De dentro do furacão, tudo parece parado
- 7 de fevereiro de 2010|
- 17h37|
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O processo vem em ondas como o mar. A última onda quebrou sobre nossas cabeças faz uns dez anos, quando os sistemas de busca assumiram o controle da internet, Google à frente.
Mas duas mudanças estão vindo.
A primeira tem a ver com como nos informamos. Facebook de um lado, Twitter do outro. O Facebook se esforça muito para virar o novo Twitter. O Twitter não chega a ser um Facebook. São bichos distintos. No primeiro, criamos redes de amigos. “O que aquela moça que conheci anda fazendo hoje?” Pelo segundo é possível acompanhar as leituras das pessoas que respeitamos. Parecidos, porém distintos.
Na última onda da rede, a maneira de encontrar informação passou a ser via sites de buscas. Agora, começa a ser pela recomendação de gente com quem convivemos nas redes sociais, amigos ou não.
A segunda mudança é uma disputa pelo futuro da internet.
A rede de hoje parece fixa por um cabo ou por um wi-fi limitado pela distância do roteador. Quando comecei como jornalista, telefone era assim também. A um fio de distância ou à distância do sem-fio. Em apenas três anos saímos do mundo em que uma linha custava dois mil dólares e passamos ao universo no qual o pedreiro tem celular. Se wifi parece complexo hoje, em dois ou três anos todo mundo terá 3G. A internet ficará móvel.
Na coluna que sairá no Estado amanhã, falo sobre como a Microsoft ainda tem algum poder neste jogo. Mas quem está na disputa mesmo são Apple e Google. Impossível dizer quem vencerá, mas cada um tem visões um bocado distintas de como será a internet móvel. Ao Google interessam os padrões abertos. Há vantagens: sai mais barato para o consumidor, por exemplo. E, em um sistema aberto, novos softwares podem ser criados a toda hora por quem tiver vontade. Criatividade na internet, até hoje, dependeu disso. Um padrão fechado como o proposto pela Apple é mais seguro. Quando toda telefonia estiver integrada à internet, vamos querer estar sujeitos a vírus? A cavalos de tróia que assumem o comando de nossos celulares sem que sequer percebamos? Isto já acontece com computadores.
Tudo parece calmo, mas a rede está mudando intensamente neste exato momento.
Um rascunho deste post foi publicado anteriormente por engano.
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07/02/2010 - 18:17 Enviado por: maria thereza amaral
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Adorei o título, traduz muito do que está acontecendo e de como sentimos o que está acontecendo.
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07/02/2010 - 18:52 Enviado por: fê rodrigues
e eu acredito tb que os e-readers vão cair na obsolescência… é muita parafernália pra comprar.os livros estarão on-line.
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é muita parafernália pra comprar (aparelhos, cabos) e downloads aqui pra passar pra ali… -
07/02/2010 - 20:02 Enviado por: Proftel
Não, Pedro Doria, esquece esse negócio de “3G”, não funciona direito.
É lento, instável e inseguro (além de caro, por enquanto).
Vou te dar um exemplo:
No outro prédio onde trabalhava umas três pessoas utilizavam “3G” nos notebooks, mudamos de prédio e há uma praça na frente com algumas árvores nativas e uns dois eucaliptos (coisas de vinte cinco a trinta metros) barrando a visada da torre de celular.
Resultado: esse pessoal sifu, hoje utilizam a rede cabeada do trampo muito a contragosto.
Posso citar mais uma pá de exemplos práticos.
Outra coisa, aquele velho ditado polaco: “quem sabe de onde vem sabe muito bem pra onde vai….” serve prô Twitter e Facebook, são “filhos” do “Orkut”, a evolução (na utilização) desses troços será a mesma, pode crer.
Um dia o povo se enche, aparece coisa nova mais elitizada e pronto, Twitter e Facebbok irão prô saco como o Orkut foi (ou está indo).
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07/02/2010 - 20:15 Enviado por: Pedro Doria
Certo, Proftel. A internet não será móvel e o 3G, seguido de outras tecnologias futuras, não se popularizará.
O deslumbrado aqui é que compra qualquer coisa que me digam.
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07/02/2010 - 20:11 Enviado por: Proftel
Por falar em “rede”, vislumbro no futuro cabeamento óptico, coisa pra uns vinte anos.
O “smog eletrônico” da telefonia celular ainda dará o que falar, podem crer (quem não souber o que é “smog” que “google” pra saber, nesse espaço aqui não se pode fugir do tema senão o dono da casa bloqueia.
Tecnologia é isso, é na prática que se utiliza e vê se funciona ou não, comigo não tem essa de ficar deslumbrado a cada propaganda de produto novo.
Há que se testar e conferir antes de divulgar.
E digo prôceis, o futuro está na fibra óptica (coisa segura, estável e confiável).
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07/02/2010 - 20:16 Enviado por: Pedro Doria
Opa! O futuro é internet a cabo! Quem diria…
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07/02/2010 - 20:34 Enviado por: Proftel
Uai, na página principal aparece que há “seis” comentários, abro aqui e há quatro!
Jabá de comentário é o fim da picada né?
hehe
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07/02/2010 - 20:55 Enviado por: Chesterton
Já que o assunto é internet, não vi comentário na imprensa brasileira do poder dos internautas em desmascarar a fraude do Aquecimento Global Antropogênico. Sinceramente, acredito que se não fosse pela internet essa papagaiada continuaria até quebrar o bolso de contribuines do hemisfério norte.
http://pajamasmedia.com/rogerlsimon/2010/02/07/climategate-part-ii-help-us-follow-the-money/
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07/02/2010 - 20:58 Enviado por: Chesterton
Não Proftel, 4 comentarios de alienigenas e mais 2 do dono do pedaço.
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07/02/2010 - 21:21 Enviado por: Proftel
Sim, PD, cabo óptico (fibra óptica), um fio de cabelo dentro d’um cabo da espessura d’um cabo de tv (parabólica comum, tv a cabo é mais grosso).
Um cabo desses de fibra óptica leva a mesma conexão e carga que três cabos de fios paralelos de telefonia (cada um com uma polegada e trezentos pares).
Legal né?
Há mais, o Brasil está se interligando com fibra óptica faz tempo…
A Av. Paulista e boa parte do centro já está cabeada, a Berrini também, aqui onde moro desde semana passada já estou com 10Mega de conexão em casa, o cabeamento óptico passa na avenida a duas quadras d’onde estou morando agora, em Goiânia já se consegue 32Mega de conexão em alguns bairros, o futuro começa aqui no Centro-Oeste, por incrível que pareça.
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07/02/2010 - 21:34 Enviado por: Pedro Doria
Proftel, eu sei o que é cabo de fibra ótica e quais suas vantagens.
Mas se você for bater na porta das empresas de telecomunicação, elas vão te falar das desvantagens. É caro. Cabear a Berrini compensa – vai ter muito cliente lá. Mas o Brasil é muito grande. E tem o problema da última milha. Vc põe a estrutura toda… e depois tem que pagar uma segunda fortuna para levar o cabo a cada apartamento, casa e escritório. As empresas de telecom não vão gastar esse dinheiro todo. Sabe por quê? Porque a estrutura via celular é mais barata de ser erguida. Foi o mesmo problema com a telefonia fixa vs. celular e a solução será igual.
Agora, por favor, pode discordar à vontade. É seu direito. Mas não sou eu quem estou dizendo. É a Telefónica, a Oi, a BRT… Vai lá e convence eles a fazer o investimento em cabo ótico.
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07/02/2010 - 22:03 Enviado por: Proftel
Chest:
Interessante que estou vendo no computador da patroa a resposta do PD falando que sabe o que é fibra óptica e discernindo sobre as operadoras de celular.
No meu aqui nem fechando e abrindo a página aparece esse comentário dele.
:-/
será que tô no post errado?
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07/02/2010 - 22:10 Enviado por: Proftel
PD, nem me fale da “Telefônica” (pra mim, “Tele-afônica” – do mesmo modo que o Leporace falava da “Companhia Municipal de Tragédias Comuns” (CMTC) – esses espanhóis são um câncro em São Paulo.
As outras são pobretonas mesmo, não querem saber de qualidade.
Isso custará caro no longo prazo, pode crer, é como não investir em ferrovias, são opostos muito próximos.
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07/02/2010 - 22:18 Enviado por: Colafina
Olá, Prof, tudo bem?
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Faz tempo que vc não aparece, dê um pulo LÁ só para dizer que está vivo, pelo menos!
Um abraço, prá Tia e prá Duda também!
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07/02/2010 - 22:22 Enviado por: Tia
Essa conversa me lembrou o filme “Independece Day” onde quem salva o mundo é o bom e velho código Morse. Existe o óbvio e o que vai além…
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08/02/2010 - 09:27 Enviado por: bitt
Por sinal,
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proftel, tudo bem aí nas colorências goianas? :c) -
08/02/2010 - 09:52 Enviado por: bitt
Ultimamente tenho preferido ler sem comentar, mas, ao q parece, o PD foi contaminado pela doença dos jornalistas: a arrogância – vide o modo com que responde aos comentários do amigo prof. Que, por sinal, usando a internet com inteligência, parece estar bastante bem informado. Valeu, prof, em torno do comentário sobre o smog eletrônico. De fato, vai dar o q falar, se essas empresas estiverem dispostas a falar sobre problemas futuros – e não estão. Agora, por favor, PD, parafraseando seu texto, pode discordar à vontade. É seu direito. Mas, quanto às redes wi-fi, 3G, etc, não sou eu quem estou dizendo. É a turma do Pentágono e da NATO, que usam redes de fibra ótica e até de cabos de cobre, visto que não podem brincar com comunicações militares. Se essas redes sem-fio fossem seguras, suponho q eles recorreriam aos equivalentes “Telefónicos”, “Oizicos” e a “BRTicos” de lá.… Vai lá e convence os milicos “cabeça de prego” a fazer o investimento em wi-fi. Essa coisa toda de q vc fala segue a tendência à autofagia do mercado, na atualidade. (não sou eu quem estou dizendo. É o respeitável Manuel Castells). O sistema de redes telefônicas convencionais levou 80 anos para se consolidar e expandir sobre uma base física que mudou mto pouco ao longo desse tempo. Pode-se até contra-argumentar que não existia tecnologia. Besteira. Logo depois da 2ª GM, discutiu-se muito a possibilidade de redes telefônicas baseadas em rádio e micro-ondas, tecnologias q tinham se expandido mto durante a guerra. Todo mundo deve lembrar daqueles telefones de carro q faziam a gente babar, vendo filmes americanos de detetive. Elas não se expandiram porq as mega-empresas de então concluíram q ficaria mto caro substituir os terminais locais de comutação. Concordo q mudanças ocorrem, mas acontecem em ciclos que estão ligados à dinâmica das gdes empresas, e essa dinâmica mudou, no momento em q (acho q nos anos 1970) a justiça dos EUA obrigou empresas de telecomunicações a se dividirem, abriu espaço para uma concorrência selvagem cujos benefícios para usuários e consumidores ainda estão por avaliar.
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08/02/2010 - 19:15 Enviado por: Pedro Doria
Prezado bitt, tenho o maior respeito por você. Mesmo.
Sinto muito que você tenha interpretado como arrogância. Estou aturando provocações do proftel desde que o blog nasceu. Tenho a maior paciência, cara, e os velhos leitores sabem disso. Só que tenho limites.
Quanto à questão wifi vs 3G vs fibra ótica, não vamos comparar laranjas com bananas. Uma coisa são as necessidades de segurança do Pentágono, que segue obviamente critérios próprios, particularmente rigorosos e não exatamente típicos dos critérios do mercado geral. Internet pelo ar é insegura? Sim. Insegura porém conveniente e mais barata. E é nisso que a indústria está investindo aqui, na África, na Índia, na China, na Europa, nos EUA.
Não adianta brigar comigo por causa disso.
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08/02/2010 - 11:11 Enviado por: Jåµë§
:: Sob certa ótica, os que são contrários ao 3G estão corretos, mas apenas sobre o 3G no Brasil. É muito difícil falar sobre tecnologia aplicada por aqui quando suas fundações e cobrança são mal construídas. Não conheço uma pessoa que não reclame absurdos do uso do 3G em seus laptops (sim , eu acho “notebook” uma palavra feia);
–x–
Contudo, o futuro da internet pessoal é móvel e não há retorno, você está coberto de razão aí. 50% dos meus acessos pessoais diários são feitos do meu smartphone. Há dias em que nem ligo o Vaio porque para navegar, acessar o twitter, postar nos blogs e entrar nas redes sociais o meu Touch já faz rápido e direito.
Outro fator importante, é o tipo de acesso favorito dos mais novos que não querem ficar presos a cabos e querem postar e ler suas coisas da rua, subir fotos com os amigos na mesma hora pro Flickr, etc. O futuro é de quem usa e não de quem teoriza.
Ah… sim, sou eu quem está dizendo.
–x–
E, sim, Pedro Doria, seu tom de resposta está uma oitava acima do apropriado. Eu sei que alguns comentários atravessam a tênue linha (para alguns) da opinião e da afronta mas ignore ou deixe sem resposta (faça como eu!), não ceda ao lado afro-descendente da força.
–x–
Salve, Bitt!
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08/02/2010 - 12:01 Enviado por: Chesterton
olha, Proftel, vou contar uma experiencia com internet a radio . Todo dia 6 da tarde a porquera caía. Chamei o cara que revisava o transmissor, culpava a queda de tensão, enfim, mistério. Até que falei a ele: tem alguem sabotando. Macaco velho, foi dar uma olhada no meu cabeamento.
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Não é que minha assistente fechava a porta mordendo o cabo? Eu tin ha razão, alguem estava sabotando, mas era sabotagem interna sem querer.
CABO É UM PORRE!!! -
08/02/2010 - 12:03 Enviado por: Gustavo Amigo
Pedro Dório,
Esta afirmação de que sistemas fechados são mais seguros é um mito. Eu sei que é contra-intuitivo, mas sistemas abertos costumam ser mais seguros já que todos os mecanismos de seguranças são amplamente avaliados por pares e testados, ao contrário de sistemas fechados que são avaliados apenas internamente ou por consultorias. Há exceções, como projetos open-source que são pouco usados ou com um código de difícil revisão.
Alemdisso, a plataforma Android do Google não é tão aberta assim também, os fabricantes podem adicionar extensões fechadas ou fazer modificações sem a necessidade de abrir tais modificações. O próprio Google usa dessa tática.
[]‘s
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08/02/2010 - 19:32 Enviado por: Pedro Doria
Gustavo Amigo, você tem alguma razão.
Compare um browser fechado como o ie e um aberto como o Firefox e não tenho dúvidas de qual o mais seguro.
Não sei se o OS móvel da Apple é mais ou menos seguro do que o Android. Tenho certeza de que um bom hacker é capaz de derrubar um ou outro. Mas quando se permite a instalação de qualquer software, você abre um bocado as possibilidades de criar novas backdoors. Além da instabilidade que apps mal escritas pode trazer para o aparelho móvel…
De qualquer forma, perceba: não estou descartando o modelo Google, não. Eles e a Apple são as duas empresas mais criativas do Vale do Silício. Aliás, não à toa, os boards de ambas as empresas eram compostos por muitas das mesmas pessoas, de Eric Schmidt a Al Gore passando pelo guru do Vale Bill Campbell, mais importante na cultura de ambas as empresas do que seu nome desconhecido possa indicar.
É um embate e tanto.
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08/02/2010 - 12:04 Enviado por: Chesterton
Outra coisa, comprei um telefone fixo da TIM, não quero mais saber de telefone com assinatura aqui em casa.
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08/02/2010 - 19:57 Enviado por: surfando na jaca
Fazia um dia calorento e abafado na Applelândia. Irélio descansa num dos pilares da estação de metrô, ouvindo seu Ipod. O toque eletrônico de seu Iphone atravessara o ritmo de sua música predileta. Que será? Logo agora?
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-Querido, o Doria acabou de ligar para vc. conferir os dados da planilha antes da reunião. É urgente.
Ainda bem que nunca dera o seu número no trabalho. Sacou seu Ibook na plataforma, meio sem jeito, enquanto aguardava a composição. Sim, havia errado, mas só alguns segundos e estaria tudo certinho para aquela apresentação de dados.
Pronto, podia embarcar tranquilo, lendo o NYT no seu Ipad.
-Ei, moço! Vc. está esquecendo a sua mala de viagem!
Que susto, era com ele! Era a sua pasta de trabalho! -
08/02/2010 - 20:09 Enviado por: Erick
Eu já usei 3G no Brasil, EUA e Europa. No começo era meio lento e dava muito problema, mas melhorou muito. menos no Brasil, obviamente. E é satisfatório para uso pessoal ou Soho.
As linhas telefonicas levaram anos para se modernizar, ñ estranharia se acontecesse o mesmo com o 3G na terra de Clovis Bornai.
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09/02/2010 - 00:12 Enviado por: Gustavo Amigo
Pedro Doria,
Permita-me mais uma observação. O fato de permitir instalar qualquer programa ou apenas os da loja pouco tem a ver com licença sob a qual o Android é disponibilizado. Digo isto porque o Android oferecido no site da Google é livre, o que vem com o celular não. É parecido com a situação onde se tem Linux instalado em computadores de uma empresa, mas apenas o gestor da rede tem a senha de administrador. Neste caso, o Linux não é tão livre assim para os outros usuários desta rede. É parecido com isto o que os fabricantes que usam o Android estão fazendo, eles usam o Android, mas colocam algumas extensões proprietárias, modificam o Android original sem disponibilizar o código fonte modificado e não te dão o acesso de “administrador” do celular. Ou seja, em tese o usuário comum não pode fazer nada alem do permitido pelo fabricante com o celular. É como se o Android aberto existisse apenas virtualmente.
Alem desta questão técnica, vejo uma vantagem da Apple nesta corrida já que ela tem um loja virtual estruturada e que já vende muito, não é mais uma promessa, dá lucro. O Google terá que estruturar uma loja tão boa quanto e fazer ela dar lucro. Naipe para isso eles tem.
Abraço,
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10/02/2010 - 04:02 Enviado por: Ademir Oliveira
Acho que este assumption ‘padrao proprietário implica em maior segurança” não é valido. Qual é a maior fonte de furos de segurança? Windows e MS products, right?
A unica implicação óbvia da utilização de um padrão proprietário é que existirá uma (ou algumas) empresas para, digamos, te “atender”. Talvez maior QoS? Sim, talvez… (mas apenas talvez, certo?)
Em contra partida você fica a mercê destas empresas. I.e. reze para a Microsoft soltar o próximo patch de segurança antes do seu computador ser invadido pelo virus do momento. Ou espere a Apple oferecer alguma implementação que suporte multitask.
Por outro lado, a escolha de padrões abertos implica em _liberdade_. Você pode escolher quem vai te atender. Existem bons servicos (leia aplicativos) e maus serviços, você escolhe! Existem até opções de aplicativos pagos (se vc quer uma empresa para garantir QoS), mas como o padrão é aberto, o formato é aberto, o código é publico, você escolhe, você até modifica, você é livre. Você pode até mesmo fazer o seu próprio serviço (sua empresa!), certo?
Se a internet tem algum futuro melhor do que o que vemos hoje, na minha mera e humilde opiniao, ele está no mundo de padrões abertos e softwares livres… e isso não é só uma questão pessoal (“Eu escolho o que é melhor para mim”).
Imagine se ao invés de HTML, os donos dos sites da internet tivessem escolhido usar formato doc, por conveniencia apenas. Pensa no inferno que seria (não que HTML não tenha os seus próprios problemas
)!! Basicamente não teriamos muitas opções de browser a não ser o mal fadado IE. Imagine quao complexo seria fazer um aplicativo que precisasse interpretar uma página web e pegar o conteudo! Search engines seriam possiveis? Estariam elas no mesmo nível de evolução que temos hoje?A questão das soluções abertas é muito mais abrangente que uma gerra entre duas empresas.
Finalizando, se a implementação do Google é ou não a melhor que poderia existir (como apontou Gustavo Amigo), acho que é uma questão que vem depois de concordarmos que tem que ser aberto, certo?
aquele abraco
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10/02/2010 - 13:34 Enviado por: Hip hop, cães moderninhos, buscas otimizadas, Wii 2 | Link Estadão - Cultura Digital
[...] Doria se aprofunda em duas mudanças que já estão em curso: como nos informamos (Twitter ou Facebook?) e como acessamos a internet (o 3G está se [...]
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11/02/2010 - 23:12 Enviado por: Proftel
Bitt:
Somos velhos, já vimos muitas loucuras tecnológicas apresentadas como “salvação da pátria” que não deram certo.
No fundo é isso.
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18/02/2010 - 16:46 Enviado por: Jåµë§
:: Ó, PD:
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http://exectweets.com/2010/02/18/the-coming-mobile-data-explosion/ -
28/08/2010 - 07:45 Enviado por: O Momento Da Internet M | Curso de Internet Móvel
[...] aqui e [...]
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