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	<title>O papai, as gêmeas e a mamãe</title>
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	<description>(In) Experiências de pais de primeira viagem</description>
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		<title>O papai, as gêmeas e a mamãe</title>
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		<title>Trocar fraldas, fazer mamadeiras&#8230; longe da correria</title>
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		<pubDate>Fri, 10 May 2013 03:50:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Brandt</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando decidi dar um tempo na carreira para acompanhar o crescimento do meu filho não sabia que ele seria menina. Duas, e de uma vez só! As gêmeas estão com 1 ano e 9 meses completos hoje. Nunca passou pela minha cabeça servir de exemplo a ninguém. Não tenho objetivos altruístas com tanta frequência. Eu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><a href="http://blogs.estadao.com.br/o-papai-as-gemeas-e-a-mamae/files/2013/05/ubatuba.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-781" src="http://blogs.estadao.com.br/o-papai-as-gemeas-e-a-mamae/files/2013/05/ubatuba.jpg" alt="" width="533" height="400" /></a></p>
<p>Quando decidi dar um tempo na carreira para acompanhar o crescimento do meu filho não sabia que ele seria menina. Duas, e de uma vez só! As gêmeas estão com 1 ano e 9 meses completos hoje.</p>
<p>Nunca passou pela minha cabeça servir de exemplo a ninguém. Não tenho objetivos altruístas com tanta frequência. Eu queria mesmo era participar da educação das crianças, trocar fraldas, fazer mamadeira, preparar a comida delas, levar para passear, ver os primeiros passos. E estar em casa, finalmente, tirar um descanso do ritmo frenético de São Paulo, que sempre tanto me atraiu, sair um pouco da redação, do trabalho cotidiano, das viagens sem dia marcado, nem para ir, muito menos para voltar, dos engarrafamentos, dos fechamentos sem hora para acabar. Foi tudo aos trancos e solavancos, mas acaba sempre dando certo.</p>
<p>A maior preocupação é que a gente não vai conseguir voltar para a vida normal, depois dessa fase John Lennon. Dar um tempo na carreira para cuidar dos filhos, tirar um sabático, dar um tempo para o corpo, parece algo muito distante e inviável. O maior fantasma é o emprego. Ah&#8230;, maldição de mundo capitalista!! Mas posso dizer que tudo estará no mesmo lugar que estava antes.</p>
<p>O que não volta é o tempo para você ver os pequenos crescer. E quem me disse isso e me empurrou, de certa forma, para essa (in)experiência de papai, as gêmeas e a mamãe foi o papai do Antônio, do João dos cachos de mel, da Laura e do Luís &#8211; um cabra com vasta experiência no tema, como se vê.</p>
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		<title>Colocando a vida de lado para não cansar a vista</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Apr 2013 02:07:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Brandt</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Fisicamente, a Helena é, das gêmeas, a mais parecida com o papai. Mas em comportamento, é a Beatriz que mais se aproxima do jeitão e das manias desse que escreve. Um dos costumes que ela tem – e adquiriu sozinha &#8211; é de virar a cabeça de lado, como se quisesse ver o mundo de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><a href="http://blogs.estadao.com.br/o-papai-as-gemeas-e-a-mamae/files/2013/04/Bia-oblíqua.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-775" src="http://blogs.estadao.com.br/o-papai-as-gemeas-e-a-mamae/files/2013/04/Bia-oblíqua.jpg" alt="" width="400" height="533" /></a></p>
<p>Fisicamente, a Helena é, das gêmeas, a mais parecida com o papai. Mas em comportamento, é a Beatriz que mais se aproxima do jeitão e das manias desse que escreve. Um dos costumes que ela tem – e adquiriu sozinha &#8211; é de virar a cabeça de lado, como se quisesse ver o mundo de outro ângulo. Parece que se cansa de ver as coisas do jeito que são. Aí, torce o pescoço, põe a vida assim de lado e tudo fica mais engraçado, a tomar pelo sorrisão, que abre no rosto.</p>
<p>Papai sempre foi assim&#8230; meio oblíquo, quase sempre olhando as coisas de um outro eixo, para não cansar a vista, tentando uma forma mais agradável de vestir a realidade. Tem gente que acha que um bebê de 1 ano e 8 meses ainda não formou personalidade. E isso, ninguém nos ensina como tratar, muito menos quando são dois ao mesmo tempo.</p>
<p>As gêmeas têm gênios fortes e distintos, desde quando ainda nem sabiam sentar. Nos passeios, a Beatriz sempre foi a observadora: gostava de contemplar o vai e vem na rua, o movimento barulhento dos carros, rindo da curiosidade dos que sempre chegam para ver as gêmeas, como quem se aproxima de uma atração de circo. A Helena sempre foi a desbravadora: ligada no 220V, ativa, pouco interessada no horizonte e louca para pular fora do carrinho na primeira oportunidade. E assim, as duas se complementam.</p>
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		<title>Quem nunca escorregou no obelisco ?</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Feb 2013 03:19:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Brandt</dc:creator>
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		<description><![CDATA[  Quem nunca escorregou no obelisco? Não correu atrás de pomba no coreto? Nadou no chafariz da praça? Comeu a pipoca do Seu Zé? Ah&#8230; a pipoca do Seu Zé&#8230; Quem nunca comeu aquela pipoca com queijo derretido, feito num ponto impraticável de plágio, um verdadeiro patrimônio da praça da Matriz? Pode parecer estranho para quem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"> </p>
<p style="text-align: center"><a href="http://blogs.estadao.com.br/o-papai-as-gemeas-e-a-mamae/files/2013/02/obelisco.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-763" src="http://blogs.estadao.com.br/o-papai-as-gemeas-e-a-mamae/files/2013/02/obelisco.jpg" alt="" width="533" height="400" /></a></p>
<p>Quem nunca escorregou no obelisco? Não correu atrás de pomba no coreto? Nadou no chafariz da praça? Comeu a pipoca do Seu Zé? Ah&#8230; a pipoca do Seu Zé&#8230; Quem nunca comeu aquela pipoca com queijo derretido, feito num ponto impraticável de plágio, um verdadeiro patrimônio da praça da Matriz?</p>
<p>Pode parecer estranho para quem não conhece. Mas aqui onde a gente vive, as coisas são assim, gostamos de: sorvete de queijo; de gato de botas; passeio aos domingos; matinê nos carnavais; do bigodón do Leminski; da música sem fio; do sossêgo pós churrasquinho da galera; e de peixe grande. Tudo bem pertinho de casa.</p>
<p>Em todo lugar, há um canto assim da memória de infância. Com suas recordações pessoais, seus cheiros, suas cores, sabores e personagens. Gavetas que nunca devem ser trancadas. Quem não as nutre, não pode dizer que viveu uma infância. Eu decidi um dia que iria voltar a viver nelas junto com as minhas filhas. </p>
<p>Tem obelisco que não dá mesmo para escorregar, como o de Buenos Aires, aquele da Praça da República, na Avenida 9 de Julho com a Avenida Corrientes – que pelo formato, inclusive, deve machucar as partes.</p>
<p>Mas o obelisco da praça Matriz nasceu para ser escorregado, isso o papai, as gêmeas e a mamãe garantem. E quem o conhece, sabe do que estamos falando. Era assim, desde que eu tinha o tamanho das gêmeas. Minha memória não resgata nitidamente, mas devo ter feito o mesmo que as duas pirralhas fizeram na foto acima, quando tinha 1 ano e meio. A Beatriz e a Helena são viciadas. É um misto de prazer e medo, que um dia vão chamar de adrenalina e felicidade.</p>
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		<title>Gêmeas: eternamente de conchinha com a outra metade</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Feb 2013 11:21:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Brandt</dc:creator>
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		<description><![CDATA[  Quem nasce gêmeos, cai na terra com a outra tampa da laranja pronta de fábrica. Chega nesse mundo tão desgrenhado sem ter a árdua tarefa de encontrar a outra metade. Nunca vão deixar de perguntar se as gêmeas são iguais em tudo. Não são! Elas são diferentes. Distinta e complementares. Inseparáveis desde a barriga [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><a href="http://blogs.estadao.com.br/o-papai-as-gemeas-e-a-mamae/files/2013/02/irmas-coladas.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-753" src="http://blogs.estadao.com.br/o-papai-as-gemeas-e-a-mamae/files/2013/02/irmas-coladas.jpg" alt="" width="533" height="400" /></a> </p>
<p>Quem nasce gêmeos, cai na terra com a outra tampa da laranja pronta de fábrica. Chega nesse mundo tão desgrenhado sem ter a árdua tarefa de encontrar a outra metade. Nunca vão deixar de perguntar se as gêmeas são iguais em tudo. Não são! Elas são diferentes. Distinta e complementares. Inseparáveis desde a barriga da mamãe.</p>
<p>A Beatriz e a Helena estão com 1 ano e meio e em uma fase que começaram a brigar pelos brinquedos, pelos objetos mais absurdos, como um pedaço de papel, um molho de chaves. Descobriram o morder, o fazer birra, a chorar por manha, a desafiar as ordens do papai, a pular no chão quando querem dizer não, a espernear em protesto.</p>
<p>Papai não dá moleza nem deixa o coração mole falar mais alto. Reajo com rispidez para o bem delas, para ensinar limites e impor uma boa e amável convivência entre as pequenas. Mas confesso que é muito mais difícil que passar noites e noites em claro por causa do choro de quem só sabe fazer chorar.</p>
<p>Agora, o desafio é psicológico. A cada mordida ou simples tentativa, exijo um beijo, que sai fluído e inocente. A cada gesto brusco, indico um abraço. Ao invés do tapa, cobro um afago. Só é uma pena que papai não consiga mais passar 24 horas do dia junto com as pirralhas.</p>
<p>A sorte é que, no fundo no fundo, a Beatriz e a Helena sabem quem são e, quase sempre, involuntariamente, se envolvem em abraços e amassos, do jeito que viviam nos sete meses e pouco dentro do ventre quente e dilatado da mamãe, como nessa foto, deitadas no sofá da sala, no intervalo entre uma estripulia e outra.</p>
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		<title>O abc do mundo colorido das gêmeas</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Feb 2013 18:33:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Brandt</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As gêmeas ainda falam a própria língua. Com 1 ano e quase seis meses, aumentaram o vocabulário, mas ainda usam o abc do seu mundo colorido. O papa e a mãmã tentam passar suas palavras, números e cores, mas babam com a pequena língua da Beatriz tentando achar o ponto certo dentro da boca e com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center"><a href="http://blogs.estadao.com.br/o-papai-as-gemeas-e-a-mamae/files/2013/02/Bia-come-mamão.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-744" src="http://blogs.estadao.com.br/o-papai-as-gemeas-e-a-mamae/files/2013/02/Bia-come-mamão.jpg" alt="" width="533" height="299" /></a></div>
<div>As gêmeas ainda falam a própria língua. Com 1 ano e quase seis meses, aumentaram o vocabulário, mas ainda usam o abc do seu mundo colorido. O papa e a mãmã tentam passar suas palavras, números e cores, mas babam com a pequena língua da Beatriz tentando achar o ponto certo dentro da boca e com Helena contando uu, dô, tess.</div>
<div> 
</div>
<div>Tudo mudou em casa depois que as gêmeas nasceram. Comunicar, ensinam os bebês, é muito mais que palavras, convenções e sentidos. Papai e as gêmeas se comunicam desde os primeiros dias de vida, quando o calor das mãos e olhar falavam muito mais que todas as palavras já forjadas pelo homem.</div>
<div> 
</div>
<div><iframe src="http://www.youtube.com/embed/LXQSCvr-B4c" frameborder="0" width="560" height="315"></iframe></div>
<div> </div>
<div>As gêmeas ainda choram (a língua universal dos bebês), como todo ser ainda diminuto. Mas o choro já não é mais a única fala. As pirralhas pescam tudo que botamos para fora da boca e vão, ao seu modo, criando o vocabulário das gêmeas. Bó é bola, ácua é água, pepê é chupeta, dodó é vovó, auau é cachorro, aãnã é banana. Nesse vídeo acima, a Bia fala para o papa o que ela está comendo.</div>
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		<title>Na escola das gêmeas tem revezamento de choro</title>
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		<pubDate>Sun, 03 Feb 2013 02:50:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Brandt</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As gêmeas começaram uma nova fase da vida delas: a escola. Terça-feira da semana passada foi o primeiro dia de aula. Mas o início, vem de antes, desde o fim do ano passado, quando decidimos qual melhor escola para as pequenas. Compra material, uniforme, mochila, incrível como um ser tão pequeno pode precisar de tanta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><a href="http://blogs.estadao.com.br/o-papai-as-gemeas-e-a-mamae/files/2013/02/escola.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-738" src="http://blogs.estadao.com.br/o-papai-as-gemeas-e-a-mamae/files/2013/02/escola.jpg" alt="" width="533" height="400" /></a></p>
<p>As gêmeas começaram uma nova fase da vida delas: a escola. Terça-feira da semana passada foi o primeiro dia de aula. Mas o início, vem de antes, desde o fim do ano passado, quando decidimos qual melhor escola para as pequenas. Compra material, uniforme, mochila, incrível como um ser tão pequeno pode precisar de tanta coisa. A lista é imensa. Com duas então, só pedindo desconto.</p>
<p>Uma semana antes do início das aulas, papai e mamãe tiveram a primeira reunião de pais (de muitas que sei que ainda virão). Descobrimos a professora e a rotina que as aguardava. Escola de bebê, não tem aula, mas muita brincadeira e, acima de tudo, choro! De todo tipo, a toda hora. Na primeira semana, eles chamam de adaptação. A Beatriz e a Helena choraram toda vez que percebiam que iam ser deixadas ali. Como são gêmeas, elas adotaram  o revezamento: um dia chora uma, outro dia a outra. Sei que se pudessem escolher, pediriam para ficar em casa, com o papai.</p>
<p>Mas os bebês cada vez mais surpreendem os pais. Viraram umas moças quando viram as mochilas. De uniforme, a Helena coloca a ponta da língua para fora, ergue os pequenos ombros como se fosse enfrentar uma batalha, olha para o papai, como quem diz “deixa comigo, que eu consigo”, e pega a mala que tem quase o tamanho dela e sai puxando (parece gente). A Bia é a mais independente das duas. Ela chega na escola, pega a mochila em uma mão, na outra, segura a mão da mamãe ou do papai, e vai puxando tudo até o pátio.</p>
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		<title>Foram um dia as minhas banguelas</title>
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		<pubDate>Sun, 27 Jan 2013 02:02:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Brandt</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Foi no natal de 2012 que brotou o primeiro dente das gêmeas. Com 1 anos e 4 meses, a Helena descobriu um ponto riscando na gengiva. Ela e a mamãe estavam na casa da vovó, quando acharam o primeiro inferior frontal da direita. Desde os três meses, todo mundo que encontrava com as gêmeas sentenciava aos pais, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foi no natal de 2012 que brotou o primeiro dente das gêmeas. Com 1 anos e 4 meses, a Helena descobriu um ponto riscando na gengiva. Ela e a mamãe estavam na casa da vovó, quando acharam o primeiro inferior frontal da direita. Desde os três meses, todo mundo que encontrava com as gêmeas sentenciava aos pais, diante da babeira das pirralhas: ih&#8230; é o dentinho chegando. Foi uma verdadeira saga dos dentes.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://blogs.estadao.com.br/o-papai-as-gemeas-e-a-mamae/files/2013/01/helena-dente.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-732" src="http://blogs.estadao.com.br/o-papai-as-gemeas-e-a-mamae/files/2013/01/helena-dente.jpg" alt="" width="400" height="533" /></a></p>
<p>E foi só a Helena tomar a iniciativa, na semana seguinte, despontou o primeiro dente da Beatriz. Todo mundo pensa (ou tende a acreditar) que gêmeos são iguais em tudo. Aqui em casa, a Beatriz e a Helena são completamente diferentes (em quase tudo), até nos dentes. Na Bia, nasceu primeiro o de cima, frontal esquerdo.</p>
<p>Sou um confesso adorador das banguelas das minhas filhas. Não tem sorriso mais justo e completo. Mas os primeiros dentes, ainda solitários nas gengivas lisas, deram um charme para o sorriso das pequenas. A baba continua a mesma&#8230;</p>
<p>Nem a Beatriz, nem a Helena, descobriram o morder. Mas aos poucos, colocam os novos instrumentos para funcionar. Na hora de comer. Quando pedem para escovar os dentes (mais interessadas no gosto da pasta). E no momento de fazer o que elas mais curtem: arte! Outro dia, mamãe descobriu o corrimão da escada todo riscado e a meliante (Helena) pendurada na barra de ferro, com a boca dando um trato na pintura tão perfeita e monótona. Depois da bronca, longe dos olhos dos bebês, sorri feliz por dentro.</p>
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		<title>Faixa na cabeça não corrige orelha de abano</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Jan 2013 22:35:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Brandt</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Orelha de abano, dumbo, topo gigio, orelhão. São alguns dos apelidos que fatalmente terão aquelas crianças que nasceram com o aparelho auditivo aparente avantajado ou de curva acentuada. Tem gente que tenta de tudo quando o bebê nasce com orelha saltada. É fatal: é sair do hospital e a criança vai ter a pequena cabeça enrolada por uma faixa de pano.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://blogs.estadao.com.br/o-papai-as-gemeas-e-a-mamae/files/2013/01/bia-no-faixa.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-727" src="http://blogs.estadao.com.br/o-papai-as-gemeas-e-a-mamae/files/2013/01/bia-no-faixa.jpg" alt="" width="533" height="400" /></a></p>
<p>Tem mamãe que inventa desculpa, diz que fica bonito. Com bebês, papai aprendeu a acreditar mais na ciência e menos nos conselhos dos avós e vizinhos. Esteja certo: o uso de adesivos, faixas e outros métodos caseiros não diminuem as orelhas de abano e não são recomendados por cirurgiões.</p>
<p>Das gêmeas, a Helena tem a orelha mais saltada. Mas não chega a ser uma orelha de dumbo. Foram os ralos cabelos aparecerem, que a pequena orelha voltou para sua discreta insignificância no desenho do rosto.</p>
<p>Mas mamãe é neura e super influenciada. Além de sofrer por antecedência pelos problemas que fatalmente virão, ela pena por aqueles que jamais se concretizarão. Desde antes da Beatriz e a da Helena saírem da UTI neonatal, sempre insisti para evitarmos o uso desnecessário da faixa na cabeça.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://blogs.estadao.com.br/o-papai-as-gemeas-e-a-mamae/files/2013/01/Helena-no-faixa.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-728" src="http://blogs.estadao.com.br/o-papai-as-gemeas-e-a-mamae/files/2013/01/Helena-no-faixa.jpg" alt="" width="533" height="400" /></a></p>
<p>Temos faixa no armário das pequenas sim, e elas foram usadas uma ou outra vez, como ornamento para as mini e belas cabeças. Mas para quem realmente tem o problema em casa, existe um modo de resolver. É uma cirurgia plástica, chamada otoplastia, que pode ser feita depois dos seis anos, quando o crescimento das bitelas já não é tão significativo. Mas assegure-se que essa é uma vontade da criança, não um grilo criado pelos pais.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Xeroquinho: uma faz a outra imita</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Jan 2013 20:08:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Brandt</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ Ter gêmeos traz muitas vantagens. Uma delas é a descoberta dobrada do que é ser pai. Outra é saber como é mais de um filho em casa e a relação de dois irmãos. Tudo ao mesmo tempo agora (como, nos tempos dos Titãs). A Beatriz e a Helena ensinam papai e mamãe como é dividir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> Ter gêmeos traz muitas vantagens. Uma delas é a descoberta dobrada do que é ser pai. Outra é saber como é mais de um filho em casa e a relação de dois irmãos. Tudo ao mesmo tempo agora (como, nos tempos dos Titãs). A Beatriz e a Helena ensinam papai e mamãe como é dividir atenções e afeto com duas filhas ao mesmo tempo.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://blogs.estadao.com.br/o-papai-as-gemeas-e-a-mamae/files/2013/01/Helena-desconfiada.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-721" src="http://blogs.estadao.com.br/o-papai-as-gemeas-e-a-mamae/files/2013/01/Helena-desconfiada-e1358280279677.jpg" alt="" width="400" height="533" /></a></p>
<p>As minhas pirralhas, ora a Bia ora, a Helena, têm um comportamento que a mamãe batizou de xeroquinho. Se uma faz arte (e elas passam o dia correndo atrás de perigo), a outra imediatamente faz igual. Quando a travessura é digna de repreensão, a fotocópia sai imediata. Tudo em busca de novas experiências e, principalmente, atenção. A Helena tem mais aptidão para as travessuras e geralmente encabeça as estripulias.</p>
<p>Minhas gêmeas são bagunceiras e aprontam o dia inteiro. Do jeito que o papai gosta. As pivétinhas colocam a casa de cabeça para baixo, todo santo dia, faça chuva, faça sol. E em dobro!! É só uma se dependurar naquela mesa pesada que a outra vem atrás para imitar. Assim, elas vão descobrindo o mundo em dupla. Fico em cima, morrendo de inveja e feliz pela curtição das duas. Deve ser muito gostoso crescer com um parceiro do seu tamanho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Ano novo de velhas promessas e vida nova</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Jan 2013 01:30:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Brandt</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ano novo, o papai promete escrever mais (principalmente para o blog da gêmeas), cuidar mais da saúde, organizar mais o dia, acordar mais cedo, estressar menos. Enfim&#8230;, velhas promessas de uma vida que é sempre a mesma, entre o dezembro-janeiro de cada ano. Isso, até a Beatriz e a Helena reinarem aqui em casa. As [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><a href="http://blogs.estadao.com.br/o-papai-as-gemeas-e-a-mamae/files/2013/01/helena-e-bia-no-jardim.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-715" src="http://blogs.estadao.com.br/o-papai-as-gemeas-e-a-mamae/files/2013/01/helena-e-bia-no-jardim.jpg" alt="" width="533" height="400" /></a></p>
<p>Ano novo, o papai promete escrever mais (principalmente para o blog da gêmeas), cuidar mais da saúde, organizar mais o dia, acordar mais cedo, estressar menos. Enfim&#8230;, velhas promessas de uma vida que é sempre a mesma, entre o dezembro-janeiro de cada ano.</p>
<p>Isso, até a Beatriz e a Helena reinarem aqui em casa. As gêmeas estão com 1 anos e 5 meses, andando, falando as primeiras palavras, com os dentes rasgados nas bocas, cada vez mais lindas e moças. Bebê não conhece calendário, nem ano, nem mês, muito menos dia. Tempo de festa não é só no aniversário, no natal ou ano novo. É o dia todo, o tempo inteiro.</p>
<p>As promessas também são grilos dos papais. A Bia e a Helena levam os dias sempre a mil, seja em 2012, seja em 2013. Por elas (e para elas), os dias são cada vez mais dia, o escrever tomou outro sentido, a velhice de uma vida mais saudável ganhou sentido e a paciência passou a ser o mantra para sobrevier.</p>
<p>&nbsp;</p>
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