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Saiba como entrar em 2013 com suas finanças no azul em 10 sugestões de especialista

21 de dezembro de 2012 | 13h05

Yolanda Fordelone

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Especialista recomenda que consumidor poupe 10% do que ganha.

 Foto: Stock Xchng

É época de festas, mas os consumidores não podem se descuidar do bolso. O educador financeiro Reinaldo Domingos, autor do livro Livre-se das Dívidas (Editora DSOP), preparou 10 orientações aos brasileiros que querem passar longe da onda de endividamento.

Para não extrapolar as despesas de fim de ano e garantir recursos para 2013

1) Evitar compras por impulso: os consumidores devem se fazer algumas perguntas antes de comprar – Estou comprando por necessidade real ou movido por outro sentimento, como carência ou baixa autoestima? Se não comprar isso hoje, o que acontecerá? Tenho dinheiro para comprar à vista? Se comprar a prazo, terei o valor das parcelas? O acúmulo de parcelas coloca em risco a realização dos sonhos que foram priorizados com a família?

2) Planejamento do fim de ano: liste os ganhos do período (renda e ganhos extras como 13º, bonificações e férias) e liste todas as despesas – fixas e variáveis. Faça um esforço para identificar excessos, que geralmente representam 30% das despesas das famílias brasileiras. Avalie quanto poderá reservar para comprar presentes, artigos das festas de fim de ano, preferencialmente à vista. Evite a todo custo entrar no limite do cheque especial e pagar a parcela mínima do cartão de crédito. Reserve parte do 13º para as despesas do início do ano como IPVA, IPTU, matrícula e material escolar. Cuidado ao parcelar viagens. Talvez uma viagem mais barata e dentro do orçamento trará a mesma satisfação.

3) Planejamento financeiro de 2013: é fundamental evitar parcelamentos das compras de final do ano. Se o parcelamento for inevitável, faça uma planilha em que o valor já comprometido esteja previsto nos meses correspondentes. Sem esse controle, é certo o acúmulo de dívidas e o risco da inadimplência. Reúna-se com a família para definir os desejos de curto (um anos), médio (até cinco anos) e longo (mais de 10 anos) prazos ou aqueles que se pretende em realizar em 2013 e incorpore o valor mensal necessário para a realização dos mesmos no orçamento mensal do próximo ano. Subtraia o valor desses sonhos da receita. O saldo restante é o orçamento para as demais despesas mensais.

Para economizar e poupar sempre

4) Pesquisar preço e comprar à vista: Tudo que se compra em prestações paga-se mais caro. Já quem pesquisa o melhor preço paga menos e aumenta a chance de comprar à vista e obter desconto.

5) Pedir desconto: Se um produto custa R$ 1 mil e pode ser parcelado em 10 vezes de R$ 100, certamente à vista custará de 10% a 20% menos.

6) Reter 10% dos rendimentos: para começar a construir a independência financeira, deve-se guardar 10% do que ganha. Com o tempo, pode-se partir para um plano de previdência privada para complementar o INSS.

Para ficar livre das dívidas

7) Cheque especial – cheque especial é uma das mais altas taxas de juros praticadas no mundo. Procure o gerente da conta e proponha imediato cancelamento dessa linha de crédito, mesmo que esteja utilizando. Proponha troca por uma linha de crédito que não ultrapasse 3% de juros mensais. Caso esteja pagando R$ 100 de juros ao mês, proponha um parcelamento do mesmo valor, com prazo alongado. Isto fará com que não tenha mais que pagar juros mensais de 10% – isso faz sua dívida dobrar a cada 7 meses. Caso o gerente não aceite, o melhor a fazer é poupar para uma futura negociação.

8) Cartão de crédito – busque negociação com operadora do cartão ou banco. Proponha um parcelamento com juros que não ultrapassem 3% ao mês, e que estas prestações caibam no orçamento financeiro mensal. Caso a operadora ou banco não aceitem, não faça acordos que não conseguirá cumprir. Mesmo que o nome seja negativado, guarde dinheiro mensalmente para uma futura negociação.

9) Financiamento de casa – Para a maioria dos brasileiros a compra da casa própria é um sonho que só é possível realizar adquirindo uma dívida – o financiamento imobiliário. Em boa parte dos casos, o que impede o pagamento das prestações da casa são os gastos supérfluos. Se está difícil pagar as prestações, o melhor a fazer, além de cortar excessos de gastos, é procurar a financiadora e propor um alongamento da dívida, adequando a prestação à real capacidade de pagamento. Caso não consiga a renegociação, estude a possibilidade de trocar esse imóvel por um de preço inferior.

10) Carro – um veículo não é investimento e, sim, um bem de consumo. A prestação em si nem sempre é o motivo da dificuldade de custear esse bem – embora ao final do financiamento a pessoa tenha pagado por dois veículos e levado apenas um. O verdadeiro problema está na manutenção do veículo, cujo custo mensal equivale, em média, a 3% do valor do carro. A manutenção de um veículo de 20 mil reais, por exemplo, tem um custo de aproximadamente 600 reais mensais – gasolina, seguro, licenciamento, IPVA, entre outros. Portanto, é importante analisar o custo-benefício da compra do veículo.

Imposto pago no ano daria retorno de R$ 233 por habitante na poupança

27 de agosto de 2012 | 12h18

Yolanda Fordelone

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Foto: Stock Xchng

A arrecadação de impostos – nos âmbitos federal, estadual e municipal – , pagos pelos brasileiros em 2012 atingirá R$ 1 trilhão na quarta-feira, 29. A Associação Comercial de São Paulo (ACSP) projeta que o valor será alcançado às 16h30. Caso se confirme, a  marca do Impostômetro será atingida 15 dias antes do que foi em 2011. Só na cidade de São Paulo, já foram pagos R$ 21 bilhões em tributos neste ano.

Considerando que a caderneta de poupança (o investimento mais conservador) rendeu em 2012 o total de 4,457% (segundo o Portal Brasil), se o imposto fosse investido teria dado o retorno de R$ 44,57 bilhões ou R$ 233,68 por habitante. Foi considerado o dado do Censo 2010, que calculou a população do País em 190.732.694 de pessoas.

VEJA O SITE DO IMPOSTÔMETRO

 

 

Investidor brasileiro fica mais conservador

27 de agosto de 2012 | 10h02

Yolanda Fordelone

A demora para uma solução da crise econômica mundial deixou o investidor brasileiro mais conservador neste ano. Dados da QuorumBrasil – empresa especializada em pesquisa de mercado com atuação em toda América Latina – mostram que poupança, imóveis e fundos de renda fixa são os destinos preferidos para quem quer guardar dinheiro. As duas primeiras aplicações também foram consideradas as mais rentáveis para garantir o futuro.

“Após mais um ano de crise na Europa, o cenário não poderia ser diferente: os imóveis assumiram maior importância em detrimento do mercado acionário. Os fundos de investimento caíram comparado ao levantamento de 2008. O imóvel e a poupança, que já eram os mais citados, ganharam peso maior nas carteiras”, comenta o sócio-diretor da QuorumBrasil, Cláudio Silveira.

Segundo ele, entre os homens, aumentou o grupo que acredita que os imóveis são a aplicação mais rentável: de 25% em 2008 para 41% na pesquisa de 2012. Entre as mulheres, passou de 29% para 62%. Em contrapartida, o interesse pelo mercado de ações caiu de 38% para 15% entre o público masculino e de 16% para 4% entre o feminino.

LEIA A REPORTAGEM COMPLETA

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Poupança ainda é mais vantajosa do que 60% dos fundos

30 de julho de 2012 | 9h02

Yolanda Fordelone

A mudança no cálculo da poupança colocou os fundos de investimento como a melhor opção para quem quer aplicar em renda fixa. A regra, contudo, só vale para as carteiras com taxa de administração inferior a 1%. Para se adequar a esse cenário, muitos bancos reduziram suas taxas, mas a medida chegou para poucos investidores. Para se ter uma ideia, das 72 carteiras com aplicação inicial inferior a R$ 500 oferecidas pelos cinco maiores bancos, apenas 28 têm taxa menor do que 1%. Ou seja, a poupança ainda é mais vantajosa do que 60% dos fundos destinados ao pequeno investidor, de acordo com dados da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima).  Leia a matéria completa.

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Especialista responde dúvidas sobre o novo rendimento da poupança

3 de maio de 2012 | 16h33

Yolanda Fordelone

O professor de finanças do Insper, Alexandre Chaia, estará no estúdio da TV Estadão hoje, após o anúncio das medidas pelo governo, para responder, ao vivo, as dúvidas dos internautas.

 

O programa será ao vivo e aberto a perguntas, que poderão ser enviadas na hora, pela página da transmissão, e também pelo Twitter, usando a hashtag #novapoupanca.

Para ter aposentadoria de R$ 20 mil é preciso guardar R$ 563 ao mês por 30 anos

7 de outubro de 2011 | 16h21

Roberta Scrivano

Há pouco o Leandro Moreira, da XP Educação, fez um cálculo interessante durante um bate-papo por telefone.

Veja só: vamos supor que uma pessoa com 30 anos queira se aposentar aos 60. Se esse cidadão investir R$ 563 por mês até completar os 60 anos, a partir de então — e até completar 95 anos — ela poderá sacar R$ 20 mil. O Leandro considerou que o dinheiro guardado renda 1%. “E um CDB que prometa rentabilidade de 100% do CDI dará, ao mês, o ganho de 1%”, calcula.

Edição de aniversário ‘Seu Dinheiro com o Professor Gallo’

2 de fevereiro de 2011 | 9h31

Yolanda Fordelone

Nessa semana, o Economia & Negócios completa um ano e para comemorar o site traz uma edição especial do Programa ‘Seu Dinheiro com o Professor Gallo’. Com duração de 45 minutos, além do professor Fábio Gallo, participa desse programa também o professor William Eid, da FGV. Veja os vídeos completos aqui.

Fique atento ao prazo do Plano Collor II

26 de janeiro de 2011 | 13h47

Yolanda Fordelone

Se você investia na poupança no início de 1991 e se sentiu prejudicado com a mudança da forma de correção da caderneta, deve ficar atento ao prazo para exigir a diferença de valor causada pelo Plano Collor II. O prazo para ingressar com uma ação na Justiça vence segunda-feira (31/01).

Para entender

Entre janeiro e fevereiro de 1991 houve uma mudança na forma de correção das poupanças que prejudicou os poupadores. Os bancos pagaram 6,88% a menos de juros que o devido na época e só recorrendo à Justiça para reaver as perdas.

O Ibedec – órgão de defesa do consumidor - questionou e ganhou as diferenças em Ações Coletivas contra os bancos, mas o STJ – Superior Tribunal de Justiça recentemente decidiu que o prazo de prescrição para ações coletivas não seria 20, mas sim 5 anos. Entretanto, individualmente os poupadores continuam com o prazo de 20 anos para ingressar com ação, conforme o mesmo julgado do STJ.

Serviço

O Ibedec está disponibilizando ações individuais para seus associados, sem custo. Basta procurar um dos escritórios do IBEDEC em Brasília (DF), Goiânia (GO), São Luis (MA), Recife (PE), Fortaleza (CE), Cuiabá (MT), Rio de Janeiro (RJ) e Porto Alegre (RS).

Para entrar com a ação só é preciso ter certeza do banco e de que tinha dinheiro depositado nesta época. Os extratos podem ser solicitados ao banco por escrito e mesmo que não tenham recebido o extrato, os poupadores podem entrar com a ação na Justiça.

Saúde é o destino de 1/4 da renda dos idosos

9 de dezembro de 2010 | 14h31

Yolanda Fordelone

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Chegado o fim do mês, 26% da renda dos idosos vai para o grupo de saúde (remédios e planos de saúde), segundo levantamento da consultoria QuorumBrasil. Apenas 23% consegue guardar um pouco de dinheiro.

As contas de água, luz, telefone e gás têm o segundo maior gasto (23% da renda). O grupo alimentação vem em seguida (21%).

Ainda fazem parte dos gastos moradia (11%), cartões/ prestações (8%), vestuário (6%), lazer (4%) e transporte (2%).

E você? Se considera um idoso? Consegue guardar algum dinheiro no final do mês?

Pensando na velhice

31 de agosto de 2010 | 15h00

Roberta Scrivano

Poupar durante a vida para garantir uma velhice tranquila. Esse é um princípio básico de finanças pessoais que poucos seguem.

Preparamos a tabelinha abaixo para que você tenha noção do quanto já poderia ter poupado. Pra conseguir alcançar esses valores, é preciso ter disciplina e guardar R$ 200 por semana, o equivalente a R$ 10 mil por ano. O resto, deixe por conta dos juros, que farão essa grana se multiplicar aos poucos.

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