27 de fevereiro de 2012 | 8h54
Roberta Scrivano
Aí está mais uma prova de como o preço dos imóveis está alto. O banco Itaú constatou que os grupos de cartas de R$ 350 mil a R$ 700 mil (valores exclusivos do banco no mercado) foram totalmente vendidos no ano passado. “Já estudamos a abertura de um terceiro grupo”, disse o banco.
“O público consumidor de consórcio imobiliário é predominantemente formado pelas classes A e B. E isso tem se consolidado”, disse Luis Matias, vice-presidente da Área de Consórcios do Itaú Unibanco. “Se antes os clientes adquiriam duas cotas em grupos de consórcio de R$ 300 mil, hoje podem adquirir uma única, o que agiliza o processo”, detalhou.
* Poupar para comprar à vista, financiar ou adquirir a cota de um consórcio? Está em dúvida. Aqui há uma reportagem que pode te ajudar.
6 de abril de 2011 | 13h54
Roberta Scrivano
Vai entrar no mercado de ações mais um ETF (aquele fundo de índice, lembra? Clica aqui pra rememorar). A negociação começa amanhã na Bovespa e o novo papel vai espelhar o índice IFNC, que tem 17 ações do mercado financeiro.
A partir de amanhã, então, o mercado brasileiro terá oito ETFs ativos. Para comparar: na bolsa de Nova York são negociadas 1,2 mil ações desse tipo. No México são cerca de 300.
O Itaú Unibanco é o gestor do novo ETF brasileiro. Ainda não se sabe o preço inicial da negociação. Entramos em contato com o Itaú, mas o banco disse que não pode divulgar a informação.
(Post atualizado às 16h45)
11 de março de 2011 | 10h49
Yolanda Fordelone
Em crises e em épocas que aumenta a aversão ao risco, o ouro costuma ser um ativo que sobe bastante. O problema? Achar um meio de aplicar no metal, já que os contratos negociados na BM&F costumam ter valor alto.
A nova opção que acaba de surgir é um fundo do Itaú Unibanco oferecido a clientes Personnalité: o fundo Capital Protegido Invest Ouro. O fundo é vendido com a promessa de que pode ganhar tanto na alta como na baixa da cotação do ouro pelo Gold London PM Fixing – índice negociado na Bolsa de Londres.
“É um fundo para clientes qualificados, que buscam proteção em momentos de incertezas, funcionando como um seguro para esses períodos. O índice do ouro está entre os ativos com melhor performance desde a crise financeira de 2007”, afirma Paulo Corchaki, Diretor de Gestão de Recursos do Itaú Unibanco.
A aplicação inicial mínima é de R$ 5 mil. A captação estará disponível até 31 de março ou até atingir R$ 200 milhões de patrimônio. O prazo do fundo é de 18 meses e por ser fechado não há possibilidade de liquidez.
2 de dezembro de 2010 | 18h33
Yolanda Fordelone
Além das tradicionais ações indicadas pelas corretoras – Petrobrás e Vale –, os destaques dos papéis sugeridos nas carteiras recomendadas de dezembro ficam por conta de Itaú Unibanco e Tractebel, que foram quase unanimidade entre as casas.
As ações do Itaú Unibanco receberam cinco indicações entre as sete carteiras listadas. “O banco continuará a apresentar um bom desempenho no 4º trimestre, em função da combinação de maior crescimento de sua carteira de crédito aliado a interessantes sinergias por conta da fusão com Unibanco”, diz a Ativa em seu relatório.
No caso da Tractebel, houve quatro sugestões. “Os preços de energia no mercado à vista ainda continuam em patamares elevados, o que beneficia a empresa devido a sua estratégia de alocação de energia e exposição ao mercado à vista”, diz a Planner, complementando que o papel é uma opção defensiva para balancear o portfólio, no caso de haver maior volatilidade nos mercados.
Vivo, OGX, Cosan e CCR receberam três indicações cada. Veja as carteiras completas das corretoras abaixo:
5 de outubro de 2010 | 17h33
Roberta Scrivano
Depois do processo de capitalização da Petrobrás (concluído no mês passado), as ações da estatal retomaram a atenção das corretoras. A petroleira está em quatro das sete carteiras recomendadas para outubro que estão abaixo.
As ações PNA da Vale continuam como as preferidas das corretoras, com seis recomendações. A empresa de óleo e gás de Eike Batista, a OGX, aparece em cinco das sete carteiras. O Itaú Unibanco está em quatro.
28 de maio de 2010 | 18h38
Roberta Scrivano

No mês, o Ibovespa, principal termômetro da bolsa brasileira, soma queda de 8,27%. Esse número, a princípio, é de dar calafrios, porém, para quem está fora da bolsa, eis uma boa oportunidade, segundo especialistas em finanças pessoais.
“O princípio básico da economia é comprar na baixar e vender na alta”, diz Júlio Mora, operador sênior da TOV Corretora. E ele recomenda alguns papéis que podem ser mais acertivos nesse momento: os do setor bancário estão no topo da lista. “Esses papéis caíram muito”, afirma a TOV Corretora em comunicado. O Itaú Unibanco, por exemplo, caiu 11,01% no mês, a R$ 33,54, o Bradesco PN recuou 7,44%, em maio, para R$ 29,43.
“Certamente, quem aproveitar essas quedas exageradas e assumir um risco, mas com cautela e humildade, comprando com fundamento e um pouco aqui e pouco ali, fará ótimos negócios”, completa Mora.