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Quem faz

Gláucia Leal. Jornalista, psicóloga clínica e psicanalista. Foi repórter do Estadão e hoje é editora-chefe da revista Mente e Cérebro, vinculada ao grupo Scientific American Internacional.
quarta-feira 01/10/14 14:41

Quando a “mania” vira doença

O limite entre os hábitos sem grandes consequências e a compulsão – de limpar, contar, colecionar ou mesmo evitar determinadas situações – pode ser bastante tênue e nem sempre claramente perceptível. Em suas manifestações mais graves, o transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), que atinge mais 3 milhões no Brasil, impede as pessoas de levar uma vida saudável e produtiva. Embora existam tratamentos, a vergonha de pedir ajuda pode condenar muita gente a uma vida de sofrimento e exclusão

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terça-feira 23/09/14 14:45

O dia em que Freud não morreu

Passados 75 anos da morte do criador da psicanálise, suas ideias ainda influenciam profundamente as maneiras de pensar e entender o mundo – mesmo que nem sempre seja possível perceber isso de forma consciente. Pode-se concordar ou discordar dele e até mesmo odiá-lo. Mas é impossível a qualquer pessoa bem informada permanecer indiferente à sua obra

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sexta-feira 05/09/14 13:54

Por que o ciúme nos deixa cegos (de verdade)

O “monstro de olhos verdes” faz a ansiedade aumentar, provoca sintomas físicos como aceleração dos batimentos cardíacos e uma espécie de cegueira induzida pela emoção, capaz de afetar tanto nossa percepção quanto a forma como registramos fatos na memória. E interfere não apenas no que vemos, mas no julgamento que fazemos dos fatos

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segunda-feira 01/09/14 16:57

Mais bonitos, mais jovens, mais interessantes. E de preferência para sempre

Na ânsia de aplacar carências antigas, das quais em geral sequer sabemos claramente a origem, muitas vezes buscamos modelos que acreditamos ser capazes de nos proteger do sofrimento. O problema é que, não raro, essa busca nos afasta de quem realmente somos e costuma trazer ainda mais angústia

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sexta-feira 22/08/14 17:54

Quem você vai ser daqui a pouco?

"Sobre a transitoriedade", um texto de Freud pouco estudado, aborda o tema da impermanência, algo que a princípio pode se mostrar incômodo, já que tudo invariavelmente se desvanece e se transforma tocado pela ação do tempo. Sob outra óptica, porém, podemos nos dar conta de que nada do que vivenciamos (por pior ou melhor que seja) é para sempre, o que nos ajuda a valorizar cada momento

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segunda-feira 18/08/14 14:48

Quer manter a concentração? Tenha um bicho fofo por perto

Muita gente concorda: ter animais de estimação por perto faz bem. A interação e o cuidado costumam despertar a afetividade, a empatia e contribuem para o resgate da capacidade lúdica. Nos últimos anos, porém, vários estudos têm oferecido respaldo para a constatação de que os efeitos positivos dessa proximidade entre raças vão ainda mais longe

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sexta-feira 08/08/14 18:36

Sensação de não ter escolha aumenta efeitos negativos do estresse

Não há como fugir dele. O estresse já se incorporou ao cotidiano da maioria das pessoas, em especial nas grandes cidades. E, embora tenha se tornado nos últimos anos sinônimo de irritação, frustração e problemas a serem resolvidos, não é, por si só, necessariamente ruim. Pelo contrário: se hoje estamos aqui é porque, em momentos

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quinta-feira 31/07/14 16:45

Cães sentem cheiro de câncer (ou… um cãozinho ainda pode salvar sua vida)

Cachorros em geral são fofos, inteligentes, sensíveis, companheiros. Só isso já é suficientemente bom – mas pode ficar melhor ainda. Nos últimos anos, muitos estudos mostraram que tê-los por perto contribui para diminuir o estresse e ajuda pessoas doentes a enfrentar tratamentos desconfortáveis e dolorosos. Mais recentemente, outra habilidade canina tem chamado atenção de cientistas:

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quinta-feira 24/07/14 16:10

Em busca da cura da depressão

As estimativas variam. Mas sem nos deixarmos seduzir pelo exagero, é muito provável que pelo menos um em cada dez de nós enfrente a depressão em algum momento da vida. Os sintomas são cruéis: incluem perda de interesse na vida, insônia, impotência, exaustão crônica e até mesmo aumento do risco de doenças, como cardiopatias. A

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