Vida e arquitetura moscovita
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- Tópicos: Arquitetura, Fotografia, Fotojornalismo, Moscou, Rússia, Verão
Cidade que abraça mais de 10 milhões de habitantes, a capital da Rússia, Moscou, não é marcada apenas pelo branco da neve durante os invernos rigorosos. A metrópole é colorida durante todo o verão e a surpresa envolve mais do que simplesmente o calor escaldante de 40ºC e as enormidades arquitetônicas. É uma cidade europeia com estilo próprio, sendo receptiva e, ao mesmo tempo, visualmente agressiva.
A cidade apresenta um ritmo acelerado como o de São Paulo, refletido no trânsito carregado pelas ruas e avenidas. Mas, para relaxar os habitantes, a cidade tem parques altamente arborizados e um amplo circuito cultural. Neste momento é que os russos aproveitam a oportunidade de se envolverem com o clima.
No verão, o sol se põe às 23h e amanhece às 5h. Durante o dia, as pessoas costumam frequentar parques, praticar esportes e se refrescar em chafarizes que estão espalhados por toda a cidade.
Moscou é o cenário das revoluções mais clamadas e conhecidas pela história mundial e mantém a mostra nas obras da cidade seu poderio conquistado por séculos. Projetos arquitetônicos megalomaníacos repletos de detalhes cuidados minuciosamente se contrapõem à padronização estética e “quadrada” de prédios residenciais.
Conheça, nas fotos abaixo, toda a magia que envolve Moscou:
Bonde: um dia de restauração
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- Tópicos: Bonde, Fotografia, Fotojornalismo, Santos
O repórter fotográfico Ivan Dias acompanhou o processo de restauração de bondes por um dia. Meio de transporte que leva à nostalgia, o bonde passou a ser visto como marca turística por unanimidade. E foi assim em Santos, onde seu trajeto está sempre ocupado e agradando de crianças a idosos.
Durante a restauração, cada parte é tratada nos mínimos detalhes: de parafusos à pintura. Com profissionais especializados, o árduo trabalho mantém em operação a linha turística de Santos e conserva modelos brasileiros, portugueses, italianos, escoceses e norte-americanos que são doados pela Associação Brasileira de Preservação Ferroviária.
Entre as relíquias, não poderia faltar o bonde do time: o Baleião. Para homenagear o Santos F.C. e seu tricampeonato na Libertadores da América, o transporte tem até mesmo uma réplica do troféu para os fãs apreciarem o trabalho.
Tietê, de Salto a São Paulo
Visto de cima a água parece azul, mas na realidade ela é negra, tal qual petróleo. Toda vez que o Rio Tietê passa por alguma barragem os produtos químicos contidos em suas águas produzem espumas, até parece neve, mas é poluição mesmo. Os moradores de Pirapora do Bom Jesus sabem bem o que é isso, infelizmente. Percorrendo o trecho de São Paulo a Salto o rio ganha curvas, estreita, se alarga, passa por cadeias de montanhas, forma cachoeiras, mas tristemente não perde a cor, nem o mau cheiro.
A maldita poluição ainda acompanha o rio por muitos e muitos quilômetros. Mas o Tietê é assim, gosta de contrariar. Ele que por natureza corre para dentro do continente ao invés seguir para o mar, contraria também a ação destruidora do Homem, e no fim do seu curso, livra-se de boa parte dos poluentes. O Tietê nasce duas vezes, mas não é bom abusar. Leia matéria .
Achiropita em imagens
Pare e pense: Achiropita. Em mim, nesse momento, algo vocifera da barriga, quase me convencendo de que o processamento daquele tipo de dado mudou de setor. Rolou goela abaixo, da cabeça para o estômago, em queda livre, sem escala. E acendeu o pavio que culminou na oportuna e faminta pergunta que fiz há uns 3 anos: “Achiropita… É de comer? “.
Coincidência ou não, a ingênua questão que revelou minha latifundiária ignorância veio rebocando comida. Toneladas dela. Quantidades inimagináveis para a cabeça e desafiadoras para a elasticidade de qualquer calça – nisso, senti num solavanco um outro ronco grave e abafado, afinando no fim, provavelmente em protesto do que acabei de escrever.
Mas falar de comida é justamente falar de Achiropita. Nossa Senhora da Achiropita: santa não por saber fazer um primor de polenta – pode ser que ela nem soubesse cozinhar – mas porque é santa mesmo, canonizada pela Igreja Católica e tudo mais.
Onde entra a comida? Na festa, é claro. Como em toda boa folia, os comes e bebes não podem faltar. Sobretudo nas da Paróquia da Nossa Senhora da Achiropita, no Bixiga, muito bem abastecidas com as 16 toneladas de farinha; 12, de macarrão; 11 toneladas de queijo, as 5 de linguiça e por ai vai, tudo em medidas gordas. Tutta l’Itália!
Não é pra menos. São 30 mil pessoas por noite de festa. Trinta mil bocas. Trinta mil estômagos. Para dar conta disso, só 40 nonas pilotando panelas de 55 litros. Se soubesse disso tudo desde o começo, deixaria a sinfonia de resmungos gástricos continuarem. E talvez em homenagem repetiria: “Achiropita… É de comer?”. Ah, e como…
Texto: Ricardo Chapola do Estadão.com.br
Testemunhas oculares da história
Seja sozinho, ou em meio a dezenas buscando a melhor imagem, seja esperando o acontecimento do século ou simplesmente marcando a delicadeza de um gesto, o repórter fotográfico tem um vínculo inquebrável com a informação.
São sempre vistos em ação com suas enormes máquinas e objetivas, mirados nos gabinetes ministeriais ou nos campos mais inimagináveis. Em meio à angústia, à dor, ao mórbido. Tudo isso passa a ser conhecido graças ao fotojornalista.
Poder ser considerado intruso é só uma parte do trabalho. A outra, apresenta ao mundo a figura que tenta retratar também a face não convencional do mundo. Amados ou odiados, mas engajados. Eles são, como diria o famigerado slogan do emblemático Repórter Esso: as testemunhas oculares da história.
E hoje, 2 de setembro, as câmeras voltam-se para quem diariamente estão por trás: o próprio fotojornalista. São eles, os aniversariantes de hoje, que mostram ao mundo tudo, até mesmo aquilo não seja coisa de capa.
Fotógrafo não faz demagogia, fotógrafo faz fotografia.
Cenas do 11 de Setembro
O maior atentado terrorista da história tem imagens impressionantes – pela tragédia, e pela mudança que representou no mundo e na vida dos americanos.
A leveza do Ballet Kirov
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- Tópicos: Ballet, Fotografia, Fotojornalismo, Kirov, Rússia
Beleza, suavidade, encantamento. É o Ballet Kirov que iniciou sua turnê no Brasil pelo Theatro Municipal de São Paulo depois de 10 anos. A companhia retorna ao País com 100 bailarinos e 40 técnicos diretamente do Teatro Mariinsky, em São Petersburgo, na Rússia. Considerada uma das mais importantes formações de dança clássica do mundo, o Kirov traz os espetáculos “Gala” e “O Lago dos Cisnes”, acompanhados da música de Pyotr Tchaikovsky.
O início da companhia se deu no século 18 com o nome de Balé Imperial da Rússia. Mas, na década de 1930, recebeu o nome de Kirov, em homenagem ao líder bolchevique Sergei Kirov. Com o fim da União Soviética, mudou para Mariinsky, nome do teatro que sedia a companhia em São Petersburgo. No entanto, fora da Rússia a companhia continuou sendo conhecida como Kirov.
Durante o espetáculo, a ambientação muda de acordo com a apresentação. Num tom azulado e com as bailarinas todas de branco, a coreografia de Marius Petipa e Lev Ivanov dá ao “O Lago dos Cisnes” um ambiente mais tênue no Theatro Municipal. Já em “Gala”, com um entorno vivo e energizantes, a companhia mostra trechos de algumas de suas melhores coreografias, como “Dom Quixote” e “Le Diable Boiteux”.
A turnê passa por São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. O Kirov se apresenta no Theatro Municipal de São Paulo de 23 a 28 de agosto; no Municipal do Rio de 31 de agosto a 5 de setembro; e no Palácio das Artes de Belo Horizonte de 8 a 10 de setembro.
Na estrada: São Paulo a Lima
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- Tópicos: América do Sul, Lima, Peru, San Isidro
De São Paulo ao Peru, de ônibus. Esta foi a aventura vivida pelo repórter fotográfico Epitácio Pessoa. Foram mais 96 horas de viagem, em um total de 5.917 km percorridos. A saída aconteceu na rodoviária do Tietê, em São Paulo e o destino final, bairro de San Isidro, em Lima. Pelo caminho diferentes paisagens e muitas histórias, através da mais longa linha de ônibus da América Latina. Leia matéria de Pablo Pereira
Somália: combinação mortífera
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- Tópicos: Desnutrição, Fome, Fotografia, Fotojornalismo, Seca, Somália
Seca, conflito e falta de ajuda alimentar deixaram 3,6 milhões de pessoas sob o risco da fome no sul da Somália. No total, mais de 12 milhões de pessoas no Chifre da África estão sentindo os efeitos da estiagem, a pior em décadas. Em três meses, cerca de 29 mil crianças morreram por conta da desnutrição.
Centenas de somalis atingidos pela seca seguem todos os dias para sórdidos acampamentos dentro e fora da capital, Mogadíscio, transformada em um amontoado de entulhos, entra em uma zona de guerra, num desafio às ordens dos militantes islâmicos – que controlam boa parte das áreas mais afetadas – para que permaneçam onde estão.
Cerca de 400 mil refugiados somalis – quase 5 por cento de toda a população do país – estão acampados em Mogadíscio e áreas ao redor. Perto de 100 mil pessoas chegaram somente em junho e julho, segundo a ONU.
As imagens a seguir são fortes e impactantes, mas mostram a realidade do local.
Nas ondas de Camburi
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- Tópicos: Camburi, São Sebastião, Surfe
Camburi em São Sebastião é uma das melhores praias para a prática do surfe no litoral norte de São Paulo. Amantes do esporte desafiam o mar revolto, faça chuva faça sol. O repórter fotográfico Márcio Fernandes acompanhou o dia a dia de atletas amadores, literalmente dentro das ondas, utilizando uma caixa estanque que permite fotografar dentro da água.
Copa América na Argentina
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- Tópicos: Argentina, Copa América, Futebol
A partir de hoje a Argentina será o palco da 43ª Copa América, que reúne seleções do continente sul-americano. Até o dia 24 de julho os olhos dos amantes do futebol estarão voltados para as terras portenhas. “Olhar Sobre o Mundo” traz uma galeria com imagens das cidades-sedes, para que os torcedores conheçam também um pouco da cultura e da arquitetura das localidades.
Filosofia do Parkour
Texto de Ricardo Chapola, do estadão.com.br
Você não precisa de nada para ser um tracer – como é chamado o praticante de Parkour. Bola, corda, capacete, joelheira, cotoveleira, isso tudo soa desnecessário para quem respira a filosofia minimalista do Parkour. Bastam a eles alguns obstáculos – espalhados pela cidade na forma de muros, escadas e valetas -, de seu próprio corpo e de mais nada. Daí é só praticar.









