Publiquei uma matéria hoje sobre a diferença no nível de cobrança dos candidatos à presidência nos Estados Unidos e aqui no Brasil. Reproduzo a versão ampliada, abaixo.
Depois de a candidata do PT à presidência, Dilma Rousseff, ser questionada em um debate sobre sua saúde, na semana passada, ela disse ter considerado a pergunta “um pouco deselegante”. No dia seguinte, acabou vazando para os jornais uma reportagem relatando que Dilma havia se submetido naquela noite a exames no Hospital Sírio-Libanês. Seus médicos divulgaram uma nota atestando que a saúde da candidata é “excelente”. Dilma foi diagnosticada com câncer linfático em abril do ano passado, teve um nódulo retirado e foi submetida a sessões de quimioterapia.
Nos Estados Unidos, o candidato republicano John McCain, que perdeu a eleição de 2008 para Barack Obama, viu-se forçado a abrir 1.173 páginas de histórico médico, de 2000 a 2008, para serem examinadas por jornalistas durante a campanha. McCain foi diagnosticado com câncer de pele (melanoma) em 2000 e teve tecidos do rosto e pescoço retirados.
A transparência em relação à saúde dos candidatos é apenas uma das áreas em que o nível de cobrança dos eleitores é bem maior nos Estados Unidos. Diferentemente do Brasil, lá os candidatos a cargos públicos são obrigados a prestar contas sobre suas biografias, seus rendimentos e de seus familiares, e histórico médico. Não há lei que obrigue os políticos a fazerem isso. Mas a pressão da opinião pública é tão forte, que eles são compelidos a divulgar dados, para se manterem competitivos na campanha.
Transparência com o passado dos candidatos também não tem sido o forte das eleições brasileiras. Nos Estados Unidos, o candidato republicano John McCain teve seu histórico de veterano da guerra do Vietnã dissecado nas eleições em que se candidatou. Em 2008, a Marinha divulgou todos os registros militares sobre a atuação de McCain. Ele ficou preso durante cinco anos e foi torturado por soldados vietnamitas – como sequela, não consegue levantar os braços nem para pentear o cabelo. Antes da divulgação da Marinha, McCain já tinha abordado sua atuação na guerra longamente em seu livro de memórias, Faith of My Fathers..
Ele era considerado herói de guerra e seus oponentes democratas relutavam em criticá-lo. Mas alguns opositores acusam McCain de ter cometido crimes de guerra por ter bombardeado alvos civis em Hanói nos anos 60.
Aqui a oposição também reluta em criticar a atuação de Dilma na resistência à ditadura militar e os três anos que ela passou na prisão, depois de participar de missões do VAR-Palmares (Vanguarda Armada Revolucionária – Palmares).
Não há transparência sobre a atuação de Dilma durante o período. Está trancado desde março, num cofre da presidência do Superior Tribunal Militar, todo o processo que levou a candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, à prisão durante a ditadura. O relatório foi retirado dos arquivos para evitar “uso político”.
No Brasil, onde vários políticos eleitos tiveram os mandatos interrompidos por estarem doentes, não existe uma exigência de os candidatos prestarem contas sobre sua saúde. O marechal Artur da Costa e Silva sofreu um AVC em 1969, quando estava no poder, levando o pais a um período de turbulência. Tancredo Neves adoeceu na véspera da posse e morreu 38 dias depois, de causas ainda não totalmente explicadas.
Segundo Fábio Wanderley Reis, professor emérito de ciência política da UFMG, a população brasileira ainda tem muito pouca informação política e por isso o nível de cobrança dos candidatos é baixo. “Como dizia o político Milton Campos, a opinião pública é apenas uma pequena parte do eleitorado”, diz. “A opinião pública são aqueles que participam, se manifestam, enquanto o eleitorado é o grosso dos que vão votar.”
Nos Estados Unidos, desde 1980, os candidatos autorizam seus médicos a divulgar seus históricos de saúde, embora isso não seja exigido por lei. George W. Bush divulgou todos os seus históricos e permitiu extensas entrevistas com seus médicos. Bush pai, Michael S. Dukakis, Bob Dole e John Kerry autorizaram entrevistas extensas com seus médicos e deram coletivas discutindo sua saúde. Já Bill Clinton só falou sobre sua saúde quando concorreu à reeleição.
Em maio de 2008, quase seis meses antes do dia da eleição, McCain reuniu um grupo de jornalistas e divulgou seu histórico médico, que é protegido por leis de proteção à privacidade. Depois, McCain realizou uma coletiva de imprensa só para falar sua saúde, por 45 minutos. A queixa, lá, foi que ele abriu os documentos apenas para 20 jornalistas (entre eles CNN, Washington post, Reuters e Associated Press) , que tiveram três horas para examinar o histórico e fazer anotações. A campanha só resolveu abrir o histórico médico de McCain depois de muita pressão de órgãos de imprensa.
Fernando Lattman-Weltman, professor de ciência política da FGV do Rio, destaca as diferenças culturais entre os dois países. E lembra que na França, por exemplo, o câncer do ex-presidente François Mitterrand não era tema de campanha, nem a segunda família que ele mantinha. “Brasil e Estados Unidos estão em estágios diferentes de amadurecimento democrático, as eleições só agora estão adquirindo uma competição real e mobilidade”, diz. “Mas dito isso, é importante ter na agenda a maior transparência e prestação de contas em várias áreas.”
A transparência sobre os rendimentos dos candidatos – e seus familiares – também é bem maior nos Estados Unidos. Na eleição de 2008, o republicano John McCain e os democratas Hillary Clinton e Barack Obama, tiveram de divulgar todos os seus rendimentos, de seus cônjuges e filhos dependentes. Aqui, não há registro de declaração de rendimentos da mulher de José Serra, Monica.
Já eleito, Obama divulga no site da Casa Branca, todo ano, uma declaração de todos os seus rendimentos e bens de quase 10 páginas. Ele declara até o cachorro Bo, que ganhou de presente do ex-senador Ted Kennedy, ao custo de US$ 1.600.
O nível de vigilância dos eleitores também é mais baixo quando se trata de flagrantes de atitudes destemperadas dos candidatos. George Allen, candidato à ao Senado pelo Estado americano de Virginia, perdeu uma reeleição fácil em 2006 depois de ser flagrado ofendendo uma pessoa em um vídeo postado no You Tube. Allen chamou de “macaca” um americano de origem indiana, que estava na plateia de um comício seu, filmando o evento para a campanha concorrente. O vídeo do episódio “macaca” fez Allen perder de seu concorrente democrata, Jim Webb, por 10 mil votos, depois de ter largado com ampla vantagem. Allen era dos mais cotados para ser o próximo candidato republicano à presidência, e a gafe acabou com suas chances.
No Brasil, o vídeo em que o governador do Rio, Sérgio Cabral, ofende um eleitor, não repercutiu em sua enorme margem de vantagem para a reeleição. Em um vídeo postado no site YouTube, Cabral, aparece, ao lado do presidente Lula, discutindo e xingando o jovem Leandro. Na gravação, o rapaz reclama do barulho que o Caveirão (veículo usado pela polícia do Rio) faz na sua rua. Cabral então pergunta: “E o tráfico?”. Leandro responde “na minha rua, não” e Cabral retruca, “não tem nego de metralhadora, não? Então deixa de ser otário, discurso de otário”. Em trecho adiante o governador diz ao menino: “Bota essa inteligência toda para estudar, ô sacana!”
Ora, lendo jornais como Estadão e Folha, todos ficamos sabendo que a Dilma é uma terrorista, que ela vai sucumbir logo logo ao linfoma, que ela usou armas pesadas contra o governo democrático militar, que ela participou em roubos de quase todas as agências bancárias existentes no país na época, que ela não passa de um poste camuflado de ser humano, que ela era muito malvada com outros ministros, que ela vai instaurar o chavismo no primeiro dia de posse, que ela passa noites em claro lendo declarações de imposto de renda de tucanos, etc. etc. etc.
Mais transparência que isso só mesmo se você quiser publicar algo que todos os “twiteiros” tucanos já sabem há tempos: que ela não passa de um homem travestido de mulher.
Repetindo, sei de tudo isso a respeito da Dilma graças à vocês da imprensa. Só falta agora eu receber mais informações transparentes a respeito do candidato Serra, que aliás não foi sequer mencionado nesse seu artigo….
A candidata Dilma Rousseff pode muito bem ser Presidente e seu câncer nunca mais voltar, a questao é outra. Nao se roga praga em cima de alguém que esteve doente, isso é típico de latino infeliz. No lugar de falarem sobre a saúde dela, podiam extrapolar e pensar no que uma mulher vai ter que suportar no cargo importante que assume, pelo simples fato de ser MULHER num país altamente machista e discriminador (sexista), povoado por uma gentinha que só sabe olhar detalhes que incomodam a vista, tipo o vestuário, o cabelo, se é sorridente e bem acompanhada (por homens,claro). O importante é saber se ela está preparada ou nao para o cargo que lhe espera. Tudo mais é assunto de revista de fofoca. E força e coragem para os que tiveram câncer.
responder este comentário denunciar abusoÉ uma grande besteira tentar comparar os pleitos.
Nada temos em comum com aquele povinho, além de que o sistema eleitoral deles é bastante controvertido; haja vista a eleição do Bush!
Este artigo serve somente para masagear o seu ego, pois pode mostrar as suas colegas: “Olha o que eu escrevi”..
É muito fraco, muito ruim…
O seu comentário a respeito do texto da jornalista está contaminado pelo momento eleitoral e pelas suas convicções políticas. Ou seja, sua análise daquilo que ela escreveu não vale muita coisa. É apenas um discurso partidário tentando desqualificar um texto de ótima qualidade e repleto de informações.
Com relação ao interesse dos eleitores americanos pela saúde dos candidatos a presidente, acredito que nós deveríamos copiar deles esse interesse pois aqui, tanto o candidato a vice da chapa de Serra, um inexperiente, quanto de Dilma, uma raposa velha, seriam péssimos para o Brasil caso precisem substituir os titulares.
responder este comentário denunciar abusoJosé Maria: a diferença básica é que nos Estados Unidos a maioria sabe ler…
responder este comentário denunciar abusoA jornalista oferece algumas informações que deveriam ser bem recebidos pelos leitores, refletidos e posteriormente sugeridos a sua implantação no Brasil, mas graças a pensamentos como o seu o Brasil avança um passo à frente e cinco para trás. Quando em TPM, procure evitar emitir comentários; coma chocolate ou então procure um analista.
responder este comentário denunciar abusoPois é! Assino embaixo. Aqui o povo é movido pelo coração ao inves da razão. As pessoas esquecem que o presidente é o representante do Pais, e que sua vida pessoal deixa de ser pessoal quando se concorre ha um cargo publico. Aqui no Brasil os candidatos não são colocados na parede, principalmente pela imprensa. Se algum candidato mente, aqui no brasil vira “versão”, “suposição”. A imprensa (por medo de patrulha), tem receio de chamar as coisas pelo nome. E nem quero culpar a imprensa, porque ela nada mais é do que reflexo da sociedade.
Quem sabe daqui uns 20 ou 30 anos não teremos o nivel de transparencia e pragmatismo de uma nacao desenvolvida…
Até parece sério comparar uma nação que vivem da rapinagem e distribue migalhas para uma classe média embalada com orgulhos de matar inocentes pelo mundo afora. Foi assim desde que desceram aqui no continente. Todo mundo meio ilustrado sabe que lá vigora a democracia do $$$. São dois sócios, com nomes diferentes, que se alternam na locupletagem. Nos poupe. Não é o mundo que é anti-americano. É o inverso: são contra o mundo. Basta ver que até no futebol jogam com as mãos, só pra contrariar. E acham que o resto, pra eles resto mesmo, está errado. Não ofendam nossa inteligência.
Nilton… Porque você não aprende a ler?
responder este comentário denunciar abusoÉ, moça, por isso que eles elegem ator pra presidente e pra governador. O nível de cobrança lá é maior mesmo. Tem que ter pelo menos uma indicação ao Oscar….
Tem uma coisa, nos EUA o salário do presidente é algo em torno de meio milhão de dolares por mês. Pr´a receber todo esse dinheiro os candidatos poderiam mostrar até as cuecas.
Aqui no Brasil, o salário do presidente é uns 12 mil por mês. Enquanto isso, o Neymar, um garoto de 18 anos, vai ganhar 500 mil por mês para jogar bola.
Depois os jornalistas ficam cutucando, para saber de onde o presidente arruma dinheiro para reformar sua casa.
O nosso país se chama Republica Federativa do Brasil, mas bem que poderia se chamar República Hipócrita do Brasil.
O país deveria pagar salário de jogador de futebol para o presidente da república e ser tão exigente com os nossos candidatos quanto são os eleitores dos Estados Unidos da América.
Laerte, Para que voce saiba, o salario de um presidente nos EUA eh de 400 mil dolares anuais. O vice presidente ganha um pouco mais de 220 mil. Um senador ganha um pouco mais de 170 mil dolares por ano. O dinheiro eles ganham mesmo apos o mandato, cobrando para fazer discursos, dar palestras e publicar livros. Desde que foi eleito, o Obama ja ganhou 5 milhoes vendendo livros.
responder este comentário denunciar abusoO Dia que o Lula ou o Serra jogarem bola como o Neymar o Santos paga 500 mil para eles.
responder este comentário denunciar abusoConcordo. Só que a imprensa é a principal resposável pela situação. Preferiu tomar partido sem assumir ficou difícil ter uma discussão HONESTA. Pelo seu artigo talvez exista luz no fim do seu túnel.
É decepcionante ler comentários com argumentos fracos depois de ler um texto tão crítico e verdadeiro como este.
Por outro lado é um reflexo do mesmo tópico: como podemos querer ter o mesmo grau de cobrança e democracia dos americanos, se o nosso povo ainda fica prepotente quando é comparado com eles?
Muito bem lembrado do exemplo de Sérgio Cabral. Oque mais me deixou enojado naquele vídeo não foi a besteira do Lula ter dito que “Tênis é esporte de burguês”, foi a estupidez com que governador tratou um garoto que ele mal conhecia, e mesmo assim continua liderando de lavada nas pesquisas.
Aqueles que não querem ser comparados com os americanos que escrutinam cada histórico, palavra, promessa, e dados de um candidato, estão cobertos de razão. Não temos nem por onde começar a comparar, a não ser o ego.
Basta lembrar que não são só os americanos que são muito mais exigentes do que nós. Do Japão a Inglaterra, muitos primeiros ministros tiveram de renunciar por muito menos do que as corrupções brasileiras.
Mesmo que a Dilma estivesse doente:
Não queremos a volta dessa turma: fhc, serra, tasso, virgilio, alvaro dias, sergio guerra, flexa ribeiro, yeda, jarbas, freire, mão santa, malan, Fome, Pobreza, Miséria, Frente de Serviço, Privatizações, FMI, Dívida Externa, Proer, Afundamento da P-36, Vazamentos da Petrobrás, Explosão de Alcantara, Sucateamento das Universidades e Escolas Técnicas, Quebradeira Geral do País(3 vezes), Indústria Naval quebrada, Racionamento de Energia durante 8 meses, Apagões de 1999 a 2001, Taxa do Apagão, Falta de Credito, ALCA, Inflação de 2 dígitos, Taxa de Juros de até 45%, Exportações de 60 bi, Poupança Interna 0(zero), Salário Mínimo de 76 dólares, Risco Brasil de 2.200 pontos, psdb, dem e pps, etc. etc. etc.
É DILMA 2010. É continuar LULA
Compartilho da decepção do comentarista Fey, mas, ao contrário deste, não acho que os comentários neste espaço são de todo ruim.
Em realidade, os comentários, amostra daquilo que compõe o eleitorado brasileiro, endossam com firmeza cada um dos argumentos levantados pela jornalista na matéria.
Basta ver que a reação comum é o ataque e não a reflexão. Sinal claro de que de a jornalista atingiu “o nervo” do problema.
Parabéns.
Patricia:
Sabe porque o Lula insistiu tanto em eleger um poste:
Porque o poste não vai tentar a reeleição e ai o Lula se candida e depois é reeleito.
Só Dilma aceitaria isto,nunca o Ciro,a Martha,como FHC não aceitou não se reeleger para o Itamar voltar,motivo de magoa e rompimento entre os dois.
Portanto já temos oito anos de PT,teremos pelo menos mais 12.
20 anos no minimo de PT.
Eles compraram o funcionalismo publico com generozos aumentos,assim como nas estatais.
A maquina tá tomada,e não temos mais opozição no Brasil para atrapalhar e pregar moralidade como o PT fez quando era opozição.
Sinto medo do Brasil “Venezuelar”,pois podemos ver a presidente na nossa vizinha Argentina caçando o Clarin e rumando na escola de Chavez.
Fico preocupado com o Brasil.
José Alencar e o PMDB conseguiram afastar o PT do esquerdismo extremo,pois o négocio era toda petezada tirar a barriga da miséria e inrriquecer,e meter a mão junto com o PMDB.
Será que “Michell quem não deve não Temer” vai garantir que a esquerda radical mais chegada a Chavez não ganhe poder com a Dilma ????
Ou será que uma hora o PT fica maior que a Globo e o PMDB e a ala radical dá uma de Hugo Chavez ?????
Este é o meu medo,muito maior e racional que a Regina Duarte teve.
Em falar nela,sumiu da tv.
Estrela Global passou a desempregada.
Será as forças ocultas do PT ????
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Bichos a declarar
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Obama_____Presidente – Cachorro Bo
Clinton_____Democrata – Jumento
Bush_______Republicano – Elefante
Serra_______PSDB – Tucano
Dilma_______PT – Leão da receita
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[...] This post was mentioned on Twitter by Johnny C, estadao, Tatiana Tenuto, Alexandre Melo, michelessilva and others. michelessilva said: A diferença no nível de cobrança dos candidatos à presidência nos Estados Unidos e aqui no Brasil: http://tinyurl.com/2bhmvd6 [...]
Vendo esse artigo e muito dos vossos comentários declaro que o que existe mesmo são informações, notícias, mídia e comentários que são frutos da desinformação para gerar desinformação. Galera, entendam, o Brasil internamente (povo) vive nos anos 40 e isso tem um propósito: procurem saber! A realidade norte-americana hoje não nos é informada da forma que está ocorrendo lá. Não há esquerda, não há direita, não há oposição, não há concorrência eleitoral nem aqui. Desde o mais simples até o mais culto: todos são condicionados a serem débeis ovelhas. É impossível discutir um assunto à luz da mídia popular controlada.
acho que se esqueceram de fazer um exame de sanidade mental no bush filho
Seus textos sao muito compridos, sempre desisto de ler no meio do caminho.Mas entendo o que quer dizer, embora este assunto (saúde) seja meio complicado de se discutir. Muito pessoal.
Ótimo texto Patrícia.
Aproveitando o gancho queria saber sua opinião sobre o tema: “há correlação entre o cultura média dos cidadãos de um Pais com o nivel de seus políticos”.
Minha indação é para saber se casos como dos condidatos: “Palhaço Tiririca” ou de outro que se registrou com o nome de “Ninguém” que demonstram um baixissimo nível acontecem em paises mais desenvolvidos.
Na minha opinião há esta correlação e enquanto a cultura média aqui não foi maior vamos continuar vendo casos absurdos como estes.
*ps: se puder indicar textos ou matérias onde trate esta questão de cultura X nivel politico eu agradeceria.
abs Fabio
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