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Ponto Edu

A PUC-SP firmou parceria para que os alunos da graduação possam estagiar na Host Broadcast Services, emissora oficial da Copa do Mundo de 2014, durante o evento esportivo. A universidade é a única instituição de ensino do Estado incluída no programa de estágio da HBS. Mais informações devem ser divulgadas em breve no site www.pucsp.br.

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Assim que o cardeal argentino Jorge Mario Bergoglio foi anunciado novo papa da Igreja Católica, na tarde desta quarta-feira, 13, alunos da PUC-SP ironizaram nas redes sociais o fato de o cardeal-arcebispo de São Paulo e grão-chanceler da universidade, d. Odilo Scherer, ter sido preterido na eleição. A reitora da PUC-SP, Anna Cintra, também usou a internet para comentar a escolha do novo líder da Igreja.

Circula no Facebook uma imagem do rosto de d. Odilo acompanhado do seguinte texto: “Bomba: dom Odilo é o primeiro colocado na votação do novo papa, mas o terceiro colocado é nomeado”. A montagem também traz a hashtag #chatiado.

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Na verdade, não se sabe quantos votos d. Odilo recebeu. Para ser eleito, Bergoglio (que assumiu o nome de Francisco) foi escolhido por pelo menos 77 dos 115 cardeais participantes do conclave, na Capela Sistina, no Vaticano.

A “brincadeira” dos estudantes faz referência ao processo de escolha da nova reitoria da PUC-SP, no fim do ano passado. Anna Cintra foi a terceira mais votada pela comunidade acadêmica, mas foi nomeada reitora por d. Odilo – pelo estatuto da universidade, o grão-chanceler pode selecionar qualquer nome da lista tríplice. A escolha abriu uma crise na PUC-SP. Alunos, professores e funcionários chegaram a entrar em greve e ganhou força um movimento que pede “democracia” na instituição. Anna Cintra é vista como reitora ilegítima.

Oficial

Em mensagem postada na página oficial da universidade no Facebook, a reitoria diz “compartilhar a alegria de todos os católicos do mundo” com a eleição de Bergoglio. “A eleição de Francisco renova nossa esperança e, confiantes no futuro da Igreja Católica, desejamos ao papa um pontificado auspicioso, pleno de realizações e de felicidade.”

Acompanhe a cobertura da escolha do novo papa no portal do Estadão.

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A PUC-SP divulgou na tarde desta segunda-feira, 3, o gabarito oficial da prova objetiva de seu vestibular unificado 2013, aplicada no último domingo, 2.

Os estudantes concorrem a 6.235 vagas, distribuídas entre a PUC-SP e outras instituições que adotam seu exame como critério de seleção. São elas: Faculdade de Medicina de Marília (Famema), Faculdade de Direito de São Bernardo do Campo (FDSBC), Faculdade de Enfermagem do Hospital Israelita Albert Einstein (Fehiae), Faculdade Santa Marcelina (FASM) e Faculdades Integradas Rio Branco (FRB). Os resultados serão divulgados no dia 18.

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Paulo Lima, coordenador pedagógico do cursinho CPV, definiu a prova da PUC-SP como “tradicional”. A seu ver, o teor das questões e o formato da prova não fugiu do que foi cobrado nos exames anteriores.

Na sua opinião, merece destaque a prova de português, que cobrou cinco questões de interpretação de texto, e, no caso de literatura, outras cinco que abrangeram todos os livros de leitura obrigatória. “A prova estava muito bem estruturada”, comenta.

“A redação ganha destaque nesse exame, pois o tema proposto foge um pouco à tradição da PUC-SP”, afirma Daniela Eizenstein, professora de redação do CPV. Segundo a professora, normalmente as propostas da PUC-SP limitam-se à questões ligadas à atualidades e bastante objetivas. Não foi o caso dessa vez.

A coletânea de apoio ofereceu a clássica fotografia de Albert Einstein com a língua para fora, uma imagem da rosa de Hiroshima e também textos que contextualizavam a relação entre o cientista e a bomba atômica. A partir disso, o estudante teria de criar um texto dissertativo, se colocando na posição de Einstein. “Apesar de tratar de um tema não atual, os textos, bastante simples, davam referências suficientes para que deles os alunos pudesse extrair argumentos para sustentar o seu posicionamento”. diz Daniela.

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Questões bem elaboradas, com enunciados e alternativas bastante longas. Foi assim que Vera Lúcia da Costa Antunes, coordenadora pedagógica do cursinho Objetivo, definiu a prova do vestibular unificado da PUC-SP. “Elas exigiram trabalho da parte dos alunos, mas, de modo geral, as questões eram bastante simples e trabalhavam com conteúdos básicos”, diz.

Vera também comentou que, por conta do formato, o exame da PUC-SP tende a não abranger muitos conteúdos – há apenas cinco questões por disciplina. A exceção, na sua opinião, ficou por conta da prova de química. “Ela conseguiu abranger o maior número de assuntos possíveis dentro de cinco questões apenas”, diz. “O recurso privilegia o estudo do aluno, que não terá estudado em vão uma série de conteúdos”, afirma. De acordo com Vera, a concentração de assuntos não deve ter prejudicado os alunos, uma vez que, na sua opinião, isso não tornou as questões mais difíceis.

A redação foi outro destaque observado pela coordenadora. A coletânea de apoio ofereceu a clássica fotografia de Albert Einstein com a língua para fora, uma imagem da rosa de Hiroshima e também textos que contextualizaram os candidatos sobre o período e a relação entre o cientista e a bomba atômica. A partir disso, o estudante teria de criar um texto dissertativo, se colocando na posição de Einstein. “O que realmente importa aqui é a argumentação e não o posicionamento escolhido pelo aluno”, afirma.

Confira a resolução completa da prova no site do cursinho Objetivo.

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Para Luís Ricardo Arruda, coordenador geral do Anglo Vestibulares, o vestibular da PUC-SP foi, de maneira geral, bom e adequado.”Existe uma limitação dada pelo próprio modelo, que oferece apenas cinco questões por disciplina, o que impossibilita o exame de ser muito abrangente”, afirma. Ainda assim, o coordenador elogiou a elaboração das questões sem falhas de enunciado e também a impressão colorida do material. “Sem dúvida alguma, ter em mãos gráficos e mapas coloridos, facilita a vida dos bons alunos”, diz.

O grande problema, a seu ver, resume-se à prova de química. Segundo Arruda, todas as cinco questões apresentadas abordaram o que há de mais difícil dentro de toda a programação. “Certamente a maioria dos alunos de humanas não conseguiram responder a essas questões”, afirma. De acordo com o coordenador, elas exigiram conteúdos muito específicos, de conhecimento apenas de quem realmente se dedica à área. “Uma das questões, por exemplo, tratou de energia reticular”, diz. “Os alunos de humanas que acertaram uma questão como essa, provavelmente chutaram, pois este é um conteúdo do qual grande parte sequer deve saber do que se trata”, afirma.

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Entre os quase 20,4 mil inscritos, 1.279 candidatos não compareceram neste domingo, 2, ao vestibular unificado da PUC-SP – uma abstenção de 6,27%. Os estudantes concorrem a 6.235 vagas distribuídas entre PUC-SP e outras instituições que adotam o exame da universidade como critério de seleção. São elas a Faculdade de Medicina de Marília (Famema), a Faculdade de Direito de São Bernardo do Campo (FDSBC), a Faculdade de Enfermagem do Hospital Israelita Albert Einstein (Fehiae), a Faculdade Santa Marcelina (FASM) e as Faculdades Integradas Rio Branco (FRB).

Cerca de 20 estudantes foram barrados na entrada do câmpus de Perdizes, zona oeste da capital – principal local de prova do vestibular organizado pela PUC-SP. O fechamento dos portões estava previsto para as 13h45 e o início da prova ocorreria às 14 horas. Nesse intervalo, alguns estudantes chegaram e ficaram para o lado de fora. Foi o caso de Marcela Santarelli, de 18 anos, que tenta uma vaga em Medicina. A estudante desesperou-se, tentou forçar a sua entrada e, quando viu que não conseguiria, sentou-se no chão e começou a chorar. Instantes depois a jovem foi informada de que o portão reabriria 14 horas para os atrasados que já se encontravam no local. A prática, de fechamento e reabertura dos portões, já é comum no exame da universidade.

Marcela e outros estudantes alegaram ter recebido informação incorreta na confirmação da prova. O local do exame estava indicado como “Campus PUC (Monte Alegre)” e o endereço, como Rua Ministro Godói. Alguns jovens, no entanto, se confundiram e dirigiram-se até a rua Monte Alegre, sede administrativa da universidade. Outros jovens também alegaram que não tinham seus nomes na relação de candidatos que prestariam o vestibular naquela unidade. Ana Maria Domingues Zilocchi, coordenadora geral da Coordenadoria de Vestibulares e Concursos da PUC-SP foi procurada pela reportagem para comentar o caso mas, por conta do exame, não pode falar.

O exame aconteceu em meio a uma crise institucional da universidade, desencadeada pela nomeação da professora Anna Cintra como nova reitora da PUC-SP. Atualmente, alunos e professores estão em greve. Apesar do momento conturbado, o exame aconteceu sem qualquer intervenção.

Cerca de 10 alunos da PUC-SP abordaram os vestibulandos na saída e entregaram a eles adesivos com a inscrição “Greve geral” e contaram um pouco da origem do momento conflituoso da instituição. “É muito importante conversarmos com os nossos possíveis futuros bixos, para que eles saibam o que está se passando aqui”, diz Gabriela Freitas, aluna de Psicologia. “O mais preocupante foi perceber que muitos deles sequer tinham ideia do que está se passando”, afirma. De acordo com Gabriela, o grupo dirigiu-se à universidade por volta das 17 horas, para uma mobilização silenciosa, sem gritos ou qualquer palavra de ordem. “Sabemos do nervosismo que é comum aos vestibulandos e não queremos, de modo algum, atrapalhá-los”

O gabarito será divulgado nesta segunda-feira, às 14 horas, no site da instituição. Os resultados serão divulgados no dia 18 de dezembro e os convocados terão entre os dias 19 e 20 de dezembro para efetuar a matrícula.

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Cerca de 20 estudantes foram barrados na entrada do câmpus de Perdizes da PUC-SP, zona oeste da capital – principal local de prova do vestibular organizado pela universidade. O fechamento dos portões estava previsto para às 13h45 e o início da prova, às 14 horas apenas. Nesse intervalo, alguns estudantes chegaram e ficaram para o lado de fora. Foi o caso de Marcela Santarelli, de 18 anos, que tenta uma vaga em Medicina.

A estudante desesperou-se, tentou forçar a sua entrada e, quando viu que não conseguiria, sentou-se no chão e começou a chorar. Instantes depois a jovem foi informada de que o portão reabriria 14 horas para os atrasados que já se encontravam no local.

Marcela e outros estudantes alegavam ter recebido informação incorreta na confirmação da prova. O local do exame estava indicado como “Campus PUC (Monte Alegre)” e o endereço, como Rua Ministro Godói. Alguns jovens, no entanto, confundiram-se e dirigiram-se até a rua   Monte Alegre, sede administrativa da universidade.  Outros jovens alegaram ainda que não tinham seus nomes na relação de candidatos que prestariam o vestibular naquela unidade. Ana Maria Domingues Zilocchi, coordenadora geral da Coordenadoria de Vestibulares e Concursos da PUC-SP foi procurada pela reportagem para comentar o caso mas, por conta do exame, não pode falar.

 

 

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