As inscrições para o Mestrado Profissional em Administração (MPA) da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV-EAESP) estão abertas até o dia 11 de junho.
O MPA é um curso de pós-graduação stricto sensu concebido conforme a estrutura de MBAs internacionais, formatado para executivos, empreendedores e profissionais que têm também interesse em combinar uma sólida base acadêmica com atividades voltadas para a aplicação prática.
Exatamente por esta razão, o profissional deve ter ao menos 5 anos de experiência para participar do processo de seleção. “Buscamos talentos que queriam não apenas se especializar na área que já atuam, mas que desejem uma formação mais ampla ampla acerca do mundo corporativo”, diz Marina Heck, coordenadora do MPA.
O MPA da FGV-EAESP é o primeiro curso da América Latina credenciado pelas três principais agências acreditadoras internacionais: AACSB, pelo Equis, da EFMD e pela AMBA. Menos de 30 escolas de negócios no mundo têm estes três credenciamentos, conhecidos como a “tríplice coroa”.
Marcos Barcellos, atual aluno do MPA, lembra que é essencial aos interessados um comprometimento acima da média. “Há uma grande regidez já no processo de seleção, mas finalizar o mestrado é ainda mais difícil.” Barcellos relata que inúmeras vezes tem de estudar durante a madrugada e aos fins de semana. “Já fiz outros 3 MBAs, e nada se compara à exigência e qualidade do MPA, que tem uma estrutura semelhante aos cursos internacionais,” diz.
O curso oferece aos seus alunos a opção de dupla diplomção e a possibilidade de participar de eventos internacionais promovidos pela Escola.
As inscrições, que custam R$ 240, devem ser realizadas pelo site: www.fgv.br/mpa, até o dia 11 de junho.
Terminam nesta quinta-feira, 17, as inscrições para 30 vagas do mestrado profissional em Gestão e Políticas Públicas da Escola de Administração da FGV em São Paulo. O curso tem até dois anos de duração e é destinado a profissionais que já atuam em contato com a administração pública, seja em governos, ONGs ou na iniciativa privada, e buscam formação acadêmica aplicada.
As inscrições devem ser feitas no site fgv.br/mpgpp. A taxa custa R$ 170. O processo seletivo tem três fases: análise de currículo, prova escrita e entrevista. As aulas começam em agosto.
A grade curricular conta com 16 disciplinas (12 obrigatórias e 4 eletivas), como Teoria Política, Governo e Instituições Políticas no Brasil, Macroeconomia do Setor Público, Análise de Políticas Públicas, além de matérias aplicadas, a exemplo de Parcerias Público-Privadas, Meio Ambiente e Políticas Públicas e Gestão de Organizações Não Governamentais.
O curso possui duas modalidades: a regular, desenvolvida em 24 meses (6 horas de aula semanais), recomendada para quem precisa conciliar o mestrado com o trabalho; e a intensiva, de 12 meses (12 horas de aula semanais), para quem pode dedicar-se inteiramente ao curso.
O mestrado também oferece ao aluno a possibilidade de cursar um semestre no exterior. A FGV mantém convênio com mais de 90 instituições de ensino do mundo, dentre elas o Institut d’Études Politiques de Paris (Sciences Po) e a School of International and Public Affairs (Sipa) da Universidade Columbia, em Nova York.
Estão abertas a partir desta segunda-feira as inscrições com desconto de 50% para o vestibular de Administração de Empresas da FGV-SP. A taxa é de R$ 75.
No dia 13 de abril, as inscrições seguem, sem desconto (R$ 150) – e vão até 11 de maio.
A FGV oferece ainda a possibilidade de isenção do valor da taxa para os candidatos que cursaram o ensino médio em escola pública.
A prova será em 3 de junho, somente em São Paulo. Mais informações em www.fgv.br/vestibular.
Estão abertas as inscrições para o OneMBA, considerado o 26.º melhor curso executivo do mundo pelo jornal inglês Financial Times (ranking de 2011). O programa é ministrado simultaneamente para uma turma global de executivos em cinco escolas de quatro continentes – no Brasil, ele é copatrocinado pela Escola de Administração de Empresas da FGV-SP.
As inscrições podem ser feitas em dois períodos: entre os dias 1.º de fevereiro e 16 de março e, depois, de 17 de março a 18 de maio.
A FGV vai preencher 25 vagas. Podem se candidatar executivos com sete anos ou mais de experiência profissional. Eles serão capacitados a lidar com as exigências do atual cenário econômico no mundo, conforme o Estadão.edu mostrou nesta reportagem.
O candidato que se inscrever no primeiro prazo e for aprovado pagará o valor de 2011 (R$ 112 mil). Aprovados e matriculados a partir do segundo deadline vão pagar a anuidade de 2012: R$ 118,3 mil.
O valor total corresponde a quatro residências internacionais (cada uma com duração de uma semana), com hospedagem em hotéis de 1.ª classe, alimentação e traslado inclusos, além dos voos internacionais durante as residências (na Europa, América Latina e Ásia).
O aluno é responsável pelos voos no começo e no final da residência. A mensalidade cobre ainda grande parte do material didático e alimentação durante as aulas em São Paulo.
O OneMBA tem três módulos compostos por disciplinas regionais (específicas a cada escola), coordenadas (cinco temas comuns às escolas associadas – finanças, marketing, estratégia, liderança organizacional e operações) e globais (4 visitas internacionais). Em 21 semanas, a cada três semanas, os alunos participam de aulas em período integral às sextas-feiras e sábados, na FGV.
Ao longo do curso, os grupos de todas as escolas se reúnem em quatro encontros presenciais nas residências globais, com duração de 1 semana – 1º Washington (EUA); 2º Amsterdã (Holanda) e Istambul (Turquia); 3º Cidade do México (México) e São Paulo (Brasil); 4º Nova Délhi (Índia) e Hong Kong (China) – onde formam seus grupos de trabalho virtuais, nos quais desenvolverão projetos globais referentes às disciplinas coordenadas.
A FGV realizará uma sessão de informações para candidatos no dia 24 de abril, às 19h, na sede de sua Escola de Administração (Rua Itapeva, 432 – São Paulo). O site do programa é www.fgv.br/onemba.
A Fundação Getulio Vargas traz para São Paulo o MBA em Relações Internacionais, curso que já existe no Rio desde 2008. As aulas começam no dia 5 de maio, com encontros quinzenais, aos sábados, das 8h30 às 18h, no câmpus da FGV na Avenida Paulista.
O processo seletivo será composto por inscrição, análise de currículo e entrevista com professores.
Ao todo, o curso terá 504 horas de aula. O MBA vai abordar, entre outros temas, análise política internacional, questões internacionais contemporâneas, políticas externas comparadas, economia internacional e direito internacional.
Segundo a FGV, as aulas não se resumem apenas ao conteúdo expositivo. Haverá também sessões práticas de análise de conjuntura internacional, palestras com convidados especialistas em diplomacia, negociação e política internacional e debates estruturados sobre tópicos da agenda internacional.
Mais informações: (11) 3799-3455 ou neste link.
A OAB divulgou nesta segunda-feira o padrão de respostas do Exame da Ordem.
* Por Cedê Silva, especial para o Estadão.edu
A prova discursiva de geografia da FGV-EAESP, aplicada na tarde deste domingo, cobrou dos candidatos ao curso de Administração Pública um nome do qual nem o professor do cursinho CPV, Mario Storniolo, se lembrava: “antropoceno“, nome dado a uma possível época geológica, de existência debatida pelos acadêmicos, no qual a intervenção humana seria predominante. ”Foi a questão mais difícil, de conteúdo incomum para qualquer prova de geografia”, disse Storniolo. “Eu mesmo não sabia o nome e tive que procurar”. As outras duas questões, porém, foram fáceis, em sua avaliação. Eram sobre o crescimento das cidades médias e o fluxo do comércio Brasil-China.
História. Para o professor Daniel Gomes, as duas questões – Comuna de Paris e 1922 – exigiram que o aluno tivesse os conceitos muito bem definidos em mente. “Cobraram, sobre a crise da República Velha, uma coisa estrutural, em vez de ficar pedindo nomes dos presidentes. Mas não foi fácil”.
Matemática. Prova tranquila, e parecida com a do semestre passado tanto nos conteúdos quanto na dificuldade, avaliou Daniel Lowinsohn. “Não há questão difícil nem fácil – ninguém tirou 0, nem 10″, resume. “Vai selecionar os melhores candidatos”.
Redações. Para a professora Daniela Aizenstein, a escolha por Caio Prado Júnior foi interessante. “O autor assusta o candidato, mas o trecho escolhido é bem simples”, considera. “O aluno deveria começar com uma reflexão sobre nosso passado colonial e retomar a questão de uma economia desenvolvida para o mercado externo e uma forte divisão em classes sociais. Daí, comparar com a realidade de hoje”, ensina. Para ela, a prova privilegiou o candidato com bom repertório de história e atualidades.
Os candidatos ao curso de Administração Pública fizeram uma redação a mais, sobre igualdade racial, na qual deveriam se posicionar contra ou favor às cotas. “O aluno passa com qualquer posição”, garante Daniela. “O importante era apresentar agumentos a favor e contra, fazer a dialética”.
Leia também:
Prova discursiva da FGV foi exigente, diz Etapa
Vestibular adaptado da FGV quer mais surdos no mercado de trabalho
* Por Cedê Silva, especial para o Estadão.edu
A FGV liberou agora há pouco o caderno da prova discursiva, aplicada nesta tarde. Para o professor Carlos Shine, do Etapa, a prova de matemática foi “a clássica da GV, com assuntos que eles gostam de cobrar, como análise combinatória, probabilidade, exponenciais e logaritmos, equações polinomiais e PA e PG”. Questões da realidade do administrador, como estimar gastos do governo ou o preço do petróleo no futuro, estavam no cardápio.
A partir de um trecho de Formação do Brasil contemporâneo, clássico de Caio Prado Júnior, o aluno deveria relacionar a cultura do Brasil Colônia com a do País de hoje. “Um tema rico e exigente”, considerou Shine. “Exigiu do aluno conhecimentos específicos de história”.
Leia também:
Na FGV, prova de português foi fraca e matemática bem feita, diz CPV
* Por Cedê Silva, especial para o Estadão.edu
O coordenador do cursinho Etapa, Marcelo Dias Carvalho, repassou agora há pouco os comentários dos professores sobre a parte objetiva do vestibular da FGV-EAESP. “No geral, é uma boa prova com um bom poder de selecionar os candidatos”, resume. Veja:
Matemática. Prova bem abrangente e fácil, com enunciados claros. Metade foi contextualizada com situações do cotidiano e a outra metade foi mais tradiconal. Predomínio de álgebra, e um só pouquinho de geometria.
Português. Prova também fácil, e equilibrada entre literatura e interpretação de textos. A única questão difícil foi a 20, sobre indianismo romântico brasileiro, que exigiu que o aluno soubesse o significado de “elidir” e de “obliterar”.
Inglês. Prova trabalhosa, exigiu bastante vocabulário e interpretação de texto. Gramática quase não havia. Textos bem escolhidos.
Humanas
As questões de Humanas foram comentadas em duas partes:
História. Prova fácil, no molde das anteriores. Boa seleção de questões.
Geografia + Atualidades. Dificuldade média, com enunciados precisos. Apenas uma questão realmente de conteúdo de geografia, sobre clima e vegetação. O resto era atualidades.
Leia também:
Na FGV, prova de português foi fraca e matemática bem feita, diz CPV
Vestibular adaptado da FGV quer mais surdos no mercado de trabalho
* Por Cedê Silva, especial para o Estadão.edu
A prova objetiva do vestibular da FGV-EAESP foi aplicada esta manhã. Veja os comentários de professores do cursinho CPV:
Matemática. Para o professor Geraldo Akio Murakami, foi uma prova bem-feita, no mesmo nível de dificuldade do ano passado. “A GV tem a tradição de cobrar o que o futuro aluno vai ver no 1º ano de faculdade, como matemática financeira”, disse Murakami. Ele fez um apelo para que a GV divulgue relatórios mostrando o grau de acerto e erro de cada questão, como fazem as grandes universidades públicas.
Português. Na avaliação do professor Vidal Varella, foi uma prova muito fraca. “Dizer que foi de nível médio seria um elogio”, afirmou ele. “Não havia nenhuma questão criativa ou na qual o aluno precisava refletir. Estava muito mais fácil que ano passado”. Para o professor, a prova exigiu aquém do contéudo de um estudante normal.
Inglês. Renato Aizenstein considerou a prova de nível elevado. “O aluno teve que gastar menos tempo nas outras para se dedicar mais a esta”, afirma. “Os temas dos textos são interessantes, mas para chegar à alternativa certa, de duas ou três viáveis, o candidato precisou de muita atenção”.
Humanas
A parte de Humanas foi comentada por três professores:
História. Daniel Gomes achou curioso ver, pela terceira vez em provas deste ano, uma questão sobre tráfico negreiro que também usava um gráfico. “Eram cinco questões tranquilas. E havia clássicos, como relacionar a independência dos EUA ao Iluminismo e a criação da OTAN à Guerra Fria”. Outra perguntava como Itamar Franco chegou à Presidência.
Geografia. Para o professor Adriano Baroni, as seis questões eram bem claras e atuais. Cinco delas eram sobre o Brasil e uma falava de um fosso que a Grécia constrói para barrar o fluxo de imigrantes de fora da União Europeia.
Atualidades. As quatro últimas questões da prova falam de Síria, o escândalo do tabloide News of the World, as commodities brasileiras e a crise nos EUA. Para o professor Alex Perrone, foram questões bem-elaboradas e com a mesma dificuldade do ano passado. Sobre a escolha da Síria, Perrone lembrou que o Egito já fora cobrado no vestibular do meio do ano.
Leia também:
Prova de inglês da FGV deu trabalho, diz Etapa
Vestibular adaptado da FGV quer mais surdos no mercado de trabalho
2012
2011
2010
2009