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Pagar imposto de uma vez é melhor do que aplicar o dinheiro

10 de dezembro de 2012 | 14h27

Yolanda Fordelone

Pagar contas do começo de ano à vista nunca foi tão indicado como agora. Os descontos superam de longe o juro oferecido nos investimentos. Entre os tributos, o maior desconto em São Paulo é o do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU), de 6%. Nos gastos com material escolar, em que o consumidor pode negociar preços, o abatimento pode chegar a 20%, dizem especialistas. Se deixasse o dinheiro guardado, raramente o consumidor obtém ganho acima disso, devido ao juro baixo.

“Se a pessoa economizou e tem uma reserva, não dá mais para guardar o dinheiro agora no começo do ano para parcelar. Pegar os descontos oferecidos nos impostos é como emprestar dinheiro ao governo a 10%”, diz o professor do Insper, Liao Yu Chieh, ao referir-se ao caso do Rio de Janeiro, em que o desconto no Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) é de 10%, segundo porcentuais da última cobrança, em janeiro (veja infográfico).

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Segundo Liao, se o imposto fosse parcelado em três vezes, seria indicado aplicar o recurso em um produto que rendesse 1,7% no período, já líquido de Imposto de Renda, algo que ele acredita ser difícil entre aplicações como poupança e fundos de renda fixa. A caderneta, por exemplo, não tem alcançado 0,5% por mês.

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Uma das recomendações é aproveitar a segunda parcela do 13º salário, a ser paga dia 20, para pagar as contas em janeiro. “No Natal, as pessoas se empolgam e já começam o ano endividadas. O indicado é primeiro reservar dinheiro para os compromissos e gastar com presentes o que sobrar”, diz o especialista em educação financeira Janser Rojo, da QI Financeiro Consultoria.

O consultor de empresas na área industrial Ronaldo Lorente, de 55 anos, afirma que quase sempre paga as contas dessa época à vista. “Tenho um imóvel em que o IPTU é de pouco mais de R$ 200. Às vezes, é mais difícil se programar pra parcelar esse valor tão baixo do que pagá-lo à vista. Só deixo de pagar os impostos à vista se tenho alguma dificuldade financeira”, diz. “Sempre comparo com o que meus investimentos estão rendendo, mas hoje em dia está muito difícil algo que compense os descontos”.

LEIA A REPORTAGEM COMPLETA

 

 

Cresce interesse por aplicações isentas de Imposto de Renda

1 de outubro de 2012 | 12h50

Yolanda Fordelone

A queda na rentabilidade dos investimentos de renda fixa fez crescer o apelo de produtos nos quais não há cobrança de Imposto de Renda. O benefício tributário, mesmo que mínimo, faz diferença na rentabilidade da carteira de renda fixa no longo prazo e o investidor já percebeu isso.

LEIA MAIS: 5 investimentos isentos de Imposto de Renda

Para se ter uma ideia do aumento da demanda dos investidores e também da oferta no varejo por parte dos bancos, o número de clientes que têm até R$ 5 mil em Letras de Crédito Imobiliário (LCI), por exemplo, passou de 62 em 2011 para 863 neste ano.

“Sem dúvida, com a queda da Selic, as pessoas que estavam acostumadas a rendimentos altos na renda fixa ficaram mais preocupadas. Aumentou a procura pelo serviço de consultoria, na busca por melhor rendimento e até para entender como o lado fiscal pode ajudar nisso”, disse o estrategista de gestão patrimonial da Rio Bravo Investimentos, Beto Domenici.

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As LCIs e as Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs) são títulos que representam a dívida do banco com o investidor. São produtos muito parecidos com os Certificados de Depósitos Bancários (CDBs), o que também tem contribuído para o interesse maior dos investidores, já que são aplicações mais conhecidas. A diferença é que, nas LCIs e LCAs, o banco utiliza o dinheiro captado para créditos direcionados, no setor imobiliário e rural, respectivamente.

“Até para proteger o poder de compra, os investidores terão de incluir na cesta de renda fixa essas produtos com isenção”, afirmou Domenici.

Mas a principal vantagem das LCIs e LCAs sobre os CDBs é a isenção de impostos. O diretor de negócios imobiliários do Santander, José Roberto Machado, disse que o banco paga entre 85% e 92% do CDI nesse tipo de aplicação. “Para uma taxa de 90% do CDI, seria preciso conseguir mais que 100% no CDB para os investimentos serem equivalentes, considerando um IR de 20%”, calcula. (Leia a matéria completa aqui)

Imposto pago no ano daria retorno de R$ 233 por habitante na poupança

27 de agosto de 2012 | 12h18

Yolanda Fordelone

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Foto: Stock Xchng

A arrecadação de impostos – nos âmbitos federal, estadual e municipal – , pagos pelos brasileiros em 2012 atingirá R$ 1 trilhão na quarta-feira, 29. A Associação Comercial de São Paulo (ACSP) projeta que o valor será alcançado às 16h30. Caso se confirme, a  marca do Impostômetro será atingida 15 dias antes do que foi em 2011. Só na cidade de São Paulo, já foram pagos R$ 21 bilhões em tributos neste ano.

Considerando que a caderneta de poupança (o investimento mais conservador) rendeu em 2012 o total de 4,457% (segundo o Portal Brasil), se o imposto fosse investido teria dado o retorno de R$ 44,57 bilhões ou R$ 233,68 por habitante. Foi considerado o dado do Censo 2010, que calculou a população do País em 190.732.694 de pessoas.

VEJA O SITE DO IMPOSTÔMETRO

 

 

Brasileiro já pagou meio trilhão de reais em imposto em 2012

2 de maio de 2012 | 10h33

Yolanda Fordelone

Até hoje pela manhã, os brasileiros já pagaram nada mais nada menos que meio trilhão de reais em imposto. É o que aponta o Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), que alcançou hoje R$ 500 bilhões em impostos federais, estaduais e municipais pagos em 2012.

Em 2011 esse valor foi alcançado no dia 04 de maio, ou seja, dois dias mais tarde na comparação entre os dois períodos. 

Se este valor fosse colocado na poupança, um dos investimentos menos rentáveis, o retorno em apenas um mês seria de mais de R$ 2,5 bilhões. Segundo o site também seria possível:

* Construir mais de cinco milhões de quilômetros de rede de esgoto

* Construir mais de cinco milhões de postos de saúde equipados

* Construir mais de nove milhões de postos policiais equipados

* Contratar mais de 35 milhões de professores para o ensino fundamental por ano

* Comprar mais de cinco milhões de ambulâncias equipadas

* Fornecer mais de um bilhão de cestas básicas para a população

Em todo o ano passado o painel totalizou R$ 1,5 trilhão, um recorde histórico desde a sua criação, em 2005. Neste ano, o valor deve passar R$ 1,6 trilhão. Para o mês do Dia das Mães, veja o cálculo dos impostos embutidos em alguns dos produtos mais procurados para a data, que é a segunda mais forte para o varejo:

Perfume importado: 78%

Perfume nacional: 69%

DVD: 51%

Máquina de lavar: 48%

Secador: 48%

Bolsa: 42%

Celular: 40%

Sapatos: 37%

No Brasil, gasta-se mais com imposto do que com roupas

20 de julho de 2011 | 16h51

Roberta Scrivano

A Fecomércio divulgou hoje de manhã um estudo, com base em dados do IBGE, que mostra que os brasileiros gastam mais com impostos do que com roupas.

Veja só: em 2008, foram desembolsados com tributos R$ 7,7 bilhões; com vestuários foram R$ 7,5 bilhões.

Tributos fazem folião pagar mais caro em comemorações

22 de fevereiro de 2011 | 14h35

Yolanda Fordelone

Daqui a algumas semanas, você sairá para comemorar o Carnaval, mas saiba que poderia pagar muito menos pelos produtos consumidos na época, como fantasias, confete e bebidas. Segundo um estudo do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), na maioria dos produtos, o valor embute 40% de tributos.

Como são tributos indiretos, como ICMS, IPI, Cofins, o consumidor fica sem saída: paga pelo imposto no ato da compra. Para economizar, só resta mesmo fazer uma boa pesquisa antes de comprar.

IPVA 2011: pagamento à vista, sem desconto, para placa final 9 vence quarta-feira

22 de fevereiro de 2011 | 12h24

Yolanda Fordelone

Proprietários de carro final 9  têm até quarta-feira, dia 23, para quitar o imposto à vista, sem desconto, ou pagar a segunda parcela. O calendário encerra na quinta-feira, dia 24, com veículos de placa final 0.

Última semana para utilizar crédito da Nota Paulista

25 de outubro de 2010 | 12h04

Yolanda Fordelone

Os consumidores têm apenas mais uma semana para utilizar seus créditos da Nota Fiscal Paulista para desconto do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) de 2011.

Em outubro, até o dia 24, 187.972 consumidores destinaram R$ 33.465.171,51 em créditos para abatimento do imposto de 160.120 veículos. Esta opção permanecerá disponível no site da Secretaria da Fazenda até o fim do mês.

Desde o dia 1º de outubro os consumidores participantes da Nota Fiscal Paulista podem resgatar R$ 615,18 milhões em créditos referentes a compras realizadas no primeiro semestre deste ano.

O consumidor pode transferir seus créditos para uma conta corrente ou poupança próprias, transferir para outra pessoa física, doar os valores para uma entidade de assistência social ou de saúde e, ainda, abater IPVA de 2011.

Nota Fiscal Paulista libera créditos

30 de setembro de 2010 | 16h19

Yolanda Fordelone

A partir desta sexta-feira, 1º de outubro, os consumidores que fizeram compras no primeiro semestre de 2010 no estado de São Paulo e solicitaram a inclusão do seu CPF / CNPJ no cupom fiscal, terão seus créditos liberados pela Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo.

Esta distribuição ocorre no único mês do ano em que o usuário pode contar com a opção extra de utilização destes valores para abatimento do IPVA 2011. O sistema da Nota Fiscal Paulista manterá esta possibilidade de utilização aberta até o dia 31 de outubro. Não há limite na quantia destinada para o desconto no imposto.

Para utilizar os valores para abater do IPVA, o consumidor deve acessar o site da Nota Fiscal Paulista  www.nfp.fazenda.sp.gov.br), inserir seu CPF e senha pessoal e clicar em “conta corrente” no menu superior, escolhendo a opção “utilizar créditos” e “desconto IPVA”, indicando o RENAVAM do veículo que vai receber o benefício.

Não é necessário que o veículo esteja no nome da pessoa, podendo ser usado para terceiros. Depois de confirmada, a operação não poderá ser desfeita, mesmo se o veículo for vendido até a data do pagamento. O abatimento só pode ser feito por pessoas físicas. Quem perder o prazo que se encerra no dia 31/10/2010, não poderá mais utilizar os créditos para abater do IPVA de 2011.

Além de utilizar os valores no IPVA, os consumidores podem optar pelo depósito em conta corrente ou poupança, desde que some mais de R$ 25,00 em créditos disponíveis. Esta operação só pode ser realizada se a conta corrente for própria.

Para transferir, o consumidor deverá acessar o site do programa, clicar em “Consultar Créditos”. Após este procedimento, ele será direcionado a página para consulta do valor que ele tem disponível para uso. Deverá clicar em “Utilizar Créditos” e, em seguida, optar pela forma de utilização. Nesta opção ele deverá inserir todos os dados de sua conta (nome do banco, agência, número da conta e o valor que deseja transferir) e clicar em “Confirmar”. Na tela seguinte, deverá conferir se os dados inseridos estão corretos e, somente neste caso, deverá clicar em “Efetuar Transferência”. De acordo com a legislação vigente, o dinheiro estará disponível na conta corrente em até 10 dias úteis.

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