre. Depois você olha dentro da xícara e algumas imagens se formam nas bordas: eu consegui ver até o Bósforo quando li a sorte da minha mãe. =)

Vou deixar para contar sobre o Natal (aqui, “Noel” – e existe, sim!) e réveillon em um próximo post, porque quando esse daqui sair já vai ser 2012. Mas, de qualquer maneira, Feliz Ano Novo – mutlu yıllar!”

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* Por Gabriel Natal, de 16 anos. Aluno do ensino médio em São Paulo, faz intercâmbio no Egito desde setembro pela AFS Intercultura Brasil

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“Celebrar o Natal e o Ano Novo no Egito foi uma experiência diferente. Como a maior parte da população é muçulmana, e os cristãos coptas celebram o Natal em diferentes datas, não houve grandes celebrações aqui no Cairo.

Eu e meus amigos intercambistas nos reunimos para um jantar no dia 24 de dezembro, e cada um de nós preparou um prato típico de seu país de origem. Eu cozinhei torta, frango assado, e brigadeiro.

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Foi um Natal diferente, mas um dos melhores que já tive, só com os meus amigos, sem nenhuma formalidade ou grande festa. No Ano Novo rolou a mesma coisa. Nos reunimos para jantar em um restaurante com vista para o Nilo, uma pequena celebração informal, aconchegante.

Como estou em uma escola de currículo americano, minhas férias acabaram ontem, dia 2, pois tenho aulas durante janeiro. Mas, para minha felicidade, embarco para Luxor e Aswan em duas semanas, para visitar os grandes templos e tumbas do Egito faraônico, uma viagem que sempre quis fazer.

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Protestos. Nem tudo está indo bem aqui no país, infelizmente. Protestos em novembro e dezembro foram duramente reprimidos pelos militares, resultando em várias mortes e ferimentos. Vídeos de mulheres sendo espancadas e tendo suas roupas arrancadas circularam pela internet, piorando ainda mais a situação. O grande problema político hoje, na situação atual do Egito, é a dissonância de opiniões quanto aos militares no poder: grande parte da população os defende, acredita
nas promessas feitas e detesta os manifestantes em Tahrir que protestam contra o Supreme Council of Armed Forces (SCAF), atualmente no total poder.

Isso faz com que os egípcios desconfiem um dos outros e se acusem mutuamente de trair a revolução. Várias pessoas acusam, sem fundamentos, os manifestantes de estarem sendo pagos para causar o caos. Na última metade de dezembro não houve conflitos. A Praça Tahrir e imediações estavam completamente normais.

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Outra grande preocupação que tenho, assim como muitos egípcios, é com o resultado das eleições. Mesmo parciais, eles mostram que a Irmandade Muçulmana ganhou o maior número de votos, 40% do baixo parlamento, até agora – o que já era, infelizmente, o esperado. O que não era esperado era o número de votos recebidos pelos partidos salafistas, que ganharam 25% dos lugares no baixo parlamento. Os salafis são um grupo extremista muçulmano, que pretende impor a lei islâmica à força no país, restringindo liberdades individuais.

Agora temos que esperar os resultado final das eleições. Alguns Estados ainda não votaram, e a eleição para o alto parlamento ainda nem começou. E de acordo com o SCAF as eleições presidenciais serão em junho. Ate lá, resta aos egípcios esperar, votar, e desejar um país melhor, sem ditadura militar nem extremismo religioso.”

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* Por Helida Morais, de 16 anos, aluna do 1.º ano do ensino médio em Assú (RN). Faz intercâmbio na Tailândia desde julho pela AFS Intercultura Brasil

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“Tirando a saudade da minha família e do Brasil, por aqui está tudo bem. Faz uma semana que eu não ia para a escola, porque era época de provas, aí eu aproveitei para dormir um pouco mais e estudar, em casa, tailandês e inglês. Mas é chato ficar em casa e não ter com quem conversar.

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Eu adoro falar tailandês com eles apesar de que na região que moro falam um dialeto totalmente diferente do tailandês. Só as pessoas daqui da região entendem, mas eu não. Nem quero aprender agora. Quero ficar fluente no inglês (sou muito ruim) e no tailandês também. Eu já consigo falar e ler tailandês, mas escrevo como uma criança.

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O lugar onde estou é muito pequeno. Só tem um mercadinho em frente, não tem para onde sair. Às vezes, quando não tenho aula, saio com minhas amigas para outras cidades que ainda não conheço, e acaba sendo muito legal.

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Cultura tailandesa

Quando as crianças nascem elas passam por uma cerimônia como se fosse um batizado, embora totalmente diferente, para dar sorte ao bebê. É muito interessante:  as pessoas falam coisas estranhas, colocam fita no braço do bebê e algumas colocam dinheiro. Os pais da criança fazem uma recepção com muita gente, muita comida. Eu até tive uma quando cheguei aqui. Minha família fez para mim, mas eu não entendia nada. Achei super estranho, mas já me acostumei.

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E as pessoas aqui comem no chão, sentadas sobre tapetes de palha. Comem muito na rua e gostam de uma espécie de formiga. Este hábito não existe em todo o país, mas rola aqui na minha região e de vez em quando minha família comi. Quando vi pela primeira vez foi muito estranho! Em outras regiões eles comem abelha e tem outras onde se comem cachorros. Eu morro de dó porque amo bicho. Mas para eles é normal porque quando eu falo que como carne de boi eles ficam impressionados, porque aqui poucas pessoas podem comer carne bovina.”

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