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Ponto Edu

Recém chegada ao Brasil, a Cerego English, que oferece cursos online de inglês, oferece seis meses de aulas grátis para quem se cadastrar até 31 de maio.  A empresa quer chegar a 1 milhão de adesões no seu primeiro ano no País.

De acordo com informações da empresa, a Cerego tem mais de 1 milhão de usuários no Japão. Seu método científico de fixação de vocabulário, desenvolvido com base em estudos da neurociência e investimento de US$ 28 milhões, é patenteado nos Estados Unidos, Japão e Taiwan. Um dos destaques da plataforma é o BrainSpeed, um jogo que trabalha o vocabulário do inglês.

Mais informações: http://ceregoenglish.com.br.

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O Descomplica, site de reforço online com foco no Enem e Vestibulares, lançou nesta semana sua nova versão (www.novo.descomplica.com.br), desenvolvida para facilitar a navegação e busca pelas aulas. A página entra no ar junto com uma nova ferramenta: os Planos de Estudos Personalizados. O o objetivo é direcionar o conteúdo certo, que atenda a necessidade do aluno no momento.

Além dos Planos de Estudo, que contam com 30 módulos, centenas de vídeos e dezenas de testes e textos complementares, o site também tem aulas ao vivo todos os dias, às 19h, com duração de uma hora e meia.

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Novo site do Descomplica   Crédito: Reprodução

Mas atenção: A primeira versão do site ainda ficará no ar (www.descomplica.com.br) até a migração total seja concluída.

Criado em março de 2011, o Descomplica é voltado para estudantes de ensino médio. Oferece quase 3 mil aulas em oito disciplinas, por cerca de R$ 20 mensais.

 

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No debate ‘Desafios e possibilidades de inovação na sala de aula: Referências para educadores’, as palestrantes Diane Tavenner (Summit School) e Nicole Hinostro (High Tech High) discutiram os modelos aplicados em suas escolas, de ensino personalizado.

A Summit School, segundo Diane, é o maior sistema de educação pública dos EUA, atendendo 1 em cada 8 alunos da rede pública nacional. A escola, existente há 10 anos, trabalha com o conceito de que o próprio aluno define o que quer estudar, de forma que seu plano de ensino seja adaptado de acordo com suas necessidades. Até mesmo o dia e a data da prova é escolhido pelo estudante. Diferente da escola tradicional, o aluno da Summit evolui de acordo com sua capacidade – o que o incentiva a querer melhorar. “Na sala de aula comum, o aluno tem a impressão de que está evoluindo porque, mesmo que ele não entenda, a aula continua. No nosso modelo, não. De repente, ele percebe que não está progredindo, porque não pode avançar pra próxima etapa sem mostrar que já aprendeu o que devia”, explica Diane.

Se esse modelo funciona? A Summit School tem um índice de 100% de seus alunos aprovados nas faculdades.

O trabalho na escola High Tech High é o mesmo: o aluno deve mostrar o que sabe para progredir. O objetivo da instituição, que incentiva os trabalhos em grupo, é que os alunos aprendam também uns com os outros, e se ajudem na elaboração do currículo escolar. “Nós queremos criar o maior número de experiências inesquecíveis de aprendizado possível”, diz Nicole. Assim como na Summit, os alunos da High Tech High aprendem na prática os conceitos educacionais, e dispões de ferramentas diversas para isso: seja ela um martelo, durante um projeto de engenharia, ou uma plataforma online.

O papel do professor também foi bastante abordado – tanto pelas palestrantes quanto pelos participantes. A questão é: a inovação não vai tirar o posto do educador. Ela aparece como um aliado no aprendizado, otimizando a experiência educativa. Para isso, há a necessidade de capacitação do profissional, algo bem reforçado nas duas escolas.

A participante Solange Petrosino, Gerente de Serviços Educacionais da Editora Moderna, acredita que a formação intensa do professor é fundamental, e que as escolas devem investir mais nos educadores. Opnião compartilhada com Alzira Silva, da Associação de Educação Financeira do Brasil. “O professor precisa de um processo de formação continuada, para caminhar alinhado às mudanças da sociedade. O aluno não é mais apenas ouvinte, diferente do que o professor aprendeu na faculdade”. E isso não pode ser apenas no âmbito do professor, afirma o consultor em educação cooperativa Gustavo Couto. “É fundamental capacitar diretores, donos de escola, secretarias de educação, ministros, governantes. Se não, não há valorização do professor.”

O desafio da inovação não vem sozinho. Vem acompanhado de políticas públicas e, principalmente, as dúvidas em relação a eficácia do ensino. Com base nos números, é impossível contestar o sucesso das intituições. Comparadas ao restante do país, elas ganham disparado em índices de conclusão do curso e admissões na faculdade. Ainda assim, muitos pais ainda resistem em acreditar que o modelo funcione, assim como a comunidade e, às vezes, o próprio aluno. O trabalho, portanto, envolve além do âmbito escolar, e aproxima a família da escola. No caso da High Tech, por exemplo, os professores chegam a visitar as famílias durante o período escolar.

Em relação a políticas públicas, as duas escolas são classificadas como charter schools, escolas públicas que recebem certa liberdade para agir conforme estabelecem. Neste modelo, a instituição deve apresentar uma espécie de plano de ensino às autoridades e, após um certo período, mostrar os resultados dessa proposta.

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O professor do Cursinho da Poli, André Valente, define a prova de português do primeiro dia de exames da segunda fase da Fuvest 2013 como “tranquila”.  ”A avaliação teve a cara da Fuvest, sem grandes surpresas”, afirma. De acordo com o professor, os enunciados foram  diretos e os textos abordados no exame não chegaram a ser muito longos.

Como de costume, a maior parte das questões exigiu interpretação de texto e não gramática. “Quando apareceu gramática, ela caiu de forma aplicada e não conceitual”, diz. As questões que exigiram um conteúdo mais técnico cobraram conhecimento sobre concordância verbal, sujeito pós-posto e o uso de vírgula.

Quatro obras literárias de leitura obrigatória, Viagens na minha terra, de Almeida Garrett, Til, de José de Alencar, Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis e Sentimento do mundo, de Carlos Drummond de Andrade, foram exigidas nesta avaliação. “Há aqui um recado da Fuvest, que está dando uma atenção maior para a lista de livros obrigatórios e parece que pretende cobrá-los sempre”, diz Valente. As obras já tinham sido cobradas na primeira fase.

De acordo com o professor, as questões de literatura dificilmente exigem um conhecimento isolado da obra. “É preciso conhecer os contextos literário, histórico e social em que esse livros foram escritos”, diz. “Quando a questão não está relacionada a aspectos como esses, geralmente se exige uma comparação de determinado aspecto entre as próprias obras”, afirma Valente. Nesta prova, por exemplo,  o poema “Tristeza do Império”, de Sentimento do Mundo foi relacionado com Memórias Póstumas.

Para o professor,  a questão de número 5 pode ter atrapalhado os candidatos do ponto de vista emocional. A questão traz um texto de Rui Castro e o compara com uma descrição do personagem José Dias, de Dom Casmurro, obra de Machado de Assis que integrava a lista de leituras obrigatórias do vestibular anterior. “Dava para o candidato responder tranquilamente a questão com o que estava posto ali, sem um conhecimento mais profundo do enredo”, afirma Valente. “Mas só a simples menção dessa obra pode ter gerado uma confusão para os alunos”, diz.

Quanto ao tema da redação, que exigiu uma discussão e uma análise da visão de mundo tomando como ponto de partida o consumismo, Valente acredita que ele pode ser encarado como uma faca de dois gumes. “É um tema aparentemente simples, mas que apresenta certa dificuldade por trazer algo à tona uma discussão que normalmente é evitada pela juventude”, afirma. “Muitos estudantes podem, por exemplo, não ter enxergado a crítica que ali existia por viverem sob a ilusão de que poder comprar o mundo com o cartão de crédito é o máximo”, diz.

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Na tarde desta quinta-feira, 20, o Estadão.edu entrevistou via Google Hangout especialistas em educação que comentaram o Programa de Inclusão com Mérito no Ensino Superior Público Paulista (Pimesp), anunciado hoje pelo governador Geraldo Alckmin.

Confira abaixo as entrevistas:

Com Marcelo Knobel, pró-reitor de graduação da Unicamp e membro da comissão que formulou o Pimesp

Com Carlos Henrique de Brito Cruz, diretor científico da Fapesp

Com Simon Schwartzman, pesquisador do Instituto de Estudos do Trabalho e Sociedade (Iets)

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A PUC-SP divulgou na noite desta segunda-feira, 17, a lista de aprovados em seu vestibular.

Confira: http://www.vestibular.pucsp.br/lista2013…

A matrícula deverá ser efetuada nos dias 19 e 20 de dezembro (para os cursos da PUC-SP).

Quem prestou para outras instituições deverá conferir o calendário de matrículas no Manual do Candidato.

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Para os professores do cursinho CPV, as provas da segunda fase do vestibular da Escola de Economia da Fundação Getulio Vargas de São Paulo (FGV-EESP) se mesclaram entre difíceis e criativas e fáceis e objetivas.

Na manhã deste domingo, 16, os alunos tiveram de resolver quatro questões discursivas de matemática e oito de língua portuguesa, cada uma delas com dois itens. Além disso, foi também exigido dos candidatos uma dissertação, cujo tema questionou-os sobre o papel da família e da escola na educação financeira de jovens e crianças.”O tema foi criativo e mais do que adequado àqueles que querem fazer uma faculdade de economia e a coletânea de textos foi bastante ilustrativa para aquilo que se pedia”, diz Julio Ferreira, professor de redação. De acordo com o professor, era preciso não só validar a importância de uma educação financeira, mas aliá-la a uma visão humanista.

Já a prova de português, cobrou essencialmente conteúdos gramaticais, tais como regência, morfologia, concordância e pontuação. Das oito questões, apenas uma exigiu interpretação de textos. “Alunos que conseguem decorar regras certamente são os que se darão melhor nesta avaliação”, diz o professor Vidal Varella. “A prova não foi nada criativa mas, pelo contrário, bem objetiva, sem qualquer pegadinha ou questões que permitiam mais do que uma interpretação”, diz.

Por outro lado, a avaliação de matemática foi avaliada como “criativa” pelo professor Ivan Soida. “Ao contrário da primeira fase, as questões desta etapa tiveram como intuito principal avaliar a capacidade de modelagem dos candidatos, isto é, como eles poderiam transformar as informações dadas pelo enunciado em um modelo de resolução”, afirma o professor. “O domínio de cálculos e de conceitos quantitativos por si só não bastava.”

São oferecidas 60 vagas para uma turma em turno integral. O resultado do processo seletivo será divulgado no dia 7 de janeiro, a partir das 18 horas, no site da FGV Vestibular.

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O Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) aplicou nesta terça-feira, 11, a prova de física, primeiro dos quatro exames de seu vestibular. Confira no site do cursinho Objetivo a correção comentada das questões objetivas, atualizadas à medida que os professores da instituição resolvem-nas.

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De acordo com o coordenador do Etapa, Edmilson Mota, a prova de primeira fase da Fuvest foi bastante elogiada pelos professores do cursinho. “A mesma opinião, no entanto, talvez não seja compartilhada pelos alunos”, comenta.  Ainda assim,  o coordenador afirma que o aluno bem preparado deve ter se sentido recompensado pelo esforço realizado nos últimos meses. Abaixo, alguns comentário pontuais por disciplina:

Biologia e Química

“As provas abrangeram grande parte do conteúdo do programa e misturaram questões simples e de média dificuldade, tal como seria o mais adequado para um exame de primeira fase. Muitas das questões apresentaram gráficos e tabelas, integrando dessa forma a análise à teoria. Inspirando-se no Enem, a Fuvest tem adotado cada vez mais e melhor questões nesse formato.”

Física e matemática

As provas tiveram um formato semelhante, com a integração de questões mais diretas, de enunciados simples e curtos, com outras mais elaboradas, de conteúdo mais conceitual, no qual o conhecimento dos candidatos era melhor avaliado. A prova de física tratou muito mais de conceitos e exigiu poucos cálculos, foi pouco manipulativa.”

História

“No ano passado a Fuvest havia minimizado a participação de história contemporânea nas questões da disciplina, e abordado pré-história, algo que surpreendeu a todos, pois tratava-se de um conteúdo que dificilmente era tratado pelas avaliações dos últimos anos. Dessa vez, o exame foi muito mais equilibrado.”

Geografia

“Certamente a mais bela das provas. Reuniu mapas, tabelas, gráficos e fotografia. Em nenhuma das questões os elementos foram utilizados de modo despretencioso. Sempre que apareciam, ajudavam o candidato na resolução das questões e a tornavam mais rica. Foi um primor de prova.”
 

Linguagens: português e inglês 

“Texto, texto e mais texto. A gramática voltou a aparecer, mas ainda de modo discreto. A interpretação de texto mais uma vez foi o que pesou. Como nos últimos anos, as questões de literatura estiveram todas relacionadas às obras exigidas. Nesta edição, as questões de inglês exigiram um vocabulário um pouco mais específico do que o normal, o que pode ter dificultado um pouco para alguns alunos.”

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