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O Supremo da branquinha

  • 5 de fevereiro de 2014|
  • 23h57|
  • Por Redação Paladar

Por Cíntia Bertolino
Especial para o Estado, de Analândia

Depois de dois dias de provas, de manhã e à tarde, os membros da Cúpula da Cachaça, um grupo de especialistas na bebida, conseguiram fazer um ranking das melhores cachaças brasileiras. A ideia de eleger as melhores vinha sendo amadurecida havia tempo e o processo teve várias etapas até a final (entenda como foi o processo aqui), no último fim de semana, quando os 11 membros do júri se reuniram em Analândia, a 238 km de São Paulo, no noroeste do Estado, e, ao longo de dois dias, provaram as 60 cachaças finalistas – para chegar à lista final das 50 melhores.

A prova foi feita às cegas. Longe da vista dos degustadores, as cachaças foram colocadas em garrafas idênticas – de 600 ml – e numeradas. A prova foi realizada em quatro baterias diárias (duas pela manhã, duas à tarde). Começou com as brancas, mais neutras, até chegar às envelhecidas, mais complexas.

As 50 melhores cachaças formam o 1º Ranking da Cúpula da Cachaça que o Paladar divulga hoje com exclusividade e em primeira mão: até os juízes estão vendo os resultados pela primeira vez nesta edição.

As 60 amostras foram colocadas em garrafas numeradas idênticas, sempre com 600 ml de cachaça. FOTOS: Mauricio Motta/Estadão

Amostra. As 60 cachaças finalistas foram produzidas em oito Estados: Ceará, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo. Entre as 50 selecionadas, 56% delas são de Minas Gerais, onde quase 50% de todo o volume é produzido em alambiques. O Rio de Janeiro contribuiu com 20% e o Rio Grande do Sul, com 10%.

A predominância de garrafas do Sudeste reflete a tradição de alguns Estados produtores, mas também o mercado distribuidor. Embora existam milhares de cachaças no País, a produção do Sudeste domina mais de 70% do mercado. É um convite para descobrir cachaças produzidas em outros Estados.

As madeiras mais presentes no envelhecimento da bebida são bálsamo, muito apreciado em Salinas, e que confere aromas de especiarias, com destaque para o anis estrelado; a umburana, muito aromática e que dá cor e aroma adocicados de canela às mais envelhecidas; o jequitibá rosa, mais comedido na transferência de aromas e cores; e o carvalho, com sua característica coloração âmbar (atributo das bebidas mais velhas) e notas de baunilha.

Ao longo da prova, o que mais impressionou os juízes foram a qualidade e a diversidade das cachaças. A maioria teve boa avaliação visual, sinal que os produtores estão dominando muito bem a filtragem e o engarrafamento da bebida. Poucas amostras apresentaram problemas. Segundo os degustadores, foi possível identificar tentativas de imitação de cachaças célebres, como o da mítica Anísio Santiago/Havana.

O debate também apontou a necessidade de padronizar as informações contidas nos rótulos da bebida. Um rótulo padrão, com informações básicas sobre o produto, certamente seria vantajoso para quem gosta de saber o que está bebendo.

Algumas garrafas obrigam o consumidor a um trabalho detetivesco para descobrir, por exemplo, se a bebida foi envelhecida, por quanto tempo e em que tipo de madeira. Ou se foi armazenada em inox ou tonéis de madeira e por quanto tempo. Enquanto a legislação define claramente a classificação Envelhecida, Premium e Extra Premium, as armazenadas não precisam dizer no rótulo onde descansaram e por quanto tempo.

O estudo do papel das madeiras nativas no envelhecimento da bebida foi apontado como caminho para a evolução do mercado. No Brasil, há 24 tipos de madeira catalogados e aprovados para envelhecer cachaça.

Clique na imagem para ampliá-la.

1º RANKING CÚPULA DA CACHAÇA

1. Vale Verde 12 anos
Região: Betim (MG)
Envelhecimento: 12 anos
Madeira: carvalho
Equilíbrio perfeito no nariz e boca. Aroma de frutas secas, coco e baunilha. Final elegante com notas de cereja (R$ 554, no Empório Chiappetta).

2. Magnífica Reserva Soleira
Região: Miguel Pereira (RJ)
Envelhecimento: 3 anos
Madeira: carvalho
Aromas amendoados, madeira bem trabalhada. Encorpada, com acidez baixa e doçura proveniente do carvalho. Combina com carnes de caça, como paca (R$ 208, no Empório Chiappetta).

3. Boazinha
Região: Salinas (MG)
Envelhecimento: 2 anos
Madeira: bálsamo
Aroma marcante de fubá, encorpada, agradável na boca. Sabor adocicado, lembrando baunilha e coco. Baixa acidez (R$ 18,60, na Bandeira Paulista).

4. Reserva do Gerente
Região: Guarapari (ES)
Envelhecimento: 5 anos
Madeira: carvalho
Dourada, boa viscosidade, de natureza alcóolica suave, no aroma e sabor. Macia na boca, com toques de castanha. Retrogosto harmônico e agradável (R$ 47, no Empório Chiappetta).

5. Anísio Santiago – Havana
Região: Salinas (MG)
Envelhecimento: 8 anos
Madeira: bálsamo
Cor dourado brilhante, aroma intenso de especiarias, com destaque para o anis. Encorpada, é agradável na boca e acompanha bem queijos como gorgonzola (R$ 356, na Casa Santa Luzia).

6. Leblon Signature Merlet
Região: Patos (MG)
Envelhecimento: 2 anos
Madeira: carvalho francês
mbar, tem aroma intenso de baunilha e bolo inglês. Sabor adocicado, untuoso. Bebida elegante, remete a bons conhaques. Acompanha bem sobremesas e chocolate (R$ 72, 375 ml, no A Rota do Acarajé).

7. Companheira Extra Premium
Região: Jandaia do Sul (PR)
Envelhecimento: 8 anos
Madeira: carvalho
Aroma marcante de coco, levemente adocicada com toques de figo seco e baunilha. Encorpada, com final de boca untuoso (R$ 126, no Empório Chiappetta).

8. Germana Heritage
Região: Nova União (MG)
Envelhecimento: 5 anos
Madeira: bálsamo e carvalho
De coloração âmbar, tem notas herbais, com aroma marcante de baunilha e doce de banana. Baixa acidez (R$ 313, na Casa Santa Luzia).

9. Weber Haus
Região: Ivoti (RS)
Envelhecimento: 1 ano
Madeira: Cabreúva e carvalho
Cor brilhante, aroma com toques de castanhas e amêndoas, bom equilíbrio entre álcool e ésteres (compostos aromáticos). Combina com queijo e frutas (R$ 55, no A Rota do Acarajé).

10. Canarinha
Região: Salinas (MG)
Envelhecimento: 2 anos
Madeira: bálsamo
Aroma pungente, notas de baunilha, toque de especiarias, com destaque para o anis estrelado. Cachaça potente, faz bom contraponto a doçura de coquetéis com vermute (R$ 122,80, na Bandeira Paulista).

11. Nega Fulô
Região: Nova Friburgo (RJ)
Envelhecimento: 3 anos
Madeira: carvalho
Visual leve, com boa perlage (nem muito oleosa, nem muito aguada). Nariz bastante floral. Sabor frutado, com final de madeira.

12. Salineira
Região: Salinas (MG)
Envelhecimento: 3 anos
Madeira: bálsamo
Aroma de especiarias, com predominância do anis estrelado. Encorpada e equilibrada, com final abaunilhado.

13. Casa Bucco 6 anos
Região: Bento Gonçalves (RS)
Envelhecimento: 6 anos
Madeira: carvalho e bálsamo
Bastante equilibrada. É suave, com aromas frutados e acidez baixa. Na boca, revela surpreendentes notas picantes muito bem integradas.

14. Porto Morretes Ouro
Região: Morretes (PR)
Envelhecimento: 3 anos
Madeira: carvalho
Âmbar, com aromas de coco e baunilha, típicos do carvalho. Acidez baixa, com final de boca longo e adocicado.

15. Ypióca Ouro
Região: Maraguape (CE)
Envelhecimento: 1 ano
Madeira: carvalho
Aroma de nozes e amêndoas, presença marcante de álcool no nariz. Sabor bastante adocicado com fundo pronunciado de baunilha.

16. Weber Haus Extra Premium 6 anos
Região: Ivoti (RS)
Envelhecimento: 6 anos
Madeira: carvalho e bálsamo
Cristalina, aroma herbal fresco, bom equilíbrio entre álcool e acidez. Combina com uma fatia de caju com flor de sal.

17. Salinas
Região: Salinas (MG)
Envelhecimento: 3 anos
Madeira: carvalho
Leve, mas encorpada. Aroma adocicado, com notas de frutas tropicais, final seco e prolongado. Sutil, refinada. Vai bem com carnes vermelhas.

18. Seleta
Região: Salinas (MG)
Envelhecimento: 2 anos
Madeira: umburana
Coloração levemente dourada, aroma marcante de umburana. Sabores de baunilha bem pontuados pelo álcool.

19. Canabella
Região: Paraibuna (SP)
Envelhecimento: 1 ano
Madeira: jequitibá, castanheira, umburana
Coloração brilhante, olfativo suave, com madeira presente e fundo que lembra frutas secas. Por ser mais adocicada, pode acompanhar o café.

20. Bento Albino
Região: Maquiné (RS)
Envelhecimento: 2 anos
Madeira: carvalho
Aroma frutado, lembrando frutas tropicais como banana e manga. Tem sabor levemente adocicado puxando para castanhas e amêndoas.

21. Vale Verde Extra Premium
Região: Betim (MG)
Envelhecimento: 3 anos
Madeira: carvalho
Dourada com aroma marcante de baunilha e sabor de fruta madura. Tem álcool suave, com aromas e sabores bem integrados. Ideal para se tomar pura.

22. Dona Beja
Região: Araxá (MG)
Envelhecimento: 3 anos
Madeira: carvalho
Visual e olfato muito bom. Aroma suave, levemente seco. Sabores de natureza frutada com álcool presente. Encorpada.

23. Da Quinta – Umburana
Região: Carmo (MG)
Envelhecimento: 1 ano
Madeira: umburana
Apesar da coloração clara, tem aroma adocicado, frutado com toques de especiarias que remetem à madeira. Acompanha bem castanhas e petiscos salgados.

24. Tabaroa
Região: Prados (MG)
Envelhecimento: 2 anos
Madeira: carvalho
Dourada, de aroma adocicado, com toques de especiarias e sabor pungente com notas de cravo e canela.

25. Rainha do Vale
Região: Belo Vale (MG)
Envelhecimento: 18 meses
Madeira: Jequitibá
Aroma alcoólica com fundo levemente herbal. Suave na boca, com final persistente e untuoso. Boa para ser tomada como aperitivo antes das refeições.

26. Germana Ultra Premium
Região: Nova União (MG)
Envelhecimento: 2 anos
Madeira: carvalho francês
Cor dourada brilhante, aroma de bolo assando, levemente maltado. Sabor equilibrado de baunilha, puxando para o adocicado, com final longo e seco.

27. Santo Grau – Minas Gerais
Região: Coronel Xavier Chaves (MG)
Armazenada: 6 meses
Inox
Sutil aroma herbal, tem acidez equilibrada e traduz bem a cachaça brasileira. Encorpada e untuosa na boca. Referência de boa cachaça branca.

28. Sinhá Brasil
Região: Sumidouro (RJ)
Envelhecimento: 6 anos
Madeira: carvalho
Dourada, com aroma de amêndoas, baunilha e coco. Sabor suave e frutado. Levemente alcóolico.

29. Weber Haus
Região: Ivoti (RS)
Envelhecimento: 2 anos
Madeira: umburana
Aroma acentuado de umburana, mel e canela. Leve gosto de milho, cachaça suave e equilibrada. A transparência não estava perfeita na amostra provada.

30. Velha de Januária
Região: Januária (MG)
Envelhecimento: 2 anos
Madeira: umburana
Encorpada, tem acidez acentuada e aroma frutado. Apesar de não ser muito expressiva no nariz, é complexa na boca. Vai bem com carnes gordas, como cupim.

31. Providência
Região: Buenópolis (MG)
Envelhecimento: 6 meses
Madeira: bálsamo
Cor suave, aroma frutado com toques de baunilha. Acidez e álcool estão bem equilibrados. Boa como aperitivo, acompanhando petiscos ou uma refeição leve.

32. Cambraia
Região: Pirassununga (SP)
Envelhecimento: 3 anos
Madeira: carvalho
Coloração palha, bastante untuosa, aroma suave de baunilha, já com sabor bem adocicado e presença equilibrada de álcool.

33. Meia Lua
Região: Salinas (MG)
Envelhecimento: 2 anos
Madeira: bálsamo
Coloração palha dourado, com aromas herbáceos, lembrando especiarias, notadamente o anis. Acidez elevada.

34. Rochinha 5 anos
Região: Barra Mana (RJ)
Envelhecimento: 5 anos
Madeira: cerejeira
De coloração dourada, com aroma intenso de baunilha e groselha. Sabor adocicado e frutado. Uma cachaça superior.

35. Werneck Ouro
Região: Rio das Flores (RJ)
Envelhecimento: 2 anos
Madeira: carvalho
Tem cor palha, aroma vegetal e fundo amadeirado. Untuosa, tem bom final de boca com fundo seco e ligeiro.

36. Tabua
Região: Salinas (MG)
Envelhecimento: 5 anos
Madeira: bálsamo
Coloração palha para o dourado, aroma que remete a couro. Sabor condimentado, levemente amanteigado.

37. Piragibana
Região: Salinas (MG)
Envelhecimento: 20 a 25 anos
Madeira: bálsamo e carvalho
Cachaça dourada, aroma que lembra fubá. O aroma de fubá vem da tradição mineira de fermento caseiro. Álcool bem integrado na bebida com final levemente seco.

38. Pedra Branca
Região: Paraty (RJ)
Envelhecimento: 6 meses
Madeira: amendoim
Coloração neutra, oleosidade consistente, densa e persistente. Na boca, frutas maduras. Casa bem com patês e pratos mais gordos.

39. Indaiazinha
Região: Salinas (MG)
Envelhecimento: 8 anos
Madeira: bálsamo
Encorpada, tem elevado teor alcoólico, mas não é agressiva. Acidez na medida certa. Para ser apreciada sozinha. Harmoniza com ela mesma.

40. Leblon
Região: Patos (MG)
Envelhecimento: 6 meses
Madeira: carvalho francês
De coloração clara, tem aroma frutado e sabor levemente adocicado. Álcool bem integrado aos aromas e sabores da bebida – é perceptivo, mas não se sobressai.

41. Beija-Flor
Região: Salinas (MG)
Envelhecimento: 2 anos
Madeira: umburana
De coloração dourada, levemente alcóolica e sabores de frutas secas. Faltou um pouco mais de corpo. Levemente adstringente.

42. Minha Deusa
Região: Betim (MG)
Sem envelhecimento
Visual cristalino e brilhante – indicativos de boa destilação. Aromas frutados e personalidade marcante. Vai bem pura, ou na coquetelaria, e com frutos do mar.

43. Áurea Custódio
Região: Ribeirão das Neves (MG)
Envelhecimento: 3 anos
Madeira: carvalho
Coloração palha intenso, bastante frutada, aroma de baunilha, caramelo e chocolate. Álcool bem integrado, bom equilíbrio entre boca e nariz. Final macio e taninos leves.

44. Ferreira Januária
Região: Januária (MG)
Envelhecimento: 2 anos
Madeira: umburana
Aroma seco, com notas vegetais. Remete aos aromas do caldo de cana fresco e aquavit. Na boca é suave, com leve gosto de ameixa.

45. Espírito de Minas
Região: São Tiago (MG)
Envelhecimento: 1 ano
Madeira: carvalho
Corpo suave, aroma de banana passa e toque de milho. Agradável na boca, com leve picante no final. Ideal para quem está passando das brancas para as envelhecidas.

46. Da Quinta
Região: Carmo (RJ)
Armazenada: 10 meses
Inox
Visual correto, cristalina e untuosa. Álcool perceptível, mas equilibrado. Encorpada, tem leve acidez. Branquinha típica, tem final prolongado.

47. Coqueiro
Região: Paraty (RJ)
Sem envelhecimento
Aroma herbal intenso, alcóolico suave. Cachaça encorpada, com leve acidez. Retrogosto ligeiro. Ideal para fazer caipirinha.

48. Maria Izabel
Região: Paraty (RJ)
Armazenada: 6 meses
Madeira: jequitibá
Tem cor discreta, aroma com notas marcantes de baunilha, indicando uma troca maior com a madeira. Sabor de cana-de-açúcar ainda está presente. Bem equilibrada.

49. Século XVIII
Região: Coronel Xavier Chaves (MG)
Armazenada
Inox
Harmoniosa, o aroma de álcool é perceptível, mas não agressivo. Lembra caldo de cana começando a fermentar. É suave e agradável. Para ser tomada pura.

50. Sapucaia Velha
Região: Pindamonhangaba (SP)
Envelhecimento: 10 anos
Madeira: carvalho
Destaque para os aromas amadeirados, com predominância de frutas secas. Sabor suave e final com taninos marcantes.

As demais finalistas

51. Volúpia
Região: Alagoa Grande (PB)
Envelhecimento: 1 ano
Madeira: Freijó
Aroma levemente alcoólico, corpo médio, acidez suave e retrogosto ligeiro. Cachaça neutra, boa para caipirinha e coquetelaria em geral.

52. Rochinha 12 anos
Região: Barra Mansa (RJ)
Madeira: carvalho francês
Envelhecimento: 12 anos
Cristalina, notas marcantes de coco e baunilha, com final de boca untuoso. Acompanha bem sobremesas.

53. Claudionor
Região: Januária (MG)
Madeira: amburana
Envelhecimento: 1 ano
Aroma herbal, que lembra a grama, e preserva características de cana-de-açúcar. Apesar da passagem por madeira é neutra, tem acidez moderada.

54. Mato Dentro
Região: São Luiz do Paraitinga (SP)
Envelhecimento: 12 meses
Madeira: Amendoim
Cristalina, aroma suave, com frescor vegetal. Levemente adocicada, afável na boca, com notas de ameixa passa e coco verde.

55. Poesia
Região: Munhoz (MG)
Branca
Sem envelhecimento
Cachaça brilhante, untuosa. Aroma levemente desequilibrado, que remete a acetona. Encorpada, com leve acidez, final ligeiro.

56. Harmonie Schnaps
Região: Harmonia (RS)
Branca
Sem envelhecimento
Visual límpido, cristalino e boa viscosidade. Aroma desequilibrado, levemente alcóolico. Falta pungência. Indicada para coquetelaria.

57. Da Tulha
Região: Mococa (SP)
Envelhecimento: 3 anos
Madeira: carvalho
Dourada brilhante, é uma cachaça muito equilibrada, com aromas amadeirados. Encorpada, com notas de frutas, leve acidez e adstringência

58. Magnífica – Ipê
Região: Miguel Pereira (RJ)
Envelhecimento: 2 anos
Madeira: Ipê
Visual atraente, com limpidez e cor brilhante. Aroma presente de fubá, tem acidez moderada, sabor seco e levemente ácido.

59. Engenho Pequeno
Região: Pirassununga (SP)
Envelhecimento: 2 anos
Madeira: jequitibá rosa
Tonalidade suave, quase não mostra a presença da madeira, álcool equilibrado, leve sabor frutado. Acima da média.

60. Serra Limpa
Região: Duas Estradas (PB)
Envelhecimento: 6 meses
Madeira: Jequitibá
Aroma herbal, puxando para grãos, como milho. Álcool suave, bem integrado. Bom corpo, com agradável final seco e adstringente.

Quem foi o júri da cachaça

Manoel Agostinho Lima Novo, autor do livro Viagem ao Mundo da Cachaça; Milton Lima, do site cachaças.com; Leandro Marelli, pós-doutor em tecnologia de bebidas; Glauco Mello, engenheiro químico especialista em fermentação alcoólica; Peter Armstrong, consultor da International Wine & Spirits Record, de Londres; Dirley Fernandes, jornalista e diretor do documentário Devotos da Cachaça (2010); Erwin Weimman, mestre-cervejeiro e autor do livro Cachaça – A Bebida Brasileira; Maurício Maia, do site O Cachacier; Sidney Maschio, jornalista e poeta; Cesar Adames, jornalista especializado em bebidas; e Leandro Batista, sommelier de cachaça do Barnabé – Restaurante e Cachaçaria, em São Paulo.

ONDE COMPRAR

A Rota do Acarajé (3668-6222)
Casa Santa Luzia (3897-5026)
Distribuidora Bandeira Paulista (3168-0481)
Empório Chiappetta (3228-1497)
Supermercado Dias Pastorinho (3862-7595)

A distribuidora Solution (3062-3638) forneceu as bebidas para a degustação

>> Veja a íntegra da edição do Paladar de 6/2/2014

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52 Comentários Comente também
  • 06/02/2014 - 08:36
    Enviado por: Gilberto

    Precisam fazer uma correção, a Cachaça Dona Beja é de Araxá (MG) e não Perdizes (MG).

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    • 06/02/2014 - 15:53
      Enviado por: Carla Peralva

      Fizemos a correção, Gilberto!
      Obrigada pela leitura atenta.
      Abraços!

  • 06/02/2014 - 09:37
    Enviado por: Ronaldo

    Essas classificações perdem o sentido se não houver o cunho comercial. Como sou tão somente um apreciador da “branquinha”, deletei a matéria.

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    • 06/02/2014 - 20:42
      Enviado por: Richard

      Perdoem-me por não acreditar na lisura dessa seleção.
      Classificar as Cachaças Tabaroa em 24º lugar, a Piragibana em 37º e a Volúpia em 51º, só pode ser piada, perto da Seleta, Boazinha, Salineira, etc e tal…
      Estão de brincadeira !
      Fêz-me recordar da “eleição” do Green Gold como o melhor wísque nos anos 70 com propaganda nos horários de transmissão de futebol aos domingos.
      Piada e de mau gosto

  • 06/02/2014 - 09:40
    Enviado por: Redelvim Andrade Neto

    Prezados senhores do Paladar,

    bastante consistente a elaboração do ranking das melhores cachaças brasileiras.

    Parabens ao amigo Luiz Otávio, que teve classificado três dos seus ótimos produtos entre as melhores, com destaque para o 1º lugar.

    Minha sugestão é que, entre os “experts” que compuseram o juri da cachaça, constasse um ou dois contumazes bebedores, o dito cachaceiro, que poderiam dar um toque popular ao juri.

    No mais, parabéns pelos cuidados tomados durante os trabalhos de elaboração do ranking.

    Redelvim.

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    • 06/02/2014 - 19:18
      Enviado por: Jose Oliveira

      Boa ideia! Eu me candidato!

  • 06/02/2014 - 10:27
    Enviado por: gilson ribeiro

    Achei otimo o trabalho, destacando um produto tipicamente brasileiro, que precisa de incentivos para atingir outros mercados.

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  • 06/02/2014 - 11:17
    Enviado por: Rafael Araujo

    Pessoal, se puderem também indicar a compra online das Cachaças do Ranking através do nosso website para a comodidade dos clientes e dos leitores, estamos à disposição!

    Segue nosso site: http://www.cachacarianacional.com.br

    Um grande abraço,

    Rafael Araujo
    31 – 3567.7101 / 8358.8373

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  • 06/02/2014 - 11:53
    Enviado por: Aloisio Gomes da Silveira

    Uma forma de corrigir acidentes durante o processo de fabricação (fermentação e destilação) da cachaça e o emprego do “verniz” preparado a base de uma essência e caramelo. As aguardentes comerciais usam desse recurso para se diferenciar junto aos demais engarrafadores e permitir que o blend seja reconhecido por seus consumidores. Essa prática desqualifica o produto. A aguardente de qualidade deve ser preparada sem adição de aditivos desse tipo e ter na madeira de descanso ou envelhecimento seu principal fator de diferenciação palatável. Uma surpresa ter lido o artigo e verificado que as aguardentes ganhadoras usaram desse artifício. Outro aspecto negativo é o do uso de fermento selvagem capturado com abóbora podre, limão e fubá. O correto é utilizar de cepa selecionada que permite a produção de lanolina que dá um halo especial para a bebida, tal como acontece com os melhores cognacs franceses. Para nós técnicos ficou a impressão de ter sido um concurso apenas para atender o apelo comercial ou dos inúmeras lendas que permeiam o meio de consumidores e produtores sem qualificação técnica.

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  • 06/02/2014 - 11:53
    Enviado por: CLAUDIO SANTANA

    CONHEÇO A MAIORIA DAS CACHAÇAS MINEIRAS.SOU MAIS AS CACHAÇAS DA PARAIBA, PRINCIPAMENTE QUANDO O RATO É POEIXE ASSADO.

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  • 06/02/2014 - 12:17
    Enviado por: Edson Gillet

    Como contumaz bebedor de cachaça dos mais variados tipos e, em especial,a mineira quero louvar a bela matéria sobre o tema.

    Cachaçeiros uni-vos

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  • 06/02/2014 - 13:43
    Enviado por: Ricardo Pinto

    Eu como sou quebrado vou no custo benefício. Fico com a Boazinha, garrafa por menos de 20 reais.

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  • 06/02/2014 - 13:56
    Enviado por: Ricardo Rayol

    Por mais que rankings sejam uma forma interessante de avaliar um produto não posso deixar de citar duas coisas. A primeira diz respeito a quem produz o quê e vende o qual, em outras palavras é prática de marcas reconhecidas “importarem” o produto pronto e, às vezes, até envelhecido, somente se responsabilizando pelo envase e distribuição. Outra é querer trazer para o mundo da branquinha esse critério de avaliação gourmet de vinho e cerveja. Onde já se viu: notas de cereja? é brincadeira!

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  • 06/02/2014 - 14:30
    Enviado por: Talih H Nassr Junior

    Cadê a Claudionor….????? Ela já foi eleita a 3º melhor cachaça do Brasil pelo ranking da revista Playboy, mas nessa classificação não ficou nem entre as 50 melhores…….. Uma jóia rara, de Januária,M.G., envelhecida por 1 ano em tonel de umburana, com graduação alcoólica em 48%….. A matéria é excelente, pórem essa falha a deixou injusta.

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    • 12/02/2014 - 14:41
      Enviado por: Thiago

      Também senti falta dela Talih, mas como as 1000 pre-selecionadas foram votadas pela internet, talvez muitas pessoas n a tenham escolhido.
      Eu escolhi e fiquei chateado por nao ve-la entre as 1000.
      Divida mais sua Claudionor com os amigos e em 2016 vote nela, hehehhe.

    • 12/02/2014 - 14:50
      Enviado por: Thiago

      Minto, a Claudionor estava entre as 60, minhas outras duas favoritas, Coluninha e João Andante que nao apareceram nas 1000.
      Muito curioso ela nao aparecer nas 50.

      http://blogs.estadao.com.br/paladar/e-as-60-cachacas-finalistas-sao/

  • 06/02/2014 - 14:48
    Enviado por: Ricardo Felix

    GOSTEI DA MATERIA, TENHO ALGUMAS DESTA NA MINHA COLECAO
    DE CACHACAS, E VOU COMPRAR MAIS ALGUMAS QUE NAO TENHO.
    PARABENS MAIS UMA VEZ PELA MATERIA. GOSTEI

    NO MEU BAR NA VILA MARIA SAO PAULO TENHO ALGUMAS DESTAS
    PARA VENDA NA DOSE.

    ABRACOS

    RICARDO ESPETINHOS

    responder este comentáriodenunciar abuso
  • 06/02/2014 - 15:47
    Enviado por: Jerrand

    Gostaria que vocês incluíssem a cachaça Jacutinga que é produzida em Nova Friburgo, RJ. É uma cachaça envelhecida por mais de 8 anos em Barris de Carvalho! Qual a possibilidade de vocês fazerem o teste de paladar nela? Eu me encarrego de enviar o que for preciso para o teste ! Fico no aguardo e muito obrigado !

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  • 06/02/2014 - 16:51
    Enviado por: Marcelo Alves

    Pequena correção: A cachaça Werneck Ouro é produzida na cidade de Rio das Flores, município que fica no Estado do Rio de Janeiro e não em Minas Gerais. Porto das Flores, essa sim é uma cidade mineira que fica do lado oposto do rio que corta as duas cidades.

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    • 06/02/2014 - 18:24
      Enviado por: Carla Peralva

      Você está certo, Marcelo. Já corrigimos o texto. Obrigada pela leitura atenta!
      Abraços

  • 06/02/2014 - 17:34
    Enviado por: Plavio Coutinho

    Aos Senhores sommelieres e demais especialistas em vinhos que fizeram parte do juri da cachaça.
    Quantas impropriedades. Na classificação, misturaram cachaça pura (a verdadeira) com cachaça envelhecida, que vem a ser outra bebida, como os senhores próprios acabam por definir nas suas avaliações. Pois, como pode a verdadeira cachaça, que só pode ter aroma e sabor de cana, ter aroma floral e sabor frutado? E como se fosse vinho,ter notas de baunilha, anis, coco, castanha, amêndoa, figo, banana, manga, bolo inglês(!) e grama?
    Isso que os senhores analisaram pode ser tudo menos cachaça. Bebo cachaça branca, pura, artesanal, há mais de 60 anos com especial predileção para as do norte e as capixabas.
    A cachaça mineira, que não fede e nem cheira, passa longe da minha prateleira.

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    • 07/02/2014 - 15:07
      Enviado por: Marcos Teixeira

      Sr. Plavio (?) Coutinho,
      Será que a cachaça sabe de que lado da pronteira (?) ela foi destilada?

    • 30/04/2014 - 17:45
      Enviado por: messias s. cavalcante

      Como já tive oportunidade de ressaltar inúmeras vezes, o rum é um destilado que é apreciado no mundo todo e pode ser encontrado puro, ou seja, não envelhecido, ou envelhecido. Como todos sabem ou deviam saber, o rum é a mesma coisa que a cachaça, pois é produzido com a mesma matéria prima e os mesmos ingredientes. Não vou entrar em detalhes, mas quem se interessar pode dar uma olhada no meu livro A Verdadeira História da Cachaça.

      A cachaça é rum, mas como os brasileiros, muito inteligentes, ao invés de comercializar a cachaça como rum e já encontrarem um mercado mundial aberto para ela, ficam brigando para impor o nome cachaça.

      Outra coisa (não tem nada a ver com o comentário sobre o que o Plavio escreveu) também escrevi o livro Todos os Nomes da Cachaça e detenho o Guinness Record para a maior coleção de garrafas de cachaças do mundo. Fui convidado e participei do juri para determinar as melhores. Por alguma razão fui deixado de lado nos créditos. Tudo bem! Nada como uma cachaça depois da outra!

  • 06/02/2014 - 18:49
    Enviado por: gilberto ungaretti

    Muita bacana a matéria. O melhor custo/benefício, disparado, é a Boazinha, que custa apenas R$ 18,60.
    Uma correção: Rio das Flores, onde á produzida a Werneck Ouro, fica no Rio de Janeiro e não em Minas Gerais.

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  • 06/02/2014 - 19:21
    Enviado por: Luiz Borges

    Concordo em gênero, número e grau com o Sr. Plavio Coutinho, além do que chama bastante a atenção o preço das indicadas ao 1º e 2º lugares em comparação com a do 3ºlugar, aqui em Pernambuco um dos maiores produtores da branquinha temos cachaça pura, sem frescura, ao preço de R$ 10,00 e excelente em todos os sentidos.

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  • 06/02/2014 - 20:32
    Enviado por: Saulo

    Achei injusto. Muitos bebedores de cachaça como eu preferem um boa branca (como a Santo Grau) a qualquer envelhecida.
    Sou cearense e considero a Ypióca uma cachaça muito ruim (a amarela reconhecidamente não é envelhecida, e sim misturada a corantes a aromatizantes), principalmente quando comparada com outras tantas que ela “bateu” nesse ranking.

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    • 12/02/2014 - 14:42
      Enviado por: Thiago

      Sei como é Saulo,
      em 2016 visite o site e vote na pre-seleção nas suas branquinhas.

  • 06/02/2014 - 22:55
    Enviado por: Mario Roberto Barros de Oliveira

    A NOSSA CACHAÇA DA PARAÍBA A CRISTALINA A PURA, TRANSPARENTE, NÃO É PRECISO SER ENVELHECIDA ELA É SIMPLESMENTE DESTILADA EM ALAMBIQUE DE COBRE HOJE DE INOX COLHIDA DOSADA O TEOR ALCOÓLICO E BEBIDA IN NATURA ALI NA PIPA. ESSA É A NOSSA “CANA”"AGUARDENTE” PURINHA TEOR ALCOÓLICO SABOR INCONFUNDÍVEL DE OUTRAS CACHAÇAS DO PAIS, SÓ VINDO NA TERRA PARA PROVAR A NOSSA PRODUÇÃO É PEQUENA, PORÉM EM COMPENSAÇÃO O PALADAR É ÓTIMO. QUEM QUISER PROVAR Q REALIDADE VENHA A PARAÍBA.

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  • 06/02/2014 - 23:48
    Enviado por: Valtav

    Marafa é a melhor! eh eh

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  • 06/02/2014 - 23:51
    Enviado por: zeca wiezel

    visitei analandia e a cachaçaria macaúba e pude ver unidas em uma única mesa as 60 melhores cachaças do pais . algo que talvez não veja em nem um outro lugar , parabenizo a todos que se envolveram . e numca vou esquecer o aroma que senti naquele dia , abraços

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  • 06/02/2014 - 23:54
    Enviado por: Silmar César

    A seleção ficou boa. Todas as minhas preferidas estão na lista geral, 5 delas entre as 10 primeiras. Mais do que isso: minha top preferida, a Vale Verde, ficou merecidamente em 1o lugar. Quanto à ordem do ranking, porém, tenho muitas reservas: Boazinha em 3o lugar ? Acima de uma Anísio Santiago ? Gente, isso não existe ! Alguém do juri já tinha tomado todas ao votar nessa !

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  • 07/02/2014 - 02:29
    Enviado por: Claudio Bucci

    Posso não ser um conhecedor de cachaça , mas tomei muitas comercializadas e a muito tempo só tomo vinda direta de alambiques. Cachaça conheço para começar pelo cheiro . Se tiver cheiro de álcool ,já era . Vai descer queimando e com aquele gosto característico das 51 e Velho Barreiro como muitas outras da mesma categoria. São ótimas para caipirinha .Para se qualificar uma cachaça, na minha opinião ,ao abrir , se voce não sentir aquele cheiro de melaço ,tipico dos alambiques , ou um leve cheiro da cana , não vai dar nem para começar a se classificar o que deveria ser uma cachaça.Agora , como gosto não se discute ,fica a critério de cada um. Bebedor de cachaça é uma coisa , pinguço é outra bem diferente.

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  • 07/02/2014 - 09:47
    Enviado por: Lúcia de Paiva

    Essa seleção não valeu!
    Não concorreu a melhor: “Coração” de Ibiá, MG!!
    Tomem uma Providência! (nos dois sentidos).

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  • 07/02/2014 - 18:02
    Enviado por: Gustavo

    Como assim Ypióca e Leblon nessa lista? Não servem nem pra limpar o chão de casa.

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  • 07/02/2014 - 21:28
    Enviado por: Marcio Plavick

    Cachaças excelentes. Parabéns a Cúpula e ao Jornal Estadão pela iniciativa e espaço para divulgar nossa bebida nacional.

    Aproveito a oportunidade para divulgar um site especializado em cachaças artesanais, http://cachacashop.com.br/

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  • 07/02/2014 - 21:33
    Enviado por: Andre Bellafronte

    Parabéns ao Milton Lima por esta bela e necessária iniciativa de divulgação das cachaças de qualidade do Brasil e um abraço especial ao Manoel Agostinho Lima Novo, seus estudos são de suma importância para a valorização da nossa bebida. Pena que uma em especial não entrou para a lista, a Rio do Engenho de Ilhéus, BA.
    http://alambiquesdobrasil.com.br/cachacas/cachaca-rio-engenho-reserva-especial/#.UvVtMvldV5c

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  • 13/02/2014 - 19:10
    Enviado por: carlos novaes

    FALTOU MUITA CACHAÇA BOA CITANDO ALGUMAS:ÁGUA DA PIPA(RIO GRANDE DO SUL);SOBERANA(VARGINHA -MG);RESERVA DO TANOEIRO(AVARÉ -SP);JOÃO MENDES(LAVRAS-MG),ETC….
    CONCORDO MUITOS COLEGAS ACIMA TEM CACHAÇA QUE NÃO DEVERIA ESTAR NEM PERTO DE DESTA LISTA!!!!!O QUE UM SOMELLIER ENTENDE DE CACHAÇA?????TAMBÉM CONCORDO QUE TEM QUE HAVER UM JURI POPULAR FAZENDO O EVENTO EM UM LOCAL PÚBLICO UMA FEIRA DA CACHAÇA POR EXEMPLO, QUE TAL.

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  • 16/02/2014 - 15:52
    Enviado por: Márcia

    Ops! Vocês provaram a cachaça Perseguida (Congonhas/MG)? A Alavanca (Rolândia-Paraná)?

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  • 17/02/2014 - 10:08
    Enviado por: LUIZ CURY

    CONCORDO COM O SR. RICHARD E SEUS COMENTÁRIOS. NUNCA ACHEI VÁLIDO ESTE TIPO DE JULGAMENTO. MAS PARA AS CACHAÇAS MINEIRAS, PARABÉNS, E QUE EXISTE ALGO ERRADO NO JULGAMENTO ISSO É VERDADE.

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  • 17/02/2014 - 10:16
    Enviado por: Claudio Brisighello

    Parabenizo pela iniciativa, nossa cachaça merece este destaque de grande valor!

    Mas como em todo “ranking” há discordâncias, manifesto a minha: cachaças como Boazinha, Salineira entre outras, são regulares e boas para o consumo diário, me surpreendem por estarem no topo da lista, diminuindo bastante a credibilidade da avaliação.

    E o “mito” Anísio Santiago poderia ser respeitado e mantido como hors concurs, uma referência fora de qualquer comparação.

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  • 19/02/2014 - 06:25
    Enviado por: Antonio Ferro

    Papo furado essas análises de cachaças. O gosto é muito pessoal e são tantos aromas que o sentido da própria pinga se perde na degustação. Cachaça é coisa simples e não cheia de história em sua composição.

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  • 26/02/2014 - 11:32
    Enviado por: Carlos Roberto Fraga Vieira

    Das que concorreram conheço boa parte delas. Achei justa a seleção mas fiquei surpreso com a 3ª posição para a “BOZINHA” que é uma excelente cachaça.
    Continuem com reportagens sobre cachaça.
    Fraga.

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  • 28/02/2014 - 15:19
    Enviado por: ANDRE J KNACK

    A Bucco pouco gelada é a melhor .

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  • 02/03/2014 - 03:00
    Enviado por: guilherme

    hilario. análise subjetiva e com uma boa margem de erro. pelo jeito esses ‘experts’ deram um tiro no proprio pé…rs

    a cachaca em 27 lugar e a 49 lugar sao tao diferentes no papel e na classificação…pena que saem do mesmo tonel. espero ao menos que sejam de safras diferentes!!!kkkk

    sinceramente? isso é erro de amador. nao de expert.

    um ranking onde a 49 e a 27 sao as mesmas cachacas? na boa? rasga tudo e comeca tudo de novo. do zero.

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  • 04/03/2014 - 21:49
    Enviado por: Eduardo Zerbinatti

    Adorei o Ranking, algumas delas eu vendo e valores muito bons!
    Abraços
    Eduardo Zerbinatti
    cachacasbrasileiras@uol.com.br

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  • 06/04/2014 - 17:30
    Enviado por: José Carlos da Costa

    Há 12 anos faço estudos sobre cachaças artesanais,inclusive pela UFV/Lavras,achei incrível os respeitados analistas avaliarem em curtíssimo tempo tantos rótulos da “Querida Cachaça”.Confesso que após análise criteriosa,ouvindo diversas correntes de apreciadores cheguei a seguinte conclusão:”Esses Rankings parecem aquele antigo ditado da festa dos cachorros no céu,em que o macaco aprontou uma com eles,fato que até hoje causa controvérsias.MATODENTRO,envelhecida 12 meses em Amendoim?Quá,Quá,Quáaaa…!Cachaça que combina com sobremesas e chocolate?Aroma de bolo assando?Aroma que remete a couro?Socooooooorrrrrooooo,quanta frescura e falta de estudo e degustação séria!!!

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  • 22/07/2014 - 21:44
    Enviado por: Joarez Furtado Resende

    Excelente prova das cachaças Brasileiras,porem achei que faltou cachaças de SC, tem a Wruck de Luis Alves ganha em requisitos de envelhecimento em carvalho, já visitei a fabrica, é uma empresa familiar,desde 1942,com fabricação limitada,vale a pena conferir.

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  • 25/07/2014 - 10:31
    Enviado por: Osmar Reinaldo Gregoldo

    Senhores,
    está faltando, entre as cachaças selecionadas, as gostosíssimas Prata, Ouro, Premium, Extra Premium 3 anos e Extra Premium 5 anos (em tonel de carvalho, superior aos melhores uísques) da Cachaça DOMINISTRO, de Alexânia-GO. Façam uma visitinha ao site http://www.cachacadoministro.com.br/cachaca/
    para entenderem meu comentário. Evoé.
    Osmar Reinaldo Gregoldo

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  • 26/07/2014 - 11:43
    Enviado por: Ernesto

    Não entendo como não esta relacionada a Samanaú. Cachaça produzira em Caicó RN. Fantastica e vencedora de medalha de prata em Nova York como segunda melhor do mundo?

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  • 07/10/2014 - 19:18
    Enviado por: Gabriel Éden

    Sempre admirei pessoas que colecionam CACHAÇA. Agora que estou aposentado vou iniciar minha coleção.
    Gabriel Éden
    Atibaia – SP.

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  • 31/10/2014 - 03:51
    Enviado por: José Antônio de Melo

    Eu acho que qualquer cachaça que não seja produzida em região quente e seca,não pode ser classificada entre as sessenta melhores do brasil.

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  • 07/11/2014 - 22:21
    Enviado por: arnaudo junqueira

    Querem saber mesmo sobre a melhor cachaça que já degustei até hoje, então experimente uma chamada Cachaça Alcantilado de Quissamã, e depois falem o que é cachaça boa!
    Talvez os produtores não tenham recursos para estar na midea por isso não são conhecidos.

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