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Ponto Edu

A Aliança Russa de Ensino Superior encerra nesta quarta-feira, 30, as inscrições de candidatos interessados em cursar Medicina na Universidade Médica Estatal de Kursk. São 20 vagas abertas para estudantes que concluíram ou estão para concluir o ensino médio e planejam estudar no exterior. A universidade fica a cerca de 500 quilômetros da capital, Moscou.

O curso de Medicina é ministrado em inglês. Logo, para esta turma, somente alunos com mais de 3 anos de estudos no idioma serão selecionados. Os escolhidos embarcarão em março de 2012.

Em média, cada estudante desembolsa aproximadamente R$ 7 mil por ano em despesas entre curso e moradia. A duração do curso é de seis anos e o aluno tem direito a seguro médico, tutoria acadêmica e moradia universitária.

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A Aliança Russa é representante oficial das principais universidades russas no Brasil desde 2005. Seu trabalho consiste na seleção dos candidatos, no processo de orientação da faculdade, na obtenção da documentação necessária para permanência legal do estudante na Rússia, na obtenção da vaga e inscrição na universidade e na assessoria durante a viagem até a chegada do estudante ao seu local de destino.

O candidato interessado em estudar na Rússia passa por um processo seletivo avaliado pela universidade de sua escolha e administrado pela Aliança Russa, que inclui reunião com os pais, análise de histórico escolar e currículo, para garantir que o aluno se encaixe no perfil da faculdade.

Serviço:

Aliança Russa de Ensino Superior
Av. Antônio de Souza Noschese, 373
Parque Continental – São Paulo – SP
Tels: (11) 3854-2513 / 3854-2514 / 3854-2515

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A ‘Reação’, única das cinco chapas que concorrem ao DCE da USP favorável à PM no câmpus, divulgou agora há pouco nota sobre o incidente na Faculdade de Letras, ocorrido na manhã desta segunda. Leia a íntegra:

“Desde o início da atual greve que invade a USP, a Chapa Reação vem denunciando os atos abusivos do Comando de Greve e seus CAs aliados. Na manhã de hoje, 28 de novembro, mais uma vez os estudantes que se recusaram a aderir à greve testemunharam um ato deprimente.

Durante a realização de uma prova de Linguística, a sala de aula foi invadida por membros do Comando de Greve, que viraram a mesa do professor Marcelo Barra e o puseram contra a parede, em posição de ameaça física. Como resultado, a aplicação de prova de todas as outras turmas de Linguística foi cancelada.

Ainda da forma mais cínica possível, o CAELL (Centro Acadêmico da Letras, do PSTU) se pronunciou através de membros da sua gestão alegando que “não puderam controlar” o agressor. Esta suposta falta de controle não é vista em assembleias e piquetes, quando orquestram uma administração de recursos humanos extremamente eficiente, fazendo uma franca minoria abusiva conseguir impedir que a maioria adentre um prédio para ter aula ou que se expresse oralmente sem medo de coação. Também lembramos que este Centro Acadêmico serviu como um dos sustentáculos para o GOLPE das eleições do DCE e da exclusão do CAVC-FEA da Comissão Interina do DCE, como denunciado anteriormente.

Neste momento está clara a situação de alguns cursos da USP, mais notavelmente da FFLCH, que são reféns dos setores extremistas do movimento estudantil que mantém controle dos corpos discentes e docentes, através das táticas mais fascistas existentes”.

O Estadão.edu ligou agora há pouco para uma representante do Caell, mas foi direcionado à caixa de mensagens.

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* Por Cedê Silva, especial para o Estadão.edu

Um vídeo publicado no YouTube mostra parte de uma discussão ocorrida na manhã deste segunda-feira na Faculdade de Letras na USP. Segundo a descrição do vídeo, publicada pela conta ‘bis1789′, “um rapaz fora de si invade sala de aula durante prova, causando danos à porta e então virando a mesa do professor no chão”. Porém, filmado do corredor, o vídeo de 21 segundos mostra apenas parte do bate-boca.

A Faculdade de Letras tem sido palco de vários conflitos entre alunos e manifestantes nas últimas semanas. No dia 8, cadeiraços bloquearam corredores e não houve nenhuma aula. Uma estudante disse que “parece que estão criando uma guera civil“. No dia 10 de novembro, uma manifestação que bloqueava a entrada da Letras foi rompida por estudantes que pediam aula, como mostra um vídeo.

Na quarta-feira passada, dia 23, a soma dos votos de duas assembleias – uma de manhã e outra à noite – decidiu por uma greve estudantil. Vários professores já tomaram medidas nesse sentido. Uns substituíram a prova final por um trabalho, e outros anunciaram que os alunos poderão entregar as tarefas por e-mail.

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* Por Cedê Silva, especial para o Estadão.edu

O coordenador do cursinho Etapa, Edmilson Motta, acredita que o aumento no número de inscritos registrado este ano na Fuvest – especialmente em cursos como Engenharia Civil (São Carlos) e Medicina, pode diminuir o número de aprovados para a segunda fase. “Isso porque, quando se tem um grande número de interessados, normalmente eles não são tão competitivos, o que pode fazer com que a média geral baixe e só passem os melhores”, diz.

A partir deste ano, a Fuvest não seleciona mais um número fixo de três candidatos por vaga para a segunda etapa. Serão convocados de 2 a 3 alunos, de acordo com a média de desempenho geral em cada curso. Se a média for igual ou maior a 60, chamam-se 3 por vaga; se menor ou igual a 30, 2 por vaga; e se ficar entre 30 e 60, um número entre 2 e 3, proporcional à média. Um grande número de candidatos de baixo desempenho pode puxar a média para abaixo de 60, de modo que menos candidatos passem para a 2ª fase.

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O professor de língua portuguesa do cursinho Objetivo, Nelson Dutra, gostou bastante das questões de português da primeira fase da Fuvest. “A prova manteve o perfil e o nível dos anos anteriores, foi muito bem feita”, relata. Dentre todas as questões de português, apenas 2 não apresentavam textos para serem interpretados. “Dessa vez não caiu , por exemplo, questões de gramática no sentido de decoreba”, comemorou o professor.

Além da exigência de interpretações mais profundas, a prova exigiu que os alunos relacionassem os conteúdos ali explicitados com as demais disciplinas do conteúdo pragramático. “Foram duas as questões que exigiam a ligação do Cortiço com outras matérias: uma delas colocava o fator geográfico em pauta, apontando para o Rio de Janeiro, enquanto outra trazia uma relação do livro com a escravidão”, declarou Dutra.

O professor acredita que a próxima fase da Fuvest manterá o mesmo perfil deste exame, mas com um nível mais alto de dificuldade.

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O coordenador do cursinho Anglo, Luis Arruda de Andrade, avalia que a prova da primeira fase da Fuvest foi de nível médio. Segundo ele, as disciplinas que mais exigiram dos vestibulando foram física e literatura. “As questõe de Física envolveram situações incomuns para os alunos. Já as de literatura apresentaram interdisciplinaridade, o que sempre representa uma dificuldade a mais”, disse.

Arruda também elogiou a disposição das questões que envolvem diversas disciplinas. “Antes, as interdisciplinares vinham no começo e, neste ano, foram para o meio do exame. Eu vejo isso como uma evolução”, afirmou. “De maneira geral, a prova foi bem feita.”

De acordo com o professor de matemática do cursinho, Glenn Van Amson, uma das questões da disciplina não tinha resposta correta. “A pergunta 62 da prova V falava de um polígono convexo com ângulo de 180º, o que não existe”. Para Amson, o erro deve ter atrapalhado os candidatos. “Você está num velocidade na prova e, de repente, se depara com problemas em uma conta relativamente simples. Acha que errou. Com isso, você acaba perdendo a auto-confiança.”

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* Por Cedê Silva, especial para o Estadão.edu

O coordenador do cursinho Etapa, Edmilson Motta, consultou os professores e afirma que a prova de física foi a mais difícil da Fuvest este ano, a de história a mais fácil, e as interdisciplinares praticamente sumiram.

“Os alunos devem reclamar bastante da prova de física”, disse. “A prova está com uma cara antiga, de meados dos anos 90. Nessa época não se contextualizava tanto nem havia mistura com outras disciplinas. Essa prova de física tem uma preocupação com conceitos, mas de forma mais elaborada. Até mesmo a questão da geladeira, apesar da cara moderna, exige mais que o normal”.

Já o professor Rogério Forastieri, que fez todas as provas da Fuvest, disse que foi “a prova de história mais facil da história da Fuvest”. Numa distribuição muito pouco usual, cobrou 7 questões de Brasil e 1 de pré-história.

As questões interdisciplinares praticamente desapareceram. “Mesmo na questão de Floresta Amazônica na parte de geografia”, diz Edmilson, ” a geografia é só um tempero – na verdade, é uma questão de biologia”.

O coordenador vê um problema na questão V-62, de matemática: a premissa é um polígono convexo de 6 lados, com um ângulo de 180 graus. “Não dá para esse polígono ter 6 lados nem ser convexo”, lembra. “O candidato mais cuidadoso ficou incomodado com essa questão; o menos CDF fez sem perceber. Mas há uma resposta”.

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Comparando com Enem, Unesp e Unicamp, o vocabulário da Fuvest é mais rebuscado, ao menos na prova de história, diz Célio Tasinafo, coordenador do cursinho Oficina do Estudante, de Campinas.

“Uma diferença importante em relação ao ano passado é que as questões interdisciplinares vieram diluídas, e não concentradas no começo da prova”, comentou Tasinafo. “Também estavam mais acessíveis que as de 2010, que eram mais exigentes. Foram mais fáceis essas questões que juntaram bandeirantes e biomas, colonização com lingua portuguesa, e a sobre efeito estuda que podia ser respondida por química ou biologia”.

Para o coordenador, “física e matematica serão as que os alunos vão achar mais difíceis, como é a tradição”. Elas exigem muitos cálculos: física pediu contas em  8 das 10 questões. Houve predomínico de mecânica sobre as outras disciplinas da física.

Outra mudança em relação a 2010 foi em história: “desta vez predominou Brasil e não história geral, mas nada muito difícil. E geografia pediu mais atualidades, apesar de não ter caído o Censo”.

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A prova da primeira fase da Fuvest teve índice de 9,95% de abstenção. Dos 146.892 candidatos, estiveram ausente 14.621, correspondendo a 9,95% de faltantes. No vestibular passado, esse índice foi de 7,79%.

De acordo com a assessoria de imprensa da fundação, a prova foi aplicada sem nenhum incidente.

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* Por Renê Moreira, especial para o Estadão.edu

RIBEIRÃO PRETO – Muitos não escondiam o abatimento, enquanto alguns poucos comemoravam o desempenho no vestibular – a prova foi considerada difícil para boa parte dos candidatos em Ribeirão Preto. Derik Vinícius Batista, de 17 anos, realizou o teste pela primeira vez e achou bem complicado. “Foi bem mais difícil do que eu esperava”, contou na saída, após tentar uma vaga em Ciências da Computação.

Residente de Taquaral, na região de Ribeirão, ele saiu quase ao mesmo tempo que seu conterrâneo Leonardo Henrique da Silva, que disputa um espaço no curso de Administração. “Nossa, foi muito tenso, é muito difícil mesmo”, disse o garoto que também é marinheiro de primeira viagem na Fuvest.

Eduardo Bueno, de 16 anos, disputou como treineiro o curso de Medicina e considerou a prova de matemática difícil, mas a de geografia fácil. Morador de Ribeirão Preto, ele acha que em 2012 estará bem melhor preparado após a experiência deste ano. Já Lívia Fernandes saiu de Passos (MG) e foi a Ribeirão prestar o vestibular para Medicina. Ao contrário da maioria, ela achou o exame fácil. “No ano passado estava bem mais complicado”.

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